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investigação

Contraventor entrou na Justiça para pedir a devolução de celulares apreendidos em investigação sobre assassinato. Alega que o ato foi ilegal

O contraventor Vinicius Drummond entrou na Justiça para que a polícia devolva os dois telefones celulares apreendidos no bojo da investigação do assassinato de Manuel Agostinho Rodrigues Miranda, em Del Castilho, em setembro do ano passado, que foi morto em disputas da contravenção A defesa alega que Drummond foi conduzido coercitivamente à delegacia em 30/04/2025, ocasião em que foram apreendidos seus dois aparelhos celulares, com base em denúncia anônima e sob o pretexto de existência de mandado de busca e apreensão expedido nos presentes autos. Alega que o mandado judicial foi expedido em 30/09/2024 e já havia sido cumprido à época, sendo restrito aos endereços especificados, não autorizando busca pessoal em local diverso. A defesa requer, liminarmente, a expedição de ofício ao ICCE para que se abstenha de realizar qualquer atividade relacionada aos aparelhos vinculados ao procedimento nº 901-00479/2025, bem como para que sejam depositados em cartório até o julgamento do mérito. Seus advogados querem evitar que a polícia extraia e extrair conteúdos dos celulares que teriam sido apreendidos de forma ilegal pela DH-Capital”A Justiça, no entanto, negou o pedido. Alegou que não restou suficientemente demonstrada a urgência qualificada necessária à concessão da liminar, considerando que o mero risco de os aparelhos se submeterem ao desbloqueio forçado e extração de dados pelo ICCE não caracteriza, per si, risco imediato e irreparável à liberdade de locomoção do indivíduo, sobretudo porque a investigação conduzida pela DH ainda está em trâmite, não havendo notícia de iminente indiciamento ou decretação de medida constritiva de liberdade a justificar a antecipação da tutela jurisdicional. FONTE; TJ-RJ

Investigação de anos atrás revelou o outro lado do tráfico na Favela da Rocinha (CV), a mais lucrativa do Rio

Traficantes da Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, tinham um grupo no aplicativo Whatsapp, denominado “Bonde do Rogério 157 CV” , com 142 integrantes que foi criado para informar aos criminosos sobre as ações das polícias do Rio de Janeiro, bem como para tratar de assuntos pertinentes à organização criminosa atuante na Rocinha e em áreas sob sua influência,. A informação faz parte de uma investigação de anos atrás que destrinchou o outro lado do tráfico na comunidade, um dos mais lucrativos da cidade do Rio de Janeiro. O inquérito revelou, por exemplo, que um bandido vulgo Pingo que começou como vapor na na região da Vila Verde e cumprindo determinações de “Inseto” e de “Jabá”, foi promovido a gerente da boca de fumo. O traficante Baianino ou Balaiada fazia alertas sobre a movimentação das forças policiais e determinações para que um “menor” vá pegar um “negócio” no Valão (localidade de uma das bocas de fumo no interior da Rocinha). Ele determinou represálias a uma comerciante que abriu uma lanchonete no interior da comunidade e tem atendido diversos policiais militares – “diz que tem que chamar essa mulher e mostrar para ela que ela não pode fazer amizade com polícia não. Dodinha era um dos seguranças da atividade de traficância, em verdade, uma representação do braço armado da criminalidade, com atuação predominante na parte alta da comunidade em localidade conhecida como “Portão Vermelho”. Não obstante, há informações da inteligência, que ele atua também como um dos seguranças do líder da organização na Rocinha, o traficante Nome, o “Johny Bravo”. Caiquinho ocupava destaque dentro da hierarquia do tráfico de drogas na Rocinha. Ele foi conduzido a delegacia pelo qual confessou espontaneamente participar do tráfico de drogas na Rocinha, de forma a atuar na região conhecida como “Valão”, sempre armado de uma pistola Glock e um Fuzil G3. Inseto postava fotos em suas redes sociais portando fuzil, que somente é fornecido a alguém de confiança da organização criminosa. Anderson foi flagrado pedindo para uma criança pegar duas pistolas na Via Ápia em troca de” um dinheiro “. Os investigados estabeleceram uma rede criminosa, com divisão de tarefas e comunicação entre os membros, com o intuito de promover a circulação ilícita de substâncias entorpecentes,. Tais atividades ilícitas foram executadas de maneira deliberada e planejada, com a clara intenção de obter lucro por meio da venda de substâncias proibidas, expondo, dessa forma, a grave ameaça à ordem pública e à segurança da comunidade FONTE: TJ-RJ

