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Confira detalhes atualizados da atuação da milícia alvo de operação hoje na Baixada, desde a função de cada um na quadrilha e conversas sobre homicídios. “Vamos deixar sem cabeça”.

Confira agora detalhes atualizados da investigação sobre a milícia que foi alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio em Nova Iguaçu e Belford Roxo. Foram cumpridos 11 mandados de prisão A investigação começou a partir do ano de 2023 até os dias atuais especialmente nos bairros Miguel Couto, Parque Ambai, Itaipu e Shangri-lá. O band praticava diversos delitos como extorsão, homicídios, dentre outros”. Os criminosos exigiam indevida vantagem econômica, constrangeram, mediante grave ameaça, diversos comerciantes dos citados bairros a realizar o pagamento de taxas de segurança, sendo certo que a ameaça consistia em dizer comparecer nos endereços das vítimas armados e dizer a elas que se não pagassem as aludidas taxas eles iriam retornar e fazer um mal maior.” O grupo seria liderado por Deco ou DC ou “01”, que comanda a malta de dentro do presídio. Os bandidos extorquiam comerciantes e de taxistas, mototaxistas e motoristas de transporte alternativo, além de corromperem policiais civis e militares e planejarem homicídios e sessões de agressões a desafetos. Havia uma guerra com a milícia de Juninho Varão e a milícia do Jota, do bairro do Grama, em Nova Iguaçu.a ponto de vítimas comentarem com os ora denunciados que há um reinado dividido na milícia da região. Deco atuava no topo da hierarquia criminosa da milícia atuante nos bairros de Miguel Couto, Parque Ambai, Itaipu e Shangri-lá, possuindo o domínio final do fato sobre todas as condutas praticadas pelos integrantes do grupo, os quais se encontram a ele subordinados. Bruno e Deco praticamente diariamente, conversava sobre as extorsões realizadas pelos denunciados, bem como sobre a aquisição de veículos e armas de fogo para a milícia, além de outros assuntos envolvendo a atuação criminosa. Em diversas mensagens, os dois” falavam sobre o pagamento de cobrança de mototaxistas e de empresas de internet e TV a cabo (“gatonet”), sendo dito por Deco que “qualquer um que tiver internet e gatonet aí tem que dar uma moral para nós”, além de, também, conversarem sobre a aquisição de armas de fogo e munições para serem utilizadas pelos denunciados em suas empreitadas criminosas. Foram obtidos, ainda, diálogos em que se verifica a disputa territorial entre a milícia dominada por “Deco” com outros grupos criminosos que atuam na localidade, nos quais eles planejam a realização de um ataque à milícia rival e fazem menção à aquisição de armas de grosso calibre (espingarda calibre .12 e metralhadora) para a execução dos desafetos. Sabiá também seria um integrante da liderança do grupo, atuando de dentro do presídio, ao lado de “Deco”, na tomada de decisões, a quem o denunciado Bruno também se subordinava, conforme demonstram as conversas capturadas. Foram obtidas conversas travadas entre Bruno e Sabiá as quais revelam que estes eram, juntamente com Deco, responsáveis por autorizar a compra de armamento para a milícia, bem como planejar