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homicídios

Encontrados corpos esquartejados e queimados que podem ser de casal desaparecido em Rio Bonito

A polícia encontrou dois corpos esquartejados e queimados entre Tanguá e Itaboraí, possivelmente de Fernanda e Lenon, desaparecidos desde domingo, em Rio Bonito. Eles estavam enterrados perto da casa de Adelmo, suspeito do crime. A motivação seria uma negociação de veículos em que o suspeito não pagou a diferença combinada. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Casal desaparecido desde domingo em Rio Bonito teria sido assassinado

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta terça-feira (18), um cartaz para auxiliar nas investigações da 119ª DP (Rio Bonito) em conjunto com a 70ª DP (Tanguá), a fim de obter informações que levem à localização e prisão de Adelmo da Silva dos Santos, vulgo “Delminho Mecânico”,  de 20 anos, principal suspeito de um possível crime de duplo homicídio de um casal que se encontra desaparecido desde a manhã de domingo (16). A Polícia Civil investiga o desaparecimento de um casal em Rio Bonito, na Região Metropolitana do Rio. Fernanda Siqueira, de 26 anos, e Lenon Siqueira, de 35, não fazem contato com a família desde a manhã de domingo (16). De acordo com o pai de Fernanda, o casal saiu de casa para desfazer uma negociação de veículos feita com um “Delminho”de Tanguá, cidade vizinha. Há cerca de seis meses, eles haviam trocado um carro por uma moto, mas o homem não teria pago a diferença combinada. Por isso, Fernanda e Lennon foram até Tanguá para desfazer o acordo. Familiares relataram que o irmão de Lenon chegou a ligar para o homem, que disse que o casal esteve com ele por volta das 12h de domingo e afirmou que iria almoçar na casa da mãe de Lenon, o que não aconteceu. O delegado de Rio Bonito, Renato Mascarenhas, afirmou que a polícia trabalha com a possibilidade de crime e atua em conjunto com a delegacia de Tanguá. “Estamos apurando em conjunto. Temos realmente um suspeito. Chegamos até ele, ninguém se apresentou espontaneamente. Continuamos investigando para saber se ocorreu um homicídio e, se ocorreu, onde estão os corpos. Seguimos com as diligências”, disse o delegado. Diante dos fatos, foi expedido um Mandado de Prisão, contra Adelmo dos Santos, pelo Plantão Judiciário/Tribunal de Justiça do Rio, Espécie de prisão: Temporária, pelo crime de Homicídio. Ele já é considerado um foragido da Justiça.  O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre sobre a localização d0 foragido da Justiça e pontos de drogas, favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Disque Denúncia

Seis mortos em guerra de facções em Guadalupe

Uma guerra entre traficantes deixou seis mortos no Parque Madureira, em Guadalupe. As vítimas estavam em uma festa. Segundo relatos, teria sido um ataque de traficantes do Muquiço (TCP) aos da Palmeirinha (CV). A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de Matheus Gomes da Silva Andrade, Moisés Custodio da Silva, Yuri de Andrade Reis, Caio José Ballerini de Oliveira Lopes, Kayky Roberto Lino dos Santos e de um sexto homem, ainda não identificado. Na ação criminosa, outro homem ficou ferido. A perícia foi realizada no local e outras diligências estão em andamento para identificar e responsabilizar os envolvidos no crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 41º BPM (Irajá), na quinta-feira (13/11), policiais da unidade foram acionados para verificar informações sobre disparos de arma de fogo em Guadalupe. No local, os militares encontraram os corpos de cinco vítimas e isolaram a área para perícia.  FONTE: PMERJ e PCERJ

ADPF das favelas tem denúncias de execução e torturas na megaoperação na Penha e Alemão

