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Saiba como foi a ação que terminou na morte de Matuê (CV)

Policiais civis da Subsecretária de Inteligência (Ssinte), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP) neutralizaram o narcoterrorista que chefiava o tráfico de drogas da Gardênia Azul e da Chacrinha, na Zona Sudoeste do Rio, nesta quinta-feira (09/10). Ygor Freitas de Andrade, conhecido como “Matuê”, foi localizado durante mais uma ação da “Operação Contenção”, para combater o avanço da facção criminosa Comando Vermelho na região. Além do narcotraficante, dois seguranças do criminoso foram neutralizados e dois fuzis e uma pistola foram apreendidos. pós informações de inteligência, agentes foram à comunidade da Chacrinha, na Zona Sudoeste, com o objetivo de cumprir mandados de prisão contra o narcoterrorista. Os criminosos resistiram e atacaram as forças de segurança, e Matuê tentou fugir do cerco. Durante a ação, dois homens, que faziam a segurança do criminoso, também foram neutralizados.Matuê possuía 11 anotações criminais e era integrante do chamado “Grupo Sombra”, que alvejou e vitimou três médicos durante um ataque em bar, na Barra da Tijuca, em 2023. Ele também era suspeito de envolvimento na morte do agente José Lourenço, em maio deste ano, na Cidade de Deus. Além de chefiar o tráfico nas localidades, ele atuava como “braço de guerra” do Comando Vermelho, liderando invasões e confrontando facções rivais. “A ação da Polícia Civil depende da reação dos criminosos. Não ataquem a Polícia Civil! A resposta vem, e vem à altura. Não importa se vem no mesmo dia ou em alguns meses”, concluiu o secretário de Policia Civil, delegado Felipe Curi.A ação desta quinta fez parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste e na Zona Sudoeste do Rio. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, 98 criminosos foram capturados e outros 10 foram neutralizados em confronto.

Traficante Matuê (CV) foi morto em confronto com a polícia na Praça Seca

O traficante Ygor de Freitas Andrade, vulgo Matuê, foi morto em confronto com a polícia na comunidade da Chacrinha, que fica na Praça Seca. Outros dois suspeitos também morreram. Matuê é considerado um dos homens de guerra do Comando Vermelho e participa da disputa sangrenta pela expansão de território da organização criminosa em Jacarepaguá, Ele fazia faz parte do quadrilha do narcotraficante Juan Breno Malta Ramos Rodrigues, o BMW. Morador da Chacrinha, na Praça Seca,, segundo informações Matuê estaria envolvido na morte do policial civil da CORE, José Antônio Lourenço, de 39 anos, ocorrida na CIdade de Deus. Nas rua desde julho de 2019, quando saiu através de um Indulto, ele possui várias passagens pelo sistema penitenciário e também duas evasões. Matuê foi morto em operação da Polícia Civil para cumprimento de mandado de prisão.. As diligências foram realizadas pela Subsecretária de Inteligência (Ssinte), Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP). A ação foi parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. Contra ele constavam dois mandados, de prisão, um pela 1ª Vara Criminal da Capital, pelo crime de Homicídio Qualificado (Art. 121, § 2º – CP);Destruição, Subtração Ou Ocultação de Cadáver (Art. 211 – Cp) e outro pela 42ª Vara Criminal da Capital, pelo crime de Tráfico de Drogas e Condutas Afins (Art. 33 pontado como um dos chefes do Comando Vermelho, o traficante Ygor Freitas de Andrade, de 28 anos, conhecido como Matuê, estava entre os alvos da operação contra a facção na Cidade de Deus e na Gardênia Azul, na zona oeste do Rio, na quarta-feira (13). FONTE: PCERJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Após suposto baque do CV, que terminou em morte, traficantes do Amarelinho (TCP) teriam proibido a entrada de motoristas de aplicativo

Segundo informações que circulam na internet, traficantes do Conjunto Amarelinho, em Irajá, área dominada pelo Terceiro Comando Puro, teriam proibido a circulação de motoristas de aplicativo na comunidade. A suposta regra passou a figurar depois que a localidade foi atacada por rivais do Comando Vermelho De acordo com relatos, um veículo não identificado entrou no Conjunto Amarelinho (TCP) e atirou em direção aos envolvidos com TCP na boca de fumo. Os invasores teriam conseguido matar um rival conhecido como Zamorano. Informações dão conta de que os invasores eram da Vila Norma (CV) em São João de Meriti na Baixada Fluminense. FONTE: Blog Crimes News RJ

Mais relatos do desespero dos moradores com o tiroteio na Vila Kennedy (CV)

Veja novos relatos de moradores sobre o tiroteio ocorrido entre a noite de ontem e a madrugada de hoje na Vila Kennedy (CV). A comunidade foi atacada por milicianos ligados a PL, sucessor de Zinho. Eu tava na praça trabalhando foi um desespero para todo mundo todo mundo se jogando no chão só Jesus livramento de Deus grande livramento da gente tomou. Só Deus para proteger a todos fiquei encurralada dentro do carro jogada no chão com meu filho que sensação horrível 😢 Acabei de passar por aí tive que me abaixar dentro do ônibus muito tiro mesmo Um passageiro de um ônibus gravou um vídeo e divulgou no instagram dele e de uma outra pessoa agachados dentro do coletivo por conta dos tiros. FONTE: Página Bangu Notícias (Instagram)

Intenso tiroteio na Vila Kennedy (CV). Há relatos de ataque da milícia

Moradores relataram intenso tiroteio na Vila Kennedy (CV) entre a noite de ontem e a madrugada de hoje. Há a informação de que um morador teria sido baleado. Os comentários nas redes sociais é que a milicia do PL atacou a comunidade em resposta ao baque dado em Antares, em Santa Cruz. Teriam sido cerca de 50 paramilitares em 20 carros, segundo o que circulou, Vídeos com o som dos tiros foram divulgados na internet. “Aqui no barrão foi um terror muitos tiros só armamentos pesadão misericórdia Senho”. “Muito tiro que Deus nos proteja” “Estou deitada no chão com minha mãe e filho. Nunca pensei viver isso” Acabei de ter um livramento de fiquei encurralada na praça jogada dentro do meu carro começou justamente na hora que eu estava passando na upa estou bem eu e meu filho e agradecendo a Deus por ter conseguido sair dali 🙌que Deus proteja os de bem desse lugar Deus proteja a todos os cidadãos de bem!!! Estou ouvindo aqui da vila do presídio parece guerra. Em oração Passei um perrengue no Sucao do Xande 😂 , milícia passou lá em frente na guianas , foco foi no barrão pra praça FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e Voz da Vila Kennedy (Facebook e Instagram)

Operação mira cúpula do CV no Rio

Em uma grande resposta ao crime organizado, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) representou pela prisão dos chefões e de outros membros da facção narcoterrorista Comando Vermelho por integrarem um grande esquema de roubo de veículos no estado fluminense. Nesta terça-feira (07/10), agentes da 53ª DP (Mesquita) e da 18ª DP (Praça da Bandeira) estão nas ruas para cumprir 20 mandados de prisão preventiva contra integrantes do grupo. A ação emblemática é um importante passo da Polícia Civil para responsabilizar essas lideranças, com a aplicação da chamada Teoria do Domínio Final do Fato. O intenso trabalho investigativo, que durou dois anos, identificou uma complexa teia de atividades ilícitas que financiam a facção. Cada criminoso tinha uma função específica para a execução dos roubos, sendo os veículos levados para comunidades dominadas pelo Comando Vermelho, com autorização dos chefes locais e ciência de toda a estrutura da facção. O roubo de veículos representa uma das principais fontes de financiamento da organização criminosa, justamente pela alta rentabilidade e liquidez desse tipo de crime. Os indiciados são: Luiz Fernando da Costa, o “Fernandinho Beira-Mar”;Ricardo Chaves de Castro Lima, o “Fú”;Márcio Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”;Ocimar Nunes Robert, o “Barbozinha”;Paulo César Batista de Castro, o “Paulinhozinho”;Cláudio Augusto dos Santos, o “Jiló”;Marcus Vinícius da Silva, o “Lambari”;Márcio Gomes de Medeiros Roque, o “Marcinho da Paula Ramos”;Juan Roberto Figueira da Silva, o “Cocão”;Durval de Araújo Alexandre, vulgo “Ratinho” ou “Rato Velho”;Jefferson Luiz Rangel Marconi;Adriano Barbosa de Souza, o “Graxinha”;  Leandro Daniel de Souza Araújo;Lucas Emanuel da Silva Claudino, o “Natureza”;Anderson da Conceição Rocha, o “Adidas” ou “Gazela”;William Sousa Guedes, o “Corolla” ou “Chacota”;Marcelo Bastos Fernandes, o “Ratinho”;  Adriano Souza Freitas, o “Chico Bento”;Raphael Felisberto da Silva’, o “Pivete”;e Wilton Carlos Rabelo Quintanilha, o “Abelha”. Com provas contundentes, após investigação meticulosa, a autoridade policial utilizou-se da medida que permite responsabilizar não apenas os autores imediatos dos roubos, mas também as lideranças que, mesmo sem participar da execução direta, são os verdadeiros articuladores desses crimes e se beneficiam do resultado criminoso, tendo o domínio da ação delituosa. Parte deles já está presa, e os mandados serão cumpridos no sistema penitenciário. Os demais estão foragidos da Justiça. A ação representa um divisor de águas na garantia da responsabilização dos atos transgressores, abrindo precedente para adoção dessa teoria por todas as delegacias de polícia do estado contra as chefias das organizações criminosas, que, até então, saíam ilesas. Com essas prisões, os integrantes que já se encontram presos, passam a ter prejudicada qualquer possibilidade de soltura com base em progressão de regime ou outro benefício legal. A polícia prossegue na investigação buscando a localização dos demais membros que estão soltos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Máfia dos cigarros ou contravenção: hipóteses investigadas para execução de policial em Niterói

