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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Presos suspeitos de torturar morador no ‘tribunal do tráfico’ em Guapimirim

Policiais civis da 67ª DP (Guapimirim) desarticularam, na manhã desta terça-feira (21/10), criminosos envolvidos no “tribunal do tráfico”, em Citrolândia, Guapimirim. O trio foi indiciado por torturar cruelmente um morador, no bairro Parada Ideal, na mesma região. De acordo com os agentes, os criminosos invadiram a residência da vítima, arrastaram ele para fora de casa e o submeteram a agressões brutais e disparos de arma de fogo. A motivação do ataque bárbaro seria uma forma de punição imposta pelo “tribunal do tráfico”, já que o homem teria cometido furtos na região. As investigações apontam que esse é um instrumento usado por facções criminosas para controlar territórios e intimidar moradores. O crime ocorreu em 2024, mas a vítima só fez a denúncia na unidade policial neste ano, por medo da represália do crime organizado. Os traficantes foram identificados após intenso trabalho investigativo da 67ª DP. O inquérito reuniu provas robustas da autoria e materialidade do delito, o que levou ao indiciamento dos envolvidos e à representação pela prisão preventiva. Nesta terça, os três foram surpreendidos e capturados. FONTE: Polícia Civil do RJ

TCP atacou áreas do CV em Madureira

Traficantes do Terceiro Comando Puro do Complexo da Serrinha, em Madureira, atacaram em plena luz do dia os morros da Congonha e do Cajueiro. Intenso tiroteio foi registrado na região. Os invasores estariam dentro das comunidades portando fuzis e usando roupas camufladas. “Nunca para que triste”, disse uma moradora. “Uma situação muito desagradável para todos. Madureira está cada dia pior”, falou outra. “Apavorada aqui. Muitos tiros, muitos tiros mesmo”, contou uma terceira pessoa. FONTE: Pega Visão RJ (Telegram) e Madureira News RJ (Facebook)

