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Mais um entregador de pizza morreu baleado no Rio em assalto

Paulo Vitor de Souza Lopes , de 22 anoa, morador do Bela Vista, foi morto durante um assalto na Avenida Cesário de Melo, nas proximidades do Condomínio Oito, no sentido Joaquim Magalhães, em Senador Vasconcelos, na Zona Oeste do Rio . Criminosos atiraram contra o jovem e fugiram levando sua moto, que depois foi encontrada abandonada em Campo Grande. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital. No momento do crime, o jovem realizava uma entrega de pizza. Foi o segundo caso envolvendo entregadores no Rio em menos se uma semana. Há alguns dias, Marcelo Julio da Silva, de 52 anos, foi morto a tiros durante uma tentativa de assalto em Irajá, ontem (21). Após uma entrega, o motociclista foi abordado por dois homens armados, tentou fugir e acabou baleado.

Juninho Varão tem prisão preventiva decretada suspeito do desaparecimento e morte de dois integrantes da milícia do Zinho ocorridos há um ano em Santa Cruz. Corpos ainda não foram encontrados

Segundo processo do TJ-RJ, a Justiça do Rio decretou na semana passada as prisões preventivas do miliciano Juninho Varão e do seu comparsa ShangLee pelo homicídio de dois integrantes do grupo paramilitar de Zinho cometidos em janeiro do ano passado, na comunidade do Jesuítas, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Os corpos não foram encontrados até hoje. Uma testemunha afirmou que no dia 19 daquele mês foi na delegacia comunicar o desaparecimento de Leonardi de Castro dos Santos, vulgo Panda. Ela soube por testemunhas que Leonardi estava em um bar na praça do Jesuítas, e apareceram três veículos e que um dos ocupantes de apelido Shanglee, portando arma de fogo, atirou na perna do seu esposo. Segundo ela, os ocupantes dos veículos levaram seu esposo e um amigo chamado David, que sabe morar no Morro do chá. Ao saber do fato tentou ligar para Leonardi mas um desconhecido atendeu a ligação e disse que seu esposo estava morto. Leonardi fazia uso de tornozeleira eletrônica o que poderia ajudar na sua localização. Em um segundo depoimento, a testemunha declarou que Leonardi integrava a milícia do Zinho referente a localidade dos Jesuítas e do Manguariba. Disse que desde que iniciou o relacionamento o mesmo já integrava a milícia da localidade, sendo certo que antigamente a milícia era do “Tandera” eo companheiro já fazia parte; Segundo ela, Leonardi fazia o recolhe de dinheiro dos comerciantes da localidade no período diurno e participava do “GAT” no período noturno da milícia do Zinho da localidade dos Jesuítas e do Manguariba; No dia do desaparecimento, segundo seu relato, Leonardi se encontrou com David Barboza do Nascimento, vulgo Luluga, para ficar conversando. Os dois se conheceram na cadeia. Eles pararam em um bar na Estrada dos Palmares quando por volta das 01h do dia 19JAN2025, 03 veículos adentraram no estacionamento com cerca de 12 homens encapuzados portando armas de grosso calibre; Os suspeitos, ora não identificados, entraram no bar e apontaram as armas para todas as pessoas presentes, mandando que levantassem a blusa para ver se estavam armados; Leonardi saiu do veículo e disse a um dos nacionais que era amigo, haja vista que pensou ser da milícia dos Jesuítas / Manguariba a qual faz parte; Quando ele disse isso, um miliciano ora identificado como Shanglee, que acabara de retirar o capuz, atirou em Leonardi. Alvejado, ele foi colocado no interior do veículo L200 Triton de cor Cinza e placa não identificada. David também foi arrebatado do estacionamento, haja vista