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investigação

Ex-candidato a vice-prefeito de Niterói é suspeito de furto cinematográfico na cidade

O empresário Alexandre Ceotto André que foi candidato a vice.prefeito em Niterói é suspeito de ser o mentor intelectual de um furto cinematográfico na cidade. Agentes cumpriram hoje mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao autor, em Icaraí e Itaipu. O crime ocorreu em fevereiro de 2025. Na ocasião, um homem, ordenado pelo empresário, invadiu um dos apartamentos de um apart-hotel de alto padrão localizado no bairro de Gragoatá, em Niterói, e furtou cerca de dez relógios de luxo. Para não ser reconhecido, o criminoso utilizou uma máscara de silicone realística, além de terno e luvas. Na última terça-feira (06/05), os policiais da 76ª DP localizaram o homem que executou o furto e ele apontou que um ex-candidato a vice-prefeito do município seria o autor intelectual e mandante do crime. As investigações ainda apontaram que o político era amigo da vítima e  desconfiava que havia cerca de U$ 1 milhão escondido no apartamento. Ainda segundo o apurado, o suspeito foi o responsável por vender o apartamento à vítima e, por isso, conhecia bem a arquitetura do prédio. Foi ele quem forneceu todas as informações necessárias para que o plano fosse colocado em prática, inclusive sobre a rotina do morador, que estava viajando no dia do furto. FONTE: Polícia Civil do RJ

Apesar da morte de TH, TCP da Maré tem outros líderes perigosos. VEJA QUEM SÃO

Apesar da morte do traficante Thiago da Silva Folly, o TH, o Terceiro Comando Puro tem outros líderes na região. Um deles é Menor P, que mesmo encarcerado, tem grande influência na comunidade da Maré, enviando ordens aos demais integrantes da facção, para a organização e a realização do comércio ilícito de drogas. Mangolé possui uma atuação que se estende para além dos limites territoriais da Maré, inclusive, para as cidades vizinhas de Niteroi e de São Gonçalo, sendo conhecidos por serem um dos principais “puxadores de guerra” contra a facção rival, “Comando Vermelho”. Cria e Chocolate (preso) também atuam na liderança do tráfico da localidade, sendo certo que são membros da organização criminosa desde o ano de 2009. Java , atua como gerente geral do tráfico de entorpecentes na referida comunidade, sendo diretamente subordinado aos líderes. Pescador, Carrapato, Drogadão e RN atuam como gerentes do tráfico do Complexo da Maré, respondendo por diversos pontos de venda de drogas, organizando a venda de drogas, bem como, realizando a proteção armada daqueles. Pescador gerencia o Conjunto Esperança, Silas gerencia a região da “Baixa do Sapateiro, Drogadão é o gerente da Vila dos Pinehiros e Renan está encarregado da Vila do João. Há ainda os soldados como Pequeno, que cuida da segurança de Mangole BEH, Galo, Pitbull ou Da Trezentas, Cabeleiera e Jackson ocupam a função de “contenção ou soldado”, atuando na segurança armada dos pontos de venda de drogas do Complexo da Maré. Para tal função, os denunciados andam armados, protegendo os pontos de vendas de drogas e “policiando” as ruas do Complexo A Maré possui uma posição geográfica privilegiada por ocupar uma faixa territorial à margem da Baía de Guanabara, com fácil acesso às principais vias expressas da cidade, como Avenida Brasil, Linha Vermelha (Via Expressa Presidente João Goulart) e Linha Amarela (Avenida Governador Carlos Lacerda), que permitem um rápido deslocamento até os aeroportos Nomee Santos Dumont, além de outros pontos considerados estratégicos. Sua localização ainda favorece o transporte e a distribuição de armas e drogas para as regiões da Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo, beneficiando as organizações criminosos ali instaladas. Assim, de acordo com a informação de inteligência, o tráfico de drogas dentro Complexo da Maré atualmente é controlado por duas facções criminosas e pela milícia. O Comando Vermelho (CV), presente nas comunidades Nova Holanda e Parque União, a Milícia controlando as comunidades Roquete Pinto e praia de Ramos, e o Terceiro Comando Puro (TCP) nas comunidades Baixa do Sapateiro (Baixa do Sapateiro e Nova Maré), Morro do Timbau, Vila do Pinheiro (Parque Ecológico, Conjunto Pinheiro, Vila do Pinheiro e Salsa e Merengue) e Vila do João (Vila do João e Conjunto Esperança). FONTE: Ministério Público Estadual do RJ