O inspetor da Polícia Civil Carlos José, de 59 anos, foi executado ontem em Niterói com pelo menos 12 tiros de dois calibres diferentes. Segundo a Delegacia de Homicídios (DHNSG), o crime foi premeditado, e a vítima vinha sendo seguida há alguns dias. Os criminosos usaram um Ônix branco clonado na ação. Agora, a polícia investiga se o crime está ligado à contravenção, à máfia de cigarros ou ao trabalho do policial que atuava na delegacia de Madureira (29ª DP), região que tem muitos conflitos entre traficantes do Terceiro Comando Puro e do Comando Vermelho. Três suspeitos foram presos pelo crime, dentre eles dois PMs. O Sistema de Cercamento Eletrônico e as câmeras de monitoramento do Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) da Prefeitura de Niterói foram fundamentais para auxiliar as forças de segurança a prender três suspeitos envolvidos na morte de um policial civil em Piratininga na manhã desta segunda-feira (06). Desde as primeiras horas após o crime, os guardas municipais do Cisp — que conta com mais de 600 dispositivos eletrônicos de monitoramento, incluindo as câmeras inteligentes do cercamento espalhadas por toda a cidade — identificaram um veículo Ônix branco que teria sido usado no assassinato. Com base nas imagens do sistema de Cercamento Eletrônico, foi possível monitorar todo o trajeto feito pelo carro. Uma das suspeitas levantadas é de que o veículo seria clonado; o carro verdadeiro, de São José do Rio Preto (SP), estava sendo colocado à venda. O Ônix branco utilizado pelos criminosos foi abandonado em uma estrada vicinal e incendiado na tentativa de apagar os rastros. Através do convênio do Cisp com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o serviço de inteligência dos órgãos cruzou informações e descobriu que o veículo havia saído de Niterói em direção ao Rio de Janeiro, orientando as forças de segurança para localizá-lo em Xerém. Agentes de diversas forças de segurança acionaram simultaneamente a Polícia Militar e a Delegacia de Homicídios (DH). “Tão logo os agentes da Guarda Municipal que atuam no Cisp souberam do crime iniciaram a coleta de informações. Assim, em contato com os policiais que atendiam a ocorrência, souberam que o veículo utilizado pelos criminosos foi um Ônix branco. Não existia nenhuma outra informação do veículo. Nosso sistema de inteligência artificial fez o rastreamento com os dados disponíveis e identificou o veículo e a rota de fuga utilizada. Foi um trabalho de tecnologia e integração que permitiu um resultado rápido”, detalhou o secretário de Ordem Pública, coronel Gilson Chagas. As investigações do Cisp apontaram ainda que um Jeep Compass preto, também envolvido no crime, passou pelas câmeras de monitoramento neste domingo (05), com a placa regular e sem histórico ou registro de roubo naquele momento. A informação foi confirmada pela equipe de inteligência do Cisp, por meio do cruzamento de dados do sistema. “A integração entre as forças de segurança é fundamental para esses bons resultados”, afirmou Felipe Ordacy, secretário do Gabinete de Gestão Integrada de Niterói. “É muito importante que a Prefeitura mantenha esse acompanhamento e união com as polícias. O criminoso não é municipal, nem federal, nem estadual. Temos que nos unir para defender a população, e é isso que Niterói faz”, disse. FONTE: Polícia Civil do RJ e Prefeitura de Niterói

