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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

PM é investigado por fazer ameaça a colegas da Corregedoria que prenderam suspeitos envolvidos com a milícia em Jacarepaguá. LEIA TRECHO

Um PM está sendo investigado por fazer ameaças a colegas da Corregedoria da corporação após estes levarem para a delegacia suspeitos de envolvimento coma milícia da comunidade Asa Branca, em Jacarepaguá. O fato ocorreu em junho de 2023. Quando estavam na delegacia, o pai dos suspeitos detidos recebeu uma ligação em seu telefone celular. Um dos agentes da Corregedoria lhe tomou o celular e atendeu. A pessoa do outro lado da linha se identificou como sendo um PM do 18º Batalhão e indagou se a supervisão já tinha conhecimento da ocorrência, perguntando ainda se seria possível “fazer por menos”. Diante da proposta, o agente correcional respondeu: “Chefe, aqui é Corregedoria”, sendo então surpreendido com a afirmação do policial: “Ah! Estou ligado em vocês! Uma hora vocês vão se machucar!”, em tom de ameaça. Nesse momento, o militar retirou seu próprio celular do bolso e fotografou o núme-ro exibido na tela do telefone do pai dos suspeitos, logrando êxito em identificar o número como pertencente ao 1o sargento do 18º BPM. Os detidos estavam com 02 (duas) armas de fogo, 02 (dois) carregadores e cartuchos de munição. FONTE: Boletim interno da PMERJ

PM que recebia propina do tráfico em Angra deverá ser excluído da corporação

Está sendo submetido a conselho de disciplina, que poderá decidir pela exclusão dos quadros da PM, um policial militar lotado no batalhão de Angra dos Reis (33º BPM) que aceitou propina de um ex-PM. O dinheiro, R$ 2.500, era pago a cada plantão do agente suspeito e era oriundo da organização criminosa voltada para a prática de crimes, notadamente, o tráfico ilícito de substâncias entorpecentes. O acusado praticou oito vezes as condutas típicas descritas no Art. 308 (Corrupção Passiva)do Código Penal Militar, iniciando na Auditoria de Justiça Militar a Ação Penal no 016768439.2023.8.19.0001. Destaque para a conversa do dia 24 de fevereiro de 2022, neste diálogo, o PM ,inclusive, menciona de quais comunidades de Angra dos Reis, dominadas por facções criminosas, viriam os“arregos”, sendo elas Areal, Morro de Santo Antônio e Glória. Já no dia 26, o ex-PM oferece o pagamento de propina oriunda do Morro de Santo Antônio, tratado como Santa, ao que o cabo aceita e pediu para pagá-lo na próxima segunda-feira, quando estaria de serviço. Por derradeiro, no dia 28, novamente, o ex-PM ofereceU o pagamento de propina oriunda do Morro de Santo Antônio, tratado como Santa, como em ou- tra conversa, avisando que já tinha acertado tal pagamento com os criminosos daquela localidade, ao que o cabo aceitou. FONTE: Boletim interno da PMERJ

PM suspeito de ajudar ex-bombeiro envolvido no caso Marielle a atrapalhar investigações sobre quadrilha que praticava homicídios entrou em conselho de disciplina e deverá ser expulso da corporação

