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Mulher tacou fogo em casa com filhos dentro em Niterói

Uma mulher ateou fogo em uma casa com os filhos dentro em Várzea das Moças, em Niterói. Acabou detida. Policiais militares foram acionados depois que vizinhos ouviram gritos de socorro. Junto com moradores, eles resgataram duas crianças e uma jovem. VEJA NOTA DA PM Na manhã desta segunda-feira (15/12), policiais Militares do Batalhão de Niterói (12° BPM) conseguiram resgatar duas crianças de um e sete anos de idade, além de uma jovem de 18 anos, durante um incêndio, em uma casa, no bairro Várzea das Moças, em Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro .De acordo com o comando da unidade, os policiais ouviram os gritos e pedidos de socorro vindos da parte interna do imóvel que era consumido pelas chamas, de imediato, os agentes com o apoio da população local, os militares iniciaram uma ação de resgate com o objetivo de salvar a vida dos moradores .Na ação, os policiais precisaram quebrar uma das paredes da área externa da casa para conseguir chegar até as crianças. Felizmente, os policiais militares do Destacamento de Policiamento Ostensivo de Várzea das Moças, conseguiram resgatar os menores de idade e uma jovem. As vítimas foram encaminhadas até às equipes do Corpo de Bombeiros, que atuaram no combate às chamas, onde receberam atendimento médico e foram levadas para a unidade hospitalar mais próxima. A mãe das crianças, uma mulher de 36 anos, foi detida acusada de ser a responsável pelo incêndio. As vítimas foram encaminhadas ao Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo.

Operação de combate ao CV já teve mais de 250 presos, 136 mortos, 460 armas e 50 mil munições apreendidas

A Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de ja resultou em mais de 250 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 460 armas, sendo 189 fuzis, e mais de 50 mil munições. Ontem, em mais uma ação da “Operação Contenção”, policiais civis da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e policiais militares do 16º BPM (Olaria) prenderam um homem transportando 200 tabletes de maconha do Complexo da Penha com destino ao Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. O criminoso foi capturado em flagrante, neste domingo (14/12), durante o deslocamento, em Olaria.Após trabalho de inteligência, foi possível apurar que criminosos estariam transportando entorpecentes entre áreas sob influência da facção criminosa Comando Vermelho. De acordo com os agentes, o plano dos narcotraficantes era realizar o deslocamento da carga durante o jogo de futebol que ocorria no Maracanã, neste domingo, para tentar despistar a fiscalização. Com base nas informações apuradas, os agentes montaram um cerco tático em possíveis rotas de passagem. Durante a ação, um veículo suspeito foi interceptado.Na abordagem, os policiais localizaram a carga escondida no automóvel. A droga seria entregue na comunidade da Nova Holanda, no Complexo da Maré. O motorista foi preso em flagrante e autuado por tráfico de drogas. O material foi enviado para perícia e será contabilizado.

Relembre como foi a última prisão de Doca, o maior chefe do CV na rua

Relembre agora como foi a última prisão do traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, principal líder do Comando Vermelho em liberdade e chefão do Complexo da Penha. Doca foi preso com comparsas no dia 24 de janeiro de 2007, por volta das 15:30h no interior de uma casa situada à Rua Sete, na comunidade denominada “Vila Cruzeiro”, no “Complexo da Penha”, na posse de grande quantidade de substância entorpecente, a saber: 4,488 kg de maconha, distribuídos em 2.079 pequenos sacos plásticos, um tablete e mais dois sacos; 20,3 g de haxixe; e 5,34 kg de cocaína, assim como mantinham sob guarda e ocultavam seis armas de fogo, sendo que quatro de uso restrito ou proibido e/ou com numeração suprimida, nove carregadores ao total, além de quase mil e setecentas munições. De acordo com a peça inicial acusatória, a apreensão do material entorpecente e do armamento, assim como a prisão em flagrante dos réus decorreram de uma operação policial conjunta envolvendo policiais civis do CORE e da DRFC e policiais militares do BOPE e de Batalhões da Polícia Militar da região, denominada “Operação Abafa”. Tal operação contou com a participação aproximada de 200 policiais, inclusive autoridades, além do emprego de veículos blindados e helicópteros, que ingressaram na favela sob intenso tiroteio e explosões de granadas. O confronto durou cerca de 11 horas e houve cinco mortes além de moradores feridos. Por conta da prisão, Doca foi condenado a 14 anos de prisão, mas sua sentença foi reduzida e nove anos depois ele foi solto. Finalizou o Ministério Público a sua narrativa acrescentando que nas embalagens dos tóxicos apreendidos constavam inscrições relativas à organização criminosa “Comando Vermelho”, o que, aliado ao restante do material apreendido no local, isto é, diversos aparelhos de telefone celular, rádios transmissores, cadernos com anotações referentes à venda ilícita de entorpecentes, binóculos, calculadora e dinheiro, , Na época, segundo a Justiça, Doca era réu primário e portador de bons antecedentes criminais e foi condenado a 14 anos de prisão.

Quatro bandidos presos e três fuzis apreendidos no Morro do Estado (CV). TCP debocha

Ação de monitoramento e inteligência do 12° BPM resultou na apreensão de três fuzis, materiais táticos e drogas, no Morro do Estado, em Niterói, neste sábado (13). Quatro criminosos do Comando Vermelho foram presos. Ocorrência encaminhada à 76ª DP.. Os traficantes do TCP postaram foto no próprio morro logo após prisão dos rivais.

Sequestro, tortura, pedido de resgate de R$ 70 mil e prisão em Meriti

No último dia 31 de otubro, dois rapazes Guilhermo e Daniel passavam próximo ao Shopping Grande Rio, em São João de Meriti, quando foram abordadas por três sequestradores, que chegaram a bordo de uma motocicleta e de uma veículo particular, sendo certo que um deles identificou-se como policial e determinou que os ofendidos parassem o carro. Na sequência, mediante violência e grave ameaça consistente em puxão de cabelo, emprego de armas de fogo e ameaças de morte, as vítimas foramarrebatadas e levadas a um cativeiro. No mesmo dia, por volta das 18h, os sequestradores passaram a fazer ligações e a enviar mensagens via whatsapp a vítima Steven, patrão de Guillermo e Daniel, informando sobre o sequestro e exigindo o pagamento da quantia de R$ 70.000 (setenta mil reais), que deveria ser enviada para a conta bancária de uma mulher chamada Sara. Steven compareceu à 52ª DP, sendo encaminhado para a (DAS), que passou a assumir as investigações. No decorrer da investigação, os policiais foram até a residência de Carla, tendo ela dito que emprestava sua conta bancária para Yuri, em troca de 5% dos valores de cada pix recebido em sua conta. Além disso, Carla forneceu parcialmente o endereço de Yuri, situado na Rua Caiapó. os policiais se dirigiram ao local apontado e localizaram a residência, onde os pais do mesmo informaram que não sabiam o paradeiro dele, mas indicaram o endereço de sua namorada. Os agentes se dirigiram ao endereço apontado, onde localizaram Yuri escondido embaixo da cama e efetuaram a sua prisão, além de terem apreendido três aparelhos celulares. Aos policiais civis, Yuri indicou a localização do cativeiro, tendo os agentes se dirigido ao local, onde encontraram Amilton fazendo a guarda do cativeiro e a vigilância das vítimas. Na ocasião, Amilton tentou empreender fuga ao se deparar com a equipe da DAS, entretanto, não logrou escapar e foi preso. A prisão flagrancial dos pacientes foi convertida em preventiva em 04/11/2025 pelo Juízo da Central de Custódia da Comarca da Capital. As vítimas relataram que Amilton mantinha vigilância armada, controlava a alimentação e restringia o contato externo, demonstrando plena ciência da ilicitude e adesão ao plano criminoso. Durante o período de cárcere, as vítimas eram liberadas apenas para necessidades fisiológicas e sofriam constantes ameaças de morte.Um dos sequestradores, descrito como homem gordo e pardo, mostrava-se o mais violento, desferindo tapas, golpes com pedaços de madeira e queimaduras com maçarico. Os autores exigiam o pagamento de R$ 70.000,00, afirmando conhecer toda a rotina da vítima e ameaçando aumentar o valor caso o resgate demorasse. Também subtraíram o telefone celular da vítima, um iPhone 16E preto, reforçando a natureza patrimonial da ação.

Adolescente foi detida suspeita da morte de mãe que foi jogada em um poço em São Gonçalo

Policiais civis da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de policiais militares apreenderam, nesta sexta-feira (12/12), uma adolescente e prenderam um homem envolvidos no assassinato de uma mulher, em São Gonçalo, na Região Metropolitana. O corpo da vítima foi encontrado após 15 horas de buscas, concretado dentro de um poço. De acordo com as investigações, a vítima, mãe da adolescente, foi morta com golpes de madeira na cabeça, por não aprovar o relacionamento dos dois. Após o crime, eles colocaram o corpo da vítima em um tonel de água, puxaram o objeto até o quintal da casa do homem e o concretaram no fundo de um poço. Havia um registro de ocorrência de desaparecimento da adolescente e da mãe, mas durante as diligências do caso, ficou esclarecido o que realmente havia acontecido. Na última quinta-feira (11/12), após ser questionada pelos policiais, a adolescente contou os fatos e apontou a localização do corpo da mãe e o envolvimento do namorado.  Durante buscas nesta sexta, os agentes da DHNSG e da Core, com apoio de policiais militares, realizaram diligências no Complexo do Anaia, em São Gonçalo, e conseguiram localizar o homem, que também confessou a participação na morte. Na casa, os policiais civis encontraram o tonel com o corpo, que estava aterrado e concretado, no fundo de um poço, no quintal da residência.  O criminoso foi conduzido à delegacia e vai responder por homicídio e ocultação de cadáver. A adolescente foi apreendida e vai responder por fato análogo aos mesmos crimes.

Principal alvo da ação contra o CV em Anchieta tem condenação de oito anos por tráfico. Ele era oriundo da Penha e foi chamado para organizar a facção em Magé na década passada

Rafael da Silva Titara, o Galo, principal alvo da operação da Polícia Ciivl na comunidade do Az de Ouro, em Anchieta, tem uma condenação de oito anos por tráfico de drogas. Ele foi preso em 28 de Fevereiro de 2014 no bairro de Maria Conga, em Magé. Portava na ocasião, um radiotransmissor, um telefone celular, além de 1,82g da substância entorpecente Cloridrato de cocaína, acondicionada em 03 (três) sacos plásticos transparente contendo 22,64g e outras três embalagens com 7,62g da substancia entorpecente Cannabis Sativa L., popularmente conhecida com maconha, com a inscrição “MAGÉ10 C.V.R.L.” Disse aos policiais seria o gerente do pó de 30 e trabalhava para Pina da Penha. Falou ainda que que veio da Penha a mando de Pina para dar um jeito na comunidade; que os traficantes estavam esculachando moradores e ele deveria colocar ordem no local A operação de hoje serviu para desarticular o principal núcleo armado, logístico e financeiro da facção narcoterrorista Comando Vermelho na comunidade Az de Ouro, em Anchieta. A “Operação Trunfo Final” é fruto de meses de investigação e resultou na identificação de 36 criminosos, entre eles estão os integrantes da “Tropa do Cesar”. O bando é responsável por portar armas, intimidar moradores, organizar ataques e garantir o domínio territorial da região. Na ação, 13 pessoas foram presas.

Namorado foi detido suspeito de ter provocado incêndio que matou mãe e duas filhas pequenas em Santa Cruz

Uma mulher e suas duas filhas pequenas morreram em um incêndio ocorrido em uma residência em Santa Cruz. O namorado da mãe foi detido suspeito de ter provocado as chamas. A Delegacia de Homicídio da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de Regiane Kelly Teixeira, Myllena Teixeira dos Santos e Isabela Teixeira Guimarães. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e as circunstâncias do crime. A  Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 27º (Santa Cruz), nesta sexta-feira (12/12), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro. No local, os agentes localizaram o corpo de uma mulher e duas crianças. Logo, procederam ao isolamento da área para o cumprimento do procedimento pericial. Um homem foi encaminhado ao hospital Pedro II. O Corpo de Bombeiros também esteve presente na ação. A ocorrência segue em andamento.

Policia tenta prender 36 traficantes do CV que agem em Anchieta que têm sofrido ataques do TCP

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e da 14ª DP (Leblon) realizam, nesta sexta-feira (12/12), ação para desarticular o principal núcleo armado, logístico e financeiro da facção narcoterrorista Comando Vermelho na comunidade Az de Ouro, em Anchieta. A “Operação Trunfo Final” é fruto de meses de investigação e resultou na identificação de 36 criminosos, entre eles estão os integrantes da “Tropa do Cesar”. O bando é responsável por portar armas, intimidar moradores, organizar ataques e garantir o domínio territorial da região. Até o momento, nove pessoas foram presas. Essa quadrilha vem sofrendo nas últimas semanas diversos ataques de traficantes do Terceiro Comando Puro liderados pelo bandido vulgo Neném. Os agentes buscam cumprir 108 mandados judiciais, sendo 36 de prisão preventiva e 72 de busca e apreensão. As diligências ocorrem em Anchieta, na Zona Norte, e em Nilópolis e Mesquita, na Baixada Fluminense.O trabalho investigativo das unidades mapeou toda a estrutura criminosa que controlava a área e identificou os integrantes da quadrilha e suas funções específicas dentro da máquina do crime. Entre os 36 criminosos identificados estão líderes operacionais, gerentes do tráfico, distribuidores de armas e responsáveis pela arrecadação e movimentação financeira. Os agentes descobriram que a facção mantinha na região um de seus principais braços armados.Ao longo das apurações, as equipes comprovaram que o núcleo financeiro da quadrilha realizava diversas transferências e movimentações financeiras destinadas a sustentar o tráfico local, abastecer o arsenal de guerra e financiar as atividades ilícitas.A “Operação Trunfo Final” recebeu esse nome em referência direta ao ás de ouros, carta que simboliza poder, supremacia e domínio, mesma forma que a facção se via dentro da comunidade. A ação reforça a metáfora de que, no tabuleiro do crime, nenhum “ás” é maior que o trunfo, representado pela ação coordenada e estratégica das forças de segurança.

Muito tempo antes de ser preso pela última vez no caso TH Joias, Índio do Lixão (CV) participava de esquema de envio de armas e munições de cidades fronteiriças para favelas da facção. Chegou a pedir para trazer 15 fuzis de Roraima

O traficante Índio do Lixão ficou conhecido da mídia após sua prisão em setembro durante a investigação que levou a prisão o então deputado estadual TH Joias, suspeito de ligação com o Comando Vermelho. Mas na década passada ele já tinha atuação destacada no tráfico fazendo parte de um esquema de envio de trazia armamentos e drogas das cidades fronteiriças do país para o Rio de Janeiro, mais especificamente para as Comunidades comandadas pelo Comando Vermelho, como a Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio.. Por conta das investigações, um carregamento de quatro pistolas vindo do Paraná para o Rio de Janeiro foi apreendido. “Indio” seria um dos “batedores” desse carregamento; que esse fato teria permitido, inclusive, sua fuga; Um outro integrante do grupo, conhecido como Junior Paulista dirigiu-se para a cidade de Guaíra para trazer, a pedido do indivíduo conhecido como “mentor” (não qualificado à época), uma carga de fuzis. Junior Paulista ficou aguardando a chegada dos “batedores” que seriam enviados pelo acusado “Indio. Que ambos se comunicavam durante todo o percurso; que ficou bem claro que”Indio” havia contratado o transporte; que o acusado Junior Paulista ficou incumbido de trazer o carregamento de fuzis e munições; que existem vários diálogos nesse sentido, dando conta, inclusive, dos valores que seriam repassados através dos “batedores” para a compra do armamento e das munições Foi operado um novo transporte pelo grupo criminoso vindo de Boa Vista, Roraima; que Junior Paulista também a pedido de “Indio” se dirigiu para a cidade do Norte do país para adquirir 15(quinze) fuzis. Indio chegou a mandar uma mensagem para Junior pergutando se ele conseguiria chegar ao Rio de Janeiro em tal data e ele respondeu que não porque estava no meio da Transamazõnica e só conseguia andar a 20km/h. Junior trocou muitas mensagens com “Indio”, inclusive enviando fotos; que mandaram uma foto de uma balsa de Rondônia para Manaus, indicando o veículo em que se encontravam; que eles mantinham com duas pessoas lá, uma de vulgo “Nike” (não qualificado); que eles também mantinham contato com um detento da localidade; que “Nike” seria o responsável para repassar o armamento; que por algum motivo o armamento não foi entregue; que o dinheiro foi repassado para “Nike”, mas ele não entregou o armamento; que depois de algum tempo, o acusado Erasmo, muito ansioso, decidiu retornar; que naquele momento acreditaram que o armamento havia sido repassado. Na negociação no Paraná, o traficante Mentor chegou a dizer que mandaria R$ 25 mil a Júnior Paulista comprar munições de calibres 9mm e 556. ( Em outra conversa, Mentor disse para Junior Paulista que mandou R$76.500,00 para a compra de três fuzis e dez caixas de munição, além de um carregador de Pistola Glock. Hoje, foi noticiado que a Justiça determinou o retorno de Indio do Lixão para o Rio de Janeiro por conta das suas delicadas condições de saúde e da falta de estrutura da penitenciária federal de Catanduvas (PR) para atendê-lo. Foi revelado que ele possuía diversos problemas de saúde em razão de ter sofrido disparos de armas de fogo ao longo dos anos. Em 2015, por exemplo, foi relatado que Índio estaca correndo sério risco de morte estando internado sob custódia policial no Hospital Municipal Doutor Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias..

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