CV já estaria presente em cinco cidades do interior de SP

Investigações apontam que o Comando Vermelho.já estaria presente em pelo menos cinco cidades do interior paulista, São elas Araras, Limeira, Leme, Americana e São João da Boa Vista. Na semana passada, a Polícia Federal prendeu uma mulher suspeita de ser administradora, orientadora geral e tesoureira do Comando Vermelho (CV) em São João da Boa Vista. A mulher inclusive participava de um grupo de estudos para concurso público da PF. Junto com um comparsa também preso, ela articulava missões de planejamento e execução de agentes da seguranca publica no Estado do Pará, FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

SAQUAREMA: Traficante é suspeito de tramar morte de técnico de enfermagem que se relacionou com sua ex

A polícia procura Luciano Cabral de Amorim, de 26 anos, Maria Eduarda Dutra Teixeira, de 24 e de Alan Vitor Dias Dutra, de 22 anos. Eles são os principais suspeitos de envolvimento na morte do técnico de enfermagem Fábio Corrêa Oliveira, de 27 anos, em.Saquarema. .  Segundo as investigações, Fábio mantinha um relacionamento com uma mulher que, assim como ele, trabalhava no Hospital Novo Municipal Nossa Senhora de Nazareth, em Bacaxá. O ex-companheiro dela, o traficante Luciano Cabral, conhecido pelo vulgo de “Lulu”, que já respondeu pelo crime de homicídio, não aceitava o fim do relacionamento e teria sido responsável por marcar o encontro com o técnico de enfermagem, por mensagens pelo Whatsapp. No entanto, informações apontam que o celular dela teria sido “hackeado” pelo ex, que teria marcado o encontro se passando por ela. Os dois estavam separados há cinco meses. O técnico saiu de casa, em Jaconé, dirigindo um Jeep Renegade, e não deu mais notícias desde então. No dia seguinte do seu desaparecimento, o carro de Fábio foi encontrado carbonizado em Arraial do Cabo, município vizinho. O corpo da vítima, que estava desaparecido desde 20 de abril (domingo de Páscoa), foi encontrado enterrado em uma área de mata no bairro Vilatur, em Saquarema, na Região dos Lagos, nove dias depois de seu desaparecimento e, foi localizado com a ajuda de um cão farejador do Corpo de Bombeiros. A vítima foi reconhecida no local pelas tatuagens que tinha no corpo.  Diante dos fatos, a Autoridade Policial da 124ª DP (Saquarema), recorreu à Justiça e pediu um Mandado de Prisão, para os envolvidos na morte de Fábio Corrêa, o que foi deferido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Saquarema, com pedido de Prisão Preventiva, pelo crime de Homicídio Qualificado.   Quem tiver informações sobre sobre a localização dos três envolvidos no crime, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Disque Denúncia

Traficante Doca (CV) comandava roubos a joalherias no Rio que contavam com a participação de bandidos do Amazonas e do Pará

O traficante Doca ou Urso, chefão do Comando Vermelho, chegou a comandar há alguns roubos a joalheiras na cidade do Rio de Janeiro. Os crimes tinham a participação de criminosos do Pará e do Amazonas que estavam escondidos na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha. Um dos roubos foi em Ipanema. Doca era o responsável por orquestrar os roubos, organizando o grupo, inclusive incluindo membros da facção, que conhecessem a cidade do Rio de Janeiro, servindo como guia para os criminosos de outros tados. Parte dos lucros dos roubos eram detinados a Doca. As armas eram fornecidas pelo traficante Pedro Bala, parceiro de Doca. Um dos bandidos envolvidos nos roubos era o de vulgo Geová, que também era integrante do tráfico no Morro da Mangueira e oriundo do Pará.A mãe de Geová chegou a falar diretamente com Doca para que não punisse seu filho por um desentendimento ocorrido entre ele e um bandido. Doca teria dito que no período que Geová trabalhou para ele, não deixou nada a desejar. Geová tinha muito dinheiro, cordões de ouro, casa, carro. Todos esses bens auferidos com produto dos roubos perpetrados por ele e seu bando. Os envolvidos são alvo de um processo criminal que tramita ainda em forma de inquérito desde 2021 no TJ-RJ FONTE: TJ-RJ

MC POZE É PRESO SUSPEITO DE LIGAÇÃO COM O CV

Foi preso hoje o famoso funkeiro MC Poze do Rodo , que é investigado por apologia ao crime e por envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho (CV). Poze realiza shows exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com armas de grosso calibre, como fuzis, garantindo a “segurança” do artista e do evento. O repertório das músicas entoadas por ele faz clara apologia ao tráfico de drogas, ao uso ilegal de armas de fogo e incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes. Esses eventos são estrategicamente utilizados pela facção para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes. Há evidências de que os shows realizados pelo artista são financiados pelo CV, contribuindo para o fortalecimento financeiro da facção por meio do aumento do consumo de drogas nas comunidades onde os eventos são realizados. Um desses eventos foi realizado no dia 19 de maio deste ano, na comunidade da Cidade de Deus, com a presença de diversos traficantes armados. O show, no qual o cantor entoou diversas músicas enaltecendo a facção criminosa, ocorreu poucas horas antes da morte do policial civil José Antônio Lourenço, integrante da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), em uma operação policial na comunidade. A Polícia Civil reforça que as letras extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. FONTE:: Policia Civil do RJ

Operação mira milicianos que extorquem comerciantes em Itaguaí. Grupo age com violência e expulsa vítimas que não pagam taxas

Hoje é dia de operação contra milicianos que extorquem comerciantes na cidade de Itaguaí. As investigações apontam que a quadrilha cobrava irregularmente taxas de comerciantes que eram expulsos quando não pagavam. Até o momento, três criminosos foram presos e um veículo foi recuperado. Sempre utilizando-se de violência, o grupo ameaçava as vítimas, muitas vezes de morte, inclusive utilizando fuzis, para coagir a população a pagar a taxa semanal. Em um dos casos, registrado pelos policiais, em dezembro de 2024, no bairro Somel, os milicianos expulsaram um comerciante, pois ele não pagou a extorsão. Mais uma vez, usando armas, eles forçaram as vítimas a abandonar o comércio, que foi tomado pelo grupo. Na ocasião, com as vítimas ainda no local, os criminosos roubaram as mercadorias, o maquinário e os veículos de entrega. As apurações tiveram início em fevereiro de 2022, quando duas pessoas foram presas, sendo uma delas com R$ 420 escondidos na cueca. A dupla recolhia dinheiro de comerciantes a mando de milicianos. Os mandados são cumpridos em Itaguaí e também em bairros de Campo Grande, Santa Cruz, Sepetiba, Guaratiba, Inhoaíba e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste. FONTE: Polícia Civil do RJ

Investigação revelou esquema de corrupção que causou prejuízo milionário no transporte público intermunicipal do RJ

Uma investigação da Polícia Civil do Rio desvendou um esquema de corrupção que gerava enorme prejuízo aos cofres públicos, por meio de fraudes no Bilhete Único Intermunicipal. A estimativa é que o prejuízo gerado por esse grupo possa chegar a dezenas de milhões de reais por ano — dinheiro que deveria subsidiar o transporte de trabalhadores fluminenses, mas que acabou irrigando contas bancárias e empresas de fachada ligadas aos investigados. SAIBA COMO FUNCIONAVA O ESQUEMA O esquema envolve linhas intermunicipais de transporte entre a Baixada Fluminense — Guapimirim, Magé, Piabetá e Raiz da Serra — e o Centro do Rio. Os fraudadores simulavam dezenas de passagens por hora em veículos com apenas 15 lugares, utilizando-se de cartões RioCard e do sistema de bilhetagem eletrônica para burlar os repasses do estado. Em um dos casos, foram registradas mais de 34 validações em apenas uma hora, sem que nenhum passageiro sequer entrasse na van. A quadrilha lucrava por meio da simulação deliberada de viagens inexistentes com o uso fraudulento de cartões RioCard vinculados ao programa Bilhete Único Intermunicipal. Por meio da instalação e manipulação dos validadores eletrônicos em suas vans, os permissionários realizavam múltiplas validações sequenciais — muitas vezes com o veículo parado e sem qualquer passageiro a bordo — registrando artificialmente um alto número de “embarques”. Cada validação gerava automaticamente um crédito a ser reembolsado pelo estado, na forma de subsídio tarifário, como se uma viagem legítima tivesse ocorrido. Ao longo do tempo, essas falsas validações resultavam em repasses mensais significativos às cooperativas e aos próprios permissionários, que se apropriavam indevidamente desses recursos. Em muitos casos, os cartões utilizados pertenciam a terceiros que sequer estavam presentes no trajeto, o que reforça o caráter simulado da operação. Os valores obtidos eram, em parte, lavados por movimentações fracionadas, aquisição de bens em nome de terceiros e uso de empresas de fachada, consolidando o enriquecimento ilícito com aparência de legalidade e dificultando a rastreabilidade do produto do crime. De acordo com o apurado, o esquema era baseado na industrialização da fraude, cujo lucro decorria diretamente da exploração de uma política pública voltada à proteção do cidadão trabalhador. Entre os investigados estão dirigentes de cooperativas e operadores de linhas suspeitas de funcionar como “fábricas de bilhetes falsos”, alguns deles com antecedentes em outras fraudes no setor de combustíveis. Em uma das situações apuradas, o investigado apontado como líder movimentou mais de R$ 1,2 milhão em apenas seis meses — R$ 259 mil em dinheiro vivo. Os autores montaram uma organização criminosa com divisão de tarefas, ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro, sustentada por um fluxo constante de repasses falsificados do programa Bilhete Único, que movimenta anualmente cerca de R$ 900 milhões. Policiais civis, estão nas ruas para cumprir nove mandados de busca e apreensão em residências e empresas de permissionários de vans acusados de desviar ilegalmente dinheiro público fazendo uso de viagens que nunca aconteceram. Além disso, com auxílio do Detro e de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), fazem fiscalização para verificar a possível utilização de veículos roubados no transporte de passageiros pela organização criminosa. As apurações contaram com oitivas de testemunhas, cruzamento de dados do sistema de bilhetagem, rastreamento de itinerários e cooperação com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e o Laboratório de Tecnologia contra a Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) da Polícia Civil. O relatório de inteligência financeira revelou movimentações incompatíveis com as rendas declaradas, saques fracionados em espécie, repasses cruzados entre os próprios permissionários e vínculos com cooperativas e locadoras de fachada. A operação tem como objetivo apreender documentos, celulares, mídias digitais, veículos de alto valor e joias de origem suspeita, além de acessar o conteúdo de dispositivos eletrônicos e registros de dados em nuvem que possam comprovar o esquema. Com o material em mãos, a DDSD vai ampliar as diligências, a fim de identificar outros envolvidos. Os alvos responderão pelos crimes de peculato, lavagem de capitais e constituição de organização criminosa. FONTE: Polícia Civil do RJ

PM ligado a Sem Alma e Adilsinho teve prisão preventiva decretada por dois homicídios diferentes. Em ambos, ele teria usado a mesma arma

O policial militar Thiago Alves Benício que faria parte de um grupo de extermínio, liderado pelo Policial Militar Rafael do Nascimento Dutra, vulgo “Sem Alma” e que teria ligação com o contraventor Adilsinho teve a prisão preventiva decretada por dois homicídios. O acusado está preso. Narra a denúncia que:, em um dos fatos, “no dia 10 de maio de 2024, no período da manhã, na Rua Luis Rodrigues da Paixão próximo ao numero 115, em Bangu, o PM efetuou disparos de arma de fogo contra o comerciante Emerson Teles de Menezes, que veio a óbito. – O crime foi cometido por motivo torpe, praticado por encomenda, uma vez que o acusado faz parte de um grupo de matadores. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, sendo certo que se encontrava no interior de seu veículo quando os executores, dentre os quais o denunciado, inopinadamente efetuaram os diversos disparos fatais. O crime foi cometido com a utilização de armas de uso restrito, calibres .762 e 9mm.” A arma de fogo foi utilizada no homicídio de Emerson foi a mesma usada no assassinato de Cristiano de Souza, Consta dos autos, por meio de laudos periciais, que a arma de fogo utilizada no homicídio que vitimou Cristiano de Souza também imputado também a Thiago, que teve a prisão preventiva decretada neste crime. Segundo as informações contidas nos autos do inquérito, um veículo parou em frente ao bar da Edna, onde a vítima estava com várias pessoas assistindo a um jogo de futebol, quando o PM desembarcou do veículo e desferiu vários disparos de arma de fogo contra a vítima, que veio a falecer no local, supostamente em razão de dívidas de jogo. FONTE: TJ-RJ

Presos dois bandidos no Turano (CV) em operação para capturar suspeitos de tentar matar delegado e de invadir parque na Zona Sul

Dois bandidos foram presos hoje no Morro do Turano, no Rio Comprido, em operação deflagrada para localizar o último envolvido na tentativa de latrocínio de um delegado, em fevereiro deste ano, e para aprofundar as investigações do caso dos narcotraficantes que invadiram o Parque Laje, no mesmo mês. De acordo com a polícia, a ação foi resultado de três meses de investigações envolvendo as duas ocorrências, sendo uma na Gávea e outra no bairro do Jardim Botânico. Em relação ao fato da Gávea, onde três criminosos tentaram assaltar um delegado, os policiais civis descobriram que o último integrante do grupo estava escondido no Turano. Ele foi preso nesta segunda. Dos outros integrantes do crime, um foi neutralizado na ocasião e o segundo foi preso por policiais penais, em abril. Sobre as as investigações do caso onde oito criminosos armados e encapuzados desceram pela área de mata do Parque Lage, os agentes descobriram que a real intenção deles era a prática de roubo a residências de luxo. Eles teriam tentado cometer o assalto, mas o alarme do imóvel disparou, o que fez com que fugissem e se escondessem na mata, saindo apenas durante a madrugada. O preso nesta segunda era o “batedor” da quadrilha, tinha o papel de verificar a presença de forças de segurança na rota de fuga escolhida pelos bandidos. Na delegacia, ele confessou o crime e afirmou que recebeu R$ 1 mil para fazer o trabalho para o grupo criminoso. Segundo a 15ª DP (Gávea), já é possível afirmar que todos os demais envolvidos são oriundos da comunidade dos Prazeres, na Região Central da cidade. As investigações continuam para identificar todos os criminosos e prendê-los. FONTE; Polícia Civil do RJ

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