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Terceiro Comando Puro

Líder da ADA teve prisão preventiva decretada por triplo homicídio em Realengo. Uma das vítimas tinha pulado para o TCP e levado fuzis e estava jurada de morte. Bandidos do CV também teriam participado do crime

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Índio do Jardim Novo (ADA) e de outros três bandidos por um triplo homicídio ocorrido em setembro do ano passado em Realengo. . No dia 11 de setembro de 2024, entre 12h. e 13h:30min, na Rua Silva Neto, nº 19, a mando de Índio, os outros três mataram mediante disparos de armas de fogo as vítimas Carlos Eli Gil de Almeida, Márcio Rodrigo da Silva e Gabriel Willian Nascimento da Silva, Os crimes foram cometidos por motivo torpe, eis que praticados por vingança abjeta, pois no contexto de ¿guerra¿ do narcotráfico, uma vez que a vítima Gabriel havia trocado de organização criminosa, indo para o Terceiro Comando Puro (TCP) o que desagradou os bandidos, além de estar praticando roubos a veículos. O crime teve participação de bandidos das facções ADA e CV. o alvo seria apenas “GB”. Carlos e Márcio morreram porque estariam no local na hora errada As vítimas foram monitoradas previamente, cercadas em uma vila de casas sem saída, alvejadas de inopino por número excessivo de disparos Foram utilizados fuzis de fogo calibre 7,62×51 e calibre 7,62×39, Índio na qualidade de “frente” da comunidade do Jardim Novo, em posição de superioridade e liderança, dirigindo a atividades dos demais denunciados, determinou e autorizou os homicídios acima descritos. Carlos Eli era mecânico, utilizando a parte de baixo do imóvel como oficina. Era usuário de entorpecentes, mais especificamente, cocaína; Não possuía desavenças no local, dívidas ou qualquer inimizade que tenha comunicado. Gabriel, vulgo GB era assaltante de veículos; Quando GB levava algum carro à oficina da vítima, solicitava o carro de Carlos emprestado até que o serviço ficasse pronto. Carlos foi alertado para não emprestar carros para GB porque ele cometia roubos. Sobre Márcio, GB o teria chamado para ajudar no reboque de um corsa prata até a oficina. GB tinha uma rixa com um morador sendo, expulso, indo integrar outro grupo criminoso. Tinha ganho liberdade prisional há cerca de 3 meses antes do crime. O homem com quem GB tinha rixa disse que foi ameaçado por ele. Sua companheira também foi. O motivo da ameaça foi o fato de GB achar que o declarante teria roubado um de seus veículos. Disse que saia sabia que os integrantes da facção ADA já estavam no encalço de “GB”, pois “GB” teria pego dois fuzis desta comunidade e levado para Comunidade da Vila Aliança, dominada pela facção rival Terceiro Comando Puro. Confessou que monitorou as vítimas para que os criminosos do Jardim novo, em conluio com integrantes da facção Comando Vermelho do Morro do 48 pudessem realizar o “bote”; Contou ainda que os executores estavam em uma SLV Tracker azul marinho preta e que participaram Bambam, Bebel e mais dois individuos do Morro do 48. No dia dos fatos, na parte da manhã, “GB” passou de carro e reameçou o declarante, que estava acompanhado de sua companheira. Diante da nova ameaça e sabendo que os meliantes do Jardim Novo queriam matá-lo, entrou em contato com “Bambam” e forneceu o endereço do local onde poderia ser encontrado. Além disso, monitorou a vítima no local, franqueando acesso dos executores à vila e fugindo juntos após o ataque; Que, após os fatos, teria sido convidado por “Bambam” para integrar o tráfico do Jardim Novo tendo recusado. Disse ainda que o mandante do ataque foi Índio e Bambam era seu segurança e homem de confiança. Falou ainda que é sabido que as facções ADA e CV fizeram acordo e estão atuando juntas; Questionado acerca de homicídio ocorrido na rua Biribá, 346 – Bangu (procedimento 901-00810/2024), no interior de uma casa de festas, com mesmo modus operandi dos fatos apurados, diz que os executores são do Jardim Novo e costumam trafegar com Virtus de cor branca e outro na cor preta, não sabendo especificar quais os elementos participantes dessa outra empreitada criminosa; Perguntado sobre a vítima Natã, não soube falar.

Preso um dos chefes da Pedreira (TCP)

Policiais militares em uma operação nesta terça-feira (16), no interior do Complexo da Peðreira prenderam o criminoso membro da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) Paulo Leone Andrade Serpa, vulgo “Xoudo”, de 33 anos, principal liderança da comunidade. Os policiais da Agência de inteligência e do Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar (GAT), durante uma Operação Emergencial no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, com a finalidade coibir, roubos de rua, roubos de cargas, roubos de veículos e tráfico de drogas, tendo seu principal objetivo, focar em lideranças do TCP, oriundos do Complexo da Pedreira. Quando em patrulhamento, os policiais tiveram atenção voltada um indivíduo em atitudes suspeitas, tendo o intuito de evadir da comunidade, em uma motocicleta. Após ser detido, foi identificado, tratando-se da principal liderança da Comunidade, “Xoudo”. Contra “Xoudo”, consta uma anotação criminal pelo crime de Roubo Majorado, com ele foi apreendido uma pistola Glock calibre 45, que estava no baú da moto, no momento de sua prisão. Dando continuidade a ação, os policiais ainda apreenderam outros materiais, como um fuzil Colt calibre 5.56 e um rádio transmissor. Diante dos fatos, a equipe procedeu para 39ª DP (Pavuna), para apresentar os fatos à autoridade judiciária, onde o acusado permaneceu preso e o material apreendido. Posteriormente, foi conduzido a uma unidade prisional da Seap/RJ, onde ficará à disposição da Justiça.

Peixe da Vila Aliança (TCP) continua vivo

Circula nas redes sociais desde a noite de domingo (14), o boato de que o traficante Rafael Alves, conhecido como “Peixe da Vila Aliança”, teria falecido no presídio de Bangu em decorrência de sua grave doença. No entanto, essa informação não procede. De acordo com.a Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP, Rafael Alves permanece vivo, embora esteja extremamente debilitado devido a uma doença degenerativa que o afeta há vários anos. A condição de saúde do criminoso tem exigido acompanhamento médico contínuo dentro do sistema prisional.

CAMPOS (RJ): Chamado para participar de um ataque à ADA, traficante do TCP foi baleado pelos próprios comparsas e delatou eles, que acabaram presos

Um traficante do Terceiro Comando Puro foi convocado por comparsas para participar de um ataque à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) na região do Km 14, em Campos dos Goytacazes. Ele acabou sendo baleado pels próprios parceiros de facção mas conseguiu fugir e foi socorrido por populares. Ao dar entrada no hospital, ele delatou seus antigos comparsas do TCP Narrou que havia sido chamado pelos três para um suposto ataque contra a facção rival, e que, ao chegar na Estrada do Fio, antes mesmo de adentrarem o pasto, os comparsas passaram a atirar contra ele, Os autores foram localizados juntos e abordados com base nas informações repassadas pela vítima. Além disso, um dos conduzidos, ao ser informado do motivo da abordagem, demonstrou deboche, dizendo: “Que isso, chefe! Vamos matar nossos amigos?”, o que revela desprezo pela vida humana e envolvimento consciente na trama criminosa. Os elementos colhidos indicam que os custodiados integram organização criminosa armada (facção TCP) e estão inseridos em um contexto de disputa territorial violenta. Além disso, já são conhecidos pelas guarnições da área, e foram explicitamente apontados como autores de uma tentativa de homicídio dentro da própria facção, o que demonstra alto grau de periculosidade e risco concreto à ordem pública.

EM PORTO REAL: Saiu do TCP para o CV mas ficou com uma arma. Mandaram devolver e quando foi entregar, acabou morto

Igor Oliveira de Carvalho trocou de facção, pulando do Terceiro Comando Puro para o Comando Vermelho mas ficou com uma arma da antiga facção. Igor recebeu uma ligação lhe ordenando que entregasse a arma. Assim que Igor saiu de casa para fazer a devolução, foi alvejado com disparos de arma de fogo, vindo à óbito. O crime foi cometido em 9 de março de 2025 na cidade de Porto Real, no interior do RJ. A polícia pediu a prisão preventiva de dois suspeitos do crime mas a Justiça negou. “Entende o Juizo que não restam evidenciados indícios mínimos de autoria delitiva a fim de embasar o acolhimento do pleito de decretação da prisão preventiva dos investigados, visto que não há nenhum outro elemento que corrobore os depoimentos prestados em sede policial e as imagens de câmeras de segurança mostram apenas um indivíduo disparando contra a vítima. Não obstante os investigados possuírem outras anotações criminais,tal fato, por si só, não configura motivo suficiente para decretação da restrição cautelar de liberdade, eis que carente de maiores elementos de prova a fim de se verificar mais a fundo a dinâmica dos fatos aqui apurados e angariar claros indícios de autoria da prática criminosa “, dizem os autos.

Homem morreu e outros dois foram baleados em guerra de facções na Ilha

Um homem morreu e outras duas pessoas foram baleadas durante uma guerra de facções na ilha do Governador na tarde de hoje. Segundo relatos, traficantes do Morro do Dendè (TCP) atacaram o Morro do Barbante (CV). Os feridos foram um mototaxista e um traficante. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que policiais militares do 17º BPM (Ilha do Governador) foram acionados, na tarde de sexta-feira (12/9), para verificar uma ocorrência de disparos de arma de fogo na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador. De acordo com o comando da unidade, três indivíduos deram entrada no Hospital Municipal Evandro Freire. Um deles não resistiu aos ferimentos. Um dos feridos ficou sob custódia preventiva. O policiamento segue intensificado na região. 

Doca, Abelha, Tiriça, Pedro Bala e outros líderes do CV são acusados de mandar matar um rival do TCP no Fubá. Executores cometeram o crime para serem aceitos na facção e ainda roubaram três fuzis dos rivais

Chefões do Comando Vermelho como Doca, Tiriça, Piolho, HO, Bochecha Rosa, Pedro Bala e Abelha são acusados de matar um homem ligado ao Terceiro Comando Puro em dezembro de 2023 no Morro do Fubá, em Cascadura. A Justiça só recebeu a denúncia em agosto mas não decretou a prisão preventiva dos suspeitos. No dia 02 de dezembro de 2023, por vola de 08h45min., na área de mata no alto do “Morro do Fubá”, nesta comarca, o traficante conhecido como “Cabelinho”, apoiado por traficantes conhecidos como “Matador e Capetinha obedecendo ordens subtraíram 3 (três) fuzis, mediante violência, exercida por disparos de arma de fogo contra as vítimas Rubens Alves Avelino e J.G.B.F Rubens morreu e J.G ficou em estado grave Consta dos autos que as vítimas eram integrantes do tráfico de drogas do Morro do Fubá, ligados à facção criminosa “Terceiro Comando Puro”, sendo que, à época do fato, essa comunidade estava sendo objeto de constantes ataques da organização criminosa que controla a comunidade “Morro do 18”, ligada à facção criminosa “Comando Vermelho”, em razão da disputa territorial pelo controle do comércio ilegal de drogas explorado naquelas comunidades. No dia do fato, seguindo o plano criminoso orquestrado pelos ora denunciados, o traficante vulgo “Cabelinho”, com o apoio de outros traficantes não identificados, visando mudar de facção criminosa e para que fosse aceito no “CV”, subtraiu os fuzis, para os líderes da organização criminosa, executando uma das vítimas e baleando a outra, causando-lhe lesões corporais graves. Durante período que não se pode precisar, mas com certeza até 02 de dezembro de 2023, os denunciados, com vontade livre e consciente, constituíram e integraram com, ao menos, outros três indivíduos ainda não identificados, de modo estruturalmente ordenado e com divisão de tarefas, organização criminosa que atua na comunidade “Morro do 18”, nesta comarca, voltada para obtenção de vantagens financeiras por meio da prática reiterada de diversos crimes, cujas penas máximas são superiores a 4 (quatro) anos. Conforme restou apurado, a comunidade “Morro do 18” é dominada por organização criminosa pertencente à facção criminosa “Comando Vermelho”, que atua na região há muitos anos, explorando como atividade principal o comércio ilegal de drogas, porém, de maneira acessória, também explora a prática dos crimes de porte ilegal de armas de fogo, homicídios e roubos, como o denunciado acima. Com base nas investigações perpetradas, pode-se identificar que os denunciados pelo crime figuram como “chefes” do Morro do 18, exercendo liderança dentro da estrutura criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. Além de controlar o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados e a realização de roubos por meio destes, os denunciados determinam ataques e execuções de traficantes de comunidades rivais e de agentes de segurança pública, com o fim de aumentar e/ou manter os domínios territoriais dos seus pontos de vendas de drogas

Traficantes do.TCP provocaram rivais do CV na Tijuca que está em.guerra

Traficantes do TCP daTtropa do Empada e Leão, desafiaram seus rivais do Morro do Borel & Andaraí (CV) A foto foi tirada no Morro da Cruz na Tijuca (TCP). Vale lembrar que acontece uma guerra intensa na região após o CV tomar o Morro Dos Macacos em Vila Isabel. E por conta disso muitos traficantes do TCP do Morro dos Macacos estão refugiados no Chácara e Cruz na Tijuca. Por conta disso a um grande número de homens na região.

Roubou um celular e acabou caindo no ‘tribunal do tráfico’ da Serrinha (TCP). Vítima teve as mãos cortadas. Justiça decretou a prisão de Lacoste e Coelhão

A Justiça decretou as prisões dos traficantes Lacoste e Coelhão da Serrinha além de outros cinco bandidos por conta de um homicídio de uma pessoa que foi pega com um celular roubado. O crime teria sido praticado com emprego de intensa violência, à luz do dia e em local público, submetendo a vítima a intenso sofrimento, como se observa das imagens acostadas em id. 4, em que o ofendido aparece com as mãos cortadas e extremamente lesionada. Testemunha disse que a vítima foi sido pega em posse de um celular que havia sido subtraído na “Comunidade Patolinha”. Outra testemunha falou que a vítima foi pega por integrantes do tráfico local, os quais compõem a facção criminosa denominada Terceiro Comando Puro. Na linha do que foi narrado pelas testemunhas, há fundados indícios de que o homicídio da vítima se deu em contexto do chamado “tribunal do tráfico”, em razão da suposta prática de subtrações levadas a cabo pela vítima. Nesse sentido, os ora denunciados foram identificados como integrantes da liderança do tráfico local, havendo, inclusive, mensagens de áudio recebidas pela autoridade policial que indicam a conduta adotada em relação a terceiros que venham a praticar crimes na região da comunidade.

Recreio vive guerra entre o TCP e o CV que começou depois que miliciano vendeu comunidade do Terreirão. Ontem, foram mais duas mortes

O bairro do Recreio dos Bandeirantes vive há tempos uma guerra entre traficantes do Terceiro Comando Puro contra o Comando Vermelho. Ontem, duas mortes foram confirmadas. Os traficantes do TCP fizeram um ataque no Posto 12 matando um e deixando outro baleado. O sobrevivente fez ameaças ao TCP. “Aí vs que era esculachado pela melicia ou pelos alemão do recreio, a hora é essa, fechar com o certo, melicia e tcp nunca mais p12” Na comunidade do Terreirão houve outro homicído. A Polícia Militar informa, através do comando do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), que, na noite desta terça-feira (09/09), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência de homicídio na Rua DW, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, no local, os agentes constataram a morte de um homem. De imediato, a área foi isolada e o local preservado para o trabalho da perícia da Delegacia de Homicídios. Esse homem morto no Terreirão, Cauã Vinicius Gomes da Silva, de 22 anos, era integrante do Terceiro Comando Puro mas pulou para o Comando Vermelho Essa disputa pelos pontos de vendas de drogas no Recreio começou quando o miliciano Boto vendeu a comunidade do Terreirão para o CV, mas os traficantes do TCP já vendiam drogas no Pontal, Terreirão, Posto 12 ao 9. E depois que o tráfico dominou o Recreio, ficou impossível parar no terreirão e no posto 12, muitos viciados pedindo dinheiro e assaltos.

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