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PRF apreendeu mais de três toneladas de maconha na Dutra

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de três toneladas de maconha, na segunda-feira (6), durante fiscalização na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em Piraí (RJ). O carregamento estava escondido em uma carga de tábuas de madeira e seria entregue na capital fluminense. Policiais rodoviários federais do Núcleo de Operações Especiais (NOE-RJ) e do Grupo de Operações com Cães (GOC-RJ) faziam uma ação para coibir o tráfico de armas e entorpecentes, na altura da Serra das Araras, no Sul Fluminense, quando abordaram uma carreta.O condutor, de 31 anos, transportava uma carga de tábuas de madeira. Ele disse que carregou o veículo no Paraná e teria como destino a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Morador de São José dos Pinhais (PR), o homem contou que trabalha como motorista há cerca de dez anos. Entretanto, durante uma revista, com auxílio de cães farejadores, os policiais localizaram centenas de tabletes de maconha. O carregamento foi encontrado escondido no meio da carga de tábuas de madeira. Foi necessário utilizar uma empilhadeira para descarregar todo o material entorpecente. No total, foram apreendidos 3.465 quilos de maconha. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil (Delegacia de Repressão a Entorpecentes – Baixada Fluminense). FONTE: PRF

PM que comandou roubos em casa no Complexo do Alemão (CV) foi preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou e obteve a prisão preventiva do cabo da Polícia Militar Leandro Silva Pereira dos Santos, acusado pelos crimes de violação de domicílio, roubo qualificado, constrangimento ilegal e dano simples. Segundo a investigação, os ilícitos foram cometidos durante uma operação policial realizada em janeiro deste ano, na comunidade do Complexo do Alemão, em Ramos, na Zona Norte da capital.  A denúncia relata que Leandro e policiais militares ainda não identificados entraram de maneira clandestina em uma residência do Complexo do Alemão, em 15 de janeiro de 2025, por volta das 05h20, durante uma operação policial que estava sendo realizada no local, constrangendo os moradores e impedindo que deixassem o local.  Ainda segundo o documento protocolado junto à Auditoria da Justiça Militar, o policial destruiu uma câmera de monitoramento instalada na residência, roubou camisas, perfumes, uma luva tática e ainda impediu um dos moradores de filmar a ação. As imagens gravadas pela câmera operacional portátil acoplada à farda de Leandro confirmam os ilícitos.  Leandro foi denunciado por roubo qualificado, que prevê pena de prisão de quatro a 15 anos, podendo ser aumentada em até um terço se a violência ou ameaça é exercida por mais de duas pessoas, com emprego de arma de fogo, e restringindo a liberdade da vítima; violação de domicílio de forma qualificada, que tem pena prevista de detenção de seis meses a dois anos, podendo ser aumentada em um terço por ter sido cometida por militar em serviço; constrangimento ilegal, que prevê pena de detenção de até um ano, podendo ser aumentada em duas vezes pelo fato de o crime ter sido praticado por mais de três pessoas, com emprego de arma de fogo e com abuso de autoridade; e dano simples, que prevê pena de detenção de até seis meses. FONTE: MPRJ

Leia mais detalhes da morte de policial civil em Niterói

Um vídeo de uma câmera de segurança flagrou o momento em que o inspetor da Polícia Civil Carlos José Queirós Viana, de 59 anos, (foto) foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira (6). O agente foi executado na porta de casa, em Piratininga, Região Oceânica de Niterói, na Região Metropolitana do Rio. As imagens mostram o policial próximo de casa quando um carro branco se aproxima e uma pessoa da janela do carona do veículo dispara contra Carlos, que estava abaixado quando foi atingido. Os criminosos deixaram o local logo em seguida, sem sair do carro nem levar nenhum pertence do agente. Até esta tarde, três suspeitos de envolvimento na morte do inspetor Carlos José foram presos em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Dois dos homens são policiais militares: cabo Fábio de Oliveira Ramos, do 3º BPM (Méier) e cabo Felipe Ramos Noronha, do 15º BPM (Caxias). O terceiro envolvido foi identificado como Mayck Junior Pfister Pedro. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Homem foi morto ao reagir a um suposto assalto em Caxias

Ualace Froes, de 35 anos, foi morto ao reagir a um suposto assalto.ontem de noite no bairro Parque Equitativa, em Duque de Caxias. Segundo testemunhas, dois criminosos abordaram o rapaz para roubar sua moto. Ele reagiu, sacou sua pistola. Houve troca de tiros. Ualace caiu baleado e os bandidos fugiram.levando sua arma e moto. A vitima havia aberto recentemente uma mecânica de motos há poucos metros do local do crime.Ele deixou um filho de 10 anos. FONTE: Página Portal D3 A Fênix (Facebook)

