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Polícia apontou envolvimento de Juninho Varão e integrantes do seu GAT em tentativa de homicídio contra homem que pertenceu a outra milícia mas Justiça não decretou prisão

A policia investiga o envolvimento do miliciano Juninho Varão e sua quadrilha na tentativa de homicídio contra um outro paramilitar em agosto do ano passado, em Seropédica. Segundo os autos, a vítima, conhecida como Macabu narrou em sede policial que no dia 17/09/2024 que “encontrava-se na Rua Maria A. Grijo quando um veículo Fiat Grande Sinea ocupado por quatro indivíduos chegou ao local. Os ocupantes do carona e do banco de trás do lado direito desembarcaram do veículo armados de pistola e passaram a afetuar disparos de arma de fogo na direção a Macabu; O alvo afirmou ter integrado a milícia do “Tubarão” anos atrás, deixando de atuar na milícia depois da morte dele, porém os milicianos rivais da milícia do “Varão” acreditavam que o declarante ainda faz parte da milícia do tubarão, motivo pelo qual atentaram contra a vida dele; Por já ter integrado a milícia do Tubarão, ele reconheceu dois autores, os vulgos GB e Tatah, Disse que GB” desembarcou do banco do carona na parte da frente do veículo enquanto Tatah desembarcou do banco de trás, do lado direito;. Ambos estavam armados de pistola; Segundo Macabu, ainda havia mais um elemento que desembarcou do veículo armado de fuzil. O alvo conseguiu fugir pela BR 465 sentido CIEP, quando avistou policiais militares e pediu ajuda. Um dos disparos atingiu o declarante pelas costas saindo pela parte da frente de seu corpo; Após ser socorrido pelos policiais militares foi conduzido para o UPA do km 47. Quando enquanto estava internado na UPA, familiares do declarante compareceram ao Hospital São Francisco, localizado em itaguaí, acreditando que Macabu havia sido levado para lá; Enquanto estavam no local viram o momento em que o miliciano vulgo Colombiano” foi ao hospital ver se o declarante estava internado para “terminar” o serviço. Macabu tem conhecimento que Colombiano é integrante do GAT da milícia do Varão. Outro miliciano ora identificado pelo vulgo “Nenzinho” foi a UPA de Seropédica ao lado da maternidade, ver se encontrava o declarante Nenzinho também” é integrante do GAT do Varão. Após as oitivas dos policiais envolvidos na ocorrência e o que foi relatado pela vítima, fica claro que GB, Tatah e Colombiano participaram de forma direta na prática do crime, uma vez que todos foram visto no local do crime e nos locais onde a vítima poderia ser encontrada após atentarem contra a sua vída, tendo ainda a participação de Juninho Varão conhecidamente e citado pela vítima como sendo o chefe da milícia a qual os demais fazem parte, sendo certo que mesmo que não visto no local, é dele que parte todas as ordens que os demais devem seguir, ou seja foi dele a ordem de atentar contra a vída da vítima, já que Macabu faz ou fazia, conforme declarou, parte de outro grupo paramilitar”. Apesar de haver fortes indicios da participação dos quatro no fato o juiz entende que não há demonstração de modo concreto e suficiente, inexistindo qualquer menção sobre em que medida a prisão temporária, no presente momento, asseguraria o resultado útil da investigação criminal. Em outras palavras, a despeito de a autoridade policial apontar que a decretação da prisão temporária é providência necessária para possibilitar a continuidade das investigações policiais, em especial, “o levantamento de todas as circunstâncias que revestem a dinâmica do crime”, não indicou, de modo concreto e suficiente, de que forma isso ocorreria e o motivo pelo qual a prisão, medida excepcional e subsidiária no sistema, mostra-se imprescindível para as investigações. “Ademais, não vislumbro fatos novos ou contemporâneos que indiquem a necessidade da prisão, devendo-se levar em conta o lapso temporal transcorrido entre a ocorrência do fato, a representação policial pela temporária e o momento presente. Destaco, outrossim, que a gravidade abstrata dos fatos, somada à prova da materialidade e aos indícios de autoria, não permitem, por si sós, a decretação da segregação cautelar dos investigados a título de prisão temporária. Do mesmo modo, a mera alegação de interferência nas investigações, sem sequer mencionar de que forma isso estaria acontecendo ou quais as possíveis testemunhas que estariam sendo, efetivamente, ameaçadas, não acarreta a conclusão pela imprescindibilidade da medida extrema.”, disse o juiz. FONTE? TJ-RJ