O poder que Beira-Mar (CV) exerce dentro do cárcere

Relatório do TRF 3ª Região mostra o poder que o traficante Fernandinho Beira-Mar exerce dentro do cárcere. O documento aponta que Beira-Mar exerce mesmo comportamento de influência negativa sobre a massa carcerária.  Ele tenta manipular, mediante pagamento de advogados, coagir a diversos outros internos a se voltarem contra a administração da unidade onde está preso (a Penitenciária Federal de Campo Grande) e contra o juiz corregedor.  Tenta, via seus advogados, tirarem o juiz de suas funções correicionais. –  Agressivo, permanece com comportamento apresentando raiva, aversão/nojo e desprezo contra os servidores (análise comportamental). –  Ele exerceria liderança negativa, manipulando outros internos e até mesmo seus advogados para seus intentos imorais e ilegais. O interno tem comportamento incompatível com as normas disciplinares do sistema federal e de forma intermitente se envolve em atos de indisciplina. Tem dificuldades no trato com outros presos e com os servidores. Beira-Mar já moveu diversas denúncias e pedidos de providências em face de autoridades administrativas da PFCG perante o Ministério Público Federal, Corregedoria do DEPEN, Juiz Corregedor e Polícia Federal, relatando gravíssimos fatos que ocorrem no interior da Unidade Prisional (denúncias de maus tratos e violações de Direitos Humanos). Tais postulações geraram represálias e reclamam imediata intervenção das autoridades competentes. Para a sua defesa, deveria haver o mínimo para assegurar a ele o direito de dialogar com seus advogados, mantidas obviamente as gravações em áudio e vídeo de todas as conversas.    Beira-Mar tem perfil de liderança, tanto no Comando Vermelho, como a qualquer preso que fica próximo do mesmo, atua dentro do Sistema Penitenciário Federal no sentido de arregimentar aliados para continuar no seu intento criminoso, sistematicamente tenta enviar recados extra-muros aos seus subordinados de atividade criminosa, através de outros presos e até dos familiares destes.-  Quando estava preso em Porto Velho, enviava bilhetes aos presos próximos, para que estes repassassem aos seus familares, para transmitirem as ordens aos seus comparsas de crime.-   Beira-Mar teve sua revolta exacerbada e ocorreu atritos com alguns agentes federais por sua insubordinação por ele acreditar fielmente que estava sendo perseguido pelo sistema. O traficante trata-se de um preso que possuí elevadas condições financeiras, tendo uma gama enorme de advogados, assim coloca os seus causídicos para solicitar diversos pedidos ao SPF, alguns com o intuito de desestabilizar o sistema, bem como atentar contra o manual de procedimentos do SPF, etc.-  Desde o seu retorno para Campo Grande, Beira-Mar tem gerando inúmeros relatórios de inteligência, tratando-se de um preso que demanda um grande trabalho de vários setores do presídio. Apontado como liderança da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Também executa o papel de articulador –fornecedor ou relações públicas do tráfico– dentro do Sistema Penitenciário Federal (SPF).  O interno também financia honorários de advogados para outros presos; além de ‘casas de apoio’ e passagens aéreas para familiares dos detentos e, ainda, custearia despesas com remédios e consultas médicas de familiares dos internos. Anos atrás, o bandido tinha o desejo de realizar fuga bem como informações que o envolvem em ameaças a autoridades do Depen.  Durante seus atendimentos advocatícios o interno demonstra muita insatisfação em relação a alguns envolvidos em seus processos e chega a falar abertamente que quem delata deve morrer, o interno chegou também a fazer ameaças veladas contra sua ex-esposa.  Beira-Mar se mostrou bastante articulado na tentativa de ajudar seus parentes envolvidos na operação “Epístola”. Durante atendimento com advogado passou orientações para que aqueles pudessem colaborar com a justiça.  Se utilizou também de outro interno custodiado na mesma ala para repassar mais orientações para sua irmã sobre o acordo de delação com o MPF em Porto Velho.  Em outra ocasião foi possível observar que Fernandinho tinha muito prestígio e respeito perante os presos ligados ao CV, quando lhes deu o conselho de que aqui devem conviver de forma respeitosa e harmoniosa mesmo com os presos ligados a facções rivais.  Ele também pôde se aproximar de liderança de facção rival enquanto esteve custodiado no isolamento da unidade, cumprindo RDD, e lá puderam conversar, dentre outros assuntos, sobre fabricação e venda de drogas bem como sobre a organização hierárquica das facções comando vermelho e primeiro comando da capital, citando inclusive algumas alcunhas de membros ocupantes de cargos.  Beira-Mar se valia do seu prestígio para, em troca de favores oferecidos a outros internos como o pagamento de dinheiro para eles e seus respectivos familiares, cooptá-los e influenciá-los de modo que as condutas deles permitam a gestão da sua organização criminosa fora do ambiente prisional, o tráfico de drogas e a lavagem do dinheiro oriundo dessas atividades ilícitas.  A subserviência dos internos cooptados por Beira Mar é resultado, basicamente, do custeio de despesas com honorários advocatícios e consultas médicas deles e de seus familiares, bem como do pagamento mensal de dinheiro e a distribuição de funções na organização criminosa, o que denota uma relação habitual, onerosa e com grau de subordinação.  É perceptível que a organização criminosa liderada por Beira Mar está ativa diante do volume de dinheiro movimentado nos pagamentos supracitados, todos efetuados, por ordem sua, a advogados e visitantes, seus e de outros internos, mesmo durante atendimentos monitorados em parlatório.  Utilizar apenas presos do CV e seus respectivos familiares não é a única estratégia de Beira-Mar para dar prosseguimento às suas articulações criminosas dentro das penitenciárias federais.  Em 2017, ele foi flagrado em conversas com internos da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), sugerindo aliança entre as duas facções e incentivando a prática de crimes, como sequestro de autoridades e atentados à bomba. FONTE: TRF 3ª Região

