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Comando Vermelho

Baque do CV no Para Pedro (TCP) deixa quatro mortos

Durante a madrugada, os traficantes do Comando Vermelho realizam um baque na comunidade Para Pedro (TCP) no bairro Colégio, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A ação resultou em quatro s homens executados. Um dos mortos não era mais envolvido, porém estava junto dos bandidos e acabou sendo executado. Os invasores também pegaram quatro pistolas, drogas e dois radiotransmissores. Vale lembrar que recentemente os traficantes do Pará Pedro atacaram o Morro do Juramento e costumam baquear também o Jorge Turco.

Zeus e RD convocam rivais para pularem para o CV

Segundo postagens que circulam nas redes sociaisc, integrantes ligados à Tropa do Zeus (CV), da comunidadec da Muzema, no Itanhangá, e membros ligados à Equipe RD (CV), e até mesmo o próprio perfil do RD, estão postando cartazes onde dizem que o “muro está baixo” e que estão aceitando qualquer um que quiser pular para suas equipes.

Depois de quatro anos, Justiça decretou prisão preventiva do traficante Belão do Quitungo (CV) acusado de matar um homem que estava cometendo furtos e que havia perdido uma arma do crime

Preso desde o ano passado, o traficante Thiago do Nascimento Mendes, o Belão, que era frente do Conjunto Habitacional do Quitungo, em Brás de Pina, teve mais uma prisão preventiva decretada por um homicídio cometido em 2022. A vítima foi Jorge Luiz Marquez Xavier Júnior, então com 25 anos. O corpo até hoje não apareceu e suspeita-se que tenha sido queimado. Jorge foi acusado de extraviar uma arma do tráfico sendo obrigado a trabalhar para os crimnosos para pagar dívida e depois começou a cometer furtos na região, contrariando os bandidos. O sumiço de Jorge ocorreu em março daquele ano. Uma testemunha contou que um amigo de Jorge era envolvido com o Comando Vermelho; e durante essa guerra de facções criminosas, o tal amigo estava fugindo, pulou o muro da casa da testemunha, e pediu que Jorge escondesse uma arma de fogo e foi embora; Jorge escondeu a arma de fogo em uma moita próxima à residência; Dois dias depois, ele foi buscar a arma e não a encontrou;. Ele acreditava que garis da Comlurb encontraram e levaram a arma O amigo depos voltou para buscar a arma e Jorge contou que perdeu a arma. O tal amigo contou para o comando do tráfico; Quem estava chefiando tráfico na comunidade do Quitungo e na Caixa d`Água, era o Belão. Jorge procurou o traficante que exigiu que lhe pagasse com a vida, ou seja, que trabalhasse para o tráfico de drogas, em troca da arma de fogo que perdeu; Jorge trabalhou para o tráfico, mas não portava arma de fogo; Ele xercia a função de olheiro, ou seja, informava quando a milícia invadia a comunidade;Jorge era usuário de crack, e portanto usava entorpecentes para ficar acordado. Ele exerceu essa função por um mês, quando fugiu por medo. Ficou pelas ruas próximas às estações do BRT, Pastor José Santos, Guaporé e Praça do Carmo; Certo dia, ocorreu um incêndio em uma loja na região. Após o incêndio, Jorge entrou nessa loja, furtou material para vender no ferro velho, e usar droga; O tráfico ficou sabendo que Jorge estava furtando na região. Jorge soube, e no dia 07 de março de 2022, foi até ” Belão” para novamente negociar para sua sobrevivência, pois temia que algo pudesse lhe acontecer. Antes de ir, Jorge contou a testemunha o que pretendia fazer, e que se não voltasse era para procurar pelo mesmo, na Comunidade do Cruzeiro. A partir daí, ele não foi mais visto. Um poppular desejou a mãe de Jorge os pêsames. Ela não entendeu nada e a pessoa disse :” Ué, seu irmão, não morreu?”;Todas ficaram nervosas; Q No dia 12 de março de 2022, a família foi procurar por Jorge nas ruas e ficou sabendo por um usuário de drogas que Jorge foi pego por Belão, colocado em um veículo e conduzido até o alto da comunidade da Caixa D´Água para ser executado e queimado. Também foi ouvido que Jorge foi “pego”, colocado em um veículo, executado e queimado, por outros usuários de drogas que conviviam com ele. O usuário pediu para a testemunha procurar um indivíduo conhecido como Magrinho para para confirmar mas não consegiu encontrá-lo. A testemunha foi falar diretamente com Belão ” Belão; No dia, ele estava mexendo no ceullar e nem olhou. A declarante disse acreditar que foi “Belão” quem executou diretamente Jorge porque ele não manda fazer, ele mesmo quem executa sua vítimas; Uma outra testemunha disse que tem receio de que a investigação prossiga, por residir em Comunidade, bem como sua família.