CV do Rio ‘importava’ bandidos de outros três estados. MPRJ e Polícia Civil fazem operação, prendem 10 e apreendem arsenal com 240 armas

Uma operação conjunta do MPRJ e daxPolicia Civil.tenta cumprir 22 mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão contra imembros da facção criminosa Comando Vermelho. Os agentes miram uma célula interestadual da organização, com ramificações na Paraíba, São Paulo e Mato Grosso. A facção tem atuação em diversas comunidades do Rio e também ‘importava’ criminosos de outros estados, com capacidades operacionais específicas. Uma grande quantidade de armas (cerca de 240.fuzis e pistolas) e dólares foi apreendida durante a operação. Dez pessoas foram.presas. Havia uma mansão com.piscina usada como bunker pela quadrilha. De acordo com a denúncia, o núcleo do Comando Vermelho desarticulado na operação tem base nas comunidades da Muzema, Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Penha e Duque de Caxias, com ramificações nos três estados citados. .As investigações atribuem o comando da estrutura a duas figuras centrais: Jonathan Ricardo de Lima Medeiros, conhecido como Dom, liderança da célula paraibana do Comando Vermelho; e Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Da Roça ou Zeus , articulador da Muzema. Ambos, escondidos no Complexo do Alemão, comandavam remotamente operações logísticas, articulando o transporte de drogas e armas entre estados, coordenando o abastecimento de comunidades no Rio de Janeiro e gerenciando esquemas de lavagem de dinheiro com o uso de contas bancárias e empresas em outros estados. Foragidos de outros estados também integram a estrutura, reforçando a logística e blindagem da organização, que operava com elevado grau de profissionalização e resistência à repressão estatal. As condutas envolviam ainda lavagem de dinheiro. Foi observada uma movimentação de R$ 5 milhões em menos de um mês, por exemplo. Por conta disso, os agentes representaram pelo bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em bens e valores de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo. Os mandados estão sendo cumpridos em endereços no Complexo do Alemão, na Comunidade da Grota, Itanhangá, Benfica, Pavuna, Rocha Miranda, Bonsucesso, Guadalupe, São Cristóvão, Riachuelo e Barra da Tijuca. Também há mandados de prisão e de busca e apreensão sendo cumpridos na Paraíba (Cabedelo e João Pessoa), em São Paulo (Araras e Fazendinha) e em Mato Grosso (Pontes e Lacerda). FONTE: Ministério Público do RJ e PCERJ

Doze PMs e dois bombeiros faziam escolta armada dos cigarros distribuídos pelo contraventor Adilsinho. Veja os vulgos

Denúncia do Ministério Público Federal aponta os nomes de 12 PMs e dois bombeiros vinculados a uma empresa que fazia a escolta armada das cargas de cigarros distribuídos pela empresa do contraventor Adilsinho em diversos pontos do Rio de Janeiro. Alguns dos PMs têm vulgos como Velho do Rio, Marreco, Morenão Topa Tudo, Coquinho da VK, Alvinho, Jajá, Shampoo, Max, Bonfim, Maromba, Stive e Baiano (bombeiro) A produtora dos cigarros repassava os cigarros para a empresa de Adilsinho no valor de R$ 2,40 e eles eram comercializados cada um ao preço de R$ 3,00 por ambulantes, ressaltando-se que tais valores estão em desacordo com a política nacional de preços mínimos para cigarros que exige o comércio de cada maço de cigarro por pelo menos R$ 5,00. A investigação revelou, em seu relatório, que havia diversos nichos dentro da quadrilha que opera a distribuição ilícita de cigarros no RJ, sendo: núcleo da liderança, núcleo da gerência, núcleo dos operadores, núcleo dos seguranças e núcleo exclusivo de lavagem. Adilsinho, seu irmão e um sobrinho eram líderes Haviam cinco gerentes, entre eles o sócio majoritário da empresa de vigilância. Os PMs e bombeiros faziam parte do núcleo da segurança E os representantes da lavagem de dinheiro tinha um CEO de um cassino na República Dominicana. Segundo a investigação, a quadrilha era armada e especializada na prática de crimes de sonegação fiscal, duplicata simulada, lavagem de capital e evasão de divisas. Aponta, inclusive, para a prática de diversos ilícitos, tais como: falsificação de notas fiscais; não emissão de nota fiscal na operação de venda de mercadoria tabagista; o não desconto, nem o recolhimento de ICMS incidente, oque causou prejuízo à ordem tributária e ao patrimônio público federal e estadual; a comercialização de cigarro produto de crime de sonegação fiscal e duplicata simulada; corrupção da policial federal e policiais militares para vazarem informações sigilosas e deixarem de executar dever de ofício (efetuar prisão e apreensão); aliança com facções criminosas para comercializar a mercadoria do grupo nos territórios dominados; õ envio de valores ao exterior (através de dólar-cabo) sem declaração; prática de atos de branqueamento de capital no país e no exterior, movimentando, de forma dissimulada e oculta. FONTE: Ministério Público Federal

