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Justiça volta a punir PMs envolvidos em extorsões e homicídios de traficantes na Baixada Fluminense e que foram denunciados na Operação Mercenários

Deflagrada em 2022 a Operação Mercenários que prendeu PMs envolvidos em extorsões e homicídios na Baixada Fluminense continua rendendo na Justiça, Nesta semana, por conta de uma tentativa de homicídio ocorrida em 2019, a Corte determinou medidas cautelares contra sete policias, de vulgos Santinho, Benício, Magrelo, Sardinha ou Peixe, Marinho e outros dois sem apelidos. Os policiais foram acusados de no final da tarde do dia 14 de agosto de 2019, por volta das 16h, quando realizavam diligência no interior da comunidade Morro do Carvão, em Itaguaí, , fizeram disparos de arma de fogo contra P.D.S.S que se feriu tendo seu acompanhamente P.H,S;S conseguido fugir do local. As duas vítimas estavam em uma motocicleta, paradas e de costas, enquanto conversavam com terceiro, as quais, descontraídas e sem esperar, sem qualquer investida, foram alvo de diversos disparos de arma de fogo por parte dos agentes da lei. Foi determinado a suspensão do porte de armas, funcional e/ou pessoal; b) Afastamento dos serviços externos, lotando-os o comando militar a que vinculados apenas em serviços administrativos internos da corporação policial em que inseridos. Como forma de efetivação das medidas aqui deferidas, determino à serventia que adote as seguintes providências: a) Comunique-se a ao comando da PMERJ e ao SINARM/SIGMA, para as pertinentes providências; b) Oficie-se à CIntPM determinando o recolhimento das respectivas identidades funcionais dos denunciados que consignem autorização de porte e demais cautelas necessárias a tal provimento; Cumpridas as diligências acima deferidas, dê-se ciência ao Ministério Público. Segundo a investigação que resultou na Operação Mercenários, os policiais militares irmanaram para praticar de homicídios e a fraude processual. Os gentes enquanto componentes do GAT, em vez de efetuar a prisão de criminosos, buscavam, sim, a execução de alguns deles, ou qualquer um que achassem que fosse componente do “tráfico” como forma de pressionar a quadrilha de traficantes que ali domina a lhes pagar valores a título de corrupção, havendo indícios de ser uma constante na atuação “policial” desviante, em escala de serviço compactuada pelos denunciados.

Há pouco mais de cinco anos, o triste fim de um casal que escapou da morte no Complexo da Maré (TCP) mas caiu no ‘tribunal do tráfico’ no Jacarezinho (CV) com a ajuda da ex-esposa da vítima

Há pouco mais de cinco anos, Marcelo da Silva Belchior foi até a comunidade da Vila do João, no Complexo da Maré, acompanhado da mulher Michele Maria de Freitas, buscar seus filhos na casa da ex-esposa. A ex-companheira de Marcelo chamou os traficantes para impedir que o rapaz levasse os filhos. Em seguida, Marcelo percebendo a chegada de traficantes, tentou sair logo do interior da comunidade, mas sua atual mulher foi alcançada e espancada. Em virtude da perseguição de traficantes, Marcelo foi obrigado a deixar seus filhos que estavam em seu colo e fugir atravessando a Avenida Brasil. Sua mulher conseguiu sair do interior da comunidade antes de ser morta, pois os traficantes gritavam que ela era cria do Jacarezinho, favela rival da Vila Pinheiro. Dias depois, traficantes armados de fuzil, foram na casa de Marcelo para forçá-lo a acompanhá-los para localidade conhecida como “Areal”. Chegando ao local, Marcelo percebeu que havia aproximadamente 30 traficantes fortemente armados e que sua ex-esposa estava dentre eles. A partir daquele momento começou uma espécie de “tribunal do crime”, em que o casal Marcelo e Michele seriam “julgados” pela quadrilha que domina o tráfico de drogas no Jacarezinho. Um outro ‘tribunal do tráfico’ ocorreu com um usuário de “crack” morador da Nova Holanda (dominada por facção rival) que estaria praticando crimes nos arredores da comunidade da Baixa do Sapateiro (TCP), no Complexo da Maré, Por esta razão, a vítima foi levada ao tribunal do crime da Baixa do Sapateiro, onde foi executado. A mãe da vítima relatou que, na esperança de encontrar os restos mortais de seu filho, foi à comunidade da Baixa por três vezes, sempre procurando pelo chefe do tráfico local, sendo certo que na terceira tentativa conseguiu que a levassem até o líder da comunidade, ocasião em que foi apresentada e recebida por TH ou Gabigol (já falecido).

Preso matador da milícia de Rio das Pedras

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam um dos maiores homicidas de Rio das Pedras, na Zona Oeste, nesta quarta-feira (17/09). O criminoso, foi detido em uma unidade hospitalar, na Zona Sul, após trabalhos de inteligência e monitoramento. De acordo com as investigações, o preso é integrante da milícia que atua em Rio das Pedras e braço direito da liderança do crime na região. Contra ele, foram cumpridos dois mandados de prisão por crimes de homicídio qualificado e associação criminosa. Ele responde desde o ano passado a dois processos por homicídio. Em um deles, foi acusado de matar um homem porque esse teria mantido relacionamento amoroso com a atual companheira de um dos líderes do grupo paramilitar.

Polícia divulga nomes dos dois homens achados mortos a tiros na Praça Seca

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de Patrick Wallace Dias Cardoso e de Marlon Ezequiel Renê Motta, ambos de 21 anos., encontrados mortos na Rua Cândido Benício, na Praça Seca, na manhã de hoje. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 18° BPM (Jacarepaguá), nesta quinta-feira (18/09), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência de encontro de cadáver na Rua Capitão Menezes, na Praça Seca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. No local, foram constatados dois óbitos. A perícia foi acionada e a ocorrência segue em andamento.

Bandidos infiltrados em torcidas organizadas são alvos de operação no Rio

Criminosos se passam por torcedores de facções organizadas para cometer delitos violentos como roubos e homicídios. Esses bandidos se utilizam de redes sociais para marcar confrontos, cujos resultados vêm se agravando, com casos recentes de feridos e mortes. Hoje, a Polícia Civil faz uma operação contra esses marginais. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão contra 39 alvos, em diversos endereços, incluindo as sedes das principais torcidas do Rio. Até o momento, dois homens foram presos em flagrante: um por entrar em confronto com os agentes e outro por posse ilegal de arma de fogo. Além disso, dois fuzis foram apreendidos durante as diligências A ação visa a obter maiores subsídios para identificar as organizações criminosas inseridas nas torcidas.

Líder da ADA teve prisão preventiva decretada por triplo homicídio em Realengo. Uma das vítimas tinha pulado para o TCP e levado fuzis e estava jurada de morte. Bandidos do CV também teriam participado do crime

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Índio do Jardim Novo (ADA) e de outros três bandidos por um triplo homicídio ocorrido em setembro do ano passado em Realengo. . No dia 11 de setembro de 2024, entre 12h. e 13h:30min, na Rua Silva Neto, nº 19, a mando de Índio, os outros três mataram mediante disparos de armas de fogo as vítimas Carlos Eli Gil de Almeida, Márcio Rodrigo da Silva e Gabriel Willian Nascimento da Silva, Os crimes foram cometidos por motivo torpe, eis que praticados por vingança abjeta, pois no contexto de ¿guerra¿ do narcotráfico, uma vez que a vítima Gabriel havia trocado de organização criminosa, indo para o Terceiro Comando Puro (TCP) o que desagradou os bandidos, além de estar praticando roubos a veículos. O crime teve participação de bandidos das facções ADA e CV. o alvo seria apenas “GB”. Carlos e Márcio morreram porque estariam no local na hora errada As vítimas foram monitoradas previamente, cercadas em uma vila de casas sem saída, alvejadas de inopino por número excessivo de disparos Foram utilizados fuzis de fogo calibre 7,62×51 e calibre 7,62×39, Índio na qualidade de “frente” da comunidade do Jardim Novo, em posição de superioridade e liderança, dirigindo a atividades dos demais denunciados, determinou e autorizou os homicídios acima descritos. Carlos Eli era mecânico, utilizando a parte de baixo do imóvel como oficina. Era usuário de entorpecentes, mais especificamente, cocaína; Não possuía desavenças no local, dívidas ou qualquer inimizade que tenha comunicado. Gabriel, vulgo GB era assaltante de veículos; Quando GB levava algum carro à oficina da vítima, solicitava o carro de Carlos emprestado até que o serviço ficasse pronto. Carlos foi alertado para não emprestar carros para GB porque ele cometia roubos. Sobre Márcio, GB o teria chamado para ajudar no reboque de um corsa prata até a oficina. GB tinha uma rixa com um morador sendo, expulso, indo integrar outro grupo criminoso. Tinha ganho liberdade prisional há cerca de 3 meses antes do crime. O homem com quem GB tinha rixa disse que foi ameaçado por ele. Sua companheira também foi. O motivo da ameaça foi o fato de GB achar que o declarante teria roubado um de seus veículos. Disse que saia sabia que os integrantes da facção ADA já estavam no encalço de “GB”, pois “GB” teria pego dois fuzis desta comunidade e levado para Comunidade da Vila Aliança, dominada pela facção rival Terceiro Comando Puro. Confessou que monitorou as vítimas para que os criminosos do Jardim novo, em conluio com integrantes da facção Comando Vermelho do Morro do 48 pudessem realizar o “bote”; Contou ainda que os executores estavam em uma SLV Tracker azul marinho preta e que participaram Bambam, Bebel e mais dois individuos do Morro do 48. No dia dos fatos, na parte da manhã, “GB” passou de carro e reameçou o declarante, que estava acompanhado de sua companheira. Diante da nova ameaça e sabendo que os meliantes do Jardim Novo queriam matá-lo, entrou em contato com “Bambam” e forneceu o endereço do local onde poderia ser encontrado. Além disso, monitorou a vítima no local, franqueando acesso dos executores à vila e fugindo juntos após o ataque; Que, após os fatos, teria sido convidado por “Bambam” para integrar o tráfico do Jardim Novo tendo recusado. Disse ainda que o mandante do ataque foi Índio e Bambam era seu segurança e homem de confiança. Falou ainda que é sabido que as facções ADA e CV fizeram acordo e estão atuando juntas; Questionado acerca de homicídio ocorrido na rua Biribá, 346 – Bangu (procedimento 901-00810/2024), no interior de uma casa de festas, com mesmo modus operandi dos fatos apurados, diz que os executores são do Jardim Novo e costumam trafegar com Virtus de cor branca e outro na cor preta, não sabendo especificar quais os elementos participantes dessa outra empreitada criminosa; Perguntado sobre a vítima Natã, não soube falar.

Homens foram achados mortos a tiros em cemitério no Rio

Dois homens foram encontrados mortos com marca de disparo de arma de fogo na manhã desta segunda-feira (15), no Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 3º BPM (Méier), nesta segunda-feira (15/09), policiais da unidade foram acionados para ocorrência de encontro de cadáver em Inhaúma. No local, os militares encontraram os corpos de dois homens e isolaram a área para perícia. Próximo a um dos corpos foram apreendidos um rádio comunicador, uma faca, um coldre e uma capa de colete. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Homicídios da Capital.

‘TRIBUNAL DO TRÁFICO’ EM ARRAIAL: Mesmos bandidos são suspeitos de matar idoso que foi espancado e teve o corpo incendiado e um suposto furtador que acabou torturado e teve a mão arrancada

A Justiça decretou as prisões preventivas dos traficantes Marcinho, MK, Gato Mole, Fred ou Boca de Xereca e PL pelo assassinato de um idoso na localidade de Monte Alto, em Arraial do Cabo. O homem de 66 anos identificado como Roberto Matusin foi espancado e teve o corpo incendiado com o intuito de dificultar a identificação e ocultar o crime. Ele foi vítima do do ‘tribunal do tráfico’. Os autos não revelam a motivação do crime, O mesmo bando é acusado de matar também Reginaldo Siriaco Gonçalves Júnior, que foi encontrada morto em 22 de dezembro de 2024, em Arraial do Cabo, após ter sido sequestrado e brutalmente torturado (com pauladas e amputação de uma das mãos) antes de ser executado. O crime teria sido motivado pelo fato de a vítima ser apontada como furtadora, em um contexto de atuação de organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e a um “tribunal do tráfico” local. Neste segundo crime citado, são acusados também João Vitor, Paiva, Nachico ou Coroa e Vanessinha.

Polícia achou cemitério clandestino do tráfico em Saquarema

A Polícia Civil achou essa semana um cemitério clandestino no bairro de Jaconé, Saquarema. Durante a operação, os policiais seguiram até um morro da localidade conhecido como “Barreiro”, na altura da Rua H, onde identificaram sinais de movimentação suspeita e indícios de escavações recentes. Na varredura pelo terreno, os agentes encontraram ossadas humanas, entre elas um braço e parte de um tronco. . Segundo a Polícia Civil, as investigações iniciais indicam que o espaço era utilizado por criminosos ligados ao tráfico de drogas que atua na região. O material recolhido foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) pela Defesa Civil, onde passará por exames para identificar a vítima. A principal linha de investigação é de que os restos mortais sejam de uma mulher que estava desaparecida

PMs ligados a milícia são alvos de operação por homicídio de vereador em Caxias

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ), com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e da Polícia Civil, cumpre, nesta quinta-feira (11/09), seis mandados de prisão e sete de busca e apreensão contra os acusados pela morte do vereador de Duque de Caxias Danilo Francisco da Silva, conhecido como Danilo do Mercado, e de seu filho. A denúncia do GAECO/MPRJ aponta que os crimes estão ligados à disputa por poder político e econômico no município, além de negócios ilícitos e conflitos fundiários. Entre os alvos estão três policiais militares. Um deles já havia sido denunciado por envolvimento no caso do homicídio do advogado Rodrigo Crespo, ocorrido no Centro do Rio, em fevereiro de 2024. Os mandados expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Duque de Caxias estão sendo cumpridos em Duque e Caxias, Belford Roxo, Nova Iguaçu e Magé. A ação também conta com o apoio da Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP). Segundo a denúncia do GAECO/MPRJ, o crime ocorreu em 10 de março de 2021, quando o vereador e seu filho, Gabriel Francisco Gomes da Silva, foram atraídos a um restaurante no bairro Jardim Primavera sob o pretexto da venda de uma carreta. Após Luis Henrique Torres sair do local, os policiais militares Allef Alves Bernardino, Leandro Machado da Silva e Luiz Carlos da Costa Ribeiro, acompanhados de Uanderson Costa de Souza, chegaram em um veículo e efetuaram diversos disparos contra as vítimas. O sexto denunciado, Lincoln Reis da Silva, manteve contato com os executores momentos antes e, junto de Luis Henrique, tentou se desfazer do carro usado na comunicação com os atiradores. Ainda de acordo com as investigações, os envolvidos integram uma milícia atuante em Duque de Caxias e são suspeitos de participação em outros homicídios no estado. 

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