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MILICIA

Ex-bombeiro miliciano que estava envolvido em recente guerra em Jacarepaguá foi executado em Cabo Frio

O miliciano conhecido como Rodrigo Barraca que comandava o bairro do Camorim, em Jacarepaguá, foi assassinado neste fim de semana, em Cabo Frio. Segundo informações que circulam nas redes sociais, Barraca estava envolvido na recente guerra entre paramilitares em Jacarepaguá contra o grupo de Léo Problema e Play do Jordão. A disputa entre as quadrilhas teria sido o motivo do crime, de acordo com a página Milicia RJ News Durante a semana, já havia sido noticiada a morte de um homem no Camorim. Rodrigo Ferreira de Souza Vaz era ex-integrante do Corpo de Bombeiros tendo sido expulso da corporação. Ele foi morto a tiros na manhã de hoje no bairro Gamboa. O crime aconteceu na Rua Jorge Veiga, no momento em que a vítima saía de casa De acordo com as primeiras informações apuradas pelo Portal RLagos Notícias, Rodrigo foi atingido por vários disparos e morreu dentro do próprio carro. Equipes do Corpo de Bombeiros chegaram a ser acionadas, mas, ao chegarem ao local, constataram que a vítima já estava sem vida. As apurações iniciais indicam que dois criminosos em uma motocicleta rondavam a residência da vítima, enquanto um carro dava apoio à ação criminosa. No momento em que Rodrigo deixou o imóvel, os suspeitos efetuaram os disparos e fugiram em seguida. Rodrigo usava tornozeleira eletrônica. Em 2024, o jornal O Globo publicou matéria sobre vídeos feitos por traficantes do Comando Vermelho com ameaças a Barraca. ““Estamos na pista aqui no Camorim. Para morrer Barraca. Entra aqui para você ver, vai entrar na bala”, diz o homem que faz as filmagens.

Guerra e homicídios continuam acontecendo na Taquara. Entenda

No fim da tarde de ontem, um homem foi executado a tiros na Rua dos Biólogos, na região da Boiuna, na Taquara. Segundo relatos, ele era miliciano.Ainda não há informações sobre a sua identidade, os autores do crime e o motivo do assassinato. Segundo levantamento prévio, a vítima estava realizando cobranças ao comércio local quando foi surpreendido pelos assassinos. O homem tentou fugir dos agressores, mas acabou atingido e pereceu entre um veículo e o muro de uma residência. A Taquara vive há tempos uma disputa entre milicianos e entre paramilitares com o Comando Vermelho. A área hoje é dominada pela dupla Léo Problema e Play do Jordão que pegaram todas as áreas dos irmãos Damião e Nem da Malvina. Léo e Play teriam se aliado as milícias do Catiri e de Santa Cruz e recentemente houve confrontos contra os paramilitares de Rio das Pedras e Curicica. Ao mesmo tempo, o Comando Vermelho das comunidades da Santa Maria e Taquara tentam dominar áreas da milícia na Taquara, como a localidade da 700 na Rua Ipadu. “Todo dia morrendo um e continuam botando essa molecada para cobrar e continuam morrendo e assim vai…burrice é quem entra nessa furada…maioria tudo garoto novo que não tem nem maldade da vida.”, disse um morador.