PM que comandou roubos em casa no Complexo do Alemão (CV) foi preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou e obteve a prisão preventiva do cabo da Polícia Militar Leandro Silva Pereira dos Santos, acusado pelos crimes de violação de domicílio, roubo qualificado, constrangimento ilegal e dano simples. Segundo a investigação, os ilícitos foram cometidos durante uma operação policial realizada em janeiro deste ano, na comunidade do Complexo do Alemão, em Ramos, na Zona Norte da capital.  A denúncia relata que Leandro e policiais militares ainda não identificados entraram de maneira clandestina em uma residência do Complexo do Alemão, em 15 de janeiro de 2025, por volta das 05h20, durante uma operação policial que estava sendo realizada no local, constrangendo os moradores e impedindo que deixassem o local.  Ainda segundo o documento protocolado junto à Auditoria da Justiça Militar, o policial destruiu uma câmera de monitoramento instalada na residência, roubou camisas, perfumes, uma luva tática e ainda impediu um dos moradores de filmar a ação. As imagens gravadas pela câmera operacional portátil acoplada à farda de Leandro confirmam os ilícitos.  Leandro foi denunciado por roubo qualificado, que prevê pena de prisão de quatro a 15 anos, podendo ser aumentada em até um terço se a violência ou ameaça é exercida por mais de duas pessoas, com emprego de arma de fogo, e restringindo a liberdade da vítima; violação de domicílio de forma qualificada, que tem pena prevista de detenção de seis meses a dois anos, podendo ser aumentada em um terço por ter sido cometida por militar em serviço; constrangimento ilegal, que prevê pena de detenção de até um ano, podendo ser aumentada em duas vezes pelo fato de o crime ter sido praticado por mais de três pessoas, com emprego de arma de fogo e com abuso de autoridade; e dano simples, que prevê pena de detenção de até seis meses. FONTE: MPRJ

Leia mais detalhes da morte de policial civil em Niterói

Um vídeo de uma câmera de segurança flagrou o momento em que o inspetor da Polícia Civil Carlos José Queirós Viana, de 59 anos, (foto) foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira (6). O agente foi executado na porta de casa, em Piratininga, Região Oceânica de Niterói, na Região Metropolitana do Rio. As imagens mostram o policial próximo de casa quando um carro branco se aproxima e uma pessoa da janela do carona do veículo dispara contra Carlos, que estava abaixado quando foi atingido. Os criminosos deixaram o local logo em seguida, sem sair do carro nem levar nenhum pertence do agente. Até esta tarde, três suspeitos de envolvimento na morte do inspetor Carlos José foram presos em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Dois dos homens são policiais militares: cabo Fábio de Oliveira Ramos, do 3º BPM (Méier) e cabo Felipe Ramos Noronha, do 15º BPM (Caxias). O terceiro envolvido foi identificado como Mayck Junior Pfister Pedro. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Traficantes do TCP atacaram a tiros baile funk em área do CV em Caxias e provocaram pânico e correria

Traficantes do Terceiro Comando Puro acabaram a tiros com um baile funk que era realizado em uma localidade conhecida como Cantão, em Duque de Caxias, área dominada pelo Comando Vermelho na madrugada de ontem (5). As pessoas que estavam no baile saíram correndo pelas ruas ao entorno da praça. Vídeos divulgados na interrnet mostraram o pânico. O ataque ocorreu como forma de represália do TCP a um baque sofrido na semana passada pelos traficantes de Nova Campinas (CV) na comunidade do Massapê quando um bandido morreu e outro ficou baleado. Havia sido montada uma grande estrutura para oe vento denominado Arena Leão, praça essa que foi recém-inaugurada. Havia até camarotes no valor de R$ 250, segundo relatos. Os invasores até barraram os banheiros químicos antes do baile começar, As rajadas de tiros foram ouvidas em outros bairros da cidade como Vila Maria Helena, Vila Urussaí, Jardim Anhangá e Parada Morabi. Foram muitos mesmo, mas graças a Deus não morreu ninguém mas os moradores nem conseguiram dormir por conta do som alto, imagine depois dos tiros na cabeça só passava pensando como deveriam está as pessoas feridas precisando de socorro foi triste ver oque se tornou nosso cantão tranquilo, disse um morador. Eu já imaginava que isso poderia acontecer devido o ocorrido na semana passada. Foi muita imprudência realizar o baile. Houve muita gente correndo pulando os muros das casas, disse outro. Muitos tiros , acordei com isso , estavam na frente da minha casa , que nervoso pareciam estar no meu quintal. Foram muitos tiros mesmo.Um bairro tão bom ,agora esse terror no Parque Paulista, escreveu uma moradora. Meu vizinho saindo pra trabalhar nesse horário passou pelo corre corre.q Deus proteja a TDS moradores, contou outra. FONTE: Página Portal D3 A Fênix (Facebook)

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