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processo judicial

DISSEMINADOR DE ÓDIO: Preso por planejar morte de morador de rua transmitiu tortura de gato ao vivo, disse que iria queimar mendigo negro, induziu garotas a se automutilarem e mostrou na internet pichação em posto da PMERJ

Um dos presos que planejava matar um morador de rua hoje no Rio, Bruce Vaz de Oliveira, transmitiu um vídeo em 23 de fevereiro para a prática de tortura e posterior morte de um gato. No dia 25 de março, ele novamente praticou tortura e morte contra o animal aumentando o ato de crueldade utilizando-se de agiulha, lâmina e faca. Ele usava o ambiente doméstico para a prática dos atos. Ele mantém uma criação de gatos em casa. No dia 25 de março também, Bruce incitou várias pessoas para atentar contra a vida de moradores de rua  “A gente decidiu queimar um mendiginho na rua né cara, fazer um molotovzinho, taca neles, não gosto de preto ainda mais de mendigo”, teria dito ele. Bruce também protagonizou um evento de automutilação de uma adolescente determinando que a vítima utilizasse lâmina para se ferir, fato ocorrido em 16 de fevereiro. Em 4 de março, ele induziu a automutilação de mais duas adolescentes. Em 16 de fevereiro, ele transmitiu uma vídeo chamada para que os usuários pudessem acompanhar a realização de uma pichação em um posto da PMERJ Ele disse ainda que, no dia 20 de abril, iria realizar ato contra a vida de moradores de rua negros tendo como objetivo de transmitir a conduta na internet.  FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia caça homem que cometeu homicídio que chocou Resende e visa matar também ex-namorada e atual namorado dela

A polícia procura por um homem que cometeu um homicídio que chocou Resende, no Sul fluminense. No dia 23 de fevereiro, ele matou um rapaz chamado Bruno Fabrício aproveitando-se da capacidade reduzida da vítima para reagir e defender-se já que havia ingerido bebidas alcoólicas, atacou-a mediante surpresa com instrumento corto-contundente, causando-lhe a morte. O crime teve motivação fútil, já que, nas palavras do denunciado, “a vítima mexeu com ele”. Ainda segundo a denúncia, o assassino ocultou o cadáver de Bruno Fabrício na área de mata próxima à residência onde a vítima estava hospedada. Ele inovou artificialmente o local do crime, com intuito de induzir a erro o juiz e o perito em processo criminal, ainda que não iniciado, ao remover o cadáver, modificar o local e desfazer-se do instrumento do crime Segundo a Justiça, a policia quer prendê-lo imediatamente já que exise o risco dele fazer podendo novas vítima, como sua ex-namorada e o atual namorado desta) Os dois eram as prováveis vítimas quando o autor se dirigiu ao local dos fatos para matar Bruno. O acusado tem comportamento violento e agressivo. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

BRUTALIDADE EM SEROPÉDICA: Após ter chamado a esposa do seu suposto assassino de linda, homem foi morto por asfixia e teve órgão genital e mamilos arrancados

Edivan da SIlva dos Santos foi morto em Seropédica com requintes de crueldade. O corpo foi achado no dia 26 de janeiro na Estrada Santa Ãngela. A causa da morte foi em razão de “asfixia devido ao acometimento da traqueia por lesões cervicais”. O exame evidenciou a existência de extrema brutalidade, diante da amputação completa do pênis e do saco escrotal da vítima, com ferida linear compatível com objeto cortante, uma incisão e remoção de ambos os mamilos, além de duas lesões cervicais cortantes profundas e laterais com acometimento da traqueia e disjunção da vértebra A família da vítima já havia noticiado seu desaparecimento na delegacia da região, fato registrado sob número 048-00297/2025. Há um homem preso pelo crime conhecido como Suel Vaqueiro. Ele teve recentemente sua prisão temporária prorrogada. Ele já havia discutido com a vítima porque viu este colocado cerveja no copo da esposa e a chamou de linda. Na ocasião, o suspeito puxou o facão para Edivan e o agrediu com socos. sendo necessário que as pessoas ao redor apartassem a briga. Suel era considerado uma pessoa violenta já tendo sido acusado de matar um homem a facadas em Bangu, FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Bandidos sequestraram motorista de Uber para usar seu carro para matar usuário de drogas que atuou pelo CV em Japeri

