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COMPRA DE ÁREA DA MILÍCIA E ACORDO COM O CV: Relembre a investigação que resultou na última prisão de Celsinho da Vila Vintém (ADA)

A denúncia que resultou na última prisão do traficante Celsinho da Vila Vintém diz que , toda a região de Curicica, em Jacarepaguá, era dominada pelo miliciano André Boto. Entretanto, Boto teria feito um acordo espúrio para transferir a atuação nos seus territórios para traficantes de drogas das facções criminosas denominadas de “Comando Vermelho” e “ADA – Amigos dos Amigos”. Tal acordo, celebrado com a facção criminosa ADA, que tem como líder Celsinho teria obtido o “aval” do traficante Doca, chefe da facção criminosa Comando Vermelho. Assim, a partir desse cenário, iniciou-se investigação criminal, lastreada em informações de inteligência produzidas pelo GIC da 32ª DP, que levaram à prisão em flagrante, no dia 26 de fevereiro de 2025, de diversos integrantes da ADA, Os criminosos declararam que foram “recrutados” diretamente por Celsinho para dominarem a Comunidade da Vila Sapê, conforme o referido acordo, tendo ainda afirmado estarem associados à facção criminosa “ADA- Amigos dos Amigos”, liderada por ele. . Cumpre esclarecer que tal ocupação fora realizada sem resistência, pois Boto teria “vendido” o domínio do território para Celsinho, uma vez que Boto exerce a liderança da milícia do local, o que foi ressaltado por várias testemunhas ouvidas nos autos, Durante as investigações, foram juntados documentos que demonstram que uma ocupação ordenada por Celsinho ocorreu no dia 10 de março de 2025, no interior da Comunidade Dois Irmãos, também localizada no bairro Curicica, quando policiais civis da 41ª DP prenderam um homem em flagrante delito. Esse homem afirmou que: “faz parte da tropa do Celsinho da Vila VIntém, e o grupo que está no Dois Irmãos foi mandado por ordem direta dele, que forneceu inclusive as armas utilizadas para o grupo dominar a área; Ele confirmou que Celsinho comprou a área do miliciano Boto, que negociou toda a área; Importante ressaltar o envolvimento do líder da facção criminosa denominada “Comando Vermelho”, Doca, uma vez que o homem preso também afirmou que existe um acordo de não agressão entre os traficantes da facção ADA, que ocupam a área do bairro Curicica, e os traficantes do Comando Vermelho, que ocupam a área vizinha, sobretudo na Comunidade Cidade de Deus. A associação entre Celsinho e Doca, através de um acordo entres as facções “ADA” e Comando Vermelho para a ocupação pacífica da região da Curicica, também restou evidenciada no dia 17 de março de 2025, quando policiais militares prenderam em flagrante delito, na comunidade Gardênia Azul cinco suspeitos sendo que alguns deles afirmaram que eles e os demais traficantes teriam ido à Comunidade Gardênia por ordem do denunciado Doca, líder do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Tal movimentação fora orquestrada uma vez que, antes do acordo de Celsinho com a milícia de Boto. Celso teria pedido “apoio” a Doca. , inclusive tendo se reunido com ele por videoconferência.

Alegando que ele está doente e tem esposa com câncer em estágio terminal, STJ concede prisão domiciliar a Celsinho da Vila Vintém (ADA)

O traficante Celsinho da Vila Vintém ganhou o direito de ter prisão domiciliar. Sua defesa impetrou habeas corpus perante ao Superior Tribunal de Justiça e o órgão decidiu que o criminoso se encontra com delicado estado de saúde, portador de graves enfermidades e, em idade avançada, bem como ser o mesmo imprescindível para os cuidados da esposa em estágio terminal de câncer metastático. Com isso, foi proferida decisão em que foi concedida pelo STJ ordem para substituir a prisão preventiva por prisão domiciliar com a utilização de tornozeleira eletrônica. O réu está autorizado a acompanhar sua esposa ao hospital após a instalação da tornozeleira, tendo que cumprir as seguintes medidas cautelares: Líder da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA), Celsinho foi preso pela última vez após investigações revelarem que ele teria comprado uma área da milícia em Curicica, em Jacarepaguá, e se aliado ao Comando Vermelho, houve queima dr fogos na Vila Vintém,. reduto do criminosos

Preso em SP homem suspeito de matar turista argentino que teria sido vítima do ‘Boa Noite Cinderela’

Está na cadeia o assassino do turista argentino. Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), com apoio da Polícia Civil de São Paulo, prenderam, nesta segunda-feira (15/09), o homem apontado como responsável pelo homicídio, ocorrido em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio. Ele foi capturado no bairro Vila Missionária, na capital paulista, após trabalhos de inteligência e monitoramento. Um segundo homem foi conduzido para a delegacia. O crime foi praticado no dia 8 de setembro. Na ocasião, o corpo de Alejandro Mario Ainsworth não apresentava sinais de violência e os indícios apontavam para a possibilidade de ele ter sido vítima do golpe do “Boa Noite, Cinderela”. A causa da morte continua em investigação. Após análises de imagens de câmeras de segurança e movimentações financeiras realizadas com o cartão bancário da vítima, os agentes conseguiram identificar e localizar onde o criminoso estava escondido. Contra ele, foi cumprido mandado de prisão temporária pelo crime de homicídio.

Doca, BMW e Gadernal são suspeitos de mandar matar homem na Gardênia Azul (CV) que teria amizade com miliciano e policial

Os traficantes Doca, BMW e Gadernal são suspeitos de serem os mandantes do assassinato de Vilson Reis de Oliveira ocorrido em junho de 2024 na Gardênia Azul, em Jacarepaguá. O crime ocorreu porque a vítima teria amigos miliciano e policial, segundo os autos. A Justiça, no entanto, decretou recentemente as prisões preventivas dos executores, vulgos KVN ou Kpetex e Raposa e uma mulher que atraiu Vilson.Segundo consta nos autos, o crime ocorreu na madrugada de 26/6/2024, em frente à residência da vítima Vilson Reis de Oliveira, Na ocasião, uma mulher teria atraído Vilson para fora de casa, sob o pretexto de tratar de serviços de manutenção de ar-condicionado, atividade exercida pela vítima e seu filho. Nesse momento, a vítima teria sido surpreendida pelos acusados Kpetex e Raposa que efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra ele, os quais resultaram em sua morte, . A denúncia aponta que o crime teria ocorrido por ordem direta dos acusados BMW, Doca e Gadernal os quais teriam determinado que seus subordinados executassem sumariamente todos os integrantes de quadrilhas rivais ou pessoas que mantivessem qualquer relação com eles. Uma testemunha apontou os executores e a mulher que teria atraído Vilson para a emboscada. Disse que os autores dos disparos são conhecidos do declarante e os conhecem desde criança, não restando nenhuma dúvida quanto a autoria do homicídio” Em relação à mulher, inicialmente, a testemunha afirmou que já a conhecia da região, e que sabia se tratar de integrante do tráfico da localidade, não sabendo, contudo, qual era o seu nome. Posteriormente, reconheceu a acusada em filmagens realizadas pela equipe da PCERJ, durante diligências na comunidade da Gardênia Azul, e, por fim, foi possível obter a qualificação completa da acusada, com o apoio do 18º BPM, que atua na região. Outra testemunha afirmou que dizem que o chefe local é o “BMW” e o “Gadernal”; que acha que o motivo do crime é a vítima ter um antigo amigo que era milícia; que estão eliminando todos que tem amizade com milicianos antigos” Já outra testemunha disse acreditar que o motivo da morte de Vilson é porque ele tinha um amigo do 18º BPM o qual às vezes cumprimentava e às vezes ia na porta da casa da vítima conversar com ele quando a comunidade era dominada pela milícia; Alguns meses atrás, assim que a comunidade foi dominada pelo tráfico, um morador da comunidade, de vulgo M7 chamou o declarante para conversar e disse que Vilson estava “vacilando” informando que “fechava com polícia”. Disse saber que os traficantes, os quais estão dominando a comunidade, executam quem tem amizade com policial e miliciano, por ordem dos traficantes de vulgos BMW e Gadernal.

PMs são presos por extorsão a bandido. VIDEO

A Delegacia Antissequestro (DAS), com apoio da Corregedoria da Polícia Militar, prendeu três policiais militares em Campo Grande. Eles são investigados por extorsão a um criminoso. O valor foi de R$ 500 mil. . Segundo a investigação, o homem foi rendido junto da família por encapuzados armados e vestidos com uniforme da PM. A vítima foi levada à força, e pouco depois a esposa recebeu a cobrança do resgate. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na sexta-feira (12/9), equipe da Corregedoria Geral da Corporação acompanhou a prisão de três policiais militares em uma ação realizada pela Polícia Civil. Os agentes foram conduzidos para a Unidade Prisional da SEPM e responderão a um Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado pela Corregedoria. O comando da  Corporação não compactua e nem tolera quaisquer desvios de conduta, cometimento de crimes ou abuso de autoridade praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos. 

Homem morto no Catiri era motorista de aplicativo e foi alvejado quando fazia uma corrida

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) finvestiga a morte de Luiz Alberto Silva Freitas, de 50 anos. De acordo com as informações preliminares, a vítima, motorista de aplicativo, realizava uma corrida, quando seu carro foi alvejado no Catiri, em Bangu. Dois homens, que estavam no carro, foram detidos por policiais militares e conduzidos para a sede da 34ªDP (Bangu). Com eles, foi apreendida uma pistola. Eles foram autuados em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. A perícia foi feita no local e outras diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, neste sábado (13/9), policiais militares do 14ºBPM foram acionados para a Estrada do Engenho, em Bangu. No local, a equipe encontrou um homem em óbito. A área foi isolada e a perícia acionada. As equipes realizaram buscas na região e localizaram dois suspeitos feridos por disparo de arma de fogo. Eles foram socorridos ao Hospital Municipal Albert Schweitzer. Com eles foi apreendido uma pistola. Um deles permaneceu internado e o outro foi encaminhado para a 34ªDP. Ocorrência em andamento.

Polícia encontra um morto e dois feridos no Catiri

Um homem foi encontrado morto a tiros dentro de um carro na altura do Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, na manhã de sábado (13), na Estrada do Engenho, com a área sendo isolada e a perícia acionada. Durante a varredura na região, a polícia encontrou dois suspeitos feridos por arma de fogo, que foram levados ao hospital e posteriormente à delegacia, com uma pistola apreendida, e o caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). A região vive há muito tempo uma guerra entre milicianos e Comando Vermelho.

PM apreendeu quatro fuzis só esta manhã na Baixada Fluminense

Só esta manhã, a PM apreendeu quatro fuzis na Baixada Fluminense. Dois deles foram recolhidos no Parque São Nicolau em São João de Meriti Um outro fuzil foi pego na comunidade do Massapê, em Duque de Caxias. A última apreensão registrada foi na Favela Az de Ouro, em Nilópolis. Nas três ações, um total de quatro bandidos foram presos.

Doca, Abelha, Tiriça, Pedro Bala e outros líderes do CV são acusados de mandar matar um rival do TCP no Fubá. Executores cometeram o crime para serem aceitos na facção e ainda roubaram três fuzis dos rivais

Chefões do Comando Vermelho como Doca, Tiriça, Piolho, HO, Bochecha Rosa, Pedro Bala e Abelha são acusados de matar um homem ligado ao Terceiro Comando Puro em dezembro de 2023 no Morro do Fubá, em Cascadura. A Justiça só recebeu a denúncia em agosto mas não decretou a prisão preventiva dos suspeitos. No dia 02 de dezembro de 2023, por vola de 08h45min., na área de mata no alto do “Morro do Fubá”, nesta comarca, o traficante conhecido como “Cabelinho”, apoiado por traficantes conhecidos como “Matador e Capetinha obedecendo ordens subtraíram 3 (três) fuzis, mediante violência, exercida por disparos de arma de fogo contra as vítimas Rubens Alves Avelino e J.G.B.F Rubens morreu e J.G ficou em estado grave Consta dos autos que as vítimas eram integrantes do tráfico de drogas do Morro do Fubá, ligados à facção criminosa “Terceiro Comando Puro”, sendo que, à época do fato, essa comunidade estava sendo objeto de constantes ataques da organização criminosa que controla a comunidade “Morro do 18”, ligada à facção criminosa “Comando Vermelho”, em razão da disputa territorial pelo controle do comércio ilegal de drogas explorado naquelas comunidades. No dia do fato, seguindo o plano criminoso orquestrado pelos ora denunciados, o traficante vulgo “Cabelinho”, com o apoio de outros traficantes não identificados, visando mudar de facção criminosa e para que fosse aceito no “CV”, subtraiu os fuzis, para os líderes da organização criminosa, executando uma das vítimas e baleando a outra, causando-lhe lesões corporais graves. Durante período que não se pode precisar, mas com certeza até 02 de dezembro de 2023, os denunciados, com vontade livre e consciente, constituíram e integraram com, ao menos, outros três indivíduos ainda não identificados, de modo estruturalmente ordenado e com divisão de tarefas, organização criminosa que atua na comunidade “Morro do 18”, nesta comarca, voltada para obtenção de vantagens financeiras por meio da prática reiterada de diversos crimes, cujas penas máximas são superiores a 4 (quatro) anos. Conforme restou apurado, a comunidade “Morro do 18” é dominada por organização criminosa pertencente à facção criminosa “Comando Vermelho”, que atua na região há muitos anos, explorando como atividade principal o comércio ilegal de drogas, porém, de maneira acessória, também explora a prática dos crimes de porte ilegal de armas de fogo, homicídios e roubos, como o denunciado acima. Com base nas investigações perpetradas, pode-se identificar que os denunciados pelo crime figuram como “chefes” do Morro do 18, exercendo liderança dentro da estrutura criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. Além de controlar o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados e a realização de roubos por meio destes, os denunciados determinam ataques e execuções de traficantes de comunidades rivais e de agentes de segurança pública, com o fim de aumentar e/ou manter os domínios territoriais dos seus pontos de vendas de drogas

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