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investigação

Apreendida namorada de menor suspeito de matar os pais e o irmão de três anos

A namorada do adolescente suspeito de matar os pais e o irmão de 3 anos em Itaperuna, no Norte do Rio de Janeiro, foi apreendida, nesta segunda-feira, em Mato Grosso do Sul. De acordo com o delegado Carlos Augusto da Silva, titular da 143ª DP e responsável pela investigação, a garota, de 15 anos, responderá pelos mesmos crimes: triplo homicídio e ocultação de cadáver. A participação dela no crime ainda não foi detalhada pela polícia mas segundo relatos, ela assistiu tudo por uma chamada de vídeo. Segundo a polícia, ela foi uma ‘grande incentivadora’ dos assassinatos e também planejava matar os próprios pais após se encontrar com o namorado virtual. Agora, a adolescente de 15 anos também responderá pelos mesmos crimes do namorado virtual: triplo homicídio e ocultação de cadáver. FONTE; RO em Foco (Facebook)

Presa uma das maiores golpistas de Boa Noite Cinderela no Rio

Foi presa na madrugada desta terça-feira (01/07), uma mulher que aplicava o golpe do “Boa Noite, Cinderela”. Segundo a policia , ela era uma das principais autoras de crimes desta natureza, investigada em mais de dez procedimentos. A prisão ocorreu na Pedra do Sal, na Região Central do Rio. A equipe chegou até ela durante a apuração do desaparecimento de um turista francês. Ele foi localizado em uma unidade de saúde e prestou depoimento. Segundo o homem, ele foi abordado por um grupo de mulheres, na Lapa, e acabou marcando um encontro com uma delas para o dia seguinte. .Conforme o relato, ambos foram para um quiosque, em Copacabana, e de lá seguiram para o Arpoador, onde encontrariam uma amiga da mulher. Em determinado momento, ele se sentiu cansado e afirmou que pediria um carro de transporte por aplicativo, mas a autora afirmou que um táxi estava indo buscá-los. No caminho, ele reconheceu que estava passando pela Lapa e foi levado para um local não identificado. Ao chegar, caiu no chão e bateu a cabeça, não se recordando do que ocorreu em seguida. Ele teve seus bens subtraídos. A partir do depoimento, os agentes da Deat realizaram diligências e conseguiram identificar a mulher. Ela foi localizada e capturada. Contra a criminosa, foi cumprido um mandado de prisão. FONTE: Polícia Civil do RJ

MP prende PMs suspeitos de fazer segurança armada de comerciantes mediante pagamento mensal durante horário de expediente

O Ministério Público Estadual do Rio prendeu até o momento noven dos 11 PMs que são alvos de operação suspeitos de prestar segurança armada a comerciantes de Belford Roxo, durante o serviço na corporação, mediante pagamento mensal. Eles vão responder na Justiça pelo crime de organização criminosa. A pedido do GAESP/MPRJ, os mandados foram expedidos pelo Juízo da Auditoria da Justiça Militar e são cumpridos em endereços em Belford Roxo, Nova Iguaçu, Maricá e nos bairros da Pavuna e Bento Ribeiro, na capital. De acordo com a denúncia, os comerciantes beneficiados pelo esquema eram informalmente chamados de “padrinhos”. Os crimes ocorreram entre 2021 e 2024 período em que os policiais estavam lotados no 39º BPM (Belford Roxo). Atualmente, parte dos denunciados permanece na unidade, enquanto os demais estão no 12º BPM (Niterói), 15º BPM (Duque de Caxias), 20º BPM (Mesquita), no Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur) e na Prefeitura de Belford Roxo. Segundo as investigações do GAESP/MPRJ, a oferta do serviço era contratada pelos comerciantes, com quem os PMs estabeleciam uma relação de dependência econômica, comprometendo os princípios da legalidade, moralidade e isonomia no acesso à segurança pública. Entre os pontos comerciais identificados estavam restaurantes, lanchonetes, mercados, lojas, postos de combustíveis, depósitos, farmácias, clínicas, universidades, funerárias, serviços de mototáxi, transporte alternativo, feiras livres, festas populares e um posto do Detran em Belford Roxo. FONTE: MPRJ

Teve chacina em Nova Iguaçu no último fim de semana. Chefe da milícia está entre os quatro mortos

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes de quatro homens ocorridas em Nova Iguaçu no ultimo fim de semana. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. Um dos quatro mortos é Ednilson Jesus da Silva, vulgo Baiano, comandava uma milícia na cidade sendo apontado como executor e mandante de diversos crimes, em especial a conduta de conceder empréstimos de valores em dinheiro com juros exorbitantes, utilizando violência ou grave ameaça nas cobranças. Em seu perfil do Whatsapp constava a imagem de um caveira com os dizeres: “Deus julgará meus inimigos – Eu apenas providencio o encontro – Nova Iguaçu – Bonde do Trem.” Os milicianos de sua quadrilha atuavam como justiceiros na região. Eles usavam equipamentos e vestuários de uso militar, dentre eles coturno, roupas militares, capa de colete balístico. Em uma escuta telefônica, Baiano recebeu informação de um comparsa que comandava uma milícia em Belford Roxo que lhe disse que obtivera informações de dentro do Batalhão da Polícia Militar sobre algum documento que poderia prejudicá-los. O bando praticava ainda crimes de extorsão, homicídios, furtos e fornecimento de serviço de telecomunicação clandestino, vulgarmente conhecido como´gatonet´. A base do grupo era o bairro da Grama e localidades adjacentes, Outro morto, Fabiano de Melo Alves chegou a ser preso armado suspeito de pertencer a uma milícia na cidade. FONTE: PCERJ e TJ-RJ

Polícia investiga se homem acusado de matar mulher com golpe na cabeça e enterrar parcialmente corpo em Japeri teria sido condenado à morte pelo ‘tribunal do tráfico’

A polícia investiga a suposta morte de um homem chamado Ronaldo Martins da Silva, que teria sido executado por traficantes em Japeri após ter matado a companheira Lindalva Jovencio Antônio em março deste ano. O corpo de Lindalva foi achado em 5 de março na Estrada do Bananal, próximo da comunidade do Guandu. O cadáver estava parcialmente enterrado e com sinais de morte violenta.. Ela teria levado um golpe forte na cabeça causando hemorragia cerebral. Lindalva tinha saído de cassa dois dias antes sem motivos aparentes. Em conversa informal com policiais, uma mulher informou que Ronaldo era o suspeito em razão de seu histórico violento e comportamento agressivo. Ronaldo era usuário de medicamentos controlados e tinha histórico também de internação psiquiátrica. Essa testemunha e seu filho foram levados à delegacia onde a mulher afirmou que foi sequestrada por traficantes do Guandu acusada de envolvimento na morte de Lindalva junto com Ronaldo. Ela disse que Ronaldo foi capturado, condenado e executado pelos criminosos e o corpo jogado no Rio Guandu. A mulher afirmou que foi ameaçada de morte mas acabou liberada pelos bandidos.. Até agora, não houve confirmação da morte de Ronaldo pois seu corpo não foi localizado. Por conta disso, ele está com prisão temporária decretada. FONTE: TJ-RJ

Grupo usava plataforma para cometer estupros virtuais e tortura contra mulheres

. Um grupo vinha praticando crimes de violência contra mulheres. As investigações apontam que os envolvidos se organizavam virtualmente, em plataformas como Discord, para cometer estupros virtuais, torturas, misoginia e racismo contra as vítimas. Hoje, a polícia faz operação contra esses criminosos. Os agentes cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão em Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e em outras oito unidades da federação – Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Santa Catarina e São Paulo. Até o momento, quatro pessoas foram presas. A ação foi planejada a partir da investigação da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Duque de Caxias. Em abril deste ano, a mãe de uma das vítimas procurou a unidade para relatar que imagens íntimas de sua filha estavam sendo divulgadas. Durante a apuração, os agentes constataram a existência de uma rede criminosa com dezenas de outras vítimas. Tudo era transmitido on-line e, em alguns casos, a gravação era posteriormente exposta na internet. FONTE; Polícia Civil do RJ

‘Escritório do Crime’ tentou matar PM que era ligado a Fernando Iggnácio

O Escritório do Crime, grupo de matadores que agia por recompensa, tentou matar um PM que era envolvido com o falecido contraventor Fernando Iggnácio em 2018. O PM foi alvo de atentado em janeiro daquele ano na Rua Ribeiro Andrade, em Bangu. Inicialmente, se cogitou a hipótese de latrocínio Na ocasião, o policial reagiu à empreitada criminosa, porém foi alvejado no tórax e em uma das mãos, motivo pelo qual foi socorrido por populares e por um ex-PM. Ele foi levado para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo. No decurso das investigações, foi verificado que na verdade o PM foi vítima de tentativa de homicídio por erro de execução. Foi analisado na época o conteúdo do telefone celular de um membro do Escritório do Crime, vulgo Mugão (já falecido) e foi descoberto que o PM alvo como também o ex-PM que o socorreu trabalhavam na ―base da segurança de Fernando Iggnácio. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Preso bicheiro acusado da morte do filho de Piruinha

Foi preso nesta segunda,-feira o bicheiro Marcelo Simões Mesqueu, o Cupim, durante operacã do MP e da PMERJ contra investigados pelos assassinatos de Haylton Carlos Gomes Escafura — herdeiro de um dos clãs ligados à exploração do jogo do bicho no Rio de Janeiro — e de sua então namorada, a soldado Franciene de Souza. Os crimes ocorreram em 2017. Cupim foi denunciado à Justiça no último dia 23/06 pelo GAECO/MPRJ por homicídio. Os mandados de busca e apreensão miram outros seis investigados — incluindo dois policiais militares — e foram expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal da Capital, a pedido do MPRJ, para endereços nos municípios do Rio de Janeiro, Cabo Frio e Florianópolis .De acordo com as investigações, o crime foi motivado por uma disputa pelo controle de pontos de exploração de jogos de azar. Haylton Carlos teria tentado reassumir os espaços anteriormente arrendados por Cupim junto a José Caruzzo Escafura, o Piruinha, seu pai e integrante da chamada “velha cúpula” da contravenção. O GAECO/MPRJ apura ainda o possível envolvimento de membros da organização criminosa liderada por Cupim, bem como de matadores ligados ao grupo conhecido como “Escritório do Crime”.  FONTE: MPRJ

Soldado do Exército preso confessou que iria vender munições da corporação a traficantes da Serrinha (TCP). Valor seria de R$ 1.200

Leia agora como se deu a prisão do soldado do Exército Josiel Luiz Batalha, suspeito de furtar munições da corporação para vendê-las a traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira. Os autos indicam que, em continuidade das investigações da prisão em flagrante do Allison Gabriel por posse de munição de uso restrito de propriedade das Forças Armadas e Exército Brasileiro, com a finalidade de vendê-las para a Comunidade da Serrinha, conseguiu identificar o custodiado Josiel como coautor. Allison fora preso em 22 de maio de 2025, por volta das 22h40min, na Rua Ouseley com a Av. Brasil-Coelho Neto-RJ, Foram encontradas com ele na ocasião 60 munições calibre 7,62×51. Informa que, inicialmente, o abordado alegou atuar como motorista de aplicativo e desconhecer o conteúdo transportado. Contudo, já na unidade policial, verificou-se que o indiciado mantinha as referidas munições em depósito e havia ajustado sua venda, com auxílio de interposta pessoa ainda não identificada, pelo valor de R$ 1.200,00, tendo sido combinada a entrega na comunidade da Serrinha. A polícia descobriudiversas mensagens entre ele e outros indivíduos negociando a venda e entrega das munições Diante das informações, a Polícia Civil convidou o conduzido Josiel para comparecer à Delegacia e o entrevistou, momento em que ele confessou ter subtraído munições do Exército Brasileiro, em concurso com Alisson, com a intenção de vender para o tráfico da Comunidade da Serrinha. O militar disse que, após a prisão de Alisson, ficou reticente de manter as munições em sua casa, razão pela qual pediu para sua irmã, a conduzida Raquel, levar o material para casa e guardar. Munidos das informações fornecidas por Josiel, policiais civis foram para o endereço marcado pelo conduzido com custodiada Raquel, qual seja, Avenida das Américas, 13.300, Recreio dos Bandeirantes e, no local, os agentes avistaram a irmã de Josiel segurando uma bolsa contendo 107 (cento e sete) munições, sendo 18 (dezoito) munições de calibre 7,62mm, 19 (dezenove) munições de calibre 9mm, 02 (duas) munições de calibre 12 e 68 (sessenta e oito) munições de calibre 5,56mm, todas intactas. Questionada, a mulher confessou estar guardando as munições para Josiel. Tanto Allisson como Josiel são integrantes das Forças Armadas e, valendo-se de tal condição, desviaram quantidade significativa de munições – a maioria de fuzil – com a intenção de vender ao tráfico de drogas. A presa, por sua vez, participou da empreitada ao guardar o armamento bélico em sua casa, com a nítida intenção de evitar a apreensão do material após a prisão de Alisson. FONTE; TJ-RJ

Leia todos os detalhes de um sequestro cometido por guardas municipais de Belford Roxo. Vítima passou quase dois dias em cativeiro

Guardas municipais de Belford Roxo foram denunciados por sequestro. O fato ocorreu entre as 23h30min do dia 06 de dezembro de 2024 e a madrugada do dia 07 de dezembro de 2024, na Boate Pink Flamingo, situada na Rua Raul Pompéia, nº 102, no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Os guardas usaram, publicamente, de distintivo de função pública que não exerciam (de policiais civis) e, com isso, privaram de liberdade as vítimas H.C.S, C.G, J.H e V, mediante cárcere privado, mantendo-as detidas, contra suas vontades, para suposta “averiguação”, visto que teriam reconhecido as vítimas como supostos integrantes de um grupo que aplicava “Boa noite Cinderela”. Os suspeitos, subtraíram, mediante graves ameaças, para si ou para outrem, 01 (um) tênis da marca Jordan, 01 (um) Iphone 16 Pro Max e 01 (uma) carteira com cartões, todos de propriedade de uma das vítimas. No mesmo dia, os guardas, nas imediações da Delegacia de Copacabana (13ª DP) constrangeram, mediante graves ameaças de lhe causar mal grave a vítima H, com o intuito de obterem para si ou para outrem indevida vantagem econômica no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais), sob a alegação de que C teria prometido este valor para que todos fossem liberados e que a vítima Hyago teria que providenciá-lo. .Após isso, entre as 16h do dia 07 de dezembro de 2024 e até por volta das 14h50min do dia 09 de dezembro de 2024, os criminosos sequestraram H.C.S , e o mantiveram assim, em cárcere, por mais de 24 (vinte e quatro) horas, para obterem, para si, vantagem como como condição do resgate. H na companhia de amigos foi até a Boate Pink Flamingo. Ocorre que, após cerca de 40 (quarenta) minutos, as vítimas foram abordadas pelos denunciados, que se identificaram como policiais civis e levaram H para um outro andar da boate, onde indagaram se ele estaria em companhia de C, afirmando, logo em seguida, que já sabiam quem eles eram e que tinham filmagens armazenadas. Em seguida, os suspeitos privaram a liberdade as vítimas mantendo-as em cárcere na boate, afirmando que estavam detidas para averiguação, e impedindo-as que fossem embora do local. Pouco depois, os guardas liberaram uma das vítimas , em seguida, conduziram os demais para a Delegacia de Copacabana (12ª DP). Salienta-se que, segundo a vítima H, já na Delegacia, a vítima C, que acabou detida por conta de um mandado de prisão expedido em seu nome, lhe afirmou que havia feito um acordo com os suspeitos, que se identificavam como policiais civis, para que todos fossem liberados mediante o pagamento da quantia de R$ 100.000,00 (cem mil reais). C, inclusive, tentou fugir da Delegacia, mas acabou contido por policiais. Já por volta das 16hs do dia 07 de dezembro, H após ser autuado pela prática de porte de drogas para o uso próprio, visto que tinha em seu poder 02 (dois) pinos de cocaína e uma pequena quantidade de lança perfume, acabou liberado pela Autoridade Policial, ocasião em que, ao sair da Delegacia, se deparou com os denunciados sentados em um bar bebendo. Com efeito, ao avistarem a vítima saindo da Unidade Policial, os guardas JEFFERSON e IGOR chamaram por H, que foi ao encontro da dupla. Neste momento, os bandidos afirmaram para a vítima que C os havia prometido R$ 100.000,00 (cem mil reais), para que todos fossem liberados e que a vítima, então, deveria providenciar o valor, tendo H respondido que entraria em contato com a esposa de C para que ela efetuasse o pagamento da quantia. No entanto, insatisfeitos e ansiando pelo pagamento da vantagem, os guardas passaram a constranger a vítima, exigindo de H o pagamento da quantia prometida por C, sendo certo que, após algum tempo, a quantia diminuiu para R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), tendo a vítima, efetivamente, efetuado transferências nos valores de R$ 1.950,00 (mil novecentos e cinquenta reais), R$ 1.000,00 (mil reais) e R$ 500,00 (quinhentos reais) para chaves aleatórias de PIX informados pela dupla. Ato contínuo, ao perceberem que a vítima não tinha mais dinheiro, os guardas denunciados subtraíram os pertences da H e decidiram levá-la para outro local, a fim de mantê-lo em cativeiro, momento em que fizeram contato com um comparsa e com ele acordaram o valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para que fornecesse o local em que a vítima seria mantida em cativeiro. Então, os guardas colocaram a vítima no porta-malas de um carro e a conduziram até o cativeiro providenciado pelo comparsa , na casa deste, onde H foi mantido em cárcere, com os pés e as mãos algemados, além de tocas cobrindo seu rosto, até por volta das 11h do dia 08 de dezembro de 2024, quando, diante da chegada da mãe do terceiro suspeito, a vítima foi obrigada a se portar como se amigo dos denunciados fosse e, em seguida, foi retirado da casa e novamente colocado no porta-malas de um veículo e algemado. Após, os criminosos saíram com o carro, pararam em um local parecido com uma oficina, onde se apossaram de uma pistola e, seguiram mantendo a vítima privada de sua liberdade, no interior do porta-malas do veículo utilizado, onde permaneceu até as 11h do dia 09 de dezembro de 2024. Salienta-se que, durante todo o tempo, os suspeitos, utilizando os aparelhos celulares da vítima H, faziam contato com familiares desta, exigindo o pagamento de valores à título de resgate, seja por meio de mensagens e ligações pelo WhatsApp, seja por meio de envio de vídeos com a vítima algemada e com o rosto coberto, como estes abaixo: Já por volta das 11h do dia 09 de dezembro de 2024, a vítima foi colocada no interior do veículo, junto com os criminosos, ocasião em que o trio reiniciou as negociações com os familiares de H, exigindo pagamento de quantias para que o lesado fosse libertado. Destaque-se que após os contatos dos bandidos com os familiares da vítima, estes compareceram até a DAS (Delegacia Antissequestro), que iniciou diligências a fim de obter

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