Investigação descobriu uso de quentinhas para a entrega de drogas e celulares em presídios do RJ

Uma investigação da Polícia Civil demonstrou a existência de uma organização criminosa que utilizava “quentinhas” para entregar drogas, celulares e outros ilícitos em presídios do Rio. Hoje, a polícia faz uma operação contra envolvidos neste esquem. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão em endereços no Centro, Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Jacarepaguá e Bangu, na Zona Oeste, Ilha do Governador, na Zona Norte, e Duque de Caxias e São João de Meriti, na Baixada Fluminense. As investigações se iniciaram a partir de uma prisão em flagrante, em Bangu, realizada em 2023. Na ocasião, agentes da Seap flagraram o motorista de uma van de entrega de quentinhas no interior do presídio Nelson Hungria transportando diversas “quentinhas” adulteradas. Foram apreendidos em seu interior 20 kg de drogas, entre maconha e cocaína, 71 telefones celulares, 19 chips para telefone celular, 96 carregadores de telefone celular, 96 fones de ouvido e três balanças de precisão. Além do motorista, dois agentes da Seap também foram presos por terem facilitado a entrada dos bens. Segundo apurado, os criminosos aliciavam pessoas na empresa que fornecia as marmitas para que não colocassem os lacres corretos na van, deixando-os com o motorista. Depois, o veículo, que deveria seguir diretamente para o presídio, desviava a rota e parava em estabelecimentos para realizar a troca de marmitas boas por adulteradas. O lacre correto era colocado e a van seguia para o seu destino. Nos presídios, policiais penais que estavam em conluio com o esquema criminoso facilitavam a entrada, não realizando as vistorias devidas, permitindo que as quentinhas com drogas, celulares e outros ilícitos chegassem até os presos. A ação desta terça visa obter outras informações sobre todo o esquema criminoso, a fim de robustecer as investigações, bem como identificar todos os envolvidos e rastrear o destino dos valores percebidos durante as operações criminosas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Justiça decretou prisão preventiva de quatro envolvidos na morte de policial da CORE. CONFIRA DETALHES INÉDITOS DO CRIME