No dia 20 de novembro do ano passado, bandidos sequestraram um motorista de Uber para usar o carro dele para cometer um homicídio em Japeri, na Baixada Fluminense. A vítima do assassinato foi Matheus Santos Costa. O corpo dele foi achado na Rua Francisco Antônio Russo Matheus era usuário de entorpecentes, e já havia atuado no tráfico de drogas em algumas comunidades de Japeri, dominadas pela facção “CV – Comando Vermelho”. O motorista de Uber contou que após aceitar uma corrida, cuja solicitante seria uma mulher, com início no Posto Tio Luiz, na Rodovia Presidente Dutra, no município de Nova Iguaçu – RJ, e destino no bairro de Engenheiro Pedreira, no município de Japeri – RJ, se dirigiu ao local indiciado, onde um homem embarcou, e mandou que o motorista seguisse as coordenadas do GPS do veículo. O condutor narrou que, ao chegar na Estrada do Daniel, destino da corrida, foi rendido e sequestrado por dois homens armados, que se uniram ao passageiro que o mesmo transportava, e lhe disseram que usariam apenas o veículo e depois o libertariam. O motorista permaneceu rendido, amarrado e em cárcere privado até o dia seguinte, por volta das 09h00, quando foi libertado, e rumou para a 56ª DP com o veículo para realizar o registro de ocorrência 056-08443/2024. A mulher que fez o pedido da corrida disse que o passageiro que entrou no veículo saiu da sua casa armado. Os dois suspeitos do homicídio e do sequestro estão com as prisões temporárias decretadas. Embora diversas testemunhas tenham sido ouvidas, não ficou clara a motivação do delito, isto é, a investigação derivou entre a linha passional, e a linha ligada ao envolvimento pretérito não confirmado da vítima com o tráfico de drogas na região de Japeri. No entanto, permaneceu a dúvida que somente a continuidade da investigação será capaz de dirimir, e, talvez, concluiremos que, em verdade, existiu uma terceira motivação ainda não cogitada. O laudo de necropsia da vítima proporciona a noção real da violência e da covardia da ação criminosa que ceifou a vida de Matheus a vítima foi atingida pelas costas por disparos de arma de fogo de alta energia, que causaram as lesões que o levaram à morte.” Ficou comprovado que o carro usado no homicídio era o mesmo roubado do motorista de Uber. FONTE: Tribunal de Justiça do RJ

Apesar de ter sido encontrado material roubado de concessionárias, dono de provedor de internet preso suspeito de ligações com Peixão (TCP) já está solto

Já está solto o proprietário de uma empresa de internet preso em março suspeito de ligações com o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Este provedor foi alvo de diversos disque denúncias, que citam ligação dele com Peixão. Na sede da empresa, em Vigário Geral, foram encontrados diversos itens subtraídos de concessionárias de serviço público, relativos a telecomunicações. Não foram apresentadas, porém, nota fiscal do material nem documentação referente à atividade prestada. Na sua decisão, a Justiça alegou que não se imputa a prática de crime com violência ou grave ameaça. Portanto, conclui-se ser suficiente e adequada a substituição da prisão preventiva por outras medidas cautelares a elas alternativas como meio para evitar a prática de novos crimes. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeior

Policial civil aposentado está com prisão preventiva decretada suspeito de matar motociclista em discussão de trânsito no Itanhangá