Suspeita ferida em operação que matou Jiló dos Prazeres tentou enganar policiais, foi presa e vai responder por homicídio

No dia da operação policial que terminou com a morte do traficante Jiló dos Prazeres, uma mulher suspeita de ligação com o tráfico foi baleada durante a troca de tiros. Ela ainda tentou se passar por moradora da região, mas acabou presa e teve a prisão preventiva decretada posteriormente. Ela vai responder por homicídio qualificado, De acordo com o auto de ocorrência, na manhã do dia 18 de março de 2026, por volta das 5h30, policiais militares do BOPE realizavam uma operação nas comunidades do Fallet/Fogueteiro, após informações de que um policial havia sido ferido por disparo de arma de fogo. Ainda segundo o registro, ao desembarcarem do blindado 51-0020 na Comunidade dos Prazeres, na altura da quadra poliesportiva da Rua Gomes Lopes, a equipe Bravo avançou em direção a uma área de mata, onde encontrou cerca de dez homens fortemente armados. Os suspeitos teriam iniciado disparos com fuzis e pistolas contra os agentes. Houve intenso confronto, que só cessou quando um dos suspeitos, identificado como Cláudio Augusto dos Santos, conhecido como “Jiló”, foi baleado. Ele chegou a ser socorrido ao Hospital Municipal Souza Aguiar, mas não resistiu aos ferimentos. Com o suspeito, os policiais apreenderam uma pistola Glock calibre .45, dois carregadores, grande quantidade de entorpecentes, além de três rádios comunicadores e cinco aparelhos celulares. Na sequência da ação, os agentes localizaram uma mulher ferida na perna. Segundo o auto, ela teria tentado se passar por moradora de uma residência próxima, chegando inclusive a trocar de roupa para dificultar a identificação. A suspeita foi socorrida e encaminhada ao Hospital Souza Aguiar, onde ficou internada sob custódia (BAM nº 333067), sendo autuada em flagrante. O registro ainda aponta que o local do confronto não foi preservado devido à necessidade de socorro imediato aos feridos e por se tratar de área considerada de alto risco, sujeita a novos ataques de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. De acordo com o processo, o caso é considerado de elevada gravidade, indicando que a custodiada estaria associada a outros indivíduos não identificados para a prática de tráfico de drogas. O auto de apreensão detalha que foram recolhidos aproximadamente 2,2 kg de maconha, 500 gramas de cocaína, 1,2 kg de cloreto de metileno, 39 gramas de metanfetamina e 540 gramas de haxixe. As circunstâncias da prisão, bem como a quantidade e a forma de acondicionamento das drogas, reforçam os indícios de que o material seria destinado à comercialização.