Ex-candidato a vereador foi morto em Tanguá. Polícia apura atuação da milícia

Carlos Henrique, conhecido carinhosamente por todos como Cascudo do Gás, foi assassinado naa noite do último sábado, 27/12, em Tangua. Ex–candidato a vereador em Tanguá no ano de 2016, foi executado com cerca de 15 disparos de arma de fogo, em frente ao seu próprio comércio de água, carvão e gás. Um crime brutal, cometido com frieza, que choca, revolta e assusta toda a cidad A policia apura se milicianos estariam envolvidos. Segundo relatos em redes sociais, a vítima estaria em atraso com cobranças atribuídas à milícia. O modus operandi do crime, pela forma, quantidade de disparos e local, é semelhante ao padrão observado em ações desse tipo em outras regiões do Estado do Rio de Janeiro. Existem procedimentos e processos em andamento no Ministério Público que indicam a gravidade do que está acontecendo. A cidade parece dividida entre dois polos de poder: o governo formal e a milícia, enquanto a população fica no meio, desprotegida. L L L L L 1Homem simples, trabalhador incansável e de coração generoso, ele construiu sua trajetória com esforço, honestidade e dignidade. Seu comércio ia muito além da atividade profissional: era um espaço de acolhimento, de conversa franca e de relações construídas ao longo dos anos, onde cada pessoa era tratada com respeito e atenção. Cascudo conquistou a confiança da população não apenas pelo serviço que prestava, mas pela maneira humana com que sempre lidou com todos. Era conhecido pelo sorriso fácil, pela palavra amiga e pela disposição em ajudar, mesmo nos momentos difíceis. Para muitos, ele não era apenas um comerciante, mas um amigo, um conselheiro e uma presença constante que fazia diferença na rotina da cidade. Sua partida repentina deixa um vazio imenso e uma dor coletiva difícil de ser mensurada. Tanguá perde um trabalhador honesto, uma referência de simplicidade e um exemplo de caráter. Ficam as lembranças, as histórias compartilhadas e o legado de uma vida pautada pelo respeito ao próximo e pelo amor ao trabalho. Neste momento de profundo luto e comoção, nos unimos em solidariedade aos familiares, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com Carlos Henrique. Que Deus conceda conforto aos corações, força para enfrentar esta perda tão dolorosa e serenidade para atravessar este período de imensa tristeza.

Polícia está panfletando por Seropédica atrás de informações sobre a milícia. E deu certo: foi recebida denùncia anônima que resultou na prisão de dois criminosos da quadrilha de Varão extorquindo comércios

Para combater as milícias em Seropédica, a Polícia Civil adotou a estratégia de coleta de informações voltada ao mapeamento da atuação das quadrilhas no município.Para tanto, foram disponibilizados panfletos contendo o número da Delegacia, a fim de possibilitar que a população e os comerciantes locais, de forma anônima e segura, repassassem informações relevantes sobre eventuais práticas delitivas na região. Dentro desta estratégia, os agentes receberam agora em dezembro uma informação anônima de que três indivíduos, supostamente pertencentes à milícia, estariam realizando cobranças ilícitas no comércio do bairro Jardim Maracanã, utilizando o veículo VW FOX, de cor preta, placa KZI-1763. Com o intuito de verificar a veracidade das informações recebidas, os policiais realizaram diligências e localizaram o veículo estacionado em frente a um estabelecimento comercial na região indicada. Em determinado momento, um indivíduo saiu do estabelecimento e, ao perceber a presença da viatura policial, entrou no veículo e saiu do local.Diante disso, os Policiais iniciaram perseguição e emanaram ordem de parada, que não foi obedecida. Contudo, ainda assim, os agentes conseguiram alcançar o automóvel e proceder à abordagem dos ocupantes do veículo. Note-se, portanto, que a denúncia anônima recebida pela Delegacia não foi utilizada como fundamento direto para qualquer medida restritiva, mas apenas como ponto de partida para a realização de diligências preliminares. Ressalte-se que a comunicação anônima continha elementos concretos, como descrição do veículo e placa (VW FOX, preto, KZI-1763), local de atuação e forma de abordagem, os quais permitiram, desde logo, a verificação objetiva da plausibilidade do relato. A partir dessas informações, a equipe policial procedeu ao patrulhamento na região indicada e conseguiu identificar o exato automóvel mencionado, confirmando a correspondência entre os dados fornecidos e a realidade constatada “in loco”. Os indícios de autoria se robustecem com a reação dos acusados, que, ao notarem a presença policial, empreenderam fuga, sendo necessário um breve acompanhamento tático para a abordagem. Findo o acompanhamento, os depoimentos dos Policiais são coesos e uníssonos no sentido de que, com os presos, foram apreendidos: a) quantia de R$ 1.105,00 (mil cento e cinco reais) em notas trocadas, o que é compatível com a arrecadação fracionada de valores provenientes de extorsões a múltiplos estabelecimentos comerciais; b) cartões de visita de fornecedores de bens de consumo (cabos, fios e carvão), o que corrobora as informações de que a milícia local monopoliza o comércio de determinados produtos. Diante desse contexto, verifica-se que a denúncia anônima se limitou a cumprir sua finalidade legítima: desencadear diligência preliminar de verificação.Com a confirmação posterior dos fatos, por meio de constatação direta pelos agentes e pela apreensão dos bens supracitados não se verificam, portanto, qualquer irregularidade na forma como a investigação teve início, tampouco violação a direitos fundamentais dos acusados. Um dos suspeitos decidiu prestar esclarecimentos por livre e espontânea vontade. Em seu relato, informou estar envolvido na cobrança de valores vinculados à milícia atuante na região, supostamente comandada por “Juninho Varão”, há 1 (um) ano, recebendo a quantia de R$ 500,00 (quinhentos reais) por semana para realizar tais atividades no comércio local. Acrescentou que os valores arrecadados eram entregues ao outro preso o qual, no momento da tentativa de fuga após a chegada dos Policiais ao local das cobranças, poderia estar portando arma de fogo e, posteriormente, poderia ter se desfeito da arma, ao arremessá-la para fora do veículo. Consta dos autos e do depoimento do miliciano que quis falar que, no dia da prisão, foi arrecadado aproximadamente R$ 1.000,00 (mil reais), o que se comprova pela apreensão de R$ 1.105,00 (mil cento e cinco reais) em espécie

