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Em Vargem Grande, morador tem que pagar R$ 50 de água e R$ 50 de luz para a milícia. No Caju, tráfico (TCP) cobra R$ 150 do gás. Em Rio das Pedras, há restrição de circulação por causa de briga entre paramilitares. A população de comunidades do Rio continua sendo explorada pelo crime organizado

Denúncias que foram publicadas em rede social revelam mais exemplos de exploração por parte de milicianos e traficantes a comerciantes e moradores de comunidades do Rio de Janeiro. Um morador da comunidade da Taboinha em Vargem Grande, na Zona Sudoeste carioca, afirmou que os residentes têm que pagar para a milícia R$ 50 de luz, R$ 50 de água e R$ 20 para a associação de moradores. Quem não pagar, os criminosos cortam a luz e é preciso dar R$ 500 para religar, segundo a denúnncia, isso se não baterem neles, contou a testemunha. O morador afirmou que os traficantes do Terceiro Comando Puro também agem na comunidade em conluio com os paramilitares. “Somos obrigados a aceitar bandidos do TCP vendendo drogas no nosso portão”, lamenta. Outro exemplo de exploração ocorre no Complexo do Caju, na Zona Portuária, onde o preço do gás subiu para R$ 150. A ordem partiu de um traficante vulgo 98 a mando do chefão da área, vlgo Bob. Os criminosos expulsaram e tomaram uma distribuidora que fornecia carvão e água mneral em galão para os comerciantes. Desde então, a comunidade está sem os produtos para a compra, prejudicando a todos. Voltando para a Zona Sudoeste, uma suposta briga entre milicianos estaria impedindo o ir e vir dentro da própria comunidade de Rio das Pedras. A rivalidade ocorre entre os cirminosos das localidades de Areal e Areinha. Há relatos de que o morador de uma área não pode atravessar para a outra.

Tráfico carboniza vítimas que morrem em sessões de tortura em São Gonçalo. Irmãos morreram queimados. Quem vacila é espancado. Traficante preso transmite as ordens via celular

A quadrilha do traficante Juninho Capote, membro do Comando Vermelho em São Gonçalo e que está preso, tem a pra´tica carbonizar algumas vítimas que morrem durante sessões de tortura; Entre as vítimas foram os irmãos Rafael e Leonardo Teixeira de Melo, que morreram queimados. O primeiro deles era ‘merdeiro’ e vivia arrumando confusão na favela. O bando tem por hábito realizar “cobranças” a quem “vacila” na comunidade. Essas cobranças são feitas em forma de um “se liga”, ou seja, espancamento. Um bandido, por exemplo, recebeu um se liga por ter brigado com sua companeira. Todas as ordens são recebidas por ligação de celular efetuadas por “Juninho. Todas as mortes que ocorrem são autorizadas por ele. A quadrilha multiplica vítimas. Uma delas foi Pablo Sacramento Velasco, o PL, que foi morto por retaliação ao fato dele ter se apropriado e, posteriormente, sem a anuência dos criminosos, ter vendido ao cidadão G.S.C o aparelho celular, marca Iphone XI, que havia com eles subtraído quando integravam juntos malta criminosa atuante na localidade. PL ficou preocupado com uma retalição dos traficantes e foi desenrolar na boca, acabou sendo morto. Por conta da morte de PL, estão com as prisões preventivas decretadas os criminosos Juninho do Capote, Boladão, Duduzinho, Barcelona, Temisto, Magrão, TG ou Menor 10. Ruy Guilherme Castilho de Lima foi torturado e morto pelo bando porque aplicava golpes pela internet. Ele teve o celular vendido por PL, o que acabou provocando a morte deste também Outra morte atribuída ao grupo foi de Juracy Guimarães dos Santos, o Brejal, Durante a investigação, a polícia descobriu que nos”plantões”das bocas de fumo, os traficantes se utilizavam de duas pistolas 9mm, que essas armas ficam rodando de mão em mão durante o “plantão, que terminava às 06:00h

