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investigação

Polícia investiga morte suspeita ðe bebê de um ano em Maricá. Corpo tinha marcas que parecem esganadura

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, investiga a morte de uma bebê de 1 ano e 3 meses ocorrida na madrugada desta sexta-feira (20), no distrito de Itaipuaçu, em Maricá. A babá foi detida e seu neto foi convocado para depoimento. O caso é tratado como morte suspeita e está sob responsabilidade da especializada. De acordo com informações repassadas pela polícia, a criança foi levada já sem sinais vitais para a UPA de Inoã, onde o óbito foi confirmado. Profissionais de saúde identificaram marcas no pescoço compatíveis com possível esganadura e indícios que levantaram suspeita de violência. A confirmação da causa da morte dependerá do laudo do Instituto Médico-Legal (IML).

Relatório da Justiça aponta quem seriam os principais traficantes que atuam na Favela Para Pedro (TCP) e cita homicídio de rival do CV dos quais os bandidos são suspeitos

Relatório do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro aponta quem são os principais traficantes que atuam na comunidade do Para-Pedro, em Colégio, na Zona Norte do Rio. Segundo o documento, a localidade é dominada por organização criminosa pertencente à facção criminosa “Terceiro Comando Puro”, que atua na região há muitos anos, explorando como atividade principal o comércio ilegal de drogas, porém, de maneira acessória, também explora a prática dos crimes de porte ilegal de armas de fogo, roubos e homicídios, O relatório indica que um criminoso conhecido como Free Fire , figura como dono” da comunidade Para Pedro, Os traficantes Rex ou Neto e Radical do Parapaz têm a função de gerentes do tráfico de drogas, enquanto que Dudu ou Ribery exerce o cargo de soldado. Os traficantes da Para Pedro teriam sido os responsáveis pelo ataque ocorrido na última sexta-feira no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, área dominada pelo Comando Vermelho. O relatório diz que Free Fire é suspeito de ser o mandante da morte de Márcio Eduardo Magalhães Santana, o Orelha, ocorrida em maio de 2024, no Morro do Jorge Turco, em Coelho Neto. O documento diz que Orelha era apontado como integrante da facção criminosa “C.V.”, Uma pessoa inocente foi atingida no ataque, Na época do fato, o Jorge Turco estava sendo objeto de constantes ataques da organização criminosa que controla a comunidade Para Pedro”, ligada à facção criminosa “Terceiro Comando Puro”, em razão da disputa territorial pelo controle do comércio ilegal de drogas explorado naquelas comunidades. O relatório judicial diz que os assassinos conseguiram cercar a vítima e executá-la, desferindo diversos disparos de arma de fogo, levando um fuzil e dois celulares da vítima. O documento da Justiça revela que foi encontrado o perfil do traicante Neto no X onde foi, possível constatar que este faz parte do tráfico da Comunidade “Para Pedro”. Em uma dessas, aparece um fuzil que, supostamente, pertencia à vítima Marcio Eduardo. Segundo o MPRJ, o depoimento de três familiares da vítimA (primo, irmão e mãe), os quais afirmam que o homicídio foi perpetrado por traficantesda Comunidade “Para Pedro”, pertencente ao TCP, em razão da vítima ser integrante do tráfico da Comunidade “Jorge Turco”, pertencente ao CV.

JUSTIÇA DECRETOU PRISÃO DE SUSPEITOS DE MATAREM MENINA VALENTINA

A Justiça decretou a prisão temporária de três homens suspeitos de envolvimento na morte da menina Valentina, de oito anos, na semana passada, em Nova Iguaçu, Segundo os autos, inquérito policial tem por objeto a apuração de crime de latrocínio consumado, que vitimou a criança, além do crime de associação criminosa. Os fatos ocorreram na noite de 11 de fevereiro de 2026. De acordo com o processo, as investigações apontam que os representados integrariam um grupo criminoso responsável por uma série de roubos de veículos na mesma data, utilizando um automóvel Toyota Corolla preto, placa RKL4C97 (previamente roubado), para interceptar as vítimas. De acordo com os fatos narrados pela polícia, na Rua Nair Dias, em Nova Iguaçu, o grupo interceptou o motorista de um carro, que estava acompanhado de sua filha. Após a abordagem, a vítima desembarcou do automóvel e pediu apenas para retirar a criança do banco do carona. Contudo, de forma injustificada, um dos agressores efetuou um disparo de arma de fogo que transfixou o para-brisa e atingiu a cabeça da menor. Os autores fugiram do local sem realizar a subtração do bem, enquanto a criança, após socorro médico, acabou vindo a óbito no hospital. Segundo o processso, a qualificação dos investigados foi obtida por meio de diligências de campo e oitivas de testemunhas. Tais indícios podem ser extraídos dos autos de reconhecimento, das imagens de segurança e dos depoimentos colhidos, os quais comprovam que os representados utilizavam o veículo Corolla roubado para a prática de crimes patrimoniais com emprego de violência, culminando no disparo fatal contra a menor, na noite de 11/02/2026. Os ajutos apontam ainda que após informações anônimas, a testemunha W.O.S.A morador da Comunidade do Castelar, foi conduzida à delegacia e afirmou ter identificado dois dos suspeitos (Lucas Pereira dos Santos Plínio e João Vítor Teixeira Araújo)_ a partir de imagens do crime nas redes sociais, reconhecendo-os como os indivíduos que desembarcaram do veículo Corolla no momento da ação criminosa. Os autos dizem ainda que a testemunha acrescentou que o investigado Weslley Oliveira Souza (vulgo “Caveirinha”) também integra o grupo criminoso, estaria em uso de tornozeleira eletrônica e, após ter sido expulso da Comunidade do Castelar, estaria residindo na Comunidade do Chapadão, local onde um dos veículos roubados foi identificado por rastreador.

CHEFE DA POLÍCIA CIVIL DO RIO DIZ QUE PEDIU A PRISÃO PREVENTIVA DE SUSPEITOS DE ENVOLVIMENTO EM MORTE DA MENINA VALENTINA

O chefe da Polícia Civil do Rio, delegado Felipe Curi, disse em suas redes sociais que já identificou e pediu a prisão preventiva dos suspeitos de matarem a menina Valentina, de oito anos, baleada na cabeça durante assalto na semana passada, em Nova Iguaçu. Segundo ele, os suspeitos são João Vitor Teixeira Araújo, de 19 anos, com quatro anotações por roubo quando era menor, Lucas Pereira dos Santos Plínio, de 25 anos, que possui três anotações por roubo e Wesley Oliveira de Souza, de 23 anos,que tem passagens por homicídio, porte ilegal de armas e receptação. “Temos um sistema criminal falido no Brasil. Não foi falta de polícia foi excesso de impunidade. Todos já tinham sido presos e estavam soltos porque aqui no Brasil vale a pena ser bandido, criminoso e assassino. A lei só favorece marginal e abandona a população”, disse, Curi disse que não recebeu nenhuma mensangem de entidades ligadas a direitos humanos se manifestando sobre o caso. Segundo ele, eles só se manifestam quando a polícia neutraliza criminosos.

Investigações antigas relatadas em tribunais revelam posição de destaque de cunhado de Fernandinho Beira-Mar no tráfico há muito tempo. Ele foi preso ontem em Pernambuco

Preso ontem em Pernambuco, o cunhado do traficante Fernandinho Beira-Mar, Marinílson Carneiro da Silva, foi apontado em investigação da Polícia Federal de anos atrás como integrante de uma quadrilha que era liderada pelo filho de Beira-Mar e atuava no tráfico de drogas e armas, de acordo com informações do Superior Tribunal de Justiça. Segundo o STJ, o bando adquiria o material em países vizinhos, fazia a negociação do transporte, pagamento e venda dos ilícitos aqui no BrasilMarinilson, segundo a investigação relatada no STJ, era o responsável por adquirir a droga na região da fronteira e diretamente nos países vizinhos, empreeendendo viagens com o fim de garantir a circulação das drogas pelo território nacional e auxílio de mulas para a concretização da entrega dos bens ilícitos. Segundo o TJ-RJ, em outra investigação, que resultou em denúncia pelo Ministério Públikco de Nova Friburgo, Marinilson foi apontado como integrante de uma quadrilha que atuava a partir do fornecimento do entorpecente através da rede marginal criada e comandada por Luiz Fernando da Costa, o alcunhado Fernandinho Beira-Mar¿. Na estrutura da associação, Marinilson administrava os negócios da empresa Fricargo, encarregada de fazer o transporte do entorpecente até Friburgo para abastecer os pontos de venda instalados, bem como em outros municípios, segundo o TJ-RJ. Os autos do TJ-RJ apontaram que fazia parte do bando o traficante Chapolin que estruturava a quadrilha nos locais em que ela se instalava, o fazendo valendo-se de outros integrantes da associação baseados na cidade de Duque de Caxias, de onde vinham nos apelidadosBondes¿ trazendo o entorpecente, armas e quadrilheiros com o fim de dominar pontos de venda de quadrilhas rivais ou de assegurar a continuidade do próprio negócio¿. Chapolin ficou conhecido ao ser flagrado em uma escuta telefônica encomendando um míssil Stinger, usado por grupos terroristas como a Al Qaeda. De acordo com a denúncia, no desempenho de sua atividade, Chapolin comandou umbonde¿ que chegou a esta cidade, em agosto de 1999, com o fim de dominar o tráfico de entorpecentes no Morro da Pedra, Alto de Olaria, onde aconteceram intensas trocas de tiros inicialmente com quadrilha rival lá instalada e, posteriormente, uma vez ocupado o morro, com a própria Policia Militar, sendo certo que desses incidentes resultaram em prisões. Marinilson foi apontado também em outra investigação como fornecedor de grande quantidade d drogas para traficantes venderem em João Pessoa, na Paraíba.

Denúncia do MPF ao STF explica como delegados da Polícia Civil do RJ obstruíam investigações de homicídios, inclusive o de Marielle, cometidos por bicheiros, políticos e milicianos

A reportagem teve acesso ao documento da denúncia do Ministério Público Federal ao Supremo Tribunal Federal contra os delegados Rivaldo Barbosa e Genilton Lages por atos de obstrução de investigação sobre crimes praticados por meio de organização criminosa principalmente em relação aos homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, cometidos em março de 2018. Segundo o documento, a associação funcionava essencialmente por possuir e manter controle, direto ou indireto, sobre as investigações relacionadas aos crimes de homicídio praticados no Estado por milicianos ou por contraventores, no contexto de disputas por domínio territorial ou pelo gerenciamento de determinados segmentos de mercado ilícito, tais como a exploração de jogos ilegais. Eles cometiam as irregularidades da seguinte forma a)desaparecimento ou destruição de autos físicos e documentos;b) avocação de inquéritos policiais que se encontravam em poder de delegados que não haviam aderido ao modelo de funcionamento da associação criminosa;c) ocultação de provas;d) ausência de preservação dos elementos probatórios que poderiam viabilizar o esclarecimento do crime e de sua autoria, para que os vestígios desaparecessem com o decurso do tempo;e) utilização de testemunhos falsos;f) incriminação de terceiros sabidamente inocentes;f) realização de diligências inócuas, que geravam volume grande de informações, embaraçando o regular andamento das investigações. Segundo os autos, dirigida por Rivaldo Barbosa de Araújo Junior, a associação aproveitou-se de um contexto de mercantilização de homicídios existente no Rio de Janeiro, caracterizado pela existência de grupos de pistoleiros, que matavam sob encomenda, e por disputas territoriais entre milicianos e criminosos organizados, com relevantes consequências patrimoniais Diante de um “mercado de homicídios”, a deliberada ineficiência da Divisão de Homicídios foi precificada pela associação, que assegurava impunidade tanto aos mandantes quanto aos executores materiais de crimes contra a vida, revela o documento do MPF. São diversos os elementos dos autos que dão conta de que os codenunciados exigiam desses agrupamentos ilícitos vantagens indevidas, para deixar de investigar crimes ou para obstruir investigações em andamento. de acordo com a denúncia. O resultado dessa associação entre criminosos habitualmente dedicados à prática de homicídios e os denunciados, para lhes garantir impunidade, foi o crescimento significativo de homicídios não esclarecidos na cidade do Rio de Janeiro, de modo similar ao que ocorreu no “Caso Marielle, aponta o relatório do MPF, Com carreira sólida na Polícia Civil e ostentando a posição da mais elevada hierarquia na Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa se associou a Giniton Lages, a Marco Antonio de Barros Pinto, bem como a outros policiais, com a finalidade de obstruir ativamente as investigações que envolviam homicídios praticados por criminosos organizados, milicianos e contraventores no Estado, bem como para sabotar as investigações por conduta omissiva imprópria, segundo a denúncia, Essa associação passou a representar o que o colaborador Ronnie Lessa chamou de modelo estrutural de corrupção na Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, aponta o relatório do MPF. Criminosos associados à exploração de jogos de azar e às milícias efetuavam pagamentos mensais à Polícia para que os seus homicídios não fossem adequadamente investigados, revela o documento do MPF. Rivaldo era o líder do esquema com a implementação da unificação das Delegacias de Homicídios, Rivaldo Barbosa, na condição de Diretor da Divisão de Homicídios, foi erigido a um patamar de destaque na estrutura da PCERJ. Entretanto, o poder advindo do cargo o alçou a responsável pelo balcão de negócios homicidas instalado na Divisão, uma vez queseria o responsável por coordenar a investigação de toda Região Metropolitana do Rio de Janeiro” Se apurou acerca do modo como os denunciados agiam para obstruir as investigações dos homicídios submetidos à Divisão da qual faziam parte, foi tornar prática comum o desaparecimento de autos físicos de inquéritos policiais e documentos que lhes interessassem, a avocação de procedimentos em poder de delegados que não participavam do grupo, e a omissão na preservação dos elementos probatórios necessários ao esclarecimento dos crimes. Outra linha de atuação se operava por meio da utilização de testemunhos falsos, pela incriminação de terceiros sabidamente inocentes e pela realização de diligências inócuas, Tome-se como primeiro exemplo o homicídio de Marcos “Falcon”. Marcos Vieira de Souza, conhecido como Marcos Falcon, era Policial Militar com atuação na região de Osvaldo Cruz. Obteve notoriedade por atuar como miliciano e justiceiro na região. Valendo-se de sua influência crescente, tornou-se Presidente da Escola de Samba Portela. Anunciou sua candidatura ao cargo de vereador no Município do Rio de Janeiro, mas foi executado. A investigação coube ao Delegado Brenno Carnevale, que não aderiu ao modelo de obstrução de investigações estruturado pela associação criminosa. Notando que Carnevale atuaria com eficiência e, provavelmente, chegaria aos mandantes e executores do crime, Rivaldo Barbosa interferiu diretamente no trabalho do policial, determinando que nenhuma providência fosse tomada sem que fosse direta e pessoalmente informado. Não satisfeito, Rivaldo e seus comparsas promoveram o extravio dos autos em que se apurava o crime, mesmo destino que foi dado a arquivos correlatos à investigação do homicídio praticado contra Geraldo Pereira, igualmenteligado a milícias e a organizações criminosas dedicadas à exploração de jogos ilegais. Em seu depoimento, o delegado Brenno Carnevale revelou que procedimentos investigatórios distribuídos à sua presidência desapareciam, assim como provas e elementos de convicção. Relatou, ainda, que o excesso de exigências burocráticas inviabilizava a realização de diligências importantes. Disse, mais especificamente, que durante as investigações para apurar a morte de André Serralho e após direcioná-las a um grupo de milicianos, se deu conta de que os autos haviam sido extraviados, sempre sob o absoluto controle da associação criminosa denunciada Os episódios não se encerram aí. Ao investigar o homicídio de Haylton Scafura, filho de José Caruzzo Scafura, o “Piruinha”, um dos líderes da antiga “cúpula do jogo do bicho”, Carnevale foi surpreendido por uma decisão proferida pelo titular da Delegacia da Capital, Fabio Cardoso, subordinado a Rivaldo Barbosa, quelhe retirou, sem nenhuma justificativa, a atribuição para o caso. Carnevale identificou que o homicídio de Marcos Falcon apresentava características de execução muito similares aos crimes anteriormente praticados contra Pereira e André Serralho, homicídios que ocorreram anteriormente à sua

Um dos corpos achados em cemitério clandestino no Catiri já foi identificado e tem mais dois desaparecidos no local

A reportagem teve acesso aos nomes de pessoas que constam como desaparecidas na comunidade do Catiri, em Bangu. Uma delas já foi encontrada. Na última quarta-feira (11/02), um cemitério clandestino foi localizado na região do Catiri, em Bangu, Zona Oeste do Rio, após um minucioso trabalho de investigação e inteligência conduzido pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros. A apuração teve início a partir de denúncias e de inquéritos relacionados a pessoas desaparecidas na região. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, os agentes identificaram o local  usado para ocultação de cadáveres .Durante as buscas, nesta quarta, dois corpos foram encontrados . Eles foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação e realização dos exames periciais. O nome de um.deles ja foi. confirmado A ação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros. Lembrando que a foto que divulgamos é de uma pessoa que ainda consta como desaparecida e não do que já foi identificado. Os desaparecidos no Catiri são FABRYCIO BARBOSA RAMOS – 01/04/2024 NATAN DE OLIVEIRA DA SILVA – 19/09/2025 LEONARDO DE SOUZA MENDONÇA – 05/02/2026 -desaparecido que teve o corpo encontrado na quarta-feira segundo laudo necropapiloscopico do IIFP As circunstâncias dos desaparecimentos ainda não foram divulgadas porque.as investigações estão em andamento e a policia quer avançar e conseguir prisões pela justiça.

Disque Denúncia divulga fotos e nomes de suspeitos de envolvimento em estupro coletivo de adolescente de 13 anos em Meriti

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta quarta-feira (11), um cartaz para auxiliar nas investigações da Delegacia de Atendimento à Mulher de São João de Meriti (DEAM/SJM), a fim de obter informações que levem à localização de Samir Luan Evangelista dos Santos, de 28 anos; Matheus Eduardo da Silva Fernandes, de 22; Kalayne Aparecida Nascimento Teixeira, de 20; Fábio Rayan Santos de Jesus, 18. Eles são apontados como suspeitos de envolvimento no estupro coletivo de uma adolescente de 13 anos, ocorrido no dia 02 de fevereiro deste ano, na localidade conhecida como Predinhos, em Vilar dos Teles, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. As investigações apontaram que sete criminosos — incluindo Kaylane Aparecida, que segurou a vítima e um adolescente — praticaram o ato criminoso. Desses, um foi preso após ser espancado por criminosos e outro foi morto por bandidos. A vítima relatou que estava em uma praça da região, acompanhada de uma amiga, quando foi abordada por um grupo de homens que a levaram para dentro de um carro. A adolescente morava nas proximidades da comunidade do Trio do Ouro, dominada pelo Terceiro Comando Puro (TCP), e frequentava o local por ter parentes na região. De acordo com as investigações, a jovem teria sido confundida por traficantes com outra menina, que seria namorada de um criminoso do Comando Vermelho. Por conta disso, submeteram a adolescente a um “tribunal do tráfico”, que a sentenciou ao estupro coletivo. Ela teria sido liberada apenas após um dos criminosos perceber o equívoco. Além da violência sexual, a vítima levou um tiro de raspão na cabeça. Nesta quarta-feira (11), a Polícia Civil realizou uma operação para prender os envolvidos no crime. Ao todo, os agentes visam cumprir quatro mandados de prisão e um de busca e apreensão. Contra os quatro adultos foi expedido um Mandado de Prisão, pelo Órgão Judicial: Vara Criminal -Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher/Comarca de São João de Meriti, Espécie de prisão: Temporária, pelo crime de Estupro de Vulnerável. Wellington de Medeiros da Silva, de 25 anos, um dos envolvidos já se encontra preso.  O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre a localização de foragidos da Justiça,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Mulher reteve adolescente para ela ser estuprada por traficantes em Meriti. Vítima foi confundida com namorada de bandido rival

Policiais civis do Departamento-Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM), com apoio de equipes do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), realizam uma operação contra envolvidos no estupro coletivo de uma adolescente. A partir da investigação da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, os alvos foram identificados. As diligências ocorrem nesta quarta-feira (11/02), em Meriti e em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A apuração apontou que seis adultos – incluindo uma mulher que segurou a vítima – e um adolescente praticaram o ato criminoso. Desses, um foi preso na semana passada, depois de ter sido agredido. Outro foi morto por bandidos. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as circunstâncias dessa morte. Segundo os agentes da Deam São João de Meriti, a adolescente morava nas proximidades da comunidade do Trio do Ouro, explorada pelo Terceiro Comando Puro, e frequentava o local, por ter parentes lá. Ela teria sido confundida por traficantes com outra menina, que seria namorada de um criminoso do Comando Vermelho. Por conta disso, eles submeteram a jovem ao “tribunal do tráfico”, que a sentenciou ao estupro coletivo. A adolescente teria sido liberada após um dos bandidos perceber o mal-entendido.A adolescente sofreu lesões, que a obrigaram a procurar atendimento médico. A Polícia Civil foi comunicada e iniciou imediatamente as diligências para identificar os envolvidos.A partir da investigação, foram expedidos mandados de prisão para cinco criminosos, inclusive o que já está no sistema penitenciário, e um mandado de busca e apreensão para o adolescente infrator.

Polícia apura feminicídio em Petrópolis

O corpo de uma mulher de 51 aos foi encontrado domingo (08) em Cascatinha, em Petrópolis. A vítima estava em sua casa e, a princípio, a ocorrência foi tratada como suidício. No entanto, o corpo apresentava sinais incompatíveis com morte autoprovocada. A vítima foi identificada como Eliane da Silva Pinheiro. Os peritos constataram ferimentos na região do pescoço, reforçando a linha investigativa de homicídio com características de feminicídio A investigação está a cargo da 105ª DP. A perícia foi feita no local e o corpo encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal).

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