Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Terceiro Comando Puro

Menor de 15 anos foi atingido por explosivos jogados por drone em favela da Zona Norte do Rio

Um adolescente de 15 anos ficou ferido após ser atingido por explosivos lançados por um drone na noite desta sexta-feira (29), no Morro da Caixa d’Água, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com relatos de moradores ouvidos pelo repórter Bruno Assunção, o equipamento teria lançado ao menos dois artefatos explosivos na direção do jovem. A principal suspeita é de que ele tenha sido confundido com um soldado de uma facção rival durante uma ação de monitoramento realizada por criminosos. A região é vizinha às comunidades do Quitungo e Guaporé, que há mais de uma semana vêm sendo palco de sucessivas tentativas de invasão promovidas por traficantes ligados ao Terceiro Comando Puro (TCP), oriundos do Complexo de Israel. O adolescente foi socorrido e encaminhado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha. Segundo informações apuradas, ele permanece internado e apresenta quadro de saúde estável. Diante da escalada da violência na região, parentes da vítima, moradores e amigos organizaram uma manifestação para este sábado (30). O grupo pretende cobrar o fim dos confrontos entre facções criminosas e uma resposta das forças de segurança diante da situação que tem colocado em risco a vida de moradores inocentes.

Justiça manda prender “Flamengo”, apontado como chefão do TCP em Duque de Caxias, por execução de policial militar

A Justiça do Rio decretou a prisão preventiva de Leandro Santos Sabino, o “Flamengo”, apontado pelas investigações como um dos principais líderes do TCP em Duque de Caxias, acusado de participação na execução brutal de um policial militar em outubro de 2023. Além de Flamengo, também tiveram a prisão decretada Wilian Teixeira da Silva, o “Neymar”, e Charles Wallace dos Santos Targino, o “Lalá”. Os três vão responder por homicídio qualificado no Tribunal do Júri. Segundo a denúncia do Ministério Público, o assassinato foi cometido com características típicas de uma ação de guerra do tráfico: emboscada, armamento pesado, divisão de tarefas e destruição de provas após o crime. A vítima foi atacada com diversos disparos de fuzis calibres 7,62 e 5,56, armamentos normalmente utilizados por facções criminosas em confrontos armados. EXECUÇÃO TERIA SIDO RETALIAÇÃO DO TCP De acordo com a investigação, o policial militar foi morto em uma ação ligada diretamente à atuação do TCP na Baixada Fluminense. A denúncia afirma que os criminosos agiram por “motivação torpe” e em represália à atuação funcional da vítima como policial. O Ministério Público sustenta que os acusados participaram de uma emboscada cuidadosamente planejada, utilizando armas de guerra para garantir a execução. A decisão judicial destaca que os investigados fariam parte de uma organização criminosa armada com forte atuação territorial em Duque de Caxias. JUSTIÇA APONTA PERICULOSIDADE EXTREMA Ao decretar a prisão preventiva, a Justiça ressaltou a extrema gravidade do caso e o elevado nível de organização dos criminosos. Segundo a decisão: Um dos pontos destacados pela Justiça foi o incêndio do veículo utilizado na ação criminosa, apontado como tentativa de dificultar as investigações. O magistrado também afirmou que os acusados apresentam alto grau de periculosidade e que medidas cautelares alternativas seriam insuficientes diante da gravidade do caso. “FLAMENGO” É APONTADO COMO LIDERANÇA DO TCP Entre os denunciados, o nome que mais chama atenção é o de Leandro Santos Sabino, o “Flamengo”, apontado nas investigações como uma das principais lideranças do TCP em Duque de Caxias. Investigadores afirmam que o criminoso possui forte influência em áreas dominadas pela facção na Baixada Fluminense e seria ligado a ações armadas da organização criminosa. A decisão que autorizou a prisão preventiva reforça que os acusados estariam inseridos em uma facção fortemente armada e com capacidade de promover novos ataques violentos. GUERRA CONTRA AGENTES DE SEGURANÇA O caso é tratado nos bastidores da segurança pública como mais um episódio da escalada de violência promovida por facções criminosas contra agentes do Estado no Rio de Janeiro. A utilização de fuzis de guerra, emboscadas e ações coordenadas tem preocupado investigadores, principalmente em regiões da Baixada Fluminense dominadas por grupos fortemente armados. Com o recebimento da denúncia, os acusados passam agora a responder formalmente pelo homicídio qualificado do policial militar perante a Justiça.

Guerra no Recreio e Vargens: investigação revela estrutura do TCP com “matadores”, tráfico na praia e disputa sangrenta contra CV e milícia

A recente execução de um casal no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, voltou a escancarar a guerra silenciosa que vem transformando a região do Recreio e de Vargem Grande, na Zona Sudoeste do Rio, em território de disputa entre traficantes do Comando Vermelho (CV), integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP) e grupos milicianos. Em meio ao clima de tensão, uma denúncia do Ministério Público do Rio revelou detalhes da estrutura criminosa montada pelo TCP nas regiões do Terreirão e Posto 12, apontando traficantes responsáveis por execuções, distribuição de drogas, monitoramento policial e venda de entorpecentes em plena orla da praia. A morte do casal, ocorrida recentemente em uma das áreas mais conflagradas do Recreio, aumentou o medo entre moradores e frequentadores da região. O crime é tratado nos bastidores da segurança pública como mais um reflexo da disputa territorial que se intensificou nos últimos anos na Zona Sudoeste da capital. Segundo o Ministério Público, o TCP mantém domínio sobre pontos estratégicos do Terreirão, Canal, Pombo Sem Asa, Taboinha e Notredame, além de áreas próximas às Vargens e ao Posto 12, onde traficantes atuariam até mesmo durante o dia comercializando drogas para turistas e frequentadores de quiosques. A investigação aponta que armas e entorpecentes eram escondidos na areia da praia, debaixo de decks e próximos a barcos utilizados pelos criminosos. Estrutura da facção tinha gerentes, distribuidores e executores A denúncia mostra que a facção possuía uma divisão clara de funções dentro da organização criminosa. O traficante conhecido como “Lobim” aparece como um dos principais gerentes do tráfico na região, responsável pelo abastecimento de drogas vindas da Vila do João, no Complexo da Maré. Além da logística dos entorpecentes, ele é apontado como um dos principais “matadores” da facção, ligado a diversos homicídios ocorridos no Recreio. Outro nome citado é “RB”, descrito pelos investigadores como um dos “frentes” do TCP no Terreirão. Segundo o Ministério Público, ele atuava diretamente na eliminação de rivais e no controle dos pontos de venda de drogas. Já o criminoso conhecido como “Sem Vulgo” é apontado como um dos principais executores da organização. Testemunhas afirmaram que ele fazia rondas diárias pela comunidade à procura de integrantes de facções rivais para matar. Outro denunciado, conhecido como “Chibata”, foi apontado como participante de ataques armados e homicídios ligados à disputa territorial. Em um dos episódios citados na investigação, ele teria efetuado disparos contra um rival dentro de um posto de saúde no Terreirão. Tráfico funcionava em quiosques e pistas de skate A denúncia detalha ainda que o tráfico funcionava abertamente em áreas movimentadas do Posto 12. Segundo as investigações, integrantes da facção comercializavam cocaína e maconha na areia da praia, em quiosques, decks e próximos à pista de skate frequentada por jovens e turistas. Uma das denunciadas foi flagrada vendendo drogas diretamente para frequentadores da praia. Outro integrante acabou preso após fazer uma transmissão ao vivo nas redes sociais exibindo cocaína e anunciando a venda do entorpecente. O Ministério Público afirma que quase metade dos registros de tráfico da região estavam concentrados no entorno do Posto 12. Guerra envolve também milicianos e o Comando Vermelho As investigações mostram que a violência no Recreio e nas Vargens vai além da rivalidade entre TCP e CV. Grupos milicianos também tentam avançar sobre áreas estratégicas da Zona Sudoeste, aumentando o cenário de confrontos e execuções. Um dos casos citados na denúncia envolve a morte de dois homens apontados como milicianos. Segundo os investigadores, traficantes do TCP teriam sido acionados após a presença dos rivais ser identificada no Terreirão. O Ministério Público afirma que o conflito armado provocou uma explosão nos homicídios da região, que registrou aumento de 163% nas mortes entre 2022 e 2023. Além das execuções, os criminosos utilizavam grupos de WhatsApp para monitorar viaturas e operações policiais em tempo real, permitindo esconder drogas e armas antes da chegada das equipes. Para os investigadores, o Recreio e a região das Vargens deixaram de ser apenas áreas de expansão imobiliária e lazer da cidade para integrar o mapa das principais disputas do crime organizado no Rio de Janeiro. cara, nao eh para omitir as funcoes dos traficantes Execução de casal expõe guerra entre facções na Zona Sudoeste do Rio; denúncia revela estrutura do TCP no Recreio com gerentes, “matadores” e tráfico na praia A execução recente de um casal no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, voltou a expor a escalada da violência na região do Recreio e de Vargem Grande, na Zona Sudoeste do Rio, onde traficantes do Comando Vermelho (CV), integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP) e grupos milicianos travam uma disputa armada por território, pontos de drogas e influência criminosa. Em meio ao clima de guerra, uma denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio detalhou a estrutura montada pelo TCP no Terreirão e no Posto 12, revelando a atuação de gerentes do tráfico, distribuidores de drogas, vendedores na praia, executores de rivais e integrantes responsáveis por monitorar operações policiais. Segundo a investigação, a facção domina áreas como Terreirão, Canal, Pombo Sem Asa, Taboinha, Notredame e pontos estratégicos próximos às Vargens e à orla do Recreio. O documento mostra que a região virou um dos principais centros de venda de drogas da Zona Sudoeste, com traficantes atuando até mesmo em quiosques, decks e pistas de skate frequentadas por turistas. A denúncia afirma que armas e drogas eram enterradas na areia da praia ou escondidas embaixo de barcos e estruturas da orla. Gerentes do tráfico e ligação com o Complexo da Maré Entre os principais nomes citados está o traficante conhecido como “Lobim”, apontado como um dos gerentes do tráfico no Posto 12 e Terreirão. Segundo o Ministério Público, ele era responsável por trazer drogas da Vila do João, no Complexo da Maré, para abastecer os pontos de venda no Recreio. Além da logística dos entorpecentes, Lobim também seria um dos principais “matadores” da facção, ligado a diversos homicídios registrados na região. Outro denunciado apontado como liderança é “RB”, descrito como um dos “frentes” do TCP no Terreirão. A investigação afirma

