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Denúncia que circula nas redes diz que PMs supostamente trataram como bandido trabalhador que morreu baleado em confronto em rodovia em São Gonçalo. Testemunha relata como tudo teria ocorrido. VIDEOS

Uma denúncia que circula nas redes sociais na noite deste sábado aponta que um trabalhador teria sido morto em um.confronto entre PMs e traficante ls na Rodovia BR 101, em São Gonçalo, durante a madrugada de hoje. Segundo a denúncia, o rapaz baleado se chamava Alan Nascimento e teria sido tratado supostamente por policiais da Recom como bandido sendo colocado em um carro. Os policiais depois teriam retomado depois com o corpo do rapaz sob alegação de que não teriam.encontrado o pronto-socorro para atendê-lo. Leia agora a íntegra da denuncia. Por volta das 2 h da manhã, desse sábado, um grupo de trabalhadores de uma lanchonete, voltavam de seu trabalho, indo para o Gradim, pela BR, quando o carro em que estavam, foi abordado por um grupo de assaltantes e exigiram que atravessassem o carro na pista, para fazer arrastão. Nisso apareceu a RECON que iniciou um tiroteio, porém os bandidos fugiram e os trabalhadores se jogaram no chão, porém uma bala acertou Alan Nascimento na costela. A RECON os tratou como se fossem bandidos. Pegaram Alan e colocaram no carro. Após 10 minutos, retornaram, com o rapaz já falecido. Alegaram que não “acharam” o Pronto socorro.Parte da abordagem foi filmado por locais.A vítima era trabalhador e foi tratado como bandido e sem qualquer socorro. A reportagem procurou a PM e aguarda retorno. Um.rapaz que estava com Alan na hora gravou vídeos e deu mais detalhes sobre o fato. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) foi acionada e instaurou inquérito para apurar a morte de Alan de Souza Nascimento. A perícia foi realizada no local e as equipes seguem com diligências, incluindo coleta de depoimentos e análise de elementos informativos, para esclarecer as circunstâncias do fato.Quanto à versão mencionada, ela não foi apresentada formalmente pelas testemunhas em sede policial. Diante disso, os envolvidos serão novamente intimados para prestar esclarecimentos complementares.

Polícia investiga morte suspeita ðe bebê de um ano em Maricá. Corpo tinha marcas que parecem esganadura

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, investiga a morte de uma bebê de 1 ano e 3 meses ocorrida na madrugada desta sexta-feira (20), no distrito de Itaipuaçu, em Maricá. A babá foi detida e seu neto foi convocado para depoimento. O caso é tratado como morte suspeita e está sob responsabilidade da especializada. De acordo com informações repassadas pela polícia, a criança foi levada já sem sinais vitais para a UPA de Inoã, onde o óbito foi confirmado. Profissionais de saúde identificaram marcas no pescoço compatíveis com possível esganadura e indícios que levantaram suspeita de violência. A confirmação da causa da morte dependerá do laudo do Instituto Médico-Legal (IML).

Facções e milícias punem com morte ou surra integrantes que se envolvem em crimes de grande repercussão. RELEMBRE CASOS EMBLEMÁTICOS

