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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Deputado estadual preso ontem teria feito negociação de R$ 5 milhões com o CV

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro investiga uma negociação de R$ 5 milhões feitas pelo deputado estadual TH Joias, preso ontem, com traficantes do Comando Vermelho. Outro ponto em apuração diz respeito à prática de lavagem de dinheiro. O MPRJ investiga a utilização de uma franquia de loja que comercializa produtos de um clube do Rio de Janeiro, localizada no Mato Grosso do Sul (MS). A suspeita é de que o estabelecimento tenha sido usado para ocultação de capitais, já que o faturamento seria incompatível com o serviço prestado. Ainda segundo Antonio José, foram identificados indícios de corrupção, com suposta oferta de propina a policiais por intermédio de um advogado. De acordo com o MPRJ, as investigações que culminaram na denúncia revelaram que o poder econômico adquirido pelas organizações criminosas, a partir do domínio territorial, é utilizado não apenas para corromper agentes públicos e autoridades, mas também para permitir o ingresso de criminosos nos poderes constituídos. “São necessárias ações de prevenção para evitar que pessoas envolvidas com atividades criminosas obtenham o registro de candidatura. Deve haver uma investigação prévia mais efetiva. É fundamental também que os partidos políticos tenham consciência e não registrem em seus quadros pessoas com estes antecedentes. Estamos atuando para que, além de outros objetivos, haja uma verdadeira limpeza dos órgãos públicos quando identificada a presença de pessoas ligadas ao crime”, afirmou Antonio José, procurador-geral. A investigação foi realizada pela Polícia Federal e pela Polícia Civil, por meio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-RJ), que reúne diferentes forças policiais no enfrentamento ao crime organizado. O trabalho foi conduzido sob supervisão da Procuradoria-Geral de Justiça, responsável pela ação penal em razão da prerrogativa de foro do deputado estadual. Antonio José informou que o parlamentar será submetido à audiência de custódia, para verificação da legalidade da prisão, e que será feita comunicação formal à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, que tem a prerrogativa constitucional de deliberar sobre a manutenção ou o relaxamento da prisão. Operação Bandeirantes De acordo com a denúncia oferecida pelo MPRJ ao Órgão Especial do TJRJ, os acusados atuavam nos Complexos da Maré e do Alemão e na comunidade de Parada de Lucas, intermediando a compra e venda de drogas, armas e equipamentos antidrones, usados para dificultar operações policiais nos territórios ocupados pela facção. Também movimentavam grandes somas em espécie para financiar as atividades do grupo criminoso. Para o MPRJ, o parlamentar denunciado utilizou o mandato para favorecer a organização, inclusive nomeando comparsas para cargos na Alerj. Ainda segundo a denúncia, ele é acusado de intermediar diretamente a compra e a venda de drogas, armas de fogo e aparelhos antidrones, além de realizar pagamentos a integrantes do Comando Vermelho.

Um PM que foi acusado junto com dois colegas de farda de tortura ofereceu dinheiro a vítima para mentir em depoimento

Depois de dois anos do crime, a Justiça decretou a prisão preventiva de três PMs suspeitos de torturar dois homens para obter confissão sobre a localização de entorpecentes. Mas depois descontinuou a ordem de prisão de dois deles mantendo só a de um, Os agentes agrediram as vítimas com socos e chutes e ainda os ameaças de morte. Uma das vítimas disse que um dos PMs lhe ofereceu dinheiro, roupas e oportunidade financeira que mentisse no depoimento. Também falou que o mesmo policial o procurou na véspera da audiência para lhe orientar como responder as perguntas. Esse PM que tentou subornar a vítima teve mantida a prisão.

Veja quem são os policiais presos durante operação que capturou deputado estadual envolvido com traficantes

Na operação de ontem que prendeu o deputado esttadual TH Joias que estaria envolvido com traficantes do Comando Vermelho, foram presos também um delegado da Polícia Federal, um ex-secretário municipal da Prefeitura do Rio e do governo do Estado, além de quatro policiais militares. O delegado da PF preso foi Gustavo Steel Os PMs presos foram Wallace Menezes Varges Tobias (BOPE), Wesley Ferreira da Silva, 31º BPM), Alexandre Marques dos Santos (4ª BPM) e Rodrigo Costa Oliveira, O ex-secretário preso foi Alexandre Pitombeira, que trabalhou na gestão de Marcelo Crivella e no governo Cláudio Castro. O traficante Índio do Lixão também foi preso

