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homicídios

PM envolvido com a milícia e suspeito do homicídio de ex-chefe de grupo paramilitar em Búzios é alvo de operação do MP

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro cumpre, na manhã desta quinta-feira (23/10), mandado de busca e apreensão contra um policial militar investigado por envolvimento com milicianos da Zona Oeste do Rio de Janeiro nos homicídios de Horácio Souza Carvalho e Maicon Batista Passos, ocorridos em 3 de maio de 2023, em Armação dos Búzios. A operação Segurança Ingrata tem como objetivo desarticular uma rede criminosa composta por milicianos e agentes públicos suspeita de participação direta e indireta nas execuções. O nome da operação faz referência à principal linha investigativa do GAECO/MPRJ, segundo a qual o policial militar, que inicialmente prestava serviços de segurança privada às vítimas, teria se aliado ao grupo criminoso responsável por ordenar suas mortes. O investigado é lotado no 12º BPM (Niterói) e foi integrante do 25º BPM (Região dos Lagos). O mandado foi expedido pela 2ª Vara Criminal de Búzios. A operação conta com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.  FONTE: MPRJ

Doca (CV) é suspeito do desaparecimento de dois homens que teriam sido mortos no Morro do Juramento (CV)

O traficante Doca, chefão do Complexo da Penha, quartel-general do Comando Vermelho, é suspeito junto de três pessoas, entre elas duas mulheres, do desaparecimento de dois homens. As vítimas são Guilherme Adriano da Silva do Nascimento e Rodrigo Valladares Dias. Segundo os autos, tudo indica, que os dois rapazes foram vítimas de homicídio praticado na mesma ocasião e pelos mesmos autores. Foram instaurados dois inquéritos policiais distintos: o IP nº 027-03262/2025, referente à vítima Guilherme e o IP nº 027-03266/2025, para Rodrigo. A autoridade policial representou pela prisão preventiva dos mesmos investigados em ambos os procedimentos. FONTE: TJ-RJ

Ao menos cinco corpos teriam sido jogados em cemitério clandestino no Morro do Jordão (CV)

:A Polícia Civil do Rio descobriu um cemitério clandestino do Comando Vermelho no Morro do Jordão, no Tanque. No local, foi encontrado um poço com cerca de 30 metros de profundidade, onde, segundo as investigações, ao menos cinco rivais do tráfico teriam sido mortos e jogados. Os bombeiros precisaram descer de rapel e encontraram ossos ainda amarrados. FONTE: PCERJ

Homicídios cresceram no Estado do Rio nos primeiros nove meses do ano

Os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que o número de homicídios dolosos cresceu 3,3% no Estado do Rio entre janeiro e setembro de 2025, com 2.215 vítimas. No mesmo período, os roubos de celular cresceram 25,5%, somando 19.780 casos — em média, um a cada 20 minutos. Em contrapartida, os roubos de veículo caíram 19,3%, e as mortes em confronto com a polícia diminuíram 7%, registrando o menor número desde 2015. Outros indicadores:•Estelionato: +3,6% (113.859 casos, recorde histórico)•Roubo de pedestre: –5,1%•Roubo em ônibus: –33,2%•Roubo de carga: +1,4%•Furto de celular: +22,2% (34.456 registros, recorde histórico)•Roubo de bicicleta: +16,7%•Desaparecimentos: +4,5% (4.693 casos) FONTE: ISP

Polícia procura cemitério clandestino no Morro do Jordão (CV)

Policiais civis da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) realizam, na manhã desta terça-feira (21/10), uma operação no Morro do Jordão, na Zona Oeste do Rio. O objetivo é apurar informações de inteligência que apontam a existência de um local utilizado como cemitério clandestino por integrantes de uma facção criminosa que atua na região. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Corpo de Bombeiros. As equipes estão em campo realizando buscas e levantamento de dados que possam auxiliar nas investigações. A ocorrência segue em andamento. O Morro do Jordão era dominado por uma milícia mas foi tomado pelo Comando Vermelho nos últimos anos. FONTE: Polícia Civil do RJ

MP recebeu denúncia de que Peixão (TCP) teria mandado matar nove pessoas em um único dia em junho de 2023

Denúncia recebida pelo Ministério Público Estadual informou que o traficante Peixão teria mandado matar nove pessoas no dia 17 de junho de 2023 em Parada de Lucas. Segundo a notícia, Peixão ordenou as mortes do miliciano Allan Romariz Baista, Nenzinho da Pavuna e uma mulher chamada Débora, que era esposa do traficante Moisés Severino da Silva, o Dino, que foi durante um tempo seu braço-direito e teria sido morto também por Peixão em 14 de novembro de 2021. As outras supostas vítimas que teriam sido mortas naquele dia não foram identificadas. Ainda segundo a denúncia recebida pelo MP, as pessoas foram mortas porque Peixão achava que elas eram X9. Os corpos teriam sido jogados para jacarés comerem em um mangue que existe na Rua Doutor Adailton, em Vigário Geral. Um animal que não sumiu completamente com um cadáver acabou sendo morto . A família das vítimas não puderam dar um enterro digno e muito menos postar que está de luto senão Peixão iria matar também, de acordo com o que foi comunicado ao MP. A denúncia foi cadastrada sobre o número de protocolo 3679.6.2023 FONTE: MPRJ

Casal foi morto em Belford Roxo

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes de Lucas Augusto de Souza e Fabiana Evelyn da Silva Gonçalves ocorridas em Belford Roxo. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 39º BPM (Belford Roxo), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de lesão corporal, no Bairro Andrade Araújo, em Belford Roxo, na madrugada deste sábado (18/10). No local, na Estrada da Prata, os agentes localizaram um veículo colidido em um muro. E no interior do veículo, um casal em óbito e uma mulher ferida na mão, que foi socorrida ao Hospital da região.  Os agentes permaneceram no local para o trabalho da perícia, que ficou a cargo da  DHBF.  FONTE: PMERJ e PCERJ

Traficante do TCP que saiu da cadeia há pouco tempo ameaça redutos do CV na região de Anchieta. PM reforça a área de olho em possível guerra

Policiais do 20º BPM e do 41º BPM vêm intensificando as ações nas comunidades do Az de Ouro, Tatão e Jaqueira, em Anchieta, nas últimas semanas, removendo barricadas e realizando prisões de criminosos. Somado a isso, fatos importantes vêm ocorrendo e podem gerar uma guerra na região. Isso porque o criminoso Neném, ex-frente da comunidade Az de Ouro na época do TCP, que foi preso em 2023 junto a outros seis comparsas com quatro fuzis saiu da cadeia recentemente e tem sido apontado por homicídios na área. As investigações indicam que uma disputa entre o CV e o TCP pelo domínio das favelas pode estourar a qualquer momento. As três últimas mortes em Ricardo de Albuquerque, Anchieta e regiões próximas foram atribuídas a criminosos do bonde do Neném. As vítimas eram conhecidas pelos vulgos: Frango, Da Mangueira e Ricardo (ou Ricardinho). FONTE; PMERJ e Pega Visão RJ News (Telegram)

Uma das vítimas fatais do ataque em Irajá trabalhou como cabeleireiro e percussionista e atuou em projeto social

:Uma das vítimas fatais do ataque a tiros contra pessoas em situação de rua em Irajá era Etervaldo Bispo, de 52 anos, conhecido como Bahia. Morador de rua há mais de 10 anos, ele já havia trabalhado como cabeleireiro e percussionista, participando de um projeto social no bairro. Além dele, outro homem foi morto e um terceiro ficou ferido. O sobrevivente, Jaílton Matias, de 37 anos, foi baleado no rosto, tórax e joelho, e está entubado no Hospital Getúlio Vargas. As vítimas dormiam sob um viaduto quando foram atacadas por criminosos em um carro ainda não identificado. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Sobrevivente de ataque que matou dois moradores de rua em Irajá teve envolvimento com o tráfico da Favela Para Pedro (TCP)

O sobrevivente do ataque a moradores de rua em Irajá que terminou em duas mortes na madrugada de hoje tinha uma condenação antiga de três anos por associação para o tráfico de drogas. No dia 21 de outubro de 2009, por volta das 11:30 horas, policiai nilitares lotados no 9º BPM realizavam incursão na Favela “Para-Pedro”, situada em Irajá, quando na localidade conhecida como “Torre” lograram deter o denunciado, o qual carregava um rádio de comunicação de marca Motorola e de logo informou aos agentes que trabalhava para o tráfico de drogas ali instalado, sob a chefia de uma tal “Toulon” e sob a gerência do elemento alcunhado de “Play Boy”, exercendo a função de “olheiro” – pessoa encarregada de informar aos meliantes sobre a presença de policiais ou inimigos na comunidade – mediante o recebimento da quantia mensal de R$ 200,00 (duzentos Reais). Segundo um polical que fazia patrulhamento de rotina na favela “Para Pedro, o suspeito que estava sozinho e falava, através de seu rádio de comunicação; que presumiu que ele informava da presença da polícia na favela para seus companheiros de tráfico. Os PMs ouviram pelo rádio do preso os traficantes se comunicando, naquela freqüência, e falando “Pará, como é que ta aí na torre?”; que ainda ouviram “A P2 prendeu o Pará. Quando viram o réu informando da presença da polícia, se seguiram fogos. FONTE: TJ-RJ

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