Um terceiro sargento da PMERJ lotado no 15º Batalhão (Duque de Caxias) está sendo submetido a conselho de disciplina que poderá expulsá-lo da corporação. Ele é suspeito junto do ex-bombeiro Maxwell Simões Correa, envolvido no caso Marielle Franco, de embaraçar investigação penal envolvendo organização criminosa armada, instaurada para apurar seu envolvimento em crimes de homicídios consumados. A denúncia diz que, no dia 11 de março de 2019, houve troca de mensagens entre os envolvidos no aplicativo WhatsApp, . As condutas perpetradas causaram sérios prejuízos à Administração da Justiça, na medida em que comprometeram o êxito do cumprimento das diligências pelo Ministério Público epela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, na madrugada do dia 12 de março de 2019. Tem-se, então, que as investigações continuaram no bojo do IP no 901- 00266/2019 no afã de apurar a existência de outros personagens envolvidos em crimes contra a vida, bem como o entrelaçamento deles numa organização criminosa armada, deferidos pelo juízo então competente. Por meio da quebra de sigilo de dados e telemático da conta de e-mail do PM constatou-se que foram transmitidas, por aplicativos de mensagens, informações sigilosas sobre operação policial voltada à elucidação de crimes de homicídio e organização criminosa. Analisando os dados obtidos a partir do afastamento do sigilo da referida conta telemática,foram fortuitamente encontradas conversas travadas via WhatsApp em que os denunciados e terceiros ainda não identificados tratam expressamente sobre deflagração de operação policial. Vale destacar que foram encontradas fotografias de conversas de WhatsApp, travadas nas últimas horas do dia 11 de março de 2019, as quais, indubitavelmente, encerram vazamento da operação policial. Um dos envolvidos informou ao PM ocorrência da operação policial que se avizinhava, deixando claro que havia recebido “informe” advindo de pessoa, por ora, ainda não identificada. Seguindo a cronologia dos fatos, o graduado em tela encaminhou mensagem para Maxwellindagando-lhe se já havia repassado a informação para terceira pessoa (ou terceiras pesso-as), ao que ele responde que “sim”, confirmando que difundiu o vazamento da Operação. Notou-se, a partir do teor das mensagens, que os interlocutores (ora denunciados) nutriam a especial preocupação de repassar a informação a personagem específico e/ou ao maior número de personagens integrantes da organização criminosa armada naqueles autos investigada e envolvidos no cometimento dos crimes. Frise-se, ainda, que o vazamento ora em apreço causou concretos prejuízos à busca da ver-dade real almejada não só com a deflagração de Operação Policial, como também com a instauração do IP no 901-00266/2019, o qual, como já dito, teve sua gênese com o desmembramento do IP no 901-00385/2018 no escopo de apurar os mandantes e terceiros até então não identificados e o envolvimento deles com organização criminosa em crimes de homicídios consumados. Evidente, pois, que o vazamento confirmado pelos “prints” ora ilustrados dilatou o tempo de conclusão e dificultou sobremaneira as investigações a respeito dos crimes dolosos contra a vida de que ora se trata, bem como de outros a ele conexos, todos praticados em inequívoco contexto de organização criminosa armada. FONTE: Boletim interno da PMERJ

PM deverá expulsar três agentes suspeitos de extorquir homem em R$ 100 para liberar moto que estava sem identificação

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode levar a expulsão de seus quadros, de três agentes que em julho do ano passado, em São Cristóvão, extorquiram um homem em R$ 100 para liberar sua moto que estava sem idenfificação. ]No dia em questão, após notícia-crime versando que policiais militares em motos patrulhas cobraram inicialmente a quantia de R$ 300,00 (trezentos reais) pa- ra liberarem sua moto que se encontrava sem a placa de identificação, estando a mesma dentro da mochila docondutor, e, após breve negociação, a quantia ficou acordada em R$ 100,00 (cem reais). Após efetuar o pagamento, a vítima se dirigiu até a sede da 8a DPJM, onde narrou os fatos eafirmou que tinha condições de reconhecer os policiais, aduzindo, ainda, que no telefone celular de um deles, havia provas sobre a transação financeira. Equipe da 8a DPJM procedeu ao local juntamente com a vítima que identificou os policiais eapontou um terceiro sargento como o autor de uma foto da tela de seu celular, a fim de registrar o comprovante da transação financeira resultante do recebimento da quantia indevida acima descrita pelo denunciante. Importante mencionar que, apesar de terem acautelado Câmeras Operacionais Portáteis(COPs) para o desempenho de suas funções naquele dia, nenhum dos três integrantes da guarnição fazia uso delas no momento da abordagem, o que potencializou a gravidade dos fatos.Foi arrecadado com um dos PMs uma arteira contendo R$ 50,00 (cinquenta reais em espécie), CNH, 07 (sete) cartões de banco do próprio acusado, CRLV de veículo, identidade PMERJ desatualizada, autorização para uso de celular desatualizada e CRAF; no bornal foi encontrado chave de veículo, carregador, e 02 (dois) remédios de uso pessoal; 01 (uma) pistola da marca Taurus, modelo PT59, cal. 380, série n° K1081855, 02 (dois) carregadores de cal.380; 01 (uma) pistola da marca Taurus, modelo PT100, série n° STI69384, de propriedade da PMERJ, com 02 (dois) carregadorescal.40; 01 (um) telefone da marca Motorola n° 219705*, 01 (um) telefone da marca Apple de cor preta mais carregador; o valor de R$ 157,00 (cento e cinquenta e sete reais) em notas diversas, as quais se encontravam espalhadas no colete e bornal; uma impressora de notificação de autuação, equipamento de autuação de trânsito (palmer) n° 50938, acautelada em nome do acusado. FONTE: Boletim interno da PMERJ

