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investigação

Polícia Federal também age contra quadrilha que coage vítimas de roubos de celulares no Rio

A Polícia Federal faz operação hoje contra uma quadrilha que envia mensagens para vítimas de roubos de celulares, no intuito de obter informações confidenciais, como senhas e códigos, de maneira fraudulenta – prática conhecida como phishing. As vítimas também eram coagidas e pressionadas pelos criminosos com ameaças de morte, além do envio de fotos de armas e informações de dados cadastrais que continham seus endereços. Semana passada um bando que agia de forma semelhante foi alvo de operação da Polícia Civil. As investigações começaram após roubo de um telefone celular funcional de servidor público federal, com emprego de arma de fogo. As apurações indicaram uma divisão da organização criminosa em núcleos, sendo que uma parte do grupo era responsável pela tentativa de desbloqueio dos aparelhos com envio de links maliciosos, e outra pelo envio de mensagens com extorsões e ameaças. Na ação de hoje, policiais federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, que são cumpridos nas cidades de São Pedro da Aldeia/RJ, Nova Iguaçu/RJ e Rio de Janeiro – bairro de Irajá, na Zona Norte. São apurados os crimes de roubo, receptação, extorsão, invasão de dispositivo informático e organização criminosa. balanço final Prisão: um homem foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo, em São Pedro da Aldeia/RJ. Apreensões RJ – Irajá: celulares e computador, na residência de um dos alvos; Nova Iguaçu – imóvel comercial: celulares, computadores e documentos na empresa de um dos alvos; São Pedro da Aldeia/RJ – em duas residências: na primeira delas, uma arma de fogo, que resultou na prisão em flagrante de um dos alvos da operação por posse ilegal de arma de fogo, um veículo, duas moto aquáticas (jetski), celulares, computadores e documentos. Na segunda, celulares e computador; FONTE: Polícia Federal

Foragido da Justiça que estava na casa de Oruam integrava quadrilha ligada ao CV que roubava celulares, extorquia e ameaçava as vítimas. Bando foi alvo de operação policial na semana passada que teve mais de 30 presos. VEJA MAIS DETALHES DA INVESTIGAÇÃO

O foragido da Justiça Yuri Pereira Gonçalves que foi flagrado na casa do rapper Oruam, filho do traficante Marcinho VP, responde a processo na Justiça suspeito de integrarn associação criminosa especializada na receptação de aparelhos celulares subtraídos e, ainda, na prática do crime de extorsão, A quadrilha foi alvo de uma operação da Polícia Civil na semana passada e era ligada ao Comando Vermeho, que teve mais de 30 presos. A ação é do ano de 2020 e descreve que várias pessoas passaram a receber ameaças via correio eletrônico ou aplicativo de mensagens, após terem seus aparelhos celulares subtraídos, nas quais os suspeitos exigiam fotografias de armas com seu nome, além de dados pessoais e nome de seus familiares, de forma a obter as senhas das contas pessoas do referido aparelho subtraído, permitindo seu desbloqueio e utilização por receptadores. Diante do grande número de vítima de tal ação, a equipe a equipe de investigação entrou em contato com o responsável pelo site onde foram feitas as consultas dos dados das vítimas, fornecendo a ele os CPF’s de algumas vítimas da suposta extorsão, sendo certo que ele identificou, inicialmente, dois usuários de seu sistema que consultaram os dados daquelas vítimas e forneceu uma lista das demais consultas realizadas por esses usuários, o que fez com que a quantidade de potenciais vítimas aumentasse de forma significativa. Os dois usuários que consultaram o referido sistema foram identificados e devidamente qualificados na representação policial, onde indica, ainda, os terminais telefônicos por eles utilizados para se comunicar com o proprietário do site de consultas antes mencionado, bem como seus respectivos e-mails. Além disso, consta dos autos do inquérito que uma das vítimas recebeu ameaças de uma pessoa com, a fim de que ela desvinculasse o celular subtraído de sua conta pessoal, valendo-se de fotografias de armas e demonstrando ser conhecedor de seus dados pessoais, como endereço. A quebra de sigilo do aplicativo Whatsapprevelou que os investigados fazem parte de diversos grupos destinados a comercialização e desbloqueio de telefones celulares.O bando agiu entre novembro de 2019 e setembro de 2024 e agia em diversos bairros da região metropolitana do Rio de Janeiro, A vítima J.M.T narrou que teve o seu celular, um Iphone 7 Plus, Jet Black, furtado no dia 06/11/2019, por volta das 11h, na Rua Alfredo Soares, centro de Nova Iguaçu, sendo certo que, após a subtração, começou a receber mensagens ameaçadoras, exigindo que realizasse o desbloqueio do aparelho, tendo o interlocutor demonstrado possuir diversas informações de seus dados pessoais. Diante dos elementos fornecidos, foi feito um levantamento nas bases de dados disponíveis da Polícia Civil, oportunidade em que foi constatado que havia outros procedimentos nos quais as vítimas relatavam que, logo após a subtração, recebiam links que buscavam extrair os dados das contas pessoais (ICloud) dos aparelhos, além de mensagens exigindo o desbloqueio, sob ameaças, conforme exemplificam A partir das diligências realizadas, descortinou-se o modus operandi de um grupo criminoso bem estruturado e com mais capilaridade do que poderia se imaginar,Dois dos integrantes realizaram, um cadastro no site Metabusca, obtendo os dados cadastrais dos usuários dos telefones subtraídos, para utilizá-los nas mensagens ameaçadoras, sendo os primeiros alvos identificados na investigação. Após sete períodos de interceptação telefônica e realização de demais diligências, foi possível identificar outros integrantes da organização criminosa, bem como individualizar as suas condutas. De acordo com o apurado no ambiente policial, estamos diante do golpe cibernético denominado phishing, no qual os criminosos aguardam até a vítima reativar a sua linha telefônica e, então, enviam-lhe uma mensagem informando que o aparelho foi recuperado (isca). No referido comunicado é exibido um link que direciona o usuário para uma página falsa do iCloud, solicitando que a vítima forneça seu login e senha de acesso. Em poder de tais dados, os transgressores conseguem realizar o desbloqueio dos aparelhos subtraídos, permitindo, assim, que possam ser comercializados para outros usuários. Na hipótese de as vítimas perceberem o golpe e não acessarem o referido link, os integrantes da organização criminosa passam a enviar mensagens em tom ameaçador, via aplicativo de mensagens ou e-mail, exibindo fotografias de armas com os seus nomes, além de dados pessoais, como endereço e nomes de familiares das vítimas, exigindo o desbloqueio do aparelho (index Demonstrou-se que os agentes são estruturados para financiar a prática de roubos e furtos de celulares, bem como para receberem, em primeira mão, os aparelhos subtraídos (já que interessa apenas o aparelho com chip para obtenção das senhas do proprietário) e para praticarem extorsão contra os proprietários dos aparelhos cujas senhas não puderam ser obtidas de forma fraudulenta. Por fim, não sendo possível realizar o desbloqueio dos telefones subtraídos, para que possam ser utilizados por outros usuários, os transgressores negociam, tão somente, as respectivas peças dos aparelhos. O caderno investigatório demonstrou, ainda, que os valores a serem pagos pelos telefones produtos de crime, bem como os valores pelos quais estes eram revendidos, variavam de acordo com as características dos aparelhos e a demanda existente no “mercado paralelo”, sendo a negociação realizada pessoalmente ou por meio dos terminais interceptados. Os criminosos atuavam em diversas frentes, formando núcleos voltados à prática de roubos, extorsão e receptação, destacando-se o de Duque de Caxias, Calçadão de Bangu e Central do Brasil, cujos contornos serão apresentados a seguir. Três bandidos faziam parte do Núcleo Duque de Caxias erecebiam os telefones subtraídos dos demais integrantes da malta, para serem revendidos no comércio informal, exercendo papel de liderança na organização criminosa. Chama atenção o fato de os denunciados em questão manterem contato direto com os autores dos roubos, fornecendo-lhes, inclusive, armas de fogo para serem utilizadas nas empreitadas, garantindo, assim, o imediato recebimento dos objetos de origem ilícita. Um dos membros era responsável pela movimentação e ocultação das quantias ilícitas obtidas com a comercialização dos produtos de origem espúria e, após a prisão do seu irmão, passou a receber orientações para assumir a posição de liderança no esquema criminoso. O tio dele guardava em sua residência dinheiro e joias provenientes das condutas criminosas sabidamente praticadas

Tráfico faz construções irregulares ao redor do complexo prisional de Bangu

Uma facção criminosa não revelada ainda ligada ao tráfico de drogas estaria por trás de construções irregulares feitas nas imediações do complexo prisional de Bangu. Hoje, o Ministério Público Estadual, a Secretaria de Ordem Pública, a PM, a SEAP realizam, nesta terça-feira (25/02), uma operação conjunta para demolir cerca de 20 construções irregulares erguidas em um loteamento clandestino perto das unidades prisionais. Os imóveis foram construídos sem autorização da Prefeitura, a menos de 250 metros da unidade prisional, em uma área de segurança onde edificações são proibidas por lei. Em uma análise preliminar da SEOP, realizada com avaliação externa, engenheiros da Prefeitura do Rio estimam um prejuízo de R$ 1 milhão aos responsáveis pelas construções irregulares. A área sofre influência do crime organizado. As construções clandestinas ao redor do complexo prisional, facilitam fugas e a entrada de itens proibidos no Complexo de Gericinó. Além das demolições das unidades não habitadas, a Prefeitura notificará os imóveis já ocupados, cujos moradores serão assistidos pela Secretaria de Assistência Social. FONTE: Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro

Polícia prende homem suspeito de matar namorada e atear fogo no corpo dela

A polícia prendeu ontem em Tanguá, na região metropolitana do Rio, um homem suspeito de matar a namorada e colocar fogo no corpo dela. O crime, segundo os agentes, foi motivado por problemas conjugais. As investigações iniciaram após chegar ao conhecimento dos agentes de que havia um corpo carbonizado em Itaboraí, sem qualquer identificação. Após diligências, foi verificado que havia sido comunicado o desaparecimento de uma mulher, registrado por parentes. De acordo com os policiais, após análise dos familiares e do exame pericial realizado no corpo da vítima, foi possível identificá-la. A polícia também analisou imagens de circuito de câmeras, que registraram o veículo da vítima transitando pela região, bem como outras diligências, chegou-se ao autor do fato, o namorado da vítima. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Polícia invadiu churrasco da milícia em Nova Iguaçu. 40 foram detidos. VIDEO

A Polícia Civil deteve cerca de 40 suspeitos nesta segunda-feira(24) em uma operação contra a milícia que age em Austin, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Apenas 14 ficaram presos. Onze armas foram apreendidas (pistolas e revólveres) e veículos foram recuperados. O estaria reunido em um sítio pertencente a um homem identificado como Eduardo do Doce. A quantidade grande de detidos fez com que a polícia precisasse acionar um ônibus para realizar o transporte dos presos. O sítio servia como ponto de encontro para os integrantes da milícia. Na hora que a polícia chegou, os suspeitos participavam de um churrasco. Os policiais estavam atrás de paramilitares ligados a Juninho Varão, miliciano que domina áreas em Nova Iguaçu e Seropédica. FONTE: Polícia Civil.do Rio de Janeiro.

CV patrocina roubos de veículos para cobrar pela devolução dos mesmos, aponta MP

A prática de traficantes “patrocinarem” roubos para cobrar pela devolução dos veículoss vem se tornando corriqueira em favelas dominadas pelo Comando Vermelho. O Ministério Publico Estadual anunciou hoje que fez uma denúncia que descreve o roubo de um automóvel BYD Dolphin, em 22 de novembro de 2024, em Nova Iguaçu. Foram denunciados Rodrigo do Nascimento Novaes da Silva, o “RD”, Dailson Leite Serra, o “DN”, Lucas Gonçalves da Silva, o “LC”, e Valdo Rai Azevedo Teixeira, que confessaram cometer uma série de assaltos a motoristas. Os carros roubados eram levados para o Complexo do Chapadão, onde os criminosos negociavam os “resgates” com as seguradoras ou associações de proteção veicular e, em alguns casos, diretamente com os proprietários. A investigação revelou que os veículos e armamentos utilizados nos assaltos eram fornecidos por traficantes do Chapadão. Após a negociação do resgate, que correspondia a aproximadamente 10% do valor do veículo na Tabela FIPE, os traficantes ficavam com 70% do valor arrecadado, enquanto os 30% restantes eram divididos entre os executores dos roubos. A Promotoria também denunciou hoje por uma tentativa de latrocínio Cauã Amorim Gonçalves, no dia 20 de janeiro deste ano, no Engenho Pequeno, também em Nova Iguaçu. A vítima transitava com sua motocicleta quando foi abordada por dois homens em uma moto – Cauã estava armado na garupa. A vítima parou sua motocicleta, mas, mesmo assim, o piloto ordenou que o garupa o matasse. Percebendo que o denunciado iria atirar, a vítima entrou em luta corporal e agarrou a arma de Cauã. Durante o embate, cinco disparos foram efetuados, tendo um deles atingido a vítima e outro o próprio denunciado. Cauã foi preso enquanto recebia atendimento no Hospital da Posse. Assim como no.outro caso ele disse que o valor que receberia pela motocicleta iria depender de quanto a “seguradora” iria pagar pelo resgate. Cauã, por sua vez, atuava em conjunto com traficantes de uma favela em Belford Roxo, também controlada pela facção Comando Vermelho. Fonte: Ministério Público do RJ

Braço do TCP no interior mineiro teria se aliado ao bando de Peixão. Líder estaria escondIdo no RJ

A facção criminosa mineira chamada Família Cruzeiro, que é um braço do Terceiro Comando Puro (TCP), está associada a traficantes do Complexo de Israel, que lhe dão suporte para o abastecimento de drogas, armas e manutenção do controle de drogas A base do grupo é a cidade de Carlos Chagas. O líder do grupo é conhecido como João Victor” Palito, que estaria escondido no Rio de Janeiro, de onde abastece a sua própria facção com drogas e armamento bélico pesado – incluindo granadas. Para garantir sua gestão, Palito se valeu de métodos violentos que ferem à ordem pública e a paz social, posto que diversos dos homicídios ocorridos nos últimos anos têm sido ligados a esta organização, que se vale até mesmo de adolescentes para as práticas delitivas. Diversos comprovantes de transferência bancária para João Victor” Palito “demonstram a subserviência dos comparsas a ele, prestando-lhe conta de toda movimentação financeira da facção, e até mesmo obtendo permissão ou não para a realização de determinadas atividades ou eliminação de desafetos, A Família Cruzeiro possui reduto no bairro antes conhecido como Cruzeiro III). É comum nas fotografias visualizar os membros da organização fazendo o número 3 com as mãos, O bando estaria estaria envolvido com tráfico interestadual de drogas e corrompendo menores para transporte/comercialização de drogas. A quadrilha realiza constante monitoramento das autoridades, integrantes das forças de segurança pública e demais funcionários públicos da localidade de Carlos Chagas, possuindo fotografias nos celulares apreendidos de membros do setor de Perícia da Polícia Civil, de Policiais Militares, de viaturas da Polícia Penal, bem como imagens do Fórum – em que laboram integrantes do Poder Judiciário” . A Família Cruzeiro eliminou todos seus rivais, de modo que ninguém que não pertença a esta facção consegue vender drogas na cidade, tendo, inclusive, ocorrido homicídios recentes de indivíduos que tentaram vender drogas. FONTE: Processo do TJ-MG disponível no site jurídico Jusbrasil

Caçado pelas autoridades por envolvimento em homicídios ligados a contravenção, ex-PM Sem Alma também responde por mortes em intervenção policial

Veja a ficha criminal do ex-PM Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, suspeito de envolvimento em diversos homicídios, todos cometidos em atividade de grupo de extermínio, decorrentes de disputa de poder e de territórios, visando a exploração de atividades ilícitas. 059-03267/2015 (Disparo de Arma de Fogo (Decreto Lei 3.688/41), 061-01904/2015 ( Artigo 129, caput, C/C Art. 25, ambos do Código Penal – Lesão Corporal Decorrente de Intervenção Policial), 059-05843/2021 (Artigo 121 n/f do Artigo 123, Inciso II, do CP- Morte por Intervenção de Agente do Estado), 060-04116/2021 (Art. 121 c/c Art. 23, II, do CP- Morte por Intervenção de Agente do Estado Autor), 060-04137/2021 (Artigo 121 §2º inciso VII do CP- Homicídio Provocado por Projétil de Arma de Fogo – Tentativa), 901-01042/2022 ( Artigo 121 do Código Penal. Homicídio Provocado por Projétil de Arma de Fogo), 901-01046/2022 (Artigo 121, § 2º, incisos I, IV e VIII, c/c 29, ambos do Código Penal – Homicídio Provocado por Projétil de Arma de Fogo),901-00747/2023 – Apreensão (outros), ]901-00748/2023 – Apreensão (outros). Sem Alma tinha em seu poder munições extraviados da Polícia Rodoviária Federal e Ministério do Exército ilegalmente, pois de acordo com o descrito pela Companhia Brasileira de Cartuchos, tais munições apreendidas foram adquiridas e encaminhadas aos mencionados órgãos. FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site jurídicio Jusbrasil

Leia agora todos os detalhes do ataque a um morador de rua que teve o corpo queimado por um adolescente que se dizia adepto do nazismo. Ele disse que foi pago para fazer isso

Leia agora em detalhes como foi o ataque planejado contra um morador de rua no Pechincha, em Jacarepagá, que teve o corpo queimado por coquetéis molotov, caso que foi tramado um adolescente e o soldado do Exército Miguel Felipe. Segundo consta, o Laboratório de Operações Cibernéticas da Polícia Civil tomou conhecimento de que no dia 19/02/2025 uma pessoa em situação de rua foi atacada com o uso coquetel molotov e tal agressão foi transmitida, ao vivo, através do servidor da plataforma Discord denominado “696”. Realizadas investigações, foi verificado através de conversas explícitas entre frequentadores da Plataforma Discord, versando sobre um ataque a ser realizado contra um morador de rua. O relatório técnico acostado aos autos chegou à identificação do menor B.V.T.A como autor da agressão, Inclusive foi possível constatar que o ataque ocorreu numa distância de 550 metros de sua casa. Paralelo às investigações, consta que a avó e a irmã do adolescente desconfiaram de que algo pudesse ter ocorrido, diante do comportamento dele e, constataram os fatos ao verificarem o celular do menor, que, após, lhes confessou o atentado contra o morador de rua, quando, então, a família a 41ª Delegacia de Polícia para noticiar os fatos. O adolescente contou que criaram um grupo no Discord chamado “Evento foto no mendigo”onde os integrantes planejaram todo o atentado, como por exemplo: como iriam executar, quem seriam os autores, o instrumento que utilizariam para o crime, etc;. B teve a ideia de atear fogo em um mendigo e para executar seu plano chamou Miguel para participar do crime; Em um grupo russo, no telegram recebeu um PDF com instruções de como fazer um coquetel molotov. No dia 18/02/2025, por volta das 19h, ele comprou cerca de 4 litros de gasolina em um posto de combustíveis. Ele preparou preparou 3 garrafas de coquetel molotov. Para realizar o atentato, se vestiu com uma calça preta, tenis preto da adidas, uma camiseta azul, quase preta, uma balaclava de caveira e um óculos escuros de armação cinza, além de estar com uma mochila nas costas, onde havia um galão de gasolina, 3 molotovs e roupas para trocar após o ato criminoso. Marcou encontro com Miguel e avistaram o mendigo Eles prepararam uma call no discord para transmitir ao vivo o momento em que ateariam fogo no mendigo. A live possuía 221 pessoas assisitindo;. Ao se aproximar do morador de rua, o declarante constatou que ele era negro e por isso continuou com a empreitada criminosa, pois se o mesmo fosse branco, não cometeria o ato contra a vítima; B se aproximou do morador de rua, enquanto Miguel filmava toda a ação. O adolescente tirou de sua mochila 2 coqueteis molotov e atirou os dois em direção ao morador de rua; O morador de rua pegou fogo, tendo saído correndo e gritando por socorro, enquanto estava em chamas; Ele tinha a ideia de após jogar os coqueteis molotov, joga em seguida o galão de gasolina que estava na mochila do declarante, mas não teve tempo, pois o morador de rua correu em chamas; Depois, o adolescente e Miguel correram de volta até o ponto onde se encontraram onde aguardaram por cerca de 40 minutos, momento em que ambos trocaram de roupas, tendo Miguel ido embora de uber e o declarante andando para sua casa; Para praticar o referido ato contra o morador de rua, o declarante teve a promessa de receber a quantia de R$ 250,00 de “Andrey” e “Reduzir”, para que o declarante pudesse consertar a sua bicicleta. Ele não recebeu o valor de R$ 250,00. Disse que é adepto ao regime nazista alemão, que inclusive se automutilou com um corte onde fez referencia a uma suástica. Falou possuir possui em seu telefone celular diversas imagens de adolescentes que se auto mutilaram por sua ordem. Tais automutilações são chamadas de “plaquinhas. suas vítimas costumavam se automutilar por dinheiro, que era pago por “Perssy, Reduzir e Andrey. Em seu telefone celular existe diversos arquivos de abuso sexual infantojuvenil; Chegou a induzir uma menina de 12 anos a introduzir uma faca em sua vagina; Falou que Andrey” transferiu ao declarante a quantia de R$ 50,00 para que comprasse a gasolina utilizada no ato e recebeu o dinheiro pelo aplicativo “Z1 A avó disse que só tomou conhecimento a respeito dos fatos no dia, 19/02/2025. Seu genro contou para a declarante que havia um galão e uma garrafa, ambos contendo gasolina, em um “quartinho” que fica na garagem da casa dela, junto com uma camisa vermelha. O menor, a princípio, negou que fosse de sua propriedade. Mas sua irmã acessou o telefone do rapaz, momento em que viu um vídeo, em que ele estava de máscara e ateava fogo em um morador de rua, naquela madrugada do dia 18 pro dia 19 de fevereiro. Havia fotos de B com essa mesma máscara, com a legenda “horas antes do atentado”; As familiares, pelas conversas do aplicativo Discord, disseram acreditam que o jovem tenha sido pago para o ato por um indivíduo de nome “Andrey”, pois o menor dizia “Andrey, o limite da minha conta é de 455 reais”; A avó ficou muito desesperada com todo o ocorrido, e deixou que a irmã do rapaz continuasse analisando o telefone celular. A irmã viu também arquivos de “pornografia infantil” no celular de B; O militar Miguel Felipe se vangloriava o tempo todo dizendo: “Fizemos algo grande, todos no discord estão comentando”. A irmã confirmou que viu um video no celular do menor, em que ele estava de máscara ateando fogo em um morador de rua, enquanto o ato era filmado por Miguel. Além das mídias referentes ao crime apurado, havia também diversos arquivos de “pornografia infantil; Ela foi até o local do crime, que é próximo de sua casa eobservou que o chão estava todo queimado. O adolescente teria dito que o crime foi planejado e que foram pagos para fazer isso. O valor do pagamento foi de 750 reais para cada e que foi pago por um indivíduo de

Traficante Peixão (TCP) é suspeito de mandar construir quebra-molas em comunidades de Itaguaí. Pessoas de Parada de Lucas fizeram a obra mas se recusaram a dizer quem ordenou

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, é suspeito de estar envolvido na construção de quebra molas em comunidades dominadas pelo Terceiro Comando Puro ana na cidade de Itaguaí como Sase, Carvão e Jardim Ueda. Há cerca de três anos, PMs foram até o local e viram vários quebra molas instalados em uma das comunidades e que as pessoas que faziam a obra eram moradores de Parada de Lucas, um dos redutos de Peixão. Questionados pelos policiais de quem estava bancando a obra, os envolvidos disseram que não podiam dizer. A Prefeitura da cidade foi citada na investigação informando que não havia recebido solicitação para autorizar a construção de quebra-molas Uma empresa foi contratada para a entrega de cinco metros cúbicos de concreto supostamente pela associação de moradores. nenhuma solicitação para autorizar a instalação de quebra mols nos locais. O presidente da associações de moradores disse, no entanto, que jamais fez qualquer pedido para instalação de quebra-molas e que não conhecia as pessoas que estavam envolvidas na obra. Os quebra molas estavam dificultando o ir e vir de veículos que passavam pela região. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jurídico Jusbrasil

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