o ataque a grupos rivais. Há diálogos em que Sabiá informa que, em três semanas, estará na rua e que o seu primeiro objetivo é “deixar uns 4 deles fudidos aí na rua”.Bruno anui com o plano e diz que “dá para ir no miolo deles”, pois “eles são frouxos”, apesar de “no telefone serem uns leões”. Sabiá concordou e diz que “eles vão sofrer (pelo) que fizeram com eles”. Bruno citou o miliciano Carlinhos da Van como seu alvo prioritário, ao passo que Sabiá diz que “os primeiros que vão morrer são os cobradores deles que estão cobrando na Beira-Linha”. Bruno ressaltou que deixarão sem cabeça. Há de se ressaltar, também, que em determinado diálogo travado entre Bruno e Sabiá que relata que integrantes da milícia quase foram presos pela Polícia Militar e que só pegaram o Renatinho mas ele estava sem nada. Bruno ainda afirmou que “o gordão do lava-jato é X9”, ocasião em que Sabiá, sem pestanejar, determina sua execução, dizendo: “resolve ele, assim que tiver oportunidade pode resolver”. Bufalo ou Gordinho atuaria como braço direito da liderança, sendo, inclusive, o destinatário dos pagamentos de cobrança das vítimas. Ele foi preso, no dia 01 de fevereiro de 2024, escondido em uma casa de praia na Região dos Lagos em virtude de acusação de tentativa de homicídio contra dois policiais militares. As conversas obtidas revelam que tinha a função de cobrar e receber o valor das extorsões realizadas pelo grupo, especialmente através de transferências via PIX. Com a sua prisão, o denunciado Bruno passou a exercer tal função. Bruno e índio se dividiam na gerência do grupo criminoso. Eles tinham como função exercer a gerência da milícia local, exigindo dos seus subordinados a realização de suas funções, além de prestar contas, posteriormente, ao líder do grupo, vulgo Deco. Eles mantinham contatos com as vítimas do grupo, indicando a chave PIX para qual aquelas deveriam realizar as transferências bancárias em virtude das cobranças realizadas, além de, também, ser o responsável por indicar os milicianos que deveriam realizar as extorsões a comerciantes e motoristas de táxi, van e mototáxi. Foram captadas, ainda, conversas de Bruno em que este ameaça matar o motorista de mototáxi que resolve se insurgir contra o grupo. Há, ainda, diálogos em que os denunciados Bruno e índio fazem a contabilidade dos lucros e gastos da milícia, destacando, inclusive, o valor do pagamento de cada um dos integrantes, bem como conversam e decidem sobre a aquisição de outro carro ou de outra arma de fogo para o grupo miliciano. Big Mac ou Big atuava na cobrança de comerciantes extorquidos pela milícia., além de ceder sua conta para o recebimento de valores oriundos das extorsões. Ressalte-se que Big e Bruno foram presos no dia 13 de março de 2024, por estarem extorquindo comerciantes, ocasião em que foram apreendidos os seus aparelhos celulares, permitindo que, a partir da análise do aparelho celular deste último, fosse descoberta a conduta de todos os ora denunciados. Há registros de diálogos que deixam claro a personalidade violenta e impiedosa de Big e Bruno como por exemplo, um diálogo ocorrido entre eles, no qual Bruno diz que Deco e Sabiá já deram a

Milícia alvo de operação hoje na Baixada já era investigada há quase dez anos. VEJA DETALHES DE SUA ATUAÇÃO

Uma investigação antiga revelou que a milícia alvo de operação hoje pelo Ministério Público Estadual atuava na região do Bairro da Grama, em Nova Iguaçu (Grupo A) e nos bairros Bela Vista, Nova Aurora e Shangri-La, em Belford Roxo, aos quais é atribuída a prática de variados delitos, incluindo homicídios, extorsão de comerciantes por meio da imposição de taxas de segurança, agiotagem, além da exploração de atividades típicas de milícia. O bando atuava como um grupo de extermínio e só depois eles vieram “com esse negócio de milícia, de cobrar taxa”. Todos os homicídios atribuídos aos dois grupos criminosos objeto destes autos têm como característica marcante o emprego de múltiplos disparos de arma de fogo O bando começou a ser invetigado em 2016 a partir principalmente depois que um indivíduo da milícia de Nova Aurora fez contato com um dos alvos de Nova Iguaçu e então passaram a investigar também o grupo de Belford Roxo. Um dos bandidos ligou para algum dos membros do grupo da Grama (Baiano, salvo engano), para tratar de alguma situação relativa a informações que o batalhão estaria reunindo sobre os dois. A atividade essencial era empréstimo a juros, com ameaça e extorsão. Havia depósitos de gás, tomada de casas para aluguel, cobrança de taxas de segurança e taxa de água. Um dos alvos da operação de hoje, vulgo Deco, era o braço armado do grupo da Grama na éopca e, mais depois, assumiu a liderança. O grupo torturou três adolescentes. Nas interceptações, os investigados diziam que deram uma coça nos meninos porque os pegaram roubando na localidade.Uma mulher chamada Janice foi capturada e depois foi executada. Os indivíduos faziam cobranças dos comércios e do moto-taxi. Havia divisão de valores entre os membros. Cada um ficava com um percentual. Havia vários homicídios atribuídos ao grupo. As testemunhas arroladas na denúncia foram vítimas de extorsão que foram ouvidas na delegacia, Elas tinham muito receio pela fama de violência do grupo. Os milicianos usavam armas de fogo e havia informação de que possuíam dois fuzis na época, mas não foram encontrados. Os grupos investigados respeitavam cada um o seu território. Uma das condições do acordo de colaboração era fazer a cirurgia do colaborador. O colaborador transitava entre os dois grupos. Integrava efetivamente o grupo de Belford Roxo, mas também frequentava festas do grupo de Nova Iguaçu. O inquérito se iniciou com a denúncia de que um miliciano liderava a organização de dentro do presídio. Houve uma situação em que ele pedia que a esposa pegasse dinheiro e levasse para o presídio e a conversa dá a entender que seria dinheiro de cobranças. . Havia comentários sobre o “bonde do trem”, que se dedicava a execuções e repressão de crimes na região. Foi identificado um episódio em que três jovens foram capturados e torturados pelo bonde do trem. Um diálogo mencionava que os três jovens foram pegos com uma arma de fogo e receberam uma “massagem”. Também diziam que uma viatura passou pelo local, na região do beira-linha, e isso impediu que os jovens fossem executados. Em Nova Iguaçu havia muita informação sobre agiotagem. Havia cobrança de taxas pelas vagas nos pontos de moto-taxi. Havia prática de atividades de segurança. Há uma conversa que fornece fortes indícios de que uma furtadora foi capturada e morta pelo grupo. Há informações que sugeriam a exploração de atividades de vans. A milícia investigada ainda não possuía a estrutura que têm as milícias de hoje, mas ficou evidenciada a prática das atividades de forma bem costumeira. Havia preocupação em coibir atividades criminosas e manter o controle da área. A convivência entre os dois polos era de paz. Um dos líderes do grupo de Belford Roxo era um PM que foi flagrado em uma conversa em que demonstrou certo descontentamento por uma operação da P2 que estaria sendo realizada sem o seu conhecimento. Com base no que foi interceptado, uma equipe da P2 estaria atuando na área de domínio da organização e, quando essa notícia vem, o PM miliciano deu a entender que assumiria o controle dessa equipe e que, por ordem dele, essa equipe pararia a atividade e passaria a se reportar a ele A milícia cobrava dos comércios e decretou a ordem de que só podia comprar gás com as revendas deles. Também explorava gatonet e kombis. Era normal os milicianos andarem armados na localidade. Quando surgiam boatos sobre tráfico de drogas, “a Milícia ia lá e matava”, Um miliciano tinha uma foto de perfil com os dizeres: “Deus julgará os meus inimigos, eu apenas providencio o encontro. Nova Iguaçu, bonde do trem”

PM suspeito de extorquir em R$ 30 mil, agredir e ameaçar matar homem e que já foi condenado a 23 anos de cadeia poderá ser expulso da corporação. “Quero o dinheiro, senão vai acabar aqui”.

Em 17 de fevereiro de 2022, um homem foi atraído até um bar localizado no município de Ni-lópolis/RJ, por meio de um contato telefônico de uma mulher chamadal Edla, que se apresentou falsamente como vítima de violência doméstica para obter sua localização. No local, o rapaz foi violentamente agredido pelo sargento PM Peres e por outro indivíduo não identificado, sendo, em seguida, forçado a entrar em um veículo utilizado pelo grupo criminoso. Na sequência, duas mulheres e o PM dirigiram-se à rEsidência da vítima, onde arrombaram a porta e subtraíram diversos bens, como uma televisão de 43 polegadas,dois ventiladores, um aparelho celular, pares de tênis e outros objetos pessoais. Enquanto isso, a vítima permanecia no interior do veículo, sob agressões físicas. Após o roubo, a vítima foi levada à força até o bairro do Recreio dos Bandeirantes, no Riode Janeiro, onde, entre as 20h do dia 17 e as 08h do dia 18 de fevereiro de 2022, foi mantida sob vigilância, sendo agredida e ameaçada de morte com arma de fogo pelo sargento, com o objetivo de extorquir-lhe a quantia de R$ 30.000,00 (trinta mil reais), sob a ameaça direta de execução: “Quero o dinheiro, senão vai acabar aqui”. Ainda durante o trajeto, o PM manteve contato telefônico com o mandante dos crimes, “Caio Padrinho”. Em determinado momento, pararam em uma choperia para conversarem pessoalmente, mantendo a vítima confinada no veículo. Em seguida, ela foi levada a um local ermo, nas proximidades da Estrada do Pontal, onde sofreu novas agressões e ameaças. Ao final, foi deixada em uma quitinete no chamado “Beco do Índio”, sob a guarda de um homem., com ordens expressas para não deixá-la sair até o pagamento ser realizado. O sargento Peres está sendo submetido a conselho de disciplina que poderá decidir pela sua exclusão dos quadros da corporação. Ele foi condenado a 23 (vinte e três) anos, 6 (seis) meses e 20 (vinte) dias de reclusão, em regime inicialmente fechado,

Mais uma jovem foi morta na Zona Oeste do Rio

Mais uma jovem foi morta na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na madrugada de ontem, houve um ataque a tiros na Praça do Vilar Guanabara, em Inhoaíba. Uma jovem que não morava na região foi atingida. Ela foi socorrida ao Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, mas não resistiu A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Andressa de Almeida Rosa Cezario, de 24 anos. Agentes realizam diligências para identificar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria da Estado de Polícia Militar informa que no último domingo (17/08), policiais militares do 40° BPM (Campo Grande) foram acionados para checar uma ocorrência de homicídio, em Inhoaíba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, no local os agentes encontraram uma mulher vítima de disparos de arma de fogo. Ela chegou a ser socorrida ao Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, mas não resistiu aos ferimentos. A ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

CV atacou a Primavera (TCP) de madrugada

Traficantes do Morro do Juramento (CV) aplicaram um baque na Primavera (TCP), em Cavalcanti, resultando em um rival morto durante a ação. Policiais militares foram.para o estão presentes no Morro da Primavera (TCP) em busca de cessar o confronto. Varios vidros do tiroteio foram divulgados nas redes sociais e o fato teve repercussão na TV. Um absurdo isso, meu marido tá trabalhando desde cedo, querendo vir pra casa, e não sabemos onde é essa guerra!! Na minha casa bateram vários tiros mas acho que foram nas telhas agora só poderei saber quando chover, mas achei que eu estava em Gaza ou Kievi, vi vários drones, pensei que era uma invasão do Benjamin Netanyahu ou do Putin Policiais do COE, em apoio ao 9BPM, realizam na manhã desta terça-feira (19/08), uma operação na comunidade do Morro da Serrinha, localizada no bairro de Madureira, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Os bandidos da Primavera sâo de lá. .

Ônibus foi incendiado na Ilha em protesto contra operação policial. Doze foram sequestrados para bloquear vias

Manhã de terror e pânico na Zona Norte do Rio! Traficantes sequestraram ônibus e fecharam vias após operação do 17º BPM (Ilha do Goverandor) no Morro do Dendê que prendeu quatro criminosos na comunidade. A ação tinha como objetivo conter a atuação do tráfico, mas a resposta veio em forma de tiros, ônibus incendiado e desespero de moradores. Entre as vias bloqueadas ao trânsito estão a Estrada da Cacuia e a Avenida Paranapuã. Virou “moda” no Rio: toda vez que tem operação policial, ônibus acabam sendo sequestrados e queimados como represália. O Rio Ônibus informa que um ônibus (B28623 – 921 – Ribeira x Bancários) foi incendiado e 12 ônibus foram sequestrados e utilizados como barricadas, na Ilha do Governador. Em 2025, 99 coletivos já foram sequestrados e 3 incendiados. Além disso, onze linhas estão com seus itinerários desviando. Mais uma vez reiteramos o apelo às autoridades de segurança pública, ressaltando a necessidade urgente de se tomar providências para devolver o direito de viver em paz da população carioca. Ônibus sequestrados e utilizados como barricadasB28618 – 326 Bancários x CandeláriaB28560 – 696  Praia do Dendê x MeierB28702 – 2344 Bancários x CasteloB28537 – 326 Bancários x CandeláriaB32726 – 323 Bananal x CasteloB10144 – 323 Bananal x CasteloB10150 – 323 Bananal x CasteloB10116 – 328 Bananal x CandeláriaB10001 – 635 Bananal x Saens PenaB10041 – 910 Bananal x Irajá – Via FundãoB28728 – 2344 Bancários x Castelo Linhas com desvios na região323 – Bananal x Castelo – Via Cacuía/ Linha Vermelha327 – Ribeira x Castelo – Via Cocotá/ Linha Vermelha328 – Bananal x Candelária – Via Cacuía634 – Bananal x Saens Peña – Via Fundão/ Bonsucesso635 – Bananal x Saens Peña – Via Fundão/Linha Vermelha901 – Bonsucesso x Ribeira – Via Jardim GuanabaraSV901 – Bonsucesso x Bananal – Via Cacuia910 – Bananal x Irajá – Via Fundão326 – Bancários x Candelária696 – Praia do Dendê x Méier Na manhã desta segunda-feira (18/08), policiais militares do 17º BPM (Ilha do Governador), com apoio do 22º BPM (Maré) e do 3º BPM (Méier), realizam uma operação na Comunidade do Dendê, na Ilha do Governador. A ação tem como objetivo coibir a atuação de criminosos na região e promover a retirada de barricadas que dificultam a circulação de moradores e o patrulhamento policial. Até o momento, a operação resultou na prisão de quatro homens e na apreensão de quatro fuzis. Durante as ações, equipes do BPChq detiveram quatro suspeitos e apreenderam dois adolescentes portando pedras, próximo ao local de onde os ônibus estavam sendo interceptados na Estrada do Galeão, no Jardim Carioca. Durante as ações, um ônibus foi incendiado e um outro interceptado. a Ilha,  entra pra esse cenário de horror…. infelizmente, disse um morador. A ilha não era assim não . Meu Deus, falou outro. O que esta acontecendo na ilha meu Deus acabou a paz na ilha, escreveu mais um.

Jovem foi espancada até a morte em Senador Camará (TCP) por se recusar a se relacionar com traficante

Uma jovem foi assassinada por traficantes em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Sther Barroso dos Santos, de 22 anos, teria se recusado a deixar um evento na comunidade na companhia de um bandido Houve confusão. E os criminosos levaram a vítima para um outro local onde a espancaram até a morte com pedaços de madeira. O corpo foi deixado na porta da casa dela. A denúncia publicada pelo jornalista Bruno Assunção aponta o envolvimento do traficante Coronel.do Muquico. .

Homem foi baleado na Barra

Um homem foi baleado em frente ao Shopping Village Mall na Barra da Tijuca. As circunstâncias ainda estão sendo investigadas. Depois de alvejado, o veículo bateu em um poste perto do condomínio Le Parc Residential Resort. O homem foi socorrido e levado a um hospital. Bombeiros contaram que foram acionados para atender uma vítima baleada no abdômen, mas, quando foram para o local, ela já tinha sido socorrida. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, neste domingo (17/08), segundo o comando do 31º BPM (Barra da Tijuca), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de tentativa de homicídio na Avenida Jornalista Tim Lopes, na Barra da Tijuca. No local, a vítima  já havia sido socorrida, e a área foi preservada. A ocorrência está a cargo da 16ª DP.

Peixão (TCP) estaria escondido na Zona Oeste e teria planos para a região

Circulam nas redes sociais boatos de que o traficante Peixão estaria refugiado em Senador Câmara, na Zona Oeste do Rio onde teria sido formado pelo Terceiro Comando Puro o complexo de favelas chamado Cidade de Davi. Peixâo teria deixado o Complexo de Israel após sucessivas operações no .local e sumiu da mídia nas últimas semanas. Há informes que carecem de confirmação oficial de que o bandido estaria tentando junto com outros integrantes da facção convencer os milicianos do Catiri; em Bangu, a levantar de vez a bandeira do.TCP. Com isso, segundo a denuncia, o Catiri serviria de base para uma futura invasão na Vila Kennedy (CV). E com esse território conquistado tambem, o TCP . formaria mais um complexo e daria também um nome bíblico: o Reino de Judá. A conferir.

No Sul, Diaba Loira era conhecida como Pitbull. Foi batizada em facção catarinense e participou de planejamento de homicídio

Em seus tempos de Santa Catarina, a traficante Diaba Loira que ainda não tinha esse apelido era conhecida como Pit ou Pitbull. A criminosa atuava na comercialização de substâncias entorpecentes e se utilizava das redes sociais para a divulgação da respectiva atividade, nas quais se identifica como “Bull SJ” Diaba Loira realizava a venda de drogas na modalidade de tele-entrega, ofertando-as a quem interesse tivesse, por meio de publicações em sua rede social instagram Em certa ocasião, ela saiu e retornou para casa por diversas vezes no mesmo dia, possivelmente para não perder grande quantidade de droga ou ser presa pelo crime em questão. Lá em SC, Diaba Loira integrava a facção criminosa conhecida como Primeiro Grupo Catarinense (PGC), grupo criado em 2003 e composto por aproximadamente dois mil integrantes, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem patrimonial de qualquer natureza, por meio da prática de crimes graves, em especial o tráfico de drogas e outros cujas penas máximas são superiores a 4 (quatro) anos, com âmbito de atuação em todo o Estado de Santa Catarina, e com atuação inclusive na Comarca de Tubarão. A criminosa chegou a ser presa com uma pistola calibre .380 e vinte munições, além de algumas porções das substâncias ilícitas cocaína e maconha quando estava a serviço do PGC . Após a autorização judicial pela quebra de sigilo dos dados do celular, foram extraídos diversos elementos probatórios que dão conta da integração de organização criminosa por parte dela. Em análise das conversas no celular apreendido, consta que a acusada Eweline passou por ritual de iniciação, comumente referido como “batismo” dentro da facção criminosa à qual decidiu se integrar. Essa cerimônia foi conduzida por um indivíduo conhecido pela alcunha de “Bruxo”, que atribuiu para ela o codinome de “Pitbull”. Ela ainda declarou sua participação no tráfico de drogas na localidade Morro do 25, em Florianópolis/SC. Diaba Loira tamném participou de um meticuloso planejamento para a realização de um crime de homicídio na localidade da Lagoa da Jaguaruna consistentes no reconhecimento do local e formulação de estratégias para a execução do delito. Todavia, o crime não se concretizou devido à intervenção policial, que resultou em prisões na época..

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