A Justiça decretou a prisão preventiva de quatro envolvidos no latrocínio contra o agente da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (CORE) João Pedro Marquini, que foi morto em março na Serra da Grota Funda, na Zona Oeste do Rio. Os acusados têm os vulgos de Chocolate (preso), Jefinho de Antares e Preá, além de Antônio Augusto (também preso). A denuncia diz que no dia 30 de março de 2025, por volta das 20h40min, Av. Artur Xexéo, na altura do n.º 1.143, Serra da Grota Funda, Vargem Grande, Chocolate, Préa e Jefinho de Antares, juntamente com Cheio de Ódio e Alefe (falecidos), subtraíram arma da Polícia Civil, o distintivo e também tentaram roubar o carro de Marquini, que acabou morto. Os criminosos não roubaram o carro do policial (um Renault Sandero) porque não conseguiram ligá-lo. com isso decidiram subtrair sua arma e o distintivo e efetuaram diparos de fuzil calibre 556 contra o agente da Core Os bandidos tentaram roubar o Mitsubishi da esposa do policial, a juíza do Tribunal do Júri, Tula Melo. Eles efetuaram diversos disparos de armas de fogo calibre 5.56 em sua direção. O crime não se consumou porque a magistrada realizou uma manobra defensiva, retornando de ré pela pista de rolamento, enquanto os atiradores efetuavam disparos com os fuzis que portavam em sua direção. Os tiros atingiram o vidro dianteiro do veículo na altura do motorista, e o resultado morte somente não ocorreu uma vez que a blindagem não permitiu o ingresso dos projéteis de arma de fogo no interior do veículo, não obstante tenham sido desferidos por armamento de grosso calibre. Após planejamento, a quadrilha, fortemente armada no veículo Chery Tiggo, saiu no dia 30 de março de 2025, da Comunidade dos Tabajaras pelo bairro de Botafogo , onde se situava a “boca de fumo do Túnel Prata”, gerenciada por Antônio Augusto que acompanhou o desdobramento da empreitada criminosa pela internet e redes sociais . Depois do crime, Antônio Augusto ganhou relevância na associação criminosa, passando andar armado com fuzil e a ser homem de confiança de “Cheio de Ódio”.Foi feita a perícia papiloscópica no interior do veículo Tiggo, placa STM6C90, que fora encontrado na comunidade Cesar Maia, que atualmente se encontra sob o domínio da facção criminosa Comando Vermelho e foi apontada por uma testemunha como a localidade para a qual os indivíduos envolvidos no latrocínio se evadiram. Um PM afirmou que recebeu contato de Marquini no dia do crime mas o agente nada falou. Porém, o policial ouviu as vozes de marginais. “Toca pro César Maia. Ele é polícia. Vai dar m…Achei a arma dele.. Ele está vivo.. vamos embora.. e esse telefone ligado? joga o telefone fora” não, não é iphone”. De repente, o telefone emudeceu.Antônio Augusto confirmou sua participação no tráfico da Ladeira dos Tabajaras, negou seu envolvimento no crime mas foneceu. informações detalhadas sobre a dinâmica delitiva quanto ao latrocínio que vitimou o policial, tendo inclusive citado o nome dos demais participantes da empreitada criminosa. Disse que há pouco mais de um ano entrou para o tráfico de drogas do Tabajara na função de vapor, ou seja, vendendo drogas, cujo a facção é o Comando Vermelho. Também vende drogas pelo telefone, Disk Drogas, tendo como clientes usuários do asfalto que não querem subir o morro para comprar as drogas; Atuava de vapor portando pistola, em uma escala de trabalho de 24x24hs. Disse que o traficante DG, gerente das drogas no morro, foi quem lhe contratou para atuar na boca da Coroa; Durante esse tempo atuando no tráfico, começou a ter mais responsabilidades e, por isso, atuou também na boca de Botafogo, localizada em cima do túnel; QDurante seu período como traficante foi adquirindo o respeito dos outros traficantes, inclusive de Cheio de Ódio Contou que o veículo Tiggo usado pelos autores na morte do policial da CORE, estava no Morro dos Tabajaras há uns 3 meses, sendo este veículo era utilizado pelo traficante Cheio de Ódio. O declarante afirmou que na madrugada de sexta pra sábado, um dia antes do crime supracitado, chegou a andar neste veículo pelas ruas da comunidade. Falou que não sabia que tal veículo seria usado em uma missão em antares; Contou que Cheio de Ódio já atuou na comunidade de Antares, seguindo os passos do irmão vulgo (BR) que também era envolvido no tráfico desta localidade, ocasião em que esta região era território do Comando Vermelho, porém, com a retomada da mílicia, o Cheio de Ódio foi atuar no Morro dos Tabajaras; Devido a sua vivência em Antares, Cheio de Ódio começou a abraçar alguns indivíduos desta comunidade que queriam trabalhar com ele atuando no tráfico do Tabajaras. Após abraçar vários indivíduos oriundos de Antares, Cheio de Ódio começou a atacar esta comunidade a fim de enfraquecer a Milicia e posteriormente retomar a favela pro Comando Vermelho; Ele revelou que, no dia 30/03/2025, “Cheio de Ódio”, ordenou um ataque na comunidade de Antares em Santa Cruz;. Este ataque teria como objetivo matar milicianos que estavam na contenção da favela; Disse que Chocolate, Preá, Alefe e Jefinho de Antares foram os autores que estavam a bordo do veículo Tiggo , os quais participaram tanto do ataque em Antares quanto da morte do policial. Esseds indivíduos saíram do Morro dos Tabajaras com destino a Santa Cruz;. Durante o ataque em Antares houve um confronto desses integrantes do Tiggo com milicianos que estavam na contenção da comunidade, onde eles conseguiram matar um miliciano, mas tiveram o referido veículo alvejado por tiros, resultando no vidro traseiro estilhaçado e a lataria atingida, motivo este que durante a fuga, os ocupantes do Tiggo resolveram fugir pela serra da Grota Funda e lá trocar de veículo para retornar ao Morro dos Tabajaras sem chamar a atenção da polícia durante o trajeto. Eles pararam o Tiggo atravessado na estrada da Grota Funda no momento em que vinham três carros;. O primeiro era de uma senhora idosa e por isso deixaram ela passar. Os autores apontaram as armas para o segundo

