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prisão

Bebê de cinco meses foi espancado e encontra-se em estado grave. Casal acusado disse que foi picada de formiga

Veja agora detalhes sobre o caso de um bebê de cinco meses que foi agredido por um casal na Baixada Fluminense. Os suspeitos estão com prisão preventiva decretada. O boletim de atendimento médico do bebê descreve expressamente que este encontra-se internado em CTI.pediátrico em estado grave, entubado, com ventilação.mecânica em razão de insuficiência respiratória, múltiplo traumatismo craniano e fratura do fêmur em razão de espancamento. A criança foi deixada aos cuidados de uma das envolvidas que permaneceu na casa com outras várias crianças (aproximadamente 8), juntamente com seu companheiro entre os dias 31/03/2025 e 01/04/2025.   No dia 1º, a avó materna foi buscar o neto e viu que ele tinha com um olho roxo. Além do olho roxo, a avó notou outras lesões. Tinha marca de unha na perna, já com casca de cicatrização, estava com o olho inchado, e estava muito sonolento e quando mexia nele, ele gemia. Levou o menino na UPA e depois em outra UPA A avó descobriu que ele estava com uma fratura na perna e hematomas. Quando ela pegou o neto de volta, percebeu que a criança não estava no seu estado normal, sem reação e inclusive com machucados aparentes. A mulher que tomava conta da criança disse apenas que acreditava que o bebê teria sido “picado por uma formiga”. Ela disse que já recebeu o menino com olho inchado e ficou mais ainda inchado e vermelho. Em seu segundo depoimento, a mulher que tomava conta da criança disse que seu companheiro. teria deixado o garoto cair no chão enquanto esta teria se ausentado de casa com a mãe do bebê por aproximadamente 40 minutos. Quando retornou, encontrou o menino deitado no chão e viu que um dos olhos estava inchado e roxo. No entanto, apesar dos suspeitos afirmarem que seria apenas um olho inchado, proveniente de provável picada de formiga, a prova técnica é completamente contrária à esta versão. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Outro PM preso em operação contra envolvidos em morte de advogado tinha um punhado de munições, armas, granadas e R$ 45 mil

Leia o que foi apreendido com outro PM preso ontem durante operação contra envolvidos no homicídio do advogado Rodrigo Marinho Crespo. Os policiais realizaram o auto de prisão em flagrante na Rua Timon, no , Jardim Gramacho, Duque de Caxias/RJ. Foram apreendidos no local materiais de origem criminosa, . Foram encontradas diversas munições não deflagradas de diferentes calibres: 13 de .380, 35 de 9mm, 27 de 5.56mm, 7 de 7.62mm, 21 de .40 e 20 de 12. Também foi arrecadado na residência uma arma tipo espingarda de calibre 12, um revólver de calibre indeterminado, um simulacro de pistola, 2 carregadores de calibre indeterminado, 1 carregador estendido de calibre 9mm, 2 granadas de luz e som e 7 rádios comunicadores; O PM preso reconheceu todos os itens arrecadados como de sua propriedade, salvo a quantia de R$ 45.200,00 , a qual sua esposa alegou ser sua, fruto do seu trabalho com bronzeamento artificial. O PM teve a prisão preventiva decretada. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

PM preso ontem em operação contra envolvidos na morte de advogado tinha em sua casa e na da namorada celular apreendido em ação policial e munições da própria corporação sem ser autorizado

Leia como foi a prisão de um dos PMs alvos de operação ontem contra envolvidos na morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo. Durante cumprimento a mandado de busca e apreensão, verificou-se a possibilidade de o suspeito estar no 17º BPM (Ilha do Governador) a trabalho, razão pela qual as equipes se dividiram para cumprir a busca em ambos os endereços de forma simultânea. No 17º BPM foram apreendidas seis munições de fuzil, calibre 762, em poder do indiciado e dois celulares, além de sua arma funcional com as respectivas munições. Na residência, a guarnição foi recebida pela ex-companheira do conduzido, mas nada foi encontrado no local. Após finalizar as buscas no imóvel, a guarnição procedeu até o 17º BPM e foi informada pelo PM que ele estaria dormindo na residência de uma namorada, localizada no bairro Taquara, não havendo problema em acompanhar os policiais até o local e franquear a entrada no imóvel. No local, a namorada do custodiado, também policial militar, autorizou a entrada no imóvel, apresentou sua arma e disse que havia outra arma de fogo, modelo Taurus G3C, calibre 9mm, que estaria sendo comprada de um amigo do indiciado sendo toda a negociação realizada por ele.A companheira do acautelado afirmou não conhecer o antigo dono da arma e que o PM havia pedido para que ela guardasse a arma e suas munições enquanto os trâmites de doação fossem feitos. Ato contínuo, dentro da mesma maleta, foi encontrado outro registro de arma de fogo, também em nome do amigo do PM, modelo Taurus PT111 G2C, nº ACK 395830, mas o armamento não foi encontrado no imóvel. Por fim, encerrada a busca no imóvel, foram arrecadados cinco carregadores de pistola vazios, uma pistola modelo Taurus G3C ACM675558, acessórios da mesma arma, manual da arma, 41 (quarenta e uma) munições do calibre 9mm, bem como 02 (dois) documentos de registro de arma de fogo (Taurus PT111 G2C, nº ACK 395830 e Taurus, G3C – cal. 9Mm – ACM 675558). Registre-se que as munições de fuzil deveriam ter sido devolvidas ao 17º BPM e que um dos celulares havia sido apreendido pelo PM em operação policial realizada na data anterior. A prisão ocorreu durante cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pelo III Tribunal do Júri da Comarca da Capital, em procedimento sigiloso, que apura a suposta prática de delito de homicídio. Além disso, o preso exerce a função de policial militar e, conforme indicam os elementos probatórios, estava na posse de munições da corporação, sem a devida autorização, além de estar na posse de um celular que havia sido apreendido em operação policial anterior, conduta incompatível com a esperada para um policial militar. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Trans foram presas suspeitas de extorquir norueguês em Copacabana. Elas exigiam grana para não divulgar vídeos íntimos

Duas mulheres trans foram presas acusadas de extorquir um turista norueguês, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Os fatos vinham ocorrendo desde o último dia 22. As suspeitas, que são garotas de programa, chantageavam a vítima com ameaças de divulgar vídeos íntimos gravados sem autorização. A dupla exigia pagamentos em espécie para não expor o material, totalizando um prejuízo estimado em R$ 35 mil, além de tentativas de extorsão que somam aproximadamente R$ 80 mil. A vítima chegou a realizar diversos pagamentos para as prostitutas, que passaram a procurá-lo onde está hospedado. Na hora em que realizavam nova extorsão, as autoras acabaram presas. Uma das detidas tem antecedentes pelos crimes de extorsão, associação criminosa e rufianismo. As investigações prosseguem para identificar e localizar outros envolvidos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Após divulgarmos um ataque de granada em policiais civis em Jacarepaguá, polícia prendeu um dos autores em MG

Após a nossa reportagem divulgar um ataque de criminosos a policiais civis em Jacarepaguá, a polícia prendeu um dos bandidos que arremessou um explosivo contra os agentes. O fato ocorreu no último dia 19, no Anil. O autor foi localizado na zona rural de Viçosa, em Minas Gerais, para onde fugiu para se esconder O caso aconteceu quando agentes passavam pela Estrada do Engenho d’Água, no Anil, e foram atacados por três homens, na tentativa de assaltar o veículo em que os policiais estavam. Na Justiça, a informação que consta é que os bandidos atacaram os policiais após os confundirem com milicianos. Na ocasião, um dos suspeitos arremessou um artefato que explodiu no interior do carro, deixando os agentes feridos. Logo depois, sem conseguir os bandidos fugiram para o interior da comunidade da Gardênia Azul.  Policiais descobriram a identidade do indivíduo que arremessou o explosivo e dos seus dois comparsas. Finalizada a apuração, foi então pedida e decretada a prisão preventiva dos autores. O bandido preso estava escondido em uma casa, longe de centros urbanos. Apesar do difícil acesso, agentes da 38ª DP,  juntamente com a Polícia Civil mineira, foram até ao local e realizaram a captura. Na ocasião, um homem, foragido da Justiça, também foi detido.    Em relação aos outros dois envolvidos no crime, um deles foi preso dias depois por tráfico de drogas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Bandido preso em 2024 com pistola e granadas foi solto e acabou capturado novamente hoje na Muzema em operação contra o CV

Um bandido que foi preso no ano passado com uma pistola e duas granadas e acabou solto foi pego novamente hoje Ele e um comparsa foram capturados na Muzema, no Itanhangá em operação que tem.o objetivo de frear o avanço da facção narcoterrorista Comando Vermelho em comunidades da Zona Oeste, como Muzema, Boiúna, Tijuquinha, Morro do Banco, Sítio do Pai João, Os bandidos tentaram fugir, invadindo residências de moradores, mas foram capturados pelos policiais civis. Um dos suspeitos sofreu lesões durante a fuga, sendo socorrido pelos agentes para atendimento hospitalar. Com a dupla, foram apreendidas grande quantidade de drogas e um rádio comunicador. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Em ação para conter o avanço do CV na Zona Oeste do Rio, criminosos atacaram a polícia e se deram mal: um morreu e outro foi ferido