DISQUE DENÚNCIA CONFIRMA UNIÃO ENTRE MAIOR MILÍCIA DO RJ E TCP NA ZONA OESTE CARIOCA

Segundo informações divulgadas pelo Portal dos Procurados do Disque Denúncia, a maior milícia do RJ teria se unido mesmo ao Terceiro Comando Puro na Zona Oeste do RIo. De acordo com a publicação, a aliança ocorre entre José Rodrigo Gonçalves Silva, vulgo “Sabão”, chefe do tráfico de drogas Vila Aliança e da Coreia, em Senador Camará, chamado de Cidade de Davi, e Paulo Roberto de Carvalho Martins, vulgo “Pl ou Jorjão, atual frente do grupo paramilitar. Ambos estariam juntos em mais diversos crimes como: extorsão, segurança, cobrança de taxas obrigatórias de moradores e comerciantes sob a falsa justificativa de oferecer proteção. PL e Jorjão estariam praticando na região monopólio de serviços, controle ilegal sobre o fornecimento de água e gás encanado, sinal clandestino de TV a cabo, internet e transporte alternativo (como vans).Especulação imobiliária, além da construção e venda irregular de imóveis muitas vezes em áreas de risco ou de preservação ambiental. A milícia já tinha se unido ao TCP da Serrinha na guerra com o Comando Vermelho na comunidade Vila Sapê, em Curicica, há alguns meses. Essa aliança do TCP com a milícia também se repetiria na Baixada Fluminense, com o grupo de PL aliado ao traficante Bicheiro da Maré que está preso para guerrear com a milícia de Juninho Varão e o Comando Vermelho em Seropédica e Itaguaí.

