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operação policial

Civil dá resposta rápida e prende assassinos de policial morto em Niterói. Dois são PMs

Policiais civis da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) capturaram, nesta segunda-feira (06/10), três criminosos envolvidos no homicídio do policial civil Carlos José Queiroz Viana. Ele foi morto de forma covarde, nesta manhã, em Niterói, Região Metropolitana do Rio. Dois dos suspeitos são PMs. Eles foram localizados em Xerém, no município de Duque de Caxias. Com eles, foram encontradas armas com calibre compatível ao utilizado no crime. Eles também estavam com um veículo produto de roubo. O carro utilizado pelos bandidos na ação criminosa já tinha sido localizado Caxias, onde foi incendiado pelo grupo. Essa é mais uma resposta rápida da Polícia Civil contra quem ataca seus agentes. As investigações seguem para apurar a motivação do homicídio, bem como outros possíveis envolvidos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficantes do CV do Rio são suspeitos de extorsão na Bahia

Agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), em conjunto com a Polícia Civil da Bahia fazem uma operação, nesta segunda-feira (06/10) contra integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. Os narcotraficantes são responsáveis por extorsões no estado nordestino. Os mandados de prisão e de busca e apreensão são cumpridos em endereços da Zona Norte do Rio e, até o momento, uma pessoa foi presa. De acordo com as investigações, o grupo era responsável por extorsões, mediante a cárcere privado. Os crimes eram cometidos na Bahia. O criminoso preso nesta segunda, foi capturado com tornozeleira eletrônica e possui extensa ficha criminal, com diversas passagens por crimes graves praticados ao longo de duas décadas. Ele acumula anotações por roubos, a transeuntes e a residências, além de roubo de carga, tráfico e associação para o tráfico de drogas, receptação, desobediência e lesão corporal causada por atropelamento. As diligências estão em andamento nos bairros do Jacaré, Triagem e Maria da Graça. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

Chefe do CV em comunidade de Belo Horizonte foi preso quando ia para a Rocinha

PMs do Rio com apoio de policiais de Minas Gerais prenderam no último sábado (04), na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio, o criminoso, membro de Organização Narcoterrorista Comando Vermelho, Rafael Kennedy de Souza, mais conhecido como “Macaco Louco”, de 32 anos, que é  chefe do tráfico de drogas no bairro Primeiro de Maio, Região Norte de Belo Horizonte. Ele foi preso quando se dirigia à Favela da Rocinha, Zona Sul do Rio, onde estava se escondendo.  Autor e mandante de vários homicídios na região onde controla a venda de drogas, ele é  considerado um criminoso de alta periculosidade, e alvo prioritário do 13º BPM/PMMG.  Contra ele constava um Mandado de Prisão, expedido pela 3ª Vara de Tóxicos, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da Comarca de Belo Horizonte/TJMG, espécie de prisão: Definitiva decorrente de condenação transitada em julgado, pelo crime de Tráfico de Drogas, com pena restante: 05 anos e 3 meses, em Regime prisional: Fechado.  Diante dos fatos, o criminoso foi levado à 16ª DP (Barra da Tijuca), onde foi confirmado o mandado de prisão e onde foram tomadas as medidas cabíveis sobre o caso e, posteriormente, ele foi conduzido a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça de Minas Gerais.  FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia   

Ônibus foram incendiados por ordem de bandidos em Vargem Grande

A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), neste sábado (04/10), policiais da unidade foram acionados para verificar uma ocorrência na Estrada dos Bandeirantes, na altura de Vargem Grande, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. No local, as equipes encontraram dois coletivos incendiados, em pontos distintos da via. Segundo informações, indivíduos armados bloquearam a pista com os veículos, atearam fogo e fugiram. O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou as chamas. As equipes realizaram buscas pelos responsáveis, mas os criminosos não foram localizados. O policiamento foi reforçado em toda a área. A ocorrência foi registrada na 42ª DP. Segundo relatos, a ordem para atacar os coletivos teria partido do traficante vulgo GB, que é o líder do Terceiro Comando Puro na região. Cricula boatos de que uma guerra pode estourar a qualquer momento na área, recentemente bandidos do Complexo da Maré e Complexo de Israel e Complexo da Serrinha (TCP) foram reforçar as comunidades de Vargem Grande, enquanto bandidos da Cidade de Deus, Complexo da Penha, Gardênia Azul e Praça Seca (CV) foram reforçar Vargem Pequena, onde se concentram as comunidades dominadas pelo Comando Vermelho. FONTE: PMERJ e Grupo Submundo Criminal (Telegram)