Ex-PM suspeito de matar policial civil em Angra foi morto

Um ex-policial militar suspeito de matar um policial civil no último fim de semana em Angra dos Reis foi morto ontem em ação da PCERJ. Equipes da 166ª DP, com apoio de policiais militares, localizaram o suspeito no bairro Banqueta, onde ele se preparava para deixar a cidade. Ao perceber o cerco, abriu fogo contra os agentes. Houve confronto, e um policial civil foi baleado, mas sobreviveu graças ao colete balístico. O ex-PM acabou atingido, chegou a ser socorrido, mas não resistiu Conhecido como “Ganso”, o ex-militar se sentia humilhado por ter sido levado à prisão em uma operação conduzida pelo agente morto e teria planejado a emboscada como forma de retaliação.

Vereador foi morto em Paty do Alferes

O vereador Denilson da Costa Nogueira, o “Ligeirinho”, de 56 anos, foi assassinado a tiros na tarde desta quarta-feira (3), em Paty do Alferes. O crime foi na Avenida Brasil, na localidade de Arcozelo. O vereador, filiado ao Solidariedade, estava em seu terceiro mandato. Na eleição municipal do ano passado, ele recebeu 542 votos. Ele conqujistou o primeiro mandato em 2016. O parlamentar já ocupou os cargos de secretário de Esportes, Ordem Pública e Cultura da prefeitura, que emitiu nota lamentando “profundamente” a notícia de seu falecimento. Ele era casado e deixou também quatro filhos. A Polícia Civil está investigando o crime, mas ainda não tem suspeitos identificados. O assassinato do vereador é o segundo na cidade em um ano e meio. Em maio do ano passado, Juliano Melo foi morto com quatro tiros no bairro Lameirão. Até hoje ninguém foi punido pelo crime.

Motoqueiro foi assassinado na Linha Amarela

Um motoqueiro foi assassinado na Linha Amarela hoje a tarde . Segundo relatos, no momento em que os traficantes da Vila do João (TCP) vasculhavam seu celular, o mesmo fugiu com a moto, sendo atingido em seguida. A vítima conseguiu percorrer alguns metros mesmo baleado, porém morreu na Linha Amarela. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Douglas Marcolino Henrique. Diligências estão em andamento para esclarecer as circunstâncias do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quarta-feira (3/9), de acordo com dados iniciais, policiais militares do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) foram acionadas para a Linha Amarela, altura da Comunidade Vila do João, onde encontraram um homem ferido por disparo de arma de fogo próximo a uma moto. A área foi isolada. Ocorrência em andamento

Tiroteio na Taquara deixou dois mortos e dois feridos

A Polícia Militar informa que, no final da noite de terça-feira (2/9), de acordo com policiais militares do 18ºBPM , as equipes realizavam patrulhamento quando receberam informação sobre disparos de arma de fogo na Rua André Rocha, na Taquara, zona oeste do Rio. No local, as equipes encontraram um veículo com dois homens já em óbito e outro indivíduo ferido do lado de fora. Ele foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Municipal Lourenço Jorge. Durante buscas na região, os policiais apreenderam um fuzil, munições, uma bolsa tática, dois carregadores de fuzil, uma mochila com roupas e cinto tático, uma faca e dois celulares. Um veículo clonado também foi recuperado. Outro homem ferido deu entrada, por meios próprios, no mesmo hospital.A ocorrência está em andamento na DH.O policiamento segue intensificado na região. 

Deputado estadual preso hoje por envolvimento com o tráfico foi citado em investigação da década anterior suspeito de repassar informações de operações policiais a criminosos e por lavar dinheiro para três facções

