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Adolescente é suspeita de atrair homem errado para a morte em Paracambi por achar que ele havia matado o seu namorado

Uma adolescente é suspeita de atrair um homem para a morte em Paracambi, cidade da Região Metropolitana do Rio de Janeiro como vingança por ela achar que ele tinha matado seu namorado. Gabriel Pereira Fernandes Araújo foi morto no último dia 5, na localidade da Cascata, por traficantes do Comando Vermelho.  Por telefone, a menor orientou Gabriel onde ir. No local do crime, a Estrada Governador Roberto Silveira, ele foi morto por dois homens, de vulgos CL e Pajé. Segundo o processo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, quem havia matado o namorado da jovem havia sido o irmão de Gabriel que tem o mesmo nome que ele e é ligado ao Terceiro Comando Puro.  A menor é prima de um dos executores, vulgo CL.PMs souberam que os elementos envolvidos no crime em tela teriam fugido para Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Os suspeitos acabaram sendo encontrados e foram presos, não oferecendo nenhuma resistência.  Eles não estavam armados e ambos tinham telefone celular. O pai de CL disse que o filho estava querendo ir embora após se envolver no homicídio. Disse que ele pediu ajuda para fugir.Em depoimento, a menor disse que ligou para um homem chamado Emanuel para marcar um encontro dela com ele, Gabriel e mais uma menina mas ela acabou desistindo.  Posteriormente, Emanuel mandou mensagem para a adolescente que ele e Gabriel  “tinham tomado uma dura”, mas não disse quem seriam as pessoas que os tinham abordados.A menor ligou para ele e Emanuel afirmou para parar de ligar porque quase morreram. Pouco depois, Emanuel mandou mensagem para a jovem afirmando que Gabriel havia sido baleado. No mesmo dia, CL ligou para a adolescente dizendo que havia matado Gabriel. Os presos permaneceram em silêncio em depoimento na delegacia e na Justiça. Ambos estão com a prisão temporária decretada. A Justiça autorizou a quebra do sigilo telefônico dos aparelhos apreendidos para dar prosseguimento às investigações mas não informou qual a situação da menor. 

Braço de guerra do CV exibe fuzis e diz a moradores de Campo Grande que extorsões chegarão ao fim. VIDEO

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o ex-miliciano como “RD do Barbante” hoje um dos braços de guerra do Comando Vermelho exibindo armamentos de uso restrito. No vídeo (disponível no grupo do Bruno Assunção), ele faz declarações direcionadas aos moradores de Campo Grande, afirmando que práticas como cobranças e extorsões vão chegar ao fim. O conteúdo teria sido gravado após alguns integrantes ligados à milícia de Zinho romperem com o grupo e migrarem para o Comando Vermelho (CV). Segundo apuração do repórter, a movimentação faz parte de uma tentativa do grupo de avançar sobre áreas de Campo Grande e ampliar sua atuação na Zona Oeste do Rio, com o objetivo de chegar a Santa Cruz, região historicamente associada ao Comando Vermelho, mas que há anos está sob controle da milícia.

Mulher que era refém morreu baleada durante perseguição policial em Caxias

Uma mulher morreu baleada durante um suposto sequestro na tarde de hoje no bairro 25 de agosto em Duquevde Caxias. Por volta das 14h de hoje, ocorreu uma perseguiçâo policial a um veículo que estava em posse de dois criminosos que mantinham uma mulher refém. O carro acabou atropelando um moto Uber na altura da Praça Humaita. Segundo relatos, a dona do veículo levada pelos dois bandidos acabou sendo alvejada após os agentes atirarem em direção ao veículo. Os suspeitos foram presos. Segundo a Assessoria de Imprensa da Secretaria Estadual de Governo, a vítima faleceu Veja nota: A Operação Segurança Presente lamenta a morte da Sra Silvania. Os agentes estão prestando depoimento na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). A investigação ficará a cargo da Policia Civil.

