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Notícias

Após a prisão do primeiro suspeito, polícia tenta pegar outros dois envolvidos na morte de PM reformado

A policia tenta prender Richard Ferreira Matos Barbosa e Caio Felipe Ferreira da Cruz, vulgo “Reizin”. Eles são suspeitos do homicídio contra o Policial Militar Reformado Marcos Antônio Cortiñas López, de 58 anos. O crime ocorreu em 17 de fevereiro de 2025, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, em plena luz do dia. A vítima teve sua rotina previamente monitorada e, na data dos fatos, ao sair de seu condomínio e se dirigir ao trabalho a bordo de seu veículo BMW X6 blindado, foi intencionalmente atingida na parte traseira por um Chevrolet Cobalt branco, com o claro objetivo de forçá-la a desembarcar do automóvel. Face à colisão,  a vítima desembarcou, quando então foi executada pelo condutor do outro veículo. Após o crime, os criminosos fugiram com o apoio de duas motocicletas que davam cobertura à ação. O Cobalt foi abandonado na cena do crime e, após perícia, verificou-se que se tratava de um veículo clonado. Ontem, um dos envolvidos, Jefferson Senra do Amaral, de 29 anos, conhecido como “Cabelinho”, foi localizado por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) em um dos acessos da Vila Kennedy. De acordo com a especializada, ele tentava fugir da região. No curso das investigações, a DHC identificou três criminosos envolvidos diretamente na execução, todos integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV), com atuação na Comunidade da Vila Kennedy, também na Zona Oeste do Rio, . Qualquer informação ligue para o Disque Denúncia 2253-1177 (sigilo absoluto) FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Homicídio no BRT do Tanque

 De acordo com o comando do 18º BPM (Jacarepaguá), nesta sexta-feira (28/03), policiais da unidade foram acionados para uma ocorrência de homicídio no Tanque. No local, os militares encontraram o corpo de um homem e isolaram a área para perícia. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).    Segundo relatos, o crime ocorreu na estacão do BRT. Homens encapuzados fizeram alguns disparos e saíram em disparada do local ocorrido. Um dos disparos atingiu um ônibus que passava pelo local no momento. A região.vive uma guerra entre o CV e a milícia. A polícia investiga a informação de que a vítima seria usuária de drogas, cometia furtos na área e teria sido morta por milicianos da comunidade do Renascer. FONTE: PMERJ e Grupo Midia Policial RJ (Whatsapp)

Leia detalhes de uma sessão de tortura dentro de uma unidade de menores infratores no Rio que culminou com a marcação feita por objetos da sigla de uma facção na pele da vítima

Um processo sigiloso do ano passado que tramita na Vara da Infância e Juventude revela uma sessão de tortura cometida dentro de uma unidade para menores infratores no Rio de Janeiro. A vítima afirmou que diante de uma movimentação incomum dentro da unidade, dirigiu-se até o outro alojamento, onde foi amarrada pels internos. Em seguida, foi submetida a atos de asfixia, que culmiaram com a perda momentânea de consciência. Ao recobrar os sentidos, foi alvo de novos ataques, incluindo a privação do ar mediante o lançamento de tecidos sobre seu rosto. Logo depois, houve derramamento de água e por último marcação em sua pele da sigla alusiva a uma facção criminosa efetuada por meio de objetos improvisados extraídos dos recipientes alimentares. Os agressores verbalizaram. “O bagulho agora é tudo fechar o comando”. Segundo a Justiça, os atos extrapolaram em muito a mera ofensa à integridade física da vítima assumindo contornos nítidos de tortura, destacando que as ações obstruíram as vias respiratórias da vítima a partir da cobetura intencional do seu rosto por tecidos seguida de derramamento de líquido. Como o processo é sigiloso, não foi revelado nos autos disponíveis o local onde ocorreu o fato, nem a data, nem quantos autores participaram da tortura. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

BOPE achou fuzil e homem ferido após guerra entre o CV e a milícia no Itanhangá

Um fuzil cal. 5.56 e um rádio transmissor foram apreendidos pelo BOPE durante patrulhamento na Rua Machado e Silva, Itanhangá, nesta madrugada. Após confronto entre facções, os agentes encontraram um indivíduo ferido com o fuzil. Ele foi socorrido ao Hospital Lourenço Jorge. A guerra na região é entre traficantes do Comando Vermelho e milicianos que disputam o controle das comunidades Muzema, Tijuquinha e Sítio Pai João. FONTE: PMERJ

Mais protesto orquestrado pelo tráfico(CV) fecha ruas no Engenho Novo. VIDEO

Mais uma vez os bandidos do Morro São João, no Engenho Novo, mandaram os moradores descerem para o asfalto e fechar a Rua Barão do.Bom Retiro e outras vias do bairro. Ónibus atravessados e latas de lixo com fogo bloquearam as ruas. . A PMERJ disse que equipes do GIT e da UPPSãoJoão reforçam o policiamento ostensivo na região da Rua Barão do Bom Retiro. O fogo colocado em lixeiras já foi controlado e o trânsito voltou a fluir normalmente. Cinco ônibus e lixo queimado são usados para fechar pistas no Engenho Novo Segundo a PM, “a motivação destas ações tem como origem a tentativa de desmobilizar uma ocupação da polícia militar no Morro São João” Os ônibus que foram feitos como barricadas fazem as linhas: MANIFESTAÇÃO NO ENGENHO NOVO Atenção, motoristas! Há uma manifestação ocupando uma faixa da pista da Rua Barão do Bom Retiro em ambos os sentidos, na altura da Rua Acaré. Trânsito lento ao longo da via. CET-Rio e Polícia Militar no local. Guarda Municipal acionada. FONTE:PMERJ, Grupos Caos no RJ, Diário das Comunidades e Intense (WhatsApp)

Miliciano preso ontem em Seropédica é acusado de matar homem só por causa do furto de uma garrafa e de obrigar testemunha do crime a mentir em depoimento

O miliciano vulgo Quebra, que foi preso ontem em Seropédica, é acusado de matar um homem só por causa do furto de uma garrafa de bebida. O crime foi cometido em 23 de agosto de 2020, no bairro Santa Sofia, em Seropédica/RJ. Quebra efetuou disparos de armas dse fogo contra Thiago Curityba Ramos, provocando sua morte. Segundo apurado, o crime foi praticado por motivo torpe, qual seja, uma antiga rixa existente, por conta do furto de uma garrafa de bebida. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, haja vista que o miliciano, se valeu da surpresa, atacando a vítima de maneira súbita enquanto ela caminhava. No local do fato, foi encontrado o documento de identidade e a carteira nacional de habilitação do criminoso que permaneceu no local acompanhando os trabalhos periciais. Inicialmente, Quebra informou que sua bermuda estava rasgada e que os documentos teriam caído. No entanto, posteriormente, foi possível verificar que a informação era inverídica. Tal elemento informativo, somado aos termos de declarações colhidos em investigações policiais, permitem a conclusão por indícios de autoria do crime. Uma testemunha disse que Quebra lhe procurou depois do dia do crime, e o coagiu a mentir em depoimento, dizendo que o colocou como testemunha junto ao inquérito para que ele confirmasse que teria encontrado o seu documento de identidade. Não somente, o declarante ainda externou que sente medo, pois João é conhecido como “Quebra” na região, o que significaria que ele é “matador”. Afirmou, ainda, que foi até a sede policial depor motivado a mentir, coagido pelo denunciado, e para confirmar a versão que o bandido combinou com ele, por medo do que ele poderia fazer, caso soubesse que ele teria contado a verdade. No entanto, preferiu falar a verdade, afirmando que não queria se envolver na situação. Nesse mesmo contexto, a testemunha relembrou uma ocasião em que Quebra se comportou de forma extremamente violenta com outro indivíduo do bairro, em um determinado dia que este estava empinando uma motocicleta na rua, onde crianças brincavam. Após o fato, ele sacou uma arma de fogo e realizou três disparos para o alto, na intenção de intimidá-lo. A ex-companheira de Thiago afirmou que, após o assassinato, Quebra passou de carro em frente a sua casa diversas vezes, causando medo a declarante, uma vez que moradores da região dizem que ele teria sido o mandante do assassinato”. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Motorista cadastrado na Uber teve prisão preventiva decretada suspeito de participar de homicídio de homem em Senador Camará que dificultava instalação de boca de fumo em frente ao seu estabelecimento

A Justiça decretou hoje a prisão preventiva de três homens, entre eles um motorista cadastrado na Uber, suspeitos da morte de um homem em Senador Camará em janeiro que estava se opondo a instalação de uma boca de fumo em frente ao seu estabelecimento. O crime ocorreu na noite de 05/01/2025, por volta das 23h, no interior do estabelecimento comercial da vítima, Marivaldo Rodrigues Monteiro Filho, conhecido como “Baiano”, localizado na Estrada Duarte Nunes, nº 06, bairro Senador Vasconcelos.  Segundo consta, um indivíduo trajando capacete e máscara invadiu o local e, ao avistar a vítima, efetuou disparos de arma de fogo contra ela, fugindo em seguida, na garupa de uma motocicleta.  A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Rocha Faria, mas não resistiu aos ferimentos.  O crime teria ocorrido como forma de retaliação, em razão da resistência da vítima em permitir que os criminosos implantassem um ponto de venda de drogas no local.  Ainda segundo as peças do inquérito, um motorista de aplicativo declarou que teve sua motocicleta roubada ao atender uma solicitação de corrida. O próprio denunciado, que é cadastrado na Uber, teria se identificado para o trabalhador confirmando integrar o crime organizado local.  Esse funcionário da Uber reconheceu sua participação no homicídio de “Baiano” e afirmou que um homem chamado Erick estava na garupa da motocicleta, utilizando um pano na cabeça e um capacete preto para ocultar sua identidade, sendo este o autor dos disparos contra a vítima.  Ele também esclareceu que ele e Erick contaram com a colaboração de uma outra pessoa, chamada Wladirmir, que previamente esteve no local e repassou informações estratégicas aos seus comparsas para garantir o êxito da empreitada criminosa.  O Uber realizou o reconhecimento fotográfico dos codenunciados Erick e Wladimir. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de J\neiro

Quando ainda era da milícia, ex-PM preso suspeito de treinar traficantes do CV participou de uma extorsão de R$ 50 mil e tomada de apartamentos

Quando ainda participava da milícia da Muzema, o então PM Ronny Pessanha de Oliveira, o Caveira, foi acusado de participar de uma extorsão De acordo com a testemunha, armados com fuzis e pistolas, os bandidos exigiram R$ 50 mil e ainda obrigaram a passar para o grupo o controle de quatro apartamentos.  O grupo era fortemente armado, praticamente pronto para qualquer guerra; que qualquer um que se oponha a eles, ou fizesse qualquer coisa que não seja da vontade deles, é simplesmente eliminado ou expulso do local onde reside.  A testemunha ainda disse que o grupo matou um senhor e escondeu o corpo. Caveira foi preso na última segunda,-feira suspeito de treinar traficantes do Comando Vermelho e de lavar o dinheiro dos criminosos. Viagens, roupas de grife, festas e um carro de luxo avaliado em R$ 3 milhões. Esse era o estilo de vida ostentado por Ronny , que fazia questão de exibir sua rotina nas redes sociais. FONTE: TJ-RJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Peixão disse que Deus deu o Complexo de Israel (TCP) na sua mão

A denúncia do Ministério Público Federal contra o tráfico de armas envolvendo o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, o descreve como sendo o o líder do tráfico, o “dono do morro”, exercendo a liderança maior dentro da estrutura criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. Peixão, segundo a denúncia, é responsável pela organização de ataques e execuções, e ainda controlando o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados, a realização de roubos de cargas, extorsões e lavagem de dinheiro, bem como pelas decisões do tráfico atinentes aos seus alvos, que são deliberadamente escolhidos para servirem de exemplo ao restante da comunidade, tudo com a intenção de demonstrar a dominância e poderio da organização, de modo a incutir medo na população. Peixão disse que trata o Complexo de Israel como se fosse um país que possui um exército bem aparado. Disse que Deus deu a comunidade na sua mão e por isso precisa ter tudo. Segundo o documento, a facção criminosa é responsável por grande parte dos conflitos armados ocorridos no Complexo do Israel, em especial por conta da rivalidade violenta com outra organização fluminense, o Comando Vermelho, liderado por indivíduo conhecido como “Doca” No mês de fevereiro de 2025, uma operação policial foi realizada no Complexo do Israel, no intuito de prender “Peixão”, cujo objetivo, segundo o Secretário Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, foi o de “salvar vidas” Nos cinco dias antecedentes à redação desta denúncia, membros da organização criminosa Terceiro Comando Puro entraram em conflito armado com o grupo rival, Comando Vermelho, resultando em tiroteios na Zona Norte do Rio de Janeiro. Uma conversa captada de Peixão, ele fala sobre a captura de um morador do Complexo do Israel, comunidade dominada pelo TCP, efetuada por indivíduo conhecido como “Gardenal” (cujo nome real é Carlos da Costa Neves), integrante da facção Comando Vermelho, e que teria alertado “Peixão”, por meio do morador interpelado, que em breve haveria um confronto entre membros dos grupos rivais. Nos diálogos, Everson Vieira, o Deus, que era encarregado de negocair armas para Peixão, respondeu “vamos explodir eles”, ao comentar sobre integrantes da organização rival Comando Vermelho: FONTE: Ministério Público Federal

Após confusão da manhã, situação voltou a ficar tensa no Engenho Novo agora de noite

Depois da confusão pela manhã quando traficantes do Morro do São João, no Engenho Novo mandaram moradores atravessarem vários ônibus nas ruas para protestar contra a PM, há relatos nas redes sociais de mais coletivos bloqueando vias do bairro no.periodo da noite. “Teve correria na Marechal rondon agora pouco. Motos voltando na contramão”, disse um morador. Movimentação estranha na Marechal Rondom nesse instante, falou outro Para aumentar a tensão, foram registrados relatos de tiros nas imediações da Rua Barão do Bom Retiro, no Engenho Novo, colocando em risco a segurança da área. Cuidado na região. CLIMA TENSO AINDA NO MORRO SÃO JOÃO (CV) Traficantes atacaram as equipes da UPP a pouco. Sem feridos 🙌 Policiamento segue reforçado na região FONTE: Página Eng.Novo, Lins e Méier (Facebook) e Grupos Intense e Caos no RJ (WhatsApp)

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