Mulher botou fogo no marido enquanto ele dormia após uma discussão em Caxias. Homem está internado com 60% do corpo queimado

Na madrugada de ontem, uma mulher ateou fogo no marido enquanto ele dormia na residência do casal no bairro de Santa Lúcia, em Duque de Caxias, após uma discussão O homem está internado com 60% do corpo queimado no Hospital Moacyr do Carmo. Segundo relatos, a mulher chegou em casa, por volta de 1h quando o marido já estava prestes a dormir. Ocorreu então uma briga. Em seguida, o homem foi para o quarto repousar. A mulher aguardou o companheiro pegar no sono, pegou uma garrafa com aálcool e despejou em seu esposo. Em seguida, botou fogo.A agressora correu pra varanda enquanto as chamas se alastraram pelo quarto, e demais cômodos do imóvel. A filha do casal, de apenas seis anos, assistiu a tudo, e desceu as escadas correndo, para fugir do fogo. O marido conseguiu descer as escadas, mesmo com o corpo em chamas, mas acabou caindo desmaiado na sala da residência. Os parentes dele socorreram a mulher primeiro sem saber o que havia ocorrido no interior da residência. Ao arrombarem a porta da sala, em meio a fumaça, eles encontraram o homem caído, desacordado e com o corpo todo queimado, e a criança ao lado.A criança ao sair de dentro do imóvel, começou a relatar aos seus tios e parentes presentes no local, todo o episódio e afirmou que foi a mãe que teria ateado fogo no pai dela. A mulher ligou para um casal de amigos, que foram de carro a buscar, para que ela pudesse se evadir do local. Ela saiu do local levando a filha. Desde então não foi mais vista. O homem aguarda transferência para um hospital especializado em queimaduras. FONTE: Página Portal D3 A Fênix (Facebook)

Dois homens foram baleados em confronto entre traficantes rivais em Três Rios

Dois homens foram baleados na noite de ontem durante um confronto entre traficantes rivais que disputam o controle da localidade de Barro Fanco, em Três Rios. As vítimas baleadas foram socorridas por populares e levadas à UPA, onde receberam os primeiros atendimentos. Seus estados de saúde não foram divulgados FONTE: Imprensa da região

Tiros assustam moradores da Tijuca

Moradores da Tijuca ficaran assustados com tiros disparados essa noite no bairro. Ha ainda informações truncadas sobre o fato. Uns dizem que os disparos foram no Morro Chacara do Céu. Outros falaram que foram no Morro do Cruz. O papo é que seria ataque de traficantes donComando Vermelho. Veja repercussão Tá feia a coisa aqui ! Poxa aqui da General Espírito Santo Cardoso, eu ouvi e bem.. Muitos!!!!!! Tá tenso É guerra Cruz x Andaraí, com certeza para o lado do Cruz!! São os únicos lugares que se escuta de tão perto os tiros aqui da Clemente! Aqui no Grajaú parecia ser na rua ao lado . Muito forte. FONTE: Alerta Vila Isabel Original e Alerta Tijucano (Facebook)