Traficante morto em confronto com a PM em Niterói iniciou ofensiva do TCP na cidade desde dezembro

Dono das bocas de fumo da comunidade do Santo Cristo, no Fonseca, em Niterói e morto em um confronto com a PM nesta madrugada, o traficante Welvison Aureliano Leal, o Galo, foi um dos responsáveis pelo início da guerra que se instalou na cidade desde dezembro. Junto do traficante conhecido como Drill, Galo comandou as invasões promovidas pelo Terceiro Comando Puro em redutos do Comando Vermelho. Os ataques do TCP ocorreram no Complexo do Fonseca, conhecido como Fonsequistão, Morro do Preventório, em Charitas, e Morro do Estado, no Centro. O TCP conseguiu reaver algumas comunidades do Fonseca e também o Morro do Estado e o CV vem tentado recuperar as áreas. A disputa tem provocado vários tiroteios que têm tirado o sono de moradores e até deixou inocentes baleados na virada do ano. Homicídios também foram registrados nos últimos dias na região fo Fonseca, O TCP conta com reforços do Complexo da Maré na guerra e planeja avançar para outras áreas como a Nova Brasília, na Engenhoca, segundo relatos nas redess ociais. A facção dominava comunidades na cidade até 2021 quando foi expulsa pelo CV. No confronto da madrugada, além de Galo, outros dois suspeitos também morream e três ficaram feridos. PMs realizaram uma ação na Comunidade da Palmeira, no Fonseca, e prenderam dois criminosos, além de apreenderem duas pistolas e um veículo. A ocorrência teve início durante patrulhamento na Rua São Januário. Durante a abordagem, o condutor tentou furar o bloqueio policial, dando início a um confronto. Três suspeitos foram atingidos, socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Um deles era apontado como liderança do tráfico na Comunidade do Santo Cristo.

Veja detalhes da dinâmica do assassinato de um cachorro em Magé. Dono disse que teme por sua vida e não conseguiu enterrar o animal

Um crime bárbaro chocou o Rio de Janeiro no último fim de semana. O cachorro Luke, de dois anos e seis meses foi morto a tiros em Magé por um homem que teria se incomodado com seu latido. O autor está com a prisão preventiva decretada e é procurado pela polícia. O dono do cão, disse que o vizinho passou de moto, e o cachorro começou a latir. Segundo o tutor do animal, o vizinho começou a gritar que se estivesse armado atiraria no cachorro e que se alguém falasse alguma coisa, também seria alvejado com tiros de arma de fogo; O dono questionou o vizinho quanto a necessidade de atirar no cachorro só por estar latindo. O autor perguntou se estavam duvidando de que não atiraria no cachorro. O vizinho foi até sua casa uardou a motocicleta e poucos minutos depois voltou.Em seguida, veio em sua direção e de seu colegaLeandro sacou a arma da cintura e apontou a arma para o peito do colega do tutor e apertou seu pescoço, efetuando um tapa no rosto dele. No momento em que Leandro apontava a arma para o rapaz, Luke declarante veio em sua direção num possível ato de protegê-los.Nesse momento, Leandro efetuou aproximadamente cinco tiros, sendo que quatro acertaram o cachorro; Em seguida, o autor voltou andando na direção de sua casa e em certo momento parou e voltou a ameaçar o tutor de Luke; O vizinho então, efetuou um disparo de arma de fogo em direção ao dono do animal, que fugiu correndo sendo ainda perseguido pelo vizinho ;Após os disparos, o vizinho entrou novamente em casa e voltou com mais munições, carregou a arma novamente e ficou parado em frente a casa; O dono do cachorro pegou o carro e saiu, mas viu quando o vizinho também pegou a moto e sumiu;No dia seguinte, por volta de 9 horas, em frente a sua casa, o autor dos disparos apareceu novamente fez ameaças dizendo que iria “pegar” o dono do cachorro; O vizinho disse que quando atirou no cachorro já queria tutor; O dono disse que Luque era bastante dócil e querido na vizinhança. Falou que seu pet nunca apresentou qualquer atitude agressiva contra o vizinho , seu tutor ou contra moradores do região; O corpo do cachorro foi enterrado por um vizinho, atrás da casa do declarante, pois o dono estava abalado para fazer o enterro. Disse que não sabe porque o vizinho tomou essa atitude, pois o cachorro nunca o atacou, mas apenas latiu ao vê-lo passar de moto;O dono teme por sua vida e de sua família e pede Justiça”. A polícia tem imagens captadas de circuito interno, referentes ao exato momento em que Leandro dispara diversos tiros contra o cachorro, retirando-lhe a vida. É possível observar, ainda, que o autor agride, com tapas, um homem presente no local, em comportamento extremamente agressivo.

