Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

homicídios

Ex-miliciano expulso que deu entrevista acusando chefão de várias mortes anuncia que está a frente do Terreirão e proibiu taxas

Depois de ser expulso da maior milicia do Estado do RJ e aparecer em uma entrevista para a TV Record acusando o chefão PL de várias mortes na Zona Oeste, o criminoso conhecido como Zero pode estar de frente agora da comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Uma postagem que circula nas redes sociais diz que a Tropa do Zero teria assumido a localidade e que as cobranças de taxas estariam proibidas. Existe a suspeita que ele teria aderido ao Comando Vermelho.. O Terreirão vem sofrendo há tempos com disputas entre o CV, TCP e milicia com várias mortes, a última delas de um casal em que a mulher estava grávida. RELEMBRE: https://www.fatospoliciais.com.br/entrevista-bombastica-ex-miliciano-expulso-do-maior-grupo-paramilitar-do-rj-acusa-chefao-de-varios-homicidios-e-disse-que-nao-vai-se-entregar-enquanto-ele-nao-for-preso-vou-guerrear-com-ele-ele/

Guerras entre milícias e co o CV espalham terror por Magé que tem sequência de homicídios

A região de Suruí, em Magé, vive clima de terror nos ultimos meses e tem sequência de homicídios. Relatos ainda de abril. apontam que integrantes da chamada “milícia do André Careca” voltaram a circular pelo bairro, fortemente armados, inclusive com fuzis. Segundo moradores, o grupo tem intimidado a população e estaria envolvido em assaltos e roubos de carga na região. A presença constante desses criminosos tem gerado tensão e insegurança entre quem vive no local. Autoridades devem intensificar o patrulhamento para coibir a ação do bando. Esse grupo está em guerra também com milícias rivais e o Comando Vermelho que acontece a todo vapor na cidade um lado aplica ataques no outro há qualquer hora do dia. No último fim de semana,,dois homens foram mortos. Um carro foi alvo de diversos disparos na noite de domingo e os dois ocupantes foram atingidos durante o ataque. Uma das vítimas, conhecida como “Patola”, morreu no local. Já Juliano, que havia sido socorrido em estado grave, não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias. Segundo relatos de moradores, o miliciano conhecido como “Macarrão” teria sido visto dando fuga aos autores do ataque durante a madrugada. Dias antes, um mototaxista foi morto a tiros no ponto onde trabalhava, na entrada de Suruí.. O crime gerou forte repercussão entre moradores da região. Segundo relatos obtidos, homens apontados por moradores como integrantes de um grupo de milicianos que atuam na área, estariam sendo citados nas denúncias encaminhadas às autoridades, entre eles André Careca, Macarrão, Anjinho e Sem Alna Em maio, dois homens identificadus comoAndré e Marcelo foram executados Segundo informações preliminares, ambos seriam ligados ao grupo do miliciano conhecido como “André Careca”. 🚨🚨 Dois homens foram mortos a tiros na noite desta quinta-feira (07) no bairro de Suruí, em Magé. As vítimas foram identificadas apenas como André e Marcelo. Segundo informações preliminares, ambos seriam ligados ao grupo do miliciano conhecido como “André Careca”.

MILICIANO DIZ EM ÁUDIO QUE BUSCOU APOIO DO CV PORQUE QUERIAM COLOCAR TCP EM RIO DAS PEDRAS MAS AFIRMOU QUE CONTINUA NO GRUPO PARAMILITAR E COBRANDO TAXAS