Homem foi morto no lugar do primo miliciano em Caxias

Um homem foi assassinado no lugar do primo na noite de ontem em Saracuruna, Duque de Caxias. O alvo dos atiradores era um parente da vítima por suposto envolvimento com a milícia. Esse primo já havia sido alvo de atentado há cerca de um mês. Na ocasião, bandidos invadiram um depósito de água atrás dele e acabaram matando uma outra pessoa. “Um menino bom trabalhor trabalha uma empresa a 19 anos muito triste”,Léo sempre trabalhador desde novinho ,gostava muito dele desde a adolescência dele e dos meus filhos ,q Deus conforte o coração de todos da famíliaa q Deus coloque em um bom lugar, escreveu uma pessoa próxima da vítima que se chamava Leandro, FONTE: Portal D3 A Fênix (Facebook)

Delegado confirmou que favela de Peixão (TCP) incinera corpos de vítimas e joga na Baía de Guanabara

Um delegado afirmou à Justiça que o Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio, é uma comunidade caracterizada pela execução e a incineração de suas vítimas. Ele disse que na época que estava responsável pela delegacia da área era um número cada vez mais crescente… Até se perdeu Disse que recebia mensalmente diversas informações de pessoas que eram consideradas inicialmente como desaparecidas e, na verdade, foram vítimas de homicídio e ocultação de cadáver. Os bandidos costumavam desovar e se desfazer dos corpos na Baía de Guanabara. Há seis anos a mãe de um jovem que trabalhava como radinho para o tráfico percorreu as bocas de fumo para saber do paradeiro do filho. Ela tinha a informação de que o filho Victor havia sido morto pelos criminosos após ser acusado de furtar o telefone celular de uma moradora da comunidade. Teria havido uma discussão pública entre a vítima do desaparecimento e a vítima do crime patrimonial. E essa discussão teria sido presenciada por diversas testemunhas e chegado ao conhecimento do tráfico, da cúpula do tráfico da localidade. Victor foi retirado de sua residência e levada a um outro local, onde foi subjugado por mais de uma pessoa. Na mesma época, se acharam uma cabeça encontrada na praia de Tupiacanga e uma pélvica encontrada na praia da Bica, ambas na Ilha do Governador, mas não se confirmou que se tratavam de partes do corpo de Victor. Por conta disso, o MP solicitou que ojuízo determine, com a máxima urgência, a juntada aos autos dos laudos periciais e exames técnicos do Núcleo de Cadáveres, referentes ao corpo da vítima, considerando a adequada instrução probatória e leve o traficante Peixão a júri popular pelo crime. FONTE: TJ-RJ

Integrantes da quadrilha de 171 ligados a Doca (CV) presos na sexta-feira disseram ter sido agredidos por policiais civis

Integrantes de uma quadrilha de estelionatários ligados ao traficante Doca e que foram presos na última sexta-feira em Nova Iguaçu disseram ter sido agredidos por policiais civis. O líder do bando, vulgo WL, relatou ter sido agredido por um policial civil que participou de sua prisão com joelhadas e tapas. Um segundo disse que levou chutes. Um terceiro contou que levou tapas no rosto. Consta do auto de prisão em flagrante que o setor de inteligência da polícia recebeu informações de que uma quadrilha de estelionatários ligado ao Comando Vermelho atuaria usando como base um imóvel na Rua Ubatan, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro. Segundo os depoimentos, a equipe policial iniciou uma vigilância velada a fim de verificar a veracidade da informação, notando que, no local, havia a movimentação de quatro indivíduos, que utilizavam uma motocicleta de alta cilindrada e valor de mercado elevado com a placa de identificação suprimida. Foi constatado que no imóvel em que o grupo atuaria havia ligação direta de água e luz, o que fundamentou a abordagem. De acordo com os policiais, no local foi constatado furto de energia e água, sendo localizados e apreendidos drogas, celulares produto de furto/roubo, máquinas de cartão, cartões aparentemente clonados, motocicleta com sinal de identificação suprimido e um veículo que já havia sido apreendido nos autos do inquérito policial nº. 920-00339/2023, que apura os crimes de associação criminosa, lavagem de capitais, crimes contra a economia popularFoi determinado pela Justiça a realização de um novo exame de corpo de delito independentemente da existência de laudo no sistema, já que narraram agressões no curso da audiência de custódia não relatadas no exame anterior. FONTE: TJ-RJ

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