Não é a primeira vez em poucos anos que traficantes do Comando Vermelho punem seus intgrantes com a morte após eles se envolverem em crimes de grande repercussão. Na madrugada de hoje, três suspeitos de envolvimento na morte da menina Valentina, de oito anos, foram achados mortos em Nova Igauçu. Segundo o chefe da Polícai Civil, delegado Felipe Curi, eles foram mortos por ordem da cúpula da facção Em 2023, a cúpula da facção determinou a morte de Philip Mota Pereira, o Lesk, acusado de ser um dos responsáveis pela execução de três médicos na orla da Barra da Tijuca após um deles ser confundido com o miliciano Taillon Alcântara Pereira Barbosa, líder da mlícia de Rio das Pedras Embora não tenha confriamção oficial até hoje, a imprensa noticiou na época que a cúpula da facção teria determinado a morte de envolvidos no desaparecimento e morte de três meninos em Belford Roxo em dezembro de 2020. Entre os que teriam pago com a vida estária José Carlos Prazeres Silva, o Piranha, que comandava a comunidade do Castelar e Wiler Castro da Silva, conhecido como “Stala”, gerente da comunidade., além de Tia Paula. Recentemente, um criminoso suspeito de participar de um estupro coletivo contra uma adolescente de 13 anos em São João de Meriti que foi confudida com a namorada de um bandido rival acabou sendo morto por traficantes do Terceiro Comando Puro. Um outro que também teria participado do crime foi encontrado ferido em um hospital e acabou preso. A morte de uma mulher que foi esfaqueada dentro de um BRT na Zona Norte também teve punção, Um dos envolvidos foi espancado por traficantes do Parque União no Complexo da Maré e foi preso em um hospital. Um outro foi castigado e passou dez dias dentro de um caixote apenas com a cabeça para fora sem se alimentar direito. Também acabou preso. A milícia também pune seus integrantes envolvidos em casos que ganham a mídia. Fo o caso do criminoso Erlan Oliveira de Araújo,  conhecido como Orelha apontado como o mandante da invasão ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz, no ano pasasado, para matar um paciente que foi baleado.; Orelha acabou morto por milicianos, segundo a própria polícia.

Relatório da Justiça aponta quem seriam os principais traficantes que atuam na Favela Para Pedro (TCP) e cita homicídio de rival do CV dos quais os bandidos são suspeitos

Relatório do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro aponta quem são os principais traficantes que atuam na comunidade do Para-Pedro, em Colégio, na Zona Norte do Rio. Segundo o documento, a localidade é dominada por organização criminosa pertencente à facção criminosa “Terceiro Comando Puro”, que atua na região há muitos anos, explorando como atividade principal o comércio ilegal de drogas, porém, de maneira acessória, também explora a prática dos crimes de porte ilegal de armas de fogo, roubos e homicídios, O relatório indica que um criminoso conhecido como Free Fire , figura como dono” da comunidade Para Pedro, Os traficantes Rex ou Neto e Radical do Parapaz têm a função de gerentes do tráfico de drogas, enquanto que Dudu ou Ribery exerce o cargo de soldado. Os traficantes da Para Pedro teriam sido os responsáveis pelo ataque ocorrido na última sexta-feira no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, área dominada pelo Comando Vermelho. O relatório diz que Free Fire é suspeito de ser o mandante da morte de Márcio Eduardo Magalhães Santana, o Orelha, ocorrida em maio de 2024, no Morro do Jorge Turco, em Coelho Neto. O documento diz que Orelha era apontado como integrante da facção criminosa “C.V.”, Uma pessoa inocente foi atingida no ataque, Na época do fato, o Jorge Turco estava sendo objeto de constantes ataques da organização criminosa que controla a comunidade Para Pedro”, ligada à facção criminosa “Terceiro Comando Puro”, em razão da disputa territorial pelo controle do comércio ilegal de drogas explorado naquelas comunidades. O relatório judicial diz que os assassinos conseguiram cercar a vítima e executá-la, desferindo diversos disparos de arma de fogo, levando um fuzil e dois celulares da vítima. O documento da Justiça revela que foi encontrado o perfil do traicante Neto no X onde foi, possível constatar que este faz parte do tráfico da Comunidade “Para Pedro”. Em uma dessas, aparece um fuzil que, supostamente, pertencia à vítima Marcio Eduardo. Segundo o MPRJ, o depoimento de três familiares da vítimA (primo, irmão e mãe), os quais afirmam que o homicídio foi perpetrado por traficantesda Comunidade “Para Pedro”, pertencente ao TCP, em razão da vítima ser integrante do tráfico da Comunidade “Jorge Turco”, pertencente ao CV.

CV teria atacado o Dendê (TCP), matado um rival e pego um fuzil

Segundo publicação nas redes socaiis, um traficante ligado ao Terceiro Comando Puro do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, teria morrido durante uma suposta tróia efetuada pelos bandidos ligados ao Morro do Barbante (CV). Na auposta emboscada, o CV teria conseguido pegar um fuzil da Tropa do Dançarino (TCP) A foto da suposta arma foi exibida na Internet com deboche. “Bala no c…da dançarina do dendê”, de acordo com o que foi publicado nas redes O criminoso que teria morrido era conhecido como Hugo, ou “Mano Velho”, segundo postagens. A situação deixou a região em alerta e movimentou bastante as comunidades.

