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investigação

Bandidos do CV suspeitos da morte de PM que foi do Bope em Niterói estariam escondidos na Rocinha

A polícia tenta prender traficantes ligados a facção criminosa Comando Vermelho (CV), Marcos Johan Vieira da Silva, conhecido pelo vulgo de “Bigode”, de 28 anos e de Paulo Vagner da Costa Cunha, vulgo “Amaral”, de 27. Segundo investigações, eles estariam envolvidos na morte do policial militar reformado Pedro Carlos Nascimento, que atuou no Batalhão de Operações Especiais (Bope). Investigações indicam que os dois criminosos estariam se escondendo na Favela da Rocinha, Zona Sul do Rio.  O crime ocorreu em fevereiro deste ano e, segundo as investigações, Pedro Carlos seguia para casa, em Itaipuaçu, Maricá, quando parou o veículo em Maria Paula, Niterói. Naquele momento, traficantes liderados por “Bigode” e “Amaral”, foram acionados por dois comparsas e capturaram o policial. Ele foi executado e teve o corpo carbonizado dentro do próprio veículo, que só foi encontrado no dia seguinte. Imagens de câmeras de segurança mostraram o carro da vítima sendo escoltado por motos até uma rua da região, onde foi incendiado. Em uma operação realizadas na segunda (12) e nesta terça (13) por agentes da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNISG) no bairro Maria Paula, mesmo bairro onde ocorreu o crime, prenderam Dario Vieira da Silva, Andréa Fabricio Abdalla, Ketelynn Vitória de Andrade Abreu e Diego Almeida Lemos Barbosa. Além dos detidos, as investigações indicavam a participação de mais três criminosos, sendo um morto em confronto com a polícia e outro preso por outro crime.  “Bigode” e “Amaral”, se encontram na condição de Evadidos do Sistema Penitenciário. “Bigode”, está em evasão desde agosto de 2023, quando se encontrava em cumprimento de regime semiaberto, no momento em que teve sua saída liberada para cumprimento do benefício de Visita Periódica ao Lar (VPL) e não retornou na data e horário aprazados, e onde fora condenado a uma pena de 9 anos de reclusão, ja tendo cumprindo 32% da pena. Contra ele consta um mandado de prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), com pedido de Recaptura, pelo crime de Tráfico de Drogas.  Quanto ao traficante “Amaral”, se encontra nas mesmas condições, saindo em VPL, em agosto de 2023, e não retornando a sua unidade prisional, constando contra ele um mandado expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), também com pedido de recaptura.  Quem tiver informações sobre sobre a localização dos criminosos “Bigode” e “Amaral”, favor denunciar a seu paradeiro pelos seguintes canais de atendimento:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Das 240 armas apreendidas hoje em operação contra o CV, cerca de 60 eram longas, como fuzis

A Policia Civil do Rio informou que das 240 armas apreendidas hoje durante operacão contra o Comando Vermelho, cerca de 60 delas eram longas, como fuzis . Também foram arrecadadas 43 mil munições e US$ 24 mil em espécie. Dos dez presos estão um armeiro do tráfico, um dono de loja de armas e um homem com licença de CAC, além de outros envolvidos no esquema de tráfico de armas e de lavagem de dinheiro. As capturas ocorreram nos quatro estados onde a operação foi realizada. A investigação revelou que o armamento seria usado no fortalecimento e em expansões territoriais da facção no Rio, inclusive na Zona Oeste da capital, e em outros estados da federação. A apuração teve início a partir de uma simples prisão em flagrante por tráfico. Ao analisar a atuação do preso e sua relação com outros criminosos, os policiais descobriram um grande esquema que envolvia até lavagem de dinheiro .Um dos pontos que chamou atenção foi o envolvimento de criminosos de outros estados. Se antes eles buscavam o Rio de Janeiro para se abrigar, agora eles ganhavam relevância dentro da facção, chegando a chefiar comunidades, como a Muzema. E, daqui, escolhiam sucessores em seus estados de origem para comandar a organização por lá. “Vimos hoje mais uma ação emblemática da ‘Operação Contenção’, que busca justamente conter essa polícia expansionista do CV na Zona Oeste. Identificamos e prendemos pessoas que passavam despercebidas. Apreendemos armas em uma casa de luxo na Barra da Tijuca, e também prendemos um integrante da quadrilha que tinha empresa de comércio de armas de aparência lícita, mas que desviava para vender para a facção. Essas armas seriam usadas para cometer crimes e para atacar a polícia”, afirma o secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. A apuração da 60ª DP, com o apoio do Gabinete de Recuperação de Ativos (GRA) da Polícia Civil, desvendou toda a organização criminosa interestadual que abastece o CV. O grupo tinha um esquema minucioso e sofisticado com núcleos operando em diversas comunidades do Rio de Janeiro e integrantes atuantes em outros estados do país. Foi observada uma movimentação de R$ 5 milhões em cerca de um mês, por exemplo. Por conta disso, os agentes representaram pelo bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em bens e valores de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo. Além das prisões dos alvos e da coleta de evidências para robustecer as investigações, a ação também buscou a asfixia financeira do grupo, para interromper essa engrenagem. A consequência imediata esperada é a interrupção na logística para obtenção de armas e de drogas pelas lideranças do CV que atuam em diversas comunidades. FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficante alvo de operação hoje contra o CV recebe o dinheiro de aluguéis cobrados na Muzema em um escritório no Complexo do Alemão

Uma corretora de imóveis que foi detida pela polícia levando dinheiro da Muzema, no Itanhangá, para o Complexo do Alemão disse que foi orientada pelo traficante Léo Olhão a repassar a repassar os valores dos aluguéis dos moradores da localidade ao traficante conhecido como “Zeus”, que controla a Muzema mas está escondido no Alemão. Ela mantinha encontros quinzenais com Zeus em um escritório na localidade do Areal. Zeus, foi um dos alvos da operação conjunta do MPRJ e da Polícia Civil hoje contra o Comando Vermelho. A mulher informou que sua função dentro do grupo criminoso era de repassar os aluguéis e intermediar a venda de imóveis para o traficante. O preço chega até a R$ 200 mil. A corretora também presta contas aos criminosos por meio de transferências na modalidade PIX,”. O marido ca corretora também narrou que ajuda a esposa a alugar os imóveis de domínio dos traficantes da comunidade da Muzema, que atuam pela facção criminosa Comando Vermelho, e que também a auxilia a transportar os valores arrecadados para o chefe da facção criminosa Zeus, que fica baseado no Complexo do Alemão. Disse também que trabalha para Zeus recebendo uma quantia semanal para acompanhar dos valores dos aluguéis na comunidade da Muzema, de modo a garantir o seu recebimento. Ele confirmou ser um dos braços-direitos de Zeus. Apesar das informações apuradas, a Justiça alegou que não existiam elementos informativos suficientes para deflagração de ação penal em face dos indiciados, sendo imprescindível a continuidade das investigações. E para a continuidade das investigações, a polícia requereu a quebra do sigilo dos dados dos telefones ceulares apreendidos bem como dos números dos terminais informados pelos detidos. Natural de Fortaleza, Zeus se tornou um dos mais influentes chefes do tráfico de drogas, se estabelecendo no município de Vilhena, em Rondônia .Preso em 2015, ele dividiu a cadeia com o traficante “Fernandinho Beira-Mar”, no Presídio Federal de Porto Velho. Solto anos depois e com a repressão em cima das vendas de drogas, ele fugiu para o Rio de Janeiro durante a pandemia, e começou a financiar o Comando Vermelho na comunidade da Muzema, em um movimento para expandir seu domínio contra milícias que controlavam a região.  Ele não apenas se estabeleceu como um importante financiador do Comando Vermelho, mas também se tornou um elo de ligação entre os traficantes de Rondônia e o narcotráfico no Rio, onde vem financiando e implantando a venda de drogas, roubo de veículos e cargas, cobrança de taxas e serviços dos mais diversos tipos, como: gás, internet e Tv a cabo, segurança, dos moradores da região da Muzema e realizando ainda a tomada de imóveis de vários moradores.  “Zeus”,  ganhou espaço com nomes da cúpula do Comando Vermelho (CV), principalmente com Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso, chefe do tráfico de drogas e um dos traficantes mais procurados do Rio. Por isso, Luiz Carlos passou a ser o chefe do tráfico da comunidade da Muzema. FONTE; TJ-RJ e Portal.dos Procurados do Disque Denúncia

Ex-candidato a vice-prefeito de Niterói é suspeito de furto cinematográfico na cidade

O empresário Alexandre Ceotto André que foi candidato a vice.prefeito em Niterói é suspeito de ser o mentor intelectual de um furto cinematográfico na cidade. Agentes cumpriram hoje mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao autor, em Icaraí e Itaipu. O crime ocorreu em fevereiro de 2025. Na ocasião, um homem, ordenado pelo empresário, invadiu um dos apartamentos de um apart-hotel de alto padrão localizado no bairro de Gragoatá, em Niterói, e furtou cerca de dez relógios de luxo. Para não ser reconhecido, o criminoso utilizou uma máscara de silicone realística, além de terno e luvas. Na última terça-feira (06/05), os policiais da 76ª DP localizaram o homem que executou o furto e ele apontou que um ex-candidato a vice-prefeito do município seria o autor intelectual e mandante do crime. As investigações ainda apontaram que o político era amigo da vítima e  desconfiava que havia cerca de U$ 1 milhão escondido no apartamento. Ainda segundo o apurado, o suspeito foi o responsável por vender o apartamento à vítima e, por isso, conhecia bem a arquitetura do prédio. Foi ele quem forneceu todas as informações necessárias para que o plano fosse colocado em prática, inclusive sobre a rotina do morador, que estava viajando no dia do furto. FONTE: Polícia Civil do RJ

Apesar da morte de TH, TCP da Maré tem outros líderes perigosos. VEJA QUEM SÃO

Apesar da morte do traficante Thiago da Silva Folly, o TH, o Terceiro Comando Puro tem outros líderes na região. Um deles é Menor P, que mesmo encarcerado, tem grande influência na comunidade da Maré, enviando ordens aos demais integrantes da facção, para a organização e a realização do comércio ilícito de drogas. Mangolé possui uma atuação que se estende para além dos limites territoriais da Maré, inclusive, para as cidades vizinhas de Niteroi e de São Gonçalo, sendo conhecidos por serem um dos principais “puxadores de guerra” contra a facção rival, “Comando Vermelho”. Cria e Chocolate (preso) também atuam na liderança do tráfico da localidade, sendo certo que são membros da organização criminosa desde o ano de 2009. Java , atua como gerente geral do tráfico de entorpecentes na referida comunidade, sendo diretamente subordinado aos líderes. Pescador, Carrapato, Drogadão e RN atuam como gerentes do tráfico do Complexo da Maré, respondendo por diversos pontos de venda de drogas, organizando a venda de drogas, bem como, realizando a proteção armada daqueles. Pescador gerencia o Conjunto Esperança, Silas gerencia a região da “Baixa do Sapateiro, Drogadão é o gerente da Vila dos Pinehiros e Renan está encarregado da Vila do João. Há ainda os soldados como Pequeno, que cuida da segurança de Mangole BEH, Galo, Pitbull ou Da Trezentas, Cabeleiera e Jackson ocupam a função de “contenção ou soldado”, atuando na segurança armada dos pontos de venda de drogas do Complexo da Maré. Para tal função, os denunciados andam armados, protegendo os pontos de vendas de drogas e “policiando” as ruas do Complexo A Maré possui uma posição geográfica privilegiada por ocupar uma faixa territorial à margem da Baía de Guanabara, com fácil acesso às principais vias expressas da cidade, como Avenida Brasil, Linha Vermelha (Via Expressa Presidente João Goulart) e Linha Amarela (Avenida Governador Carlos Lacerda), que permitem um rápido deslocamento até os aeroportos Nomee Santos Dumont, além de outros pontos considerados estratégicos. Sua localização ainda favorece o transporte e a distribuição de armas e drogas para as regiões da Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo, beneficiando as organizações criminosos ali instaladas. Assim, de acordo com a informação de inteligência, o tráfico de drogas dentro Complexo da Maré atualmente é controlado por duas facções criminosas e pela milícia. O Comando Vermelho (CV), presente nas comunidades Nova Holanda e Parque União, a Milícia controlando as comunidades Roquete Pinto e praia de Ramos, e o Terceiro Comando Puro (TCP) nas comunidades Baixa do Sapateiro (Baixa do Sapateiro e Nova Maré), Morro do Timbau, Vila do Pinheiro (Parque Ecológico, Conjunto Pinheiro, Vila do Pinheiro e Salsa e Merengue) e Vila do João (Vila do João e Conjunto Esperança). FONTE: Ministério Público Estadual do RJ

CV do Rio ‘importava’ bandidos de outros três estados. MPRJ e Polícia Civil fazem operação, prendem 10 e apreendem arsenal com 240 armas

Uma operação conjunta do MPRJ e daxPolicia Civil.tenta cumprir 22 mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão contra imembros da facção criminosa Comando Vermelho. Os agentes miram uma célula interestadual da organização, com ramificações na Paraíba, São Paulo e Mato Grosso. A facção tem atuação em diversas comunidades do Rio e também ‘importava’ criminosos de outros estados, com capacidades operacionais específicas. Uma grande quantidade de armas (cerca de 240.fuzis e pistolas) e dólares foi apreendida durante a operação. Dez pessoas foram.presas. Havia uma mansão com.piscina usada como bunker pela quadrilha. De acordo com a denúncia, o núcleo do Comando Vermelho desarticulado na operação tem base nas comunidades da Muzema, Cidade de Deus, Complexo do Alemão, Penha e Duque de Caxias, com ramificações nos três estados citados. .As investigações atribuem o comando da estrutura a duas figuras centrais: Jonathan Ricardo de Lima Medeiros, conhecido como Dom, liderança da célula paraibana do Comando Vermelho; e Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, o Da Roça ou Zeus , articulador da Muzema. Ambos, escondidos no Complexo do Alemão, comandavam remotamente operações logísticas, articulando o transporte de drogas e armas entre estados, coordenando o abastecimento de comunidades no Rio de Janeiro e gerenciando esquemas de lavagem de dinheiro com o uso de contas bancárias e empresas em outros estados. Foragidos de outros estados também integram a estrutura, reforçando a logística e blindagem da organização, que operava com elevado grau de profissionalização e resistência à repressão estatal. As condutas envolviam ainda lavagem de dinheiro. Foi observada uma movimentação de R$ 5 milhões em menos de um mês, por exemplo. Por conta disso, os agentes representaram pelo bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em bens e valores de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo. Os mandados estão sendo cumpridos em endereços no Complexo do Alemão, na Comunidade da Grota, Itanhangá, Benfica, Pavuna, Rocha Miranda, Bonsucesso, Guadalupe, São Cristóvão, Riachuelo e Barra da Tijuca. Também há mandados de prisão e de busca e apreensão sendo cumpridos na Paraíba (Cabedelo e João Pessoa), em São Paulo (Araras e Fazendinha) e em Mato Grosso (Pontes e Lacerda). FONTE: Ministério Público do RJ e PCERJ

Doze PMs e dois bombeiros faziam escolta armada dos cigarros distribuídos pelo contraventor Adilsinho. Veja os vulgos

Denúncia do Ministério Público Federal aponta os nomes de 12 PMs e dois bombeiros vinculados a uma empresa que fazia a escolta armada das cargas de cigarros distribuídos pela empresa do contraventor Adilsinho em diversos pontos do Rio de Janeiro. Alguns dos PMs têm vulgos como Velho do Rio, Marreco, Morenão Topa Tudo, Coquinho da VK, Alvinho, Jajá, Shampoo, Max, Bonfim, Maromba, Stive e Baiano (bombeiro) A produtora dos cigarros repassava os cigarros para a empresa de Adilsinho no valor de R$ 2,40 e eles eram comercializados cada um ao preço de R$ 3,00 por ambulantes, ressaltando-se que tais valores estão em desacordo com a política nacional de preços mínimos para cigarros que exige o comércio de cada maço de cigarro por pelo menos R$ 5,00. A investigação revelou, em seu relatório, que havia diversos nichos dentro da quadrilha que opera a distribuição ilícita de cigarros no RJ, sendo: núcleo da liderança, núcleo da gerência, núcleo dos operadores, núcleo dos seguranças e núcleo exclusivo de lavagem. Adilsinho, seu irmão e um sobrinho eram líderes Haviam cinco gerentes, entre eles o sócio majoritário da empresa de vigilância. Os PMs e bombeiros faziam parte do núcleo da segurança E os representantes da lavagem de dinheiro tinha um CEO de um cassino na República Dominicana. Segundo a investigação, a quadrilha era armada e especializada na prática de crimes de sonegação fiscal, duplicata simulada, lavagem de capital e evasão de divisas. Aponta, inclusive, para a prática de diversos ilícitos, tais como: falsificação de notas fiscais; não emissão de nota fiscal na operação de venda de mercadoria tabagista; o não desconto, nem o recolhimento de ICMS incidente, oque causou prejuízo à ordem tributária e ao patrimônio público federal e estadual; a comercialização de cigarro produto de crime de sonegação fiscal e duplicata simulada; corrupção da policial federal e policiais militares para vazarem informações sigilosas e deixarem de executar dever de ofício (efetuar prisão e apreensão); aliança com facções criminosas para comercializar a mercadoria do grupo nos territórios dominados; õ envio de valores ao exterior (através de dólar-cabo) sem declaração; prática de atos de branqueamento de capital no país e no exterior, movimentando, de forma dissimulada e oculta. FONTE: Ministério Público Federal

Polícia tenta prende chefão do CV na Região Central do Rio

A Polícia Ciivl do Rio faz uma operação para prender o líder do tráfico de drogas nos morros do Fallet-Fogueteiro, na Região Central do Rio,, Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho ou Joaquim, e desarticular o sistema financeiro da facção Comando Vermelho (CV).   Investigações apontam que o traficante que tem 93 anotações criminais, estaria escondido em um imóvel no bairro do Rio Comprido. A investigação aponta que o local também seria utilizado como ponto de armazenamento de drogas e armamento pesado, pertencentes à facção criminosa. Foi achada uma casa com itens de luxo como uma banheira de hidromassagem . Além de chefiar o tráfico de drogas na comunidade do Fallet-Fogueteiro, o criminoso exerce papel de liderança estratégica e financeira na organização, sendo um dos responsáveis pela chamada “caixinha do Comando Vermelho”, que financia invasões armadas, aquisição de armamento e manutenção da estrutura criminosa. As três pessoas foram presas durante a operação . A investigação aponta, que o trio é oriundo do estado do Amazonas e atuava como elo entre os traficantes da região Norte e membros do Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Os aparelhos celulares e notebook apreendidos, nesta segunda, passarão por perícia. As investigações continuam para desarticular a facção e localizar todas suas lideranças. FONTE: Polícia Civil do RJ

Suspeitos de movimentar R$ 1,5 milhão do CV para financiar caixinha da facção tentaram ser soltos alegando doenças e até tentativa de suicídio mas não conseguiram

Dois suspeitos que movimentaram juntos cerca de R$ 1,5 milhão para o COmando Vermelho tentaram se livrar da prisão mas não conseguiram. Um deles praticou 1.068 vezes o crime de associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro e alega que enfrenta problemas psiquiátricos e tentativas de suicídio. Já o outro, praticou esses crimes 1.144 vezes mas diz que é idoso e com comorbidades (ferida no pé decorrente da diabetes e sem tratamento adequado), sustenta esposa, filha e três netos menores. Segundo as investigações, que geraram processo sigiloso em 2024, os dois teriam realizado atividades de branqueamento de capitais, movimentando R$ 1.573.950,77, oriundo de crimes praticados pelo Comando Vermelho. Atuação que teria, em princípio, viabilizado o abastecimento financeiro da organização, bem como da denominada “Caixinha do CV” – fundo coletivo composto por repasses periódicos efetuados pelos responsáveis pelos pontos de venda de drogas, as chamadas “bocas de fumo”. Ressalta-se que este fundo teria por finalidade financiar a expansão territorial da facção criminosa e sustentar atividades ilícitas, incluindo “(i) a compra e financiamento de armas de fogo, munições e drogas; (ii) a concessão de empréstimos e investimento em tomada de território e/ou recomposição financeira; (iii) o pagamento de “pensão” aos membros da facção privados de liberdade; e, ainda, (iv) o pagamento de propinas a agentes públicos. A prisão deles foi decretada no dia 18.12.24, e cumprida na data de 15.01.25. Segundo a Justiça, não foi evidenciada estarem os indiciados com extrema debilidade motivada por doença grave, na forma do permissivo legal. Impetração que igualmente não logrou demonstrar eventual deficiência quanto ao tratamento médico por parte da SEAP. FONTE: TJ-RJ

Justiça mandou soltar mulher trans e homem suspeitos de matar dois jovens em Angra em fevereiro. Existe a suspeita de legítima defesa. Há relatos que vítimas estavam com uma lâmina para atacar os envolvidos e que praticaram homofobia

A Justiça mandou soltar um casal, entre eles uma mulher trans, suspeitos de matarem a facadas dois rapazes em Angra dos Reis, em fevereiro. A Corte argumentou que o perigo gerado pelo estado de liberdade dos imputados (não está configurado. É reconhecida a gravidade do fato, que acarretou a morte de dois jovens. No entanto, conforme narrado pela denúncia, a princípio, as vítimas proferiram xingamentos contra a mullher transgênero -, chamando-a de “viadinho”. Há dúvidas, ainda, quanto a quem deu início, de fato, às agressões com a arma do crime e a quem ela pertencia. Ou seja, não é possível descartar – ao menos por ora – a tese de legítima defesa – ainda que possa ter havido eventual excesso -, o que será apurado ao longo da instrução criminal. Foram determinadas medidas cautelares aos envolvidos como 1- Comparecimento de forma pessoaal e obrigatória mensalmente em juízo até o décimo dia de cada mês, enquanto houver o deslinde do feito, para informar e justificar suas atividades, bem como manter seu endereço atualizado junto ao Juízo e 2- Proibição de se ausentar da cidade. Na época do fato, a mulher trans afirmou que o desentendimento começou quando as vítimas a ofenderam com o termo “traveco” e, em seguida, partiram para cima dela com uma lâmina. Alegou que o homem a auxiliou na defesa. O envolvido afirmou que tomou a lâmina das vítimas e, para se defender e proteger a trans. esfaqueou os rapazes. FONTE: TJ-RJ

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