O processo da ADF 635, conhecida como ADPF das favelas, traz denúncias de várias entidades da sociedade civil falando sobre a prática de execução e tortura durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha. “Muitos dos corpos retirados dazona de mata têm sinais de execução, com tiros na testa e nas costas ou marcas de esfaqueamento. Alguns foram encontrados com as mãos amarradas, e um deles chegou a ser decapitado” A denúncia fala em pânico entre a população diretamente causado pela operação – “Moradores relataram situações de pânico. Enquanto a polícia atirava dos céus pelo helicóptero, em terra, agentes ateavam fogo emresidências para encurralar traficantes. Presos entre as balas e as chamas, moradores desesperados pediam ajuda. Em meio ao estresse, uma senhora infartou dentro de casa, mas teve o atendimento negado por agentes de segurança. Uma grávida ainda foi agredida por se recusar a liberar o acesso aoseu celular consequentemente, haveria “indícios muito fortes de descumprimento das medidas determinadas pela Corte (STF). Em resposta à ADPF, o Governo do Estado e a Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL) encaminharam relatórios relativos à conformidade operacional e aos resultados oficiais da Operação Contenção. No tocante à natureza da operação e ao seu planejamento, informaram que a “Operação Contenção”, ação conjunta das Polícias Militar e Civil, realizada em 28/10/2025 na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi um enfrentamento ao Comando Vermelho, descrita como organização criminosa altamente estruturada, fortemente armada e com histórico deresistência violenta. O objetivo era cumprir 51 mandados de prisão e 145 mandados de busca e apreensão da 42ª Vara Criminal, além de mandados de outros estados. O efetivo total de agentes públicos foi de aproximadamente 650 agentes da Polícia Civil e 1.800 integrantes da Polícia Militar.Oarmamento empregado incluiu fuzis 5,56 mm e 7,62 mm e pistolascalibre .40. Para o apoio tático, foram empregados 32 blindados terrestres, drones e 12 veículos de demolição. O uso de helicópteros foi restrito a plataforma de observação e orientação, sem apoio aéreo aproximado de ataque. Quanto à conformidade da Operação Contenção, o Governo do Estado assegurou que a operação foi conduzida em estrita observância aos parâmetros constitucionais e às diretrizes da ADPF nº 635. Afirmou que a operação foi previamente autorizada e formalmente comunicada ao Ministério Público. Membros do GAECO/MPRJ acompanharam diretamente todas as fases operacionais, inclusive na Sala de Comando e Controle no DGPE (Departamento-Geral de Polícia Especializada) e no briefing tático. As Corregedorias-Gerais das PolíciasCivil e Militar acompanharam a ação institucionalmente. Segundo informou, foi garantido que os policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e todos os policiais militares envolvidos na ação estavam equipados com câmeras corporais (COPs). A respeito da assistência às vítimas, foram disponibilizadas 06 ambulâncias posicionadas em áreas seguras, com profissionais treinados para atendimento pré-hospitalar em contexto de confronto. O socorroimediato aos feridos foi priorizado, com encaminhamento ao HospitalGetúlio Vargas.Informou que a preservação do local para perícia foi dificultada devido à área onde ocorreram os confrontos ser de mata de difícil acesso, o que comprometeu a integridade da cena. Além disso, destacou que foi amplamente noticiado que corpos foram removidos do local de confronto. Não obstante, asseverou que todos os corpos foram submetidos a exame de necropsia detalhado, registro fotográfico e busca por projéteis.Segundo as informações, a facção Comando Vermelho utiliza armamento pesado, rádios comunicadores e câmeras de vigilância para controle territorial e contenção armada. Além disso, ressaltou que os criminosos utilizam equipamentos públicos civis, como escolas e postosde saúde, como pontos fortificados de ataque e defesa contra as forças desegurança. Categoria Quantidade Detalhes RelevantesOpositoresNeutralizados(Mortos)117 A Subsecretaria de Inteligência (SSINTE/SEPOL) apurou que 95% possuíam vínculo comprovado com o Comando Vermelho (CV). 62 eram oriundos de outrosestados (Pará, Bahia, Amazonas, Goiás, entre outros). Vítimas Policiais 4 Além de 4 vítimas fatais, 13 agentes do Estado ficaram feridos (5 da SEPOL e 8 da SEPM). PessoasDetidas/Apreendidas(Total)99 17 presos por mandado e 82 presos em flagrante. Deste total, há 10 adolescentes apreendidos e 29 pessoas de outros Estados. Armas de FogoApreendidas 122 Incluindo 96 fuzis, 25 pistolas e 1 revólver.Munições e Carregadores260 carregadores e aproximadamente 5.600 munições. O armamento padronizado era 5,56 mm e 7,6. Apreensões de drogas: 12 artefatos Aproximadamente 22 kg de cocaína e 2toneladas de maconha. Asseverou que o cumprimento das ordens judiciais foi objeto dedetido planejamento operacional, aprovado pela Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional (SSPIO), planejamento que contemplou o mapeamento de risco e a definição de força compatível com a ameaça, em estrita observância ao protocolo de uso proporcionalda força e às normativas internas da SEPOL, sempre com acompanhamento e ciência do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Prosseguiu informando que a operação foi deflagrada em 28/10/2025, sendo acompanhada em tempo real pelas Corregedorias da Polícia Civil, da Polícia Militar e pela Coordenação do GAECO. O Promotor de Justiça responsável pela investigação esteve presente naCidade da Polícia desde as primeiras horas do dia 28/10/2025participando do briefing e acompanhando a operaçãonformou que, em diligências iniciais, o GAESP solicitou à Corregedoria da Polícia Civil providências quanto a supostas violações de direitos, e requereu à Subsecretaria de Gestão Operacional da Polícia Militar e à Ouvidoria da Polícia Militar a preservação das imagens geradas pelas câmeras corporais (COPs), bem como esclarecimentos sobreo efetivo empregado.A Notícia de Fato nº 601/2025 foi distribuída à 5ª Promotoria deJustiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo do Rio de Janeiro. Destacou que, em 1/11/2025, foi instaurado o Procedimento Investigatório Criminal nº 2025.0780409, no bojo do qual diversas providências já foram realizadas, dentre as quais as oitivas do Coronel da PMRJ responsável pela execução da operação, e do Delegado Diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada, além da requisição de informações edocumentos comprobatórios às Secretarias de Polícia Militar, de PolíciaCivil, bem como às Secretarias Estadual e Municipal de Saúde. O Procurador Geral de Justiça salientou, também, que o MPRJ promoveu diversas intervenções visando à preservação da independência técnica das perícias. Uma equipe técnico-pericial do MPRJ realizouperícia independente em conformidade com as determinações da