Circula nas redes sociais um áudio atribuído a um criminoso conhecido como Kauan, apontado como integrante da milícia de Rio das Pedras e suspeito de participação na atual escalada de violência na comunidade. Na gravação, ele afirma ter buscado apoio do Comando Vermelho (CV) após um suposto movimento interno da milícia para se alinhar ao Terceiro Comando Puro (TCP), mas nega ter deixado completamente a estrutura miliciana. No áudio, o homem diz que a decisão de procurar apoio do CV teria sido motivada por divergências internas, especialmente pela tentativa de aproximação da milícia com o TCP dentro da comunidade. Ao mesmo tempo, ele afirma que continua atuando em Rio das Pedras e reforça que ainda se considera integrante da milícia, indicando um cenário de ruptura parcial e conflito interno entre os próprios grupos armados. Segundo o conteúdo da gravação, há relatos de que integrantes da milícia estariam se dividindo após mudanças de alinhamento e disputas de poder. Em meio a esse cenário, circulam informações extraoficiais de que ao menos 19 criminosos teriam deixado o grupo paramilitar nos últimos dias, migrando para o Comando Vermelho. O homem também afirma que a intenção seria conter a escalada de violência na comunidade, alegando que a disputa entre grupos rivais estaria atingindo moradores inocentes. Ainda assim, a gravação revela contradições, já que ele admite a continuidade de práticas de controle territorial e cobrança de valores ilegais na região. “Quem tiver pagando para os caras, a gente vai pegar”, diz o suposto criminoso no áudio, em referência à disputa pelo controle das cobranças na comunidade. Em outro trecho, ele afirma que moradores não deveriam mais pagar taxas a antigos operadores do esquema. Segundo relatos atribuídos ao mesmo áudio, a cobrança de valores continuaria, incluindo serviços como internet e outras taxas impostas a moradores, agora sob nova configuração de poder dentro da comunidade. Ele disse que tem que pagar na sua mão. Uma outra versão que circula, no entanto, é que Kauan teria cometido um vacilo dentro da comunidade (supostamente matado dois inocentes) e iria ser cobrado por conta disso. Para não sofrer punições, ele pulou para o CV, abandonando o próprio irmão Gerlan que está preso e continuaria na milícia. Circulam fortes rumores de que Kauan estava jurado de morte e seria executado assim que caísse no tribunal. Seu irmão Gerlan, que está preso, seria o responsável por defendê-lo. Apesar do desentendimento com outros milicianos que teria motivado Kauan a pular, não há atrito direto entre ele e o irmão. No entanto, a situação pode gerar um racha dentro da cadeia: Gerlan pode ser pressionado a abandonar a milícia para fica do lado do irmão, correndo o risco de ser morto na prisão por “fechar” com Kauan. Outra possibilidade é uma guerra interna entre a família, caso Gerlan decida continuar na milícia. Milicianos já estariam em contato com Gerlan, e existe a possibilidade de que outros membros da milícia também pulem caso Gerlan mude de bandeira dentro do sistema prisional. Escutem o áudio https://twitter.com/bnn_oficiall/status/2068117956098240556/video/1 INFLUENCIA DA FACÇÃO De acordo com o jornalista Bruno Assunção, parte de Rio das Pedras já estaria sob influência do Comando Vermelho após um racha interno na milícia que historicamente domina a região. De um lado, estaria um grupo alinhado ao CV, supostamente ligado a Kauan. Do outro, permanece uma ala associada ao TCP, com lideranças criminosas conhecidas como Taillon e Macaquinho. Em meio à disputa, Rio das Pedras voltou a registrar uma sequência de confrontos armados, com intensos tiroteios e episódios de violência em dias consecutivos. Considerada o principal reduto da milícia na Zona Sudoeste, a comunidade enfrenta uma escalada da guerra pelo controle territorial. O Comando Vermelho já exerce influência sobre comunidades estratégicas do entorno, como Cidade de Deus, Gardênia Azul, Muzema, Morro do Banco e Tijuquinha. O avanço tem como objetivo consolidar um corredor territorial na Zona Oeste do Rio, ampliando o domínio sobre áreas de circulação e atividades econômicas ilegais. NOVAS EXTORSÕES Moradores também relatam o surgimento de novas formas de extorsão durante a disputa. Entre elas, a chamada “taxa da caixa d’água”, em que criminosos monitorariam residências para contabilizar o número de reservatórios e cobrar valores por unidade. Segundo relatos, o controle seria feito com uso de drones e observação de pontos altos das comunidades, com cobrança estimada em R$ 50 por caixa. Além disso, moradores afirmam que seguem submetidos a cobranças por serviços como energia, água, gás e internet, em um cenário de vigilância constante, intimidação e pressão econômica exercida por grupos armados. Em meio ao conflito, circulam ainda mensagens indicando possível retaliação contra integrantes da milícia. Publicações atribuídas ao Comando Vermelho afirmam que adversários estão sendo monitorados com uso de drones e vigilância contínua. Na última quinta-feira, um homem apontado como cobrador da milícia, identificado como Bryan, foi baleado no Anil e morreu. Mesmo sob pressão, a milícia também tenta reagir e manter articulação. Um print que circulou nas redes sociais mostra supostos integrantes do grupo, incluindo lideranças presas em Bangu 9 — a Penitenciária Bandeira Stampa, no Complexo de Gericinó — participando de uma chamada de vídeo com aliados em liberdade. A imagem, posteriormente apagada, indica segundo relatos que a comunicação entre lideranças presas e membros em atuação nas comunidades continua ativa. A unidade é considerada de segurança máxima e abriga, em tese, presos sem vínculo com facções criminosas, além de milicianos e ex-agentes de segurança.

