Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

homicídios

Novos relatos sugerem execução de PM investigado por milícia e ex-assessor de deputada, mas morte não é confirmada oficialmente

Novas informações divulgadas em redes sociais apontam para a suposta morte do policial militar conhecido como Fiel, que anos atrás chegou a ser nomeado no gabinete da deputada estadual Lucinha. O caso, no entanto, não possui confirmação oficial até o momento. De acordo com relatos que circulam em ambiente digital e em bastidores, nenhum corpo foi localizado até agora, e a polícia, quando procurada, não se manifestou sobre o assunto. Diante disso, todas as informações devem ser tratadas como não confirmadas. Fiel já foi investigado anteriormente por suposto envolvimento com milícia, tendo sido preso anos atrás após ser citado em relatório de CPI. Ainda segundo essas informações não oficiais, ele teria perdido o controle de áreas em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio — incluindo regiões conhecidas como Horto e João XXIII — em razão de um racha interno no grupo criminoso. Após essa perda de território, relatos indicam que ele teria sido pressionado a retomar suas atividades para tentar recuperar as áreas. Durante anos, ainda conforme essas versões, teria havido confronto entre o grupo ligado a Fiel e o grupo de um criminoso conhecido como Waguinho, com registros de diversos homicídios. Há cerca de duas semanas, segundo publicações em redes sociais, o grupo de Waguinho teria recuado para Nova Iguaçu, onde contaria com apoio de um indivíduo conhecido como Juninho Varão, deixando comunidades da região da Reta da João XXIII livres para uma possível retomada por Fiel. Ainda de acordo com essas informações de bastidor, após uma suposta estabilização da milícia ligada ao grupo conhecido como “PL” — apontado como sucessor da organização anteriormente chefiada por Zinho —, Fiel e seus homens teriam sido convocados para uma reunião na comunidade do Aço. Nesse encontro, eles teriam sido desarmados, rendidos e, posteriormente, executados, em um episódio que estaria sendo interpretado como uma possível cobrança interna. Não há qualquer confirmação oficial sobre esse relato. Relatos também apontam que práticas semelhantes já teriam ocorrido no histórico da chamada “Família Braga”, grupo ao qual seriam ligados antigos chefes de milícia como Carlinhos Três Pontes e Ecko (ambos mortos), além de Zinho (preso). Segundo essas versões, haveria registros de eliminações internas de responsáveis por áreas e integrantes de confiança — o que, contudo, não foi detalhado oficialmente pelas autoridades neste contexto específico. Nos últimos anos, diferentes nomes têm sido citados, em investigações e relatos não oficiais, como vítimas de execuções dentro da estrutura da milícia. Entre eles, aparecem: Financeiro / Contabilidade (segundo relatos): Responsável por serviços (segundo relatos): Liderança / Frente de área (segundo relatos): Operacional / soldados (segundo relatos): Possíveis ligações citadas em relatos (sem confirmação oficial neste contexto): Outros nomes que foram eliminados Até o momento, as autoridades não confirmam a morte de Fiel, nem os detalhes narrados nas redes sociais. O caso segue cercado de incertezas e depende de apuração oficial para validação das informações.

Circula boato que PM que foi nomeado como assessor de deputada processada por envolvimento com a milícia teria sido morto em cobrança interna no maior grupo paramilitar do RJ

Circulam informações nesta sexta-feira que o policial militar Alessandro Fiel Lopes teria sido assassinado em uma suposta cobrança interna da milicia do.PL ou Jorjão na comunidade Três Pontes, em Paciência. Outras pessoas também teriam sido mortas., segundo a denúncia. Fiel como era conhecido chegou a ser nomeado como assessor da deputada estadual Lucinha que virou ré em dezembro suspeita de ser o braço político da milicia do Zinho, hoje sob o comando de PL. O PM chegou a ser preso por envolvimento com a Liga da Justiça, grupo que deu origem a atual milicia.  Recentemente, a reportagem divulgou trechos de áudios em que Fiel aparece recrutando pessoas para a milicia e falando dos rivais Juninho Varão e Waguinho.  Relatos indicam que Fiel seria o ‘dono’ da comuniadde João 23, em Santa Cruz, que foi necentemente tomada pela milícia do PL. As polícias Militar e Civil foram acionadas pela reportagem mas até agora não responderam.

Da década de 90 aos dias atuais: o rastro de sangue da família Avelino

A família Avelino voltou ao centro das atenções da mídia fluminense nesta quarta-feira, após uma operação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro que cumpriu 21 mandados de busca e apreensão contra integrantes do grupo no interior do estado e também em outras unidades da federação. A fama de intimidação atribuída ao clã não é recente. Um episódio ocorrido na década de 1990 ilustra o clima de medo que cercava a atuação da família. Na ocasião, um dos integrantes, conhecido como Julinho Avelino, seria levado a julgamento pela morte de um jovem em Miguel Pereira. Antes da sessão, um jurado procurou um promotor de Justiça para relatar que, nos bastidores, comentava-se em Vassouras que sequer haveria quórum para a realização do júri, já que os jurados poderiam não comparecer. Segundo o relato, mesmo que a sessão fosse instalada, havia o temor de que os jurados não tivessem coragem de condenar o réu, apesar da existência de provas nos autos, por receio de represálias. Diante desse cenário, chegou-se a cogitar a transferência do julgamento para outra comarca. Documentos da época já classificavam integrantes da família Avelino como pessoas de “índole extremamente violenta”. O grupo era descrito como influente não apenas em Vassouras, mas em toda a região do Médio Paraíba, com forte presença econômica e política. Ainda segundo esses registros, diversos membros estariam envolvidos em crimes graves. Histórico de homicídios Ao longo dos anos, diferentes casos reforçaram essa reputação. Em 23 de setembro de 2011, um integrante da família foi acusado de efetuar disparos contra Edson Presotto Marcondes, no bairro Madruga, em Vassouras. De acordo com a denúncia, o crime teria sido motivado por uma desavença envolvendo a negociação de um imóvel e o não ressarcimento de um trator dado como parte do pagamento. A acusação aponta que a vítima foi surpreendida por dois homens em uma motocicleta enquanto estava dentro do carro, sem possibilidade de defesa. Outro caso ocorreu em 28 de maio de 2000, no Parque de Exposições Narciso Dias, também em Vassouras. Durante um rodeio, integrantes da família se envolveram em uma confusão com peões. Segundo a denúncia, a vítima Ronaldo da Silva Soares foi atraída até a cerca que separava o público da arena, onde foi agredida e baleada. Ele morreu no local. Um dos acusados foi condenado a 14 anos de prisão. Há ainda o caso de Thiago Borges do Rêgo, morto em 30 de dezembro de 1996. De acordo com relatos, ele teria passado a sofrer ameaças após um desentendimento banal — teria esbarrado em um copo de cerveja de um dos integrantes da família. O acusado pelo crime acabou absolvido pela Justiça. Já em 23 de setembro de 1995, outro episódio violento foi registrado no centro de Vassouras. Um integrante do clã foi acusado de matar Luiz Augusto Costa Monteiro após uma discussão de trânsito. Nesse caso, houve condenação, com pena fixada em 14 anos de prisão. Os episódios, registrados ao longo de décadas, ajudam a dimensionar o histórico de violência atribuído à família Avelino e explicam por que o grupo continua sendo alvo de investigações e operações das autoridades.

Membro da família Avelino, alvo de operação do MP hoje, vai a júri popular por morte de empresário que teve o corpo colocado em carro em chamas

A Justiça do Rio decidiu no último dia 2 de março levar a júri popular Fernandinho Avelino, membro da família suspeita de diversos homicídios no interior fluminesne nas últimas décadas. Fernandinho é acusado do assassinato de um empresário em 12 de janeiro de 2024. A vítima foi Thiago Amorim Navarro Os dados obtidos com a quebra de sigilo demonstram que, dois dias antes do crime, existem dois registros de ligações telefônicas entre os terminais utilizados pela vítima Thiago e Fernandinho sendo que no dia dos fatos há uma ligação telefônica entre os doistendo a vítima, provavelmente, avisado a Avelino que estava se deslocando para sua residência, No dia do homicídio, Thiago recebeu uma ligação telefônica e os dados de seu aparelho comprovam que ele estava na estrada (BR-393 nas proximidades do distrito de Andrade Pinto) e se deslocava até Vassouras para encontrar-se com Fernando. Apurou-se que Thiago chegou à residência de Fernando por volta de 11h, Uma testemunha narrou que Thiago lhe disse que vindo buscar com Fernando uma declaração, pois em 2021, ele havia dado um cheque para o acusado no valor de R$3.000,00, mas que como não houve fundos ele pagou Fernando posteriormente o total do cheque, mas precisava do mesmo para dar baixa no banco, porém como Fernando não tinha mais o cheque ficou de assinar uma declaração do mesmo para Thiago Narrou que por volta de 12h06min foi a última vez que falou com Thiago que este disse que após resolver as coisas com Fernando, ia passar no correio e depois ele iria a cidade de Juiz de Fora pegar seu carro que tinha ficado pronto e entregaria o que estava com ele (…)” A investigação revelou que os dados telefônicos de Fernando indicaram o seu deslocamento sentido Massambará e, posteriormente, para o local do crime. O relatório destacou que o Azimute do telefone de Fernando se altera em direção ao local do encontro do cadáver de Thiago, onde ele permaneceu até as 13h30min. Assim, pelos dados obtidos com a quebra de sigilo, resta inequívoco que o indiciado Fernando Avelino efetivamente esteve no local do crime (ao menos da destruição de cadáver), e que, em seguida, voltou à sua residência e desativou o aparelho da vítima Thiago. E mais, pela lógica da trama, ficou clara a participação de terceira pessoa no evento, já que o corpo da vítima se encontrava no interior de seu próprio veículo, ambos em chamas. Logo, certo é que a presença de outro elemento se fez necessária para retirar o indiciado Fernando do local do crime por meio de outro transporte. A família Avelino é alvo hoje de uma operação do Ministério Público Estadual do Rio A Promotoria obteve na Justiça mandados de busca e apreensão cumpridos nesta quarta-feira (01/04) contra 21 pessoas ligadas aos clãs da Família Avelino, investigada pela prática de diversos crimes. Entre os alvos estão integrantes da família, cinco policiais militares, um advogado e suspeitos de atuar como pistoleiros do grupo. A ação é realizada com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil (SSINTE). Estão sendo cumpridos mandados em 29 endereços ligados aos investigados, nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Pará, com o apoio dos GAECOs locais. No Rio, os agentes cumprem mandados na Capital e nos municípios de Paty do Alferes, Vassouras, Paraíba do Sul e Três Rios. As investigações são conduzidas em Procedimento Investigatório Criminal (PIC) próprio do GAECO/MPRJ e demonstram a existência de conduta criminosa sistemática e reiterada por parte dos integrantes do clã, com forte influência em diversos municípios do Sul Fluminense e características de milícia privada. Isso inclui a prática de assassinatos já denunciados pelo Ministério Público, suspeitas de dezenas de outras execuções, múltiplas tentativas de homicídio, controle territorial, corrupção de agentes públicos, estrutura hierárquica com clara divisão de funções, obstrução sistemática da Justiça, entre outros. Com histórico de violência e poder que remonta à década de 1930, com quatro gerações documentadas praticando homicídios, as apurações mostram que a família e seus associados empregam uma série de mecanismos para escapar da persecução penal, incluindo intimidação de testemunhas, ameaças extensivas a familiares e eliminação de adversários. O objetivo é criar um clima de medo que resguarde a chamada “lei do silêncio”. Atento ao histórico de criminalidade violenta, à intimidação de autoridades e às obstruções sistemáticas, o GAECO/MPRJ passou a concentrar todas as investigações criminais contra o clã. A família Avelino é temida no interior e por vezes usavam o nome do clã para praticar extorsões. Em 2022, um homem foi procurado por um elemento que dizia ser o marido de “uma mulher chamada Vanessa” e que o acusou de haver subtraído a quantia de R$ da “suposta esposa”. O suspeito passou a intimidar a vítima, dizendo ser da família “Avelino” e afirmando que iria matar o rapaz, caso ele não pagasse ao menos metade do valor. Amedrontado, a vítima se dirigiu a um endereço indicado e entregou para o elemento um automóvel FORD Fiesta, u aparelho de telefonia celular, um tanquinho de lavar roupas e a quantia de R$ 3.000 sendo ainda obrigado a assinar para o suspeito um recibo com mais valores. Não satisfeito, o elemento passou a ligar novamente para a vítima exigindo mais dinheiro, sendo certo que passou a perseguir a vítima, se fazendo presentes nos lugares que o alvo costumava frequentar Na delegacia, o suspeito afirmou que teria feito empréstimos à vítima buscando justificar a movimentação de dinheiro de um para o outro

Polícia pede a prisão de Lacoste, Coelhão e outros dois traficantes da Serrinha (TCP) por dois homicídios no Juramento (CV)

A polícia pediu a prisão de traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, na Zona Norte do Rio, por dois homicídios ocorridos no ano passado no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho. As autoridades solicitaram as prisões dos traficantes Lacoste, chefão da Serrinha, além de seu braço-direito Coelhão e os criminosos vulgos Bonitão e Boneco Assassino. As vítimas foram Douglas Azevedo Pinheiro, o Dou, morto em 25 de junho, e Matheus de Paula Ferreira da Silva, executado dois dias depois. Os processos tramitam na 3ª Vara Criminal da Capital do TJ-RJ. Há tempos se sabe que traficantes da Serrinha ligados ao Terceiro Comando Puro vêm atacando o Juramento, dominado pelo Comando Vermelho.

Suposto agiota foi executado em Caxias

Um homem suspeito de aser agiosta e segurança de bairro foi assassinado com tiros de fuzil na noite de ontem, na Parada Morabi, em Duque de Caxias. Ele foi identificado como Oscar Conceição, de 45 anos, Na hora do crime, ele estava em frente de uma barbearia na Avenida Hélio de Oliveira. Oscar havia prestado serviços de agiota , e também na “segurança” do Bairro, onde tinha o costume de andar arm*do. Ele chegou a ser socorrido rapidamente por populares, mas não resistiu aos fer*mentos e foi a óbito no Hospital Adão Pereira Nunes. A motivação.ainda é desconhecida. Na manhã de hoje, um outro homem foi assassinado no bairro. Milton Soares, de 60 anos, foi achado morto dentro de um carro com os vidros fechados.

Baque do CV no Para Pedro (TCP) deixa quatro mortos

Durante a madrugada, os traficantes do Comando Vermelho realizam um baque na comunidade Para Pedro (TCP) no bairro Colégio, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A ação resultou em quatro s homens executados. Um dos mortos não era mais envolvido, porém estava junto dos bandidos e acabou sendo executado. Os invasores também pegaram quatro pistolas, drogas e dois radiotransmissores. Vale lembrar que recentemente os traficantes do Pará Pedro atacaram o Morro do Juramento e costumam baquear também o Jorge Turco.

Policial baleado e suposto mliciano foi morto em Campo Grande

Um policial penal foi baleado e um suposto miliciano foi morto na Estrada do Cabuçu em Campo Grande,  próximo ao Prezunic!! O paramilitar morto se chamava Yan, vulgo Pudim. A Delwgacoa de Homicídios da Capital foi acionada mas ainda não informou a identificação das vítimas. A Secretaria de Estado de Polícia Penal (SEPPEN) informa que, na tarde desta terça-feira (24/03), houve uma ocorrência com troca de tiros envolvendo um policial penal em Campo Grande. Um homem morreu e o policial penal foi baleado. Ele está internado no Hospital Municipal Rocha Faria e seu quadro de saúde é instável. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na terça-feira (24/03), de acordo com o comando do 40ºBPM (Campo Grande), policiais da unidade foram acionados para atender ocorrência de disparos de arma de fogo na rua Itápolis, no bairro Campo Grande. No local, os agentes constataram uma vítima ferida que foi socorrida ao Hospital Municipal Rocha Faria. Ainda na mesma ação, um outro homem foi ferido  e não resistiu.Ocorrência a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). 

Traficantes estão em guerra na Zona Portuária do Rio desde dezembro

Desde o ano passado, traficantes travam uma guerra na Zona Portuária do Rio de Janeiro Tudo começou ano passado, no dia 03 de Dezembro quando a Tropa do Lacraia (CV) oriunda de Manguinhos e Parque Arará realizou um baque no Complexo do Caju (TCP). Nesse dia o traficante GAB, ligado a Tropa do Bob (TCP), foi executado, e dois fuzis foram pegos, além de mais dois criminosos do TCP mortos. No dia 11 de Dezembro de 2025, ocorreu mais um baque no Caju a Tropa do Lacraia pegou mais um fuzil Nos dias 13 e 21 de Dezembro, a Tropa do Lacraia (CV) aplicaram mais dois baques. No dia 10 de Janeiro, a Tropa do Lacraia (CV) deu outro baque e matou mais um do (TCP), pegando mais um fuzil. Porém, agora em março , o Terceiro Comando Puro (TCP), ligado a Tropa do Bob começou a mudar a estratégia, utilizando tróias. No dia 06 de Março de 2026, a Tropa do Bob (TCP) realizou um baque no Arará (CV). Já no dia 08 de Março, a Tropa do Bob entrou sem resistência no Arará, já em 09 de Março, ocorreu um toque de recolher no Caju. Já no dia 12 de Março de 2026, a Tropa do Lacraia (CV) efetuou um baque mal-sucedido no Caju. Por fim, no dia 21 de Março de 2026, a Tropa do Bob (TCP) realizou uma tróia, usando um traficante identificado como Neneco, atraiu traficantes do Comando Vermelho, nessa tróia, dois do CV foram baleados.

Mulher de Celsinho da Vila Vintém morreu no Rio; ela respondeu a processos que acabaram arquivados

A mulher do traficante conhecido como Celsinho da Vila Vintém, Deise Mara de Souza Rodrigues, que faleceu nesta data por causas não divulgadas no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, já respondeu a processos na Justiça por suposta participação em crimes. Em todos os casos, no entanto, não houve condenação, tendo as ações sido arquivadas ou encerradas sem sentença condenatória. Um dos processos tratava do homicídio de Júlio César da Silva Ramos, ocorrido em 16 de junho de 2015, na comunidade da Vila Vintém, na Zona Oeste do Rio. De acordo com os autos da época, Deise foi apontada como suspeita de atuar como mentora intelectual do crime, supostamente em conjunto com um comparsa conhecido como “Loco Abreu” e outros integrantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA). Segundo a denúncia, a vítima estava em um baile funk na comunidade quando avistou sua motocicleta, que havia sido furtada dias antes, em posse de um homem desconhecido. Ao tentar reaver o veículo, Júlio César teria se envolvido em uma discussão com integrantes da facção que atua na região. Ainda conforme os autos, durante o tumulto, traficantes teriam sido acionados e, seguindo ordens atribuídas à organização criminosa local, a vítima foi atingida por disparo de fuzil, morrendo no local. A denúncia também apontava que, após o crime, o corpo teria sido levado para a região conhecida como “Campo do Cruzeiro”, onde teria sido esquartejado e incendiado. O Ministério Público sustentou, à época, que o homicídio teria sido motivado por motivo fútil, relacionado à tentativa da vítima de recuperar o bem subtraído. Apesar das acusações, o processo, iniciado em 2017, foi arquivado em 2021, sem condenação. Deise também figurou como ré em um processo de 2011 que apurava dois homicídios duplamente qualificados. Na ocasião, as investigações apontavam que os acusados seriam pessoas de alta periculosidade, supostamente ligadas ao comando do tráfico na Vila Vintém, e que ordenariam execuções de indivíduos considerados ameaças ao controle da organização criminosa. Testemunhas ouvidas na fase policial relataram temor e afirmaram ter sido expulsas da comunidade, além de alegarem ameaças atribuídas aos investigados. As vítimas foram identificadas como Renato Cardoso Quezado e Leandro Rodrigues de Almeida. Segundo os autos, os crimes teriam sido praticados com uso de armas de fogo de grosso calibre, a curta distância, impossibilitando qualquer chance de defesa. A vítima Leandro era sobrinha de Celsinho e foi expulsa da comunidade, em razão de disputas internas na estrutura do tráfico de drogas da região. No entanto, a Justiça entendeu que não havia indícios suficientes de autoria em relação aos acusados, incluindo Deise e Celsinho, decidindo pela impronúncia — o que os retirou do julgamento pelo Tribunal do Júri. Posteriormente, o processo foi arquivado. Em outro caso, Deise chegou a ter a prisão preventiva decretada sob acusação de envolvimento com o tráfico de drogas na Vila Vintém, mas acabou absolvida pela Justiça. Após sua morte, a escola de samba Unidos de Padre Miguel prestou homenagem: “Deise foi força, foi amor, foi história viva da nossa escola. Uma mulher que lutou até o fim, que nunca deixou de acreditar e que transformou tudo ao seu redor com sua presença única. Seguiremos honrando seu nome, sua luta e seu legado… para sempre.”

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima