Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

processo judicial

Traficante do CV alvo de operação hoje que prendeu oito em Vargem Pequena foi acusado de comandar espancamento até a morte de suposto X9 da milícia, segundo a Justiça

O traficante do Comando Vermelho alvo de operação hoje na comunidade do Cesar Maia, em Vargem Pequena, na zona sudoeste do Rio, vulgo Lilinho, responde a três processos por homicídio no Tribunal de Justiça do Rio. Um deles de 2026 encontra ainda em sigilo. Dos autos disponíveis no site do TJ-RJ, relembramos um caso de 2018, do dia 01 de outubro daquele ano, quando Lilinho e comparsas foram acusados de espancar até a morte Allan Augusto Damião Pereira. O delito teria sido praticado por suposto motivo torpe, para cumprir a “lei do tráfico”, objetivando demonstrar o poder da facção criminosa Comando Vermelho. Uma testemunha ocular da violência sofrida pela vítima afirmou em Juízo que Lilinho comandou as agressões contra Allan, que levou coronhadas, chutes e socos. Segundo os autos, Allan foi morto por ser indicado como suposto “X9 da milícia” Consta, ainda, da denúncia que, em data que data que não se pode precisar, mas sendo certo que até o dia 01 de outubro de 2018, Lilinho e comparsas teriam, em tese, se associado para a prática do crime de tráfico de drogas, no interior da Comunidade Cidade de Deus,

Mulher que teria sido sequestrada em São Gonçalo e está desaparecida desde outubro teve mandado de prisão expedido na última sexta-feira

A Justiça expediu mandado de prisão na última sextá-feira (6) para Érika Abrantes Ribeiro, de 36 anos pelo crime de roubo e resistência que foi condenada a 16 anos. Detalhe: a mulher encontra-se desaparecida desde o dia 19 de outubro do ano passado. Mãe de três filhos, operadora de caixa e moradora da comunidade do Galão, em São Gonçalo, ela teria sido sequestrada na frente de amigas na comunidade da Brahma, de acordo com que foi publicado na imprensa local. Segundo a publicação, Erika teria sido abordada, puxada pelos cabelos e braços e levada à força por homens desconhecidos enquanto conversava com amigas em um campo de futebol na comunidade da Brahma, no bairro Porto Velho. O registro do desaparecimento foi feito na 73ª Delegacia de Polícia (Neves). A imprensa local divulgou que a Polícia Civil investiga se o caso possa estar ligado às disputas territoriais entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho (CV) em áreas conflagradas de São Gonçalo. Segundo apuração, a comunidade da Brahma estaria sob controle de milicianos, enquanto a área conhecida como Galão seria dominada por traficantes ligados ao CV, gerando um ambiente de tensão e conflito entre facções. O celular dela não atende e permanece desligado. A imprensa divulgou que Erika não costumava desaparecer. Um morador relatou que Erika teria sido vista no fim do mesmo dia saindo de um imóvel acompanhada de um homem que aparentava ser policial militar, com a jovem possivelmente algemada. Esta versão não é oficial,. Erika respondia a outros processos por roubo. A família afirma desconhecer qualquer conflito recente que pudesse motivar o desaparecimento. Um parente relembrou, no entanto, que ela chegou a ser capturada por criminosos e baleada nas mãos, de acordo com publicação O crime que levou o mandado de prisão para Erika foi cometido em 2019, Na ocasiáo, houve diversos crimes de roubo (foram 7 vítimas identificadas) .Narraram as vítimas que os custodiados, juntamente com outros indivíduos, mediante emprego de arma de fogo, exigiram seus pertences como veículo, telefones celulares, carteiras e máquina de cartão. Após abordagem policial, o veículo em que estavam os custodiados empreendeu fuga. Na fuga, de dentro do veículo, foram efetuados disparos de arma de fogo na direção da guarnição que os perseguia.