Polícia tenta prende chefão do CV na Região Central do Rio

A Polícia Ciivl do Rio faz uma operação para prender o líder do tráfico de drogas nos morros do Fallet-Fogueteiro, na Região Central do Rio,, Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho ou Joaquim, e desarticular o sistema financeiro da facção Comando Vermelho (CV).   Investigações apontam que o traficante que tem 93 anotações criminais, estaria escondido em um imóvel no bairro do Rio Comprido. A investigação aponta que o local também seria utilizado como ponto de armazenamento de drogas e armamento pesado, pertencentes à facção criminosa. Foi achada uma casa com itens de luxo como uma banheira de hidromassagem . Além de chefiar o tráfico de drogas na comunidade do Fallet-Fogueteiro, o criminoso exerce papel de liderança estratégica e financeira na organização, sendo um dos responsáveis pela chamada “caixinha do Comando Vermelho”, que financia invasões armadas, aquisição de armamento e manutenção da estrutura criminosa. As três pessoas foram presas durante a operação . A investigação aponta, que o trio é oriundo do estado do Amazonas e atuava como elo entre os traficantes da região Norte e membros do Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Os aparelhos celulares e notebook apreendidos, nesta segunda, passarão por perícia. As investigações continuam para desarticular a facção e localizar todas suas lideranças. FONTE: Polícia Civil do RJ

Suspeitos de movimentar R$ 1,5 milhão do CV para financiar caixinha da facção tentaram ser soltos alegando doenças e até tentativa de suicídio mas não conseguiram

Dois suspeitos que movimentaram juntos cerca de R$ 1,5 milhão para o COmando Vermelho tentaram se livrar da prisão mas não conseguiram. Um deles praticou 1.068 vezes o crime de associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro e alega que enfrenta problemas psiquiátricos e tentativas de suicídio. Já o outro, praticou esses crimes 1.144 vezes mas diz que é idoso e com comorbidades (ferida no pé decorrente da diabetes e sem tratamento adequado), sustenta esposa, filha e três netos menores. Segundo as investigações, que geraram processo sigiloso em 2024, os dois teriam realizado atividades de branqueamento de capitais, movimentando R$ 1.573.950,77, oriundo de crimes praticados pelo Comando Vermelho. Atuação que teria, em princípio, viabilizado o abastecimento financeiro da organização, bem como da denominada “Caixinha do CV” – fundo coletivo composto por repasses periódicos efetuados pelos responsáveis pelos pontos de venda de drogas, as chamadas “bocas de fumo”. Ressalta-se que este fundo teria por finalidade financiar a expansão territorial da facção criminosa e sustentar atividades ilícitas, incluindo “(i) a compra e financiamento de armas de fogo, munições e drogas; (ii) a concessão de empréstimos e investimento em tomada de território e/ou recomposição financeira; (iii) o pagamento de “pensão” aos membros da facção privados de liberdade; e, ainda, (iv) o pagamento de propinas a agentes públicos. A prisão deles foi decretada no dia 18.12.24, e cumprida na data de 15.01.25. Segundo a Justiça, não foi evidenciada estarem os indiciados com extrema debilidade motivada por doença grave, na forma do permissivo legal. Impetração que igualmente não logrou demonstrar eventual deficiência quanto ao tratamento médico por parte da SEAP. FONTE: TJ-RJ

Justiça mandou soltar mulher trans e homem suspeitos de matar dois jovens em Angra em fevereiro. Existe a suspeita de legítima defesa. Há relatos que vítimas estavam com uma lâmina para atacar os envolvidos e que praticaram homofobia