Preso no Rio, traficante que usava identidades falsas para fazer delivery de drogas para outros estados

Agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP) prenderam, na manhã desta terça-feira (21/10), um criminoso que utilizava identidades falsas para fazer delivery de drogas para outros estados do país. Com o bandido, os agentes encontraram uma estrutura organizada para refino dos entorpecentes. No momento da captura, o criminoso tentou se desfazer das drogas na privada, mas foi ele quem entrou pelo cano. As investigações apontaram que o homem fazia parte de uma organização criminosa especializada em distribuir drogas por meio do serviço postal, utilizando identidades falsas para despachar e receber encomendas. O esquema foi descoberto após a interceptação, em janeiro deste ano, de um pacote de maconha, nas dependências de uma empresa de entregas. Embora o envio estivesse registrado em nome de terceiros, o intenso trabalho de investigação da especializada resultou na descoberta do verdadeiro responsável pelas remessas. Os agentes identificaram que o investigado recebia pagamentos por transferências via pix e adquiria materiais típicos do cultivo e preparo de drogas. As compras reforçaram as evidências de sua atuação ativa na produção e distribuição de entorpecentes. Após intenso trabalho de investigação, análise das câmeras de segurança e troca de informações, a autoridade policial representou pela prisão do criminoso. Nesta terça, os agentes cumpriram um mandado de prisão temporária por tráfico de drogas e associação para o tráfico, além de apreenderem drogas e equipamentos utilizados no tratamento e na embalagem do material ilícito. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e desarticular completamente a rede criminosa, que utilizava o envio postal como fachada para o tráfico interestadual de drogas. FONTE: Polícia Civil do RJ

PM investiga morte de inocente durante tiroteio no Chapadão (CV). Três ônibus foram feitos de barricadas como protesto

A Polícia Militar nstaurou um procedimento para apurar as circunstâncias da morte.do.pastor Eduardo Oliveira dos Santos ontem durante um tiroteio entre policiais e traficantes no Complexo do Chapadâó,, em Costa Barros. Hoje, PMs realizam uma operação na comunidsde. Ainda nâo houve registro de tiroteios. Por conta da morte do pastor, Em protesto, moradores fecharam ruas e três ônibus foram usados como barricadas em Anchieta. FONTE: PMERJ

Homicídios cresceram no Estado do Rio nos primeiros nove meses do ano

Os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que o número de homicídios dolosos cresceu 3,3% no Estado do Rio entre janeiro e setembro de 2025, com 2.215 vítimas. No mesmo período, os roubos de celular cresceram 25,5%, somando 19.780 casos — em média, um a cada 20 minutos. Em contrapartida, os roubos de veículo caíram 19,3%, e as mortes em confronto com a polícia diminuíram 7%, registrando o menor número desde 2015. Outros indicadores:•Estelionato: +3,6% (113.859 casos, recorde histórico)•Roubo de pedestre: –5,1%•Roubo em ônibus: –33,2%•Roubo de carga: +1,4%•Furto de celular: +22,2% (34.456 registros, recorde histórico)•Roubo de bicicleta: +16,7%•Desaparecimentos: +4,5% (4.693 casos) FONTE: ISP

Polícia procura cemitério clandestino no Morro do Jordão (CV)

Policiais civis da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) realizam, na manhã desta terça-feira (21/10), uma operação no Morro do Jordão, na Zona Oeste do Rio. O objetivo é apurar informações de inteligência que apontam a existência de um local utilizado como cemitério clandestino por integrantes de uma facção criminosa que atua na região. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Corpo de Bombeiros. As equipes estão em campo realizando buscas e levantamento de dados que possam auxiliar nas investigações. A ocorrência segue em andamento. O Morro do Jordão era dominado por uma milícia mas foi tomado pelo Comando Vermelho nos últimos anos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Deputado que foi preso por ligação com o CV ofereceu fuzis a R$ 120 mil a traficante, disse que comparsa iria treinar Doca e fazia joias caras para Pezão e Paulista