Como era a atuação de uma das maiores quadrilhas que forneciam armas para facções criminosas do RJ. Grupo agia desde 2022 mas só este ano foi aberto processo criminal contra os envolvidos

Depois de dois anos de descoberta a atuação de uma quadrilha que trazia armas de outros estados para serem vendidas à facções criminosas no Rio de Janeiro, o Tribunal de Justiça abriu processo contra os envolvidos. A investigação revelou a atuação do bando entre novembro de 2022 e março de 2023, em diversas unidades da Federação. O foco principal do grupo era, em suma, o comércio ilegal de arma de fogo, relativo ao transporte, à exposição à venda e ao fornecimento de armas de fogo, acessórios ou munições, inclusive de uso proibido ou restrito, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar. Em março de 2023, o grupo sofreu um grande desfalque com a apreensão na Rodovia Presidente Dutra de 13 pistolas com kit rajada de calibre 9mm, todas com numeração de série suprimida por intensa ação mecânica, 31 (trinta e um) carregadores, sendo 11 estendidos e 20 normais, todos de calibre 9mm com 30 munições, além de 1 (um) fuzil calibre 762mm, 4 (quatro) carregadores cilíndricos calibre 556, com capacidade para 100 munições cada, 01 (um) carregador calibre 7,62mm, estes de uso proibido. A atuação da associação, ademais, tinha abrangência interestadual, pois os serviços (as rotas) tinham origem, normalmente, no estado do Paraná, mais precisamente em Foz do Iguaçu, e destinos intermediário e final, frequentemente, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, o que inclusive justificava toda a dinâmica relacionada aos aluguéis dos imóveis e automóveis, para viabilizar o transporte do armamento. O líder do bando era um homem chamado Mateus. Ele selecionava e repassava os serviços e encomendas, definia as rotas das viagens, controlava a movimentação e a atividade dos demais integrantes, escolhia os executores dos “serviços”, autorizava pagamentos e estabelecia conexões com os adquirentes e recebedores das armas de fogo comercializadas, além de também orientar os demais integrantes, para que demonstrassem cautela em suas atividades. Mais especificamente, ele definia as datas e os motoristas dos transportes das cargas de armamento, autorizava o uso dos automóveis alugados pela associação e definia e repartia os valores pagos pelas entregas feitas. Sua esposa, Thaís, era por sua vez, a responsável pela locação dos veículos utilizados no transporte das armas de fogo, munições e acessórios, assim como pela locação dos imóveis que eram usados pelos demais integrantes. Para além disso, ela também realizava pagamentos em nome ou em virtude de orientação de Mateus. O denunciado Pedro atuava pessoal e diretamente no transporte das armas de fogo, acessórios e munições, na locação dos veículos, na realização de entregas e no recrutamento de outros indivíduos para a associação (como demonstram os diálogos mantidos por ele com outros indivíduos, como o identificado pelo vulgo Sheik). No desempenho de suas tarefas, o demandado mantinha contato frequente com Mateus, de quem recebia orientações e para quem prestava contas sobre os serviços realizados. A denunciada Brenda, por fim, também desempenhava tarefas relacionadas ao transporte e fornecimento do armamento e estava direta, estável e conscientemente envolvida nas atividades do grupo criminoso. As estratégias do grupo eram (1) a locação de veículos e imóveis por pessoas que não conduziam os automóveis alugados nem se hospedavam diretamente naqueles bens; (2) o uso de grupos de aplicativos de mensagem, para compartilhamento, em tempo real, de informações sobre fiscalizações feitas pela PRF, e o uso de “batedores” – pessoas que se deslocava à frente dos comboios que transportavam as armas -, para que monitorassem o trajeto e alertassem sobre possíveis intervenções policiais; (3) uso de comunicação e linguagem velada – uso do termo “chuteira” para referencias a armas, e a supostas empresas, para disfarçar as demais atividades; (4) uso de diversas linhas telefônicas e de pessoas interpostas, para dificultar o rastreamento das atividades do grupo. ilegalmente comercializado. A apuração realizada pela autoridade policial revelou que, no período mencionado da atividade da associação criminosa, diversas viagens interestaduais foram realizadas, para transportar armas de fogo de uso restrito. Entretanto, além das viagens, os denunciados, nesse interregno, planejaram outros serviços e trocaram informações sobre os objetivos da associação e formas de auferir renda e expandir suas atividades, por meio de novas coletas e fornecimento de armamentos e a cooptação de outros integrantes para o grupo (como demonstram os inúmeros registros de contatos constantes dos autos, especialmente da Informação Sobre a Investigação, As provas obtidas durante a investigação ainda revelaram que os armamentos eram fornecidos a outros grupos criminosos, inclusive a facções criminosas com atuação na cidade do Rio de Janeiro. Em diversos momentos, os denunciados, especialmente os denunciados Pedro e Mateus, se comunicaram com os destinatários das cargas, e os registros desses contatos revelam a vinculação entre os interlocutores. FONTE: TJ-RJ

De olho no metanol: polícia do RJ faz operação para combater fabricação e comércio de bebidas adulteradas

Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) fazem hoje uma operação para coibir a produção e a venda de bebidas alcoólicas adulteradas e impróprias para o consumo. Os agentes fazem buscas na capital e na Baixada Fluminense para cumprir 21 mandados de busca e apreensão. Milhares de garrafas com suspeita de falsificação já foram apreendidas e serão encaminhadas para análise, que vai indicar possíveis irregularidades prejudiciais para os consumidores, como o uso irregular de metanol. Esta é mais uma ação realizada pela DRCPIM nesta semana com o objetivo de garantir a segurança para os consumidores. Ações de fiscalização vêm ocorrendo deste quarta-feira (01/10), quando as equipes foram a um grande distribuidor de bebidas em Ramos, na Zona Norte, após denúncia de clientes de um estabelecimento na Barra da Tijuca, Zona Oeste. Na sexta (03/10), os agentes foram a bares e casas noturnas em bairros das zonas Norte e Sul. Mais de 30 estabelecimentos foram verificados nos últimos dias. Durante as diligências, os policiais civis encontraram diversas bebidas alcoólicas fora da validade e armazenadas em condições insalubres. A perícia constatou fortes indícios de adulteração em centenas de garrafas de cerveja e destilados. Ao todo, seis pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos. Elas vão responder por falsificação ou adulteração de bebida e por crimes contra as relações de consumo. A operação faz parte de um esforço contínuo da Polícia Civil para garantir a saúde e bem-estar da sociedade e reforça o compromisso da instituição no combate à comercialização de produtos falsificados, que geram danos aos consumidores e ao mercadO. FONTE: Polícia Civil do RJ

Deputado disse que foi recebido a tiros em comunidade de Caxias

O deputado estadual Marcelo Dino que é PM disse que foi recebido a tiros quando subia uma comunidade carente em Duque de Caxias. “Subia o Morro do Cacareco na bala.Isso mesmo: fui recebido a tiros, acompanhado pelo GAT, para constatar de perto o que a população já vem denunciando há anos” Segundo o parlamentar, na localidade, há casas tomadas de moradores, prédios invadidos, clubes e espaços da comunidade ocupados pelo crime. “Um lugar que sempre frequentei, onde já fiz campanha, agora está totalmente dominado pelo Terceiro Comando. Isso é inadmissível”, disse Dino. Para o deputado, não dá pra aceitar ver viaturas paradas na rua principal enquanto o tráfico se organiza lá dentro. “O que precisamos é de operação firme dentro da comunidade, retomando cada espaço, cada casa, cada rua, para devolver ao povo o que é do povol. Não vamos recuar. O crime não pode ditar as regras em Duque de Caxias”. FONTE: Facebook do deputado

Jurado de morte na Paraiba, líder de facção veio se esconder no RJ e acabou preso

Na manhã da última quarta-feira, 1º de outubro de 2025, a Polícia Civil do RJ e da PB deram cumprimento ao mandado de prisão contra Joalysson Bruno Napoleâo da Silva, conhecido como “Novinho”, na cidade de Angra dos Reis-RJ. A prisão decorre do mandado expedido em razão de Novinho ser apontado como autor do homicídio que vitimou Luís Antônio Morais Santana, ocorrido no dia 2 de fevereiro de 2025, no município de Itapororoca-PB. Novinho é um dos líderes da facção criminosa autodenominada Nova Alcaeda e, por conta de uma desentendimento interno teria assassinado Luis Antônio, que era seu amigo e também integrava a facção. Por estar jurado de morte pela cúpula da facção, o criminoso fugiu para o Rio de Janeiro visando se homiziar em Angra dos Reis. Após o cumprimento das formalidades legais, o preso foi encaminhado ao sistema prisional em Benfica, onde permanecerá à disposição da Justiça. A operação conjunta demonstra a força da integração entre as polícias do Rio de Janeiro e dos demais estados da federação, reforçando o compromisso das instituições em enfrentar o crime organizado e combater de forma efetiva o tráfico de drogas e as alianças interestaduais. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Corpos mumificados são achados em hospital público no Méier

Quatro corpos mumificados foram encontrados no necrotério do Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier. Policiais civis da 23ª DP (Méier) realizaram diligências, nesta sexta-feira (03/10), na unidade de saúde, no escopo de investigações de 10 inquéritos sobre corpos entregues ao Instituto Médico Legal (IML) já em avançado estágio de decomposição. Os agentes buscavam identificar a situação dos cadáveres que estavam na hospital. Ao todo, 14 corpos são objeto de investigação atualmente. A apuração que vem sendo desenvolvida ao longo dos últimos meses indicou descaso e irregularidades no tratamento dos corpos. A investigação começou a partir da própria comunicação do perito do IML, que sinalizou a impossibilidade de laudo, uma vez que os corpos estavam chegando em avançado estado de decomposição. Após oitivas de testemunhas, descobriu-se que mais corpos estariam abandonados na unidade de saúde, o que foi comprovado nas diligências desta sexta. Um dos corpos, inclusive, estava no local desde dezembro de 2024, sem possibilidade de identificar, sequer, se era homem ou mulher. Os quatro corpos foram apreendidos e encaminhados ao IML, onde passarão por perícia. Ainda durante as diligências, nao havia responsável pelo setor. Todos os envolvidos serão convocados a prestar depoimento. As investigações continuam para apurar os crimes de fraude processual e vilipendio de cadáver, bem como outros possíveis delitos. Veja o que diz a Secretaria Municipal de Saúde Não procede que haja 10 corpos em decomposição no Hospital Municipal Salgado Filho (HMSF). O HMSF é um hospital com grande volume de atendimentos de casos graves e, consequentemente, número elevado de óbitos. Mesmo assim, dos sete corpos que estão hoje no morgue da unidade, três são de pacientes que morreram há menos de 24 horas e ainda não foram retirados pelas famílias. Os outros quatro corpos são de pacientes que não tinham referências familiares ou documentos, que não foram identificados na ocasião e acabaram não podendo ser removidos para sepultamento no prazo previsto na legislação. Três desses corpos já estão com a identificação confirmada e o HMSF aguarda os trâmites judiciais para o sepultamento tardio, que deve ocorrer nos próximos dias. Diante da denúncia divulgada hoje (03) pela Polícia Civil, a SMS afastou a chefe do setor responsável pela liberação dos corpos e abriu sindicância, para apurar os fatos com total transparência. A direção do Hospital Municipal Salgado Filho reitera que não há qualquer intencionalidade da unidade em atrasar a identificação ou sepultamento de qualquer paciente. FONTE: Polícia Civil do RJ e Secretaria Municipal de Saúde

Tribunal de Justiça do RJ reúne em seu site detalhes da investigação sobre a atuação do CV em Petrópolis, quadrilha que foi alvo de operação ontem do MPRJ e da Polícia Civil. CONFIRA TUDO QUE FOI DIVULGADO

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro divulgou em seu site informações a respeito da investigação sobre a atuação do Comando Vermelho em Petrópolis, que foi alvo ontem de uma operação do Ministério Público Estadual e da Polícia Civil. A apuração começou depois da prisão de um traficante conhecido como Kayky que confirmou que as drogas eram fornecidas por um bandido vulgo Nóia e declarou que ambos atuavam sob o comando de Macumbinha recebendo pagamentos semanais por suas atividades ilícitas.Diante destas informações, foi deferida pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Petrópolis a quebra de sigilo dos dados do telefone celular de Kayky possibilitando a extração e análise dos arquivos do aparelho. A análise dos dados, notadamente das conversas no aplicativo WhatsApp, evidenciou a existência de associação criminosa voltada para a prática do tráfico de drogas no bairro Madame Machado, coordenada pelo grupo denominado “Anotações”, composto por Kayky, “Junior”, “Primo” e outros 26 membros. Ficou constatado que o grupo “Anotações”, sob o comando de “Primo”, coordenava a distribuição de drogas da comunidade para outros traficantes e usuários, sendo Kayky e “Junior” responsáveis pela entrega na região de Itaipava, sempre prestando contas a “Primo”. A análise das conversas revelou a utilização de um email como chave PIX para recebimento de valores oriundos do tráfico, cuja investigação permitiu identificar que tal conta e o terminal pertenciam a Macumbinha. O material obtido da conta de e-mail de “Macumbinha” demonstrou de forma clara e inequívoca a participação direta do acusado na associação criminosa, bem como sua liderança em diversos grupos criminosos, sempre coordenando o tráfico e o armazenamento de drogas. Macumbinha possuía recentemente dois aparelhos celulares, iPhone 13 e Xiaomi Redmi 13C, associados a novas contas de e-mail, permitindo rastrear suas comunicações e a estrutura de comando do grupo criminoso. A análise das mensagens extraídas dos celulares evidenciou o fluxo do tráfico de drogas, desde o transporte até a distribuição final aos traficantes locais, demonstrando amplo acesso a armas de fogo e retaliação a inimigos. Dentre os operadores do grupo, destacam-se Nem, primo de Macumbinha, responsável pelo transporte de drogas entre Parque União e Petrópolis, e Nóia, encarregado pelo armazenamento e distribuição em Madame Machado. A prisão de um traficante chamado Marcos VInicius confirmou as informações e sua atuação associada à facção Comando Vermelho e o monitoramento policial via grupo de WhatsApp denominado “Madame Jogo10”. A associação conta com a colaboração de um PM , que recebe pagamentos do grupo e informa a posição das viaturas, inclusive com a instalação de GPS em veículo policial, evidenciando a complexidade e a organização da rede criminosa. Ao todo, foram identificados 54 traficantes associados e dois colaboradores, incluindo o Policial Militar, atuantes nas localidades dominadas por “Macumbinha. A análise conjunta das provas demonstra a existência de uma estrutura organizada, hierarquizada e coesa, composta por liderança, gerência geral, gerentes de área, pilotos e “vapores”, atuando de forma coordenada na distribuição, comercialização e controle financeiro das drogas na região de Madame Machado, Nogueira, Secretário, Araras, em Petrópolis. Restou evidenciado, portanto, que todos os acusados integraram associação criminosa voltada ao tráfico de drogas, com divisão clara de funções, controle logístico de estoques, distribuição de drogas e arrecadação de valores. A rede de distribuição de drogas é liderada por Macumbinha, que coordena todas as atividades ilícitas, incluindo compra, transporte, armazenamento, venda de drogas e movimentação financeira dos lucros. A organização atua em diversas localidades de Petrópolis, nas regiões de Nogueira, Araras, Secretário e Madame Machado, mantendo uma estrutura hierarquizada e funções definidas para cada integrante. Nucleo Madame Machado Nóia – – ocupa a posição de “gerente geral” do núcleo de Madame Machado, atuando como braço direito de “Macumbinha” e sendo responsável pela distribuição de drogas na Região Serrana. Ele recebe entorpecentes provenientes da comunidade do Parque União e os armazena em pontos restritos denominados “tretas”, localizados em Madame Machado, de onde são retiradas as cargas sob ordens de “Macumbinha”. Ele é responsável por retirar as metas semanais estabelecidas por “Macumbinha” e distribuí-las aos “pilotos do tráfico”, que redistribuem as drogas para toda a região de Itaipava, incluindo os gerentes locais. Mantém o controle da contabilidade de todos os gerentes do tráfico em Madame Machado, recebendo prestações de contas – no jargão criminal, “batendo o caderno” – assegurando a organização financeira da associação criminosa. Também comercializa sua própria carga de drogas, fato evidenciado pelos pagamentos efetuados de sua conta bancária para a conta utilizada por “Macumbinha”, registrada em nome de seu primo Nem”, evidenciando articulação financeira e operacional entre os membros da organização. Além das funções de recebimento, armazenamento e distribuição de drogas, é responsável pelo recolhimento do dinheiro em espécie proveniente das vendas realizadas pelos gerentes e demais traficantes da região de Madame Machado. Parte do lucro obtido com a comercialização das drogas é transferida diretamente por cada traficante para a conta indicada por “Macumbinha”, enquanto outra parte é recolhida em espécie por pessoas de confiança em cada região. Na localidade de Madame Machado, Nóia centraliza o recolhimento dos valores, encaminhando posteriormente o montante ao acusado Flávio da Silva encarregado de efetuar depósitos em diversas contas bancárias indicadas por “Macumbinha”. A análise dos dados extraídos do terminal evidenciou anotações detalhadas sobre cargas adquiridas, valores pagos e montantes ainda em aberto, fornecendo controle completo da contabilidade dos traficantes da região. As informações são constantemente enviadas por “Macumbinha a Nóia assegurando a supervisão direta do líder sobre todas as transações e movimentações financeiras da associação criminosa. oram encontrados comprovantes de depósitos enviados por Nóia a Macumbinha evidenciando pagamentos efetuados para a aquisição de sua própria carga de drogas. Sapex – atua como gerente de área da região de Madame Machado, contando com “vapores” que trabalham diretamente para ele. Realiza repasses de parte do lucro da venda de drogas em espécie a Nóia e efetua transferências via Pix diretamente para “Macumbinha”, demonstrando vínculo financeiro e hierárquico com a liderança da organização. Conversas extraídas do terminal de Sapex evidenciam o controle detalhado sobre as vendas e valores devidos, bem como o repasse de

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