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homicídios

Veja fotos de pessoas que desapareceram em Jacarepaguá e podem estar entre os corpos encontrados em cemitério clandestino de Rio das Pedras

Somente uma policial que trabalha na Delegacia de Descobertas de Paradeiros (DDPA) da Polícia Civil do Rio investiga o desaparecimento de pelo menos cinco pessoas em Jacarepaguá. A agente disse que não pode entrar em detalhes da investigação mas informou que é de conhecimento que todas as cinco foram vítimas de homicídios e ocultação de cadáver por parte da milícia que atua na área. Policiais civis da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), em conjunto com a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), localizaram um cemitério clandestino na comunidade de Rio das Pedras, Zona Sudoeste do Rio. Os agentes foram ao local, nesta sexta-feira (09/01), para verificar informações de inteligência e um homem foi capturado em flagrante. As investigações apontaram que o local era utilizado por criminosos locais para ocultar os cadáveres de suas vítimas. Na ação, os agentes localizaram dois corpos. Os restos mortais encontrados serão levados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação. Durante as diligências, os agentes capturaram um integrante de um grupo paramilitar atuante em Rio das Pedras. O bandido estava com uma pistola raspada, munição, diversos carregadores e uma motocicleta roubada, além de cadernos de contabilidade com registro das extorsões sofridas por comerciantes locais. Veja as fotos das vítimas desaparecidas. Sobre esses desaparecidos, apuramosg com a Justiiça que um deles integrou a milícia da Gardênia Auzl em 2024 que praticacva, extorsões a moradores e comerciantes. A comunidade, no entatnto, passou a ser domianda pelo Comando Vermelho. Daniel Damasceno de Souza, era morador do AniJ Ele desapareceu no dia 20 de agosto de 2024, por volta das 19h00, após sair de sua residência sem revelar seu destino. Segundo informações de familiares, Daniel foi visto pela última vez na Gardênia Azul. Se você viu o Daniel e tem informações sobre ele é só ligar para (21) 22531177 / 0300 253 1177 (interior) ou enviar uma mensagem para o Whatsapp Desaparecidos +55 21 +5(21) 98849-6254.

Polícia encontra cemitério clandestino da milícia em Rio das Pedras

Policiais Civis localizaram um cemitério clandestino utilizado por milicianos em uma área de mata na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, região sudoeste do Rio. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, pelo menos seis corpos já foram encontrados no local. Durante a ação, um homem foi preso. A operação segue em andamento. A área também funcionava como um “tribunal do crime”, onde moradores acusados de não pagar taxas impostas pelo grupo criminoso, além de rivais, eram julgados e condenados à mo/rte.

Defesa de pipoqueiro preso na Tijuca acusado de 19 homicídios no Piauí tentou provar na Justiça que ele estava morto