Pistolas usadas em assassinato de policial civil em Niterói foram utilizadas em outros dois homicídios ligados à contravenção

A investigação sobre o.homicidio do policial civil. Jose Carlos Queiroz Vianna mês passado em Niterói revelou que duas das pistolas apreendidas com os primeiros presos foram usadas em outros dois homicídios, ambos ocorridos na cidade do Rio de Janeiro, em junho. O primeiro foi a morte do dono de uma tabacaria, no bairro do Recreio dos Bandeirantes, e o outro foi o assassinato do dono de um bar, em Vila Isabel, os dois ligados à contravenção. Na morte de Cristiano de Souza, 50 anos, do dono de uma tabacaria no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio, em 2023, e no assassinato de Antônio Gaspazianni Chaves, de 33 anos, do proprietário de um bar em Vila Isabel, na Zona Norte, em 2024. Policiais civis da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itabora prenderam ontem mais um suspeito do crime.  O criminoso foi localizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.Contra ele, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão. Ele já tinha anotações anteriores por porte ilegal de arma de fogo. No dia do homicídio, três criminosos já tinham sido capturados em flagrante. Com o avanço das investigações, foi possível identificar que os atiradores contaram com o apoio de um batedor, que foi o alvo da ação desta quinta. Foi também possível apurar que o homem foi um dos responsáveis pela clonagem do veículo usado no crime e posteriormente queimado no município de Duque de Caxias. As diligências também apontaram que a vítima teve sua rotina monitorada desde, pelo menos, o início do mês de setembro. A defesa dos acusados preferiu o silêncio. FONTE: PCERJ