Preso recentemente suspeito de envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho, o deputado TH Joias ofereceu fuzis ao traficante Índio do Lixáo no valor de R$ 120 mil. Ele repassou a Índio uma imagem de print de tela de conversa com uma pessoa que oferece 2 fuzis, calibre 5,56 pelo valor de R$ 120mil. Simultaneamente, a imagem de um fuzil sobre o solo, encostado na parede e por fim, um vídeo.Além de Índio e Pezão, TH Joias tinha relação também com outros dois traficantes do Comando Vermelho_ Doca e Paulista. Ele inclusive confeccionou para Paulista e Pezão joias de alto valor, com o emprego de pedras e metais preciosos em grande quantidade. Com Índio, TH apareceu em vários registros midiáticos participando de eventos e atividades de lazer, tanto externas, quanto nas respectivas residências, incluindo as respectivas famílias, o que sugere, em princípio, estreita relação de amizade ecompanheirismo entre eles. Sobre Pezão, Índio teria intermediado vários contatos entre Pezão e TH” – que, teriam se encontrado presencialmente várias oportunidades -, para tratarem deassuntos diversos, entre os quais a confecção de joias e questões afetas àsatividades criminosas da quadrilha. Em relação a Doca, TH Joias enviou áudio para Índio sugerindo que falasse pro “dois” (Doca e Pezão) que “esse amigo os treinasse sobre como usar aparelhos antidrones TH ainda foi flagrado em uma escuta dizendo que chegaram dois equipamentos anti drones, que um foi para Parada de Lucas e outro para Complexo da Maré, ambas áreas do TCP, e falou que chegaria mais e perguntou se Pezão queria. “Chegou duas, mano. Tem mais duas pra chegar essa semana, só tá precisando do OK. Uma foi pra Parada de Lucas, a outra foi pro Complexo da Maré, e tem mais duas que o do Duduá encomendou, tá ligado? Ele já até deu uma parte lá no dinheiro, outraparte ele parcelou no cartão. Aí vai chegar essa semana agora,entendeu? Vai chegar essa semana, vê com o mano aí, se o mano vaiquerer, já separa uma pra ele, e a outra o Dudu não tem pra quem vendertambém não. Mas ele já tá comprando porque sabe que quando chegar pramostrar pra alguém, com certeza vai querer” Índio falou com TH que Pezão reclamou que a “bazuca não estava pegando” e que “esse cara que vendeu vai ter que ficar aqui uns dias” FONTE: TJ-RJ

Mulher que foi expulsa da milícia foi morta com pelo menos seis tiros na cabeça

A Polícia Civil investiga a morte de Marta Silva de Oliveira, de 36 anos, a Martinha Sapatão, em Cabo Frio, na região dos Lagos, na madrugada de sábado (18). Marta foi morta no bairro Gravatá, em Unamar, com pelo menos seis tiros na cabeça por um homem que invadiu sua residência utilizando uma touca ninja. O caso foi registrado na 126ª DP (Cabo Frio). A suspeita é que o crime tenha sido praticado pela milícia liderada por PL, que expulsou Martinha da quadrilha. O que circula era que ela ettaria buscando aproximação com o Comando Vermelho e a milícia liderada por Juninho Varão. O local do assassinato, onde também estavam um irmão e a companheira de Martinha Sapatão, já foi submetido a uma perícia. Os agentes também apreenderam dois celulares que pertenciam à vítima. Ela foi enterrada no cemitério Jardim da Saudade, em Paciência, Zona Oeste do Rio. Ela era prima de Ecko e Zinho, ex-líderes da maior milícia do Rio, e chegou a ocupar um posto de liderança na organização paramilitar. Após a prisão de Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, que se entregou à Polícia Federal em dezembro de 2023, Martinha Sapatão chegou a chefiar a milícia, herdando o posto do primo. FONTE: Polícia Civil do RJ e Milícia RJ News (Twitter)

Peixão (TCP) teria participado pessoalmente de um ‘tribunal do tráfico’ que decretou fim na vida de um barbeiro só por este ter se negado a deixar seu gerente a passar na frente na fila

O traficante Peixão comandou pessoalmente um ”tribunal’ que resultou na morte de um barbeir que teria supostamente afrontado um de seus comparsas. No dia 27 de janeiro de 2022, por volta de 01h, no interior da Comunidade de Vigário Geral, , indivíduos mataram Gabriel Batista de Souza. Consta dos autos que a vítima trabalhava em uma barbearia situada na Cidade Alta, dominada pela facção criminosa autodenominada Terceiro Comando Puro (TCP) quando, em determinado dia, um comparsa de Peixão de nome Yuri se dirigiu a tal estabelecimento para ser atendido e, valendo-se de sua notoriedade na localidade, uma vez que ocupava o posto de “gerente” da boca de fumo, manifestou querer ser atendido antes dos demais clientes que ali se encontravam aguardando. Diante da pretensão manifestada por Yuri a vítima Gabriel lhe disse que ele deveria aguardar na fila sua vez para atendimento, o que causou a insatisfação de tal denunciado, tendo ele deixado o local jurando a vítima de morte. Assim, no dia 26/01/2022, próximo da meia noite, após deixar seu irmãonas proximidades da Padaria do Flamengo, na localidade conhecida como “Pé Sujo”, Cidade Alta/Cordovil, enquanto conduzia sua motocicleta, a vítima foi abordada por Yuri juntamente com o criminoso identificado apenas como “Farinha Tais criminosos forçaram a vítima a ingressar no interior de um veículo e a levaram para a Comunidade de Vigário Geral, onde ficava PeixãoLá chegando, a vítima foi submetida ao denominado “tribunal do tráfico”, comandado pelo Peixão ocasião em que foi decretada a sua morte de forma cruel. Há informações dando conta que à época dos fatos o denunciado Yuri exercia grande influência sobre Peixão e que Yuri conhecia bem a localidade Cidade Alta, por ser antigo morador da região, razão pela qual compareceu, juntamente com “Farinha”, para levar seu desafeto à liderança criminosa da facção que ali domina, sabendo do iminente decreto de morte. O crime foi cometido por motivo fútil, em razão de o denunciado Yuri ter se sentido afrontado pela vítima em sua liderança na localidade, uma vez que a vítima se recusou a privilegiá-lo no atendimento da barbearia. O crime foi cometido, ainda, de modo que impossibilitou a defesa da vítima, uma vez que esta foi surpreendida por seus algozes em superioridade numérica e conduzida a local em que demais traficantes armados a aguardavam. Após o homicídio, indivíduos ainda não identificados, , ocultaram o cadáver da vítima, evando-o para local ainda desconhecido. Consta nos autos informações no sentido de que após executar a vítima, os criminosos, a mando dos denunciados, esquartejaram o corpo da vítima e teriam despojado os restos mortais em um valão situado em Vigário Geral, local conhecido como sendo utilizado pelos traficantes para essa finalidade.Peixão é considerado o dono do morro exercendo a liderança maior dentro da estrutura. criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. É responsável pela organização de ataques e execuções, e ainda controlando o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados, a realização de roubos de cargas, extorsões e lavagem de dinheiro, bem como pelas decisões do tráfico atinentes aos seus alvos, que são deliberadamente escolhidos para servirem de exemplo ao restante da comunidade, tudo com a intenção de demonstrar a dominância e poderio da organização, de modo a incutir medo na população. FONTE: TJ-RJ

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