A Justiça mandou soltar um casal, entre eles uma mulher trans, suspeitos de matarem a facadas dois rapazes em Angra dos Reis, em fevereiro. A Corte argumentou que o perigo gerado pelo estado de liberdade dos imputados (não está configurado. É reconhecida a gravidade do fato, que acarretou a morte de dois jovens. No entanto, conforme narrado pela denúncia, a princípio, as vítimas proferiram xingamentos contra a mullher transgênero -, chamando-a de “viadinho”. Há dúvidas, ainda, quanto a quem deu início, de fato, às agressões com a arma do crime e a quem ela pertencia. Ou seja, não é possível descartar – ao menos por ora – a tese de legítima defesa – ainda que possa ter havido eventual excesso -, o que será apurado ao longo da instrução criminal. Foram determinadas medidas cautelares aos envolvidos como 1- Comparecimento de forma pessoaal e obrigatória mensalmente em juízo até o décimo dia de cada mês, enquanto houver o deslinde do feito, para informar e justificar suas atividades, bem como manter seu endereço atualizado junto ao Juízo e 2- Proibição de se ausentar da cidade. Na época do fato, a mulher trans afirmou que o desentendimento começou quando as vítimas a ofenderam com o termo “traveco” e, em seguida, partiram para cima dela com uma lâmina. Alegou que o homem a auxiliou na defesa. O envolvido afirmou que tomou a lâmina das vítimas e, para se defender e proteger a trans. esfaqueou os rapazes. FONTE: TJ-RJ

Inteligência da Polícia Civil descobriu tentativa de aproximação do TCP com a maior milícia do RJ mas caso foi arquivado

Procedimento investigatório instaurado por determinação da autoridade policial lotada na Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Estado de Polícia Civil – SSINT/SEPOL no ano passado verificou-se que traficantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro – TCP baseados na Vila Aliança buscaram aproximação da narcomilícia presente nos bairros de Bangu, Campo Grande, Santa Cruz e adjacências, a fim de aumentarem seu poderio bélico e financeiro, com a finalidade de se organizarem, planejarem e executarem atividades delitivas, em especial a tomada armada de comunidades dominadas por facções rivais, notadamente o Comando Vermelho. Segundo a apuração, os traficantes Sabão de Senador Camará e Vila Aliança, Lacoste do Complexo da Serrinha e Scooby ,do Morro dos Macacos formavam o o trio de líderes do Terceiro Comando Puro, que atuam em parceria com narcomilicianos como o de vulgo Cinco Letras,”, fornecendo apoio mútuo à manutenção ilegal e violenta dos territórios já dominados. Durante a investigação foi autorizada a interceptação telefônica de terminais e o afastamento do sigilo telemático de alguns alvos, entretanto, apesar das mencionadas medidas cautelares terem permitido a identificação de algumas características e dinâmica de atuação do grupo criminoso, bem como terem auxiliado na obtenção e difusão de diversas informações úteis à Inteligência Estratégica de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, como a prevenção de ataques de criminosos a unidades e equipes policiais, a identificação e intervenção nas investidas criminosas para disputa territorial entre organizações criminosas rivais, não foi possível, todavia, identificação precisa dos autores dos eventos. Não houve nos autos a identificação dos agentes e suas condutas ilícitas individualizadas, uma vez que boa parte dos terminais monitorados não se encontrava em utilização ou não apresentou, ainda que em efetivo funcionamento, diálogos com alguma relevância do ponto de vista da persecução penal. Apesar de terem sido detectadas algumas poucas conversas suspeitas, com indícios de cometimento, em tese, de ilícitos penais, no entanto, estas foram mantidas de forma truncada, não sendo possível identificar a dinâmica em toda a sua completude, apesar dos esforços da equipe de análise.Por isso, careceram nos autos de elementos determinantes da autoria que autorizem o oferecimento de denúncia, e bem como a continuidade da investigação. Por isso, o caso foi arquivado. FONTE: Informação de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Com acesso livre a celulares na cadeia, traficante da ADA controla câmeras instaladas em comunidade de cidade do Norte Fluminense e condena vítimas no ‘Tribunal do tráfico’