BARBÁRIE EM MADUREIRA: Homem foi morto com aval de Lacoste e Coelhão após dono de bar ter ido reclamar dele para os traficantes. Corpo não apareceu até agora

Mais uma crueldade sem limites dos traficantes Lacoste e Coelhão do Complexo da Serrinha, em Madureira. Um homem foi submetido ao tribunal do tráfico após desentendimento com o proprietário de um bar. O crime foi cometido ano passado e só agora a Justiça decretou a prisão dos suspeitos. Segundo a companheira da vítima, Gustavo foi parar em um bar localizado na comunidade da Patolinha, área dominada pela facção Terceiro Comando Puro (TCP) e que neste bar teria discutido com o dono e que este homem teria ido se queixar com traficantes que estavam de “plantão” em uma boca de fumo próxima. Os traficantes então teriam capturado Gustavo no bar, levado ele para a comunidade da Serrinha onde ele teria sido executado e seu corpo ocultado com a autorização e aval do dono de vulgo Lacosta e seu braço-direito Coelhão. Segundo os autos, a execução de Gustavo ocorreu na madrugada do dia 23/03/2025 e a declarante neste mesmo dia foi acompanhada pelo primo do marido, de quem não possui o telefone e não sabe o nome completo, procurar por informações sobre o paradeiro de seu companheiro. Coelhão e Lacoste estão com a prisão preventiva decretada pelo crime com mandado que tem validade de 20 anos.

Lacoste e Coelhão da Serrinha (TCP) têm prisão preventiva decretada suspeitos de mandarem matar entregadores de lanche envolvidos com o tráfico no Morro do Dezoito (CV)

Os líderes do tráfico de drogas no Complexo da Serrinha, em Madureira, os bandidos conhecidos como Lacoste ou Salomão e Coelhão tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos de ordenarem dois homicídios de envolvidos com o crime no Morro do Dezoito, em Água Santa. Uma das vítimas foi Henrique Vitor Martins de Oliveira Marçano. A mãe disse que soube da morte do filho por populares que disseram que duas pessoas tinham sido baleadas em frente a uma estação de trem na Rua Nerval Gouveia. Ao chegar no local, viu Henrique morto e uma outra pessoa ferida. Falou que soube que Henrique estava com um amigo em uma moto que havia parado por falta de gasolina , e que em determinado momento parou um carro de cor preta com quatro elementos bem armados , e sairam perguntando ao filho e ao amigo dizendo: Fé fé? ; O amigo do filho respondeu dizendo fé e foi baleado em seguida e que Henrique tentou correr mas também fora alvejado. Segundo a tesemunha, os atiradores seriam integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro e que o filho estava envolvido com o tráfico do morro do Dezoito cuja facção é CV. Tinha conhecimento que Henrique trabalhava como entregador de lanche e não soube dizer se Henrique tinha ou não briga/rixa ou se vinha ou não sofrendo ameaças . A outra vítima foi Lucas Teixeira de Carvalho. Seu avô contou que oube da morte por meio de um telefonema de uma pessoa que não se identificou , e informou a sua esposa , a , que informou que Lucas estava baleado junto com outro rapaz em frente a estação de trem; Que LUCAS ainda foi socorrido para Hospital Municipal Lourenço Jorge , porém quand. Lucas foi socorrido ao Hospital Salgado Filho mas chegou morto. Também falou que o neto era entregador de lanche mas que tomou conhecimento recentemente que estava envolvido na organização criminosa do tráfico do morro do Dezoito e Caixa d`agua em Quintino, e que o mesmo era usuário de drogas. Ele já fora preso por crime de Roubo. Após a informação trazida pelos familiares das vítimas de que ambos eram membros da organização criminosa que explora o tráfico de drogas na localidade dos fatos, o relatório policial informa que a referida localidade encontra-se marcada por uma guerra entre organizações criminosas rivais que buscam o domínio do comércio ilegal de drogas. Os denunciados ocupam posição de liderança da organização criminosa rival a que pertenciam as vítimas, de forma que cabe somente a eles ordenar, coordenar e comandar os atos ilícitos praticados nas ações que visam a expansão territorial de seus domínios. . O fato criminoso imputado aos denunciados reveste-se de extrema violência na medida em que os autos noticiam que a principal motivação para o cometimento do crime foi a disputa territorial pela exploração do tráfico de drogas ilícitas entre duas facções criminosas. Há indícios de que os denunciados tem uma vida voltada para o crime, sendo líderes de uma organização criminosa em região próxima de onde o fato ocorreu, não existindo segurança de que tenha uma vida voltada para atividades lícitas, justificando-se a prisão preventiva .

