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MILICIA

GUERRA NO RIO: Veja as áreas onde estão ocorrendo conflitos recentes entre facções rivais na capital e Baixada

Confira agora as áreas mais problemáticas atualmente para as forças de segurança no Rio de Janeiro em razão de disputas recentes  entre facções criminosas. Nosso levantamento não se baseou em estudos da polícia e sim onde as guerras estão realmente acontecendo e muitas das vezes ignoradas pela grande imprensa. Uma delas é a região do Campinho e do Fubá, na Zona Norte da cidade. O local é palco há meses de guerra entre traficantes do Comando Vermelho e do.Terceiro Comando Puro. Recentemente, o CV teria tomado o.Fubá. Perto dali, o Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, também tem sido alvo recente de disputas entre o TCP da Serrinha e o CV da Penha. Na Zona Oeste, a área mais problemática é o Catiri, em Bangu, em disputa entre o CV e milicianos. Os bairros de Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba também tem assistido disputas entre os paramilitares ligados Zinho e o CV comandado pelo traficante RD . Voltando a Zona Norte, outro ponto de ebulição é o.Morro dos Macacos, em Vila Isabel, recentemente tomado pelo CV. Mas o TCP já se articula para retomar. Por conta disso, o CV teria reforçado a comunidade com cerca de 100 fuzis. Perto dali, tem havido problemas na região da Tijuca com sucessivos ataques de traficantes do Andarai (CV) ao Morro do Cruz (TCP). Há outros barris de pólvora na cidade com possibilidades de guerras há qualquer momento como o Chapadâo (CV) contra a Pedreira (TCP), Vila Aliança (TCP) contra Vila Kennedy (CV) e na área de Jacarepaguá principalmente em Rio das Pedras, dominado por milicianos e alvo de interesse do CV.  Há ainda conflitos esporádicos entre traficantes do morros do Dendê (TCP) e Barbante (CV) na Ilha do Governador, e na Região Central da cidade entre bandidos dos morros do Fallet e Fogueteiro (CV) contra os do Complexo de São Carlos (TCP). Em Vargem Grande e no Recreio, também tem registrado conflitos entre o CV e o TCP. E em Brás de Pina é outro local problemático com possibilidades de disputa entre o CV e o TCP. A guerra também se estende para Baixada Fluminense. Cidades como Nova Iguaçu, Duque de Caxias, São João de Meriti, Mesquita e Itaguai enfrentaram problemas recentes de disputas entre facções criminosas e entre traficantes e milicianos. Em Niterói também houve recentes baques do TCP em áreas do CV.

PM leva a conselho de disciplina que poderá expulsar subtenente que foi preso junto com milicianos no Catiri

A PM decidiu submeter a conselho disciplinar que pode levar a exclusão de seus quadros de um policial militar que foi preso por agentes da DRACO no último dia 7 de julho na companhia de milicianos no Catiri, em Bangu. Segundo a PM, militar estadual em questão adotou conduta incompatível com aquela esperada de um membro da Corporação, em razão das máculas aos dispositivos administrativos citados, evidenciando perfil inadequado para o exercício das atribuições, deveres e responsabilidades inerentes à função policial militar,ao ser preso em flagrante delito, no dia 07 de julho de 2025, por volta das 15h00min, por policiais civis daDRACO-IE, conforme consta no Registro n.o 405-00149/2025. No dia dos fatos, policiais da DRACO-IE receberam informações de inteligência dando conta da realização de uma reunião com a presença de diversos indivíduos armados, todos integrantes de uma organização criminosa que atua na localidade conhecida como Catiri, situada no bairro de Bangu/RJ. Ao chegarem ao local, mais precisamente na Travessa Vila Nazareno, s/no, as equipes obti- veram êxito em abordar sete indivíduos, dentre os quais se encontrava o subtenente da PM , que portava uma pistola Glock, calibre .40, número de série BXXA700. Nessa esteira, ao se proceder à consulta dos dados constantes da ficha pessoal do acusado,verificou-se que a referida arma de fogo não consta em seus registros funcionais, evidenciando, de formainequívoca, que o militar violou o Enunciado Administrativo no 13, publicado noBoletim da PM no 101, de 08 de junho de 2020, o qual trata do envolvimento de policiais militares em porte ilegal de arma de fogo como transgressão disciplinar de natureza grave independentemente da apuração de responsabilidade criminal. Cumpre destacar que os fatos em apreço foram amplamente divulgados pelos meios de co- municação, repercutindo negativamente na imagem institucional da PMERJ, “Não se mostra razoável — tampouco aceitável — que um policial militar seja flagrado na companhia de indivíduos notoriamente identificados como milicianos, conforme davam conta informações de inteligência da PCERJ, os quais tinham como atuação a Zona Oeste deste Estado, Tal conduta configura grave afronta aos princípios éticos, morais e legais que norteiam a atividade policial e é absolutamente inadmissível no seio da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, instituição que repudia veementemente qualquer tipo de relação entre seus integrantes e organizações criminosas, reafirmando o compromisso com a legalidade, a disciplina e a confiança da sociedade.”, diz trecho do boletim da PMERJ FONTE: Boletim interno da PMERJ