Preso suspeito da morte de PM foi beneficiado por saidinha de Natal e não voltou

Kaigro Antônio de Souza Rezende, de 25 anos, se encontra na condição de Evadido do Sistema Penitenciário, desde 30 de dezembro de 2025, após receber o benefício de Indulto de Natal de 2025, e não retornar mais sua unidade prisional. Ele está cadastrado no sistema carcerário como sendo de “Alta Periculosidade”. Preso em fevereiro de 2019,ele era um dos principais acusados pela morte do policial militar Carlos Alberto Sá Freire Almado, que foi baleado na cabeça, em Volta Redonda, naquele ano. Contra ele consta um mandado de prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), Espécie de prisão: Recaptura, Tipo do Mandado Originário: Mandado de PrisãoMotivo: Fuga, pelo crime de Homicídio. Martinhk Luthero da Conceição de 28 anos, também saiu da prisão no Natal e não retornou. Preso em junho de 2023, no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, após ser baleado em um confronto com policiais militares. Ele usou um nome falso para ser atendido na unidade. Segundo informações obtidas pela Seap, Martinho era da comunidade do Jardim Novo, na Zona Oeste do Rio, e controlava os pontos de venda de drogas na região. Contra ele consta um mandado de prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), Espécie de prisão: Recaptura, Tipo do Mandado Originário: Mandado de PrisãoMotivo: Evasão, Pena restante: 9 ano(s) 1 mês(es) 16 dia(s).Regime Prisional: Semiaberto, pelo crime de Tráfico de Drogas.

PM confirma dois baleados em Inhoaíba na última sexta. Relatos apontam ataque do CV que deixou inocentes feridos

A Polícia Militar informa que, de acordo com o Comando do 40º BPM (Campo Grande), na sexta-feira (02/01), policiais da unidade foram acionados para duas ocorrências de disparos de arma de fogo em Inhoaíba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Em um dos casos, uma vítima foi socorrida por terceiros até unidade hospitalar após ser atingida. No outro, uma segunda vítima foi ferida por disparo enquanto trafegava pela via, sendo encaminhada diretamente para atendimento médico  Ambas as ocorrências foram registradas na 35ª DP para adoção das medidas cabíveis. informações que circulam nas redes sociais apontam que ex-milicianos conhecidos como RD e Max hoje ligados ao Comando Vermelho teriam tentado executar um homem, ainda não identificado, na região do Barbante. Durante a ação, dois inocentes foram baleados na Rua Campo Grande e socorridos para o Hospital Rocha Faria.

Pedreira recebe reforços de outras favelas do TCP para enfrentar ataques do Chapadão (CV), diz jornalista

Após cerca de 15 dias consecutivos de at4qu3s atribuídos ao Comando Vermelho (CV), soldados do Terceiro Comando Puro (TCP) estão reforçando os acessos ao Complexo da Pedreira, na Zona Norte do Rio, e articulando ações coordenadas contra o grupo rival. O último sábado (3) e este domingo (4) foram marcados por intensos tiroteios em Costa Barros. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, o complexo tem recebido reforços de integrantes do TCP vindos de diferentes regiões da capital. Segundo as fontes, já é possível ver a presença de armamentos ostentando símbolos de áreas como o Complexo de Israel, Serrinha e Maré. As armas teriam sido cedidas temporariamente para fortalecer a defesa de áreas estratégicas como Bairro 13, Casinhas, Terra Nostra e Morro do Chaves, que seguem no centro da disputa territorial. A disputa pelo controle territorial em Costa Barros, na Zona Norte do Rio, se intensificou na tarde deste domingo (4) .A violência provocou tiroteios intensos, obrigando motoristas de vans, ônibus e carros a retornarem na contramão para escapar dos disparos. O c*rpo de um homem, com marcas de t!ros, foi encontrado em um rio da região; a identidade ainda não foi divulgada. Pela manhã, o Batalhão de Irajá iniciou uma operação no Complexo do Chapadão, em resposta ao confronto entre as facções CV e TCP. Moradores relataram barricadas em chamas, presença de veículos blindados e correria de pessoas que foram surpreendidas pelos tiros. No sábado (3), ao menos dois soldados do TCP ficaram feridos durante confrontos, ao tentar conter uma ofensiva do CV. Eles teriam sido atendidos em um ponto clandestino no Complexo da Pedreira. Desde dezembro, a região vive uma escalada de violência, com tentativas de avanço sobre áreas como Bairro 13, Casinhas, Terra Nostra e Morro do Chaves.