PM afirma que quatro bandidos morreram em operação na Mangueirinha (CV). VEJA BALANÇO FINAL

Sete fuzis, duas pistolas, cerca de 5 mil pinos de cocaína, 600 frascos de loló, 200 frascos de lança-perfume, 240 porções de skank, 700 tiras e 13 tabletes de maconha foram apreendidos no Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, nesta segunda-feira (16/06) por policiais militares do 15º BPM (Duque de Caxias), com o apoio do Comando de Operações Especiais (COE) e do Batalhão de Ações com Cães (BAC). Quatro bandidos morreram e um ficou ferido. A ação teve como objetivo reprimir a atuação do crime organizado e coibir os roubos de veículos e de cargas na região. Na ação, equipes do 15º BPM que patrulhavam a Avenida Presidente Kennedy avistaram um veículo suspeito saindo da comunidade. No momento em que os policiais tentaram realizar a abordagem, os ocupantes do carro reagiram com disparos, iniciando um confronto. Três suspeitos foram feridos nessa primeira ocorrência e socorridos ao Hospital Municipal Moacyr do Carmo.Durante a operação, outros dois suspeitos também foram feridos e levados para a mesma unidade de saúde. Ao todo, cinco suspeitos foram baleados, sendo que quatro deles não resistiram aos ferimentos – um deles tem 183 passagens pela polícia. O ferido permanece internado sob custódia. Além disso, dois criminosos foram presos.O policiamento permanece reforçado na região para garantir a segurança da população e prevenir novas ações criminosas. FONTE: PMERJ

Sete fuzis apreendidos e três suspeitos mortos na Mangueirinha (CV)

Sete fuzis e duas pistolas foram apreendidos por policiais do 15° BPM, na madrugada desta segunda (16), após tentativa de abordagem a um veículo que resultou em um intenso confronto com criminosos, em um dos acessos à comunidade da Mangueirinha, em Duwue de Caxias. Na ação, três criminosos morreram. Entre eles, um conhecido como “Scalp”, apontado como um dos chefes do tráfico de drogas que atua naquela região. FONTE,: PMERJ

Bob do Caju (TCP) foi preso

A Polícia Civil prendeu hoje o traficante Bob do Caju apontado como chefe do tráfico do Complexo do Caju, na Zona Portuária do Rio, área controlada pelo Terceiro Comando Puro. Ele era foragido da Justiça além de suspeito de comandar uma rede de roubos de cargas na região do Porto do Rio. Segundo as investigações, o criminoso ordenava que seus comparsas monitorassem os caminhões que deixavam a Zona Portuária, região vizinha ao Complexo do Caju. Os veículos com cargas valiosas, muitas vezes até milionárias, eram abordados e roubados. O carregamento era levado tanto para o Caju quanto para as comunidades do Complexo da Maré exploradas pela mesma facção. A apuração apontou que os traficantes agiam em uma espécie de “consórcio” criminoso entre as comunidades e que era o preso quem determinava a destinação das e a divisão dos lucros. Segundo a polícia, Bob tem mais de 20 anotações criminais e soma 40 anos de condenações por diferentes delitos. Investigações indicam que ele também teria envolvimento em confrontos entre facções na Rocinha, em 2017. A operação para captura foi planejada a partir de levantamentos e monitoramento de inteligência efetuados nas últimas semanas. No momento da abordagem, o traficante não resistiu. A prisão faz parte da Operação Torniquete, que busca reduzir roubos, furtos e crimes contra o patrimônio no Rio de Janeiro. FONTE: PCERJ

Bandidos do TCP jogaram uma granada em um espaço cheio de crianças em área do CV Madureira

Câmeras de segurança gravaram o momento exato em que traficantes do Complexo da Serrinha (TCP), a mando do traficante Coelhão, jogaram uma granada através de um drone em um campo de futebol cheio de crianças na comunidade da Congonha(CV), em Madureira. As imagens mostram crianças brincando, andando de bicicleta e correndo pelo espaço. De repente acontece um estouro e alguém fala que é uma granada. Ninguém se feriu. FONTE: Pega Visão RJ (Telegram)

Chinês é o principal suspeito de matar jovem e dar corpo para cães comerem na Pavuna

O chinês Zhaohu Qiu, vulgo “Xau”, de 35 anos é investigado pelo crime de feminicídio de Marcelle Júlia Araújo da Silva, de 21 anos , cujo cadáver foi encontrado neste sábado (14), por volta das 14h, no interior de uma residência, na Rua São Fidélis, na Pavuna, Comunidade Beira Rio, Zona Norte do Rio. A vítima estava sem contato com a família ou amigos desde a madrugada da última quinta-feira (12).  O corpo da vítima foi encontrado em uma das residências de “Xau”, que estava desocupada em razão de obras, enrolado em uma lona azul, parcialmente devorado por cães da raça Pit Bull. A Delegacia de Homicídios identificou filmagens onde a vítima aparece chegando à casa de “Xau”, de bicicleta, e imagens do suspeito saindo de casa, já na manhã do dia 12, por volta das 7h da manhã,  carregando um carrinho coberto por uma lona azul, semelhante à lona que enrolava o corpo da vítima. Ainda segundo as investigações, testemunhas relataram que “Xau” era obcecado por Marcelle, mas que ela não correspondia a suas investidas amorosas. Em razão disso,  após representação da Autoridade Policial da DHC, a prisão temporária do investigado foi decretada no sábado, dia 14/06/2025, pelo Plantão Judiciário da Comarca da Capital, pelo crime de Feminicídio.  Quem tiver informações sobre sobre a localização desse criminoso, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Bandidos voltaram a guerrear no Fubá. Relatos de morte e roubo de armas

Domingo voltou a ter guerra nos morros do Fubá e do Campinho. Segundo relatos, , um traficante do TCP da Equipe Coelhão (TCP) morreu durante um baque da Equipe Caos (CV),. Estão dizendo que o bandido morto seria o vulgo Maçâ. Os invasores ainda teriam pego um fuzil.e carregadores dos rivais. A população voltou a ficar apavorada . Povo pode nem sair pra almoçar com a família,13h da tarde e eles em guerra🤦🏻‍♀️ Tô com som alto que nem tô escutando os tiros. Pra quem mora nas proximidades tenha cuidado de sair na rua e pra quem tiver em casa passe esse pesadelo logo dos barulhos. Cada dia mais complicado Passei agora no ver indo em madureira e são MUITOS MUITOA TIROS, cada rajada medonha, parece vai cortar, partir o céu. #Oremos Eu estou no Clube da Aeronáutica de Cascadura e teve tiros que bateram no telhado Tá muito difícil,acordei mais uma vez com o barulhos dos tiros na madrugada,só Deus mesmo .E agora muito fogos ,agora vai saber de que FONTE: Submundo Criminal (Telegram), Madureira News e Cascadura, Pilares e Quintino News (Facebook)

Polícia identificou suspeito de matar PM do BOPE em briga de trânsito em Bangu. Segundo testemunhas, ele seria envolvido com o tráfico na Vila Kennedy (CV)

A polícia já identificou o homem suspeito de matar o PM do BOPE Otávio de Almeida Justa em uma briga de trânsito no último dia 7, em Bangu. Segundo testemunhal ele seria Diego Carneiro Gomes qe, de acordo com testemunhas, seria envolvido com o tráfico na Vila Kennedy. De acordo com as investigações preliminares, a vítima e o investigado teriam se envolvido em uma briga de trânsito após uma colisão de veículos (duas motocicletas), o que resultou em ofensas verbais recíprocas e vias de fato. Acrescentou que o autor dos fatos, após o entrevero se ausentou do local e retornou minutos depois, onde ainda se encontrava a vítima, quando efetuou um disparo de arma de fogo contra o abdômen dela, o que resultou em sua morte. Uma das testemunhas afirmou que na data do crime, viu uma moto ultrapassando o carro na via, pos o fluxo de veículos estava intenso, e neste momento, esta moto que ultrapassava colidiu como uma outra moto que vinha na direção oposta; Com o impacto da colisão, o PM, caiu da moto, machucando os joelhos e tendo sua moto quebrada. O responsável pela batida não caiu da moto. Otávio caído ao chão, e com a canela e o joelho muito machucados, começou a brigar com o autor, com ofensas e xingamentos; Diego retribuiu as ofensas e desceu da moto, indo em direção a Otávo com a clara intenção de querer agredi-lo fisicamente. O PM com dificuldades, levantou do chão, sem capacete, e ambos começaram a brigar, com socos; O agente do BOPE segurou o autor contra um carro e começou a dar socos em seu rosto mas depois o soltou. Diego, então, disse”eu vou ali e volto”;O autor subiu em sua moto e seguiu em direção a Avenida Brasil. Otávio atravessou a calçada e começou a falar com a declarante “vida de motoqueiro é assim, cai se machuca ou morre, assim como eu estou ralado” e pegou o telefone na tentativa de falar com alguém; Em menos de 20 minutos o autor, sem capacete, Diego retornou ao encontro de Otávio; O autor chegou próximo a vítima, parou e disse “você nunca mais vai bater na cara de um homem”; Neste momento, Diego sacou a arma; O PM respondeu ao autor “se sacou a arma, vai ter que atirar”, que nesse momento a autor atirou uma vez em Otávio e saiu em fuga, novamente em direção a Avenida Brasil. O PM colocou a mão na barriga e caiu no chão. As pessoas na rua começaram a pedir socorro. Após s o ocorrido, os funcionários da loja de depósito de gelo, que fica também próximo ao local, ajudaram no socorro de Otávio. A testemunha informou que algumas lojas têm câmeras de segurança que talvez possam ter capturado imagens do ocorrido. Minutos depois do fato chegou uma viatura da polícia miliar, e a vítima já identificada como policial militar, rapidamente foi socorrida para o Hospital Albert Schweitzer, não resistindo ao ferimento e indo a óbito. Na delegacia especializada foi apresentado um mosaico, com diversas pessoas, incluindo o suposto autor, onde a declarante, tendo certeza, apontou como autor Diego. Após a confirmação do autor, ainda foi apresentada a declarante um outro mosaico de fotos exclusivas do autor, em períodos e fotos diversas, a qual também confirmou o reconhecimento.” FONTE: TJ-RJ

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