Traficante preso com PM em São Gonçalo foi condenado acusado de feminicídio

O traficante Lula que foi preso junto de um PM na noite de ontem em São Gonçalo estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos em 2017 acusado de matar uma mulher. No dia 18 de março de 2016, no Jardim Catarina, Lula, desferiu disparos de arma de fogo contra Lunna Lima Ribeiro, por razões da condição do sexo feminino, causando-lhe as lesões descritas no laudo de exame de corpo delito de necropsia as quais foram a causa eficiente da sua morte. Consta dos autos que a vítima e o denunciado se relacionavam afetivamente havia alguns meses e que, no dia dos fatos, Lunna havia se dirigido à residência do denunciado para encontra-lo. Após ficarem juntos no quarto do denunciado durante aproximadamente duas horas, o denunciado e a vítima passaram a discutir, até que este efetuou um disparo de arma de fogo na região mentoniana da vítima, com o cano encostado. Em seguida, o bandido empreendeu fuga e a vítima acabou falecendo no local. O crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, uma vez que foi atacada de surpresa, com poucas possibilidades de defesa. A motivação do crime é fútil, uma vez que cometido em razão de uma discussão.

PM foi preso junto de traficante em São Gonçalo. Estavam com fuzis e pistolas

Um policial militar foi preso em um carro junto de um traficante conhecido como Lula do Jardim Catarina, em São Gonçalo. Questionada, a PMERJ não respondeu Em nota, a Políica Civil informou que de acordo com a 73ª DP (Neves), dois homens foram conduzidos por policiais militares à unidade. Eles foram autuados em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e associação para o tráfico de drogas. Lula é gerente do tráfico do Catarina.. Com o PM foi achada uma pistola Beretta de uso institucinal. Na mala do carro haviam dois fuzis (um G3 e um AR-10) e uma pistola Glock calibre 40. Haviam também carregadores, munições, colete balístico e radiotransmissor.

Mais um caso de feminícidio no RJ, o quarto em quatro dias

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de uma mulher e de um homem, ainda não identificados, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. De acordo com informações preliminares, trata-se de um feminicídio seguido de suicídio. Diligências estão em andamento para esclarecer os fatos. Em quatro dias, é o quarto caso de feminício registrado no Estado do RJ. Na noite de véspera de Natal, uma mulher foi morta esfaqueada em Paciência. No mesmo dia, uma outra vítima foi achada morta em uma casa incendiada no Centro do Rio e uma terceira foi assassinada a tiros em Mangaratiba

Mulheres disseram que viram traficantes matando homem em Belford Roxo com tiro na cabeça. Com medo, elas apagaram as luzes mas os bandidos viram e atiraram em direção da casa só acertando a porta e a janela e ainda gritaram “Somos os crias do Comando. É a tropa do BX e do Popay”

Morto em confronto com a PM recentemente em Belford Roxo, o traficante Márcio de Oliveira Norberto, o MM, respondia a três processos por homicídios cometidos somente este ano sempre agindo em conjunto com seu parceiro, Pivete. Um dos casos ocorreu em 31/01/2025, na Rua Concílio Ecumênico, bairro São Vicente, Belford Roxo/RJ. Consta dos autos que os crimes foram praticados mediante disparos de arma de fogo de uso restrito, em contexto de disputa entre facções criminosas, resultando na morte de Fernando Lavanziê Gonçalves Souza e na sobrevivência de A.C.A.S e A.H.S.S este último tendo reconhecido formalmente os acusados como autores dos fatos, Outro caso foi bem mais grave. Uma mulher viu um dos bandidos apontando fuzil para o rosto de Kauã Gabriel dos Santos e atirouEla ficou ficou assustada quando viu a cena e então, apagou as luzes de sua residência; Quando os indivíduos viram que a declarante apagou as luzes de sua casa, eles efetuaram vários disparos de arma de fogo na direção da residênci. Os tiros acertaram a janela e a porta da casa Após dispararem, os criminosos gritaram, “Meu nome é Pivete e agora quem tá aqui são os crias do Comando. Pode avisars a todo mundo aqui quem está aqui é o Pivete e o MM. É a tropa do BX e do Popay”. A mulher disse que conhecia os dois bandidos pois foram criados juntos com ela na comunidade. Uma outra testemunha ouviu com clareza que os homens falaram com Kauã, que estava armado com um revólver mas tomaram a arma dele. “É isso aqui que o patrão de vocês dá para vocês, essa arma velha:”, e logo em seguida deram um tiro na cabeça de Kauã; … iMM era um ndivíduo apontado como responsável por diversos ataques à Comunidade do São Leopoldo, possuindo relevante envolvimento em ações criminosas na região. Contra ele havia 04 anotações criminais e 03 mandados de prisão, por homicídio.

