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Preso chefe da milícia de Curicica que se associou ao TCP

A Polícia Civil prendeu o miliciano Jonathan Cesário, vulgo Nicotina, apontado como chefe da comunidade Dois Irmãos, em Curicica, Jacarepaguá. Durante a operação, o bandido jogou pela janela a arma, carregadores e munições mas o material foi apreendido. Os agentes acharam também uniformes militares e kit rajada. Segundo a polícia, Nicotina se associou a traficantes do Terceiro Comando Puro para explorar as atividades criminosas na região, bem como para invadir e defender território O criminoso era responsável por atacar áreas rivais e tinha um perfil violento e sanguinário. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

Ex-CAC preso em 2019 com arsenal que seria usado em homicídios voltou a ser pego hoje. Ele fabricava silenciadores de armas em sua casa. VIDEO

Predo em 2019 com um arsenal que abasteceria uma quadrilha envolvida em homicidios na Região Serrana , Elias Vigorito, um Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), que teve o registro cancelado, voltou a ser preso hoje. . No interior da sua residência em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, os agentes localizaram uma estrutura montada para a fabricação de supressores de ruído (silenciadores) e para a recarga ilegal de munições. A operação foi realizada pela Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), que cumpria mandados de busca e apreensão contra o suspeito. Investigações apontam que Elias mantinha na residência, de forma ilegal, armas de fogo, além de comercializar munições e acessórios. No local, foram apreendidas armamentos, ferramentas, maquinários, insumos e artefatos parcialmente montados, evidenciando atividade clandestina voltada à modificação e produção de acessórios bélicos. Ele foi autuado em flagrante, nesta quinta, pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e fabricação ilegal de acessório de arma de fogo e munições. Durante a ação, foram arrecadados dispositivos eletrônicos, com o objetivo de identificar conexões com redes criminosas envolvidas na aquisição, customização e distribuição ilícita de armamentos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Consórcio entre o CV e o PCC movimentou mais de R$ 250 milhões

Um consórcio das organizações criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital voltado para o abastecimento de armas de fogo e drogas para o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio , movimentou mais de R$ 250 milhões. O esquema é alvo de operação hoje da Policia Civil. Os dois alvos da ação foram capturados, nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. A investigação revelou uma rede de pessoas interpostas, empresas de fachada, contas bancárias de laranjas e logística interestadual para mobilização e dissimulação dos produtos e ativos ilícitos, com núcleos na capital fluminense e no Mato Grosso do Sul. A apuração contou com análise de conversas telemáticas, dados financeiros e laudos periciais. Foi constatado que Fhillip da Silva Gregório, o “Professor”, morto no início de junho, estava envolvido no esquema. Um dos alvos capturados, em Taubaté, interior de São Paulo, é uma mulher com ligações estreitas com o PCC. Com uma grande rede de contatos, ela era a interface do Professor com fornecedores de armas do Mato Grosso do Sul. A autora é também ex-esposa de um chefe da facção, preso no Rio em 2020, que atuaria diretamente na fronteira do Brasil com o Paraguai. O outro preso é o homem que atuava na mobilização dos recursos financeiros oriundos de transações ilícitas do CV. Ele coordenava pessoalmente a realização de eventos em comunidades, que eram uma maneira de mesclar ativos de origem lícita com outros advindos do tráfico, possibilitando a inserção no sistema financeiro sobre a aparência de receitas ilícitas.  A operação tem ainda o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão contra outros investigados, a fim de reunir elementos que possam auxiliar no inquérito. FONTE: PCERJ

Quadrilha especializada em furto de petróleo é alvo de operação

A policia do RJ mira uma organização criminosa especializada no furto de petróleo bruto. Os agentes cumprem, nesta quarta-feira (02/07), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra os líderes e integrantes do grupo, em Além Paraíba, no estado de Minas Gerais. Até o momento, um criminoso foi capturado. Segundo as investigações, eles atuavam de forma estruturada e persistente ao longo dos últimos anos, mesmo após terem sido alvos de diversas operações policiais.  A apuração teve início a partir da tentativa de uma subtração de petróleo bruto, na região de Rio das Flores, em agosto do ano passado. Técnicos identificaram movimentações suspeitas e localizaram um túnel escavado com aproximadamente sete metros de extensão, projetado para acessarclandestinamente a tubulação e viabilizar o furto. A rápida ação integrada entre o setor de segurança da empresa e a DDSD impediu a consumação do crime e evitou um potencial desastre ambiental, já que a perfuração ocorria nas imediações do Rio Paraíba do Sul, responsável pelo abastecimento de milhões de pessoas em três estados da federação. O inquérito revelou o alto grau de sofisticação da organização criminosa, que utilizava veículos alugados por terceiros, contas bancárias de interpostas pessoas e comunicações criptografadas, com o objetivo de dificultar a identificação dos verdadeiros responsáveis. A atuação coordenada entre a Polícia Civil e o MP foi determinante para o robusto conjunto probatório reunido, que evidenciou o papel de liderança exercido pelos líderes, que mantinham atuação contínua no planejamento, financiamento e execução das empreitadas ilícitas. PRegistra-se que os investigados já tinham sido alvos de outras cinco operações anteriores, o que demonstra a reincidência e o desprezo às medidas cautelares anteriormente impostas pelo Poder Judiciário. Os líderes do grupo foram alvos também da “Operação Ouro Negro”, deflagrada pela própria DDSD quando foram identificadas ligações diretas com um contraventor.Além deles, outros integrantes da organização criminosa estão na mira desta ação Eles foram identificados ao longo das investigações e atuavam de forma estruturada no suporte logístico à prática dos crimes, especialmente no pagamento de despesas e ocultação da identidade dos mandantes. FONTE: PCERJ

Presos por morte de advogado no Centro do Rio tiveram as prisões preventivas decretadas por mais um homicídio ligado a máfia dos cigarros

Os presos envolvidos na morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo no ano passado no Centro do Rio tiveram as prisões preventivas decretadas por mais um homicídio ligado a máfia dos cigarros. São eles o PM Leandro Machado da Silva, vulgo Rabananda, Cezar Daniel Mondego de Souza, o Visáo, Eduardo Sobreira Moraes e Ryan Patrick Barboza de Oliveira. O crime em questão foi cometido em 09/01/2024, na Rua Joaquim de Oliveira, 20, Porto da Pedra, São Gonçalo, tendo como vítima Thiago Trigueiro Gomes. Dois indivíduos invadiram o depósito de bebidas da vítima no endereço e o carona teria descido e efetuado diversos disparos de arma de fogo contra a vítima, que, sem possibilidade de qualquer reação, veio a óbito. O crime foi cometido por motivo torpe, uma vez que os acusados tiveram ciência de que a vítima estaria comercializando cigarros falsificados ou paraguaios da marca GIFT em desacordo com a ordem local, haja vista que para a negociação do referido produto deveria seguir as regras impostas pelo grupo criminoso da região e, em retaliação, ceifaram a sua vida No local foram apreendidos dois aparelhos celulares da vítima, e que nada foi roubado, o que pode configurar uma execução. Nesse sentido foram ouvidas várias testemunhas, todas uníssonas no sentido de afirmar que a vítima era muito reservada. Afirmam que não sabem quem poderia ter feito isso, que Thiago, a vítima, usava muito seus telefones celulares, sendo que quaisquer informações importantes talvez possam estar contidas em seus aplicativos Vale lembrar que o assassinato do advogado também teria sido motivado pela máfia do contrabando de cigarros. FONTE: TJ-RJ

Polícia prendeu só hoje quase 100 pessoas envolvidas em roubos, furtos e receptação de celulares no Rio. Foram apreendidos mais de 900 aparelhos

A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) prendeu hoje 92 pessoas e apreendeu 931 celulares durante , o “Dia D” da “Operação Rastreio”, que combate roubo, furto e receptação de aparelhos de telefone celular. Iniciada em 3 de maio, já é a maior iniciativa do estado contra a cadeia criminosa envolvida na subtração e comercialização dos dispositivos ilícitos. As diligências contam com agentes de distritais e unidades especializadas nos 92 municípios do Rio de Janeiro.  O Dia D da “Operação Rastreio” ocorre uma semana depois de as delegacias de todo o estado enviarem intimações para que mais de 3 mil usuários de celulares produtos de crimes entregassem os aparelhos. Eles tiveram 72 horas para devolver os telefones adquiridos de forma irregular, evitando, assim, a responsabilização criminal. Os intimados foram identificados a partir das investigações conduzidas pelas unidades da Polícia Civil. Quem não entregou o aparelho será indiciado pelo crime de receptação. O objetivo é evitar a comercialização dos bens, o que teria um impacto sobre toda a cadeia criminosa, além de mostrar para a população que essa aquisição tem consequência. O levantamento feito pela Polícia Civil mostrou que 934 pessoas foram até as delegacias e entregaram os telefones. Com isso, o volume de celulares apreendidos desde o início da “Operação Rastreio” – que inclui iniciativas contra receptadores em grandes centros comerciais populares na capital e na Região Metropolitana – ultrapassa 2,3 mil. Além disso, até a última segunda-feira (30/06), 105 pessoas foram presas por envolvimento na cadeia criminosa. Com as diligências do “Dia D”, esses números vão crescer significativamente. Todos os dispositivos recuperados passam por perícia. Como parte das investigações, os legítimos proprietários estão sendo identificados e terão seus bens restituídos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Investigação que culminou em operação hoje contra PMs começou depois que homem denunciou que policiais lhe exigiram R$ 6.000 para que seus bens fossem liberados

A investigação sobre os PMs alvos de operação de hoje do Ministério Público Estadual começou depois de que um homem que prestou declarações, em sede de delegacia de polícia judiciária militar, em 09/06/2021, ocasião em que informou ter sido abordado de forma truculenta por duas equipes da Polícia Militar, tendo inclusive sido algemado, àquela mesma data. Narrou que os policiais teriam lhe exigido a quantia de R$6.000,00, empregando contra a vítima diversas ameaças. O valor deveria ser transferido, via Pix, A vítima, na ocasião, informou aos policiais que não teria o aplicativo para poder fazer a transferência, o que ocasionou xingamentos e intimidações por parte dos agentes, segundo relato da vítima. Em seguida, afirmou que os policiais subtraíram alguns bens que estavam com ele (relógio, celular, chave de carro e dinheiro) e deram o prazo de meia hora para que fosse em casa e trouxesse o valor de R$ 6.000,00, a fim de que seus bens fossem liberados. O homem ao chegar em sua residência, fez contato via 190 e, após, foi ao 39º BPM. Os policiais militares, supostamente envolvidos e ouvidos em sede policial, negaram a prática do delito narrado pela vítima. Desta forma, foi tomada a medida de afastamento do sigilo bancário afim de elucidar a movimentação bancária referente ao CPF do Pix. A operação de hoje veio a tona em razão de fatos recentes em que uma outra em juízo, declarou ter sido procurada por pessoas que sabe serem envolvidas em práticas criminosas, a fim de que não falasse a verdade em seu depoimento em Juízo. Por conta disso, a Justiça determinou a suspensão cautelar da função pública dos acusados e, subsidiariamente, a suspensão da atividade-fim dos réus, proibindo-lhe de exercerem suas atividades no 39º BPM, . Compulsando-se os autos, constata-se que assiste razão parcial ao Ministério Público. A vítima, em Juízo, relatou fatos novos que demonstram a necessidade de adoção de medidas cautelares, a fim de preservar a instrução criminal e a futura aplicação da lei penal, notadamente em razão das supostas tentativas de impedi-la de falar a verdade em juízo, bem como impedir eventual reiteração de condutas criminosas. Tratam-se de fatos novos, até então desconhecidos, e que justificam a adoção de medidas cautelares para garantia da ordem pública, sem violar direitos fundamentais dos acusados ao impor-lhes medida cautelar mais gravosa que a adequada ao caso, qual seja, a prisão preventiva. Por outro giro, a suspensão parcial da função pública é mais proporcional e adequada. Antes de os policiais serem presoss, a Justiça havia determinado, até a sentença definitiva ou ordem de contra-cautela, que eles não poderiam ser escalados na atividade policial (atividade-fim), mas somente em serviços prestados exclusivamente nos ambientes internos da PMERJ, bem como não poderão exercer tais atividades no âmbito do 39º BPM. Eles tinham também que cumprir a seguinte medidas: a) Proibição de se aproximar ou procurar pela vítima e testemunhas desse processo, bem como seus familiares, por qualquer meio, ainda que indiretamente. FONTE: TJ-RJ

Apreendida namorada de menor suspeito de matar os pais e o irmão de três anos

A namorada do adolescente suspeito de matar os pais e o irmão de 3 anos em Itaperuna, no Norte do Rio de Janeiro, foi apreendida, nesta segunda-feira, em Mato Grosso do Sul. De acordo com o delegado Carlos Augusto da Silva, titular da 143ª DP e responsável pela investigação, a garota, de 15 anos, responderá pelos mesmos crimes: triplo homicídio e ocultação de cadáver. A participação dela no crime ainda não foi detalhada pela polícia mas segundo relatos, ela assistiu tudo por uma chamada de vídeo. Segundo a polícia, ela foi uma ‘grande incentivadora’ dos assassinatos e também planejava matar os próprios pais após se encontrar com o namorado virtual. Agora, a adolescente de 15 anos também responderá pelos mesmos crimes do namorado virtual: triplo homicídio e ocultação de cadáver. FONTE; RO em Foco (Facebook)

Presa uma das maiores golpistas de Boa Noite Cinderela no Rio

Foi presa na madrugada desta terça-feira (01/07), uma mulher que aplicava o golpe do “Boa Noite, Cinderela”. Segundo a policia , ela era uma das principais autoras de crimes desta natureza, investigada em mais de dez procedimentos. A prisão ocorreu na Pedra do Sal, na Região Central do Rio. A equipe chegou até ela durante a apuração do desaparecimento de um turista francês. Ele foi localizado em uma unidade de saúde e prestou depoimento. Segundo o homem, ele foi abordado por um grupo de mulheres, na Lapa, e acabou marcando um encontro com uma delas para o dia seguinte. .Conforme o relato, ambos foram para um quiosque, em Copacabana, e de lá seguiram para o Arpoador, onde encontrariam uma amiga da mulher. Em determinado momento, ele se sentiu cansado e afirmou que pediria um carro de transporte por aplicativo, mas a autora afirmou que um táxi estava indo buscá-los. No caminho, ele reconheceu que estava passando pela Lapa e foi levado para um local não identificado. Ao chegar, caiu no chão e bateu a cabeça, não se recordando do que ocorreu em seguida. Ele teve seus bens subtraídos. A partir do depoimento, os agentes da Deat realizaram diligências e conseguiram identificar a mulher. Ela foi localizada e capturada. Contra a criminosa, foi cumprido um mandado de prisão. FONTE: Polícia Civil do RJ

MP prende PMs suspeitos de fazer segurança armada de comerciantes mediante pagamento mensal durante horário de expediente

O Ministério Público Estadual do Rio prendeu até o momento noven dos 11 PMs que são alvos de operação suspeitos de prestar segurança armada a comerciantes de Belford Roxo, durante o serviço na corporação, mediante pagamento mensal. Eles vão responder na Justiça pelo crime de organização criminosa. A pedido do GAESP/MPRJ, os mandados foram expedidos pelo Juízo da Auditoria da Justiça Militar e são cumpridos em endereços em Belford Roxo, Nova Iguaçu, Maricá e nos bairros da Pavuna e Bento Ribeiro, na capital. De acordo com a denúncia, os comerciantes beneficiados pelo esquema eram informalmente chamados de “padrinhos”. Os crimes ocorreram entre 2021 e 2024 período em que os policiais estavam lotados no 39º BPM (Belford Roxo). Atualmente, parte dos denunciados permanece na unidade, enquanto os demais estão no 12º BPM (Niterói), 15º BPM (Duque de Caxias), 20º BPM (Mesquita), no Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur) e na Prefeitura de Belford Roxo. Segundo as investigações do GAESP/MPRJ, a oferta do serviço era contratada pelos comerciantes, com quem os PMs estabeleciam uma relação de dependência econômica, comprometendo os princípios da legalidade, moralidade e isonomia no acesso à segurança pública. Entre os pontos comerciais identificados estavam restaurantes, lanchonetes, mercados, lojas, postos de combustíveis, depósitos, farmácias, clínicas, universidades, funerárias, serviços de mototáxi, transporte alternativo, feiras livres, festas populares e um posto do Detran em Belford Roxo. FONTE: MPRJ

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