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PMERJ

PM foi baleado em São Gonçalo

A Polícia Militar informa que, na última segunda-feira (30/6), equipes do 7ºBPM foram verificar a entrada de um policial militar ferido por disparo de arma de fogo no Hospital Estadual Alberto Torres. De acordo com informações iniciais, o agente estava em seu veículo na Rua Padre Afonso Rodrigues quando foi atingido. Ocorrência em andamento na 74ªDP.  FONTE: PMERJ

Investigação que culminou em operação hoje contra PMs começou depois que homem denunciou que policiais lhe exigiram R$ 6.000 para que seus bens fossem liberados

A investigação sobre os PMs alvos de operação de hoje do Ministério Público Estadual começou depois de que um homem que prestou declarações, em sede de delegacia de polícia judiciária militar, em 09/06/2021, ocasião em que informou ter sido abordado de forma truculenta por duas equipes da Polícia Militar, tendo inclusive sido algemado, àquela mesma data. Narrou que os policiais teriam lhe exigido a quantia de R$6.000,00, empregando contra a vítima diversas ameaças. O valor deveria ser transferido, via Pix, A vítima, na ocasião, informou aos policiais que não teria o aplicativo para poder fazer a transferência, o que ocasionou xingamentos e intimidações por parte dos agentes, segundo relato da vítima. Em seguida, afirmou que os policiais subtraíram alguns bens que estavam com ele (relógio, celular, chave de carro e dinheiro) e deram o prazo de meia hora para que fosse em casa e trouxesse o valor de R$ 6.000,00, a fim de que seus bens fossem liberados. O homem ao chegar em sua residência, fez contato via 190 e, após, foi ao 39º BPM. Os policiais militares, supostamente envolvidos e ouvidos em sede policial, negaram a prática do delito narrado pela vítima. Desta forma, foi tomada a medida de afastamento do sigilo bancário afim de elucidar a movimentação bancária referente ao CPF do Pix. A operação de hoje veio a tona em razão de fatos recentes em que uma outra em juízo, declarou ter sido procurada por pessoas que sabe serem envolvidas em práticas criminosas, a fim de que não falasse a verdade em seu depoimento em Juízo. Por conta disso, a Justiça determinou a suspensão cautelar da função pública dos acusados e, subsidiariamente, a suspensão da atividade-fim dos réus, proibindo-lhe de exercerem suas atividades no 39º BPM, . Compulsando-se os autos, constata-se que assiste razão parcial ao Ministério Público. A vítima, em Juízo, relatou fatos novos que demonstram a necessidade de adoção de medidas cautelares, a fim de preservar a instrução criminal e a futura aplicação da lei penal, notadamente em razão das supostas tentativas de impedi-la de falar a verdade em juízo, bem como impedir eventual reiteração de condutas criminosas. Tratam-se de fatos novos, até então desconhecidos, e que justificam a adoção de medidas cautelares para garantia da ordem pública, sem violar direitos fundamentais dos acusados ao impor-lhes medida cautelar mais gravosa que a adequada ao caso, qual seja, a prisão preventiva. Por outro giro, a suspensão parcial da função pública é mais proporcional e adequada. Antes de os policiais serem presoss, a Justiça havia determinado, até a sentença definitiva ou ordem de contra-cautela, que eles não poderiam ser escalados na atividade policial (atividade-fim), mas somente em serviços prestados exclusivamente nos ambientes internos da PMERJ, bem como não poderão exercer tais atividades no âmbito do 39º BPM. Eles tinham também que cumprir a seguinte medidas: a) Proibição de se aproximar ou procurar pela vítima e testemunhas desse processo, bem como seus familiares, por qualquer meio, ainda que indiretamente. FONTE: TJ-RJ

Devido a guerra no Juramento, PM faz operações em áreas do TCP em Madureira

Equipes do Comando de Operações Especiais (COE) da PMERJ realizam operações em Madureira, na zona norte do Rio de Janeiro. As ações têm como principais objetivos impedir as disputas territoriais de grupos criminosos rivais e coibir a atuação criminosa nas regiões. Policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) estão atuando na Comunidade da Serrinha. Já equipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) realizam ação na Comunidade da Primavera.   As ações contam com apoio do Batalhão de Ações com Cães (BAC) e do Grupamento Aeromóvel (GAM). Até o momento, foram apreendidos grande quantidade de drogas, três liquidificadores, uma balança e uma faca. Foi descoberto.tambem um muro de concreto com.seteiras (buracos usados para atirar na policia). FONTE: PMERJ

MP prende PMs suspeitos de fazer segurança armada de comerciantes mediante pagamento mensal durante horário de expediente

O Ministério Público Estadual do Rio prendeu até o momento noven dos 11 PMs que são alvos de operação suspeitos de prestar segurança armada a comerciantes de Belford Roxo, durante o serviço na corporação, mediante pagamento mensal. Eles vão responder na Justiça pelo crime de organização criminosa. A pedido do GAESP/MPRJ, os mandados foram expedidos pelo Juízo da Auditoria da Justiça Militar e são cumpridos em endereços em Belford Roxo, Nova Iguaçu, Maricá e nos bairros da Pavuna e Bento Ribeiro, na capital. De acordo com a denúncia, os comerciantes beneficiados pelo esquema eram informalmente chamados de “padrinhos”. Os crimes ocorreram entre 2021 e 2024 período em que os policiais estavam lotados no 39º BPM (Belford Roxo). Atualmente, parte dos denunciados permanece na unidade, enquanto os demais estão no 12º BPM (Niterói), 15º BPM (Duque de Caxias), 20º BPM (Mesquita), no Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur) e na Prefeitura de Belford Roxo. Segundo as investigações do GAESP/MPRJ, a oferta do serviço era contratada pelos comerciantes, com quem os PMs estabeleciam uma relação de dependência econômica, comprometendo os princípios da legalidade, moralidade e isonomia no acesso à segurança pública. Entre os pontos comerciais identificados estavam restaurantes, lanchonetes, mercados, lojas, postos de combustíveis, depósitos, farmácias, clínicas, universidades, funerárias, serviços de mototáxi, transporte alternativo, feiras livres, festas populares e um posto do Detran em Belford Roxo. FONTE: MPRJ

‘Escritório do Crime’ tentou matar PM que era ligado a Fernando Iggnácio

O Escritório do Crime, grupo de matadores que agia por recompensa, tentou matar um PM que era envolvido com o falecido contraventor Fernando Iggnácio em 2018. O PM foi alvo de atentado em janeiro daquele ano na Rua Ribeiro Andrade, em Bangu. Inicialmente, se cogitou a hipótese de latrocínio Na ocasião, o policial reagiu à empreitada criminosa, porém foi alvejado no tórax e em uma das mãos, motivo pelo qual foi socorrido por populares e por um ex-PM. Ele foi levado para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo. No decurso das investigações, foi verificado que na verdade o PM foi vítima de tentativa de homicídio por erro de execução. Foi analisado na época o conteúdo do telefone celular de um membro do Escritório do Crime, vulgo Mugão (já falecido) e foi descoberto que o PM alvo como também o ex-PM que o socorreu trabalhavam na ―base da segurança de Fernando Iggnácio. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Criança foi atingida por bala perdida em Irajá. Tiro teria vindo do Juramento

Durante o tiroteio no Morro do Juramento neste domingo (29), uma criança foi atingida de raspão por uma bala perdida dentro de casa, em um condomínio localizado em Irajá, a cerca de 5km do Juramento. Apesar da distância, os tiros colocaram em risco moradores de outras regiões. A Assessoria de Imprensa da PM do Rio informou que, nesta segunda-feira, equipes do 3º BPM (Méier), do 9º BPM (Rocha Miranda) e do 41º BPM (Irajá), com apoio do 1º Comando de Policiamento de Área (CPA) e do Comando de Operações Especiais (COE) da corporação, realizam operações nas comunidades do Juramento, do 18, do Juramentinho e da Saçu, na Zona Norte da cidade do Rio. No entanto, não houve ações nas regiões do Complexo da Serrinha e do Morro do Primavera, onde estão homiziados boa parte dos criminosos envolvidos na guerra. FONTE: PMERJ e Fogo Cruzadon

Preso bicheiro acusado da morte do filho de Piruinha

Foi preso nesta segunda,-feira o bicheiro Marcelo Simões Mesqueu, o Cupim, durante operacã do MP e da PMERJ contra investigados pelos assassinatos de Haylton Carlos Gomes Escafura — herdeiro de um dos clãs ligados à exploração do jogo do bicho no Rio de Janeiro — e de sua então namorada, a soldado Franciene de Souza. Os crimes ocorreram em 2017. Cupim foi denunciado à Justiça no último dia 23/06 pelo GAECO/MPRJ por homicídio. Os mandados de busca e apreensão miram outros seis investigados — incluindo dois policiais militares — e foram expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal da Capital, a pedido do MPRJ, para endereços nos municípios do Rio de Janeiro, Cabo Frio e Florianópolis .De acordo com as investigações, o crime foi motivado por uma disputa pelo controle de pontos de exploração de jogos de azar. Haylton Carlos teria tentado reassumir os espaços anteriormente arrendados por Cupim junto a José Caruzzo Escafura, o Piruinha, seu pai e integrante da chamada “velha cúpula” da contravenção. O GAECO/MPRJ apura ainda o possível envolvimento de membros da organização criminosa liderada por Cupim, bem como de matadores ligados ao grupo conhecido como “Escritório do Crime”.  FONTE: MPRJ

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