Comerciante foi morto em Caxias por não aceitar comprar mercadorias com traficantes do TCP

Um comerciante chamado Jailton foi assassinado por traficantes do Terceiro Comando Puro em Duque de Caxias. O rapaz foi morto dentro do próprio estabelecimento por não ceder a pressão dos criminosos em comprar mercadoria com eles por um preço bem maior. Os bandidos também o acusavam de ser informante da polícia. Segundo relatos, os autores seriam traficantes vulgos WL e Chupa Lata. Eles estavam em uma moto e havia uma outra vermelha com mais dois suspeitos ainda não identificados. O deputado estadual Marcelo Dino comentou sobre o caso nas suas redes sociais. Quem trabalha honestamente no Rio de Janeiro está sendo colocado contra a parede pelo crime organizado.Essa foi mais uma história absurda que chegou até mim em Duque de Caxias:um comerciante perdeu a própria vida porque se recusou a obedecer as ordens do tráfico.E olha o nível da crueldade…O trabalhador já era obrigado a pagar taxa para traficantes. Mas agora eles querem controlar até o que o comerciante compra, obrigando comerciantes a adquirir mercadorias mais caras ou até produtos de origem criminosa para alimentar o sistema deles.Ele disse “não”.E pagou com a vida.Enquanto muitos romantizam comunidade dominada pelo tráfico, a realidade é essa:famílias vivendo com medo, comerciantes sendo extorquidos e o povo pagando mais caro até no pão e no ovo por causa do domínio criminoso.Eu já entrei em contato com a 60ª DP e com o 15º BPM e tenho confiança no trabalho das forças de segurança para identificar e prender os responsáveis.O trabalhador não pode viver ajoelhado para bandido.E o Rio de Janeiro não pode aceitar que facções ditem regras dentro das comunidades.E digo mais:fiquem atentos.Daqui a pouco vai aparecer político querendo fazer acordo velado com criminoso para conseguir entrar em comunidade em época de eleição.Quem anda de mãos dadas com o crime não representa o povo.

Rapazes que fugiam de assalto entraram no Complexo de Israel (TCP), foram sequestrados e torturados e quase acabaram “picotados” em tribunal do tráfico comandado por irmão de Peixão. Bandidos desistiram de matá-los por achar que “ia dar m..”