Preso chefão da milícia de Belford Roxo

A DRACO prendeu o miliciano Jefferson Damázio Luchetti, o Kim Aleijado, que comanda um grupo paramilitar que controla várias áreas em Belford Roxo, como.o Babi. Kim foi preso em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos. As investigações, que contaram com apoio da 54ª DP (Belford Roxo), apontaram que o miliciano estava se sentindo acuado e, por isso, fugiu da Baixada para se esconder na Região dos Lagos. Desde então, ele atuava em uma espécie de “home office do crime”, liderando o grupo remotamente. Mesmo à distância, ele ordenava as atividades do grupo, que praticava extorsões a moradores e comerciantes de forma violenta. A milícia do Babi pratica váriosoutros crimes como agiotagem, comércio ilegal de armas incluindo kits rajada , transporte irregular alternativo de vans, e outros delitos.  Kim chegou a ficar preso durante quase três.anos e durante um tempo foi braço-direito do.miliciano Japonês. A milícia também atua na  corrupção de policiais militares e na influência no cenário político local.  Os criminosos  intimidavam de moradores que eram obrigados a votar candidato a vereador indicado pelos denunciados. L L

Guerra entre milicianos deixou dois mortos em Nova Iguaçu

Uma disputa entre milicianos deixou dois mortos na tarde de hoje no Km 32, em Nova Iguaçu A área dominada pelo bando de Juninho Varão foi atacada pelo grupo de Zinho que saiu de Manguariba, em Paciência Cada quadrilha acabou perdendo um soldado nesta guerra. Um deles vulgo Pablin de Manguariba chegou a ser socorrido mas não resistiu FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Milícia de Queimados e Nova Iguaçu usava veículos de luxo para fazer cobranças e rondas

— Agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) realizaram, nesta segunda-feira (14/07), uma operação contra a milícia que atua em bairros de Nova Iguaçu e Queimados, na Baixada Fluminense. Durante as diligências, os policiais localizaram a base da organização criminosa, composta por três imóveis, na região de Cabuçu, em Nova Iguaçu. No local, foram apreendidos cinco veículos de luxo roubados, que eram usados pelo grupo para realizar cobranças e rondas. Também foram encontrados coletes balísticos, diversos materiais bélicos e documentos de contabilidade, que reforçam as suspeitas sobre a atuação do grupo na prática de extorsões contra moradores e comerciantes da região. As investigações prosseguem para localizar e prender os envolvidos, além de desarticular a estrutura financeira da organização. FONTE: PCERJ

Narcomilícia tomou o controle de condomínio novinho em Nova Iguaçu e construtora não comunicou antes a futuros moradores

Após longos anos de sacrifício, planejamento financeiro minucioso e incontáveis pesquisas, os autores – um jovem casal com um bebê de apenas 1 ano de idade – tomaram a corajosa decisão de perseguir o maior dos sonhos da família brasileira: a conquista da casa própria. Em 11 de agosto de 2024, firmaram o contrato de promessa de compra e venda referente à unidade Apartamento BL03-0501, no empreendimento Conquista do Parque, em Noav Iguaçu, que representava mais que um imóvel, tratava-se do alicerce do lar que pretendiam construir com dignidade, segurança e amor para criarem seu filho. Na primeira vistoria que visava a entrega das chaves, realizada no dia 20/02/2025, foram constatadas diversas irregularidades e avarias, dentre elas a torneira quebrada, vidros estilhaçados e outros defeitos gerais, informados no ato. Outra sorte não teve na segunda vistoria, em 16/04, o autor pegou as chaves. Inobstante os defeitos constatados nas vistorias, o que mais importava erao bem-estar que o condomínio proporcionaria e, por esta razão, antes da assinatura do contrato, questionaram ao corretor sobre a segurança da região, já que não conhecia bem o local, sendo assegurado pelo profissional que, por se tratar de uma via principal, não havia registros de problemas relacionados à criminalidade. Todavia, o que deveria ser o marco de uma nova etapa de felicidade familiar transformou- se em um verdadeiro pesadelo emocional, pois, no dia 16/04/2025, os demandantes tiveram conhecimento de que a empresa administradora foi expulsa do condomínio por indivíduos relacionados ao tráfico de drogas da região , situação totalmente desconhecida pelos autores quando da assinatura do contrato. Importante enfatizar que, não só o autor foi surpreendido ao descobrir que o imóvel adquirido com grande esforço e expectativa de segurança e tranquilidade estava localizado em uma área marcada por elevados índices de violência e forte presença do tráfico de drogas, como grande parte dos condôminos.Foi possível descobrir que construtora não apenas sabia da obrigatoriedade local de pagamento aos narcomilicianos, bem como manteve “comissões” semanais aos “donos da rua” durante a construção do empreendimento. Destino diferente não poderiam ter os condôminos antes mesmo de todos eles ingressarem em seus apartamentos,e pegarem as chaves, já haviam ordens no grupo sobtre manter o custeio de comissões aos narcomilicianos do entorno que, tomaram para si o condomínio, informaram ao síndico que não terá possibilidade de contratar uma administradora, dando ordens como: O grupo narcomiliciano coordena a administração do condomínio, emite os boletos, recebe os valores e arca com os gastos que entender pertinentes; O síndico ter que convocar às assembleias uma pessoa que faz parte do grupo que domina o local, para acompanhamento; O portão manter-se aberto 24 horas por dia; Os serviços de gás, água e internet só podem ser adquiridos com os narcomilicianos. Os narcomilicianos armados invadiram o condomínio para combater grupos de facções rivais, momento em que proibem a utilização da piscina. A área é conhecida como a “faixa de gaza” na região, pois os tiroteios são historicamente constantes A construtora vendeu o o empreendimento como um local seguro, que realizaria o sonho da casa própria pois as pessoas estão correndo risco de morte iminente. Leia o que falou o síndico “Então, durante a construção do nosso condomínio, a gente tivemos algumas AQUIvisitas indesejáveis de pessoas famosas donas da área. É isso. E tiveram alguns peitamentos com a direcional. E hoje, pela tarde, eu presenciei um rapaz lá no condomínio. E esse rapaz era a pessoa. E a pessoa declarou que todo mundo tinha que vazar dali. É o enredo resumido. Eles não querem que ninguém da direcional assume e administre ali nosso condomínio. Eles querem propor as pessoas deles ali na administração, equipes de segurança, equipes de limpeza, etc. Têm uma empresa e eles querem que a empresa deles permaneçam no condomínio. Menezes conversou com ele, inclusive ele se apresentou no dia da vistoria nas áreas comuns para o Menezes e entrou em contato com o Menezes pessoalmente no privado, chegou até ligar para o Menezes hoje querendo conversar com ele pessoalmente e o Menezes estava ocupado e não poderia e eles marcaram uma reunião para semana que vem. Resumidamente a ideal não vai ser nossa administradora mas eles não vão ficar, eles falaram que não estão aguentando mais, é ser retalhados e os meninos da segurança lá tiveram que providou instalando fibra ótica do nosso condomínio e não a claro. Não sei se vocês repararam, mas eu fui mandando mensagem durante a tarde, então algumas mudanças vão surgir. Menezes conversou com eles, eles não querem o nosso mal, só querem ganhar o dinheiro deles. É o resumo da ópera.” O que disse o assistente do síndico “O Menezes vai entrar em contato com eles, vai fazer uma reunião presencial para permanecer os valores da ideal. Não quer nenhum real a mais. Ele quer o valor da ideal ou um valor menor do que a ideal. Ele quer algo que não prejudique a gente.” As mensagens acima revelam fortes indícios da atuação da narcomilícia no condomínio, incluindo: 1) Tomada do condomínio pela facção local; 2) Toque de recolher imposto por traficantes e recomendação para não sair de casa após determinado horário; 3) Pedido de socorro de moradores; 4) Alerta de tiroteios e confrontos frequentes; 5) Imposição de serviços (ex: internet); 6) Ameaças diretas aos moradores; 7) Extorsão (“paga ou sai”); 8) Abandono pela administradora inicial (Direcional). 9) Medo de sair de casa; 10) Sensação de estarem vivendo sob domínio criminoso; 11) Frustração e desespero; 12) Tentativas de revenda imediata do imóvel por não conseguir habitar; 13) Notícias de portais locais: Links e imagens de matérias jornalísticas sobre a violência no bairro, com menção direta ao conjunto habitacional ou às imediações, confirmando o contexto alarmante. 14) Avisos extraoficiais de segurança: Captura de mensagens com orientações entre vizinhos sobre rotas seguras e dias em que o tráfico “libera” a circulação, evidenciando a perda total de liberdade e tranquilidade. Posteriormente, os compradores souberam que, à época, havia uma recomendação de um conselheiro para manter os portões e a portaria

Miliciano de Guaratiba descobriu plano para matá-lo e pulou para o CV levando uma boa grana

Um miliciano conhecido como “PTK”, integrante do Gat do Jefinho em Guaratiba, pulou da milícia do Zinho para o Comando Vermelho (CV) Após descobrir que o milicianos Cebola e Junior do Carvão planejavam matá-lo , ele roubou 15 mil do grupo Plparamilitar e fugiu para alguma comunidade do CV. FONTE: Guaratiba News (Twitter)

Suposto miliciano é suspeito de matar homem que teria chamado sua mulher de gostosa em Nova Iguaçu. Foi preso

Um suposto miliciano foi preso hoje suspeito de matar um homem em maio em um bar em Nova Iguaçu que teria chamado a mulher dele de gostosa. Jair Pancotte Júnior foi executado por disparos de arma de fogo no dia 26/05/2025, no interior de sua residência, localizada na Rua Alexandrina n° 230, Carmari, A morte decorreu de lesões do encéfalo, traquéia, laringe, vasos cervicais, esôfago e pulmão direito. Jair trabalhava como entregador Testemunhas disseram que o suspeito do crime é envolvido com atividades ilícitas e anda com uma “espécie” de seguranças. O acusado chegou a dar um soco no rosto do amigo de Jair e disse que não era homem de resolver coisa na mão. Uma outra testemunha disse ter ouvido do suspeito que mataria Jair e seu amigo. FONTE: TJ-RJ

TCP e milícia atacaram o CV na Praça Seca e se deram muito mal : perderam homens e fuzis

Traficantes do TCP, com apoio da milícia, realizaram um ataque na favela do Bateau Mouche, na Praça Seca. Segundo relatos, os rivais do Comando Vermelho já esperavam pelo ataque, reagiram, resultando na morte de quatro integrantes do TCP/milícia. Um outro criminoso conseguiu fugir, mesmo ferido. Na tentativa frustrada de “baque”, o grupo perdeu quatro fuzis. Um dos mortos é o bandido conhecido como “Negão”, Ex-membro da milicia do.Batô, estava baseado na Cabeça de Porco, na Taquara. O outrro seria o Pezão da Chacrinha, que também era miliciano do Batô. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Bau do Rio OFC e Submundo Criminal (Telegram)

CV montou uma narcomilícia na Chatuba de Mesquita

Agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) fazem hoje uma operação para combater a expansão territorial do Comando Vermelho em Mesquita, na Baixada Fluminense. As apurações demonstraram que uma das  lideranças do Comando Vermelho na Baixada Fluminense montou uma verdadeira estrutura criminosa na região da Chatuba, com distribuição de tarefas e exploração da população local, além da venda ilegal de drogas. As investigações tiveram início após mapeamento do narcotráfico e extorsões que ocorriam na região, com instalação de barricadas em vias públicas, exploração de serviços essenciais, comércio de drogas e presença armada de narcomilicianos. O objetivo da ação, que conta com o apoio de outras delegacias especializadas, é cumprir mandados de busca e apreensão, a fim de reunir informações que auxiliem em investigação em curso. Até o momento, um homem foi preso em flagrante e um adolescente infrator foi apreendido. Também houve apreensão de drogas .As diligências são resultado de um minucioso trabalho investigativo desenvolvido pela DRE ao longo de sete meses, no bojo de um inquérito que apura a atuação de integrantes do CV na localidade da Chatuba de Mesquita. As medidas cautelares foram deferidas pela Justiça após robusta demonstração da estrutura e atuação da facção criminosa na região. FONTE: PCERJ

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