Líder da milícia de Rio das Pedras tem mais dois homicídios nas costas

Um dos líderes da milícia de Rio das Pedras, o bandido conhecido como Gerlan, que está preso,  é suspeito de mais dois homicídios que viraram processos no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em um deles, Gerlan foi acusado da morte de Guilherme Mota Ribeiro. Conforme apurado, o criminoso convocou mototaxistas da localidade da Araticum para uma reunião no local conhecido como “campo do Sertão”, ocasião em que impôs, de forma autoritária, a obrigatoriedade do pagamento de taxas à organização criminosa por ele liderada.  Ao término da reunião, Gerlan determinou que a vítima, a qual exerceria a função de coletar dinheiro de mototaxistas, mas para traficantes de drogas, se dirigisse à Estrada do Sertão, na curva do “S”, onde, segundo os elementos constantes dos autos, executou pessoalmente Guilherme.  O exame de corpo de delito de Necropsia concluiu que “a causa da morte foi por lesão polivisceral, mecanismo de morte, evento terminal, provocado pela ação vulnerante de instrumento que penetrou e transfixou o crânio (face), tronco e membros”.  Os autos dão conta de que Gerlan teria gravado um vídeo, divulgado por ele mesmo, no qual se vangloria do homicídio, afirmando que a vítima “ficou de exemplo”, o que demonstra a intenção de intimidar a comunidade local e consolidar o domínio territorial da milícia.  O outro caso que tramita na Justiça é o assassinato de Pedro Henrique dos Santos Pires, morto em 25 de maio de 2023. Pelo menos quatro homens em três motocicletas participarem do homicídio. Gerlan foi flagrado desembarcando de uma motocicleta de baixa cilindrada, de cor branca, tipo scooter, empunhando uma arma de fogo que parece ser pistola na mão e vai na direção na vítima executá-la, empreendendo fuga neste mesmo veículo em seguida. Cinco meses antes do crime, a vítima e Gerlan tiveram um desentendimento,  ocasião em que o miliciano desferiu um “soco” na boca da vítima, causando-lhe ferimento em razão do aparelho que ele usava. Os dois eram colegas em Rio das Pedras  se afastando após essa discussão. A vítima trabalhava como entregador “freelancer” do Ifood e iria começar um curso de barbeiro, sem qualquer envolvimento com crimes, nunca tendo sido preso, sem notícia de outras brigas ou ameaças além das informadas. FONTE: TJ-RJ

Miliciano que abandonou o grupo de Zinho, foi considerado traidor e se aliou a oponentes na Baixada Fluminense poderá retornar para a quadrilha, diz relatório da Justiça. Guerras e disputas internas provocaram cerca de 100 mortes

Preso em 2022 em São Paulo, o miliciano Latrell, que era um dos principais nomes da milícia de Zinho mas foi considerado traidor e acabou abandonado a quadrilha poderá voltar a compô-la devido a sua proximiddade com Naval, um dos novos chefes do grupo, segundo um relatório da Justiça. Latrell depois que foi preso solicitou ficar na cadeia que abrigava milicianos da Baixada Fluminense tendo se aliado ao grupo de Tandera, que é rival ao de Zinho. Latrell se encontraria diretamente vinculado aos confrontos armados que as milícias travaram. Foi listada uma série de homicidios em estillo de execução e tendo como motivação principal a disputa de territórios ou divergências pessoais. Podem ser mencionados ao menos 100 homicídios em razão de disputas territorias ou internas na milícia. O criminoso cuidada de todas as atividades da milícia desde as mais corriqueiras às mais sofisticadas. Ele decidiu sair da milícia do Zinho em 2022 por não concordar com a forma como determinadas dinâmicas criminosas se deram. Uma delas seria a que Zinho teria adotado em relação aos rivais de ataques a familiares dos mesmos, promovendo expulsão das localidades de moradia, apropriando-se de bens (móveis e imóveis) e até decretando mortes, o que não foi bem visto por Latrell e outros integrantes da milícia Por conta disso, Latrell abandonou a quadrilha sem contudo promover oposição direta a Zinho alegando suposta lealdade à Família Braga.Devido a tais fatos, foi considerado traidor razão pela qual foi se refugir em São Paulo onde acabou preso. Na época, foi pedido para que ele não ficasse alocado em galeria do sistema penitenciário destinadas aqueles que pertencessem à milícia de Zinho e sim para os que se declaravam apoio à milícia da Baixada, que fazia oposição a Zinho. FONTE: TJ-RJ

Milicianos voltaram a entrar em conflito em Jacarepaguá

Segundo relatos à reportagem, os paramilitares de Rio das Pedras teriam matado dois milicianos da Taquara, um deles de vuigo Coringa. Isso ocorreu porque a milícia da Taquara teria se aliado aos paramilitares do Catiri, em Bangu, e também aos de Santa Cruz, que são rivais de Rio das Pedras. A milícia de Rio das Pedras teria se juntado ao grupo do Boto e do Capitão América, que domina a comunidade Dois Irmãos, em Curicica, que estava em guerra recente com o Comando Vermelho. A milícia da Taquara que era dominada por Nem da Malvina teria perdido todas as suas áreas para Play do Jordão e Léo Problema. FONTE: Página Milícia RJ News (Twitter)

Envolvidos com o TCP foram chamados para uma reunião com milicianos em Itaborai e acabaram mortos. PM e ex-PM presos recentemente são suspeitos do crime

No dia 24/06/2025, por volta das 21h30min, Diego Siqueira da Silva Ferraz e Cristiano Caldeira foram mortos a tiros em Itaborai. Na ocasião, as vítimas, apontadas como integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro, teriam sido atraídas ao local sob o pretexto de uma reunião com milicianos, ocasião em que teriam sido surpreendidas e executadas por estes.  Os indícios colhidos no curso da investigação, notadamente as imagens de câmeras de segurança, apontam para a participação de um PM e um ex-PM presos recentemente  Câmeras de segurança instaladas nas proximidades do local dos fatos registraram, logo após o crime, o veículo GM/Prisma, como características semelhantes ao pertencente ao do PM  empreendendo fuga pela Rua Padre Mariano de Castro Araújo, em direção à Avenida São Miguel, acompanhado de outro automóvel não identificado. Por sua vez, câmeras de segurança situadas na Rua Desembargador Saturnino de Albuquerque registraram, momentos após o crime, a saída do veículo Toyota Corolla, cor prata, placa LQS-4204, vinculado ao mex-PM (fls. 208-211). Conforme ressaltado pela Autoridade Policial, as mencionadas vias são paralelas, circunstância que indica que ambos os veículos se encontraram nas imediações do local onde ocorreram as execuções. Ressalte-se, ainda, que, logo após o crime, o PM  deu entrada no Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, , apresentando ferimento por projétil no joelho esquerdo. Com o intuito de justificar o ferimento – possivelmente decorrente de confronto com as vítimas -,o PM  teria apresentado versão inverídica perante a autoridade policial, relatando suposta tentativa de roubo ocorrida na BR-493.  Tal narrativa foi desmentida pelo ofício da Polícia Rodoviária Federal o qual confirmou não haver registro de passagem do veículo GM/Prisma no local e horários indicados. No que concerne ao veículo Toyota Corolla, placa LQS-4204, registrado pelas câmeras no entorno do local do crime, verifica-se que, embora formalmente pertencente a uma empresa.informações de inteligência colhidas pela Autoridade Policial apontam que o automóvel pertence, de fato, ao ex-PM. Durante vigilância velada, policiais civis lotados na DH-NSG identificaram o referido veículo estacionado na garagem do condomínio onde a companheira do ex-PM. Moradores do local, que preferiram não se identificar por receio de represálias, confirmaram que o automóvel pertence ao ex-PM   e relataram que ambos residem juntos no endereço mencionado. Por fim, pesquisas em fontes abertas revelaram postagens que associam o PM e ao ex-PM  ia um grupo miliciano atuante nos bairros Retiro São Joaquim, Joaquim de Oliveira e Vale do Sol, o que reforça os fortes indícios de que ambos participaram dos homicídios. FONTE: TJ-RJ

Veja crimes cometidos por alguns dos chefes do tráfico de outros estados mortos na megaoperação no Alemão e na Penha

Uma das lideranças do tráfico no Amazonas que foi morta na operação nos complexos do Alemão e da Penha, vulgo Gringo ou Suiça, foi denunciado no seu estado por integrar grupo de criminosos que preparavam para atacar outra quadrilha de bandidos de criminosos, por causa do controle de pontos de vendas de drogas. Também morto no Alemão, Rafa Sorriso participava de  associação criminosa armada que praticava extorsões a  comerciantes e condutores de mototáxis da Comarca de Abaetetuba, no Pará, forçando-os a pagar, sob ameaça de morte e destruição de bens, determinada quantia mensal para que permitam o funcionamento regular dos comércios, sendo estabelecida uma espécie de “caixinha” , com os valores utilizados para subsidiar compras de armas e demais insumos destinados ao crime pela Facção Criminosa intitulada de Comando Vermelho – CV. Liderança na Bahia morta na megaoperação, Danilo Ferreira do Amor Divino, o Mazola,  foi acusado do homicídio de Jackson Quintino de Oliveira e da tentativa de assassinato contra dois homens.  Emerson Pereira Solidade, vulgo Píter,  era líder de uma facção denominada Primeiro Comando de Eunápolis (PCE) na Bahia. O bando se expandiu para a cidade mineira de  Almenara com a finalidade de expandir as atividades de tráfico na região do Vale do Jequitinhonha. Utilizavam residências abandonadas às margens do Rio Jequitinhonha para esconder armas de fogo e substâncias ilícitas. A hierarquia dentro da organização ficou evidenciada, com “Piter” e “Biel” atuando como líderes, ordenando ações criminosas, incluindo o envio de armas e drogas para intensificar as atividades da facção. Bandidos foram enviados para MG sob ordens dos líderes da facção, participando ativamente no transporte e venda de drogas ilícitas, além de atuar em ataques armados contra facções rivais para a tomada de território.  Morto na operação, Adan Pablo Alves de Oliveira, o Madruga, foi acusado de ordenar um homicídio em 27 de fevereiro de 2022 na cidade de Trindade, em Goiás. A vítima foi um rapaz de 19 anos. O crime foi praticado por motivo fútil e mediante emboscada A Polícia Civil confirmou a identificação de Cleiton Souza da Silva, um dos principais articuladores do tráfico de drogas no Norte do país, entre os criminosos neutralizados durante a Operação Contenção, realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio. Natural do Amazonas, Cleiton era ligado ao Comando Vermelho e considerado um dos responsáveis por fortalecer a presença nacional da facção. Investigações apontam que ele integrava, originalmente, a facção Família do Norte (FDN) mas migrou para o Comando Vermelho, contribuindo para a reconfiguração das rotas do tráfico de drogas no país. A aliança passou a controlar importantes áreas de fronteira, como as regiões entre o Brasil, o Peru e a Colômbia, por onde grandes carregamentos de entorpecentes ingressam no território nacional. Além de Cleiton, outros oito criminosos do Amazonas já foram identificados entre os opositores mortos. A identificação foi feita pela equipe de peritos da Polícia Civil. As circunstâncias das mortes são investigadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Em relação à atuação da facção criminosa, as investigações continuam com o objetivo de identificar demais integrantes Comando Vermelho e suas conexões interestaduais e internacionais. FONTE: Informações obtidas no site jurídico Jusbrasil

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