Antes de virar deputado estadual, TH Joias foi citado em uma investigação da década passada de participar de um esquema de repassaar informações sigilosas da polícia para traficantes de drogas. Segundo o que foi apurado na época, TH relatava aos crimosos datas em que ocorriam operações policiais. TH mantinha contato com um policial civil conhecido como Carlinhos Pitbull que lhe passava informações acerca das operações policiais realizadas pela então Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e outras unidades especializadas. O esquema rendia R$ 11 mil. Em uma das conversas, por exemplo, TH disse ser devido o valor de 6 a Pit Ainda na década passada, o atual deputado TH Joias atuava na ocultação de valores oriundos do tráfico de drogas. Ele praticava atos de determinação de tarefas aos demais indiciados, venda de informações sobre operações policiais, pagamento de propina a agentes das forças de segurança, venda de armas, drogas e outros materiais, podendo ser considerado também comandante desta organização criminosa na modalidade (comando coletivo).Foi também TH que promoveu e constituiu o núcleo da organização que lavava o dinheiro deste braço da facção Terceiro Comando Puro, Comando Vermelho e Amiws dos Amigos Era o sócio da empresa TH Joias da qual se utilizava para possibilitar o ingresso de dinheiro oriundo do tráfico e fazer as movimentações financeiras do grupo criminoso.

Investigação que apontou ligação de deputado com o CV envolve também delegado da PF e PMs com o crime

A Polícia Federal informou que a investigação que apontou a ligação do deputado estadual TH Joias com traficantes envolve tambem um delegado da PF, policiais militares e um ex-secretário municipal e estadual A PF deflagrou hoje a Operação Zargun com o objetivo de desarticular uma organização criminosa ligada à cúpula do Comando Vermelho.. A quadrilha é specializada no tráfico internacional de armas e drogas, corrupção de agentes públicos e lavagem de capitais. Na ação de hoje, os policiais cumprem 18 mandados de prisão preventiva e 22 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal e Estadual . O Tribunal Regional Federal da 2ª Região também determinou o sequestro de bens e valores dos investigados, totalizando R$ 40 milhões, além do afastamento de agentes públicos, suspensão de atividades de empresas utilizadas para lavagem de dinheiro e transferência emergencial de lideranças da facção para presídios federais de segurança máxima. A organização infiltrava-se na administração pública para garantir impunidade e acesso a informações sigilosas, além de importar armas do Paraguai e equipamentos antidrone da China, revendidos até para facções rivais. Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico internacional de armas e drogas, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Deputado estadual foi denunciado por envolvimento com o tráfico no Rio e está preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o deputado estadual TH Joias e outras quatro pessoas pelos crimes de associação para o tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo de uso restrito. O.parlamentar foi preso essa manhã. Outras 14 pessoas também foram presas. O.orgâo obteve junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), quatro mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, cumpridos nesta quarta-feira (03/09), em endereços na Barra da Tijuca, Freguesia e Copacabana. De acordo com a denúncia, os acusados mantinham vínculos estáveis com a facção criminosa Comando Vermelho, atuando nos Complexos da Maré e do Alemão e na comunidade de Parada de Lucas. O grupo é acusado de intermediar a compra e venda de drogas, armas e equipamentos antidrones usados para dificultar operações policiais nos territórios ocupados pela organização, além de movimentar grandes somas em espécie para financiar as atividades da facção.  Para o MPRJ, o parlamentar denunciado utilizou o mandato para favorecer a organização criminosa, inclusive nomeando comparsas para cargos na Assembleia Legislativa do Rio (ALERJ). Ainda segundo a denúncia, o deputado é acusado de intermediar diretamente a compra e a venda de drogas, armas de fogo, aparelhos antidrones e realizou pagamentos a integrantes do Comando Vermelho.  Outro denunciado é apontado como uma das lideranças da facção, responsável pelo controle financeiro do grupo e pela autorização de pagamentos vultosos, incluindo a autorização para a compra dos antidrones usados para dificultar a atuação policial. Um terceiro denunciado exercia a função de tesoureiro, encarregado de armazenar drogas, guardar valores milionários, efetuar pagamentos e intermediar negociações de armas e munições.Um quarto denunciado atuava como fornecedor de equipamentos especializados à facção, em especial os dispositivos antidrones. Ele também era responsável pelos testes em campo e ensinava outros membros da facção a operá-los. De acordo com a Procuradoria-Geral de Justiça, paralelamente, o denunciado ocupava o cargo de assessor parlamentar, indicado pelo deputado, como forma de encobrir as atividades ilícitas. Ainda segundo a denúncia apresentada à Justiça, a quinta acusada havia sido nomeada para um cargo comissionado na ALERJ e sua função era servir de elo entre o grupo criminoso e o Legislativo. A assessora contribuía para acobertar o papel desempenhado pelo tesoureiro, com quem é casada.A investigação tramitou na Procuradoria-Geral de Justiça por envolver agente político com foro por prerrogativa de função.

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