Um policial civil aposentado está com a prisão preventiva decretada suspeito de matar um motociclista em uma suposta discussão de trãnsito em outubro do ano passado, no Itanhangá, na Zona Oeste do Rio. Segundo os autos, o acusado desferiu três disparos com sua arma de fogo contra a vítima Francisco Flavio Freitas Correia, que estava conduzindo sua motocicleta, em plena via pública, quando se dirigia ao seu local de trabalho, em razão de suposto desentendimento de trânsito. Um funcionário de um posto de gasolina afirmou ter visto o momento em que um carro preto passa pela motocicleta da vítima e efetua cerca de três disparos de arma de fogo, e em seguida avistou o piloto caindo lentamente do veículo. Segundo consta do relatório final de inquérito, um grupo de mototaxistas da localidade teria afirmado ter visto uma discussão de trânsito entre a vítima e o condutor de um veículo preto, que aparentava ser um Fiat Palio, e que ambos trafegavam em alta velocidade e gesticulando, até que, em determinado momento, o motorista do veículo emparelhou com a motocicleta da vítima e desferiu disparos contra ela, que foi atingida e faleceu no local. A versão apresentada pelas testemunhas vem corroborada pelas imagens das câmeras de segurança dos condomínios e estabelecimentos localizados nas vias públicas onde se deram os fatos em que também se pode perceber que o denunciado persegue a motocicleta, inclusive permanecendo sempre bem próximo a ela, atirando contra a vítima no momento que passam pelo posto de gasolina, e nos momentos seguintes, aparecendo somente as imagens do veículo do autor dos disparos. O réu, por sua vez, ao ser intimado por contato telefônico para comparecer à distrital, afirmou ter sido vítima de tentativa de homicídio na manhã do dia dos fatos (16/10/2024), razão pela qual teria reagido e efetuado os disparos sem saber se havia vitimado alguém. No entanto, da análise das imagens capturadas faz concluir que o veículo preto estava o tempo todo atrás da motocicleta da vítima, como se a estivesse perseguindo pela via pública, o que fragiliza a veracidade da versão apresentada pelo denunciado. Segundo a Justiça, a ousadia da ação ganha ainda maior relevo quando se constata que partiu de um ex-agente da lei, a quem, precipuamente, incumbia a defesa da vida, fazendo, com isso, periclitar a credibilidade da sociedade no sistema de justiça como um todo e se configurando em verdadeira inversão de valores. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Relembre o único ataque promovido por traficante morto ontem em operação em Copacabana fez contra policiais que virou processo na Justiça

Morto ontem em operação na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Vinicius Kleber Di Carlantonio Martins, o Cheio de Ódio, tinha ficha criminal extensa por crimes como elas furto, roubo, tráfico de drogas e tentativa de homicídio., principalmente contra policiais. Em, 7/12/2021, por volta das 09:30h, no interior da Comunidade Tabajaras, na Rua Aníbal Reis, altura da Quadra do Rei da Bola, no bairro Botafogo/RJ, Cheio de Ódio e comparsas, com intenção de matar, efetuaram disparos de arma de fogo contra a guarnição policial composta pelas vítimas B.M., T.R.L , que realizavam patrulhamento de rotina pela comunidade sendo certo que, ao passarem próximo à Quadra do Rei da Bola, foram surpreendidos pelos criminosos que, ao avistarem os agentes, inopinadamente, começaram a efetuar disparos de arma de fogo contra eles. Diante disso, os policiais revidaram tendo os indivíduos empreendido fuga em direção à mata da comunidade, evadindo-se do local. Na delegacia, os policiais militares reconheceram os autores dos fatos ainda e juntaram material entorpecente que estava no local onde os denunciados se encontravam. Os crimes de homicídio só não teriam se consumado por circunstâncias alheias à vontade dos bandidos, quais sejam, o erro de pontaria, sendo certo que foram praticados mediante emboscada e contra policiais militares no exercício da função. O caso consta como arquivado no TJ-RJ. Outros bandidos de sua quadrilha envolvidos em ataques a policiais são os vulgos Carreirinha, Cenourinha, JT, Holandês e Duduzinho. Chei de Ódio assumiu de frente no morro depois da morte seu irmão Bruninho BR em 2015, pela Polícia Federal FONTE: Superior Tribunal de Justiça e TJ-RJ

TERESÓPOLIS: Traficantes do CV montaram uma armadilha para matar um integrante que tinha dívidas com a facção. Vìtima foi atraída com falsa promessa de segunda chance, se fingiu de morta para não morrer mas perdeu um rim

Traficantes do Comando Vermelho montaram uma armadilha para matar um homem que tinha dívidas com a facção em Teresópolis e ele se fingiu de morto para escapar. A vítima fazia parte da facção e um dia antes do fato, recebeu uma ligação de um bandido vulgo como BK ( que encontra-se preso) que disse que ia lhe dar oportunidade do se acertar com o grupo uma vez que ele devia um valor à organização. BK propôs dar cinco cargas para o antigo comparsa e com as vendas ele iria tirar sua parte de vapor ( R$300,00) e o restante seria da facção e além disso o alvo teria que ficar à disposição do grupo. BK mandou a vítima pegar a carga com o traficante vulgo Fiel do morro dos Pinheiros e levar para a rua Mato Grosso no bairro Santa Cecília; Um traficante vulgo LC encontrou o alvo na pracinha do lama Fria. Andaram até a rua Mato Grosso e lá pegaram um moto Uber ( que não tem envolvimento com os fatos) e foram até o Morro dos Pinheiros.. A vítima foi sozinha encontrar Fiel no morro dos Pinheiros. Chegando no local, o alvo ligou para BK que indicou o local onde Fiel estaria aguardando;Fiel estava em um Citroen preto quatro portas com mais dois elementos, sendo um branco e um preto,. Durante o trajeto, o alvo estranhou que Fiel mudou a rota e foram sentido Vale da Revolta; Ao chegarem na localidade do Meudom, a vítima percebeu que era uma armadilha. Chegando na Rodovia BR 116., o motorista mandou o alvo descer e nesse momento a vítima disse: ” Porque vocês vão fazer isso comigo?” Neste momento, um dos suspeitos pegou uma chave de roda e acertou a cabeça do alvo; Então, a vítima saiu do carro e tentou correr e então Fiel efetuou disparos contra o alvo. Nos primeiros disparos, a vítima pulou na vala e então um dos bandidos o viu e disse para Fiel. O criminoso continuou agredindo o alvo com a chave de roda. Fiel tentou dar mais 1 tiro porém a arma falhou. A vítimanão tinha para onde correr e então ficou tentando se esquivar dos tiros. Fiel fez mais dois disparos tentou dar mais porém as munições tinham acabado e então foram embora. A vítima teve que fingir que estava morta. Assim que os autores foram embora, o alvo correu pedindo socorro e então foi socorrido pela concessionária da rodovia que chamou a ambulância; Contou que BK trabalha para um indivíduo vulgo Fael e foi ele quem orquestrou sua execução alegando incialmente que iria lhe dar uma nova chance.Fael é o chefe do tra´fico na comunidade da Nova Cecília. Três envolvidos estão com as prisões temporárias decretadas, entre eles Fael. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Leia a dinâmica do assassinato de PM morto essa semana em Anchieta

Leia agora como foi a morte do PM Fábio Cordeiro Matheus dos Santos durante uma tentativa de assalto durante essa semana, em Anchieta. Um dos suspeitos, Bruno Leonardo Guimarães, foi preso. Consta no flagrante que as vítimas estavam em uma moto em frente à estação de trem de Anchieta, quando foram abordados por dois homens em duas motos, sendo que uma se posicionou na frente e a outra atrás das motos em que estavam as vítimas. O indivíduo que estava na moto da frente portava uma pistola Glock .40 e o que estava atrás, um revólver calibre .38. O suspeito que estava na moto de trás apontou uma arma de fogo para as vítimas e puxou a bolsa que estava presa à perna da vítima sobrevivente. Esse indivíduo disse: “perdeu, perdeu”. Como não conseguiu soltar a bolsa da perna da vítima, o bandido apertou o gatilho do revólver calibre .38 que estava apontado para a cabeça da vítima, mas a arma falhou. Instantes depois, a moto em que estavam as vítimas tombou, momento em que caíram no chão. No momento em que Fábio se levantou, os indivíduos viram o volume da arma em sua cintura e gritaram: “polícia, polícia!”. Os criminosos, então, focaram em Fábio, tendo a outra vítima conseguido correr e entrar em uma loja de sorvetes. Assim que a vítima entrou no estabelecimento, os lojistas baixaram a porta e se esconderam no banheiro. A vítima sobrevivente ficou sem visão da rua, mas ouviu muitos disparos de arma de fogo. Em seguida, levantou a porta da frente da loja para ver o que estava acontecendo e procurar por Fábio, momento em que viu a moto com os criminosos em fuga e um carro em velocidade indo atrás. Ao se aproximar, encontrou Fábio já em óbito próximo a um veículo. Quando retornou, tomou conhecimento de que policiais militares que passavam na hora reagiram ao assalto. De acordo com os policiais militares, eles avistaram dois homens com capacetes, desembarcados e armados. A pessoa rendida, a vítima Fábio, estava com os braços levantados e conversando algo com os criminosos. Nesse momento, os policiais militares pararam a viatura e desembarcaram. Em seguida, se identificaram como policiais e ordenaram que soltassem as armas. Nesse momento, de uma forma dinâmica e rápida, um dos indivíduos apontou a arma de fogo para Fábio, que estava atrás de um veículo estacionado, e atirou em sua direção, com a clara intenção de matá-lo. Após atirar em Fábio, o indivíduo se voltou para os policiais militares e efetuou disparos, tendo um dos policiais revidado. Em seguida, os indivíduos subiram na moto e empreenderam fuga em direção à Avenida Brasil. Após a fuga dos indivíduos, a vítima sobrevivente se aproximou e narrou os fatos para os policiais. Em questão de minutos, uma viatura da polícia civil chegou para verificar a ocorrência e realizar a perícia de local. A arma pessoal de Fábio foi levada pelos indivíduos. Os policiais civis tiveram acesso a imagens de câmeras de segurança dos arredores e conseguiram identificar a fuga dos coautores. De acordo com a autoridade policial, “Bruno aparece portando uma pistola na mão esquerda e com a mão direita coloca a mão na lesão causada por tiro, no confronto que tiveram com outros policiais que passavam pelo local e perceberam a ação criminosa. Segundo o delegado de polícia, “a compleição física do autor que aparece no vídeo com a arma na mão esquerda fugindo do local é idêntica a de Bruno” e “o local da lesão onde o autor do latrocínio coloca a mão e sentia dor no momento da fuga é exatamente a região onde Bruno está com a entrada da bala” Consta ainda do auto de prisão em flagrante que os policiais, em diligências nas unidades hospitalares, tomaram conhecimento de que Bruno tinha dado entrada na UPA de Manguinhos, onde recebeu o primeiro atendimento. Contudo, percebendo a possibilidade de ser preso, decidiu fugir do local. Após complicações das lesões, o custodiado retornou à mesma unidade de atendimento quando foi transferido para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde se encontra internado. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Em prisão domiciliar por decisão do STF, deputado federal acusado de ser mandante da morte de Marielle não pode usar rede social nem dar entrevistas

Com a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes de lhe conceder o direito à prisão domiciliar, o deputado federal Chiquinho Brandão, suspeito de ser um dos mandantes do assassinato de Marielle Franco, não poderá usar redes sociais e terá que ficar com tornozeleira eletrônica. Ele também não poderá dar entrevistas e não.poderá também receber visitas exceto de advogados, filhos irmãos ou netos. Moraes lhe concedeu o benefício devido a seu estado de saúde delicado. Chiquinho assim como seu irmão Domingos Brazão.e o delegado Rivaldo Barbosa se tornaram réus acusados de planejar o homicídio de Marielle e de seu motorista Anderson Gomes em março de 2018. FONTE: STF

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