CV tomou quase tudo da milícia em Curicica

O. Comando Vermelho está em expansão na Curicica Segundo informações, os traficantes Doca ou Urso, Marreta, Sam, Gardenal, BMW, Tiriça, Rubinho e Tricolor de Minas Gerais se uniram para expandir territórios contra a milícia. Primeiro, a Tropa do Rubinho (CV) e a Tropa do Tricolor (CV) tomaram o Ipadu. Depois, a Tropa do Urso e a Tropa do Gardenal tomaram a Vila Sapê, Vila Aurora, Invasão (ou Pedrão), Vilas Alfabéticas e a Comunidade da Preguiça. Em três meses, a facção consolidou alguns territórios, sendo eles: Morro do Ipadu (ou Idapu); Comunidade do Lote 1000, na Taquara; Comunidade do Renascer, no Tanque; Vila Sapê, Curicica;Vila Alfabética, Curicica;Vila Aurora, Curicica;Pedrão/Invasão, Curicica;Asa Branca, Curicica. E agora já começaram a dar baques na Comunidade da Jambalaya. Os mesmos também sâo suspeitos de executar o miliciano Léo Problema, na Taquara.

Os personagens da nova aliança entre a milícia e o TCP contra o CV em Jacarepaguá

Segundo informações que circulam nas redes sociais, a milícia de Rio das Pedras teria se unido com traficantes do.Terceiro Comando Puro novamente para tentar segurar as invasões do Comando Vermelho a alguns territórios em Jacarepaguá. Lacoste/Salomão, do Complexo da Serrinha, em Madureira, estaria dando apoio às tentativas de retomada. Junto a ele, Macaquinho, ex-chefe dos Morros da Praça Seca e Cascadura. Outros nomes citados nessa aliança seriam os irmãos Tico e Teco que também comandava a milícia do Fuba e do Campinho e da Praça Seca. Outro que também teria fechado nessa aliança foi Gabriel da Silva Alves, mais conhecido como GB, chefe do tráfico em Vargem Grande e Vargem Pequena, o mesmo seria ligado ao TCP. Onde está tendo guerra Entenda a Nova Aliança entre tráfico e milícia no Estado do Rio de Janeiro (Parte 2): Novo Palmares e Fontela de Vargem Grande: Após se organizarem, começaram a realizar alguns baques. A Tropa do GB (TCP) realizou dois ataques na semana passada: um em Novo Palmares (CV), em Vargem Pequena, e outro na comunidade da Fontela (CV), em Vargem Grande. Vila Sapê, Curicica: Já a Tropa do Lacoste (TCP) não teve sucesso nas suas ações em Curicica. Macaquinho perdeu um dos seus irmãos, mais conhecido como Cherel, e seu puxador de guerra Biel/Maluquin, um dos responsáveis pelas ações no Morro do Campinho (CV), em Cascadura. Gardênia Azul, Jacarepaguá: A Tropa do Tailon (de Rio das Pedras também aproveitou e tentou entrar na comunidade da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, porém sem sucesso

Polícia não deixou preso homem que estava com as chaves dos ônibus que foram usados como barricadas em protesto contra mortes de traficantes no Morro dos Prazeres (CV). Outros três que foram flagrados colocando fogo em objetos e foram presos também foram colocados em liberdade

A Justiça mandou soltar três presos suspeitos de participarem de protestos pelas mortes de sete traficantes durante a semana passada no Morro dos Prazeres, no Rio Comprido. Um quarto envolvido, que foi encontrado com as chaves dos ônibus que foram usados como barricadas foi liberado pela delegacia. Segundo os autos, no dia 18 de março de 2026, por volta das 9h40min, policiais militares foram acionados para verificar denúncia de que indivíduos estariam colocando fogo em ônibus, pneus e barricadas em via pública. Ao chegarem ao local indicado, os agentes se depararam com três motocicletas e três indivíduos que estariam colocando fogo em objetos para interditar a rua. No momento da chegada da equipe, os três indivíduos teriam empreendido fuga com as motos, que estavam com as placas encobertas. Os policiais realizaram acompanhamento e tiveram êxito em realizar a abordagem, identificando os suspeitos cada um pilotando uma motocicleta com a placa adulterada ou encoberta por fita isolante ou saco plástico. Durante a abordagem, os policiais informaram ter feito uso de spray de pimenta e, posteriormente, de algemas para preservar a segurança e integridade física dos envolvidos no local. A Justiça argumentou que, no tocante ao delito de incêndio – que, em tese, poderia incrementar o juízo de periculosidade, especialmente por supostamente ter sido praticado com a finalidade de dificultar a atuação policial na localidade -, observa-se que tal imputação não veio acompanhada de mínimos elementos externos de corroboração. Não houve apreensão de quaisquer instrumentos típicos para a prática de tal conduta, tampouco foram juntados registros fotográficos, laudos ou qualquer outro meio que indique a ocorrência do crime. A fragilidade da imputação, ao menos por ora, é reforçada pelo fato de que a própria autoridade policial promoveu a liberação do indivíduo que, emtese, estaria diretamente vinculado à prática do incêndio, por se encontrar na posse das chaves dos veículos supostamente utilizados como barricadas, justamente pela ausência de elementos objetivos que o vinculassem à conduta

