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homicídios

Denúncia do MPF ao STF explica como delegados da Polícia Civil do RJ obstruíam investigações de homicídios, inclusive o de Marielle, cometidos por bicheiros, políticos e milicianos

A reportagem teve acesso ao documento da denúncia do Ministério Público Federal ao Supremo Tribunal Federal contra os delegados Rivaldo Barbosa e Genilton Lages por atos de obstrução de investigação sobre crimes praticados por meio de organização criminosa principalmente em relação aos homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, cometidos em março de 2018. Segundo o documento, a associação funcionava essencialmente por possuir e manter controle, direto ou indireto, sobre as investigações relacionadas aos crimes de homicídio praticados no Estado por milicianos ou por contraventores, no contexto de disputas por domínio territorial ou pelo gerenciamento de determinados segmentos de mercado ilícito, tais como a exploração de jogos ilegais. Eles cometiam as irregularidades da seguinte forma a)desaparecimento ou destruição de autos físicos e documentos;b) avocação de inquéritos policiais que se encontravam em poder de delegados que não haviam aderido ao modelo de funcionamento da associação criminosa;c) ocultação de provas;d) ausência de preservação dos elementos probatórios que poderiam viabilizar o esclarecimento do crime e de sua autoria, para que os vestígios desaparecessem com o decurso do tempo;e) utilização de testemunhos falsos;f) incriminação de terceiros sabidamente inocentes;f) realização de diligências inócuas, que geravam volume grande de informações, embaraçando o regular andamento das investigações. Segundo os autos, dirigida por Rivaldo Barbosa de Araújo Junior, a associação aproveitou-se de um contexto de mercantilização de homicídios existente no Rio de Janeiro, caracterizado pela existência de grupos de pistoleiros, que matavam sob encomenda, e por disputas territoriais entre milicianos e criminosos organizados, com relevantes consequências patrimoniais Diante de um “mercado de homicídios”, a deliberada ineficiência da Divisão de Homicídios foi precificada pela associação, que assegurava impunidade tanto aos mandantes quanto aos executores materiais de crimes contra a vida, revela o documento do MPF. São diversos os elementos dos autos que dão conta de que os codenunciados exigiam desses agrupamentos ilícitos vantagens indevidas, para deixar de investigar crimes ou para obstruir investigações em andamento. de acordo com a denúncia. O resultado dessa associação entre criminosos habitualmente dedicados à prática de homicídios e os denunciados, para lhes garantir impunidade, foi o crescimento significativo de homicídios não esclarecidos na cidade do Rio de Janeiro, de modo similar ao que ocorreu no “Caso Marielle, aponta o relatório do MPF, Com carreira sólida na Polícia Civil e ostentando a posição da mais elevada hierarquia na Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa se associou a Giniton Lages, a Marco Antonio de Barros Pinto, bem como a outros policiais, com a finalidade de obstruir ativamente as investigações que envolviam homicídios praticados por criminosos organizados, milicianos e contraventores no Estado, bem como para sabotar as investigações por conduta omissiva imprópria, segundo a denúncia, Essa associação passou a representar o que o colaborador Ronnie Lessa chamou de modelo estrutural de corrupção na Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, aponta o relatório do MPF. Criminosos associados à exploração de jogos de azar e às milícias efetuavam pagamentos mensais à Polícia para que os seus homicídios não fossem adequadamente investigados, revela o documento do MPF. Rivaldo era o líder do esquema com a implementação da unificação das Delegacias de Homicídios, Rivaldo Barbosa, na condição de Diretor da Divisão de Homicídios, foi erigido a um patamar de destaque na estrutura da PCERJ. Entretanto, o poder advindo do cargo o alçou a responsável pelo balcão de negócios homicidas instalado na Divisão, uma vez queseria o responsável por coordenar a investigação de toda Região Metropolitana do Rio de Janeiro” Se apurou acerca do modo como os denunciados agiam para obstruir as investigações dos homicídios submetidos à Divisão da qual faziam parte, foi tornar prática comum o desaparecimento de autos físicos de inquéritos policiais e documentos que lhes interessassem, a avocação de procedimentos em poder de delegados que não participavam do grupo, e a omissão na preservação dos elementos probatórios necessários ao esclarecimento dos crimes. Outra linha de atuação se operava por meio da utilização de testemunhos falsos, pela incriminação de terceiros sabidamente inocentes e pela realização de diligências inócuas, Tome-se como primeiro exemplo o homicídio de Marcos “Falcon”. Marcos Vieira de Souza, conhecido como Marcos Falcon, era Policial Militar com atuação na região de Osvaldo Cruz. Obteve notoriedade por atuar como miliciano e justiceiro na região. Valendo-se de sua influência crescente, tornou-se Presidente da Escola de Samba Portela. Anunciou sua candidatura ao cargo de vereador no Município do Rio de Janeiro, mas foi executado. A investigação coube ao Delegado Brenno Carnevale, que não aderiu ao modelo de obstrução de investigações estruturado pela associação criminosa. Notando que Carnevale atuaria com eficiência e, provavelmente, chegaria aos mandantes e executores do crime, Rivaldo Barbosa interferiu diretamente no trabalho do policial, determinando que nenhuma providência fosse tomada sem que fosse direta e pessoalmente informado. Não satisfeito, Rivaldo e seus comparsas promoveram o extravio dos autos em que se apurava o crime, mesmo destino que foi dado a arquivos correlatos à investigação do homicídio praticado contra Geraldo Pereira, igualmenteligado a milícias e a organizações criminosas dedicadas à exploração de jogos ilegais. Em seu depoimento, o delegado Brenno Carnevale revelou que procedimentos investigatórios distribuídos à sua presidência desapareciam, assim como provas e elementos de convicção. Relatou, ainda, que o excesso de exigências burocráticas inviabilizava a realização de diligências importantes. Disse, mais especificamente, que durante as investigações para apurar a morte de André Serralho e após direcioná-las a um grupo de milicianos, se deu conta de que os autos haviam sido extraviados, sempre sob o absoluto controle da associação criminosa denunciada Os episódios não se encerram aí. Ao investigar o homicídio de Haylton Scafura, filho de José Caruzzo Scafura, o “Piruinha”, um dos líderes da antiga “cúpula do jogo do bicho”, Carnevale foi surpreendido por uma decisão proferida pelo titular da Delegacia da Capital, Fabio Cardoso, subordinado a Rivaldo Barbosa, quelhe retirou, sem nenhuma justificativa, a atribuição para o caso. Carnevale identificou que o homicídio de Marcos Falcon apresentava características de execução muito similares aos crimes anteriormente praticados contra Pereira e André Serralho, homicídios que ocorreram anteriormente à sua

Um dos corpos achados em cemitério clandestino no Catiri já foi identificado e tem mais dois desaparecidos no local

A reportagem teve acesso aos nomes de pessoas que constam como desaparecidas na comunidade do Catiri, em Bangu. Uma delas já foi encontrada. Na última quarta-feira (11/02), um cemitério clandestino foi localizado na região do Catiri, em Bangu, Zona Oeste do Rio, após um minucioso trabalho de investigação e inteligência conduzido pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros. A apuração teve início a partir de denúncias e de inquéritos relacionados a pessoas desaparecidas na região. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, os agentes identificaram o local  usado para ocultação de cadáveres .Durante as buscas, nesta quarta, dois corpos foram encontrados . Eles foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação e realização dos exames periciais. O nome de um.deles ja foi. confirmado A ação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros. Lembrando que a foto que divulgamos é de uma pessoa que ainda consta como desaparecida e não do que já foi identificado. Os desaparecidos no Catiri são FABRYCIO BARBOSA RAMOS – 01/04/2024 NATAN DE OLIVEIRA DA SILVA – 19/09/2025 LEONARDO DE SOUZA MENDONÇA – 05/02/2026 -desaparecido que teve o corpo encontrado na quarta-feira segundo laudo necropapiloscopico do IIFP As circunstâncias dos desaparecimentos ainda não foram divulgadas porque.as investigações estão em andamento e a policia quer avançar e conseguir prisões pela justiça.

Um dos traficantes do CV que responde a processo por mortes de médicos na Barra instigou facção a matar pai e filho que comandavam milícia de Rio das Pedras, diz Justiça

Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o traficante Francisco Glauber Costa de Oliveira, vulgo GL, instigou os integrantes da facção criminosa Comando Vermelho a executarem tão logo possível os líderes da milícia de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, Dalmir Barbosa e seu filho Taillon Barbosa. GL responde processo pelas mortes de médicos na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeeste do Rio de Janeiro, em outubro de 2023. De acordo com os autuos, evento criminoso ocorreu em 05/10/2023, no “Quiosque do Naná 2”, ocasião em que foram efetuados diversos disparos de arma de fogo contra as vítimas Marcos Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralf de Souza Bomfim, resultando em óbito, e contra Daniel Sonnewend Proença, sobrevivente, em típico ato de execução sumária, por erro na pessoa, já que o alvo pretendido seria o miliciano Taillon. Segundo relatório da Justilça, os bandidos iriam executar Taillon a mando de Juan Breno Malta Ramos Rodrigues, o BMW que é subordinado aos traficantes Doca e Gadernal,. chefes da facção criminosa atuante no Complexo da Penha e em Jacarepaguá, e de quem partiriam as autorizações para as práticas de extermínio de milicianos, com vistas à expansão do domínio da organização criminosa “Comando Vermelho”), Duas das vítimas fatais tinham características muito semelhantes às de Taillon (porte corpulento, pele clara, cabelo curto e preto, barba e óculos – sendo ele o verdadeiro alvo dos executores, integrantes da facção criminosa “Comando Vermelho”.

Reduto da milícia no início da década, guerra com o CV, mortes, ligação de político com traficantes. Saiba o histórico da comunidade de Meriti onde adolescente sofreu estupro coletivo

A comunidade Trio de Ouro, em São João de Meriti, onde uma adolescente de 13 anos sofreu um estupro coletivo era até o início da década controlada por milicianos mas o Terceiro Comando Puro (TCP) passou a dominar o local. A partir daí, os traficantes do Comando Vermelho passaram a atacar a localidade. Em 2024, por exemplo, a PM matou quatro traficantes que saíram do Complexo da Penha em direção ao Trio de Ouro.  Os criminosos eram apontados como braços armados em invasões territoriais promovidas pela facção, além de cometerem roubos de cargas e veículos em diversas partes da região metropolitana. Em 2023, o CV deu uma sequência de ataques no Trio de Ouro. Foram de quatro a cinco baques em pouco mais de um mês com mortes e armas roubadas. Ficou tendo uma guerra entre a Tropa do Urso (CV) e a Tropa do Genaro (TCP). O Trio de Ouro, por exemplo, chegou a receber reforços do Complexo da Serrinha, em Madureira. Um traficante conhecido como Paraíba levou quatro fuzis para o Tro de Ouro. Ele chegou a pular para o CV mas voltou atrás  trazendo 4 fuzis do bonde do Urso e Galo (CV). Paraíba acabaria morto pela PMERJ em 2025. Os mesmos traficantes do TCP que dominam as favelas da Guacha, Machado e Santa Teresa em Belford Roxo, controla também o Complexo do Japão em São João de Meriti, formado pelas comunidades de Paraíbas, Pedrinhas, Trio de Ouro e Rua Baiana.Os traficantes do TriodeOuro (TCP) em Vilar dos Teles, expulsaram o Comando Vermelho da Rua Baiana, no Parque Alian. A rua era considerada importante pelos criminosos pois é um local que dá fácil acesso a comunidade do Trio de Ouro.Os bandidos do TCP chegaram a comemorar nas redes a morte dos criminosos Suel e Xuxu, mortos pelo 21BPM no Parque Alian. Ambos estavam voltando do baque no TriodeOuro (TCP), Segundo uma investigação de anos atrás, os criminosos se valiam de apoio político para praticar diversos crimes, inclusive instalando barricadas nas comunidades exploradas para dificultar o acesso das forças de segurança.  Um vereador de São João de Meriti chegou a ser preso, além do irmão de um traficante. A investigação revelou o modus operandi da organização criminosa, que mescla tráfico de drogas, homicídios, extorsão qualificada de proprietários de estabelecimentos e lavagem de dinheiro, utilizando armas de fogo de uso restrito. O núcleo investigado era gerenciado por um homem apontado como braço-direito do líder do TCP na região. Elementos da investigação confirmam que ele confessou ter matado três vítimas, incluindo uma mulher, durante confronto com a facção rival em novembro de 2023.  O destaque foi o indiciamento de um vereador de São João de Meriti. Áudios e mensagens comprovam que o parlamentar ofereceu material e suporte para a construção de barricadas em Vilar dos Telles, prática que impedia o acesso policial e de serviços básicos à população, além de negociar vagas de nomeação em troca de apoio político.

Leia relatos de homicídios que líder do TCP em Vargem Grande morto hoje pela polícia estava envolvido

Morto em ação de policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco)  nesta terça-feira (10/02), o narcotraficante Thiago Pereira Barbosa, o TH,  apontado como uma das principais lideranças da facção Terceiro Comando Puro nas comunidades Pombo Sem Asa e Canal, em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio, respondia a três processos por homicídio no Tribunal de Justiça, sendo dois no ano passado e um este ano, que está em sigilo.  Em um deles, se apura a morte de Rodrigo Costa Lima, cujo corpo foi encontrado no dia 05/05/2025, por volta das 21h35, na margem do Rio Morto, na altura do n. 2.883 da Estrada do Rio Morto, em Vargem Grande ( .Consta dos autos que, inicialmente, os fatos foram registrados na 42ª Delegacia de Polícia como tentativa de homicídio, cuja autuação se deu sob o n. 042-06178/2025, sendo noticiado, em suma, que em 03/05/2025 “por volta das 10h16min (…) que a guarnição se dirigisse até a comunidade do Canal (favela dominada pela facção criminosa TCP para averiguar uma denúncia onde narcotraficantes daquela localidade, conhecidos como Bebezão, Diego, Fabiano e Chicletão estariam naquele momento com dois adolescentes amarrados em seu poder, onde os levariam para o final da comunidade, até o final do canal onde tem uma mata, próximo a padaria do Dunga, para matá-los. A  Chegando próximo a comunidade, policiais encontraram um rapaz conhecido como Dentinho. O mesmo informou que foi até a localidade, com seu amigo Rodrigo para visitar seu irmão. Dentino disse, ainda que, já possui anotações criminais por tráfico de drogas e reside na localidade conhecida como Beco do Borracheiro (ponto de venda de drogas dominado pela facção criminosa Comando Vermelho, e estava com seu amigo Rodrigo  o qual reside, em uma localidade conhecida como Beco da Fortuna, dominada pela facção TCP, andando pela comunidade quando foram abordados por cinco elementos.  Os elementos perguntaram de onde eram e disseram que eram do terreirão. Um dos elementos tiraram fotos dos dois e mandariam para uma pessoa. Após tirarem fotos, mandaram seguir em frente.  Então, momentos depois, um outro elemento que estava trabalhando na boca de fumo, como ” Radinho”, se aproximou e os mandou parar. Ele mandou retornar e falar com os outros indivíduos. THALIS suspeitou do que estava acontecendo e saiu correndo, momento em que um indivíduo saiu de um bar e efetuou quatro disparos de arma de fogo em sua direção e, em seguida, se escondeu no matagal.  Segundo Dentinho, o amigo Rodrigo  foi capturado pelos traficantes. No dia 05 de maio de 2025, policiais militares foram acionados pela supervisão de oficiais para averiguar uma ocorrência de encontro de cadáver, localizado na Estrada do Rio Morto, n. 2883, Vargem Grande, em frente ao condomínio Brisa do Sol (id. 23). Posteriormente, a vítima teria sido reconhecida por sua irmã, Rodrigo  foi amarrado, espancado e morto com disparos de arma de foto. Em seguida seu corpo foi ocultado em uma região de mata próximo ao local do fato.  O outro crime que envolve TH, segundo o TJ-RJ, ocorreu em no dia 22 de agosto 2023, por volta das 02h, na Estrada Vereador Alceu de Carvalho, no interior da comunidade “Canal/Pombo Sem Asa”, no bairro Vargem Grande. Na ocasião, os cirminosos efetuaram disparos contra Ian Gomes do Nascimento. Consta do incluso procedimento que a vítima era integrante da facção criminosa do “Comando Vermelho”, atuando como “aviãozinho” na comunidade “Cidade de Deus”, porém, residia na comunidade “Canal/Pombo Sem Asa”, cuja região é dominada pela facção criminosa “Terceiro Comando Puro”,   No dia 21 de agosto de 2023, por volta das 23h, a vítima estava em sua residência quando foi chamada por  um  adolescemte, a mando dos traficantes do TCP , que a aguardavam com o fim de executá-la. Já no dia 22 de agosto de 2023, por volta das 2h, após julgarem IIan e confirmarem o vínculo dele com a facção criminosa rival, os bandidos ceifaram a sua vida, efetuando diversos disparos de arma de fogo contra ele.  O crime foi praticado por motivo torpe, eis que decorrente de disputa entre criminosos de facções rivais. Após a execução, em circunstâncias de tempo que ainda não se pode precisar, mas com certeza entre 2h e 11he30min do dia 22 de agosto de 2023, os denunciados, ocultaram o cadáver, jogando-o no canal do Rio Morto. O cadáver da vítima foi encontrado boiando no canal do Rio Morto, próximo à Escola Municipal Frei Gaspar, na Estrada Vereador Alceu de Carvalho, s/n, no bairro Vargem Grande,  Durante a ação policial que terminou na morte de TH, que estava fortemente armado com um fuzil, reagiu de forma violenta à abordagem e atacou os agentes. De acordo com informações produzidas e consolidadas pelo Setor de Inteligência da unidade, o investigado exercia papel estratégico na estrutura criminosa local, sendo responsável pela coordenação das atividades ilícitas, pelo controle territorial armado da região e pelo cumprimento direto de ordens da facção. O trabalho de inteligência possibilitou a localização precisa do alvo e a deflagração de uma ação técnica, planejada e baseada em dados qualificados. Com extenso histórico criminal, o bandido acumulava cerca de dez passagens policiais, incluindo registros por homicídio, tráfico de drogas e roubo de veículos, o que evidencia seu elevado grau de periculosidade e a relevância de sua atuação no fortalecimento da organização criminosa na região. No momento da abordagem, ao receber voz de prisão, ele desobedeceu às ordens policiais e efetuou disparos contra os agentes, dando início a um breve confronto. O agressor foi neutralizado. O fuzil que ele utilizava foi apreendido.

Bairro onde ocorreu chacina teve racha de milícias anos atrás. Um dos mortos chegou a ser preso em 2023 com um dos integrantes de um dos grupos. ENTENDA

Um dos mortos na chacina em Nova Iguaçu ocorrida na noite de ontem Fágner Ribeiro de Paiva havia sido preso com armas e munições na mesma cidade em 2023. Em seu carro ontem foram encontradas uma toca ninja e um coldre. O que chama atenção é que na ocasião da prisão de Fagner, , ele foi preso junto de um suposto integrante de uma milícia que atuava nos bairros de Cerâmica (onde ocorreu a matança) e Morro Agudo e em Vassouras, no interior fluminense que respondeu a processo por organização criminosa em 2020. Esse grupo, segundo o TJ-RJ, praticava crimes como extorsões, roubos de veículos, latrocínios, receptação, exploração monopolizada de serviços como venda de água, internet e TV a cabo, mas principalmente homicídio e ocultação de cadáver. Essa milícia rompeu e se formou dois grups rivais, um liderado por um criminoso conhecido como Igor Russo e outro por Fernando Quebra, que foram”, responsáveis por uma série de delitos gravíssimos, praticados para a manutenção da estrutura criminosa e conquista de território. Entre os crimes estão os assassinatos de Douglas Vinicius Souza dos Santos e Leandro Consentino (vulgo “Velhão da Cerâmica”). O bando de Quebra, por exemplo, teria sido responsável pela execução de dois homens de vulgos Gato Net e Zé Paraíba. Com a morte dos dois, o bando de Igor Russo teria dito que era hora de ‘matar Fernando’. Integrantes do grupo de Igor teriam sido responsáveis pelo assassinato de Hércules Rodrigues da Silva, o Nem. Foi flagrada uma conversa também em que milicianos falavam sobre a execução de uma testemunha que, após fazer denúncias contra criminosos, estaria sendo ouvida no Fórum da Capital do Rio de Janeiro Até o momento, não há confirmação oficial de que a chacina tenha relação direta com disputas entre grupos criminosos, e as informações apresentadas servem para contextualizar o histórico da região

Um dos cinco homens mortos em chacina em Nova Iguaçu era filho de dono de jornal da Baixada que teve diretor assassinado em 2013. Ele foi acusado do homicídio de um casal em 2017, chegou a ser preso na Bahia mas foi absolvido

Segundo a reportagem da TV Record, um dos cinco homens mortos na chacina ocorrida na noite de ontem, no bairro da Cerâmica, em Nova Iguaçu, é Júlio César Ornelas de Lemos,. A reporgaem levantou que Júlio seria filho do dono de um jornal na Baixada Fluminense (Hora H) que teve um diretor assassinado na década passada. A página do veículo está fora do ar, Júlio chegou a ser acusado do homicídio de um casal em 2017 em Nova Iguaçu mas foi absolvido do crime pela Justiça e foi preso em 2018 em Porto Seguro, na Bahia, onde era gerente de um hotel. Uma das v[ítimas do homicídio foi Wallace César da Silva Braga,. Segundo o TJ-RJ, antes de morrer, Wallace chegou a contar que estava em casa com a mulher Priscila da Silva Domingues, ocasião em que teriam sido surpreendidos por Júlio César, totalmente transtornado e aparentando está sobre o efeito de drogas empunhando uma pistola, invadiu sua residência e desferiu vários disparos contra a mulher e em seguida passou a atirar contra o depoente, lesionando no lado direito do abdômen, ombro direito e perna direita. Wallace informou que após ser atingido, caiu e fingiu estar morto e por esta razão, certamente, o atirador, por engano, o deixou vivo;. Disse que Júlio César era pessoa violenta, possuía várias armas de fogo, inclusive armas longas e que já havia presenciado ele portando armas na cintura, intimidando pessoas e se auto vangloriando de que tem forte influência política e “fechamento” com a polícia civil e militar, e que por esta razão poderia andar armado, e cometer todo tipo de conduta, porque nada iria lhe acontecer; (…) Contou que fazia algum tempo que estava tendo desavenças e sofrendo ameaças de Júlio César e que a razão disso seria o fato de que ele estava pressionando o declarante a vender sua casa para que o autor ampliasse o depósito de gás, do qual é sócio, Diretor deste mesmo jornal ligado a Júlio o empresário José Roberto Ornelas de Lemos foi assassinado a tiros 11 de junho de 2013. O empresário foi morto com pelo menos 44 tiros, o que indicaria um crime encomendado, segundo os investigadores da 58ª Delegacia de Polícia Civil do Rio de Janeiro. Bentinho, como era conhecido, havia recebido várias ameaças por suas atividades, segundo José Lemos, pai da vítima e proprietário e fundador do jornal que circula na região da Baixada. O empresário foi baleado por um grupo de pistoleiros encapuzados quando estava em uma padaria na Avenida Eduardo Pacheco Vilhena, no bairro de Corumbá, à qual costumava comparecer no final do expediente. Os assassinos atiraram de dentro de um Gol cinza e fugiram em seguida. Com a vítima, segundo a polícia, foi encontrada uma pistola calibre 380, municiada e numerada, mas nenhum projétil chegou a ser disparado.

Motoboys moradores de comunidade dominada pelo CV teriam sido sequestrados e mortos por traficantes do TCP no Morro do Chaves, diz jornalista

Dois motoboys foram sequestrados por traficantes fortemente armados no Morro do Chaves, em Barros Filho, na Zona Norte do Rio, durante o último fim de semana. O crime ocorreu nas proximidades de um campo de futebol da comunidade, perto da Rua São Salvador, e teria sido presenciado por moradores que participavam de uma confraternização no local. Relatos apontam que os dois jovens moravam na favela Proença Rosa, área dominada pelo Comando Vermelho (CV), e foram abordados por criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP), facção rival. Após serem questionadas sobre onde residiam, as vítimas foram agredidas, amarradas e colocadas juntas no porta-malas de um carro modelo Corolla Cross prata. Ainda segundo o relato, os sequestradores estavam armados com fuzis e pistolas e deixaram o local após receberem a informação de que uma viatura da Polícia Militar se aproximava da região, onde o policiamento foi reforçado para tentar conter possíveis confrontos entre facções. As vítimas foram levadas para a comunidade conhecida como Bairro 13, onde foram mortas por ordem de um traficante identificado como “Cego”. Até o momento, não há informações sobre o paradeiro dos corpos. AS INFORMAÇÕES SÃO DO JORNALISTA BRUNO ASSUNÇÃO

Polícia divulgou nome de um dos cinco homens mortos em chacina em Nova Iguaçu. Saiba quais são os outros com base em apuração de TV

Cinco pessoas foram mortas em um bar na Cerámica ,em Nova Iguaçu, ontem de noite A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Fagner Ribeiro de Paiva e de outros quatro homens, ainda não identificados. Durante a ação criminosa, uma mulher também ficou ferida e uma outa morreu. A vítima fatal é Aba Crustina dos Santos. Segundo a reportagem da TV Record, os outros homens mortos são Júlio César Ornelas de Lemos, Ramon Nunes Toedo, Lucas Omena de Oliveira e Flávio Alves de Lemos. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A área onde ocorreu o crime é dominada pela milícia de Juninho Varão que está em guerra com o grupo de PL.sucessor de Zinho. Pelas redes sociais, os comentários são que os mortos seriam. Julio que seria dono de um.jormal.na Baixada , ‘Gogo’, ‘Aguinaldo’, ‘Barroso’ e  ‘Ramon’.

Polícia prendeu suspeito de envolvimento no desaparecimento de cinco moradores em comunidade de São Gonçalo. Corpos de dois já foram localizados carbonizados

A Polícia Ciivl continua investigando o desaparecimento de cinco moradores da comunidade da Nova Grêcia, em São Gonçalo, ocorrido em outubro do ano passado. Dois deles já foram encontrados carbonizados na Palmeira, no Fonseca, em Niterói Na última quinta´feira, foi preso Jimmy Lenon Machado Xavier, suspeito de envolvimento no caso. Jimmy é apontado como gerente do tráfico na região e teria participação direta no chamado “tribunal do tráfico”. Ele foi localizado em Maria Paula, São Gonçalo, e encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

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