Alvo de grande operação no Brasil, facção venezuelana realiza fuzilamento de desafetos em vias públicas, além de esquartejamentos

Nesta semana, veículos de imprensa de todo o país deram destaque à operação da Polícia Civil de Roraima contra a facção criminosa Tren de Aragua, uma das organizações mais violentas e estruturadas em atuação na América Latina. As investigações apontam que o grupo estaria envolvido em uma série de homicídios registrados em Boa Vista, capital de Roraima, com atuação marcada por extrema violência. Entre os crimes atribuídos à facção, há relatos de execuções sumárias, incluindo episódios descritos como fuzilamentos em via pública, além de esquartejamentos e outras formas de violência extrema. De acordo com os levantamentos, criminosos utilizariam veículos alugados para a prática dos delitos, dificultando a identificação e o rastreamento das ações. Relatórios policiais indicam ainda que a facção atua com elevado grau de brutalidade, associada ao uso de armamento de origem estrangeira, contrabandeado da Venezuela. Documentos obtidos no curso das investigações apontam que o Tren de Aragua mantém uma estrutura de atuação transnacional, com ramificações em diversos países da América Latina e possíveis conexões com redes do narcotráfico internacional, incluindo cartéis mexicanos. Em determinados relatórios de segurança pública, o grupo já foi descrito por autoridades estrangeiras como uma organização de perfil altamente violento e com estrutura paramilitar, em razão do seu modo de operação e capacidade de expansão territorial. Nos últimos anos, a facção vem ampliando sua presença no Brasil, especialmente na região Norte, onde a extensa fronteira com a Venezuela facilita fluxos ilícitos. As investigações indicam que o grupo estaria recrutando brasileiros para atividades criminosas como tráfico de drogas, exploração sexual e mineração ilegal. O avanço da organização criminosa se torna ainda mais preocupante diante de relatos de possíveis articulações com outras facções atuantes no Brasil, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Essas conexões, segundo apurações, potencializariam o controle de rotas do tráfico e a exploração de atividades ilícitas em territórios estratégicos. Estudos e levantamentos de segurança apontam que, desde 2013, período em que Nicolás Maduro assumiu a presidência da Venezuela, houve um aumento significativo da criminalidade transnacional envolvendo grupos originários do país vizinho, impulsionado pela crise econômica e humanitária que levou à migração de indivíduos ligados ao crime organizado. A operação A Polícia Civil de Roraima (PCRR), por meio da Delegacia de Repressão às Organizações Criminosas (Draco), deflagrou na última terça-feira (16) a Operação Rota do Norte, voltada ao enfrentamento da organização criminosa transnacional Tren de Aragua. A ofensiva tem como objetivo desarticular as estruturas operacionais e financeiras da facção, considerada uma das mais perigosas em atuação no continente. A ação ocorre simultaneamente nos estados do Amazonas, Roraima, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, onde estão sendo cumpridos 25 mandados de prisão preventiva e mais de 30 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário contra integrantes e colaboradores da organização criminosa. As ordens judiciais são direcionadas a investigados por participação em crimes como tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de guerra e lavagem de dinheiro. O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, enfatizou a importância da operação e o papel do Ministério da Justiça e Segurança Pública. “A Operação Rota do Norte é um exemplo concreto da estratégia nacional de combate ao crime organizado baseada em integração e inteligência. Atuamos no compartilhamento de informações, na produção de inteligência financeira e no apoio logístico às equipes envolvidas nas investigações e na execução da operação. O resultado é uma ação coordenada capaz de atingir não apenas os executores, mas também as estruturas financeiras e logísticas que sustentam organizações criminosas transnacionais. É assim que enfraquecemos as facções: retirando sua capacidade de operar, financiar atividades criminosas e expandir sua influência sobre os territórios”, disse. Modus operandi As investigações identificaram uma estrutura criminosa responsável por atividades relacionadas ao tráfico de drogas, ao comércio ilegal de armamentos de grosso calibre e à lavagem de dinheiro. O grupo investigado atuaria no fornecimento de armas de alto poder destrutivo para organizações criminosas em diferentes regiões do Brasil. Entre os armamentos citados estão fuzis, metralhadoras calibre .50 e lança-granadas, frequentemente utilizados em confrontos entre facções criminosas. As apurações também apontam fornecimento de armamento a outros grupos criminosos, incluindo integrantes do Comando Vermelho com atuação no Amazonas e no Rio de Janeiro. Para o diretor de Operações e Inteligência (Diopi), Anchieta Nery, o trabalho integrado de inteligência foi determinante para o avanço das investigações. “As ações de suporte da Senasp na Operação Rota do Norte demonstram a efetividade das estratégias que serão ampliadas no Programa Brasil Contra o Crime Organizado. O compartilhamento de informações entre os entes federativos, no contexto dessas iniciativas especializadas, vai produzir resultados cada vez mais expressivos”, explicou. Encerramento operacional Com a ofensiva, a Polícia Civil busca enfraquecer as estruturas financeiras, logísticas e operacionais do Tren de Aragua, interrompendo fluxos ligados ao tráfico de drogas, à circulação ilegal de armas e à lavagem de dinheiro, além de conter a expansão da facção no território nacional. As diligências seguem em andamento, e os resultados consolidados da operação serão divulgados após a conclusão das ações policiais.