Guerra sangrenta entre CV e TCP em Resende com sequência de mortes

Visando provar sua lealdade à facção criminosa Comando Vermelho em Resende o traficante vulgo Noi entregou seus antigos comparsas de Terceiro Comando Puro, o que resultou nas mortes esse ano de Genecy da SIlva Ferreria, Leonardo Freitas de Oliveira, vulgo Vovô, Luiz Gustavo Martins Rodrigues, Pedro Alex Almeida Barbosa e Carlos Daniel Pereira de Oliveira, vulgo Chuchu. Todos os mortos eram os únicos traficantes que mantinham a resistência no bairro Fazenda da Barra 2 contra a invasão do CV, cujos líderes dessa empreitada criminosa são os traficantes vulgo T10, Messi e Banha. Tudo começou após o assasssinato de João Vitor Alves de Oliveira, vulgo Quimba, que era dependente químico, integrante do TCP mas havia suspeita de que estava tentando ingressar no CV. Ele havia sido jurado de morte e por conta disso teve que passar um tempo em São Paulo. A família, por exemplo, teve que gastar certa vez R$ 500 por conta do envolvimento de João com o tráfico. Noi também era suspeito da morte de Quimba e após esse crime, pulou para o CV colaborando então para essa sequência de mortes na cidade. No caso do assassinato de Quimba, a autorização veio do criminoso conhecido como Rodolfinho e teve participação de seu gerente, vulgo GL, por planejar e executar as ordens de Rodolfinho.

Sete pessoas foram baleadas em baile em Campos. Nenhuma corre risco de morte

Sete pessoas foram atingidas por disparos de arma de fogo e outra ficou ferida por arma branca durante um baile realizado na madrugada desta quinta-feira (25), na localidade conhecida como Invasão do Cidade Luz, no Parque Cidade Luz, em Campos.     As vítimas foram socorridas por populares. Ao todo, oito pessoas deram entrada no Hospital Ferreira Machado: Sete vítimas foram atingidas por tiros e uma sofreu ferimento por arma branca. Segundo a unidade hospitalar, nenhuma das vítimas corre risco de morte, e a maioria apresentou ferimentos leves,principalmente nas pernas. Testemunhas relataram que, após os disparos, houve correria generalizada. Até o momento, não há informações sobre a autoria dos tiros. A Polícia Militar esteve no local e o caso segue em investigação na 146ª DP/Guarus.  (Leia mais abaixo)

Roubos a depósitos de revenda de gás explorados pelo Comando Vermelho provocaram série de assassinatos em São Gonçalo