Deputado disse que foi recebido a tiros em comunidade de Caxias

O deputado estadual Marcelo Dino que é PM disse que foi recebido a tiros quando subia uma comunidade carente em Duque de Caxias. “Subia o Morro do Cacareco na bala.Isso mesmo: fui recebido a tiros, acompanhado pelo GAT, para constatar de perto o que a população já vem denunciando há anos” Segundo o parlamentar, na localidade, há casas tomadas de moradores, prédios invadidos, clubes e espaços da comunidade ocupados pelo crime. “Um lugar que sempre frequentei, onde já fiz campanha, agora está totalmente dominado pelo Terceiro Comando. Isso é inadmissível”, disse Dino. Para o deputado, não dá pra aceitar ver viaturas paradas na rua principal enquanto o tráfico se organiza lá dentro. “O que precisamos é de operação firme dentro da comunidade, retomando cada espaço, cada casa, cada rua, para devolver ao povo o que é do povol. Não vamos recuar. O crime não pode ditar as regras em Duque de Caxias”. FONTE: Facebook do deputado

Jurado de morte na Paraiba, líder de facção veio se esconder no RJ e acabou preso

Na manhã da última quarta-feira, 1º de outubro de 2025, a Polícia Civil do RJ e da PB deram cumprimento ao mandado de prisão contra Joalysson Bruno Napoleâo da Silva, conhecido como “Novinho”, na cidade de Angra dos Reis-RJ. A prisão decorre do mandado expedido em razão de Novinho ser apontado como autor do homicídio que vitimou Luís Antônio Morais Santana, ocorrido no dia 2 de fevereiro de 2025, no município de Itapororoca-PB. Novinho é um dos líderes da facção criminosa autodenominada Nova Alcaeda e, por conta de uma desentendimento interno teria assassinado Luis Antônio, que era seu amigo e também integrava a facção. Por estar jurado de morte pela cúpula da facção, o criminoso fugiu para o Rio de Janeiro visando se homiziar em Angra dos Reis. Após o cumprimento das formalidades legais, o preso foi encaminhado ao sistema prisional em Benfica, onde permanecerá à disposição da Justiça. A operação conjunta demonstra a força da integração entre as polícias do Rio de Janeiro e dos demais estados da federação, reforçando o compromisso das instituições em enfrentar o crime organizado e combater de forma efetiva o tráfico de drogas e as alianças interestaduais. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Dois mortos e um ferido em Rio das Pedras (milícia). Todos eram inocentes. CV foi ao local para matar miliciano

Três pessoas foram baleadas na noite dessa quinta-feira (02/09) na Rua Nova, sentido Correio, na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, Zona Sudoeste do Rio. Entre as vítimas estão uma idosa, que foi atingida na cabeça e morreu no local, e um adolescente, baleado na garganta, que também não resistiu aos ferimentos. Um entregador de farmácia foi atingido, mas sobreviveu e foi socorrido para uma unidade de saúde da região. A Polícia Militar foi acionada e investiga as circunstâncias do tiroteio. Ainda não há informações oficiais sobre a origem dos disparos. Segundo o que circula nas redes sociais, traficantes do CV foram ao local para tentar matar o miliciano Kauazinho, mas acabaram matando dois inocentes e baleando uma terceira pessoa.

Confira agora a investigação completa do escândalo de corrupção no batalhão de Belford Roxo em que PMs extorquiam comerciantes e empresários em troca de segurança. Leia diálogos e como os agentes suspeitos conseguiam angariar vítimas para o esquema. 11 foram levados a conselho de disciplina e poderão ser expulsos