TENSÃO EM RIO DAS PEDRAS: Debandada de milicianos para o CV, novos lideres, traição punida com morte e cemitério clandestino dentro de poço. Um dos que pularam foi flagrado em chamada de vídeo com chefes do tráfico (ASSISTA)

Informações que circulam nas redes sociais apontam para rachas internos na milicia de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, con uma debandada indo para,o Comando Vermelho da Gardênia Azul Um deles teria sido o criminoso conhecido como Kauan. Tudo teria começado quando Kauan mandou matar dois adolescentes sem autorização. Por causa disso, ele foi rebaixado na hierarquia. Insatisfeito, entrou em contato com Gadernal e pulou. Kauan aparece em um vídeo mostrando dois homens que seriam os traficantes Gardenal e BMW, dois líderes d CV. Porém, no meio da ligação, alguns milicianos ligados ao GAT do Catolé xingaram o Kauan e falaram que era “Ant-Comando”. Catolé teria assumido a liderança da milicia em Rio das Pedras junto de Labareda. Para consolidar a mudança de lado, Kauan teria participado da morte de um soldado da própria milícia, além de levar armamentos e dinheiro. . Segundo informações, Catolé mandou executar o homem identificado como Bahia, que estaria repassando informações para rivais ligados à Tropa do BMW (CV). Os milicianos que pularam para o CV Rio das Pedras, em Jacarepagua se intitulam como Equipe Caranguejo (CV), a mesma equipe que era do Rio das Pedras, porém agora está a serviço do BMW e do Gadernal. Outras figuras que teriam pulado para o CV foram Gerlan e o LC/Farol. O mesmo era responsável por recolher as taxas na localidade da Areinha. Tambem trairam a milicia os bandidos conjecidis como Duduzinho SolteiroBahia (foi executado antes), Pequeno e Branquinho Milicianos reagiram a debandada com postagens nas redes Hoje, policiais civis da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) encontraram, nesta quarta-feira (17/06), um cemitério clandestino do tráfico, na comunidade No terreno, em área de mata, os agentes encontraram um poço utilizado para o descarte dos cadáveres. A apuração teve início a partir de denúncias e de inquéritos relacionados a pessoas desaparecidas na região. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, os agentes identificaram o local. As investigações ainda apontaram que a área era utilizada por uma facção criminosa para ocultar os cadáveres de suas vítimas. A operação conta com apoio do Corpo de Bombeiros. As equipes estão no local e a ação está em andamento. Grande parte dos corpos encontrados em Rio das Pedras seriam de moradores desaparecidos por residirem em áreas dominadas pelos rivais do Comando Vermelho. A saída de criminosos considerados estratégicos teria aumentado a preocupação entre lideranças da milícia. Fontes afirmam que o grupo pretende buscar mais apoio do Terceiro Comando Puro (TCP) para tentar conter o avanço do Comando Vermelho na região. A parceria entre milicianos de Rio das Pedras e criminosos ligados ao TCP não é recente e tem como principal objetivo impedir a expansão do CV. Apesar disso, a migração de soldados para a facção rival é vista por especialistas em segurança pública como um sinal de enfraquecimento da milícia na disputa pelo território. Em outras partes de Jacarepaguá, a aproximação da milícia com o TCP continuaria. Segundo informações, o traficante Lacoste fo Complexo da Serrinha mandou reforços de ex-crias do Campinho e Fubá para o Morro do Dois Irmãos, em Curicica .. Os mesmos gravam vídeos no alto do Dois Irmãos Lembrando que não é de hoje que o Lacostae vem enviando reforços para aliados ligados ao miliciano Capitão América. O Comando Vermelho segue fechando um cinturão em Jacarepaguá com os recentes avanços em Curicica e no Jardim Boiúna. Lembrando que, Curicica facilita muito a locomoção entre traficantes da Cidade de Deus, Gardênia Azul, Praça Seca e dos complexos da Penha e Alemão no acesso à outra parte da Zona Oeste da cidade, que grande parte é dominada pelo grupo do PL/Jorjão e Zinho. Na Boiúna, traficantes ligados à Tropa do 31 (CV) retornaram para a comunidade. Os mesmos que baquearam o Village (C.A) há dias apareceram nesta manhã dentro da Boiúna (CV). Os cabeças do CV Doca e Paulista seguem responsáveis pelo apoio e pela expansão contra a milícia de Curicica. Enquanto que a Tropa do Marreta e a Tropa do Tricolor seguem sendo responsáveis pelas guerras na Freguesia, Taquara e Colônia Juliano Moreira.

Facção alvo de operação no Rio espalhou terror em Salvador com arsenal de guerra, invasões e sequência de homicídios

A facção criminosa conhecida como “Tropa do Cote” ou “Tropa do CF”, alvo de operação deflagrada na Baixada Fluminense nesta terça-feira (16), é apontada pelas investigações da Polícia Civil da Bahia como uma das organizações criminosas mais violentas em atividade na Região Metropolitana de Salvador. Segundo as apurações conduzidas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) durante a Operação Saigon, a facção consolidou sua presença em bairros como Águas Claras por meio do tráfico de drogas, do uso ostensivo de armamento pesado e da prática de homicídios ligados à disputa territorial. Documentos do Ministério Público da Bahia revelam que integrantes do grupo eram responsáveis pela segurança armada de áreas dominadas pela organização, utilizando armas de fogo para proteger pontos de venda de drogas e dar suporte às atividades criminosas. As investigações também apontam que a facção promovia invasões de territórios rivais, conhecidas no meio criminoso como “bondes”, com o objetivo de assumir o controle de bocas de fumo em diferentes localidades da capital baiana. Ainda de acordo com os investigadores, o grupo utilizava redes sociais para exibir armamentos de grosso calibre e intimidar adversários e moradores das regiões sob sua influência. O poder bélico da organização foi citado em manifestações do Ministério Público, que descreveu a facção como responsável por ameaças constantes à população local e por diversos assassinatos relacionados à expansão de suas áreas de atuação. As autoridades baianas também identificaram uma estrutura hierarquizada dentro da organização. O principal líder do grupo chegou a ser preso em Minas Gerais, mas, mesmo encarcerado, continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção. Homens de confiança teriam assumido a coordenação operacional, garantindo a continuidade das ações criminosas. Foi justamente essa capacidade de reorganização que levou ao desencadeamento da Operação Gênesis, considerada um desdobramento da Operação Saigon. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, as investigações demonstraram que, apesar das prisões de integrantes importantes, a facção conseguiu manter uma rede de operadores e colaboradores espalhados por diferentes estados. Nesta terça-feira, policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) participaram da ofensiva interestadual que mira integrantes da Tropa do Cote. Mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão são cumpridos simultaneamente no Rio de Janeiro, Bahia e Santa Catarina. As apurações apontam que a organização criminosa era responsável pelo tráfico de drogas, domínio territorial armado e diversos crimes violentos em Salvador. No Rio de Janeiro, os alvos foram localizados em endereços ligados à facção nos municípios de Nova Iguaçu e Macaé. De acordo com a Polícia Civil, o compartilhamento de informações de inteligência entre as forças de segurança dos três estados foi fundamental para identificar integrantes da organização fora da Bahia e atingir a estrutura que permitia a continuidade das atividades criminosas mesmo após operações anteriores.

Veja detalhes da fuga de Adilsinho com ajuda de PM preso ao seu lado este ano em Cabo Frio; comerciantes de cigarros da quadrilha são investigados por milícia e homicídios e foram beneficiados por depósitos feitos por empresa de contraventor

A investigação que apura a estrutura criminosa atribuída a Adilson Oliveira Coutinho Filho, o “Adilsinho”, vem revelando conexões que vão muito além do comércio ilegal de cigarros. Entre os fatos que mais chamaram atenção das autoridades está a atuação de um policial militar apontado como integrante do núcleo de segurança do grupo e acusado de ter ajudado o criminoso a escapar de uma operação policial antes de ser encontrado ao seu lado meses depois. Segundo o Ministério Público Federal, o policial militar Diego D’Arribada Rebello de Lima desempenhou papel decisivo durante uma tentativa frustrada de captura de Adilsinho no condomínio Reserva do Itanhangá, na Zona Oeste do Rio. As investigações indicam que agentes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) monitoravam a presença do criminoso no local quando a operação foi desencadeada. Apesar do cerco policial, Adilsinho conseguiu fugir. De acordo com a acusação, Diego foi identificado circulando pela região em uma Mitsubishi Outlander prata e posteriormente teria sido visto armado no condomínio vizinho Greenwood. A apuração aponta que o policial e Adilsinho atravessaram o muro que separa os dois condomínios para escapar da ação policial. Ainda segundo os investigadores, Diego teria utilizado sua condição funcional para intimidar funcionários da segurança privada do condomínio, chegando a apresentar sua carteira de policial militar para facilitar a fuga. A evasão teria sido concluída quando os dois alcançaram uma caminhonete que os aguardava nas proximidades. Meses depois, em fevereiro de 2026, o mesmo policial voltou a aparecer no centro das investigações. Durante uma operação realizada em Cabo Frio, agentes da FICCO encontraram Diego dentro de uma residência ao lado de Adilsinho. Segundo o Ministério Público Federal, ele estava armado com uma pistola Glock calibre .40 municiada. Para os investigadores, a sequência dos fatos reforça a suspeita de que o PM não prestava auxílio eventual ao criminoso, mas integrava de forma permanente a estrutura responsável por sua proteção e segurança. Com base nesses elementos, o Ministério Público Federal denunciou Diego D’Arribada Rebello de Lima por suposta participação na organização criminosa investigada na Operação Libertatis. Na denúncia, os procuradores sustentam que ele atuava no núcleo armado da estrutura atribuída a Adilsinho, exercendo funções de segurança, apoio logístico e ocultação do paradeiro do contraventor. Além da condenação criminal, o MPF pediu à Justiça Federal a perda do cargo de policial militar e a interdição para o exercício de função pública pelo prazo de oito anos após o cumprimento da eventual pena, caso haja condenação. Ligações com investigados por milícia e homicídios As investigações também revelaram que a estrutura financeira atribuída a Adilsinho mantinha relações com personagens conhecidos das forças de segurança por envolvimento em apurações sobre milícias na Baixada Fluminense. Um dos nomes citados é o de Siri, apontado pelos investigadores como comerciante de cigarros contrafeitos e investigado há anos por supostas ligações com grupos paramilitares em Duque de Caxias. Segundo a apuração, Siri foi preso em 2019 durante uma operação da Core e da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil enquanto participava de uma partida de futebol ao lado de outros suspeitos ligados à milícia. Na ocasião, diversas armas de fogo foram apreendidas. Mesmo após o episódio, seu nome continuou aparecendo em documentos relacionados à ADILOC, empresa apontada pela Polícia Federal como parte da engrenagem financeira da organização criminosa atribuída a Adilsinho. Além disso, Siri também aparece em investigações relacionadas à tentativa de homicídio contra um policial militar e por suposta participação em milícia privada. Outro personagem mencionado é PQD, que segundo a investigação também recebeu notas fiscais emitidas pela ADILOC e aparece vinculado a operações que somariam quase R$ 400 mil em mercadorias. O histórico atribuído a PQD chamou atenção dos investigadores porque ele responde a processos relacionados a homicídios atribuídos à atuação de milicianos na Baixada Fluminense. Nos autos citados pela Polícia Federal, ele aparece ao lado de policiais militares acusados de participação nos assassinatos, incluindo integrantes conhecidos pelos apelidos de “Cara de Pedra”. Notas fiscais sob suspeita Segundo a Polícia Federal, mensagens obtidas durante a investigação indicam que integrantes da estrutura administrativa ligada à empresa determinavam a emissão de notas fiscais em nome de pessoas vinculadas ao esquema. A suspeita é que parte desses documentos não correspondesse a operações comerciais reais e fosse utilizada para dar aparência de legalidade à circulação de mercadorias e recursos oriundos das atividades criminosas. Na avaliação dos investigadores, o mecanismo teria sido empregado para ocultar movimentações financeiras, dificultar o rastreamento dos recursos e fortalecer a estrutura econômica da organização. Investigação continua A Polícia Federal e o Ministério Público sustentam que os elementos reunidos apontam para uma organização criminosa com atuação diversificada, envolvendo comércio ilegal de cigarros, operadores financeiros, pessoas investigadas por milícia e indivíduos ligados a crimes violentos. As investigações seguem em andamento e novas medidas não estão descartadas.

PMs suspeitos de atacar bocas de fumo em Itaboraí e São Gonçalo para roubar armas e drogas e até matar traficantes poderão ser expulsos da corporação

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode resultar na expulsão de seus quadros, de dois PMs suspeitos em ações ilícitas voltadas à prática de crimes em pontos de comercialização de entorpecentes, popularmente denominados “bocas de fumo”,situados nos municípios de Itaboraí e São Gonçalo/RJ, Os agentes integravam um grupo intitulado “Fantasmas”, ocasião em que atacavam traficantes para subtrair, supostamente, valores indevidos, drogas e armas. Segundo o boletim interno da PMERJ, os dois policiais, no dia 16 Mai 24, investiram contra um local de venda de entorpecentes situado no bairro Jardim Itambi, município de Itaboraí/RJ. D Durante o ato criminoso, o sargento Palhares, um dos investigados, foi alvejado por disparo de arma de fogo, sendo prontamente socorrido pelo outro policial, também envovlido. O relatólrio diz que causa estranheza o fato de que, na mesma data, Palhares deu entrada no Hospital Estadual Alberto Torres, apresentando ferimento provocado por projétil de arma de fogo, tendo alegado ter sido vítima de tentativa de roubo, seguida de tentativa de homicídio.Em 18 de maio do mesmo ano, houve nova ação atribuída ao grupo denominado ―fantasmas‖, a qual resultou no homicídio de Leandro S. D., indivíduo que, em tese, atuaria em ponto de venda de entorpecentes situado no Beco do Adão, bairro Apolo, no município de Itaboraí/RJ.Consta que os autores teriam utilizado uma motocicleta para a prática delituosa, sendo as investigações conduzidas por meio do IP no 951-00279/2024. Na madrugada do dia 19 Jun 24, o bando teria agido novamente, investindo contra um ponto de venda de entorpecentes na Comunidade do Galão, município de São Gonçalo/RJ. Durante a ação, foram utilizados um Fiat Siena, um Fiat Fiorino e, novamente, o veículo Mercedes-Benz O ataque resultou em confronto armado entre traficantes e o grupo denominado ―Fantasmas‖. Chama atenção que, na mesma data, por volta das 02h00min, o sargento Polycarpo, um dos acusados, tenha dado entrada no Hospital Estadual Alberto Torres, apresentando ferimento provocado por projétil de arma de fogo, relatando ter sido vítima de tentativa de roubo seguida de tentativa de homicídio no bairro Santa Luzia, também em São Gonçalo/RJ. As informações indicam que o socorro foi realizado por Palhares , que teriautilizado o veículo Mercedes-Benz, também foi apontado nas investigações como empregado na ação criminosa contra o ponto de venda de entorpecentes situado na Comunidade do Galão. Na tarde de 02 Jul 24, o grupo denominado ―fantasmas‖ teria realizado nova empreitada criminosa contra pontos de venda de entorpecentes situados nas comunidades Guindia e Cebolo, no bairro Arsenal, município de São Gonçalo/RJ, ocasião em que ocorreu novo confronto armado, do qual resultou a morte de um homem chamado Leonardo., As apurações referentes ao episódio encontram-se em andamento, no âmbito do IP no 951-00304/2024. O documento relata que Palhares contou ter sido novamente, vítima de tentativa de roubo, seguida de tentativa de homicídio, conforme consta do Registro de Ocorrência n.o 075-03505/2024, págs. 183/184v, do Apenso. No curso das apurações, constatou-se que o veículo por ele utilizado tratava-se de um Mer-cedes-Benz, mesmo empregado para prestar socorro a Polycarpo namadrugada de 19 Jul 24, bem como apontado como um dos automóveis utilizados na prática de ações crimi-nosas. Em tempo, cabe registrar que o veículo Mercedes-Benz , à época das investigações, encontrava-se com comunicação de venda datada de 18 Fev 23, O documento aponta que se encontra acostada aos Autos (ref.: págs. 29 e 103) mídia contendo imagens de ação atribuída ao grupo ―fantasmas‖, ocorrida em 13 Set 24, na Comunidade do Buraco Quente, município de São Gonçalo/RJ, as quais indicam a suposta participação de Polycarpo e um homem não identificado. Nas imagens, é possível observar dois supostos traficantes de entorpecentes sentados em uma calçada, quando são abordados por dois homens — o primeiro portando arma em punho, trajando camisa, bermuda e tênis; e o segundo utilizando calça e casaco com capuz.Polycarpo seria o indi-víduo que veste camisa, bermuda e tênis, portando a arma em punho. No dia 14 Out 24, Polycarpo compareceu à sede da Corregedoria da PM para prestar esclarecimentos acerca dos fatos ora sob investigação, tendo suas imagens captadas pelo circuito interno de câmeras, o que deu origem ao material posteriormente analisado e comparado às imagens do vídeo da ação ocorrida na comunidade do Buraco Quente. Na prova técnica acostada aos Autos, elaborada pelo Centro de Criminalística da PMERJconcluiu-se que o resultado do exame sustenta, de forma consistente, a hipótese de que as imagens analisadas pertencem ao mesmo indivíduo, qual seja, o sargento Polycarpo. Palhares possui passagens pelo 7o BPM e pelo 35o BPM, Unidades cuja área de atuação abrange os municípios de São Gonçalo e Itaboraí, circunstância que reforça a hipótese de ter se valido de conhecimentos prévios — como a localização de pontos de venda de entorpecentes — para a prática dos ilícitos descritos na exordial. Ante as investigações conduzidas, identificou-se que um grupo autodenominado ―fantasmas‖, do qual faziam parte os Investigados, bem como indivíduos ainda não identificados, atuava, realizando ações violentas contra pontos de venda de drogas como objetivo de subtrair quantias indevidas, além de outros materiais em posse de traficantes. Logo se concluiu que Palhares e Polycarpo possivlemente particpavam de confrontos armados e supostos roubos, bem como em práticas recorrentes de atribuir ferimentos oriundos dessas ações ilícitas a falsas tentativas de roubo, utilizando-se, inclusive, de armamento acautelado da PMERJ. Os fatos foram amplamente divulgados nos meios de comunicação em geral, repercutindonegativamente para a imagem da Corporação.

CV espalha terror em Belford Roxo: Polícia pede prisão de 10 traficantes acusados de executar rivais, exibir cadáveres e colocar crianças na linha de tiro

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense pediu a prisão preventiva de dez integrantes do Comando Vermelho apontados como membros do chamado “Bonde do Esquilo”, grupo acusado de promover uma onda de violência em Belford Roxo marcada por execuções, invasões armadas de comunidades rivais e intimidação de moradores. Segundo a investigação, a facção é responsável por pelo menos sete homicídios apurados pela especializada e atua como uma força de choque do CV na disputa territorial contra traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP). O pedido de prisão cita como líderes do grupo criminoso os traficantes conhecidos pelos apelidos de “Doca” ou “Urso da Penha”, “Bochecha Rosa” e “Esquilo”, apontados como responsáveis por coordenar ataques armados em comunidades da região. De acordo com a Polícia Civil, uma das ações mais violentas ocorreu na madrugada de 23 de outubro de 2025, quando criminosos fortemente armados realizaram um “baque” — termo usado para invasões promovidas por facções rivais — na Comunidade São Leopoldo. Durante a incursão, um homem foi executado a tiros. Mas, segundo os investigadores, o homicídio foi apenas mais um capítulo de uma rotina de terror imposta pelo grupo. No pedido encaminhado à Justiça, a polícia afirma que os criminosos realizavam ataques utilizando fuzis e armamento pesado em áreas densamente povoadas, colocando em risco moradores que nada tinham a ver com a guerra do tráfico. As investigações apontam ainda que as ações do grupo eram marcadas por extrema brutalidade. Segundo a representação policial, os criminosos não apenas executavam rivais, mas também promoviam a exibição de cadáveres, prática usada por facções para espalhar medo e demonstrar poder sobre o território. O documento também revela episódios que mostram como a violência ultrapassava os limites do confronto entre traficantes. Uma testemunha relatou que seu filho menor de idade quase foi atingido durante um dos ataques armados quando retornava da escola, evidenciando o risco permanente imposto à população pelas ações da facção. Para a Polícia Civil, a organização criminosa mantém uma estrutura hierárquica sólida, armada e operacional, capaz de continuar promovendo novos ataques caso seus integrantes permaneçam soltos. Os investigadores destacam ainda que testemunhas vivem sob constante intimidação e medo de represálias. O inquérito descreve um ambiente de terror imposto pelo grupo nas comunidades da região, situação que, segundo a polícia, compromete a produção de provas e ameaça o andamento das investigações. No pedido de prisão, a Delegacia de Homicídios afirma que os integrantes do “Bonde do Esquilo” exercem forte domínio territorial e contam com proteção da própria facção, dificultando a atuação das autoridades. Por esses motivos, a especializada sustenta que a prisão preventiva dos dez investigados é necessária para interromper a sequência de crimes atribuída ao grupo, garantir a segurança das testemunhas e impedir novas ações violentas em Belford Roxo. A Justiça ainda analisará o pedido. Os investigados são apontados pela polícia como autores de homicídio qualificado e integrantes de organização criminosa armada, mas terão direito à ampla defesa e ao contraditório durante o processo.

Entre ataques do CV e alianças com o TCP, rumores indicam nova tentativa de pacto entre as maiores milícias do RJ

Novamente circula boatos de que as duas maiores milícias do Rio de Janeiro_ a comandada por PL (sucessor de Zinho) e Juninho Varão_ estariam negociando um suposto acordo de paz num momento de novas guerras com o Comando Vermelho. Isso já ocorreu no início do ano e acabou sendo quebrado em razão da morte do miliciano Jiraya, executado com vários tiros em Nova Iguaçu. Em razão do fim do suposto acordo, vários outros homicídios ocorreram na época. O que foi publicado é que esse suposto novo acordo só sairia se PL aceitar devolver as áreaS tomadas da milícia do Waguinho em Santa Cruz, como o Conjunto João 23. Waguinho é aliado de Varão. O supotos acordo incluiria a milícia do Rio das Pedras, em Jacarepaguá, constantemente ameaçada pelo Comando Vermelho. Em meio a esse burburinho, há informações que PL teria firnado uma aliança com traficantes do Terceiro Comando Puro tanto da Zona Oeste da capital fluminense como na Baixada e estaria ordenando vários homicídios dentro da sua própria quadrilha como forma de ‘cobrança interna’, Essas supostas mortes teriam ocorrido em Guaratiba e também em Itaguaí. Em Itaguaí, o grupo sofre com ataques do Comando Vermelho principalmente em Chaperó, base da quadrilha na cidade. Por conta disso, seus homens teriam se refugiado no Morro do Carvão, área do TCP. Juninho Varão também está em guerra com o CV em Nova Iguaçu. Semana passada foram registrados confrontos no Grão Pará.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima