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operação policial

Traficante Belão foi um dos cabeças do CV preso em operação no Alemão e na Penha. SAIBA MAIS SOBRE ELE

O traficante Thiago do Nascimento Mendes, conhecido como Belão, chefe do tráfico de drogas do Quitungo, Zona Norte do Rio, foi preso nesta terça-feira durante a megaoperação das polícias Civil e Militar nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio. Ele é considerado braço direito de Edgard Alves de Andrade, o Doca, apontado como uma das principais chefes do Comando Vermelho (CV) na região. Belão foi capturado dentro de uma casa, escondido na Favela da Chatuba, na Penha. Ele chefia o Morro do Quitungo, também na Penha. Segundo dados do site do Conselho Nacional de Justiça, o traficante tinha em seu nome seis mandados de prisão expedidos pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) ligados ao tráfico de drogas, comércio de armas e confrontos com quadrilhas rivais. De acordo com investigações, o grupo de Belão tomou o controle de um prédio residencial com 24 unidades, localizado no entorno do Quitungo, e determinava a obrigatoriedade de pagamento dos aluguéis diretamente à associação de moradores da comunidade. Caso contrário, as vítimas deveriam deixar o prédio. … Segundo as investigações, que tiveram início em dezembro de 2022, o responsável pela associação de moradores, conhecido como Edson Pinguelo, atuaria a mando do líder do tráfico do Quitungo, Thiago do Nascimento Mendes, vulgo Belão. FONTE: Disque Denúncia e PCERJ

Operação na Penha e no Alemão já chega a 64 mortos, entre eles quatro policiais. CV pára a cidade

A operação que está sendo realizada nos complexos da Penha e do Alemão já registra 64 mortos. Além de dois policiais civis e dois PMs do BOPE mortos , outros 15 agentes da lei ficaram feridos, entre eles um delegado. Os policiais civis mortos foram Marcos Vinícius, o Máskara, chefe de investigação da 53ª DP (Mesquita)e e Rodrigo Velloso, de 34 anos, lotado na 39º DP da Pavuna, que se formou há poucos meses na instituição. Os PMs mortos foram o 3º SGT Serafim e 3º SGT Heber. O Rio de Janeiro registra a operação policial mais letal de sua história. O número supera o do Jacarezinho, em 2021, quando 28 pessoas foram mortas. Ao todo 111 fuzis foram apreendidos e 81 bandidos presos, entre eles Belão do Quitungo e Danado ou Mexicano do Morro do Jorge Turco. Circula na Internet um comunicado supostamente de traficantes da Penha pedindo ajuda a comparsas de outras comunidades para convocar moradores e mototaxistas para ir para a rua. As ações estão tendo impacto em outras regiões da cidade. Treze veículos foram sequestrados e usados como barricadas nos acessos ao Complexo do Chapadão. Os carros foram tomados nos bairros de Guadalupe, Anchieta, Pavuna e Ricardo de Albuquerque. Um deles foi atravessado na Avenida Brasil, causando um intenso engarrafamento. A principal suspeita é que a ordem tenha partido do Comando Vermelho. Por ordem do trafico, houve fechamento de vias com barricadas também na Cidade de Deus, Madureira, Itanhangá, Méier, Avenida Marechal Rondon, Via Light , Estrada Grajau Jacarepaguá, BR-101 (São Gonçalo), Avenida Dom Helder Câmara, Linha Amarela, Auto l-Estrada Lagoa Barra e Estrada do Galeão. O Rio Ônibus informa que não há como consolidar os números que aumentam a cada instante. Já foram registrados mais de 70 ônibus utilizados como barricadas e mais de 200 linhas com itinerários impactados. A mobilidade urbana está afetada em inúmeros pontos da cidade. As principais regiões afetadas são: Anchieta, Méier, Serra Grajaú Jacarepagua, Av. Brasil, Linha Amarela, Cidade de Deus, Chapadão, Engenho da Rainha, Complexo do Alemão e Penha. O serviço voltará à normalidade quando houver garantia da segurança para passageiros e rodoviários. Em alguns bairros, como a Tijuca, homens em moto passaram nas ruas ordeando que comerciantes fechassem suas lojas A Estrada do Itararé, principal via do Complexo do Alemão, segue com comércios fechados nesta tarde. A região permanece deserta após os intensos confrontos provocados pela operação policial que ocorre desde as primeiras horas do dia. Há verdadeiro caos no sistema de transporte, principalmente no metrô e nos trens. Todos os agentes das forças de segurança do RJ estão em estado de prontidão enquanto a ação integrada nos complexos do Alemão e da Penha é realizada. As unidades estão com as atenções voltadas para as principais vias e locais de maior concentração de pessoa Moradores perderam casas e outros ficaram sem energia e internet nos Complexos da Penha e Alemão. Eles relataram abordagens violentas durante a operação policial Às violações de direitos seguem causando medo e revolta ao morador, que sente as consequências dentro da sua própria residência. Um dos quatro suspeitos mortos na megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha foi identificado como Júlio, natural de Salvador. Segundo autoridades da Bahia, ele era ligado ao CV na região do Nordeste de Amaralina e já havia sido preso por tráfico de drogas. Mais um narco morto identificado na megaoperação na Penha e Alemão contra o CV: trata-se de Alisson Lemos, o Russo ou Gordinho do Valão, integrante do Primeiro Comando de Vitória (PCV), facção aliada do CV no Espírito Santo. FONTE; AstroLg1 Submundo Criminal (Telegram), redes sociais do jornalista Bruno Assunção, Baú do Rio OFC (Telegram)

Polícia acabou com mais uma festa da milícia na Zona Oeste do Rio

Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) acabaram com mais uma festa da milícia, nesta segunda-feira (27/10), no bairro de Paciência, na Zona Oeste do Rio. Dois criminosos foram presos em flagrante, uma pistola apreendida e um veículo roubado foi recuperado pelos agentes. A ação ocorreu após intenso trabalho de inteligência da unidade e monitoramento constante sobre as atividades de grupos paramilitares. Os agentes realizaram diligências para apurar informações sobre a realização de uma festa de milicianos na região. Ao chegar ao local, os policiais encontraram diversas pessoas reunidas em uma casa de eventos, entre elas dois indivíduos identificados como integrantes da milícia que atua na área. Durante a abordagem, os agentes localizaram uma pistola com numeração raspada, além de um carro roubado e clonado, avaliado em mais de R$ 100 mil. O veículo era utilizado pelos criminosos em atividades ilícitas. O material foi apreendido e encaminhado para a sede da delegacia. Diante dos fatos, os dois milicianos foram autuados em flagrante e encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.. FONTE: PCERJ

Operação no Alemão e na Penha (CV) já tem quatro mortos e 25 presos. Delegado foi baleado e policial morreu

A operaçâo realizada nos complexos do Alemão e da Penha já teve 25 presos e registrou quatro mortos, quatro baleados até agora além de dez fuzis apreendidos. Um.delegado da DRE foi atingido por tiro mas passaria bem segundo as primeiras informações Um policial civil morreu. Ele era lotado na 53ª DP (Mesquita), e teria o apelido Máscara. Ele foi alvejado com um tiro no pescoço, porém não resistiu. Traficantes reagiram com tiros e incendiaram barricadas, provocando colunas de fumaça visíveis em váriospontos. Criminosos atiraram até bombas lançadas por drones. Um morador de rua foi baleado nas costas, sendo levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas. Um policial do Bope foi atingido de raspão. E outros dois nocentes ficaram feridos por balas perdidas. Durante a manhã, moradores relataram intensa movimentação policial nas entradas da Penha e do Alemão, com foco nas áreas da Itararé e do Morro do Alemão, onde houve breves incursões. Segundo nota da Secretaria Municipal de Educação, 17 escolas na Penha tiveram o funcionamento suspenso enquanto 28 unidades escolares do Alemão foram impactadas. A operação foi deflagrada a partir de mais de um ano de investigação e mandados de busca e apreensão e de prisão obtidos pela  Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). A ação visa capturar lideranças criminosas do Rio e de outros estados e combater a expansão territorial do Comando Vermelho. Os dois complexos abrigam 26 comunidades. Pelo menos 2.500 agentes participam de uma megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão para prender cerca de 100 traficantes do Comando Vermelho. A ação faz parte da Operação Contenção, que combate o avanço da facção no estad FONTE: PCERJ

Operação nos complexos da Penha e Alemão (CV) tem morto, baleados e fuzis apreendidos

Desde a madrugada foram relatados muitos tiros no Complexo do Alemão. Agora pela manhâ, foi iniciada uma operação no Complexo da Penha contra a expansão do Comando Vermelgo. Os agentes já apreenderam dois fuzis e ao menos um suspeito foi morto. Horas antes, foi montado um cerco ao Complexo do Alemão, o GAT do 16º BPM, com apoio da 31ª DP, conseguiu capturar três criminosos, sendo dois oriundos da Bahia. Um fuzil foi apreendido e nove motocicletas foram abandonadas durante o confronto. Dos três presos, dois estão internados no Hospital Estadual Getúlio Vargas (HEGV), baleados. Muitas barricadas com fogo foram montadas pelos criminosos. As forças de segurança do Rio de Janeiro inicarmram uma nova fase da Operação Contenção, voltada a impedir o avanço do Comando Vermelho no estado. Cerca de 2.500 agentes cumprem mandados de prisão e busca nos complexos do Alemão e da Penha, que reúnem 26 comunidades. Traficantes reagiram com tiros e barricadas em chamas. A ação, que conta com apoio do Ministério Público, é resultado de um ano de investigação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). Participam policiais civis e militares de várias unidades, além de helicópteros, blindados, veículos de demolição e equipes de resgate. Ao longo do dia serão cumpridos os mandados de prisão e de busca e apreensão, obtidos na Justiça após investigação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes. Além de aparato tecnológico, como drones, a Operação Contenção conta com dois helicópteros, 32 blindados terrestres e 12 veículos de demolição do Núcleo de Apoio às Operações Especiais da PM, além de ambulâncias do Grupamento de Salvamento e Resgate. FONTE: PCERJ e Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Polícia Rodoviária apreendeu 815 kg de cocaína na Baixada Fluminense

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de 800 quilos de cocaína, na madrugada de segunda-feira (27), que seriam entregues na Zona Norte do Rio. O flagrante aconteceu na Rodovia Washington Luiz (BR-040), na Baixada Fluminense. Por volta da 1h, na altura de Duque de Caxias, policiais rodoviários federais do Núcleo de Operações Especiais (NOE-RJ) abordaram um caminhão. Durante a fiscalização, o motorista informou que estava transportando apenas caixas plásticas vazias. Ele disse ter carregado o veículo em Araras (SP) e que faria a entrega em Irajá, no Rio de Janeiro. Entretanto, em uma verificação da carga, os policiais encontraram centenas de tabletes de cocaína, no meio das caixas plásticas. No total, havia 815 quilos do entorpecente. O condutor foi preso e acabou confessando que receberia uma quantia em dinheiro pelo transporte da droga. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal FONTE: PRJF

Guerra entre o CV e o TCP em Costa Barros deixou quatro mortos

Quatro pessoas morreram em confrontos entre facções rivais em Costa Barros, na Zona Norte do Rio. Entre as vítimas estão uma idosa feita refém e um homem atingido ao sair de um pagode. Uma das vítimas é Marli Macedo dos Santos, de 60 anos, que foi atingida na cabeça após criminosos invadirem sua casa. Ela chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, mas não resistiu aos ferimentos. Em outro ponto da comunidade da Pedreira, Elison Nascimento Vasconcelos, de 33 anos, foi baleado no peito quando saía de um pagode. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal Francisco da Silva Telles, onde morreu. Dois criminosos foram mortos, três presos e sete fuzis apreendidos. Segundo relatos, haveria uma avaliação da cúpula da segurança púbica para ocupar os complexos da região (Chapadão e Pedreira). As forças de segurança também determinaram foco na prisão dos chefes do tráfico destas comunidades, além dos criminosos que financiam a guerra.Uma parente da idosa morta se pronunciou nas redes sociais “Sim infelizmente essa inocente que mataram era minha tia uma guerra que não e nosso mas infelizmente mas um inocente e quem chora hoje e nós que perdeu uma tia maravilhosa”. Segundo informações, traficantes do Morro do Chapadão (CV) atravessaram em maior número e conseguiram entrar no Morro da Pedreira (TCP). Foram horas de confrontos dentro da comunidade, com registros de invasores em diversos pontos. Seria uma invasão coordenada pelo Chapadão (CV) em conjunto com os homens do “Pai Gordo”, em alusão ao ex-chefe da Quitanda e Gogó do Bom Pastor que, perdeu as duas comunidades por causa de um golpe interno promovido pelos crias. FONTE: Voz das Comunidades (Facebobk), redes sociais do jornalista Bruno Assunção, Blog Crimes News e Página Guadalupe News (Instagram)

CV tentou invadir a Pedreira (TCP). PM foi para cima. Houve tiroteio. Uma idosa e dois suspeitos morreram

Traficantes do Comando Vermelho tentaram invadir o Complexo da Pedreira (TCP), na Zona Norte do Rio, na madrugada desta segunda-feira. Polucisis a do 41º BPM (Irajá),conseguiram. interceptar o grupo antes que o confronto entre facções se intensificasse. A operação resultou em prisões, na morte de dois criminosos e na apreensão de fuzis e veículos usados na tentativa de invasão. Durante o confronto, uma idosa foi feita refém pelos traficantes e acabou morta pelos bandidos. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que , no fim da noite de domingo (26/10) e na madrugada desta segunda-feira (27/10), de acordo com policiais militares do 41ºBPM, após informação de veículos com criminosos circulando na região, os agentes realizaram cerco e localizaram um carro sem placa na Avenida Chrisóstomo Pimentel de Oliveira, bairro da Pavuna. Neste momento, os criminosos atiraram contra as equipes e houve confronto. Dois suspeitos foram feridos e socorridos ao Hospital Albert Schweizer, e outros dois foram encaminhados para a 39ºDP. Os policiais receberam novo alerta e realizaram buscas. As equipes foram novamente alvo de disparos. Um suspeito foi atingido e socorrido à mesma unidade de saúde. Na ação,  cinco fuzis, uma granada e munições  foram apreendidos. Seis carros foram recuperados. Em Costa Barros, após confronto entre criminosos , equipes do 41ºBPM foram verificar uma denúncia de que um criminoso estaria escondido em uma residência, que foi atacada por criminosos rivais, na Estrada de Botafogo. No local, os policiais negociaram a rendição do criminoso que mantinha duas pessoas como reféns. Uma das vítimas foi socorrida a uma unidade de saúde. O criminoso foi conduzido para a delegacia. Dois fuzis foram apreendidos.  FONTE: PMERJ e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Guerra em Anchieta teve dois baleados e um morto

Criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP) tentaram retomar neste domingo a favela Az de Ouro, em Anchieta, tomada pelo Comando Vermelho (CV). Houve intenso tiroteio, e três integrantes do CV foram baleados —um deles, conhecido como “Sapinho”, não resistiu. Um fuzil usado na ofensiva foi exibido nas redes sociais por um membro do TCP. Policiais do 41° BPM foram atacados por disparos de arma de fogo durante patrulhamento pela comunidade Az de Ouro. Cessados os disparos, os militares detiveram um suspeito e apreenderam uma pistola e entorpecentes. A ocorrência foi encaminhada à 31ª DP. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assuncão e PMERJ Moradores relataram momentos de pânico durante o confronto.

Polícia Civil do Rio pediu a Justiça que fuzis apreendidas em área de Peixão (TCP) fossem incorporados ao arsenal da DRE

A Polícia Civil solicitou à Justiça que seja incorporado ao arsenal da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) três fuzis e quato carregadores apreendidos durante uma operação no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio, em junho deste ano. No pedido, a corporação diz que armas apreendidas estavam sob posse de traficantes fortemente armados que integravam os quadros operacionais da facção TCP e cuja atuação armada representava grave risco à segurança pública e à integridade dos agentes estatais “Nestes autos consta a apreensão de três desses fuzis, armas estas que são de interesse desta Delegacia Especializada, para que sejam convertidas à força policial do Estado e passe a integrar o arsenal bélico da Polícia Judiciária, com o fito de auxiliar no combate ao crime organizado que assola o Estado. ” . Segundo a polícia, a destinação das armas de fogo apreendidas às forças de segurança pública constitui medida de elevado interesse estratégico e legal e existe uma lei que autoriza a transferência desses armamentos para uso das instituições policiais, mediante autorização judicial, após manifestação do Ministério Público e avaliação técnica. De acordo com a PCERJ, trata-se de um instrumento jurídico que permite não apenas a racionalização do uso de bens apreendidos, mas também o fortalecimento concreto da capacidade operacional do Estado na repressão a crimes de alta complexidade, em especial os praticados por organizações criminosas armadas. A polícia argumenta que em um cenário como o do Estado do Rio de Janeiro, onde o tráfico de drogas e o crime organizado exercem domínio armado sobre vastos territórios urbanos, como ocorre em áreas controladas por facções como o Terceiro Comando Puro (TCP) e o Comando Vermelho (CV), a presença de armamentos de uso restrito – tais como fuzis, metralhadoras e artefatos explosivos – nas mãos de criminosos representa uma ameaça direta à soberania estatal e à integridade das forças de segurança. A DRE, por sua natureza institucional, atua de forma direta e estratégica no enfrentamento ao narcotráfico em sua estrutura mais organizada, realizando investigações de médio e longo prazo, diligências em áreas de risco e operações de alta complexidade que exigem preparo técnico e armamento compatível com a resistência oferecida por criminosos fortemente armados. O fortalecimento dessa unidade, mediante a destinação de fuzis e outras armas apreendidas em operações legítimas, representa um ganho imediato para a eficácia policial e para a segurança dos agentes que atuam na linha de frente do combate ao crime organizado. Além da evidente economia de recursos públicos que a medida proporciona – evitando a necessidade de aquisição de armamentos novos – a conversão de armas outrora utilizadas para o cometimento de crimes em ferramentas de repressão legal carrega profundo simbolismo institucional. Trata-se de uma inversão de finalidade: o que antes servia para intimidar a população e combater o Estado, passa a integrar o patrimônio estatal e ser utilizado em prol da ordem, da justiça e da proteção social. Por fim, é preciso destacar que a medida reforça a presença estatal em regiões vulneráveis, reequilibra o poder de enfrentamento frente às facções criminosas e sinaliza à sociedade que o Estado está preparado para reagir com inteligência, legalidade e força legítima. A Polícia Civil informou ainda que Informa-se, desde já, que todo armamento incorporado aos quadros da corporação passa por uma revisão e manutenção realizada pela Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos, com recebimento de número de série e brasão institucional, bem como anotação em livro e registro de controle bélico, de forma que sua utilização se dê de forma segura e controlada pelos profissionais de segurança. Para a polícia, a destinação das armas de fogo apreendidas às unidades policiais, com destaque neste caso para a Delegacia de Repressão a Entorpecentes-DRE, constitui iniciativa essencial no fortalecimento das instituições encarregadas de proteger a ordem pública e enfrentar o crime organizado de maneira eficaz e duradoura Nesse contexto, a incorporação dessas armas, quando legalmente viável, ao acervo da 6,J/0.0>0, , e em especial de unidades especializadas como a +,+-./0.1++23+00000-00+/+78+4 , revela-se medida fundamental para a readequação do equilíbrio de forças em territórios conflagrado FONTE: TJ-RJ

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