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina que poderá expulsar 11 policiais que atuavam em Belford Roxo envolvidos emum esquema de apadrinhamento‖ de comerciantes no qual eles e empresários de diversos ramos — bares, mercados, farmácias, postosde combustíveis, faculdades, funerárias, mototáxis, feiras livres, clínicas, lojas de material de construção e até, em tese, repartições públicas efetuavam o pagamento de quantias periódicas, geralmente semanais, em contrapartida à prestação de uma cobertura policial diferenciada. O funcionamento do esquema era meticuloso e corriqueiro. Viaturas eram direcionadas de forma seletiva aos estabelecimentos que mantinham pagamentos, realizando rondas mais frequentes nesses pontos. Policiais se apresentavam nos comércios para ―tomar uma água‖ ou ―fumar um cigarro‖ com os proprietários, simulando uma visita amistosa, mas, na realidade, cultivando uma relação ilícita e reforçando o vínculo do chamado ―apadrinhamento. Na transcrição extraída do aparelho celular do cabo Maia, este expõe ao cabo Lameira dinâmica do esquema, instruindo-o acerca da inclusão de um novo comerciante ―apadrinhado‖. ―Coé, Lameira. Tu passou lá no depósito, do lado da Câmara dos Vereadores. Lá é Galo, beleza? Porque o maluco não te conhece. Ele fechou agora também. É, então. Aí tu passa lá depois de novo. E durante a semana é aquele esquema: de vez em quando dá umapassada lá, entendeu?! Tomar uma água, dar um alô, fumar um cigarro, bater um papo. Aquele normal de Padrinho. Já é? Valeu, tamo junto‖. Esse diálogo demonstra que não se tratava de mera cortesia ou de auxílio pontual, mas de um sistema criminoso regular e estável, estruturado em pagamentos semanais, com valores previamente fixados e acontrapartida concreta de policiamento especial. Tal dinâmica, ao contrário do que a Corporação dispõe à sociedade cotidianamente, inverte a lógica da segurança pública — que deve ser universal, gratuita e impessoal — transformando-a em um privilégio reservado aos que pagavam. Mais grave ainda, conferia aos “padrinhos” acesso direto e privilegiado aos policiais, que podiam ser requisitados quase como em um serviço particular de segurança. O Ministério Público, ao denunciá-los, entendeu que esse grupo de policiais militares tratava-se de uma organização criminosa, a qual possuía estrutura ordenada e funcional, com clara divisão de tarefas que abrangiam: (i) recrutamento de novos ―padrinhos‖; (ii) recolhimento dos valores pagos; (iii) atendimento prioritário a chamados e patrulhamento direcionado; e (iv) partilha periódica dos lucros obtidos. Embora houvesse essa divisão, as funções não eram rígidas, permitindo que qualquer integrante assumisse diferentes papéis conforme a necessidade, de modo a assegurar que os interesses dos pagadores fossem sempre atendidos, independentemente da escala de serviço. Outro aspecto relevante foi a capacidade de perpetuação da atividade ilícita diante das mudançasnaturais de lotação no batalhão. A cada substituição de policiais, os que deixavam o setor transmitiam aosrecém-chegados uma lista de ―padrinhos‖, contendo a identificação dos estabelecimentos, os valores ajustados e a periodicidade de recolhimento. Esse revezamento contínuo de militares estaduais demonstra que o esquema estava enraizado naRP do Setor Alfa do 39o BPM, que sobrevivia às trocas de efetivo e à passagem dos policiais, revelando ummodelo duradouro. Do mesmo modo, constatou-se que os ―padrinhos‖ identificados situavam-se, em regra,dentro da área de policiamento daquele setor, o que reforça o vínculo territorial da atividade ilícita. Os elementos de convicção colhidos também evidenciam que os acusados mantinham relações estreitas com milicianos atuantes em Belford Roxo/RJ, reforçando a similitude do esquema com a famigerada ―taxa de segurança‖ cobrada por tais grupos. Paralelamente, emergem diálogos entre os militares que revelam a busca de vantagens ilícitas junto a traficantes de drogas, por meio do chamado ―desenrolo‖ de prisões em troca de pagamentos.Em uma dessas conversas privadas, o CB PM Maia comenta com o CB PM Silva sobre a prisão de dois indivíduos ligados ao tráfico, ocasião em que se cogitou o recebimento de R$10.000,00 (dez mil reais) para liberar os detidos. No entanto, segundo relatado, a negociação não prosperou porque muitas pessoas haviam presenciado a prisão em flagrante, inclusive com os presos armados em via pública. Transcrição do diálogo: CB PM MAIA: (envia foto contendo duas pessoas presas).CB PM SILVA SANTOS: Os dois fechado na boca da Ouro Preto.CB PM MAIA: O tal do angolano ligou e ofereceu 10.000.CB PM SILVA SANTOS: P, tu só mandou foto depois que chegou na DP. Era pra mandar antes.CB PM MAIA: A rua tava cheia. Bar cheio. Eles me ligaram. Não dava pra desenrolar não. O que eu ia falar depois?CB PM SILVA SANTOS: Não, pessoal viu a arma deles?CB PM MAIA: Eles estavam com a arma na mão dentro do bar.CB PM SILVA SANTOS: Ah tá. Aí não tem jeito.CB PM MAIA: Geral viu. Por isso que me ligaram. A troca de mensagens deixa claro que o único fator impeditivo para o ―desenrolo‖ foi a ampla visibilidade da prisão, circunstância que inviabilizou o recebimento de vantagem ilícita oferecida pelos traficantes aos policiais. Mensagens interceptadas via WhatsApp, tanto em grupos de serviço da RP do setor ALFAquanto em conversas privadas entre o CB PM Maia e os demais militares, expõem de forma clara a rotina do esquema, tratando abertamente sobre o recolhimento de valores indevidos, a divisão de lucros e o favorecimento dos “padrinhos”. Importa ressaltar que as transcrições anexadas não esgotam o material apreendido pelo MP, mas são suficientes para demonstrarem os fortes indícios de permanência e a estrutura organizada. O processo de identificação dos interlocutores das conversas e dos usuários dos terminais interceptados seguiu critérios técnicos e objetivos, baseando-se na análise de múltiplos fatores, tais como: (i) o nome ou apelido sob o qual o contato estava salvo na agenda do CB PM Maia; (ii) a forma como o interlocutor era tratado ou se identificava nas mensagens; (iii) o envio ou recebimento de arquivos e mensagens contendo dados qualificativos; e (iv) a vinculação do número de telefone a chaves PIX registradas em nome dos investigados.Cumpre destacar que o referido grupo de WhatsApp foi criado em 18 de março de 2017, mesma data em que o CB PM Maia foi adicionado a ele. Entretanto, as primeiras mensagens armazenadas no celular em questão datam de 09 de outubro