Um dos corpos achados em cemitério clandestino no Catiri já foi identificado e tem mais dois desaparecidos no local

A reportagem teve acesso aos nomes de pessoas que constam como desaparecidas na comunidade do Catiri, em Bangu. Uma delas já foi encontrada. Na última quarta-feira (11/02), um cemitério clandestino foi localizado na região do Catiri, em Bangu, Zona Oeste do Rio, após um minucioso trabalho de investigação e inteligência conduzido pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros. A apuração teve início a partir de denúncias e de inquéritos relacionados a pessoas desaparecidas na região. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, os agentes identificaram o local  usado para ocultação de cadáveres .Durante as buscas, nesta quarta, dois corpos foram encontrados . Eles foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação e realização dos exames periciais. O nome de um.deles ja foi. confirmado A ação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros. Lembrando que a foto que divulgamos é de uma pessoa que ainda consta como desaparecida e não do que já foi identificado. Os desaparecidos no Catiri são FABRYCIO BARBOSA RAMOS – 01/04/2024 NATAN DE OLIVEIRA DA SILVA – 19/09/2025 LEONARDO DE SOUZA MENDONÇA – 05/02/2026 -desaparecido que teve o corpo encontrado na quarta-feira segundo laudo necropapiloscopico do IIFP As circunstâncias dos desaparecimentos ainda não foram divulgadas porque.as investigações estão em andamento e a policia quer avançar e conseguir prisões pela justiça.

Suposto video usado por defesa de PMs julgados pela morte de adolescente na Cidade de Deus em que aparece jovem armado e diálogos suspeitos circula em rede social

Circulam nas redes sociais o suposto vídeo e audios quev eriam sido divulgados pela defesa dos policiais militares que foram julgados ontem pela morte do.adolescente Thiago.Flausino. Nas gravações, um.rapaz aparece armado, mencionaria trabalhar para um traficante da Cidade de Deus e aceitava montar uma “boca de fumo”, em conversa com um amigo. (tivemos acesso a gravação mas não vamos exibir por de tratar de menor). Não.ha confirmação.que o menor que aparece nas imagens é Thiago. As informações foram discutidas ao longo do julgamento, que reuniu testemunhas como o sobrevivente Marcos Vinícius, familiares, moradores, policiais envolvidos na ação e o comandante da operação. Durante depoimento, Priscilla Menezes afirmou ter sido surpreendida ao saber que a perícia encontrou fotos de um menor armado no celular do filho, exibidas no plenário. Ela disse não reconhecer Thiago em algumas imagens e questionou a veracidade dos registros, mas, ao ver uma terceira fotografia, declarou que o jovem poderia ser o filho, embora não soubesse identificar o objeto que ele segurava. O Tribunal do Júri absolveu ontem os policiais militares Diego Pereira Leal e Aslan Wagner Ribeiro de Faria das acusações de homicídio pela morte do adolescente, ocorrida em 2023, na Cidade de Deus, e também da tentativa de homicídio contra o condutor da moto. Os agentes alegaram legítima defesa. A decisão foi lida pelo juiz Renan de Freitas Ongaratto; a Anistia Internacional Brasil criticou a absolvição, enquanto os agentes sustentaram ter agido em legítima defesa durante a operação conhecida como Tróia. AS INFORMAÇÕES SÃO DE BRUNO ASSUNÇÃO

Disque Denúncia divulga fotos e nomes de suspeitos de envolvimento em estupro coletivo de adolescente de 13 anos em Meriti