Traficantes estão em guerra na Zona Portuária do Rio desde dezembro

Desde o ano passado, traficantes travam uma guerra na Zona Portuária do Rio de Janeiro Tudo começou ano passado, no dia 03 de Dezembro quando a Tropa do Lacraia (CV) oriunda de Manguinhos e Parque Arará realizou um baque no Complexo do Caju (TCP). Nesse dia o traficante GAB, ligado a Tropa do Bob (TCP), foi executado, e dois fuzis foram pegos, além de mais dois criminosos do TCP mortos. No dia 11 de Dezembro de 2025, ocorreu mais um baque no Caju a Tropa do Lacraia pegou mais um fuzil Nos dias 13 e 21 de Dezembro, a Tropa do Lacraia (CV) aplicaram mais dois baques. No dia 10 de Janeiro, a Tropa do Lacraia (CV) deu outro baque e matou mais um do (TCP), pegando mais um fuzil. Porém, agora em março , o Terceiro Comando Puro (TCP), ligado a Tropa do Bob começou a mudar a estratégia, utilizando tróias. No dia 06 de Março de 2026, a Tropa do Bob (TCP) realizou um baque no Arará (CV). Já no dia 08 de Março, a Tropa do Bob entrou sem resistência no Arará, já em 09 de Março, ocorreu um toque de recolher no Caju. Já no dia 12 de Março de 2026, a Tropa do Lacraia (CV) efetuou um baque mal-sucedido no Caju. Por fim, no dia 21 de Março de 2026, a Tropa do Bob (TCP) realizou uma tróia, usando um traficante identificado como Neneco, atraiu traficantes do Comando Vermelho, nessa tróia, dois do CV foram baleados.

Polícia pediu à Justiça prisão de suspeito de envolvimento em morte de mestre de capoeira em Niterói. Ele tem fotos em sua rede social exibindo fuzil no Complexo do Alemão (CV)

A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo – DHNSG representou à Justiça o pedido de prisão temporária de um suspeito de envolvimento no homicídio do capoeirista Paulinho Sabiá, assassinado em fevereiro em Niterói. Não tivemos acesso ao nome do suspeito. Mas a informação da polícia é que constam em seu instagram diversas imagens onde ele ostenta armamento do tipo fuzil no interior do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. A polícia argumenta que a medida cautelar prisional se mostra necessária para o êxito das investigações em bloco, com aprofundamento das investigações, especialmente considerando que a motivação do crime e a qualificação dos demais autores ainda se encontram em apuração. Tivemos acesso a mais alguns detalhes do crime. Com o início da investigação em bloco dos procedimentos investigativos, o Grupo de Investigação de Niterói (GI Niterói) iniciou a análise Imagens inicialmente identificadas as quais demonstraram que, na mesma data (16/02/2026) quando Paulinho sofreu uma tentativa de execução, dois indivíduos ingressaram em Niterói pela Ponte Rio-Niterói, por volta das 18h19, em uma motocicleta vermelha. Nas imagens analisadas, os ocupantes permaneceram aproximadamente (02) duas horas nas imediações da residência da vítima, em aparente monitoramento e vigilância de sua rotina. Constatou-se ainda a participação de outro indivíduo, que ingressou na Cidade de Niterói na garupa de uma motocicleta azul desembarcando em frente ao prédio da vítima, permanecendo no local desde aproximadamente 16h40min, passando posteriormente a segui-la à distância até o local da tentativa de execução ocorrida no dia 16/02/2026. O investigado foi o responsável por solicitar, no dia 16/02/2026, corrida por aplicativo com destino exatamente em frente ao prédio da vítima, em Niterói, circunstância que reforça a hipótese de sua participação no planejamento e estratégia na ação criminosa, notadamente, quanto ao deslocamento do indivíduo responsável pelo monitoramento da vítima. A dinâmica dos fatos evidenciou uma espécie de vigilância prévia estruturada, com divisão de tarefas entre os envolvidos no crime e coordenação entre os autores, possivelmente com comunicação em tempo real No dia do crime, segundo a análise das imagens, realizadas pelo Grupo de Investigação de Niterói, ficou evidenciado que a mesma motocicleta vermelha utilizada dois dias antes na tentativa frustrada, ingressou novamente em Niterói pela Ponte Rio- Niterói, por volta das 19h20min. Os ocupantes deslocaram-se até o bairro de São Francisco, permanecendo nas imediações da academia em que a vítima lecionava capoeira. Restou demonstrado pelas imagens analisadas que Paulinho e namorada deixaram o local e iniciaram deslocamento em direção ao bairro de Icaraí, quando a motocicleta passou a segui-los durante todo o percurso. Já na Avenida Sete de Setembro, esquina com a Endereçoa motocicleta emparelhou com o veículo da vítima, ocasião em que foram efetuados disparos de arma de fogo que atingiram fatalmente o capoeirista. Interessante ressaltar que a motocicleta emparelhou ao lado do carona, sabidamente ocupado pela vítima. Evidenciou-se que os fatos ocorridos nos dias 16 e 18 de fevereiro de 2026 estão interligados e direcionados para a vítima Paulinho, caracterizando a reiteração criminosa previamente p l a n e j a d a . Durante interrogatório, testemunhas foram perguntas sobre supostas extorsões que Paulinho poderia estar sofrendo em sua academia, e nenhuma delas disse saber anda. Uma delas alegou que o estabelecimento era situado em um bairro longe de influência de tráfico ou organização criminosa.As testemunhas também afirmaram desconhecer extorsão à fábrica de confecção de Paulinho apesar da proximidade com áreas de influência de facção criminosa. Paulinho estava discutindo direitos trabalhistas com um de seus funcionários.

Após homicídios, inclusive de um PM, traficantes distribuem cestas básicas para ganhar apoio em comunidade de Jacarepaguá”

Após a prática de homicídios, traficantes que atuam na comunidade Asa Branca, em Jacarepaguá, passaram a distribuir cestas básicas a moradores, como forma de angariar apoio local. A informação consta em documentos do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O grupo é suspeito de envolvimento nas mortes do policial militar Adelmo da Silva Guerini e de Alex Sandro Fonseca da Silva, ocorridas no ano passado. Apontado pela Justiça como mandante dos crimes, Ewerton da Fonseca Ramos foi preso nesta semana. Outros três suspeitos de participação nos homicídios também tiveram a prisão decretada e são considerados foragidos. De acordo com as investigações, Ewerton exercia funções ligadas à intimidação de moradores, extorsão e controle territorial na comunidade. Depoimentos de duas testemunhas, corroborados por denúncias anônimas e por imagens obtidas durante a apuração, indicam a participação dos investigados em práticas de extorsão e ameaças, além de sua possível ligação direta com os crimes contra a vida em investigação. Os relatos apontam ainda que, entre os dias 16 e 22 de outubro de 2025, teriam ocorrido cobranças de taxas de “segurança”, monitoramento de estabelecimentos comerciais e intimidação de comerciantes na região.

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