Três PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de devolverem dinheiro e drogas apreendidos em operações em troca de informações privilegiadas sobre o tráfico em Três Rios

Três policiais mlitares poderão ser expulsos da corporação após uma investigação apontar o envolvimento deles com o tráfico de drogas na cidade de Três Rios. Eles estão sendo submetidos a conselho de discipliina. A decisão ocorre quatro anos após os crimes. Os PMs forneciam a um traficante parte do material entorpecente e do dinheiro apreendido em ocorrências policiais no combate ao tráfico na área do 38o BPM, em troca de informações privilegiadas sobre o tráfico local com vistas à retroalimentação de benefícios pecuniários decorrentes da empreitada delituosa. O criminoso envolvido atuava como informante e como traficante de drogas na região conhecida com Barros Franco no bairro Vila Isabel na Cidade de Três Rios. Durante a realização da interceptação telefônica do traficante foi observado que no dia 09NOV2021, às 18h12min, o bandido cobrou de um PM a entrega da droga em troca de informações privilegiadas, ocasião em que o militar responde: “Vou desembolar com ele, vou desembolar com ele. Deixa Comigo!” Em outra interceptação, observado que no dia 17JUN2021, em ligação iniciada às 15h17min05s, o militar informou ao traficante que está com um presente para lhe entregar, mas que precisava de uma ajuda. Já no dia 07JUL2021, o bandido disse que precisa de dinheiro, e o militar perguntou: “É o quê? Vinte Reais?”. Em seguida, ambos combinam se falar mais tarde.

Traficante do Espírito Santo preso em São Gonçalo é suspeito de matar mulher, adolescente e funcionário de empresa de energia além de deixar duas crianças feridas

A policia prendeu ontem (01), no Jardim Catarina e no Complexo da Alma, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, o criminoso, membro da facção Primeiro Comando Puro (PCV/ES), e chefe do tráfico de drogas nos bairros  de Alecrim e Zumbi dos Palmares, em Vila Velha/ES, João Victor de Oliveira Moura, de 25 anos, conhecido como “VT”. Na ação, foram 11 presos, sendo dez presos cariocas e o capixaba ‘VT’, além de armas e drogas.  “VT, é apontado como braço direito do traficante Stanley dos Santos da Silva, mais conhecido como “Nego Stanley” (foragido), um dos criminosos mais procurados do Estado do Espírito Santo. Segundo as investigações, “VT”, é um dos responsáveis em um ataque a tiros que matou uma mulher, de 31 anos, e uma adolescente, de 15, e deixou ao menos duas crianças feridas na tarde do dia 09 de agosto deste no bairro Santa Rita, em Vila Velha. O bairro Santa Rita fica na Região Três de Vila Velha e vem sendo palco de ataques a tiros. Moradores se queixam que há uma guerra entre facções rivais, pelo controle do tráfico de drogas na região. “VT”, também estaria diretamente ligado no assassinato de Luciano Souza de Andrade, profissional terceirizado da EDP, empresa de energia, em julho deste ano. o traficante teria participado de um tiroteio ordenado por Nego Stanley contra rivais do Terceiro Comando Puro (TCP). Luciano era supervisor de uma empreiteira que presta serviço para a EDP e estava há três dias no bairro Zumbi dos Palmares realizando a revisão elétrica. Ele estava fazendo serviço em um poste quando um carro com traficantes teria passado atirando. Contra o traficante “VT”, constava um Mandado de Prisão, expedido pela 4ª Vara Criminal de Vila Velha/Tribunal de Justiça do ES, Espécie de prisão: Preventiva, pelo crime de Homicídio Qualificado.  Diante dos fatos, “VT”, foi encaminhado à 75ª DP (Rio D’Ouro), onde foi comprido o mandado de prisão e tomadas as medidas cabíveis sobre o caso e, posteriormente, foi conduzido a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça  do ES.    —

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