A Justiça decretou no últmo sábado (9) a prisão preventiva de 12 traficantes do Complexo de Israel, entre eles de Sardinha, irmão do chefão local, Peixão.Eles são acusados de espancar dois rapazes que ingressaram na favela para fugir de uma tentativa de assalto. Os traficantes chegaram a dizer era para ‘picotar eles” mas depois desistiram “achando que ia dar merda”. Os autos revelam momentos dramáticos vivido pelas vítimas. Segundo os autos, no dia 09 de janeiro de 2026, os rapazes transitavam de motocicleta pela região da Penha/Parada de Lucas, quando, diante de uma tentativa de assalto, ingressaram na Comunidade Cidade Alta, tida como área estratégica do Complexo de Israel, sendo palco frequente de ações armadas contra forças de segurança e de imposição de uma ordem paralela, sustentada pelo tráfico de drogas. De acordo, com os depoimentos colhidos em sede policial, as vítimas, ao adentrarem a comunidade, teriam sido perseguidas por diversos integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro os quais, em superioridade numérica e fortemente armados, teriam efetuado disparos de arma de fogo em via pública, o que resultou, inclusive, no óbito de Jandir da Nóbrega Amorim, senhora de 70 anos que acabou alvejada Após buscarem abrigo em uma residência local, as vítimas relatam terem sido cercadas por inúmeros integrantes da citada facção, os quais as teriam capturado e as submetido a uma sequência de ameaças, agressões e atos tortura, que só cessaram após o início de uma operação policial de resgate.Um dos rapazes foi capaz não só de reconhecer os denunciados em sede policial, mas também de detalhar e individualizar a conduta de cada um deles: Lulão ou Lulinha, Sardinha ou Aldo Sem Perna, Quinho, Farinha, Di Bebê, Paulo Henrique, Ninho, Amarelo, Titânio, Gordinho, Carroceiro e Allan. O jovem se recorda que assim que buscou abrigo numa casa da comunidade, juntamente com o amigo, pediu ajuda pelo 190, logo em seguida, notou que a casa foi cercada por criminosos e fato contínuo, eles entraram na casa e começaram a bater neles. Disse que Lulão e Farinha o agrediram com socos no rosto e nas costas, Di Beb~e e Pauo Henrique o agrediram com a coronhas de armas;Falou que depois dessa sessão de espancamento foi retirado da casa e foi obrigado a entrar dentro de um veículo preto tipo SUV, onde estavam Quinho, Ninho, Titânio e Gordinho que a todo momento agrediram o depoente, com socos e golpes de coronha das armas e diziam “Agora você vai morrer no resort Playboy”. Ele soube que seu amigo entrou em outro carro. Chegando no resort foi levado a presença de Sardinha disse: “O qye está fazendo aqui: Onde você foi se meter. Agora você vai morrer”. Logo teve início uma nova etapa de espancamentos, onde os criminosos que estavam no carro com o depoente, reiniciaram a violência com chutes, socos e golpes de armas, ainda com a ajuda de Carroceiro e Allan.que estavam no Resort, também agrediram o depoente com socos e chutes e ameaças de morte, gritando: “Vamos picotar vocês”. Em dado momento, Amarelo se aproximou, recebeu uma ligação, respondeu OK e ordenou para os demais: “Não vamos matar eles. Se não vai dar merda, dá mais umas porradas e vamos levar eles”. O rapaz esclareceu que foi possível ver o rosto dos criminosos pois todos estavam com rosto descoberto, também estava sempre bem próximo deles e a todo momento era golpeado por um ou outro; Disse saber que a localidade onde estava faz parte da Comunidade Cidade Alta, localidade dominada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro, tendo como seu líder, o traficante conhecido como Peixão. A outra vítima deu as mesmas delcarações sobre o episódio. Não há nos autos, no entanto, como eles conseguiram deixar a favela. ]Vale mencionar que, de acordo com as investigações, o local conhecido como “resort”, mencionado reiteradamente pelas vítimas, é tido popularmente como um ponto de reunião e execução de ordens da facção, sendo utilizado para sessões de tortura e julgamentos informais, sob comando das lideranças do TCP, Foram expedidos mandados de prisão, com prazo de 20 (vinte) anos aos suspeitos.

Ex-traficante do CV que tentava recomeçar a vida foi chamado de volta à favela agora sob o domínio do TCP e acabou morto; Justiça só agiu quase dois anos depois