Investigação revela que o traficante Buldogue, mesmo preso, continua coordenando toda avidade ilícita na Ilha dos Mineiros, e outras localidades subjugadas pela facção ADA (Amigos dos Amigos) na cidade de São Francisco do Itabapoana, no Norte Fluminense, Além de coordenar toda estrutura ramificada de venda de drogas, o bandido age como verdadeiro poder paralelo, julgando, condenando e executando penas. Age punindo cidadãos com penas corporais, torturas e execuções sumárias, age também expropriando propriedades alheias, tudo isso sob os olhos do Estado. O caso invesgado no IP 147-00264/2024 em que houve mais um episódio de tribunal do tráfico, familiares da víma testemunharam todo ocorrido, em que Buldogue determinou a tortura e execução da vítima. A audácia e sensação de impunidade é tamanha que o invesgado, sem o menor pudor, falava ao telefone com policiais militares, tal como ocorreu nos autos do IP 147-00582/2024. Buldogue se vale de aparelhos de telefone celular na cadeia para poder coordenar sua avidade ilícita. Restou provado que Buldogue e Carlão(outro interno do sistema penitenciário) tem acesso direto a câmeras de segurança espalhadas pela localidade, inclusive se comunicam diretamente por intermédio de microfone acoplado à câmera. Além disso, usam o telefone celular para controlar o direcionamento da câmera, apontando para onde desejarem, como clara intenção de direcionar toda avidade criminosa que ali ocorre. Obviamente, além disso, usa o telefone para chamadas de áudio e vídeo com seus subordinados e com a alguns cidadãos que procuram os traficantes para prestar esclarecimentos, prestar contas de suas avidades e solicitar auxílio para resolução de demandas. A degravação conda na informação sobre invesgação registra que a parr do horário de 15h 20 min do dia 25/09/2024 ocorre um diálogo em que uma pessoa se apresenta aos traficantes do Bar da Ilha para se jusficar sobre uma suposta acusação de furto. Neste diálogo o cidadão fala diretamente o vulgo de Buldogue. Neste episódio o diálogo foi feito por telefone e monitorado diretamente pela câmera, em tempo real, fato este que restou evidenciado que Buldugue tinha acesso ao vivo de tudo que ocorre na localidade. Pelas imagens e capturas sonoras ambientais da própria câmera, foi possível perceber que os traficantes, seguranças e olheiros da boca-de-fumo falavam com Carlão pela própria câmera e também por ligação de telefone celular. Constatou-se que ele monitora a boca-de-fumo do bar da ilha, vendo a posição dos traficantes, olheiros e seguranças, bem como realizando a contabilidade do dinheiro arrecadado ao longo dos plantões. Impende ressaltar que ele está atualmente preso e, mesmo assim, consegue ter acesso a aparelho celular e tecnologia para viabilizar o controle remoto da câmera de segurança. No horário de 22h 39min do dia 25/09/2024 uma mulher interagiu com Carlão pela câmera em contexto que não deixa dúvidas de que, de fato, o criminoso estava naquele momento dirigindo toda a cena criminosa em tempo real de dentro do sistema penitenciário. Os bandidos da quadrilha sçao no triplo homicídio ocorrido neste município (IP 147-00628/2024). Um adolescente era um dos responsáveis para ligar para o Buldugue quando do julgamento do Tribunal do Tráfico realizado e capturado pela câmera de segurança. O traficante DZ ligou para Buldogue na parte que uma mulher idosa foi procurar o Tribunal de Tráfico. Um olheiro que se passa como trabalhador de um estaleiro que fica muito próximo ao bar da ilha e, por tal movo, passa despercebido pelas guarnições da polícia militar. . As imagens deixam límpido que ele não é mero informante ou colaborador, atua com muito afinco, intensidade e importância na vigilância das invesdas policiais, aparece, até mesmo, interagindo com a câmera manipulada pelos chefes, mostrando inmidade e que tem pleno conhecimento e aceitação de toda a cadeia de comando. Nega Leidi era olheira e vapor, sempre gritava “Lombrou”, “Olha a barca”, “Olha o Versa”, “Olha o Corolla”para avisar aos comparsas) sobre aproximação de viaturas e eventuais ataques da facção rival TCP e apontando e indicando o local em que os usuários pegariam as drogas. o local em que os usuários pegariam as drogas. Uma adolescente infratora tem a mesma função de Nega. Ela foi flagrada pelas imagens das câmeras de segurança monitorando toda a atuação das viaturas policiais e prestando auxílio aos demais traficantes. Uma outra mulher ensina como tumultuar as invesdas da PMERJ no local. Em um diálogo, ela disse. “Tem que ter feito para bater de frente com a polícia. A câmera é do bar e você não pode meter a p.. da mão. O bar não tem nada a ver com o tráfico de drogas, sendo a câmera para minha proteção, para minha vigilância, você tem que bater de frente”. Mais uma mulher avisa aos traficantes sobre a movimentação das viaturas da PMERJ, apontando o local de onde vem e para onde foram. Este policial tentou colher a qualificação dela, mas ela sempre se esquiva correndo para dentro de casa quando vê a aproximação de qualquer viatura ou veículo diferente. Um homem foi flagrado pelas imagens, em diversas oportunidades, dando informações para os traficantes sobre o local em que viu as viaturas da polícia. Ele sempre é visto numa motocicleta branca e, sempre que aparece na boca-de-fumo, sente-se na obrigação de passar informações sobre as viaturas de polícia que viu no trajeto. FONTE: Informações de processo de processo do TJ-RJ disponíveis o site jurídico Jusbrasil

Bicheiro inimigo de Celsinho da Vila Vintém (ADA) pagou policiais para transferí-lo para presídio federal. Suposta traição do traficante fez com que surgisse o TCP

Preso ontem, o traficante Celsinho da Vila Vintém era inimigo do falecido contraventor Fernando Iggnácio. Em 2017, o bicheiro determinou que o traficante fosse transferido para um presídio federal de segurança máxima fora do Estado do Rio de Janeiro mediante pagamento de propina a policiais. Para isso, houve uma pactuação entre delegados, entre eles Maurício Demétrio, demitido da corporação, para a fabricação de expedientes para conferirem subsídio a uma representação policial pela decretação de prisão preventiva de Celsinho e sua posterior remoção para outro estado. Um dos delegados, à época a frente da DP da Rocinha, aceitou a promessa de pagamento de vantagem indevida. e representou pela decretação da prisão cautelar de Celsinho. No mesmo ano, Celsinho da Vila Vintém teria fornecido apoio à Antônio Bonfim Lopes, vulgo” Nem da Rocinha “, na retomada do controle das atividades do tráfico naquela comunidade, que havia sido tomada pelo Comando Vermelho. No tempo todo que ficou preso da outra vez (entre 2002 e 2022), Celsinho transmitia as ordens para sua mulher que fazia uso de sua qualidade de esposa para ter livre acesso ao mesmo, realizando visitações e recebendo telefonemas através dos quais lhes são passadas instruções relativas ao comando do tráfico. Cabia a ela servir de elo entre o mentor intelectual da quadrilha e os seus demais integrantes, transmitindo ordens e instruções de atuação. Ela possuía contato com os integrantes da quadrilha, conhecidos como “Frente”, e, na ausência de determinação do Celso, lhe cabia a decisão final acerca de todas as atividades criminosas praticadas pelos narcotraficantes. Ela também tinha a tarefa de receber e administrar todo o dinheiro recolhido com a venda de drogas, atuando como contadora, tendo, após a prisão de “Celsinho”, assumido o controle da favela. Investigações antigas trouxeram relatos de como a quadrilha de Celsinho torturava e humilhava pessoas, descrevendo que a ordem parte do interior do presídio especificando-se como titular das ordens Celsinho da Vila Vintém”. Ele mandava nas comunidades Vila Vintém”, “Curral das Éguas”, “Wogueira”, “Minha Deusa”, “77” e “Conjuntão” Celsinho chegou a ser acusado de mandar matar um homem que não permitia que os traficantes usassem a laje de sua casa como esconderijo de armas e drogas. Depois que Celsinho deixou a cadeia em 2022, os presos vulgos Quito ou Cérebro e Cimar ou Veludo), que eram homens de sua confiança, assumiram a liderança da ADA na prisão. Quito, por exemplo, teria participado ativamente no planejamento e execução da ação que ensejou a fuga da unidade prisional Bangu 6. Ainda segundo tais dados, a cúpula da facção teria autorizado a fuga para suposta retomada de pontos de venda de drogas na capital fluminense. Celsinho fundou a ADA nos anos 90 junto com Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê. Com a morte deste em 2002 em uma rebelião dentro do presídio de segurança máxima Bangu 1, houve um racha na união entre a ADA e o Terceiro Comando, propiciando a formação do Terceiro Comando Puro. Sobre a rebelião,, Celsinho da Vila Vintém alegou que, no dia do crime, tentou se proteger do ataque dos presos e não viu Fernandinho Beira-Mar participando da invasão a cela de Uê. Celsinho foi acusado de traidor e isso foi um dos motivos do rompimento do TC e da ADA. Celsinho permaneceu com a ADA ao lado de Paulo César Silva dos Santos, o Linho, que comandava o Complexo da Maré, além de traficantes do São Carlos, Dendê, Serrinha, Muquiço e Pedreira. Do outro lado, com o TCP, ficaram bandidos de Acari, Senador Camará, Parada de Lucas e parte do Complexo da Maré (morros do Timbau e Baixa do Sapateiro). FONTE: Informações de processos do TJ-RJ obtidas no site jurídico Jusbrasil

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