Roubos em depósitos de revenda de gás controlados pelo Comando Vermelho e também na casa da amante do chefão do tráfico provocaram uma série de assassinatos em São Gonçalo em setembro. Uma das vítimas foi José Acyoli que foi morto em um estabelecimento comercial conhecido como Bar do Compradre. O autor do fato chegou na condução de uma motocicleta Honda CG Titan 160, cor vermelha, ano 2025, sem placa, e, em seguida, portando uma arma de fogo, desembarcou e correu em direção à vítima, perseguindo-a. Ato contínuo, obteve êxito em alvejá-la com diversos disparos de projetis de arma de fogo, os quais foram a causa eficiente do seu óbito. No dia anterior ao óbito de Acyoli, ou seja, 09/09/2025, Kaio França Gomes teria sido sequestrado por traficantes e morto na comunidade do Anaia, em razão de suposto envolvimento aos roubos de depósitos de gás controlados pelo Comando Vermelho, e, sob tortura, teria afirmado que José também estaria envolvido. Kaio foi sequestrado na porta de asa no dia 09/09/2025, por volta de 08h, quando saía para trabalhar no bairro de Alcântara. Foi levado por quatro homens armados de fuzil, usando roupas camufladas e balaclava, em um carro branco com uma faixa preta em volta; Imediatamente após o sequestro, familiares passaram a procurá-lo. Populares disseram que havia quatro homens amarrados dentro da comunidade do Anaia; Há relatos de que soltaram um dos homens e que teriam sido executados Kaio e mais dois; A família foi informada pelos traficantes que deveria parar de procurar por Kaio para não arrumar problemas. Os bandidos disseram que o corpo de Kaio não seria devolvido porque o mesmo tinha “vacilado” e roubado quem não podia. Chegou a circular uma fotografia de Kaio e outros dois jovens sentados antes da execução; Circularam duas versões sobre a motivação da morte de Kaio. Ambas são ligadas ao tráfico de drogas. Dsseram que Kaio havia roubado um depósito de gás na praça de Santa Isabel; Segundo relataram, os autores do roubo queriam dinheiro do depósito e não havia valores no loca. Após a morte de Kaio disseram na região que as características do autor do roubo não coincidiam com as dele, tratando-se de um homem gordo e branco; O gás no local é explorado pelo tráfico de drogas, e o responsável seria o nacional conhecido como Thiago do Gás, que seria uma espécie de laranja do tráfico; Também atribuíram a Kaio a participação em um roubo que teria ocorrido um mês antes de sua morte, quando quatro homens invadiram a casa de uma mulher apenas como Alice, ao meio-dia, levando ouro e dinheiro, somando cerca de 40 mil reais; Alice é amante do traficante Farm, dono do tráfico local; Esses fatos seriam uma sentença de morte para qualquer envolvido. No dia seguinte à morte de Kaio, houve a morte de um homem no Laranjal; Kaio e José eram conhecidos e estariam possivelmente envolvidos no roubo à casa de Alice. O serviço de gás daquela área é explorado pelo tráfico de drogas local, sendo o investigado, Thiago do Gás”, proprietário dos depósitos de gás explorados, supostamente, pelo Comando Vermelho daquela região.

Jovem executada por traficantes do CV em Friburgo estava jurada de morte por ser considerada ‘inimiga da facção’

A polícia concluiu que o assassinato de Maristela Emerique de Carvalho, de 23 anos, ocorrido em outubro, em Nova Friburgo, foi motivado pelo fato de a vítima ser considerada inimiga da facção criminosa Comando Vermelho Maristela estava jurada de morte peo CV sob acusação de colaborar com grupo rival, o Terceiro Comando Puro (TCP) ajudando o grupo a tomar bocas de fumo. Segundo as investigações, Haron, namorado da vítima, foi incumbido por Gabriel, líder do tráfico local, de levá-la ao cemitério de Riograndina, onde os demais aguardavam. No local, a vítima foi contida com o auxílio de Sophia e Rômulo, impedida de fugir e posteriormente entregue a Max Miller e Diveneta, que a colocaram em um veículo e a executaram com disparos de arma de fogo em via erma. Ela foi morta com dois disparos, um na cabeça e um nas costas. O corpo foi ocultado atrás de entulhos às margens da estrada Riograndina-Banquete, dificultando sua localização. Com efeito, há indícios de que os autores, todos vinculados ao tráfico de drogas, agiram de forma premeditada praticando homicídio qualificado por motivo torpe e mediante traição, seguido de ocultação de cadáver, em contexto de associação criminosa armada, com o objetivo de eliminar pessoa considerada “inimiga” da facção. A execução sumária de uma mulher sob pretexto de “disciplina” do tráfico demonstra a capacidade de intimidação do grupo e a sua influência sobre a comunidade local, impondo terror e desordem. Cinco suspeitos chegaram a ser detidos por envolvimento no crime O caso ganhou grande repercussão na cidade na época quando familiares procuraram a delegacia para comunicar o desaparecimento e passaram a divulgar a foto dela nas redes sociais. Maristela havia saído de casa na companhia do namorado e não retornou para casa, causando preocupação na família pois não era comportamento habitual.

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