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PMERJ

Traficante do CV que a Justiça liberou para passar Dia dos Pais em casa e não voltou planejou ataques a repartições públicas no Rio como UPP, UPA e Restaurante Popular e atirava em policiais gritando. “Vai morrer”

A Justiça do Rio concedeu benefício de visita periódica ao lar a um traficante que praticava ações covardes e de extrema violência na Cidade de Deus, levando terror a comunidade. Luciano da Silva Teixeira, o Sardinha, chegou a mandar em certa ocasião seus subordinados a atacarem a UPP, uma UPA e um Restaurante Popular e interromper o trânsito na região. “Quando uma criança foi baleada no interior da escola, Sardinha determinou a Serrote, que que repartições públicas fossem batacadas pelos traficantes”, diz uma investigação. Sardinha está no crime desde agosto de 1996. Ele foi flagrado em uma escuta dizendo que perseguiu policiais quando estava armado. Policiais o reconheceram uma vez como sendo autor de disparos contra eles. Em um dos fatos, ele estava em uma moto e atirou em direção a guarnição, gritando: “ vai morrer na UPP Sardinha andava sempre cheio de seguranças fortemente armados e usava colete balístico. Sardinha era o líder do tráfico na Quadra 15 no Complexo da CDD sendo rsponsável pelos pontos de venda naquela área mesmo depois de ter sido preso, cabia as tarefas de planejar, organizar e distribuir a compra e venda de entorpecentes, armamentos e munição, cooptar integrantes para a associação criminosa, visando manter ne operacionalizar a traficância local,

Traficantes voltaram a atacar PMs na Pedreira (TCP). Quatro foram presos e um ferido

Traficantes voltaram a atacar policiais militares no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, no final da tarde e início da noite de hoje Ppoliciais militares 41ºBPM realizam uma ação no Complexo da Pedreira. De acordo com os policiais, as equipes foram atacadas a tiros. Após levantamento de dados de inteligência, os agentes encontraram um local utilizado como desmanche de veículos roubados, onde foram recuperadas duas  vans roubadas hoje. Além disso, uma réplica de pistola e um bloqueador de sinal também foram apreendidos. Quatro suspeitos foram encaminhados para a delegacia.  Na ação, um indivíduo foi ferido. Ocorrência em andamento na 31ªDP.

PM foi morto em confronto em Barra Mansa

Um PM foi morto na noite de ontem durante uma operação em Barra Mansa, no Sul Fluminense. Ele foi identificado como o soldado Felipe dos Santos Amaral, 32. Ele foi atingido por disparos de fuzil durante confronto com criminosos fortemente armados. O policial chegou a ser socorrido para a Santa Casa de Misericórdia de Barra Mansa, mas não resistiu aos ferimentos. Ele foi baleado ao menos cinco vezes. Na mesma ação, morreu um homem de 42 anos apontado como um dos chefes do crime organizado na região. Informações de inteligência indicam que ele preparava, com outros dez suspeitos, um ataque contra uma facção rival. Ele havia sido beneficiado recentemente por uma saidinha e não retornou à cadeia. Dois adolescentes foram apreendidos e quatro homens presos. Outros três conseguiram fugir. Entre os materiais apreendidos estavam uma granada, duas pistolas, dois revólveres, uma réplica de pistola, três carregadores, 12 celulares e 90 munições.

Depois de sete anos do crime, PM envolvido em sequestro foi expulso da corporação

Depois de sete anos, o sargento PM Drago foi expulso da corporação depois de ser acusado de um sequestro de duas pessoas em Nova Iguaçu.Segundo as investigações da época, Drago e um comparsa também PM sequestraram as vítimas A e C, com o fim de obter vantagem econômica como condição ou preço do resgate. O crime foi cometido mediante a restrição da liberdade das vítimas, que em primeiro mo-mento, foram conduzidas a Nova Iguaçu e posteriormente, a vítima C foi conduzida para Mangaratiba -RJ, permanecendo nesses cativeiros como condição necessária para a obtenção da vantagem econômica. Consta dos autos que, na data citada, as vítimas estavam no interior da garagem do Apart Hotel Mont Blanc, momento em que foram arrebatadas e levadas ao local do primeiro cativeiro, localizado na Rua José Antônio de Arruda Câmara, Nova Iguaçu, onde permaneceram por cerca de 8h/9h. A foi libertado para que pudesse conseguir o valor exigido a título de resgate, à medida que C ainda permaneceu em poder dos extorsionários por mais de vinte e quatro horas, sendo levada para outro cativeiro na localidade de Mangaratiba, na Rua Projetada “A” n.o 51 – Nova Mangaratiba. Após o pagamento do valor de R$ 60.000,00 em espécie, a vítima foi libertada, sendo deixada em Itaguaí no final do dia 31 de julho de 2018.Drago na qualidade de extorsionário sequestrou as vítimas, participando da escolha do primeiro cativeiro e estando presente no local do segundo cativeiro, privando a vítima de sua liberdade, praticando atos essenciais para consumação do delito. Após investigações realizadas pela autoridade policial da Delegacia Antissequestro (DAS),por intermédio do Inquérito Policial n.o 907-00058/2018, constatou-se o envolvimento dos po-liciais na empreitada criminosa. Outro PM suspeito de participar do caso foi absolvido pela Justiça e considerado apto a permanecer na corporação

PMs envolvidos com o ‘Novo Escritório do Crime’ estão na bola para sererm expulsos da corporação

Dois PMs estão sendo submetidos a conselho de disciplina que pode levá-los a expusão da corporação após serem denunciados pelo MPRJ pelo crime de organização criminosa, sequestro e cárcere privado e comércio de armas de fogo. Eles estão envolvidos em um grupo de extermínio cuja clientela seria composta por personagens ligados à atividade de contravenção e milícia no Estado do Rio de Janei-ro, em especial a organização criminosa denominada “O novo escritório do crime”. O grupo realizava a vigilãncia, levantamento de dados e o monitoramento das vítimas, resultando na execução sumária destas “em plena luz do dia”, mediante múltiplosdisparos de arma de fogo. Por conseguinte, os executores recebem valores em dinheiro ajustados com os mandantes das execuções. O bando agiu a mando da quadrilha do contraventor Rogério de Andrade. Eles recebiam valores em dinheiro ajustados com os mandantes das execuções. A investigação revelou que a execução das vítimas da organização criminosa ocorre no modus operandi. Exemplo impactante de um dos delitos brutais de homicídio. Um deles foi de Fábio Romulado Mendes, ocorrido em 29SET2021, por volta das 09h, na Estrada dos Bandeirantes, bairro Vargem Pequena, A execução de Fábio foi encomendada pelo miliciano Batata que pagou ao PM Bruno Esquilo, um dos que poderão ser expulso, além de Papa e Rodriguinho. para que estes efetuassem o trabalho de planejamento, levantamento de dados, monitoramento e execução da vítima a fim de que não houvesse falha na empreitada criminosa, o que consequentemente, culminou com a consumação do crime. Uma testemunha afirmou que Bruno Esquilo é responsável pela segurança na localidade conhecida como Caixa D‟Água em Padre Miguel e disse que o grupo era comandado por Rogério Andrade e tem como chefe um dirigente da Mocidade Independente de Padre Miguel, seguido por Batata, seu braço-direito e depois Bruno Esquilo, depois Papa, Muniz e Vitinho. A testemunha disse que uma semana após o crime ouviu uma conversa de Esquilo sobre a tentativa de matar Fábio a mando de Batata, ambos falavam sobre a dificuldade de executar o crime, tendo em vista que Fábio andava de veículo blindado, e, por isso, seria preciso usar um fuzil de calibre 7,62 e que na Estrada dos Bandeirantes. Depois do crime, Bruno ficou sumido por um tempo e quando voltou, disse que ele e os comparsas tinham pego o cara. Além disso, antes do crime Bruno estava sem dinheiro e depois do crime, o policial apareceu com muito dinheiro; Bruno geralmente dirigia os veículos utilizados, pois, como policial militar, em caso de algum contratempo, Constam, ainda, os indícios da participação de Esquilo na morte no nacional Neri Peres Júnior no dia no dia 04OUT2021, por volta das 12h50min, na Avenida do Canal, bairro de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro. Restou apontado que a execução de Neri foi encomendada por Batata ”, que remunerou o militar com vistas ao levantamento de dados, monitoramento e execução da vítima, Convém esclarecer, que a atuação do grupo criminoso em comento, não se limitava à prática de homicídios, sendo constatada também a prática da atividade de comércio ilegal de arma de fogo. O outro PM vulgo Briggs ers o responsável pelo fornecimento de arma de fogo e de munições de calibre restrito ao grupo criminoso, O Novo Escritório do Crime. Esquilo negociou a compra de armas de fogo, munições e carregadores. Os PMs também fizeram fraude para recebimento de valor de seguro e recebimento de pagamento mensal da milícia de Curicica, liderada por André Boto. Urge salientar que os materiais bélicos adquiridos pela organização criminosa são oriundosde apreensões realizadas pela Polícia Militar, do PM, utilizando-se da corporação e de suas funções institucionais em benefício próprio e de seus comparsas, desviavam os materiais apreendidos com o fito de alimentar belicamente a organização criminosa. Foi captada uma conversa de Esquilo e Boto, que entre os dias 28 e 29 de agosto de 2021 sequestraram um homem As conversas apontam que a vítima foi libertada por ser conhecida na região e, possivelmente por ter contato com outros criminosos, razão pelaqual a manutenção do seu cárcere poderia causar problemas à malta em razão de eventuais atritos com outras organizações criminosas. A execução do sequestro da vítima foi perpetrada por Esquilo com auxílio de Boto e de Vitinho Fubá. As investigações apontam que as tratativas para compra de armas de fogo se deram inicialmente entre Esquilo e o falecido milciiano Playboy da Curicica. Foi o miliciano que encaminhou ao PM o contato de Briggs à época lotado no 14o BPM, com quem ele passou a negociar, em benefício da organização criminosa, armas, carregadores e munições, armamentos desviados de operações policiais.

PM suspeito de extorquir em R$ 30 mil, agredir e ameaçar matar homem e que já foi condenado a 23 anos de cadeia poderá ser expulso da corporação. “Quero o dinheiro, senão vai acabar aqui”.

Em 17 de fevereiro de 2022, um homem foi atraído até um bar localizado no município de Ni-lópolis/RJ, por meio de um contato telefônico de uma mulher chamadal Edla, que se apresentou falsamente como vítima de violência doméstica para obter sua localização. No local, o rapaz foi violentamente agredido pelo sargento PM Peres e por outro indivíduo não identificado, sendo, em seguida, forçado a entrar em um veículo utilizado pelo grupo criminoso. Na sequência, duas mulheres e o PM dirigiram-se à rEsidência da vítima, onde arrombaram a porta e subtraíram diversos bens, como uma televisão de 43 polegadas,dois ventiladores, um aparelho celular, pares de tênis e outros objetos pessoais. Enquanto isso, a vítima permanecia no interior do veículo, sob agressões físicas. Após o roubo, a vítima foi levada à força até o bairro do Recreio dos Bandeirantes, no Riode Janeiro, onde, entre as 20h do dia 17 e as 08h do dia 18 de fevereiro de 2022, foi mantida sob vigilância, sendo agredida e ameaçada de morte com arma de fogo pelo sargento, com o objetivo de extorquir-lhe a quantia de R$ 30.000,00 (trinta mil reais), sob a ameaça direta de execução: “Quero o dinheiro, senão vai acabar aqui”. Ainda durante o trajeto, o PM manteve contato telefônico com o mandante dos crimes, “Caio Padrinho”. Em determinado momento, pararam em uma choperia para conversarem pessoalmente, mantendo a vítima confinada no veículo. Em seguida, ela foi levada a um local ermo, nas proximidades da Estrada do Pontal, onde sofreu novas agressões e ameaças. Ao final, foi deixada em uma quitinete no chamado “Beco do Índio”, sob a guarda de um homem., com ordens expressas para não deixá-la sair até o pagamento ser realizado. O sargento Peres está sendo submetido a conselho de disciplina que poderá decidir pela sua exclusão dos quadros da corporação. Ele foi condenado a 23 (vinte e três) anos, 6 (seis) meses e 20 (vinte) dias de reclusão, em regime inicialmente fechado,

PM leva a conselho disciplinar que poderá expulsar sargento que foi preso com veículo usado em comboio de milicianos no Catiri

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode decidir pela expulsão, de um sargento que foi preso com um carro que havia sido flagrado em um comboio de milicianos no Catiri, em Bangu, no final de julho. No dia 30 de julho de 2025, por volta das 12h, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), atuando em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO-IE), realizaram a abordagem de um automóvel da marca Toyota, modelo Corolla Cross, de cor branca, que trafegava pela Avenida Brasil, na altura do número 23.800, sentido Campo Grande, bairro de Guadalupe, Zona Norte do Rio de Janeiro/RJ. A abordagem foi motivada por informações repassadas pelos setores de inteligência da PRF e da DRACO, que identificaram o referido veículo como supostamente clonado e vinculado a atividades ilícitas. Durante a inspeção, confirmou-se que o automóvel ostentava a placa RTT-0F15, com indícios de adulteração, sendoposteriormente constatado que a verdadeira identificação do veículo correspondia à placa SRD-5D26, constando como roubado na cidade do Rio de Janeiro em 9 de maio de 2025. No interior do veículo encontrava-se como único ocupante o sargento Félix, então lotadona UPP do Jacarezinho, que, ao ser indagado sobre a posse e destino do automóvel e dos objetos transportados, afirmou que estaria realizando o transporte de armamento da comunidade da Maré com destino à região do Catiri, situada no bairro de Bangu, Zona Oeste da cidade. Durante a revista veicular, os agentes localizaram e apreenderam o seguinte material bélico: Importa registrar que, conforme amplamente noticiado pelos veículos de imprensa locais, o veículo conduzido pelo militar integrou um comboio de aproximadamente sete automóveis, que circularam na comunidade do Catiri, em Bangu, durante o fim de semana que antecedeu a prisão, portando armamento pesado e com forte indício de vinculação a grupo miliciano atuante na região. Imagens captadas por drone, compartilhadas com órgãos de segurança, identificaram o Corolla Cross branco conduzido pelo acusado como um dosveículos do comboio. A ação teria motivado, inclusive, confronto com grupo rival vinculado ao tráfico de entorpecentes, resultando, inclusive, em ao menos um civil ferido.

Ônibus foi incendiado na Ilha em protesto contra operação policial. Doze foram sequestrados para bloquear vias

Manhã de terror e pânico na Zona Norte do Rio! Traficantes sequestraram ônibus e fecharam vias após operação do 17º BPM (Ilha do Goverandor) no Morro do Dendê que prendeu quatro criminosos na comunidade. A ação tinha como objetivo conter a atuação do tráfico, mas a resposta veio em forma de tiros, ônibus incendiado e desespero de moradores. Entre as vias bloqueadas ao trânsito estão a Estrada da Cacuia e a Avenida Paranapuã. Virou “moda” no Rio: toda vez que tem operação policial, ônibus acabam sendo sequestrados e queimados como represália. O Rio Ônibus informa que um ônibus (B28623 – 921 – Ribeira x Bancários) foi incendiado e 12 ônibus foram sequestrados e utilizados como barricadas, na Ilha do Governador. Em 2025, 99 coletivos já foram sequestrados e 3 incendiados. Além disso, onze linhas estão com seus itinerários desviando. Mais uma vez reiteramos o apelo às autoridades de segurança pública, ressaltando a necessidade urgente de se tomar providências para devolver o direito de viver em paz da população carioca. Ônibus sequestrados e utilizados como barricadasB28618 – 326 Bancários x CandeláriaB28560 – 696  Praia do Dendê x MeierB28702 – 2344 Bancários x CasteloB28537 – 326 Bancários x CandeláriaB32726 – 323 Bananal x CasteloB10144 – 323 Bananal x CasteloB10150 – 323 Bananal x CasteloB10116 – 328 Bananal x CandeláriaB10001 – 635 Bananal x Saens PenaB10041 – 910 Bananal x Irajá – Via FundãoB28728 – 2344 Bancários x Castelo Linhas com desvios na região323 – Bananal x Castelo – Via Cacuía/ Linha Vermelha327 – Ribeira x Castelo – Via Cocotá/ Linha Vermelha328 – Bananal x Candelária – Via Cacuía634 – Bananal x Saens Peña – Via Fundão/ Bonsucesso635 – Bananal x Saens Peña – Via Fundão/Linha Vermelha901 – Bonsucesso x Ribeira – Via Jardim GuanabaraSV901 – Bonsucesso x Bananal – Via Cacuia910 – Bananal x Irajá – Via Fundão326 – Bancários x Candelária696 – Praia do Dendê x Méier Na manhã desta segunda-feira (18/08), policiais militares do 17º BPM (Ilha do Governador), com apoio do 22º BPM (Maré) e do 3º BPM (Méier), realizam uma operação na Comunidade do Dendê, na Ilha do Governador. A ação tem como objetivo coibir a atuação de criminosos na região e promover a retirada de barricadas que dificultam a circulação de moradores e o patrulhamento policial. Até o momento, a operação resultou na prisão de quatro homens e na apreensão de quatro fuzis. Durante as ações, equipes do BPChq detiveram quatro suspeitos e apreenderam dois adolescentes portando pedras, próximo ao local de onde os ônibus estavam sendo interceptados na Estrada do Galeão, no Jardim Carioca. Durante as ações, um ônibus foi incendiado e um outro interceptado. a Ilha,  entra pra esse cenário de horror…. infelizmente, disse um morador. A ilha não era assim não . Meu Deus, falou outro. O que esta acontecendo na ilha meu Deus acabou a paz na ilha, escreveu mais um.

PM prendeu quatro e recolheu quatro fuzis no Dendê (TCP). Bandidos fizeram protesto com ônibus feitos de barricadas

A Polícia Militar faz na manhã de hoje uma operação no Morro do Dendê, na Ilha do Governador. Houve intenso tiroteio no local. “Moro no Taúa e escutei muitos tiros vindos desse lado”, disse um internauta Até o momento, os PMs prenderam quatro suspeitos e recolheram quatro fuzis. além de outros materiais. Os agentes estão fazendo a retirada de barricadss da comunidade Em protesto, bandidos atravessaram ônibus na pista e fizeram barricadss com fogo. Um carro foi incendiado. Mais cedo, também na Ilha, PMs apreenderam duas granadas, drogas e um veículo no Tauá. Um suspeito foi baleado e morreu no hospital.

Traficantes tocaram o terror em Cabo Frio durante a madrugada em protesto contra operação policial que deixou um morto

Traficantes tocaram terror na madrugada de hoje no bairro Jardim Esperança, em Cabo Frio. Houve uma ação policial no conjunto do Minha Casa Minha Vida que terminou com dois presos e um morto. Em represália, os bandidos colocaram fogo em caçambas de lixo, interditaram ruas e mandaram o comércio fechar. Por causa da ação dos traficantes, ônibus deixaram de circular na região e famílias se trancaram em casa com medo da violência. Houve barulhos de explosões e muita correria.

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