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Homem foi preso levando R$ 50 mil para o Complexo da Penha (CV). Dinheiro foi arrecadado em comunidades da Baixada

Agentes da 22ª DP (Penha) e da 38ª DP (Brás de Pina) prenderam em flagrante um homem que transportava cerca de R$ 50 mil em dinheiro do tráfico, na Avenida Brás de Pina, em Vista Alegre. O valor, arrecadado em comunidades da Baixada Fluminense, seria levado ao Complexo da Penha. Com o suspeito, foram apreendidos um bloqueador de sinal, anotações do tráfico e o veículo usado no transporte. Ele confessou atuar para a facção Comando Vermelho. As investigações seguem para identificar outros envolvidos.

Após Trump capturar Maduro, prefeito da Baixada pediu ajuda aos EUA para prender Doca (CV)

Após o.presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.anunciar a captura do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, o prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, usou as redes sociais para pedir ajuda ao chefe do Executivo norte-americanona prisão do traficante Edgar Alves de Andrsde, o Doca, principal líder do Comando Vermelho em liberdade.

Mulher matou marido a facada na virada do ano no Norte Fluminense alegando legítima defesa mas lavou a faca para tentar se livrar da acusação

Em Bom Jesus do Itabapoana, no Norte Fluminense, na virada do ano, uma mulher matou o marido com uma facada no peito e acabou presa. Consta no auto de prisão em flagrante que, no dia 31/12/2025, por volta das 23h, na Rua Gonçalves da Silva, nº 549, altos, Bairro Santa Rosa, Angelo Vitor Rodrigues Possole, de 42 anos, foi encontrado ferido por arma branca em sua residência, vindo a óbito no local. Segundo relato de sua esposa, Simone Souza Da Silva, ele ficou agressivo sob efeito de bebida alcoólica, agredi-la fisicamente e tentar golpeá-la com uma faca, ocasião em que usou da faca para se defender, sendo o óbito constatado pelo SAMU, com o local preservado pela PM e a comunicante encaminhada ao PU em razão de forte abalo emocional. Chama a atenção o fato de que a faca foi lavada antes da chegada da perícia, o que pode configurar tentativa de obstrução da colheita de provas.Simone afirmou que foi agredida fisicamente, com socos, enforcamento e facada no braço, e que, para se defender, utilizou a faca que estava próxima, atingindo o companheiro uma única vez. Segundo a Justiça, porém tal versão carece de elementos de prova para sua confirmação, inclusive, os vestígios de lesões constantes no laudo parecem não ser compatíveis com a narrativa de legítima defesa fornecida pela indiciada. Ressalta-se ainda que a custodiada demorou cerca de duas horas para acionar o socorro médico. Com efeito, em razão da gravidade em concreto do delito, entendo haver a necessidade de se manter a custodiada presa cautelarmente

Preso que foi liberado para o saidão do Natal e não voltou para a cadeia tinha histórico de fuga em penitenciária de segurança máxima

A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro liberou para a saidinha de Natal um preso com histórico de fuga de presídio de segurança máxima com condenação de 16 anos, 8 meses e 12 dias pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e uso de documento falso. Tiago Vinicius Vieira não voltou para a cadeia conforme deveria no dia 30 de dezembro e está foragido,. Ele foi preso em 2018 em Curicica, em Jacarepaguá, decorrência de diligência realizada pela Polícia Federal, pois estava foragido do sistema penitenciário de Mato Grosso do Sul. Em sua residência, foi apreendido, além da substância entorpecente, caderno de contabilidade de venda de drogas, onde havia apelidos e valores consignados, evidenciando que o paciente repassava entorpecente para outras pessoas. Foram encontrados com ele documentos públicos falsos, quais sejam, duas carteiras de identidade com os nomes de Thiago Gimenes de Souza Junior e Tiago Ferreira Dib, mas com foto dele.

Há dois anos, STJ havia negado visita periódica ao lar a traficante do CV que foi beneficiado por saidinha de Natal e não voltou para a cadeia por considerá-lo de altíssima periculosidade já que respondia a vários homicídios e era de colegiado de líderes da facção

Em decisão de 19 de dezembro de 2023, o ministro Teodoro dos Santos, do STJ, informou que o então preso Márcio Aurélio Martinez Martelo, o Bolado do Fallet, era de altíssima periculosidasde e apresentava comportamento inadequado na cadeia. Ele foi um dos 259 presos a não retornarem à prisão depois de serem beneficiados pelo Saidão de Natal. Na época, o ministro escreveu que o Juízo da Vara de Execuções Penais do TJ-RJ havia indeferido o pedido de progressão do Apenado ao regime aberto, bem como os pleitos de visita periódica ao lar e trabalho extramuros. Bolado cumpria pena total de 49 (quarenta e nove) anos, 1 (um) mês e 28 (vinte e oito) dias de reclusão, com término previsto para 25/09/2038. Além disso, destacou a existência de informações divulgadas pela imprensa nacional no sentido de que o apenado estaria envolvido no sequestro de um helicóptero para o resgate de indivíduos no Complexo Prisional de Gericinó O ministro afirmou na época que possuía índice de periculosidade ‘altíssima’, já tendo sido, inclusive, transferido para o sistema penitenciário federal em tempos pretéritos, bem como já foi transferido, por mais de uma vez, à penitenciária Laércio da Costa Pellegrino (Bangu1), unidade prisional de segurança máxima destinada apenas para determinados apenados que possuem alto potencial de periculosidade . Segundo o magistrado, o apenado, mesmo preso, continua integrando o ‘colegiado de líderes do CV, denominado ‘comissão’, onde se concentram as maiores lideranças da facção, responsáveis por determinar as ações intra e extra muros’ ..“Merece destaque a inquestionável reiteração criminosa do apenado, a natureza dos delitos cometidos e a posição de liderança que ostenta dentro da maior facção criminosa do Estado do Rio de Janeiro, no caso, ‘Comando Vermelho’. Ele cumpria pena pela prática de vários crimes de homicídio (art. 121, § 2º, I; art. 121, § 2º, IV (3 vezes), e art. 121, § 2º, I; art. 121, § 2º, IV, c/cart. 14, II (11 vezes), n/f art. 71, § único do CP(ação penal nº 0033936- 53.1996.8.19.0001) e roubo majorado (processo nº 0369189-09.2008.8.19.0001) -index 166 da Execução nº 0201417-41.1996.8.19.0001). Em sua FAC constavam ainda dois inquéritos policiais recentes (ambos do ano de 2023) com capitulações dos arts. 33 e 35 da Lei nº 11343/06 (anotações 10 e 11 – procedimentos 902-00022/2023 e 902-00292/2023). Por fim, o Sistema de Identificação Penitenciária (SIPEN) aponta um egistro de evasão encontrando-se o apenado, atualmente, com índice de periculosidade altíssima . “A progressão de regime, no presente momento, é incompatível com os objetivos da pena, inexistindo razões que justifiquem o seu deferimento. Cumpre salientar que o juízo a quo destacou em sua decisão que o agravante possui pena restante a cumprir superior a 23 (vinte e três) anos de reclusão”. Um documento que analisou o histórico de liderança do apenado no Comando Vermelho, concluiu que, durante o cumprimento da pena, “o interno não demonstrou qualquer mudança de conduta que pudesse indicar sua saída da cúpula de uma das principais organizações criminosas atuantes no país, ou qualquer interesse em abdicar de sua posição na hierarquia do tráfico de drogas” 

259 presos do RJ não voltaram do saidão de Natal e são considerados foragidos

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informa que durante o período da Vista Periódica à Família (VPF) de Natal, 1.868 presos (as) foram beneficiados (as) com a saída temporária no sistema prisional do Estado. Do total de benefícios concedidos, 259 não retornaram no prazo estabelecido, (terca-feira dia 23). sendo considerados evadidos do sistema prisional. Um retorno espontâneo foi registrado após o encerramento do horário estabelecido pelo judiciário.

Polícia prendeu suspeito de participar de roubo que resultou em morte de mulher no BRT. Envolvidos foram agredidos e um deles até baleado por outros criminosos

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prendeu, nesta segunda-feira (29/12), um dos envolvidos no latrocínio de Priscilla da Silva Almeida, de 40 anos. A mulher foi assassinada no dia 25 de dezembro em um ônibus do BRT, na Avenida Brasil, na Zona Norte do Rio. As investigações, que tiveram apoio da 21ª DP (Bonsucesso) e da 22ª DP (Penha), apontaram que três homens embarcaram no veículo para praticar crimes patrimoniais e roubar quem estava no articulado. Durante a ação, houve reação de passageiros e, em meio à confusão, Priscila foi atacada e não resistiu aos ferimentos. Um segundo passageiro também acabou ferido. Durante o trabalho investigativo, os agentes receberam informações de inteligência de policiais militares que um dos envolvidos havia dado entrada em uma unidade hospitalar na Zona Norte do Rio, após sofrer agressões. A equipe confirmou a identidade do homem e ouviu o criminoso no próprio hospital. Em depoimento, o homem relatou que ele e dois comparsas embarcaram no BRT para irem até o bairro de Benfica para realizar furto de fios de cobre. De acordo com a declaração, os criminosos passaram a realizar roubos na parte dianteira do ônibus. O preso afirmou que tentou subtrair a bolsa da vítima, momento em que os comparsas se aproximaram e passaram a atacá-la com uma faca. Ainda de acordo com o relato prestado no hospital, o preso informou que, após o ataque, todos fugiram do local. Posteriormente, ele acabou sendo localizado e agredido por criminosos da região. Além disso, um dos envolvidos também teria sido atingido por um disparo no pé. O criminoso afirmou que os comparsas costumam praticar roubos e furtos na região, geralmente portando facas. Os agentes analisaram as imagens das câmeras de segurança, ouviram testemunhas e representaram pela prisão do criminoso, que foi reconhecido por um familiar nas imagens divulgadas. As investigações continuam para identificar, localizar e responsabilizar outros envolvidos no latrocínio.

Polícia está panfletando por Seropédica atrás de informações sobre a milícia. E deu certo: foi recebida denùncia anônima que resultou na prisão de dois criminosos da quadrilha de Varão extorquindo comércios

Para combater as milícias em Seropédica, a Polícia Civil adotou a estratégia de coleta de informações voltada ao mapeamento da atuação das quadrilhas no município.Para tanto, foram disponibilizados panfletos contendo o número da Delegacia, a fim de possibilitar que a população e os comerciantes locais, de forma anônima e segura, repassassem informações relevantes sobre eventuais práticas delitivas na região. Dentro desta estratégia, os agentes receberam agora em dezembro uma informação anônima de que três indivíduos, supostamente pertencentes à milícia, estariam realizando cobranças ilícitas no comércio do bairro Jardim Maracanã, utilizando o veículo VW FOX, de cor preta, placa KZI-1763. Com o intuito de verificar a veracidade das informações recebidas, os policiais realizaram diligências e localizaram o veículo estacionado em frente a um estabelecimento comercial na região indicada. Em determinado momento, um indivíduo saiu do estabelecimento e, ao perceber a presença da viatura policial, entrou no veículo e saiu do local.Diante disso, os Policiais iniciaram perseguição e emanaram ordem de parada, que não foi obedecida. Contudo, ainda assim, os agentes conseguiram alcançar o automóvel e proceder à abordagem dos ocupantes do veículo. Note-se, portanto, que a denúncia anônima recebida pela Delegacia não foi utilizada como fundamento direto para qualquer medida restritiva, mas apenas como ponto de partida para a realização de diligências preliminares. Ressalte-se que a comunicação anônima continha elementos concretos, como descrição do veículo e placa (VW FOX, preto, KZI-1763), local de atuação e forma de abordagem, os quais permitiram, desde logo, a verificação objetiva da plausibilidade do relato. A partir dessas informações, a equipe policial procedeu ao patrulhamento na região indicada e conseguiu identificar o exato automóvel mencionado, confirmando a correspondência entre os dados fornecidos e a realidade constatada “in loco”. Os indícios de autoria se robustecem com a reação dos acusados, que, ao notarem a presença policial, empreenderam fuga, sendo necessário um breve acompanhamento tático para a abordagem. Findo o acompanhamento, os depoimentos dos Policiais são coesos e uníssonos no sentido de que, com os presos, foram apreendidos: a) quantia de R$ 1.105,00 (mil cento e cinco reais) em notas trocadas, o que é compatível com a arrecadação fracionada de valores provenientes de extorsões a múltiplos estabelecimentos comerciais; b) cartões de visita de fornecedores de bens de consumo (cabos, fios e carvão), o que corrobora as informações de que a milícia local monopoliza o comércio de determinados produtos. Diante desse contexto, verifica-se que a denúncia anônima se limitou a cumprir sua finalidade legítima: desencadear diligência preliminar de verificação.Com a confirmação posterior dos fatos, por meio de constatação direta pelos agentes e pela apreensão dos bens supracitados não se verificam, portanto, qualquer irregularidade na forma como a investigação teve início, tampouco violação a direitos fundamentais dos acusados. Um dos suspeitos decidiu prestar esclarecimentos por livre e espontânea vontade. Em seu relato, informou estar envolvido na cobrança de valores vinculados à milícia atuante na região, supostamente comandada por “Juninho Varão”, há 1 (um) ano, recebendo a quantia de R$ 500,00 (quinhentos reais) por semana para realizar tais atividades no comércio local. Acrescentou que os valores arrecadados eram entregues ao outro preso o qual, no momento da tentativa de fuga após a chegada dos Policiais ao local das cobranças, poderia estar portando arma de fogo e, posteriormente, poderia ter se desfeito da arma, ao arremessá-la para fora do veículo. Consta dos autos e do depoimento do miliciano que quis falar que, no dia da prisão, foi arrecadado aproximadamente R$ 1.000,00 (mil reais), o que se comprova pela apreensão de R$ 1.105,00 (mil cento e cinco reais) em espécie

Bandidão de Goiás que estava escondido na Rocinha (CV) foi preso na Praia de São Conrado

Um traficante foragido da Justiça de Goiás, conhecido como “Bozo”, foi preso na tarde deste domingo na Praia de São Conrado, na Zona Sul do Rio. A captura foi realizada por policiais da Subsecretaria de Inteligência da PM, com apoio do 23º BPM (Leblon), após trabalho de monitoramento. Segundo a polícia, o criminoso estava escondido na Rocinha, é apontado como liderança de facção em Aparecida de Goiânia (GO) e tem ligação com facção atuante no Rio. Ele era um dos alvos da Operação Contenção, realizada em outubro nos Complexos do Alemão e da Penha. O caso foi registrado na 11ª DP (Rocinha).

Traficante preso com PM em São Gonçalo foi condenado acusado de feminicídio

O traficante Lula que foi preso junto de um PM na noite de ontem em São Gonçalo estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos em 2017 acusado de matar uma mulher. No dia 18 de março de 2016, no Jardim Catarina, Lula, desferiu disparos de arma de fogo contra Lunna Lima Ribeiro, por razões da condição do sexo feminino, causando-lhe as lesões descritas no laudo de exame de corpo delito de necropsia as quais foram a causa eficiente da sua morte. Consta dos autos que a vítima e o denunciado se relacionavam afetivamente havia alguns meses e que, no dia dos fatos, Lunna havia se dirigido à residência do denunciado para encontra-lo. Após ficarem juntos no quarto do denunciado durante aproximadamente duas horas, o denunciado e a vítima passaram a discutir, até que este efetuou um disparo de arma de fogo na região mentoniana da vítima, com o cano encostado. Em seguida, o bandido empreendeu fuga e a vítima acabou falecendo no local. O crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, uma vez que foi atacada de surpresa, com poucas possibilidades de defesa. A motivação do crime é fútil, uma vez que cometido em razão de uma discussão.

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