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Terceiro Comando Puro

Milícias se enfrentaram em Jacarepaguá e criminosos que participaram de guerra trocaram tiros com a PM na TransOlímpica

Na noite de ontem, policiais militares do 18º BPM receberam informações de que criminosos estariam ingressando na Comunidade do Ipadu, na Taquara, iniciando um confronto De acordo com os militares, as equipes procederam ao local e, durante as buscas, avistaram criminosos armados em uma área de mata, na altura do pedágio da Transolímpica, na Estrada do Rio Grande. No momento da aproximação, os policiais foram atacados a tiros, havendo confronto. Após cessarem os disparos, os policiais localizaram um suspeito ferido, em posse de um fuzil e dois carregadores. O suspeito foi socorrido para a UPA da Taquara. Segundo relatos, os criminosos participaram de uma guerra envolvendo miliciansos em Jacarepaguá que já vem se desenhando há alguns dias. De um lado estaria uma milícia antiga que atua na região comandada por Nem da Malvina. Do outro, o grupo liderado por Léo Problema que tem o apoio de bandidos do Catiri, em Bangu e de traficantes do Terceiro Comando Puro. Léo Problema se associou ao tráfico e isso gerou insatisfação de seus antigos aliados. As comunidades da Vila sapê e 700 , estavam concentrando um grande número de traficantes aliados de Léo, com o intuito de invadir as outras comunidades dominadas por outras milícias. Há dois dias , as milícias de Jacarepaguá, incluindo RIo das Pedras e Curicica, se uniram e expulsaram Léo Problema e os traficantes do TCP de Jacarepaguá. Ontem, na parte da noite , Léo e o TCP tentaram retomar o controle, dando início a um grande tiroteio. Léo Problema é suspeito de executar o miliciano e Ex-bombeiro Rodrigo “Brraca” em Cabo Frio no último fim de semana com o intuito de tomar o controle da comunidade do Camorim, também em Jacarepaguá, —

Entregadores foram capturados e torturados por traficantes do TCP em Caxias. Eles tiveram as pernas quebradas mas foram salvos por PMs

Dois jovens que iriam fazer uma entrega no Morro do Cacareco, em Duque de Caxias, foram capturados por traifcantes e torturados por ordem do criminoso vulgo Flamengo, chefão da área. Os rapazes seriam executados hoje mas PMs receberam uma denúncia e conseguiram resgatar os jovens com vida. Os rapazes estavam amarrados e com as pernas quebrads dentro do mato. Segundo relatos, os bandidos vulgos Lucas da Vovó e Chefão teriam sido os autores. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quarta-feira (7/1), policiais militares em serviço pelo  Programa Estadual de Integração na Segurança (CPROEIS) localizaram dois homens amarrados , após informações de que eles estariam sendo espancados por criminosos, na região do Pantanal, em Duque de Caxias.  No local, os policiais foram atacados a tiros e houve confronto. Os dois homens foram socorridos ao Hospital Adão Pereira Nunes. Ocorrência em andamento,

Peixão (TCP) transferiu seu resort para a Baixada

Após ter no ano.passado um resort que tinha ate lago artificial com carpas destruido pela policia no Complexo de israel , o traficante Peixão transferiu a diversão para a Baixada Fluminense. Durante as diligências, os policiais civis localizaram a construção de um novo “resort” do traficante na comunidade Buraco do Boi, em Nova Iguaçu. A construção utilizada como espaço de lazer, tem churrasqueira e piscina. O espaço ostentava pichações com a expressão “exército de Israel” e a Estrela de David, símbolo religioso apropriado pelos criminosos para representar o grupo ligado a “Peixão” Três suspeitos foram presos e um fuzil.foi apreendido .

Traficante morto em confronto com a PM em Niterói iniciou ofensiva do TCP na cidade desde dezembro

Dono das bocas de fumo da comunidade do Santo Cristo, no Fonseca, em Niterói e morto em um confronto com a PM nesta madrugada, o traficante Welvison Aureliano Leal, o Galo, foi um dos responsáveis pelo início da guerra que se instalou na cidade desde dezembro. Junto do traficante conhecido como Drill, Galo comandou as invasões promovidas pelo Terceiro Comando Puro em redutos do Comando Vermelho. Os ataques do TCP ocorreram no Complexo do Fonseca, conhecido como Fonsequistão, Morro do Preventório, em Charitas, e Morro do Estado, no Centro. O TCP conseguiu reaver algumas comunidades do Fonseca e também o Morro do Estado e o CV vem tentado recuperar as áreas. A disputa tem provocado vários tiroteios que têm tirado o sono de moradores e até deixou inocentes baleados na virada do ano. Homicídios também foram registrados nos últimos dias na região fo Fonseca, O TCP conta com reforços do Complexo da Maré na guerra e planeja avançar para outras áreas como a Nova Brasília, na Engenhoca, segundo relatos nas redess ociais. A facção dominava comunidades na cidade até 2021 quando foi expulsa pelo CV. No confronto da madrugada, além de Galo, outros dois suspeitos também morream e três ficaram feridos. PMs realizaram uma ação na Comunidade da Palmeira, no Fonseca, e prenderam dois criminosos, além de apreenderem duas pistolas e um veículo. A ocorrência teve início durante patrulhamento na Rua São Januário. Durante a abordagem, o condutor tentou furar o bloqueio policial, dando início a um confronto. Três suspeitos foram atingidos, socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Um deles era apontado como liderança do tráfico na Comunidade do Santo Cristo.

TCP conseguiu conter ataques do CV em Niterói

Moradores do bairro do Fonseca, em Niterói, viveram mais uma madrugada tensa com novo tiroteio entre quadrilhas rivais de traficantes. Segundo relatos, bandidos do Comando Vermelho das comunidades da Vila Opiranga, Otto, Nova Brasília e Precentório tentaram reaver as áreas perdidas para o Terceiro Comando Puro na região O TCP, no entanto, reforçado por criminosos do Complexo da Maré manteve o controle da área e conteve o.avanço dos rivais. Nas redes sociais, moradores relataram momentos de pânico e tensão em localidades como Santo Cristo, Palmeira, Pimba e Coronel Leôncio. Segundo os relatos, o barulho constante de tiros levou famílias a se abrigarem dentro de casa, temendo ser atingidas por balas perdidas. “Bala voando, tensão no ar”, escreveu um morador. “Está um inferno. Deus tenha misericórdia dos inocentes. É um absurdo o que o povo está vivendo. Queremos paz”, desabafou outro. Alguns moradores também afirmaram que o clima de insegurança não se restringe a este fim de semana. Um perfil relatou que, durante o Réveillon, o som de disparos já havia sido ouvido na região. “Na virada foi horrível. Em vez de alegria, ficou a preocupação de ser atingido por um projétil”, comentou. Disputa por território Tradicionalmente dominada pela facção Comando Vermelho (CV), a região do Fonseca enfrenta, desde o fim do ano passado, um cenário de instabilidade marcado por confrontos armados. A disputa por território entre facções rivais, principalmente com a tentativa de avanço do Terceiro Comando Puro (TCP), tem resultado em tiroteios frequentes e elevado a sensação de insegurança entre os moradores. O aumento da violência tem chamado a atenção das autoridades. Entre 24 de novembro e meados de dezembro de 2025, ao menos cinco pessoas foram presas ou apreendidas no Fonseca, identificadas pela Polícia Militar como integrantes do TCP. Entre os detidos, há adolescentes infratores. No mesmo período, o 12º BPM (Niterói) apreendeu cinco fuzis, além de pistolas e outros materiais ilícitos. Também circulou recentemente nas redes sociais um suposto mapa indicando áreas que teriam sido ocupadas pelo TCP, antes sob domínio do CV, o que reforça a percepção de disputa armada pelo controle da região. O que dizem as autoridades Em nota divulgada anteriormente, o 12º BPM informou que mantém o policiamento reforçado no Fonseca, com incursões frequentes e apuração de denúncias, na tentativa de evitar novos confrontos. Até o momento, a Polícia Militar não informou se foi acionada especificamente para atender o tiroteio registrado na noite deste sábado (3). Já a Polícia Civil afirmou, em outra ocasião, que acompanha de forma permanente a atuação de facções criminosas na região, por meio de delegacias distritais e especializadas, utilizando ferramentas de inteligência e investigação para identificar suspeitos e desarticular grupos armados. ░

Pedreira recebe reforços de outras favelas do TCP para enfrentar ataques do Chapadão (CV), diz jornalista

Após cerca de 15 dias consecutivos de at4qu3s atribuídos ao Comando Vermelho (CV), soldados do Terceiro Comando Puro (TCP) estão reforçando os acessos ao Complexo da Pedreira, na Zona Norte do Rio, e articulando ações coordenadas contra o grupo rival. O último sábado (3) e este domingo (4) foram marcados por intensos tiroteios em Costa Barros. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, o complexo tem recebido reforços de integrantes do TCP vindos de diferentes regiões da capital. Segundo as fontes, já é possível ver a presença de armamentos ostentando símbolos de áreas como o Complexo de Israel, Serrinha e Maré. As armas teriam sido cedidas temporariamente para fortalecer a defesa de áreas estratégicas como Bairro 13, Casinhas, Terra Nostra e Morro do Chaves, que seguem no centro da disputa territorial. A disputa pelo controle territorial em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, se intensificou na tarde deste domingo (4) .A violência provocou tiroteios intensos, obrigando motoristas de vans, ônibus e carros a retornarem na contramão para escapar dos disparos. O c*rpo de um homem, com marcas de t!ros, foi encontrado em um rio da região; a identidade ainda não foi divulgada. Pela manhã, o Batalhão de Irajá iniciou uma operação no Complexo do Chapadão, em resposta ao confronto entre as facções CV e TCP. Moradores relataram barricadas em chamas, presença de veículos blindados e correria de pessoas que foram surpreendidas pelos tiros. No sábado (3), ao menos dois soldados do TCP ficaram feridos durante confrontos, ao tentar conter uma ofensiva do CV. Eles teriam sido atendidos em um ponto clandestino no Complexo da Pedreira. Desde dezembro, a região vive uma escalada de violência, com tentativas de avanço sobre áreas como Bairro 13, Casinhas, Terra Nostra e Morro do Chaves.

Facções criminosas têm outras funções menos conhecidas que não foram citadas em reportagem de jornal carioca. SAIBA QUAIS

Os jornais O Globo e o Extra divulgaram uma matéria hoje falando sobre novas funções criadas pelas facções criminosas para administrar o tráfico em favelas do Rio. Entre os novos cargos citados na reportagem, estão o de gerente de barricadas, gerentes de baile funk, gerentes das extorsões, gerentes de combate antiaéreo, gerentes de tecnologia encarregados de adquirir e operar drones mas há outras funções menos conhecidas que são descritas em investigações. No Complexo da Penha, há mais funções. O traficante Grandão apontado como gerente-geral da localidade e síndico cuida da escala de plantão dos soldados integrantes do grupo, divididos em postos, todos fortemente armados, inclusive, em relação à segurança do principal líder da facção criminosa na região, vulgo Doca. Ele orienta sobre pontos de contenção armada (trincheiras no mato) e inteligência (monitoramento) Grandão também emite comunicados sobre normas de comportamentos em atividades recreativas nas comunidades com e participação de traficantes da localidade.(…) Ele também organiza os pagamentos (remuneração) dos traficantes locais e até mesmo das supostas propinas pagas a policiais. Na Penha, existe um gerente que comanda um grupo de matadores a serviço do Comando Vermelho, atuando na expansão territorial da facção criminosa, o traficante vulgo BMW Trata-se de um braço violento violento da facção que emprega armas de fogo de grosso calibre em suas ações e atua com violência extrema contra rivais. Na Penha também um gerente que cuida do fluxo de dinheiro da organização, analisando o recebimento de drogas, que gerencia a segurança de pontos de venda de drogas no Complexo e cercanias, mantendo as lideranças informadas sobre eventuais movimentações suspeitas e intermedia a vinda de traficantes de outros entes federativos. Tem ainda o gerente de fiscalização dos “soldados do tráfico, que verifica se eles estão atentos nas áreas designadas, devidamente portando seu respectivo armamento pesado. Há ainda os chefes da segurança, gerente da contabilidade, Outra figura importante na quadrilha é o traficante Gardenal, que possui inúmeras funções: a expansão violenta e criminosa do Comando Vermelho na região da grande Jacarepaguá, orienta sobre aquisição de armas de fogo, drones de vigilância e outros acessórios relacionados a manutenção do Comando Vermelho como principal facção criminosa no território.(…) Ele tanmbém se vale de sua experiência de longa data no tráfico de drogas armado para orientar melhor os “novatos” sobre posicionamento de fuzil de grosso calibre, para enfrentar com maior eficiência (criminosa) uma possível incursão de agentes da lei.(…) A quadrilha do traficante Peixão, por exemplo, tem um membro preso que atua na coordenação de invasões a comunidades rivais e na execução de desafetos de Peixão.s. Ttem também um membro exclusivo para a cobrança de “taxas” para exploração de serviços de telecomunicações, distribuição de sinais de internet e transportes alternativos, de modo a angariar vultosa quantia mensal nos interesses do bando. As investigações reforçam que, em locais dominados por facções criminosas voltadas ao tráfico de drogas, existe um sistema organizado de atuação dividido em diversas funções mais tradicionais e conhecidas, como os” olheiros, radinhos ou atividades “(encarregados de avisar aos comparsas sobre incursões policiais na área do tráfico), os encarregados de armazenar e vender a droga (” vapores ou aviões “) e os que se armam para defender o comércio ilegal (” seguranças “ou” contenção “). Há, ainda, os transportadores das drogas entre as comunidades (” mulas “) e os que embalam e misturam os entorpecentes para aumentar o lucro (” endolas “), além, obviamente, os que comandam e gerenciam o tráfico (” donos “ou” frentes “).

Final de semana de terror em Costa Barros com nova guerra entre Chapadão (CV) e Pedreira (TCP). VIDEO

[O.primeiro fim de semana do ano esta sendo de guerra entre traficantes dos complexos do Chhapadão (CV) e Pedreira (TCP) na região de Costa Barros, na Zona Norte do Rio. . Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, soldados do CV tentaram invadir áreas conhecidas como Bairro 13, Casinhas, Terra Nostra e Morro do Chaves. Ao menos dois soldados do Terceiro Comando Puro (TCP) ficaram feridos no fim da tarde do último sábado (3) durante confrontos . Os feridos teriam sido atendidos em um ponto de apoio clandestino localizado na comunidade do Acari, no Complexo da Pedreira. Durante os tiroteios, fios de energia e de internet foram rompidos, causando transtornos aos moradores. Pelo menos nove veículos e residências ficaram danificados, com centenas de marcas de disparos O Batalhão de Irajá realiza, na manhã deste domingo, uma operação no conjunto de favelas do Chapadão, na Zona Norte do Rio. O objetivo seria uma resposta para a guerra. Há intenso tiroteio na região, além de barricadas em chamas. Veículos blindados também estão no local.

Polícia confirma que criança foi baleada em ataque que deixou homem morto em Belford Roxo

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga a morte de Sidnei da Silva Silveira, de 25 anos, mototaxista assassinado ontem de tarde em Belford Roxo supostamente por traficantes do Terceiro Comando Puro. . Na ação criminosa, uma criança foi atingida. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o 39º BPM (Belford Roxo), no sábado (03/01), policiais militares da unidade foram acionados para uma ocorrência de encontro de cadáver na Praça do Barro Vermelho, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. No local, os agentes encontraram um homem já sem vida atingido por disparos de arma de fogo.  Os agentes isolaram a área e o local foi preservado para o trabalho da perícia da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, que assumiu as investigações do caso.

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