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Operação na Serrinha (TCP) afugentou traficantes do TCP e CV voltou a ocupar todo o Juramento

Segundo relatos nas redesvsociais, os traficantes do TCP sabiam da operação ocorrida ontem no Complexo da Serrinha, em Madureira, e que ela poderia se estender para as comunidades da Primavera e do.Morro do Juramento, Por conta disso, eles saíram das localidades ocupadas e teriam ido para outras comunidades da mesma facção, como as favelas de Acari, Amarelinho e Complexo da Pedreira, para evitar possíveis perdas de armamentos e criminosos que estão participando das invasões ao Juramento. Devido a esse deslocamento de criminosos, os traficantes do CV conseguiram retomar algumasl ocalidades que estavam em poder de criminosos do TCP no morro do Juramento. Segundo informações, durante a noite , alguns criminosos já voltaram para as comunidades de Vaz Lobo, Madureira, e Cavalcante, podendo haver novos confrontos na região pois o TCP ainda não teria desistido do Juramento.

Investigação que culminou em operação hoje contra PMs começou depois que homem denunciou que policiais lhe exigiram R$ 6.000 para que seus bens fossem liberados

A investigação sobre os PMs alvos de operação de hoje do Ministério Público Estadual começou depois de que um homem que prestou declarações, em sede de delegacia de polícia judiciária militar, em 09/06/2021, ocasião em que informou ter sido abordado de forma truculenta por duas equipes da Polícia Militar, tendo inclusive sido algemado, àquela mesma data. Narrou que os policiais teriam lhe exigido a quantia de R$6.000,00, empregando contra a vítima diversas ameaças. O valor deveria ser transferido, via Pix, A vítima, na ocasião, informou aos policiais que não teria o aplicativo para poder fazer a transferência, o que ocasionou xingamentos e intimidações por parte dos agentes, segundo relato da vítima. Em seguida, afirmou que os policiais subtraíram alguns bens que estavam com ele (relógio, celular, chave de carro e dinheiro) e deram o prazo de meia hora para que fosse em casa e trouxesse o valor de R$ 6.000,00, a fim de que seus bens fossem liberados. O homem ao chegar em sua residência, fez contato via 190 e, após, foi ao 39º BPM. Os policiais militares, supostamente envolvidos e ouvidos em sede policial, negaram a prática do delito narrado pela vítima. Desta forma, foi tomada a medida de afastamento do sigilo bancário afim de elucidar a movimentação bancária referente ao CPF do Pix. A operação de hoje veio a tona em razão de fatos recentes em que uma outra em juízo, declarou ter sido procurada por pessoas que sabe serem envolvidas em práticas criminosas, a fim de que não falasse a verdade em seu depoimento em Juízo. Por conta disso, a Justiça determinou a suspensão cautelar da função pública dos acusados e, subsidiariamente, a suspensão da atividade-fim dos réus, proibindo-lhe de exercerem suas atividades no 39º BPM, . Compulsando-se os autos, constata-se que assiste razão parcial ao Ministério Público. A vítima, em Juízo, relatou fatos novos que demonstram a necessidade de adoção de medidas cautelares, a fim de preservar a instrução criminal e a futura aplicação da lei penal, notadamente em razão das supostas tentativas de impedi-la de falar a verdade em juízo, bem como impedir eventual reiteração de condutas criminosas. Tratam-se de fatos novos, até então desconhecidos, e que justificam a adoção de medidas cautelares para garantia da ordem pública, sem violar direitos fundamentais dos acusados ao impor-lhes medida cautelar mais gravosa que a adequada ao caso, qual seja, a prisão preventiva. Por outro giro, a suspensão parcial da função pública é mais proporcional e adequada. Antes de os policiais serem presoss, a Justiça havia determinado, até a sentença definitiva ou ordem de contra-cautela, que eles não poderiam ser escalados na atividade policial (atividade-fim), mas somente em serviços prestados exclusivamente nos ambientes internos da PMERJ, bem como não poderão exercer tais atividades no âmbito do 39º BPM. Eles tinham também que cumprir a seguinte medidas: a) Proibição de se aproximar ou procurar pela vítima e testemunhas desse processo, bem como seus familiares, por qualquer meio, ainda que indiretamente. FONTE: TJ-RJ

MP prende PMs suspeitos de fazer segurança armada de comerciantes mediante pagamento mensal durante horário de expediente

O Ministério Público Estadual do Rio prendeu até o momento noven dos 11 PMs que são alvos de operação suspeitos de prestar segurança armada a comerciantes de Belford Roxo, durante o serviço na corporação, mediante pagamento mensal. Eles vão responder na Justiça pelo crime de organização criminosa. A pedido do GAESP/MPRJ, os mandados foram expedidos pelo Juízo da Auditoria da Justiça Militar e são cumpridos em endereços em Belford Roxo, Nova Iguaçu, Maricá e nos bairros da Pavuna e Bento Ribeiro, na capital. De acordo com a denúncia, os comerciantes beneficiados pelo esquema eram informalmente chamados de “padrinhos”. Os crimes ocorreram entre 2021 e 2024 período em que os policiais estavam lotados no 39º BPM (Belford Roxo). Atualmente, parte dos denunciados permanece na unidade, enquanto os demais estão no 12º BPM (Niterói), 15º BPM (Duque de Caxias), 20º BPM (Mesquita), no Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur) e na Prefeitura de Belford Roxo. Segundo as investigações do GAESP/MPRJ, a oferta do serviço era contratada pelos comerciantes, com quem os PMs estabeleciam uma relação de dependência econômica, comprometendo os princípios da legalidade, moralidade e isonomia no acesso à segurança pública. Entre os pontos comerciais identificados estavam restaurantes, lanchonetes, mercados, lojas, postos de combustíveis, depósitos, farmácias, clínicas, universidades, funerárias, serviços de mototáxi, transporte alternativo, feiras livres, festas populares e um posto do Detran em Belford Roxo. FONTE: MPRJ

Situação continuaria tensa na maior milícia do RJ e há boatos de que um dos cabeças iria buscar apoio com maior rival do grupo

Segundo os bastidores do crime, teria fracassado a tentativa de paz entre as lideranças da maior milícia do RJ que estão em vias de entrar em um grande racha, Um dos personagens desta disputa, Andrey (vulgos Cansado ou Zero) teria pedido a cabeça do Naval, que assumiu a liderança do grupo após a morte de Pipito. Isto porque Naval não estaria cumprindo as suas ordens. Os comentários são de que Naval continua com muito poder pois tem andado com muitos homens ao seu redor.; E já surgiram rumores de que, diante desta briga interna, Naval estaria buscando aproximação justamente com o maior rival do grupo, Juninho Varão. que comanda milícias em Nova Iguaçu e Seropédica, na Baixada Fluminense. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Em suposto comunicado do TCP da Serrinha, traficantes dizem que não querem afrontar o Estado e que só se defendem do avanço do CV

Está circulando nas redes sociais uma mensagem atribuída a liderança do Complexo da Serrinha, em Madureira, que diz que os traficantes não querem confronto com a polícia e só buscam apenas defender seu território do avanço do Comando Vermelho. Eles também alegam que drones estão sobrevoando a comunidsde atrapalhando suas ações internas. 📢 COMUNICADO IMPORTANTE – MORRO DA SERRINHA ⚠️ Em atenção aos recentes acontecimentos relacionados ao uso de drones no Morro da Serrinha, viemos a público esclarecer que não compactuamos com qualquer ação que possa ser interpretada como ato de terrorismo ou que represente ameaça à ordem pública ou às autoridades constituídas. Nosso posicionamento é claro: não queremos mais drones sobrevoando a comunidade, pois isso tem gerado interpretações equivocadas e prejudicado nossa visibilidade, criando uma imagem distorcida da realidade local. Ressaltamos que não existe qualquer intenção de afrontar o Estado ou as forças de segurança pública, cujos esforços e tecnologia de ponta reconhecemos e respeitamos. A presença constante de drones tem dificultado nossas ações internas e criado um cenário de instabilidade entre moradores, sendo utilizada, inclusive, para alimentar uma narrativa de conflito que não condiz com a nossa postura atual. Reafirmamos que nosso único foco é defender nosso território do avanço do Comando Vermelho, grupo com o qual temos disputas antigas. Não buscamos confronto com o Estado, mas sim resolver questões internas que envolvem rivalidades locais. Reiteramos o reconhecimento ao trabalho sério e técnico da Polícia do Estado do Rio de Janeiro, assim como dos demais órgãos de segurança, e reafirmamos que não incentivamos a circulação de drogas, postagens com drones ou qualquer conduta que prejudique os moradores ou atraia ações policiais desnecessárias. Pedimos a todos os envolvidos, direta ou indiretamente, que evitem divulgar imagens, áudios ou vídeos que possam causar interpretações equivocadas ou reforçar um estigma de criminalidade sobre nossa comunidade. Nosso compromisso é com a ordem e com o bem-estar de quem vive na Serrinha. Paz pra comunidade. ✌️Respeito entre nós.E foco na nossa segurança. 💪 Atenciosamente, Liderança do Complexo da Serrinha.

Polícia investiga se homem acusado de matar mulher com golpe na cabeça e enterrar parcialmente corpo em Japeri teria sido condenado à morte pelo ‘tribunal do tráfico’

A polícia investiga a suposta morte de um homem chamado Ronaldo Martins da Silva, que teria sido executado por traficantes em Japeri após ter matado a companheira Lindalva Jovencio Antônio em março deste ano. O corpo de Lindalva foi achado em 5 de março na Estrada do Bananal, próximo da comunidade do Guandu. O cadáver estava parcialmente enterrado e com sinais de morte violenta.. Ela teria levado um golpe forte na cabeça causando hemorragia cerebral. Lindalva tinha saído de cassa dois dias antes sem motivos aparentes. Em conversa informal com policiais, uma mulher informou que Ronaldo era o suspeito em razão de seu histórico violento e comportamento agressivo. Ronaldo era usuário de medicamentos controlados e tinha histórico também de internação psiquiátrica. Essa testemunha e seu filho foram levados à delegacia onde a mulher afirmou que foi sequestrada por traficantes do Guandu acusada de envolvimento na morte de Lindalva junto com Ronaldo. Ela disse que Ronaldo foi capturado, condenado e executado pelos criminosos e o corpo jogado no Rio Guandu. A mulher afirmou que foi ameaçada de morte mas acabou liberada pelos bandidos.. Até agora, não houve confirmação da morte de Ronaldo pois seu corpo não foi localizado. Por conta disso, ele está com prisão temporária decretada. FONTE: TJ-RJ

Preso bicheiro acusado da morte do filho de Piruinha

Foi preso nesta segunda,-feira o bicheiro Marcelo Simões Mesqueu, o Cupim, durante operacã do MP e da PMERJ contra investigados pelos assassinatos de Haylton Carlos Gomes Escafura — herdeiro de um dos clãs ligados à exploração do jogo do bicho no Rio de Janeiro — e de sua então namorada, a soldado Franciene de Souza. Os crimes ocorreram em 2017. Cupim foi denunciado à Justiça no último dia 23/06 pelo GAECO/MPRJ por homicídio. Os mandados de busca e apreensão miram outros seis investigados — incluindo dois policiais militares — e foram expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal da Capital, a pedido do MPRJ, para endereços nos municípios do Rio de Janeiro, Cabo Frio e Florianópolis .De acordo com as investigações, o crime foi motivado por uma disputa pelo controle de pontos de exploração de jogos de azar. Haylton Carlos teria tentado reassumir os espaços anteriormente arrendados por Cupim junto a José Caruzzo Escafura, o Piruinha, seu pai e integrante da chamada “velha cúpula” da contravenção. O GAECO/MPRJ apura ainda o possível envolvimento de membros da organização criminosa liderada por Cupim, bem como de matadores ligados ao grupo conhecido como “Escritório do Crime”.  FONTE: MPRJ

Guerra do tráfico provoca incêndio de grandes proporções no Juramento

Um Incêndio de grande proporção tomou conta da mata no Morro do Juramento nesta noite. Alguns moradores relataram que o motivo pode ter ligação com uma granada arremessada por traficantes que estão em guerra na comunidsde há vários dias. Os traficantes estariam utilizando lanças granadas na mata. Relatos apontaram que o TCP avançou pela mata e está descendo a localidade da igrejinha, Matadouro Alto do Juramento e Lazer, Os tbandidos do CV estão resistindo fortemente com apoio de comparsas do Complexo da Penha. Não se sabe quem está no controle do morro ou das localidades.

Voltou a guerra no Morro do Juramento (TCP X CV)

Bandidos do Complexo da Serrinha(TCP), em Madureira, realizaram um novo ataque ao Morro do Juramenton, que é controlada pelo CV. A orientação é evitar as regiões de Tomás Coelho, Vicente de Carvalho e todos os acessos ao Morro do Juramento e Juramentinho. O armamento utilizado é pesado e vem assustando moradores de vários bairros próximos. Há informação de que um traficante doTCP teria sido baleado. FONTe: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Viúva de chefão do Alemão (CV) é investigada de ser a suposta mandante de homicídio de homem que teria dado desfalque na quadrilha

A viúva do traficante Dilminho, que era um dos principais fornecedores de drogas para o Complexo do Alemão, é investigada por ser suspeita de ser a mandante do homicidio de Bruno Macedo dos Santos. Bruno trabalhava para o Comando Vermelho  com a incumbência de administrar os bens deixados por Dilminho auferidos por meio da atuação do tráfico de drogas. Segundo a linha investigativa traçada pela autoridade policial, a vítima teria ocasionado um “desfalque” no patrimônio de Dilminho de modo que sua atuação teria atingido, precípua e diretamente, a investigada. Esta, por sua vez, teria relação próxima com a vítima, o que se constatou por meio do IP 901-00249/2023, em que o primo da vítima aponta a investigada como mandante do crime. Os elementos de informação colhidos no inquérito supramencionado apontam, portanto, o envolvimento da investigada com a liderança do tráfico local e seu provável interesse no obito de Bruno. Pelos fatos acima expostos, há suficientes indicativos de que eventuais aparelhos e documentos armazenados na residência da investigada podem contribuir à compreensão dos fatos, sobretudo ao considerar os indícios de que o crime cometido em desfavor da vítima foi previamente ajustado, não se limitando, portanto, à atuação dos executores. Os nomes de dois supostos autores são citados mas não há prisão decretada. FONTE: TJ-RJ

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