A PM prendeu hoje um homem que trabalhava como pipoqueiro na Praça Saens Peña, na Tijuca, que é suspeito de 19 homicídios no Piauí, sendo apontado como líder da facção crimiosa Bonde dos 40. O preso foi identificado como Samuel Marcos de Sousa Leal, “o Gordinho”, Samuel foi preso em novembro de 2014, durante a Operação Rivales, a qual fazia alusão à rivalidade entre facções criminosas que disputavam o domínio do tráfico local. Em dezembro de 2018, o acusado evadiu-se por um túnel da Penitenciária José Ribamar Leite, juntamente com outros 23 detentos.Samuel foi localizado na Rua General Roca, na Tijuca, após monitoramento da AIB 6. Ele apresentava documento falso e tinha mandado de prisão em aberto por homicídio. Ele foi conduzido à 18ª DP para medidas cabíveis. O delegado Yan Brayner da Polícia Civil do Piauí disse que o suspeito teve um processo judicial questionado após a própria defesa pedir a extinção da ação penal, alegando que ele estaria morto. No entanto, a informação não foi comprovada e o homem acabou sendo localizado e preso no estado do Rio de Janeiro. De acordo com o delegado, Samuel já vinha sendo monitorado pelas forças de segurança, e o pedido feito pela defesa chamou a atenção justamente pela ausência de um documento essencial para comprovar a suposta morte. Após levantamentos realizados pela polícia, foi identificado que o suspeito estava circulando com frequência em uma região da cidade do Rio de Janeiro. As informações foram repassadas às forças de segurança fluminenses, que passaram a acompanhar a movimentação do investigado. O delegado também destacou o grau de periculosidade do suspeito, apontando que ele agia com extrema violência, seguindo ordens de uma facção criminosa. Samuel foi acusado, por exemplo, de tentar matar um estudante disparando três vezes contra ele e de atropelar mãe e filho, que acabaram morrendo, Veja nota oficial do caso Em uma ação de inteligência, policiais militares do Serviço Reservado do Batalhão da Tijuca, conhecido como P2, prenderam um homem foragido da Justiça do Estado do Piauí, no Nordeste do Brasil. De acordo com o comando da unidade, o criminoso, conhecido pelo vulgo “Gordinho”, é acusado de integrar o chamado Bonde dos 40, facção cujo nome faz referência ao conto popular de origem árabe Ali Babá e os Quarenta Ladrões. O grupo criminoso é apontado como uma das principais facções do Estado do Piauí e mantém ligações com quadrilhas que atuam em comunidades da capital fluminense. Segundo informações do Serviço Reservado do 6º BPM (Tijuca), o acusado foi capturado na última segunda-feira (05/01), quando trabalhava como pipoqueiro nas imediações da Praça Saens Peña, uma das áreas mais movimentadas da Grande Tijuca. No momento da abordagem, “Gordinho” apresentou um documento de identidade falsificado, supostamente emitido por órgãos de registro do Estado do Ceará. No entanto, após consultas a outros bancos de dados, os policiais constataram divergências nas informações apresentadas, motivo pelo qual o suspeito foi conduzido à 18ª DP (Praça da Bandeira). Na unidade policial, os agentes entraram em contato com a Delegacia da Polícia Federal de Nova Iguaçu, que, por meio de informações de inteligência, confirmou a verdadeira identidade do acusado, bem como a existência de um mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio. Vale destacar que contra o indivíduo constam 19 homicídios, sendo seis deles duplos. Ainda segundo as investigações, “Gordinho” já havia sido preso em novembro de 2014, durante a Operação Rivales, que fazia alusão à rivalidade entre facções criminosas que disputavam o domínio do tráfico no Estado do Piauí. Em dezembro de 2018, o acusado evadiu-se da Penitenciária José Ribamar Leite, juntamente com outros 23 detentos. Após a confirmação da identidade e do mandado judicial, o criminoso recebeu voz de prisão e permaneceu custodiado, à disposição da Justiça. Somente no ano de 2025, a Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro efetuou a prisão de mais de 209 criminosos de outros estados em diferentes pontos do território fluminense. A prisão evidencia a atuação integrada e estratégica da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro no combate à criminalidade interestadual. Por meio de ações de inteligência, monitoramento e troca de informações com forças de segurança de outros estados, a corporação tem logrado êxito na localização e captura de criminosos que tentam se esconder em território fluminense, reforçando o compromisso da SEPM com a preservação da ordem pública e a segurança da população.

Ex-segurança de Rogério Andrade preso hoje respondeu a processo pela suposta execução de dois suspeitos de tráfico em Vigário Geral na época em que ainda era PM. Caso foi arquivado

Preso hoje, o ex-subtenente da PMERJ Daniel Rodrigues Pinheiro, que foi chefe de segurança do contraventor Rogério Andrade, chegou a responder processo pelas mortes de dois homens em Vigário Geral, em 2007 : “No dia 06 de setembro de 2007, por volta de 08h30min, nas proximidades do Beco do Flamengo, no interior da comunidade de Vigário Geral, nesta cidade, Pinheiro e um outro PM em situação de serviço efetuaram disparos de arma de fogo contra André Luiz dos Anjos Reis e Hugo Ferreira Vaz que morreram no local. Consta nos autos do inquérito policial que a guarnição, “ao chegar ao local, foi recebida a tiros e respondido a injusta agressão. Prosseguiu a incursão e mais a frente foi localizado no quintal de uma residências os elementos (sic)…”, conforme minuciosa descrição contida no talão de registro de ocorrência lavrado pela Polícia Militar. A prova técnica revela que o cadáver de André Luiz, ao tempo do exame pericial, apresentava ferimentos provocados por dezenove disparos de arma de fogo, sendo alguns sediados deles nas regiões temporal, occipital e cervical. O cadáver da vítima Hugo Ferreira apresentava ferimentos provocados por sete disparos de arma de fogo, sendo dois deles efetuados à curta distância na região frontal. Atuando em represália por acreditarem no envolvimento das vítimas em atividade ilícitas e demonstrando profundo desprezo pela vida humana, os denunciados agiram por motivo torpe. A quantidade de disparos efetuados e a sede dos ferimentos, minuciosamente detalhados nas provas técnicas, indicam que as vítimas não tiveram qualquer chance de defesa. Logo após a execução das vítimas, para dar aparente juridicidade às suas condutas, impedir a realização de perícia no local dos crimes e sob o pretexto de prestar socorro, os denunciados providenciaram o transporte dos cadáveres ao Hospital Estadual Carlos Chagas. O justiçamento das vítimas revelou características próprias de atividade típica de grupo de extermínio e constitui grave violação de Direitos Humanos. Assim agindo, os acusados praticaram as condutas descritas no tipo do artigo 121, § 2º, incisos I e IV (duas vezes), do Código Penal. “ A Justiça decidiu pela impronúncia dos acusados (não iriam a júri popular) em 2013 e depois disso o processo foi arquivado em 2015.

Casal foi morto a tiros em Sâo Pedro da Aldeia

Um casal foi encontrado morto na madrugada desta quarta feira (07), em São Pedro da Aldeia. As vítimas foram identificadas como Franciely Leite Ribeiro de Oliveira, de aproximadamente 20 anos, e Rickelmy Pereira Germano dos Santos, também com cerca de 20 anos. Segundo informações iniciais, os dois foram encontrados por populares e apresentavam perfurações provocadas por arma de fogo. Rickelmy foi envolvido com o tráfico de drogas e respondeu a processo por homicídio tentado que acabou arquivado. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados para atender a ocorrência e realizar a remoção dos corpos. O caso foi registrado na 125ª Delegacia de Polícia, que ficará responsável pela investigação do duplo homicídio. Até o momento, não há informações sobre autoria ou motivação do crime.

Traficante morto em confronto com a PM em Niterói iniciou ofensiva do TCP na cidade desde dezembro

Dono das bocas de fumo da comunidade do Santo Cristo, no Fonseca, em Niterói e morto em um confronto com a PM nesta madrugada, o traficante Welvison Aureliano Leal, o Galo, foi um dos responsáveis pelo início da guerra que se instalou na cidade desde dezembro. Junto do traficante conhecido como Drill, Galo comandou as invasões promovidas pelo Terceiro Comando Puro em redutos do Comando Vermelho. Os ataques do TCP ocorreram no Complexo do Fonseca, conhecido como Fonsequistão, Morro do Preventório, em Charitas, e Morro do Estado, no Centro. O TCP conseguiu reaver algumas comunidades do Fonseca e também o Morro do Estado e o CV vem tentado recuperar as áreas. A disputa tem provocado vários tiroteios que têm tirado o sono de moradores e até deixou inocentes baleados na virada do ano. Homicídios também foram registrados nos últimos dias na região fo Fonseca, O TCP conta com reforços do Complexo da Maré na guerra e planeja avançar para outras áreas como a Nova Brasília, na Engenhoca, segundo relatos nas redess ociais. A facção dominava comunidades na cidade até 2021 quando foi expulsa pelo CV. No confronto da madrugada, além de Galo, outros dois suspeitos também morream e três ficaram feridos. PMs realizaram uma ação na Comunidade da Palmeira, no Fonseca, e prenderam dois criminosos, além de apreenderem duas pistolas e um veículo. A ocorrência teve início durante patrulhamento na Rua São Januário. Durante a abordagem, o condutor tentou furar o bloqueio policial, dando início a um confronto. Três suspeitos foram atingidos, socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Um deles era apontado como liderança do tráfico na Comunidade do Santo Cristo.

Há dois anos, STJ havia negado visita periódica ao lar a traficante do CV que foi beneficiado por saidinha de Natal e não voltou para a cadeia por considerá-lo de altíssima periculosidade já que respondia a vários homicídios e era de colegiado de líderes da facção

Em decisão de 19 de dezembro de 2023, o ministro Teodoro dos Santos, do STJ, informou que o então preso Márcio Aurélio Martinez Martelo, o Bolado do Fallet, era de altíssima periculosidasde e apresentava comportamento inadequado na cadeia. Ele foi um dos 259 presos a não retornarem à prisão depois de serem beneficiados pelo Saidão de Natal. Na época, o ministro escreveu que o Juízo da Vara de Execuções Penais do TJ-RJ havia indeferido o pedido de progressão do Apenado ao regime aberto, bem como os pleitos de visita periódica ao lar e trabalho extramuros. Bolado cumpria pena total de 49 (quarenta e nove) anos, 1 (um) mês e 28 (vinte e oito) dias de reclusão, com término previsto para 25/09/2038. Além disso, destacou a existência de informações divulgadas pela imprensa nacional no sentido de que o apenado estaria envolvido no sequestro de um helicóptero para o resgate de indivíduos no Complexo Prisional de Gericinó O ministro afirmou na época que possuía índice de periculosidade ‘altíssima’, já tendo sido, inclusive, transferido para o sistema penitenciário federal em tempos pretéritos, bem como já foi transferido, por mais de uma vez, à penitenciária Laércio da Costa Pellegrino (Bangu1), unidade prisional de segurança máxima destinada apenas para determinados apenados que possuem alto potencial de periculosidade . Segundo o magistrado, o apenado, mesmo preso, continua integrando o ‘colegiado de líderes do CV, denominado ‘comissão’, onde se concentram as maiores lideranças da facção, responsáveis por determinar as ações intra e extra muros’ ..“Merece destaque a inquestionável reiteração criminosa do apenado, a natureza dos delitos cometidos e a posição de liderança que ostenta dentro da maior facção criminosa do Estado do Rio de Janeiro, no caso, ‘Comando Vermelho’. Ele cumpria pena pela prática de vários crimes de homicídio (art. 121, § 2º, I; art. 121, § 2º, IV (3 vezes), e art. 121, § 2º, I; art. 121, § 2º, IV, c/cart. 14, II (11 vezes), n/f art. 71, § único do CP(ação penal nº 0033936- 53.1996.8.19.0001) e roubo majorado (processo nº 0369189-09.2008.8.19.0001) -index 166 da Execução nº 0201417-41.1996.8.19.0001). Em sua FAC constavam ainda dois inquéritos policiais recentes (ambos do ano de 2023) com capitulações dos arts. 33 e 35 da Lei nº 11343/06 (anotações 10 e 11 – procedimentos 902-00022/2023 e 902-00292/2023). Por fim, o Sistema de Identificação Penitenciária (SIPEN) aponta um egistro de evasão encontrando-se o apenado, atualmente, com índice de periculosidade altíssima . “A progressão de regime, no presente momento, é incompatível com os objetivos da pena, inexistindo razões que justifiquem o seu deferimento. Cumpre salientar que o juízo a quo destacou em sua decisão que o agravante possui pena restante a cumprir superior a 23 (vinte e três) anos de reclusão”. Um documento que analisou o histórico de liderança do apenado no Comando Vermelho, concluiu que, durante o cumprimento da pena, “o interno não demonstrou qualquer mudança de conduta que pudesse indicar sua saída da cúpula de uma das principais organizações criminosas atuantes no país, ou qualquer interesse em abdicar de sua posição na hierarquia do tráfico de drogas” 

Homens foram achados mortos em Bangu. Houve confronto entre traficantes na região

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de Mateus dos Santos Oliveira e de outro homem ainda não identificado assassinado em Bangu. Nas últimas horas teria havido um confronto na região entre traficantes da Vila Aliança (TCP) e da Vila Kennedy (CV) .Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime.

Tráfico carboniza vítimas que morrem em sessões de tortura em São Gonçalo. Irmãos morreram queimados. Quem vacila é espancado. Traficante preso transmite as ordens via celular

A quadrilha do traficante Juninho Capote, membro do Comando Vermelho em São Gonçalo e que está preso, tem a pra´tica carbonizar algumas vítimas que morrem durante sessões de tortura; Entre as vítimas foram os irmãos Rafael e Leonardo Teixeira de Melo, que morreram queimados. O primeiro deles era ‘merdeiro’ e vivia arrumando confusão na favela. O bando tem por hábito realizar “cobranças” a quem “vacila” na comunidade. Essas cobranças são feitas em forma de um “se liga”, ou seja, espancamento. Um bandido, por exemplo, recebeu um se liga por ter brigado com sua companeira. Todas as ordens são recebidas por ligação de celular efetuadas por “Juninho. Todas as mortes que ocorrem são autorizadas por ele. A quadrilha multiplica vítimas. Uma delas foi Pablo Sacramento Velasco, o PL, que foi morto por retaliação ao fato dele ter se apropriado e, posteriormente, sem a anuência dos criminosos, ter vendido ao cidadão G.S.C o aparelho celular, marca Iphone XI, que havia com eles subtraído quando integravam juntos malta criminosa atuante na localidade. PL ficou preocupado com uma retalição dos traficantes e foi desenrolar na boca, acabou sendo morto. Por conta da morte de PL, estão com as prisões preventivas decretadas os criminosos Juninho do Capote, Boladão, Duduzinho, Barcelona, Temisto, Magrão, TG ou Menor 10. Ruy Guilherme Castilho de Lima foi torturado e morto pelo bando porque aplicava golpes pela internet. Ele teve o celular vendido por PL, o que acabou provocando a morte deste também Outra morte atribuída ao grupo foi de Juracy Guimarães dos Santos, o Brejal, Durante a investigação, a polícia descobriu que nos”plantões”das bocas de fumo, os traficantes se utilizavam de duas pistolas 9mm, que essas armas ficam rodando de mão em mão durante o “plantão, que terminava às 06:00h

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