Chefões do CV da Penha foram denunciados por morte de irmãos mas Justiça rejeitou e decretou a prisão de outros dois suspeitos

A polícia investiga o envolvimento de traficantes da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, na morte de dois irmãos chamados Lábaro e Júlio César Viana de Oliveira. Os crimes ocorreram entre janeiro e fevereiro do ano passado em um intervalo de uma semana. A informação é do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foram denunciados por um dos crimes três chefões do Comando Vermelho, Marcinho VP, Doca e Abelha mas a Justiça rejeitou a acusação contra eles. Não há nos autos disponíveis explicação sobre a suposta participação deles. Foi decretada, porém, as prisões preventivas de outros dois suspeitos. Julio César foi morto no dia 7 de fevereiro na Rua Delfim Carlos, nº 53, em Olaria onde possuía um estabelecimento comercial. Os autores teriam efetuado os disparos de dentro de um veículo clonado, modelo Honda HR-V, cor cinza, placa SUK2B35, evadindo-se do local, na sequência, em direção à comunidade “Vila Cruzeiro” Lábaro foi morto no dia 31 de janeiro. Um relatório da Justiça aponta que um dos suspeitos dos dois crimes é um traficante conhecido como Romarinho; Um tio dos irmãos contou que moradores da região lhe afirmaram que o autor da morte de Lábaro seria Romarinho e que em relação a Júlio, Romarinho também estaria envolvido. A testemunha afirmou ainda que Júlio lhe disse após a morte do irmão que estava sendo ameaçado de morte por Romarinho Outro suspeito citado no documento é um bandido de vulgo Grampola, que era homem de confiança de Romarinho. Uma outra testemunha do processo também disse que estava sob ameaça de morte. Romarinho e Grampola tiveram as prisões preventivas decretadas.

Filho de Orlando Jogador teve prisão preventiva decretada suspeito de envolvimento em dois homicídios motivados por guerra de facções em Belford Roxo

Filho do lendário traficante Orlando Jogador, Everton Alan Soares da Conceição, vulgo Popeye, teve a prisão preventiva decretada no último fim de semana suspeito de envolvimento em dois homicídios em Belford Roxo, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Também tiveram as prisões decretadas os criminosos vulgos Novinho e Pivete pelos mesmos crimes. Todos os envolvidos são ligados ao Comando Vermelho. As vítmas foram Andrey de Araújo da Silva Rego e Fabrício de Souza Faustino. Segundo os autos, Novinho e Pivete teriam atuado como executores diretos dos homicídios, deslocando-se até o local dos fatos e efetuando os disparos que vitimaram fatalmente as vítimas, no contexto de disputa territorial entre facções criminosas Já Popeye é apontado como liderança criminosa local da facção, exercendo poder de comando sobre os executores, sendo responsável pela coordenação das ações armadas, definição de alvos e manutenção da estrutura associativa, caracterizando domínio funcional do fato. Os autos apontam que se trataram de dois homicídios qualificados, perpetrados em plena via pública, durante o dia, com emprego de arma de fogo de uso restrito, em cenário de conflito armado entre facções criminosas,

Traficantes do TCP são suspeitos de torturar homem por causa de furto em clínica em Italva (RJ)

Quatro traficantes do Terceiro Comando Puro, além de um menor de idade, são suspeitos de torturar um homem na cidade de Italva, no Noroeste Fluminense, após este ser acusado de praticar um furto em uma clínica odontologica situada em região dominada pela facção. As informações são do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O crime é apurado no inquérito policial º 148-00752/2025. De acordo com os autos, a vítima reconheceu, em sede policial, um dos suspeitos como um de seus torturadores, bem como os policiais militares ouvidos relataram que o mesmo seria integrante da facção criminosa autodenominada “Terceiro Comando Puro” em atuação no local. Não há mais detalhes disponíveis sobre o crime porque o processo em 1ª instância encontra em sigilo.

Justiça decreta prisão preventiva de Adilsinho por homicídio relacionado à máfia dos cigarros

A Justiça do RIo de Janeiro decretou hoje a prisão preventiva do bicheiro Adislon Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, por um homicídio supostamente relacionado a máfia de cigarros, segundo informações que constam no site do TJ-RJ. Segundo os autos, Adislinho agiu dolosamente, comandando as atividades ilícitas dos demais denunciados, concorreu para o crime, induzindo os executores a matarem Fabricio Alves Martins de Oliveira. O crime em análise foi realizado de forma organizada, mediante tocaia para surpreender a vítima, com a utilização de vestes da polícia, em um local público (posto de combustível), com armas de grosso calibre, inclusive fuzil (Auto de apreensão id. 866 – munições, inclusive calibre 7.62), tendo sido efetuados 14 disparos (Laudo de exame em local de morte violenta. O crime, está relacionado a disputas entre organizações criminosas rivais pela exploração do comércio clandestino de cigarros.O teor das interceptações telefônicas revela a atividade da organização voltada ao comércio ilegal de cigarros. Foram coletados elementos de informação acerca da participação dos acusados no crime. Um dos acusados, Alex de Oliveira Mattos atia no comércio ilegal de cigarros e a investigação apontou sua relação com a morte de FabrícioHá conversas entre Alex e sua esposa sobre Fabrício, indicando repulsa em relação a este diante de supostos “botes” praticados em transações anteriores. Em conversa com Alex, outro suspeito, José Ricardo Gomes Simões, há menção a homicídios praticadosinclusive mediante paga, além de tratarem sobre a possibilidade de morte de outro sujeito que também estaria envolvido no comércio ilegal de cigarros. Na mesma conversa, os acusados falam especificamente de Fabrício e de sua companheira, , com questionamentos acerca da razão de Fabrício estar vivo. Salienta-se que o diálogo se deu aproximadamente 5 (cinco) meses antes da morte do assassinato. Os autos apontam ainda Daniel Maia como envolvido e um trecho de conversa com Simões que indica o envio de foto de um homem chamado Rafael discutindo-se a sua localização. Em seguida, Danielnforma que está buscando informações sobre o indivíduo. A investigação apurou que Rafael ” estaria envolvido no comércio de cigarros. Cumpre ressaltar que Rafael nha relação com Fábio, sujeito que foi executado ao sair do enterro de Fabrício. Ademais, Fábio era primo de Rafael. Rafael disse que Fábio , lhe falou que Fabrício atuava no comércio ilegal de cigarros. Ainda no que se refere a Daniel, este possuía em sua galeria de fotografias imagens dos documentos de Fabrício no dia da sua morte. Em relação a Adilsinho, ele é apontado como “01”, responsável pela tomada de decisões, sendo possível concluir que a morte de desafetos exigiria sua concordância ou ordem. Ainda sobre ele,, este é citado por Rafael em suas declarações que não descartava a possibilidade de Fabrício ter sido morto pela “máfia de Caxias” Os envolvidos são pessoas perigosas e voltadas para o cometimento de ilícitos penais encaixados na alta criminalidade. A investigação revelou que os acusados integram uma organização criminosa que explora, ilegalmente, o comércio de cigarros contrabandeados ou fabricados em território nacional sem autorização do órgão competente. A constituição de organização criminosa armada e estruturada para a exploração ilegal de cigarros contrabandeados, por si só, evidencia a gravidade concreta do crime e justifica a decretação da prisão preventiva, especialmente para a garantia da ordem pública, objetivando tanto a interrupção das atividades ilegais da organização, bem como tutelar a saúde pública dos consumidores.

Homem com esquizofrenia está com prisão temporária decretada suspeito de matar a própria mãe com uma facada no pescoço em São Gonçalo

Segundo processo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a polícia está a procura de Guilherme Vieira de Ávila, que tem a prisão temporária decretada suspeito de matar a própria mãe. Regina Célia Vieira Pestana de Ávila com uma facada no pescoço em São Gonçalo. Após o crime, o acusado fugiu do local dos fatos e permanece em paradeiro desconhecido, Regina foi encontrada morta no interior da sua residência apresentando ferimentos compatíveis com golpes de arma branca na região do pescoço. Segundo investigações, a vítima residia exclusivamente com o filho, que apresenta histórico de transtorno psiquiátrico grave, havendo relatos de que havia interrompido uso de medicação, situação que estava gerando conflitos no ambiente doméstico. De acordo com o depoimento de uma filha da vítima descrito nos autos, Guilherme era esquizofrênico, em tratamento desde por volta de 20 anos de idade. Segundo ela, o tratamento oscilava, com Guilherme parando de tomar remédios quando entendia estar bem. Quand ocorria isso havia estresse com Regina. No geral, era um bom relacionamento entre Guilherme e Regina, nunca tendo havido agressividade entre os dois; A irnã de Regina contou que ela vinha comentando das dificuldades enfrentadas com o filho. A vítima lhe informou a resistência por parte de Guilherme em tomar os remédios necessários para o tratamento. Falou que Guilherme nunca agredira Regina, porém Regina percebia que Guilherme provocava pessoas na rua. Disse que Guilherme não estava querendo tomar os remédios e sempre foi gentil e trabalhador. Ela contou que não estava conseguindo falar com Regina e acompanhou a sobrinha ao imóvel, a fim de verificar se havia ocorrido algo. Elas acionaram chaveiro e ao entrar no imóvel viram o corpo de Regina no colchão, reconhecendo-o cabalmente. A casa não estava revirada, sem sinais de arrombamento

SAQUAREMA: Inconformado com o fim do relacionamento, homem invadiu casa de ex e atirou no atual companheiro dela e só não a matou porque arma falhou. Depois, foi na casa da ex-sogra e executou seu ex-cunhado

Lucas Ventura da Silva Souza está com prisão temporária decretada pela Vara Criminal de Saquarema, na Região dos Lagos Segundo informações do TJ-RJ, inconformado com o fim do seu relacionamento com uma mulher chamada Amanda, ele invadiu a residência dela, efetuando disparos de arma de fogo contra o seu atual companheiro, que se encontra em estado grave de saúde. Ela só não foi atingida porque, no momento do disparo, a arma falhou, logrando êxito em fugir. Em seguida, o acusado invadiu a casa de sua ex-sogra e atirou contra seu ex-cunhado, que veio a óbito. Segundo a Justiça. há, ainda, necessidade de apuração quanto à origem da arma utilizada por Lucas, inexistindo nos autos qualquer indício de que possuísse autorização legal para portá-la. Foi deferida pela Justiça as medidas protetivas pleiteadas para proibir o suposto autor do fato de manter contato com a vítima, seus familiares e testemunhas, por qualquer meio de comunicação, aproximar-se deles a distância inferior a 500 (quinhentos) metros, bem como proibir de freqüentar o local de residência da vítima a fim de preservar a sua integridade física e psicológica da ofendida.

Peixão abandonou Paracambi e entregou comando do tráfico na cidade para o irmão que foi flagrado em escuta de dentro do presídio negociando drogas e apontando envolvimento de policial com o crime. Ele foi condenado ano passado a pena irrisória

Nos últimos anos da década passada, o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, controlava o Complexo de Lages, em Paracambi, cidade da Região Metropolitana do RIo. Segundo relatos de policiais, naquela época, a polícia passou a intensificar a repressão ao tráfico na região e Peixão começou a perder muita coisa. O bandido acabou largando de mão e entregou o comando da área para seu irmão Aldo, que tem o vulgo de Sardinha. Aldo, na época, estava preso mas mesmo assim dava as diretrizes do tráfico. Chegou a ser flagrada uma conversa dele sobre a entrada de drogas no presídio e sobre o suposto envolvimento de um policial com o tráfico. O nome do agente não foi citado, Sardinha: Fortaleci 1 kilo de maconha pro amigo aí, ele faou que era 6 mil, mas 4 era do polícia e 2 era dele, assim em termo, o cara que faz a correria.: O cara que tinha o contato do policia aí tinha falado que 2 era do correria, que era do contato do policia 4 era do polícia. Sardinha usava o telefone da esposa na cadeia e chegou a ser flagrado também uma outra conversa que dizia que estava devendo R$ 28 mil de maconha para alguém. Como líder do tráfico, Aldo determinou que o bandido vulgo Neymar, que teria perdido uma carga de dinheiro para a polícia, fosse destituído do cargo de frente de Lages e que um criminoso conhecido como Duda de Acari assumisse o posto. Em uma conversa com Aldo, Duda disse que matou um policila que havia dadoi vários” derrames ” em sua gestão; que Sardinha o repreendeu na ligação e disse que sua função não era criar problemas e nem matar ninguém e sim fazer dinheiro. Duda chamava Sardinha de Paizão. No processo resultante desta investigação, Sardinha foi condenado a três anos de prisão no ano passado

Justiça havia decidido em 2024 que homem que matou padrasto no ultimo fim de semana em Niterói iria a júri popular por provocar morte de carteiro em acidente de trânsito ao dirigir embriagado

A Justica decidiu em 2024 que Oldenir de Almeida Filho iria  a juri popular acusado de provocar a morte de um funcionário dos Correios durante um acidente de trânsito por supostamente dirigir embriagado  A informação consta no.processo 0016652-20.2022.8.19.0066 do TJ-RJ. Oldenir foi preso ontem suspeito de matar o padrasto a tiros e balear a própria irmã no ultimo fim.de semana, em Niterói. Consta da denúncia: “No dia 27 de dezembro de 2022, por volta das 09h30min, na Rodovia RJ 127, altura do bairro Gonzalez, o denunciado na condução do veículo Fiat Toro , cor branca assumindo o risco de produzir o resultado morte, eis que dirigia o veículo sob efeito de álcool, em alta velocidade e sem a devida habilitação para condução de automóveis, Ele colidiu com a motocicleta Honda NXR 160, pilotada  por  vítima Laércio da Silva Ribas. Em decorrência da batida, a vítima Laércio da Silva Ribas sofreu lesões que  foram a causa única de sua morre . Logo após causar o acidente que culminou na morte de Laércio Ribas, Oldenir deixou de prestar imediato socorro à  vítima. Por fim, após fugir do local do acidente e seguir em direção ao Rio de Janeiro, na Rua Capitão Júlio Vieira, bairro Centro, em frente ao DPO da cidade, o denunciado, de forma livre e consciente, trazia consigo, para consumo pessoal, 4,4 g (quatro gramas e quatro decigramas) da substância entorpecente Cannabis sativa L. (maconha), acondicionados em 01 (um) pequeno invólucro plástico e em 1 (um) cigarro artesanal,  Após a colisão pela traseira da motocicleta, a vítima foi arremessada, caindo próximo a uma borracharia, Comunicados do acidente e da fuga sem prestar auxílio à vítima, policiais militares lograram êxito em abordar o denunciado próximo ao DPO da cidade, oportunidade em que apreenderam maconha no interior do aram sua prisão. Conduzido à Delegacia Policial, foi o denunciado submetido à exame de alcoolemia, oportunidade em que foi constatado que conduzia o veículo Fiat Toro  embriagado. Por tais razões, foi o denunciado preso em flagrante. Um.PM que participou da ocorrência disse que ouviu Oldenir falando que tinha dinheiro para pagar o dano ao veículo da vítima a quem ele chamava de “motoboy” que tinha esbarrado em seu carro. Com a voz de prisão pelo homicídio, o acusado  se alterou e tentou fugir da delegacia. O depoente se dirigiu ao local do crime, após sair da delegacia, oportunidade em que apurou que o réu, conduzindo o veículo em alta velocidade, atingiu a moto conduzida pela vítima pelas costas, saindo do local sem prestar socorro.  Uma testemunha narrou quev viu a vítima, transitando no sentido centro da cidade, quando foi atingida pelo veículo Toro, conduzido por Oldenir , de forma violenta. A vítima foi arremessada e caiu próxima ao acusado, tendo o condutor do veículo atropelador “ameaçado dar uma parada”, acelerando, em seguida, mesmo diante dos acenos do depoente. Laércio ltinha 2 filhos e netos e tinha a fama de ser o carteiro mais responsável da empresa, na direção do veículo e nos cuidados com a manutenção da moto. Oldenir afirmou que sofria desde a sua adolescência, com distúrbios psiquiátricos e psicológicos que fazem com que sua vida “seja vivida de maneira artificial sob a dependência de medicamentos muito fortes que o deixam fora da realidade”. Assevera que no “dia do acontecimento,  estava sob efeito de remédios e isso, em nenhum momento, foi levado em consideração pelo simples fato de alegarem, erroneamente, que o mesmo estava alcoolizado e drogado”. Sustenta que ele  não conduzia o veículo em excesso de velocidade e que estava dopado de substância medicamentosa que faz uso há anos. Assevera que o réu teria sido vítima de espancamento na Delegacia de Polícia Civil, sendo vítima de agressões severas, fato que teria sido ignorado pelo Juízo.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima