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Mulher presa na megaoperação por ter filmado policiais disse ter sido agredida por eles. Agentes falaram que ela estaria ajudando o tráfico. LEIA DETALHES

Uma faxineira que foi presa na última megaoperaçâo nos complexos da Penha e do Alemão e disse ter sido agredida por policais porque estava filmando eles. A presa disse que estava em sua casa, quando os policiais entraram. Falou que começou a gravar os policiais, quando então um deles a empurrou ao chão. Caida , contou que então lhe jogaram spray de pimenta. Explicou que, no chão, os policiais ainda lhe desferiram cotoveladas nas costas e na cabeça, na parte de trás, próximo à nuca. Segundo ela, eram três policiais. Disse que os agentes que a agrediram não foram os mesmos que a levaram até a cidade da polícia. Não recorda nomes ou patentes. Disse que consegue identificá-los. Um deles aparentava ter 40 e poucos anos, cabelo baixo, curto, quase careca, fortinho e de pele parda e usava óculos. O de nome Rogério era alto e pele morena. E o terceiro não recorda características. Contou que seus familiares presenciaram a situação e gravaram o fato com seus celulares. O Ministério Público ratificou a capitulação dada pela autoridade policial, opinando pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva para garantia da ordem pública, dada a gravidade concreta dos fatos, bem como pela necessidade de se evitar reiteração delitiva, conforme mídia. Segundo a Justica, trara-se de auto de prisão em flagrante encaminhado pela DRE-DP, em razão da prática do delito de associação para o tráfico não havendo nos autos qualquer elemento a indicar a ilegalidade da prisão. Com efeito, a alegada agressão sofrida ainda não foi devidamente apurada, de forma que não há como se presumir a prática de excesso por parte dos policiais militares, em especial porque ainda não foi realizado laudo de exame de corpo de delito. A tese será analisada pelo juízo natural, com produção probatória à luz do contraditório e da ampla defesa. Um policial civil.contou que apoiava a operação da DRE no Complexo da Penha, quando na Travessa Aimoré, próximo ao Campo da Vacaria começou uma intensa troca de tiros com traficantes daquela localidade, quando se fez necessário se abrigar em um portão de uma casa naquela travessa; Neste momento o agente empurrou o portão um pouco para se abrigar atrás da coluna, neste momento uma mulher que estava nessa casa começou a dizer o seguinte “Essa guerra é de vocês, vocês estão invadindo casa de morador”; O policial tentou a todo momento explicar que não tinha ninguém invadido e estavam apenas se abrigando dos disparos oriundos de outro ponto, local onde outro colega da polícia civil havia sido alvejado; A mulher não satisfeita pegou seu telefone e iniciou uma live em alguma rede social, informando onde os policiais estavam abrigados; que por isso novos disparos oriundos de outro ponto da comunidade começaram a vir em direção da equipe, chegando cada vez mais perto; Diante dos fatos, o declarante iniciou uma gravação onde mostra a autora dizendo: “Pode gravar que vocé vai sair da live” Diante dos fatos, o policial fez contato com o delegado da DRE e informou o ocorrido; que a Autoridade Policial de pronto solicitou apoio de outros colegas e determinou a prisão em flagrante da autora; . Para os agentes, a mulher estava claramente ajudando os traficantes passando a localização da equipe em tempo real; Diante dos fatos o policial e a equipe adentraram à residência para prender em flagrante a autora dos fatos, contudo havia diversas pessoas dentro da casa, que nesse momento começaram a trocar os aparelhos entre si para confundirem os agentes; Foram apreendidos aparelhos celulares de pessoas que estavam naquele local, inclusive o aparelho da faxineira. No momento da prisão a autora tentou pegar o fuzil do policial, sendo necessário fazer uso da força, imobilizando-a e conduzindo-a a esta especializada, contudo, não houve nenhum ferimento. FONTE: TJ-RJ

Suspeitos presos em uma casa onde haviam 19 fuzis durante megaoperação disseram ter sido agredidos por PMs

Presos durante a megaoperação policial nos complexos do Alemão e da Penha na semana passada disseram ter sido agredidos por policiais militares.Um deles disse que, além de ter sido agredido, levou um tiro na perna e acabou sendo levado pelos PMs, Os suspeitos disseram que não foram realizados disparos por eles e que foram realizados diversos disparos pelos policiais; que os indiciados não estavam portando armas; que a operação apreendeu mais fuzis do que presos. Disseram ainda que foram violados diversos direitos, como por exemplo, a assistsência de advogados. Segundo a Justiça, as possíveis agressões sofridas pelos custodiados ainda não foram devidamente apuradas, de forma que não há como presumir que tenha sido praticado o excesso por parte dos policiais militares. Não foran juntadas até agora imagens de câmeras corporais. Foi determinado o encaminhamento de quatro presos para exame de corpo de delito independentemente da existência de laudo no sistema, já que não narrou agressões no exame anterior. Após o laudo estar pronto, deverá ser encaminhado para a Promotoria de Justiça que atua junto à Auditoria Militar, para a Promotoria de Investigação Penal, para a Corregedoria Geral Unificada do Estado do Rio de Janeiro, A prisão ocorreu durante operação policial em que houve intenso confronto com policiais, inclusive tendo os agentes indicado que um dos indiciados baleou um Delegado de Polícia. Note-se que os policiais mencionam que os criminosos, após intensa troca de tiros, se refugiaram em uma residência, fazendo moradores de reféns, sendo certo que no imóvel foram arrecadados fuzis e drogas. Durante a Operação Contenção no Complexo do Alemão, na região da Vacaria, policiais do Batalhão de Choque se depararam com intensa troca de tiros. Ao subirem em uma laje para observar o local, os agentes viram criminosos armados, que reagiram com disparos. Houve confronto prolongado e resistência dos criminosos. Após cerca de duas horas de enfrentamento, os policiais chegaram a uma residência na Rua 29, Casa 02, na qual o morador informou que ele e sua esposa eram mantidos reféns. Iniciou-se negociação e os custodiados se renderam, um a um, deixando as armas no interior do imóvel. Na casa foram apreendidos 19 fuzis, 1 revólver calibre .38 e 6,3 kg de maconha embalados em 13 tabletes, além de outros materiais ilícitos. Um dos criminosos estava baleado, foi socorrido e a ocorrência encaminhada à DHC. Durante a operação, o Delegado Bernardo Leal Annes Dias, da DRE, foi baleado na perna por um dos indiciados e posteriormente internado em estado grave no Hospital Getúlio Vargas, onde passou por cirurgia Os presos integravam grupo de traficantes armados com fuzis e revólver, que efetuaram diversos disparos contra policiais, a fim de impedir o acesso à comunidade e, por conseguinte, evitar o cumprimento de mandados de prisão e possibilitar a fuga de seus comparsas. Ademais, os acautelados invadiram a residência de moradores, utilizando-os como reféns. Três dos presos eram foragidos do Estado da Bahia, sendo presos em flagrante no Rio de Janeiro, FONTE: TJ-RJ

Leia a descrição de um dos confrontos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão que não teve mortes nem feridos

Leia agora como foi um dos confrontos ocorridos durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão na semana passada. Neste episódio, não houve mortos nem feridos. Ao se aproximarem dos acessos às comunidades, os agentes de segurança se depararam com diversas barricadas com carros e pneus em chamas. Além disso, traficantes realizavam diversos disparos de fuzis e metralhadoras contra as equipes policiais. Na rua indicada no mandado de prisão, ao subirem uma escada, os policiais foram surpreendidos com quatro homens vestidos com roupas camufladas, toucas ninjas e coletes táticos. Os elementos estavam armados com fuzis e pistolas e realizaram disparos contra os agentes de segurança, que revidaram a injusta agressão. Cessado o confronto, no qual foi necessário inclusive o uso de granadas de efeito moral, os indivíduos se evadiram, pulando o muro de uma residência. Os policiais determinaram que os moradores saíssem da casa, sendo certo que um dos suspeitos, o qual era integrante do grupo que realizou os disparos contra os agentes, tentou sair do imóvel. Contudo, o conduzido foi reconhecido e detido. O indiciado admitiu ser integrante da facção criminosa, esclarecendo que estava acompanhado de outros traficantes do Estado do Pará e que um deles poderia estar dentro da casa. Os policiais jogaram uma granada de gás lacrimogênio e, em revista à residência, encontraram um fuzil AR10, calibre 7.62, com um carregador municiado com 9 munições íntegras, sendo uma na câmara do armamento. Por fim, os policiais destacaram que o armamento comporta 20 munições e que o preso foi um dos traficantes que efetuou disparos contra as equipes policiais. O preso integrava grupo de traficantes armados com fuzis e pistolas, que efetuaram diversos disparos contra policiais, a fim de impedir o acesso à comunidade e, por conseguinte, evitar o cumprimento de mandados de prisão e possibilitar a fuga de seus comparsas. Ademais, invadiu a residência de moradores e tentou sair do local fingindo ser residente do imóvel. No entanto, foi reconhecido pelos agentes e o fuzil que portava foi arrecadado, devidamente municiado. FONTE: TJ-RJ

Líder máximo do CV, Marcinho VP age para ser solto em breve

O traficante Marcinho VP, líder máximo do Comando Vermelho, está tramando para ser solto em breve por meio de manobras jurídicas. O criminoso deverá concluir o tempo máximo legal de reclusão em 2026, quando completará 30 anos de prisão. O Ministério Público Estadual requereu à Justiça nova prisão preventiva de Marcinho assim como dos traficantes My Thor e Claudinho da Mineira por adotarem medidas para atrasar o andamento de um processo por homicídio que tramita há quase 23 anos. De acordo com o GAEJURI/MPRJ, embora os três cumpram pena por outros processos, este processo específico tramita com lentidão devido a manobras protelatórias recorrentes, o que tem impedido a realização do julgamento pelo Tribunal do Júri. O pedido de prisão será analisado pelo Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca da Capital. Segundo o Ministério Público, as condutas adotadas pelos réus incluem a desistência dos advogados de defesa às vésperas do julgamento e a entrega de um grande volume de documentos nos momentos finais do prazo, prática conhecida como document dumping. . O GAEJURI/MPRJ destacou que, mesmo presos, os acusados continuam a comandar atividades criminosas dentro do sistema prisional, razão pela qual a prisão preventiva é necessária para garantir a ordem pública: “Embora atualmente custodiados em razão de outros processos criminais, é certo que eventual revogação ou término dessas prisões resultaria na imediata colocação dos réus em liberdade, o que representaria risco concreto à sociedade, diante da comprovada permanência de suas influências e atuações no comando da facção criminosa”, destaca o documento. FONTE: MPRJ

Preso em Meriti homem suspeito de estuprar, torturar e explorar sexualmente adolescentes

Policiais civis da 24ª DP (Piedade) e da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti prenderam um homem ontem (04/11), por crimes graves de natureza sexual e de tortura contra menores sob sua guarda. Ele foi capturado em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, após monitoramento do Setor de Inteligência. As investigações tiveram início após relatos de maus-tratos e indícios de violência sexual praticados de forma contínua entre setembro de 2023 e julho de 2025, período em que o criminoso mantinha sob sua responsabilidade dois adolescentes, de 12 anos. Os agentes apuraram que ele submetia as vítimas a intenso sofrimento físico e psicológico, impondo castigos cruéis e degradantes, como restrição de alimentação, privação do uso do banheiro e agressões físicas com objetos domésticos, utilizando o sofrimento como forma de punição e controle. No decorrer das investigações foi apurado que o homem praticou estupro por mais de uma vez, e ainda facilitava que outros criminosos mantivessem relações com uma das vítimas, conduta que caracteriza exploração sexual de menor. Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, em agosto de 2025, foram apreendidos equipamentos eletrônicos na residência dele. Após exame pericial realizado pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), foi confirmada a existência de registros audiovisuais dos crimes, gravados com câmeras instaladas no imóvel, evidenciando a prática de registro e armazenamento de cenas de sexo explícito com o adolescente. As investigações prosseguem para identificar e responsabilizar os demais envolvidos que aparecem nos registros periciados, bem como para garantir o amparo psicossocial às vítimas, com acompanhamento do Conselho Tutelar e órgãos de proteção à infância e juventude. FONTE: PCERJ

Justiça autoriza transferência de sete chefes do CV para penitenciárias federais fora do RJ

O juiz titular da Vara de Execuções Penais (VEP), Rafael Estrela Nóbrega, decidiu pela transferência para presídio federal de sete dos 10 apenados da relação enviada pelas autoridades policiais do estado. Os apenados são Arnaldo da Silva Dias, (“Naldinho”), Carlos Vinicius Lírio da Silva (“Cabeça do Sabão”), Eliezer Miranda Joaquim (“Criam”), Fabrício de Melo Jesus (“Bicinho”), Marco Antônio Pereira Firmino da Silva (“My Thor”), Alexander de Jesus Carlos (“Choque”), Roberto de Souza Brito (“Irmão Metralha”). Em relação a Wagner Teixeira Carlos e Leonardo Farinazzo Pampuri, o “Léo Barrão”, o juízo da VEP requereu que, no prazo de cinco dias, a Secretaria de Polícia Civil encaminhe mais informações que permitam fundamentar a transferência, de acordo com os dispositivos da Lei 11.671, de 8 de maio de 2008. Já o processo relativo ao cabo da Marinha Riam Maurício Tavares Mota, que foi o décimo relacionado na lista da Secretaria da Polícia Civil, está no juízo de Organização Criminosa (Orcrim), dependendo, ainda, de julgamento. Portanto, a decisão caberá ao juízo da Orcrim. Ele foi preso e acusado de operar drones para o Comando Vermelho. A requisição para a transferência dos presos ocorreu após a realização da Operação Contenção pelas polícias civil e militar no dia 30 de outubro. Os presos permanecem em presídio de segurança máxima do estado do Rio de Janeiro até a sua transferência para um presídio federal. Presos O magistrado esclarece que os presos requisitados para transferência, exceto o cabo Riam, tinham condenações em processos sobre tráfico de drogas e não foram presos durante a realização da Operação Contenção. De acordo com a denúncia, eles exercem liderança na facção Comando Vermelho. “A atuação do Poder Judiciário, no âmbito da execução penal, deve, portanto, harmonizar o princípio da ressocialização da pena com o dever indeclinável de assegurar a estabilidade e a segurança do sistema prisional, que constitui pilar da própria segurança pública. Portanto, é dever deste juízo preservar o interesse coletivo sobre o individual, especialmente diante de risco real de reincidência e coordenação de práticas criminosas a partir do cárcere, situação que agrava a insegurança social e desafia a autoridade estatal. A inclusão em estabelecimento federal de segurança máxima visa, precisamente, a interromper a comunicação ilícita entre o preso e sua organização criminosa, garantindo a segregação qualificada e restabelecendo a efetividade da função preventiva e repressiva da pena”, destacou o juiz na decisão de transferência. Condenações Arnaldo da Silva Dias – condenação total corresponde a 81 anos, 4 meses e 20 dias de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 15 anos, 8 meses e 22 dias de pena, com remanescente de 65 anos, 7 meses e 28 dias a cumprir (81%), assinalado término em 09/06/ 2042. Carlos Vinicius Lírio da Silva – condenação total corresponde a 60 anos, 4 meses e 4 dias de reclusão e cumprimento de, até 29/10/2025, 25 anos, 6 meses e 25 dias de pena, com remanescente de 34 anos, 9 meses e 9 dias a cumprir (58%), assinalado término em 28/12/ 2035, progressão de regime em 30/04/2024. Eliezer Miranda Joaquim – condenação total corresponde a 100 (cem) anos, 10 ( dez) meses e 20 (vinte) dias de reclusão, com cumprimento até 03/11/2025 de 20 (vinte) anos, 08 (oito) meses e 24 (vinte e quatro) dias de pena, com remanescente de 80 (oitenta) anos, 1 ( um) mês e 21 (vinte e um) dias, equivalente a 80%, previsão de término para 11/12/2037, progressão de regime em 25/07/2035. Fabrício de Melo Jesus – condenação total corresponde a 65 (sessenta e cinco) anos, 8 (oito) meses e 26 (vinte e seis) dias de reclusão, com remanescente a cumprir de 45 (quarenta e cinco) anos e 8 (oito) dias, em 03/11/2025. Consta previsão para o término de pena em 22/11/2040. Marco Antônio Pereira Firmino – condenação total corresponde a 35 (trinta e cinco) anos, 5 (cinco) meses e 26 (vinte e seis) dias de reclusão, com o cumprimento de até 03/11/ 2025 de 26 (vinte e seis) anos, 1 (um) mês e 17 (dezessete) dias de pena, com remanescente de 9 (nove) anos, 4 (quatro) meses e 9 (nove) dias. Alexander de Jesus Carlos – condenação total corresponde a 34 anos e 6 meses de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 17 anos, 6 meses e 29 dias de pena, com remanescente de 16 anos, 11 meses e 1 dia a cumprir (50%), assinalado término em 29/10/2038. Roberto de Souza Brito – condenação total corresponde a 50 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão e cumprimento de, até 03/11/2025, 19 anos, 2 meses e 2 dias de pena, com remanescente de 31 anos e 18 dias a cumprir (62%), assinalado término em 28/11/2040. FONTE: TJ-RJ

Bandido que praticava tortura foi preso em megaoperação

Fagner Campos Marinho, conhecido como “Bafo”, é apontado como um dos soldados mais cruéis do Comando Vermelho, responsável por torturas e pela segurança armada em áreas controladas pela facção. Ele foi preso durante a megaoperação das polícias Militar e Civil no Rio de Janeiro, na última terça-feira, que atingiu diferentes núcleos do tráfico na capital. A investigação aponta que ele atuava com armas de fogo de grosso calibre, como fuzis, e exercia a função de soldado do tráfico, controlando postos de segurança e coordenando a atuação de outros criminosos. Em escalas de plantão divulgadas pelo grupo, determinava onde cada integrante deveria atuar, reforçando seu papel operacional dentro da organização criminosa. Com a prisão de Fagner Campos Marinho, o Comando Vermelho perde um dos soldados mais temidos das regiões da Penha e Vila Cruzeiro, FONTE: Portal dos Pricurados do Disque Denúncia

Preso segurança de Peixão (TCP)

A Polícia Militar prendeu Hueverton Ferreira da Silva, o Jacó, considerado um dos principais traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) e segurança pessoal de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Ele foi capturado no Recreio, após ser identificado por reconhecimento facial. Jacó era responsável pela segurança armada do chefe da facção e era procurado por tráfico, extorsão e organização criminosa. Em 2022, chegou a render uma equipe do Samu para fugir do Complexo de Israel. FONTE: PMERJ

Comando Vermelho se expande em Salvador. Polícia prendeu mais de 30

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta terça-feira (4), a Operação Freedom, com o objetivo de desarticular o núcleo armado e financeiro de uma organização criminosa oriunda do Rio de Janeiro que atua em território baiano. A ação é executada de forma simultânea na Bahia e no Ceará, e resultou, até o momento, na prisão de 31 pessoas e no cumprimento de 46 mandados de busca e apreensão. Os mandados estão sendo cumpridos em Salvador, nos bairros da Liberdade, Uruguai, Pernambués, Narandiba e Areia Branca, nos municípios de Aratuípe e Ilhéus, e também na cidade de Eusébio, no Ceará. Ao todo, mais de 90 ordens judiciais foram expedidas e estão sendo cumpridas ao longo do dia. Além das ações de prisão e busca, a Justiça determinou o bloqueio de 51 contas bancárias ligadas ao grupo investigado. Os alvos da Operação Freedom são suspeitos de envolvimento em homicídios e na expansão do tráfico de drogas em Salvador e outras cidades da Bahia. De acordo com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), os resultados da operação devem contribuir para a elucidação de cerca de 30 assassinatos ocorridos na capital baiana. A operação conta com o apoio da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) e do Departamento de Polícia Técnica (DPT). A Freedom tem como foco enfraquecer a estrutura criminosa, apreender armas e bens, prender lideranças e interromper o fluxo de recursos ilícitos usados para sustentar o domínio territorial e a prática de homicídios. Mais de 400 policiais civis e militares participam da operação, que reúne equipes dos Departamentos de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Inteligência Policial (DIP), de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), Especializado de Investigações Criminais (Deic), de Polícia Metropolitana (Depom), de Polícia do Interior (Depin), de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), além da Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter) e da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core). A Freedom também conta com o apoio do Denarc da Polícia Civil do Ceará e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-BA). A Polícia Militar atua com efetivos do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Batalhões de Patrulhamento Tático Móvel (BPatamo), Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), Batalhão Gêmeos, Apolo, Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), Esquadrão Águia, Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe/Polo) e das Rondesp Central, Atlântico e BTS. FONTE: Polícia Civil da Bahia

Como agia a milícia de Queimados

Investigação revela que a milícia de Queimados tem como membros principais João da Jacutinga, Flávio, Paulinho Motorista, PQD e Carlos. Em agosto do ano passado, três integrantes foram presos quando estavam armados no interior de um veículo da marca Jeep Renegade, de cor prata, placa RIS4J36, realizando cobranças extorsivas a comerciantes no município de Queimados. Na ocasião, foram pegos com (quatro) pistolas calibre 9mm; 01 (uma) espingarda calibre 12; 16 (dezesseis) carregadores de pistola calibre 9 mm; 01 (um) kit Roni; 302 (trezentos e duas) munições calibre 9 mm; 20 (vinte) munições calibre 12; 05 (cinco) coletes; 01 (um) cinto tático; 01 (um) coldre; 04 (quatro) aparelhos celulares e o montante de R$ 2.309,75 (Dois Mil, Trezentos e Nove Reais e Setenta e Cinco Centavos) Jeep Renegade, cor prata, ano 2021, placa RIS4J36, era produto de delito de roubo. A espingarda estava registrada no nome de um policial civil lotado na 51ª DP (Paracambi) e pai de um dos presos. Havia diversas informações no Disque-Denúncia de que moto-taxistas no município de Queimados estariam sendo coagidos a pagar supostas “taxas”de segurança, além da distribuição de cartões a comerciantes do local com o nome de uma suposta empresa com números de celulares os quais também são utilizados como chave PIX. Outras notícias anônimas informam que o suposto grupo criminoso seria liderado por um dos presos, além da participação de seu pai e de Paulinho Motorist, que ocuparia cargo público na Prefeitura de Queimados/RJ Paulinho Motorista inicialmente trabalhava como motorista. Posteriormente, passou, em tese, a exercer outras tarefas, como, por exemplo, realizar vigilância juntamente com outros integrantes; receber e fornecer informações acerca da movimentação de criminosos rivais e operações policiais, bem como a marcar encontros entre os supostos líderes, Paulinho tinha à sua disposição o veículo do Conselho Tutelar de Queimados, em tese, utilizava o referido veículo para transportar os integrantes do suposto grupo criminoso Constatam-se também diálogos travados pelo filho do policial com milicianos de outras regiões do Estado do Rio de Janeiro, cujas cópias (os denominados “prints ”) foram encaminhados ao número de telefone de Paulinho, reforçando a relação existente entre eles. Notam-se, ainda, comprovantes de pagamentos efetuados pelo líder do grupo a Paulinho.o que demonstra a sua suposta associação ao grupo criminoso. (…) No tocante ao suposto delito de extorsão praticado por todos os denunciados, verifica-se na exordial diversas mensagens de aplicativo de celular extraídas do aparelho apreendido na ocasião da prisão dos três milicianos. Em tais conversas nota-se a cobrança de valores ilegais a diversos comerciantes a título de “taxa”, cujo pagamento deveria ser efetuado por PIX. Os destinatários das cobranças eram identificados com nomes que faziam alusão a seus comércios, como por exemplo: “Fábio do Gás ”; “Material de Cons-trução ”; “Serralheria Aliança ”; “Churrasquinho Russo ”; “Padaria Angela ”; “Hortifruti ”, dentre outros Ademais, constata-se também que o grupo criminoso, em tese, não tolerava atrasos no pagamento e agia com ameaças aos comerciantes, como se visualiza em um diálogo mantido com um interlocutor de nome “Distribuidor de Gás Paraíso. Com relação especificamente às supostas vítimas mototaxistas, estas eram obrigadas, em tese, a efetuar o pagamento indevido, bem como tirar foto da placa da motocicleta e solicitar a entrega das chaves dos veículos, as quais ficavam sob a posse do grupo criminoso. Destacam-se também fotografias de caderno contendo anotações acerca dos pagamentos semanais e mensais efetuados por cada comerciante, divididos pelos bairros que o grupo supostamente dominava a saber os bairros de Fanchem, Paraíso e Porteira, todos situados no município de Queimados/RJ. FONTE: TJ-RJ

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