Um traficante foi morto e outro.baleado em ação policial na Boiúna, em Jacarepaguá. Durante a operacão, criminosos atacaram os agentes. Houve confronto. Os policiais apreenderam drogas, além de uma pistola e uma simulacro de arma de fogo. Os bandidos alvejados integram o Comando Vermelho, que vem buscando ocupar as comunidades da região. A ação foi mais uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção na Zona Oeste do Rio. FONTE: Polícia Civil do RJ

Quadrilha que vinha de SP para roubar imóveis de luxo no Rio tinha o apoio do TCP. Dividiam até os lucros. Sete foram presos

As polícias do RJ e SP fazem operacão contra uma quadrilha especializada em assalto a imóveis de luxo. Sete pessoas foram presas. A investigação começou em junho do ano passado, quando quatro criminosos invadiram uma casa no Jardim Botânico, no Rio, e realizaram o assalto. Na ocasião, os criminosos, que vieram de São Paulo,  permaneceram na comunidade do São Carlos, onde tiveram apoio dos bandidos locais, ligados ao Terceiro Comando Puro. Os traficantes forneceram um veículo e um taxista que atuou como batedor, conduzindo os assaltantes até o local do crime. As joias subtraídas foram vendidas ainda na Comunidade do São Carlos, para um ourives de Copacabana, pelo valor de R$ 31.600. A quantia foi repartida entre a quadrilha e os traficantes Dos sete presos, quatro foram os assaltantes, um foi o ourives e outras duas pessoas envolvidas no bando O taxista que atuou no crime, já encontra-se preso desde 2024 FONTE: Polícia Civil do RJ

Após divulgarmos que traficantes espancaram idoso em Búzios, polícia fez operação e prendeu seis

Um dia após nossa reportagem divulgar a notícia de um espancamento de um idoso de 76 anos por parte de traficantes em Búzios, a polícia fez uma operação para prender os agressores. Ao todo, seis pessoas foram presas e um adolescente foi apreendido. De acordo com os agentes, os criminosos acusaram o homem de estar repassando informações do crime organizado para a Polícia Militar, durante uma operação que resultou em uma grande apreensão na região. O idoso foi espancado com uma barra de ferro e encontra-se internado em uma unidade hospitalar. Ainda durante a operação, os agentes apreenderam grande quantidade de drogas, além de armas, rádios comunicadores e celulares. Dois criminosos que não eram alvos da ação, foram autuados em flagrante por porte de arma de fogo de uso restrito, tráfico e associação para o tráfico de drogas FONTE: Polícia Civil do RJ

Suspeitos de homicídio de advogado no Centro do Rio são alvos de operação policial, entre eles três PMs. Eles seriam ligados ao contraventor Adilsinho

O Ministerio Publico e a Policia Civil fazem operacão contra investigados por envolvimento no homicídio do advogado Rodrigo Crespo, ocorrido em fevereiro do ano passado no Centro do Rio. Os alvos possivelmente integram a quadrilha vinculada ao  contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho – foragido da Justiça. Nesta fase da operação, são alvos de busca três policiais militares, além de quatro outras pessoas, identificados como matadores na hierarquia da organização, segundo as investigações. Segundo a Policia Civil, a Delegacia de Homicidios tem novos indícios que mostram a existência de um grupo de “matadores de aluguel”, responsável por diversos homicídios, todos a serviço de uma organização criminosa que explora o comércio ilegal de cigarros e atividades contravencionais. O bando é suspeito de envolvimento em diversas execuções recentes no Rio de Janeiro, como o do miliciano Marco Antonio Figueiredo Martins, o Marquinhos Catiri; do policial penal envolvido no comércio de cigarros, Bruno Killier; além do homicídio de Rodrigo Crespo. No dia 26 de abril, o GAECO/MPRJ denunciou três homens, entre eles um policial militar, por homicídio qualificado. A ação penal aponta que os denunciados participaram do monitoramento da vítima e estiveram juntos antes e depois do crime. Os réus estão presos preventivamente e serão levados a Júri popular. De acordo com os policiais, após as apurações avançarem, um novo envolvido foi identificado. Ele já está preso por envolvimento em outro homicídio, também no ano passado, que vitimou o comerciante Antônio Gaspazianne Mesquita. A investigação mostra que o assassinato foi motivado por desavenças na exploração de máquinas caça-níqueis da região. FONTE: Ministério Público do Rio de Janeiro e Polícia Civil do RJ

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