que havia saido do carro de Leonardi instantes antes para comprar algo no bar do Jerrinho; Desde então, os dois não foram mais vistos. Segundo os autos, os milicianos que arrebataram a dupla pertencem ao Bonde do “Varão e Waguinho e são da localidade do Guandu e do João Vinte Três, locais onde constantemente acontecem “guerras” por territórios; Dias antes do desaparecimento de Leonardi, o GAT do Jesuítas/Manguariba deram um “baque” na milícia do Guandu, quando pegaram o frente da milícia na porta de casa de vulgo “PQD”; Diante de tal circusntâncias, a milícia do Guandu prometeu uma represália à milícia dos Jesuítas / Manguariba e cumpriu a promessa. A esposa de Leonardi ligou para o seu telefone sendo certo que um homem não identificado atendeu o telefone dizendo: – “seu marido está morto!!”; Ela pensou inicialmente que o marido havia perdido o aparelho telefônico. Posteriromente tentou ligar diversas vezes, e o telefone estava desligado;Leonardi já havia sido preso em 27/07/2021 e permaneceu até 09/09/2024 quando ganhou liberdade. Ele usava tornozeleira eletrônica quando fora arrebatado pelos milicianos rivais.] O dono do bar disse que sabia que no local onde mora era dominado pela milícia do Zinho e que ela estava em guerra com o grupo paramilitar do Guandu e do Km 32, em Nova Iguaçu. ]Disse que a milícia do Guandu é comandada por Waguinho/Velhinho ou Coroa e a do Km 32 por Juninho Varão. Que ambos os grupos estavam unidos contra a quadrilha que agia no Jesuítas e Manguariba, que são dominadas por Zinho. Ele disse que no dia do fato estava se preparando para fechar o bar quando os milicianos chegaram. Falou que eram mais de 30 homens, vestindo balaclavas, coletes balísticos e a esmagadora maioria portava fuzis; Falou que os clientes do declarante se assustaram e alguns correram em direção aos condomínios e outros adentram o bar. Segundo ele, estes milicianos renderam todos que estavam no bar, colocaram os homens deitados do lado de fora e as mulheres em pé no interior do bar; Todos foram revistados; Os homens desta milícia estavam procurando pessoas envolvidas com a milícia de Jesuítas/Manguariba. Soube que o bonde do Varão invadiu o Jesuítas pela Estrada da Comporta, vindo do Km 32,. e o bonde do Waguinho veio pela Avenida Brasil, através da Avenida Padra Guilherme Decaminada; Os invassores perguntaram ao declarante sobre a câmera que ficava no bar, que a câmera não possui hd e sim cartão de memória. Eles fizeram o dono do bar desinstalar o aplicativo da câmera em seu telefone celular e levaram a câmera junto do cartão de memória; O dono do bar ainda contou que observou quando o telefone de um dos milicianos tocou; e percebeu que quem ligou para este miliciano parecia falar que haviam pego alguém; Os milicianos então deixaram o bar e falaram para os clientes que quem fosse embora na direção do condomínio já poderia sair e quem fosse embora na direção da clínica de saúde era para esperar mais alguns minutos; Ele soube depois soube que os dois homens desaparecidos deste procedimento foram interceptados por um desses dois bondes de milícia que haviam invadido o Jesuítas; David e Leonardi foram interceptados na Estrada do Cortume, no segundo quebra mola, saindo da Estrada dos Palmare. Ele não conhecia muito bem os dois desaparecidos, mas sabia que eram envolvidos na milícia da região; Disse ainda que soube que quando foram abordados, David e Leonardi saíram do carro em que estavam e falaram que eram da “firma”; Soube

Homem com esquizofrenia está com prisão temporária decretada suspeito de matar a própria mãe com uma facada no pescoço em São Gonçalo

Segundo processo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a polícia está a procura de Guilherme Vieira de Ávila, que tem a prisão temporária decretada suspeito de matar a própria mãe. Regina Célia Vieira Pestana de Ávila com uma facada no pescoço em São Gonçalo. Após o crime, o acusado fugiu do local dos fatos e permanece em paradeiro desconhecido, Regina foi encontrada morta no interior da sua residência apresentando ferimentos compatíveis com golpes de arma branca na região do pescoço. Segundo investigações, a vítima residia exclusivamente com o filho, que apresenta histórico de transtorno psiquiátrico grave, havendo relatos de que havia interrompido uso de medicação, situação que estava gerando conflitos no ambiente doméstico. De acordo com o depoimento de uma filha da vítima descrito nos autos, Guilherme era esquizofrênico, em tratamento desde por volta de 20 anos de idade. Segundo ela, o tratamento oscilava, com Guilherme parando de tomar remédios quando entendia estar bem. Quand ocorria isso havia estresse com Regina. No geral, era um bom relacionamento entre Guilherme e Regina, nunca tendo havido agressividade entre os dois; A irnã de Regina contou que ela vinha comentando das dificuldades enfrentadas com o filho. A vítima lhe informou a resistência por parte de Guilherme em tomar os remédios necessários para o tratamento. Falou que Guilherme nunca agredira Regina, porém Regina percebia que Guilherme provocava pessoas na rua. Disse que Guilherme não estava querendo tomar os remédios e sempre foi gentil e trabalhador. Ela contou que não estava conseguindo falar com Regina e acompanhou a sobrinha ao imóvel, a fim de verificar se havia ocorrido algo. Elas acionaram chaveiro e ao entrar no imóvel viram o corpo de Regina no colchão, reconhecendo-o cabalmente. A casa não estava revirada, sem sinais de arrombamento

Justiça diz que há achados periciais que indicam que jornaleiro que desapareceu em Niterói pode sido morto no ‘microondas’. Local para ele foi levado é ponto de execução e desova de cadáveres

Processo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contra os dois presos suspeitos de envolvimento no desaparecimento do jornaleiro Eduardo Aguiar Ferreira revela que o local onde a vítima sumiu em Duque de Caxias é um lugar ermo conhecido como ponto de execução e desova de cadáveres e houve achados periciais compatíveis com o método conhecido como “micro-ondas”, típico de execução e destruição completa de cadáver, ainda que não tenham sido localizados restos mortais. Eduardo sumiu em 24/11/2025, no bairro de Itaipu, em Niterói/RJ. Consta que a vítima foi abordada por ao menos três indivíduos armados e encapuzados, sendo constrangida a ingressar no referido automóvel, que passou a se deslocar inicialmente em direção ao município de Magé, seguindo posteriormente para a Rua Um, acesso Narcisa Amália, em Duque de Caxias, conforme dados de geolocalização extraídos do aparelho celular. No curso das diligências, foi localizado um veículo Toyota Corolla, ano 2003/2004, incinerado, com placas removidas e número de chassi suprimido, circunstâncias que, aliadas às imagens captadas e aos depoimentos colhidos, revelam compatibilidade com o automóvel empregado na empreitada criminosa. Os elementos também indicam a vinculação direta dos acusados presos Thiago Brício Nogueira e Rafael Gonçalves Pacheco ao veículo, notadamente em razão de sua aquisição e suposta alienação em data imediatamente anterior aos fatos, bem como por movimentações financeiras entre eles e pelas versões contraditórias apresentadas acerca da efetiva utilização do automóvel. Thiago detinha a posse e o domínio do automóvel imediatamente antes dos fatos, tendo inclusive submetido o bem a avaliação mecânica na véspera do crime, circunstância que sugere prévia preparação do meio empregado na empreitada. Há, ainda, indícios de que referido veículo foi disponibilizado conscientemente ao grupo executor, sendo reconhecido por testemunhas como o automóvel utilizado no sequestro e compatibilizado com o trajeto apurado por meio de dados de geolocalização do aparelho celular da vítima, o que permite inferir, em juízo de probabilidade, que a cessão do bem integrou a dinâmica do fato. Outro elemento relevante reside nas movimentações bancárias ocorridas no próprio dia dos fatos, quando foram realizados depósitos fracionados e transferências via PIX que totalizaram aproximadamente R$ 9.000,00, parte dos quais retornou à conta de titularidade de Thiago, sem causa lícita documentalmente comprovada. Tais operações, realizadas de forma fracionada, em data coincidente com o crime, constituem indício de coordenação financeira contemporânea à execução. Essas movimentações ganham especial relevo diante da informação prestada por testemunha no sentido de que, no momento das transferências, Thiago não mencionou qualquer intenção de vender o veículo Toyota Corolla utilizado no crime, limitando-se a informar que os valores se destinariam à aquisição de um veículo táxi, o que se mostra incompatível com a versão defensiva posteriormente apresentada e configura contradição objetiva relevante quanto ao meio empregado na empreitada. Sobre Rafael, há vínculos com a cessão do veículo e participação nas versões contraditórias apresentadas acerca da destinação do automóvel e da finalidade das transferências bancárias. A investigação tem se baseado em vários aspectos a) prova testemunhal idônea acerca do arrebatamento violento da vítima por indivíduos armados e encapuzados, em plena via pública e durante o dia;b) dados técnicos de geolocalização do aparelho celular da vítima, que demonstram seu deslocamento forçado até local ermo conhecido como ponto de execução e desova de cadáveres, com cessação definitiva de qualquer sinal ou comunicação; c) localização posterior do veículo utilizado na empreitada completamente incinerado, com chassi recortado, motor removido e sinais identificadores suprimidos, revelando conduta deliberada de eliminação de vestígios; d) achados periciais compatíveis com o método conhecido como “micro-ondas”, típico de execução e destruição completa de cadáver, ainda que não tenham sido localizados restos mortais. Segundo a Justiça, a ausência de localização do corpo não fragiliza comprovação do crime. A dinâmica apurada “arrebatamento, condução forçada, deslocamento até local ermo, destruição do veículo e desaparecimento definitivo da vítima” é típica de execução preordenada, incompatível com hipóteses alternativas como fuga voluntária ou cárcere prolongado, o que evidencia, com grau elevado de probabilidade, a ocorrência do resultado morte. A Justiça descreve a extrema gravidade dos fatos narrados, que envolvem sequestro, homicídio qualificado e ocultação de cadáver, além de do modus operandi sofisticado e profissional, com planejamento prévio, utilização de veículo fornecido pelos acusados, destruição de provas e provável atuação em contexto de criminalidade organizada; A motivação do crime apurada seria a conexão com atividades ilícitas relacionadas ao comércio ilegal de cigarros. Thiago e Rafael tiveram as prisões preventivas decretadas na última quinta-feira (22).

Veja relato de vítima de série de crimes cometidos na Zona Sudoeste do Rio nesta semana. Após ter seu carro roubado aos gritos de “vai morrer”, bandidos entraram em contato pelo Whatsapp dizendo que sabiam da sua rotina e que era para ele zelar pela segurança da sua família. “Vamos cobrar com sangue”

Sobre os bandidos que cometeram uma série de crimes entre terça e quarta-feira na Zona Sudoeste do Rio que culminaram com cinco pessoas baleadas, entre elas um policial civil e a esposa, consta nos autos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro o depoimento de uma vítima que encontrava-se em seu veículo Jeep Commander, cor branca, em frente ao Shopping Metropolitano, quando um veículo Tiggo branco teria se aproximado, vindo a desembarcarem do mesmo 3 indivíduos, que, mediante violência e grave ameaça perpetrada com o emprego de uma pistola – por um dos indivíduos – e de um revólver calibre 38 – por outro -, teriam afirmado “vai morrer, vai morrer, passa tudo, tem joia” Os criminosos roubaram seu veículo e se evadiram na posse deste em direção à Curicica. Logo em seguida, o rapaz declarou que os indivíduos começaram a enviar-lhe áudios, através do aplicativo de mensagens Whatsapp, com os seguintes conteúdos: “Sei onde você omra, você trabalha na Petrobras, não é só recuperar o carro, é a segurança da sua famíllia, fala quanto você tem, to com tudo seu aqui, vamos negociar, não chama a polícia, vamos largar seu carro no shopping metropolitano, vamos cobrar com sangue, eu sei que você tem filho, a gente conhece sua rotina, sabemos de tudo”. Uma mulher que foi vitima dos criminosos falou que, encontrava-se no interior do veículo automotor de propriedade do seu pai, um policial civil, de 65 anos, na companhia deste; de sua genitora; de seu filho, de 3 meses de idade, quando teriam sido abordados pela frente por um veículo branco Haych, do qual teriam desembarcado alguns indivíduos, os quais cercaram o veículo no qual se encontrava a vítima e seus familiares, vindo seu pai a efetuar disparo de arma de fogo do interior do veículo, vindo a mulher a tentar sair deste, momento em que um dos indivíduos que haviam cercado o veículo l – teria efetuado disparo, sendo que a arma de fogo teria travado. A vítima afirmou que teria avistado, pelo menos, 3 indivíduos durante a ação, sendo que, quando encerrado o confronto, o policial teria afirmado que teria sido atingido por disparo de arma de fogo, assim como sua esposa. Logo em seguida, teria feito contato com a Corregedoria da Polícia Civil. Um PM disse que encontrava-se em patrulhamento na companhia de seu colega Cb Carmo, quando teriam recebido um alerta de roubo de veículo nas imediações do Shopping Metropolitano, havendo informação de que um dos indivíduos estaria trafegando nas proximidades do shopping na posse do veículo, vindo ambos os policiais a saírem em diligência na tentativa de localizarem o veículo e seus ocupantes. O policial refere que avistou o veículo sendo “jogado” em direção à guarnição policial, vindo seus integrantes a efetuarem um disparo de arma de fogo contra os policiais militares, tendo estes, então, revidado, efetuando dois disparos contra os indivíduos, ensejando confronto armado em via pública. O policial menciona que, logo após, o condutor do veículo veio a ingressar, com o próprio veículo, no Restaurante e Pizzaria Guedes, localizado na Estrada do Calmete, nº 118, loja D, por, supostamente, ter perdido o controle do veículo, vindo os bandidos a serem capturados. Três criminosos que participaram da ação estão com as prisões preventivas decretadas.

CV estaria preparando queima de fogos e balas traçantes para o aniversário de Doca amanhã. VIDEO

Amanhã é aniversário de 56 anos do.traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, principal lider do Comando Vermelho em liberdade e chefao do Complexo da Penha. Circula boato de que haverá queima de fogos e balas traçantes em várias favelas dominadas pela facção em comemoração da data. Veja vídeo que circula nas redes sociais.

SAQUAREMA: Inconformado com o fim do relacionamento, homem invadiu casa de ex e atirou no atual companheiro dela e só não a matou porque arma falhou. Depois, foi na casa da ex-sogra e executou seu ex-cunhado

Lucas Ventura da Silva Souza está com prisão temporária decretada pela Vara Criminal de Saquarema, na Região dos Lagos Segundo informações do TJ-RJ, inconformado com o fim do seu relacionamento com uma mulher chamada Amanda, ele invadiu a residência dela, efetuando disparos de arma de fogo contra o seu atual companheiro, que se encontra em estado grave de saúde. Ela só não foi atingida porque, no momento do disparo, a arma falhou, logrando êxito em fugir. Em seguida, o acusado invadiu a casa de sua ex-sogra e atirou contra seu ex-cunhado, que veio a óbito. Segundo a Justiça. há, ainda, necessidade de apuração quanto à origem da arma utilizada por Lucas, inexistindo nos autos qualquer indício de que possuísse autorização legal para portá-la. Foi deferida pela Justiça as medidas protetivas pleiteadas para proibir o suposto autor do fato de manter contato com a vítima, seus familiares e testemunhas, por qualquer meio de comunicação, aproximar-se deles a distância inferior a 500 (quinhentos) metros, bem como proibir de freqüentar o local de residência da vítima a fim de preservar a sua integridade física e psicológica da ofendida.

Criminoso suspeito de atirar e matar policial civil e que foi morto hoje foi acusado de participar de outros dois roubos a telefones celulares, um no Leblon e outro em Rio Bonito, segundo o TJ-RJ

Lucas do Nascimento da Conceição, o Lukinha, envolvido na morte do policial civil Paulo Vitor Silva Heitor e que foi morto hoje pela polícia, foi acusado de participar de um roubo no dia 02/06/2019, em estabelecimento empresarial localizado no bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, segundo informações do TJ-RJ. Ele e comparsas ubtraíram a quantia de R$ 360,00 em espécie da loja de departamento, além de 11 (onze) aparelhos celulares expostos à venda no local, devidamente avaliados em R$ 21.239,00. Em sede policial, as testemunhas do ocorrido relataram a mecânica delitiva, tendo afirmado o emprego de arma de fogo na oportunidade. Além disso, noticiada a presença de elemento não identificado no lado externo da loja, dando cobertura aos comparsas, a fim de garantir o sucesso da empreitada criminosa Lukinha foi acusado de participar também em dia 25 de maio de 2019 de um roubo na Casas Bahia localizada na Rua Getúlio Vargas, Centro, Rio Bonito, RJ, Na ocasião, segundo processo no TJ-RJ, ele e comparsas armados privaram a liberdade de dois funcionários e de dois clientes e teriam subtraído para si, 103 telefones celulares e cinco tablets, como descrito às que eram destinados à venda, causando um prejuízo avaliado em R$154.088,68 Os denunciados teriam ingressado no estabelecimento como se fossem clientes, tendo cada um comprado um espremedor de frutas e pago a compra em caixas distintos com o intuito de serem posteriormente direcionados ao setor de estoque. Um deles teria rendido os estoquistas e teria ordenado que os levassem ao local em que os aparelhos celulares estavam estocados. Os criminosos teriam ordenado que enchessem duas sacolas com celulares e tablets, trancando, após, os funcionários, juntamente com dois clientes, no estoque do estabelecimento. Segundo narrado na denúncia, um terceiro elemento não identificado teria permanecido fora do estabelecimento dando cobertura aos denunciados, trocando informações através de fones de ouvido, tendo após, viabilizado a fuga em uma motocicleta. Lukinha, no entanto, foi absolvido da acusação. O funcionário do estabelecimento comercial que teve os pertences subtraídos, na qualidade de vítima, afirmou em seu depoimento em juízo que não reconhecia com certeza Lukinha.

Veja como atuava um dos suspeitos presos pela morte de policial civil no Maracanã. Ele estava com prisão temporária decretada por um outro roubo na Tijuca

Preso por envolvimento na morte do policial civil Paulo Vitor Silva Heitor, Kauan Ezedim Alves atuava como batedor para os criminosos, ou seja, era o responsável, por sem levantar suspeitas, permanecer no local para realizar a escolha das vítimas e informar os alvos aos comparsas, que ficavam escondidos em ruas próximas e chegavam armados para a realização do crime a partir do aviso, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ele teve a prisão temporária decretada por um roubo ocorrido no dia 4 de janeiro na Rua Almirante João Cândido Brasil, na Tijuca, perto de onde o agente foi morto. O assalto teve como vítimas A.G.S e D.G.C Diligências investigatórias foram realizadas desde então, sendo possível extrair, de imagens de câmeras, que “o batedor passa 24 segundos antes pelo mesmo ponto, e que ele traja camisa cinza e bermuda clara com detalhes e capacete preto com detalhe branco (mesmos Em outra imagem destacada, a autoridade policial afirma ser possível observar “as passagens seguidas, demonstrando que não são coincidência de trajeto, mas sim que o trio segue de forma coordenada, com Kauan seguindo à frente”. E conclui: “é possível ver com muita nitidez todas as características físicas de Kauan e da moto que nos dão a certeza de que ele tinha a função de batedor e a função de analisar e escolher as vítimas para a dupla da outra moto praticar o roubo”. Foram realizadas diversas diligências de campo e cruzamento de informações, dentre as quais a análise do local do crime, relatório de imagens de câmeras de segurança, e a oitiva de testemunhas. Outrossim, consta do procedimento que após a realização de levantamento dos registros de ocorrência envolvendo roubos e latrocínios na localidade e entornos, teria sido identificado o Registro de Ocorrência n. 901-00040/2026 elaborado no dia 11/01/2026, relativo a um latrocínio cometido com o mesmo modus operandi do que ora se investiga. Informa a autoridade que, em colaboração, a Delegacia de Homicídios da Capital teria enviado a qualificação do sujeito flagrado nas imagens, vindo a ser identificado e qualificado como Kauan, ora representado, um dos agentes em ambas as ocorrências.

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