Facções criminosas têm outras funções menos conhecidas que não foram citadas em reportagem de jornal carioca. SAIBA QUAIS

Os jornais O Globo e o Extra divulgaram uma matéria hoje falando sobre novas funções criadas pelas facções criminosas para administrar o tráfico em favelas do Rio. Entre os novos cargos citados na reportagem, estão o de gerente de barricadas, gerentes de baile funk, gerentes das extorsões, gerentes de combate antiaéreo, gerentes de tecnologia encarregados de adquirir e operar drones mas há outras funções menos conhecidas que são descritas em investigações. No Complexo da Penha, há mais funções. O traficante Grandão apontado como gerente-geral da localidade e síndico cuida da escala de plantão dos soldados integrantes do grupo, divididos em postos, todos fortemente armados, inclusive, em relação à segurança do principal líder da facção criminosa na região, vulgo Doca. Ele orienta sobre pontos de contenção armada (trincheiras no mato) e inteligência (monitoramento) Grandão também emite comunicados sobre normas de comportamentos em atividades recreativas nas comunidades com e participação de traficantes da localidade.(…) Ele também organiza os pagamentos (remuneração) dos traficantes locais e até mesmo das supostas propinas pagas a policiais. Na Penha, existe um gerente que comanda um grupo de matadores a serviço do Comando Vermelho, atuando na expansão territorial da facção criminosa, o traficante vulgo BMW Trata-se de um braço violento violento da facção que emprega armas de fogo de grosso calibre em suas ações e atua com violência extrema contra rivais. Na Penha também um gerente que cuida do fluxo de dinheiro da organização, analisando o recebimento de drogas, que gerencia a segurança de pontos de venda de drogas no Complexo e cercanias, mantendo as lideranças informadas sobre eventuais movimentações suspeitas e intermedia a vinda de traficantes de outros entes federativos. Tem ainda o gerente de fiscalização dos “soldados do tráfico, que verifica se eles estão atentos nas áreas designadas, devidamente portando seu respectivo armamento pesado. Há ainda os chefes da segurança, gerente da contabilidade, Outra figura importante na quadrilha é o traficante Gardenal, que possui inúmeras funções: a expansão violenta e criminosa do Comando Vermelho na região da grande Jacarepaguá, orienta sobre aquisição de armas de fogo, drones de vigilância e outros acessórios relacionados a manutenção do Comando Vermelho como principal facção criminosa no território.(…) Ele tanmbém se vale de sua experiência de longa data no tráfico de drogas armado para orientar melhor os “novatos” sobre posicionamento de fuzil de grosso calibre, para enfrentar com maior eficiência (criminosa) uma possível incursão de agentes da lei.(…) A quadrilha do traficante Peixão, por exemplo, tem um membro preso que atua na coordenação de invasões a comunidades rivais e na execução de desafetos de Peixão.s. Ttem também um membro exclusivo para a cobrança de “taxas” para exploração de serviços de telecomunicações, distribuição de sinais de internet e transportes alternativos, de modo a angariar vultosa quantia mensal nos interesses do bando. As investigações reforçam que, em locais dominados por facções criminosas voltadas ao tráfico de drogas, existe um sistema organizado de atuação dividido em diversas funções mais tradicionais e conhecidas, como os” olheiros, radinhos ou atividades “(encarregados de avisar aos comparsas sobre incursões policiais na área do tráfico), os encarregados de armazenar e vender a droga (” vapores ou aviões “) e os que se armam para defender o comércio ilegal (” seguranças “ou” contenção “). Há, ainda, os transportadores das drogas entre as comunidades (” mulas “) e os que embalam e misturam os entorpecentes para aumentar o lucro (” endolas “), além, obviamente, os que comandam e gerenciam o tráfico (” donos “ou” frentes “).

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