Em Vargem Grande, morador tem que pagar R$ 50 de água e R$ 50 de luz para a milícia. No Caju, tráfico (TCP) cobra R$ 150 do gás. Em Rio das Pedras, há restrição de circulação por causa de briga entre paramilitares. A população de comunidades do Rio continua sendo explorada pelo crime organizado

Denúncias que foram publicadas em rede social revelam mais exemplos de exploração por parte de milicianos e traficantes a comerciantes e moradores de comunidades do Rio de Janeiro. Um morador da comunidade da Taboinha em Vargem Grande, na Zona Sudoeste carioca, afirmou que os residentes têm que pagar para a milícia R$ 50 de luz, R$ 50 de água e R$ 20 para a associação de moradores. Quem não pagar, os criminosos cortam a luz e é preciso dar R$ 500 para religar, segundo a denúnncia, isso se não baterem neles, contou a testemunha. O morador afirmou que os traficantes do Terceiro Comando Puro também agem na comunidade em conluio com os paramilitares. “Somos obrigados a aceitar bandidos do TCP vendendo drogas no nosso portão”, lamenta. Outro exemplo de exploração ocorre no Complexo do Caju, na Zona Portuária, onde o preço do gás subiu para R$ 150. A ordem partiu de um traficante vulgo 98 a mando do chefão da área, vlgo Bob. Os criminosos expulsaram e tomaram uma distribuidora que fornecia carvão e água mneral em galão para os comerciantes. Desde então, a comunidade está sem os produtos para a compra, prejudicando a todos. Voltando para a Zona Sudoeste, uma suposta briga entre milicianos estaria impedindo o ir e vir dentro da própria comunidade de Rio das Pedras. A rivalidade ocorre entre os cirminosos das localidades de Areal e Areinha. Há relatos de que o morador de uma área não pode atravessar para a outra.

Traficante do CV do Campinho foi flagrado em vídeo fazendo disparos de fuzil em direção a morro do TCP em Madureira (ASSISTA). Boatos de possível guerra agitam a região

Um video que circula nas redes sociais mostra traficantes do Morro do Campinho ((CV) efetuando disparos de fuzil em direçâo montão da comunidade do São José (TCP) em Madureira coreendo o risco de acertar varias casas. Corre o boato que o Complexo da Serrinha estaria recebendo bandidos de fora principalmente milicianos de Rio das Pedras que poderiam estar planejando um ataque para retomar o Fuba e o Campinho. O chefdo da Serrinha vulgo Lacoste teria incorporado as suas áreas o Morro da Prinavera, em Cavalcanti depois de desavenças com os traficantes de lá.

Jovem foi sequestrado pela milícia da Carobinha no dia 4 e continua desaparecido. Família está com medo de ir na polícia

Segundo publicação do jornalista Bruno Assunçâo, o jAlessandro Sebastião Medeiros Costa, de 20 anos, teria sido sequestrado por dois milicianos identificados como “Fresquito” e “TH”, após a vítima ter se envolvido em uma desavença com uma mulher que seria sua ex-namorada, no interior da comunidade da Carobinha, em Campo Grande. Moradores da região, ouvidos pelo repórter relataram que a família do jovem está angustiada e sem saber como agir, tomada pelo medo, e sequer teve coragem de registrar a ocorrência policial. Alessandro foi sequestrado no dia 4 deste mês, por volta das 20h, em uma localidade conhecida como Quadra 100.

Polícia interceptou em Campo Grande bandidos do CV que haviam atacado área da milícia. Três foram presos e um estava morto dentro do carro

A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 40º BPM (Campo Grande), policiais militares tiveram a atenção voltada para ocupantes de um veículo que trafegava em alta velocidade, nas ruas de Campo Grande, nesta terça-feira (23/12). Os agentes realizaram o cerco e o alcançaram na Estrada das Capoeiras. No interior do veículo, foi localizado o corpo de um homem. Três suspeitos foram detidos e encaminhados para a delegacia da região. Com eles foram apreendidas duas pistolas. A DH da capital foi acionada para o local. Ocorrência em andamento. De acordo com publicação na rede social, os presos seriam ligados ao Bonde do RD do Comando Vermelho e minutos antes teriam participado de um ataque na localildade conhecida como Casinhas do Tingui. Houve confronto com milicianos e um dos traficantes teria sido morto. Sua foto foi estampada no Twitter.

Denúncia apontou que PMs teriam supostamente transportado integrantes do bando de Juninho Varão no blindado mas câmeras corporais estavam desligadas no dia dos fatos, o que impediu confirmação

Sete policiais mlitares foram apontados como suspeitos de envolvimento com a quadrilha do miliciano Juninho Varão. Segundo um Disque Denúncia, em 22 de novembro de 2024, eles teriam embarcado integrantes do bando de Varão em um veículo blindado com objetivo de confrontar traficantes na região do Marapicu, em Nova Iguaçu. Entretanto, a denúncia não pode ser confirmada pela ausência de imagens das câmeras corporais no dia dos fatos. Naquele dia, teria ocorrido um intenso confronto armado, que teria como objetivo a retomada da referi-da área em favor do grupo miliciano liderado por ―Juninho Varão‖. A empresa responsável pela análise das câmeras corporais verificou a ausên-cia de registros de alguns componentes da guarnição, bem como, desligamento inesperado com porcentagens e voltagens de bateria. Isso comprometeu o registro integral da ocorrência e dificuldade para elucidação dos fa-tos narrados pelos denunciantes. Ouvidos acerca dos fatos, os sindicados informaram que, por determinação da Sala de Ope-rações, deslocaram-se até a Estrada de Madureira, no bairro Jardim Paraíso, Nova Iguaçu, com o fito de verificarem informações sobre um confronto armado entre traficantes e milicianos. Alegaram que, ao chegarem ao local, o confronto já havia cessado; todavia, deixaram de apresentar qualquer registro a respeito dos acontecimentos (BOPM ou Resumo de Ocorrência). No tocante às Câmeras Operacionais Portáteis, afirmaram que poderia ter ocorrido de o quarteleiro do 20o BPM tê-las retirado da doca em momento inoportuno, o que teria ocasionado autonomia inferi-or à costumeira. Diante dos elementos colhidos, conclui-se que não foi possível confirmar as alegações for-muladas pelo denunciante, sobretudo quanto ao suposto envolvimento dos policiais militares com o grupo miliciano liderado por ―Juninho Varão‖, em razão da ausência de imagens ou de qualquer outro elemento que corroborasse tal narrativa. Todavia, a análise do material disponível evidenciou condutas irregulares por parte dos poli-ciais mencionados, especialmente relacionadas ao descumprimento dos protocolos de uso das Câmeras Ope-racionais Portáteis (COPs).

Milícias da Zona Oeste do Rio teriam rompido suposto pacto de não agressão e voltaram a se atacar

As milícias do PL e do Naval e de Waguinho e Juninho Varão teriam supostamente firmado um pacto de não agressão. O suposto acordo, no entanto, teria sido quebrado pelo grupo do PL que fez um ataque aos rivais na localidade do 61 e teriam executado dois membros da quadrilha inimiga. A milícia do PL e do Naval vem sendo alvo de ataques de traficantes do Comando Vermelho em diversas locallidades como Carobinha, Chaperó (Itaguaí), Paciência e Campo Grande e do TCP na Ilha de Guaratiba que teve dois mortos durante a semana.

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