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta quarta-feira (11), um cartaz para auxiliar nas investigações da Delegacia de Atendimento à Mulher de São João de Meriti (DEAM/SJM), a fim de obter informações que levem à localização de Samir Luan Evangelista dos Santos, de 28 anos; Matheus Eduardo da Silva Fernandes, de 22; Kalayne Aparecida Nascimento Teixeira, de 20; Fábio Rayan Santos de Jesus, 18. Eles são apontados como suspeitos de envolvimento no estupro coletivo de uma adolescente de 13 anos, ocorrido no dia 02 de fevereiro deste ano, na localidade conhecida como Predinhos, em Vilar dos Teles, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. As investigações apontaram que sete criminosos — incluindo Kaylane Aparecida, que segurou a vítima e um adolescente — praticaram o ato criminoso. Desses, um foi preso após ser espancado por criminosos e outro foi morto por bandidos. A vítima relatou que estava em uma praça da região, acompanhada de uma amiga, quando foi abordada por um grupo de homens que a levaram para dentro de um carro. A adolescente morava nas proximidades da comunidade do Trio do Ouro, dominada pelo Terceiro Comando Puro (TCP), e frequentava o local por ter parentes na região. De acordo com as investigações, a jovem teria sido confundida por traficantes com outra menina, que seria namorada de um criminoso do Comando Vermelho. Por conta disso, submeteram a adolescente a um “tribunal do tráfico”, que a sentenciou ao estupro coletivo. Ela teria sido liberada apenas após um dos criminosos perceber o equívoco. Além da violência sexual, a vítima levou um tiro de raspão na cabeça. Nesta quarta-feira (11), a Polícia Civil realizou uma operação para prender os envolvidos no crime. Ao todo, os agentes visam cumprir quatro mandados de prisão e um de busca e apreensão. Contra os quatro adultos foi expedido um Mandado de Prisão, pelo Órgão Judicial: Vara Criminal -Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher/Comarca de São João de Meriti, Espécie de prisão: Temporária, pelo crime de Estupro de Vulnerável. Wellington de Medeiros da Silva, de 25 anos, um dos envolvidos já se encontra preso.  O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre a localização de foragidos da Justiça,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

CV atacou reduto da milícia em Santa Cruz e PM prendeu oito que podem ter participado da ação

Traficantes do Comando Vermelho atacaram a comunidade do Rola, em Santa Cruz, na última noite, conforme relato publicado na página Milícia RJ News no X e confirmado pela Polícia Militar. Segundo publicação no X, houve intensa troca de tiros entre os traficantes e os milicianos da localidade comandados por PL, sucessor de Zinho. Por volta de 2:30h da madrugada, traficantes do CV, tentaram entrar no Rola, mas bateram de frente com os milicianos e na troca de tiros, os traficantes tomaram prejuízo. Há relatos não oficiais que houve invasores saindo baleados e perdendo armas, como fuzis. Um grupo de whatsapp noticiou que um traficante do CV, de vulgo Barbosa, foi capturado pelos milicianos nessa madrugada no momento em que eles trocavam tiros com os milicianos na comunidade do Rodo. Barbosa teria sido capturado vivo e foi esquartejado, segundo o que foi divulgado, sem confirmação oficial. A página divulgou um vídeo que mostra armas supostamente perdidas pelos traficantes no ataque. Hoje pela manhã, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro realizou, nesta terça-feira (10/02), uma operação estratégica na Comunidade César Maia, em Vargem Pequena, Zona Oeste da capital. A ação foi conduzida por policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e resultou na prisão de oito homens, entre eles o criminoso Willians da Silva Santos de Almeida, conhecido como “Lilinho”, um dos principais integrantes do grupo que organizou a invasão da Comunidade Camorim e Asa Branca.O preso tem anotações criminais por roubos, tráfico de drogas e homicídio. Além de outro criminoso que ameaçava comerciantes na região. Os agentes também apreenderam dois fuzis, uma pistola e uma granada. A operação foi desencadeada a partir de um trabalho de inteligência integrado entre a Subsecretaria de Inteligência (SSI) e o BOPE, que identificou a atuação de criminosos autodenominados “Equipe Caos”.O grupo é apontado como responsável por investidas armadas em comunidades da Zona Oeste, promovendo confrontos e tentando expandir a atuação do tráfico de drogas na região. Segundo informações de Inteligência, o grupo criminoso participou de um ataque à Favela do Rola, em Santa Cruz, e articulava novas incursões nas comunidades do Camorim e Asa Branca. A pronta resposta da Polícia Militar impediu o avanço das ações criminosas e reforçou a presença do Estado nas áreas afetadas.

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