Chamado por um suposto amigo para voltar à comunidade onde havia deixado o tráfico para trás, Lucas Soares da Silva saiu de casa dizendo que “seria rápido”. Horas depois, desapareceu. Na manhã seguinte, o jovem foi encontrado morto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Quase dois anos após o crime, a Justiça finalmente deu andamento ao caso e aceitou parcialmente a denúncia contra um dos acusados de participação no assassinato. A motivação da execução, no entanto, continua um mistério cercado de dúvidas, silêncio e versões conflitantes. Segundo familiares, Lucas tentava reconstruir a vida após abandonar o tráfico. Depois de sair da prisão em 2022, passou a trabalhar como ajudante de pedreiro ao lado do tio e também vendia roupas para sobreviver. Pessoas próximas afirmam que ele queria se afastar definitivamente do ambiente criminoso da comunidade do Danon, em Nova Iguaçu, que na sua epoca de crime era dominada pelo Comando Vermeho. Mas o passado voltou a bater à porta. De acordo com a investigação, Lucas vinha sendo procurado por antigos conhecidos da época em que atuava no tráfico. Entre eles estava “Macauly”, apontado agora pelo Ministério Público como o homem que teria atraído o rapaz para uma armadilha mortal. A namorada da vítima, M.S.S, contou em depoimento que Lucas estava em sua casa no dia 14 de setembro de 2023 quando começou a receber mensagens insistentes no WhatsApp. Pouco depois, avisou que amigos estavam chamando para um encontro na comunidade do Danon. Ela tentou impedir que ele fosse. Lucas, porém, respondeu que voltaria rápido. Foi a última vez que saiu de casa com vida. Horas depois, ele desapareceu sem deixar pistas. Na manhã seguinte, Monique recebeu uma mensagem devastadora: uma foto da identidade de Lucas acompanhada da frase “ACHARAM ESSE MENINO MORTO AQUI EM NOVA ERA”. Desesperada, ela correu até o local indicado e encontrou o corpo do namorado já sem vida. Na época, M afirmou ainda estar grávida de Lucas. A mãe da vítima revelou em depoimento que Vinicius teria até providenciado um carro de aplicativo para levar Lucas até a comunidade onde ele acabou morto. Para investigadores, esse é um dos principais elementos que sustentam a acusação de que o acusado teria participado da emboscada. Em depoimento à polícia, Macauly confirmou que era amigo de Lucas e admitiu que ambos já haviam atuado no tráfico da comunidade do Danon. Ele também declarou que esteve com a vítima horas antes do desaparecimento, afirmando que os dois saíram juntos para comprar uma peça para um tablet e depois seguiram para sua casa, onde fizeram um lanche preparado por sua mãe. Segundo Macualy Lucas deixou o local por volta das 17h para ir até a casa da namorada e, desde então, ele não teria mais mantido contato com o amigo. O acusado afirmou ainda que só soube da morte na manhã seguinte pelas redes sociais. No depoimento, Vinicius também confirmou que Lucas já havia trabalhado no tráfico do Danon e disse que, após deixar a prisão, ele teria retornado à comunidade já sob domínio do TCP. Apesar disso, alegou não saber quem matou o rapaz nem qual teria sido a motivação do crime. A Justiça decidiu não decretar a prisão preventiva de Vinicius Reis, impondo apenas medidas cautelares. Já o traficante conhecido como Boris ou Tiririca, apontado como líder do TCP no Danon e denunciado pelo Ministério Público como suposto mandante da execução, acabou beneficiado pela rejeição da denúncia. O juiz entendeu que não existem provas suficientes de que ele tenha ordenado diretamente o homicídio. Na decisão, o magistrado também afirmou que a investigação ainda não conseguiu esclarecer exatamente o que motivou a morte de Lucas. O Ministério Público sustentava a hipótese de que o rapaz teria sido executado por integrantes da facção por supostas desavenças relacionadas ao fato de ter deixado o tráfico, mas a tese não foi considerada suficientemente comprovada. O caso continua cercado de perguntas sem respostas. Por que Lucas foi chamado de volta ao Danon? O que aconteceu depois que ele entrou na comunidade? E quem decidiu sua morte? Enquanto a investigação tenta esclarecer os bastidores do crime, familiares convivem com a dor de ver o jovem que dizia querer abandonar o passado acabar executado de forma brutal após retornar ao lugar de onde tentava se afastar

Homem morto ao sair de Fórum de Campos trocou o TCP pela ADA. Rivais debocharam da morte. “Ficou feio c… vai oprimir morador no inferno”

“Ficou feio seu cuzão, vai oprimir morador no inferno, seu cuzão, ficou feio na história Cláudio Henrique fdp” Essa mensagem foi adicionada ao vídeo que mostra o corpo de Cláudio Henrique Jeremias Prudêncio. Ele foi assassinado na tarde de ontem ao sair do Fórum de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Há relatos que Cláudio era membro da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) e foi morto pelos rivais do Terceiro Comando Puro (TCP). No início da década, ele fazia parte do TCP mas com a morte do líder do tráfico das “Casinhas do Parque Prazeres”, conhecido como “Felipe da Roça”, se mudou do local e teria migrado para a facção criminosa “ADA”, estabelecida no Parque Santa Rosa (Sapo 1). Cláudio foi morto , após sair do Fórum e seguir em um carro de aplicativo, na Avenida José Carlos Pereira Pinto, em Guarus, Campos. O crime aconteceu durante o trajeto, quando duas motocicletas com dois homens se aproximaram do veículo e efetuaram diversos disparos. Segundo informações apuradas no local, o motorista do aplicativo, um carro modelo HB20, cor branca, também foi atingido pelos tiros e ficou ferido. Já Cláudio Henrique, ainda conseguiu sair do carro e tentou correr pela rua, mas acabou caindo poucos metros depois e morreu antes da chegada do socorro. 

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima