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homicídios

Miliciano que abandonou o grupo de Zinho, foi considerado traidor e se aliou a oponentes na Baixada Fluminense poderá retornar para a quadrilha, diz relatório da Justiça. Guerras e disputas internas provocaram cerca de 100 mortes

Preso em 2022 em São Paulo, o miliciano Latrell, que era um dos principais nomes da milícia de Zinho mas foi considerado traidor e acabou abandonado a quadrilha poderá voltar a compô-la devido a sua proximiddade com Naval, um dos novos chefes do grupo, segundo um relatório da Justiça. Latrell depois que foi preso solicitou ficar na cadeia que abrigava milicianos da Baixada Fluminense tendo se aliado ao grupo de Tandera, que é rival ao de Zinho. Latrell se encontraria diretamente vinculado aos confrontos armados que as milícias travaram. Foi listada uma série de homicidios em estillo de execução e tendo como motivação principal a disputa de territórios ou divergências pessoais. Podem ser mencionados ao menos 100 homicídios em razão de disputas territorias ou internas na milícia. O criminoso cuidada de todas as atividades da milícia desde as mais corriqueiras às mais sofisticadas. Ele decidiu sair da milícia do Zinho em 2022 por não concordar com a forma como determinadas dinâmicas criminosas se deram. Uma delas seria a que Zinho teria adotado em relação aos rivais de ataques a familiares dos mesmos, promovendo expulsão das localidades de moradia, apropriando-se de bens (móveis e imóveis) e até decretando mortes, o que não foi bem visto por Latrell e outros integrantes da milícia Por conta disso, Latrell abandonou a quadrilha sem contudo promover oposição direta a Zinho alegando suposta lealdade à Família Braga.Devido a tais fatos, foi considerado traidor razão pela qual foi se refugir em São Paulo onde acabou preso. Na época, foi pedido para que ele não ficasse alocado em galeria do sistema penitenciário destinadas aqueles que pertencessem à milícia de Zinho e sim para os que se declaravam apoio à milícia da Baixada, que fazia oposição a Zinho. FONTE: TJ-RJ

Milicianos voltaram a entrar em conflito em Jacarepaguá

Segundo relatos à reportagem, os paramilitares de Rio das Pedras teriam matado dois milicianos da Taquara, um deles de vuigo Coringa. Isso ocorreu porque a milícia da Taquara teria se aliado aos paramilitares do Catiri, em Bangu, e também aos de Santa Cruz, que são rivais de Rio das Pedras. A milícia de Rio das Pedras teria se juntado ao grupo do Boto e do Capitão América, que domina a comunidade Dois Irmãos, em Curicica, que estava em guerra recente com o Comando Vermelho. A milícia da Taquara que era dominada por Nem da Malvina teria perdido todas as suas áreas para Play do Jordão e Léo Problema. FONTE: Página Milícia RJ News (Twitter)

Envolvidos com o TCP foram chamados para uma reunião com milicianos em Itaborai e acabaram mortos. PM e ex-PM presos recentemente são suspeitos do crime

No dia 24/06/2025, por volta das 21h30min, Diego Siqueira da Silva Ferraz e Cristiano Caldeira foram mortos a tiros em Itaborai. Na ocasião, as vítimas, apontadas como integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro, teriam sido atraídas ao local sob o pretexto de uma reunião com milicianos, ocasião em que teriam sido surpreendidas e executadas por estes.  Os indícios colhidos no curso da investigação, notadamente as imagens de câmeras de segurança, apontam para a participação de um PM e um ex-PM presos recentemente  Câmeras de segurança instaladas nas proximidades do local dos fatos registraram, logo após o crime, o veículo GM/Prisma, como características semelhantes ao pertencente ao do PM  empreendendo fuga pela Rua Padre Mariano de Castro Araújo, em direção à Avenida São Miguel, acompanhado de outro automóvel não identificado. Por sua vez, câmeras de segurança situadas na Rua Desembargador Saturnino de Albuquerque registraram, momentos após o crime, a saída do veículo Toyota Corolla, cor prata, placa LQS-4204, vinculado ao mex-PM (fls. 208-211). Conforme ressaltado pela Autoridade Policial, as mencionadas vias são paralelas, circunstância que indica que ambos os veículos se encontraram nas imediações do local onde ocorreram as execuções. Ressalte-se, ainda, que, logo após o crime, o PM  deu entrada no Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, , apresentando ferimento por projétil no joelho esquerdo. Com o intuito de justificar o ferimento – possivelmente decorrente de confronto com as vítimas -,o PM  teria apresentado versão inverídica perante a autoridade policial, relatando suposta tentativa de roubo ocorrida na BR-493.  Tal narrativa foi desmentida pelo ofício da Polícia Rodoviária Federal o qual confirmou não haver registro de passagem do veículo GM/Prisma no local e horários indicados. No que concerne ao veículo Toyota Corolla, placa LQS-4204, registrado pelas câmeras no entorno do local do crime, verifica-se que, embora formalmente pertencente a uma empresa.informações de inteligência colhidas pela Autoridade Policial apontam que o automóvel pertence, de fato, ao ex-PM. Durante vigilância velada, policiais civis lotados na DH-NSG identificaram o referido veículo estacionado na garagem do condomínio onde a companheira do ex-PM. Moradores do local, que preferiram não se identificar por receio de represálias, confirmaram que o automóvel pertence ao ex-PM   e relataram que ambos residem juntos no endereço mencionado. Por fim, pesquisas em fontes abertas revelaram postagens que associam o PM e ao ex-PM  ia um grupo miliciano atuante nos bairros Retiro São Joaquim, Joaquim de Oliveira e Vale do Sol, o que reforça os fortes indícios de que ambos participaram dos homicídios. FONTE: TJ-RJ

Veja crimes cometidos por alguns dos chefes do tráfico de outros estados mortos na megaoperação no Alemão e na Penha

Uma das lideranças do tráfico no Amazonas que foi morta na operação nos complexos do Alemão e da Penha, vulgo Gringo ou Suiça, foi denunciado no seu estado por integrar grupo de criminosos que preparavam para atacar outra quadrilha de bandidos de criminosos, por causa do controle de pontos de vendas de drogas. Também morto no Alemão, Rafa Sorriso participava de  associação criminosa armada que praticava extorsões a  comerciantes e condutores de mototáxis da Comarca de Abaetetuba, no Pará, forçando-os a pagar, sob ameaça de morte e destruição de bens, determinada quantia mensal para que permitam o funcionamento regular dos comércios, sendo estabelecida uma espécie de “caixinha” , com os valores utilizados para subsidiar compras de armas e demais insumos destinados ao crime pela Facção Criminosa intitulada de Comando Vermelho – CV. Liderança na Bahia morta na megaoperação, Danilo Ferreira do Amor Divino, o Mazola,  foi acusado do homicídio de Jackson Quintino de Oliveira e da tentativa de assassinato contra dois homens.  Emerson Pereira Solidade, vulgo Píter,  era líder de uma facção denominada Primeiro Comando de Eunápolis (PCE) na Bahia. O bando se expandiu para a cidade mineira de  Almenara com a finalidade de expandir as atividades de tráfico na região do Vale do Jequitinhonha. Utilizavam residências abandonadas às margens do Rio Jequitinhonha para esconder armas de fogo e substâncias ilícitas. A hierarquia dentro da organização ficou evidenciada, com “Piter” e “Biel” atuando como líderes, ordenando ações criminosas, incluindo o envio de armas e drogas para intensificar as atividades da facção. Bandidos foram enviados para MG sob ordens dos líderes da facção, participando ativamente no transporte e venda de drogas ilícitas, além de atuar em ataques armados contra facções rivais para a tomada de território.  Morto na operação, Adan Pablo Alves de Oliveira, o Madruga, foi acusado de ordenar um homicídio em 27 de fevereiro de 2022 na cidade de Trindade, em Goiás. A vítima foi um rapaz de 19 anos. O crime foi praticado por motivo fútil e mediante emboscada A Polícia Civil confirmou a identificação de Cleiton Souza da Silva, um dos principais articuladores do tráfico de drogas no Norte do país, entre os criminosos neutralizados durante a Operação Contenção, realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio. Natural do Amazonas, Cleiton era ligado ao Comando Vermelho e considerado um dos responsáveis por fortalecer a presença nacional da facção. Investigações apontam que ele integrava, originalmente, a facção Família do Norte (FDN) mas migrou para o Comando Vermelho, contribuindo para a reconfiguração das rotas do tráfico de drogas no país. A aliança passou a controlar importantes áreas de fronteira, como as regiões entre o Brasil, o Peru e a Colômbia, por onde grandes carregamentos de entorpecentes ingressam no território nacional. Além de Cleiton, outros oito criminosos do Amazonas já foram identificados entre os opositores mortos. A identificação foi feita pela equipe de peritos da Polícia Civil. As circunstâncias das mortes são investigadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Em relação à atuação da facção criminosa, as investigações continuam com o objetivo de identificar demais integrantes Comando Vermelho e suas conexões interestaduais e internacionais. FONTE: Informações obtidas no site jurídico Jusbrasil

Guerra na Carobinha. CV tenta expulsar a milícia. Facção também atacou paramilitares em Nova Iguaçu

Guerra na região da Carobinha, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. De acordo com relatos de moradores, integrantes da Tropa do RD e da Tropa do Maromba, junto à EQP Zeus, estão tentando expulsar milicianos que atuam na área. Os invasores são da Muzema, Morro do Banco, Tijuquinha e Vila Kennedy. Há informações de milicianos mortos durante o confronto, mas as mortes ainda não foram confirmados pelas autoridades. Moradores relatam tiroteios intensos, ruas bloqueadas e grande movimentação de homens fortemente armados. A região permanece em alerta, e o medo domina as comunidades próximas. Há relatos de que o CV também atacou o Cabucu, em Nova Iguaçu e mataram um miliciano conhecido como Cerol. FONTE: Baú do Rio OFC (Facebook)

Como bandidos do RJ implantaram o CV em cidade do Piauí

Em meados de 2022, um nacional identificado como “Carioca” (também utiliza os nomes de “Alberto Soares”, “Reinaldo” ou “Naldo”) se apresentou a Antônio Isnael – indivíduo que até então atuava no tráfico de drogas de forma “independente” -, anunciando a chegada da facção criminosa Comando Vermelho na cidade de Pedro II, no Piauí, recrutando-o para integrar e comandar uma célula dessa organização em instalação, o que fora aceito pelo acusado. Com efeito, a partir de então, Isnael passou a liderar a organização criminosa em nível municipal, atuando como verdadeiro “maestro” na empreitada delitiva. Incumbiu a Antônio Isnael as funções de recrutar novos membros para fazerem parte da organização criminosa, adotar providências para impedir a instalação e/ou avanço de outra facção no mesmo território, garantindo o monopólio do tráfico de entorpecentes pelo Comando Vermelho, receber elevada quantidade dos entorpecentes (inclusive cocaína ainda em estado cristalizada), intermediar contato entre os integrantes da célula local e a “administração central” da facção sediada no Rio de Janeiro/RJ, e coordenar o cumprimento das ordens emanadas por esta. Verificou-se que, periodicamente, aportava na Cidade de Pedro II uma elevada quantidade de drogas, que eram entregues pessoalmente a Antônio Isnael, encarregado de distribuí-la aos demais traficantes. A contraprestação pelo entorpecente adquirido por Isnael era efetuada mediante depósitos semanais em diversas contas bancárias indicadas pelo líder da facção no Rio de Janeiro, identificado pela alcunha de “Carioca”. Incumbia, ainda, a Isnael, recolher quantias provenientes de parte dos lucros amealhados pelos traficantes a ele subordinados. Os direcionamentos exortados pelo comando superior da facção sediada na capital fluminense eram compartilhados com a liderança da célula de Pedro II e outros membros com posição de destaque (Gleida, Francisco Rafael e Jorge Aluísio) por meio de um grupo criado no aplicativo WhastApp , intitulado “Bolsa Família”. Em razão da posição de liderança na orcrim , Isnael também recebia ordens diretas de “Carioca” para providenciar homicídios de indivíduos que iriam contra os interesses do grupo. Após receber tais ordens, “Baixinho” as repassava aos integrantes responsáveis pela execução dos homicídios. Um traficantre chamado Jorge Aluísio gozava de posição de relevância na estruturação da célula local do Comando Vermelho, inclusive participava do grupo “Bolsa Família”, na plataforma WhatsApp , administrado pelo indivíduo de alcunha “Carioca”, utilizado para comunicar ordens emanadas pelo comando sediado no Rio de Janeiro/RJ e discutir assuntos de interesse da facção. O traficante Negão “filiou ao Comando Vermelho na Cidade do Rio de Janeiro/RJ por volta do ano de 2019, executou diversos serviços solicitados pela organização criminosa, como tráfico interestadual de drogas no Mato Grosso do Sul, onde fora preso e condenado pelo juízo da 2a Vara Criminal da Comarca de Ponta Porã/MS, como incurso nas iras do crime previsto no art. 33, caput , c/c art. 40, V, da Lei n. 11.343/2006, conforme processo n. 0002291-42.2019.8.12.0019 (sentença transitada em julgado em outubro de 2020). Posteriormente, ele retornou ao Rio de Janeiro/RJ, oportunidade em que recebeu ordem da facção para se deslocar até a Cidade de Pedro II e atuar por aquela célula da organização criminosa, exercendo a função de “executor”. Atendendo à determinação, “Negão” pegou um ônibus na Cidade do Rio de Janeiro/PI com destino à Piripiri/PI. Ao chegar no município de destino, ele foi recebido por “Baixinho”, que o transportou até Pedro II/PI. Dentre suas atribuições na organização criminosa, “Negão” era responsável pela disciplina, frequentemente ameaçando os traficantes comparsas sobre o dever de somente venderem entorpecentes em favor do “CV”, sob pena de serem mortos. Na condição de executor, Negão perpetrou diversos homicídios a mando da organização criminosa, . Ademais, após a prisão provisória dos primeiros integrantes da organização criminosa, em abril de 2024, “Negão” ficou encarregado, também, de atuar diretamente no tráfico de entorpecentes. Raylantambém foi enviado pela cúpula do Comando Vermelho da Cidade do Rio de Janeiro/RJ para atuar pela célula da facção em Pedro II. Raylan era responsável pela “disciplina” na orcrim , fiscalizando o tráfico de drogas comandado pelo grupo, comparecendo nas intermediações dos locais da mercancia ilícita para observar as ações dos comparsas bem como prestar auxílio, caso necessário. Ademais, Raylan também era encarregado de auxiliar no cumprimento dos homicídios determinados pela facção. No telefone celular de Antônio Isnael, foram apreendidas imagens de dois indivíduos possivelmente integrantes da facção rival, “Primeiro Comando da Capital”. Uma das fotografias registra um conhecido traficante de drogas na cidade de Pedro II, com os dizeres “Pilantra safado vulgo Fabiano PCC” . A outra fotografia registra Claudemir Felipe de Jesus Damasceno, vulgo “Mimi”, com a frase “Pilantra safado PCC”. FONTE: TJ-PI

Oito mortos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão foram réus por homicídio pela Justiça do RJ. Um deles foi condenado a 20 anos de prisão

Mortos na operação no Alemão e na Penha foram réus por homicídio. Foi o caso de Jonas de Azevedo Vieira, que foi acusado de um assassinato em Cabo Frio em 2016, mas foi impronunciado e a ação acabou arquivada em 2019. Marcos Adriano Azevedo de Almeida também foi réu por homicídio cometido em Cabo Frio em 2016. A vítima foi Valdei de Jesus. Ele foi condenado a 20 anos de prisão. Victor Hugo Rangel de Oliveira respondia a processo por homicídio cometido em 2024 em Arraial do Cabo. Foi um ataque contra PMs. Inclusive estava com prisão preventiva decretada. Maxwell Araújo Zacarias foi mais um que respondeu processo por homicídio cometido em Cabo Frio em 2020. Ele foi acusado junto a comparsas de tentar matar a vítima L.C.C desferindo-lhe disparos de arma de fogo, crime não se consumou por circunstâncias alheias às vontades dos denunciados, eis que a vítima Jocinei conseguiu fugir, apesar de ferida, e teve atendimento médico eficaz. O crime foi praticado por motivo torpe, haja vista a existência rixa entre as facções ligadas ao tráfico de drogas, vez que os acusados mudaram de facção, ou seja, saíram do Terceiro Comando Puro e migraram para a facção Comando Vermelho. Francisco Nataniel Alves Gonçalves foi condenado a oito anos de prisão por um homicídio cometido em 2022 em Nova Iguaçu na frente dos familiares da vítima. Leonardo Fernandes da Rocha virou réu por homicídio em 2014 em São João de Meriti mas foi absolvido da acusação. Anderson da SIlva Severo foi réu por homicídio cometido em Cabo Frio em 2010 mas também foi absolvido. Wagner Nunes Santana era réu pelo crime de feminicídio tentado cometido em 2023 em Nova iguaçu. FONTE: TJ-RJ

Quatro homens foram mortos em Santa Cruz

A Polícia Militar informa que, nesta quarta-feira (29/10), equipes do 27ºBPM (Santa Cruz) foram acionados para verificarem uma ocorrência de disparos de arma de fogo na Rua Pistóia, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. No local, a equipe encontrou três indivíduos em óbito no interior de um veículo e outro caído no chão. Os policiais militares permaneceram no local até a chegada da perícia. Segundo relatos nas redes sociais, os mortos seriam os vulgos Russinho, Charuto, Binho e Tinem,, que seriam milicianos da Três Pontes. Os comentários de que seriam ligados a Marttinha Sapatão, recentemente morta pela milícia do PL e estariam roubando a milícia. FONTE: PMERJ e Milícia RJ News (Twitter)

Quadrilha de Doca (CV) usa aplicativo de mensagens para transmitir ordens. Bandido virou réu em 39 processos por homicídio e expandiu facção

Alvo principal da operação nos complexos da Penha e do Alemão, o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, é o chefe” do Complexo da Penha e de outras comunidades menores, sendo um dos responsáveis pelas recentes “guerras expansionistas” do “Comando Vermelho”, nas áreas da Zona Oeste da cidade (Jacarepaguá, Vargem Grande, Vargem Pequena, Itanhangá e Rio das Pedras). Doca formou um grupo para invadir e dominar comunidades existentes na Zona Oeste, para implementar o tráfico de drogas. Só na região da Grande Jacarepaguá, Doca tomou nos últimos anos da milícia as comunidades da Gardênia Azul, Muzema, Tijuquinha, Morro do Banco, Sítio Pai João, Jordão, Teixeiras, Covanca, Bateau Mouche, Chacrinha, Fontela, Dois Irmãos, entre outros.Tomou também os morros do Campinho, do Fubá e Macacos. A quadrilha de Doca tem um extenso grupo de conversas pelo “Whatsapp”. Essas conversas eram, em sua maioria, sobre o monitoramento da movimentação de viaturas policiais, o comércio ilícito de drogas, contabilizando o lucro, planejando ações criminosas, negociando veículos roubados, entre outros. Investido pelo poder do dono, o traficante Marcinho VP, que está preso, Doca exerce o comando efetivo da organização criminosa nas comunidades, pondo em prática as ações determinadas pelo “dono” ou determinando outras com o fim de atingir os objetivos estabelecidos por ele. Exerce uma liderança mais intelectual e administrativa na estrutura da associação criminosa, gerenciando os recursos obtidos por meio das atividades criminosas e estabelecendo as ações dos “soldados” necessárias a garantir o domínio territorial da organização e a sua expansão. No TJ-RJ, chegaram a ser abertos contra Doca 39 processos por homicídio doloso. O caso de maior repercussão foi o dos médicos que não residiam no Rio e foram mortos na praia da Barra da Tijuca em outubro de 2023. As vítimas estavam na cidade encontravam em razão de suas participações em um congresso internacional de medicina, que ocorria naquele fatídico final de semana, no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca. Ocorre que, na noite em que ocorreu o crime, as vítimas -Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida, Diego Ralf de Souza Bomfim e Daniel Sonnewend Proença -, que eram amigos e aproveitaram o congresso para se reencontrar, decidiram confraternizar no “Quiosque do Naná”, situado em frente ao hotel Windsor, local em que também se encontravam hospedadas, quando, por volta da 1h manhã, foram abordadas por três elementos, fortemente armados, que desembarcaram de um automóvel (Fiat Pulse, cor branca, com teto preto), e, sem que nada dissessem, em típico ato de extermínio, desferiram mais de 30 (trinta) disparos de arma de fogo contra os quatro médicos, levando três deles a óbito naquele mesmo local, restando a vítima Daniel sobrevivente, colocando em risco exponencial todos os demais clientes e funcionários do estabelecimento, os quais ficaram profundamente abalados, Uma das vítimas fatais tinha características muito semelhantes às de Taillon de Alcântara Pereira Barbosa (porte corpulento, pele clara, cabelo curto e preto, barba e óculos – líder da milícia que domina a região de Rio das Pedras, sendo ele o verdadeiro alvo dos executores, integrantes da facção criminosa “Comando Vermelho”. Os executores do crime em análise faziam parte da denominada “Equipe Sombra”, destacamento composto por ex-milicianos que foram acolhidos pela cúpula do“Comando Vermelho”, na intenção de eliminar os líderes da milícia da região da Grande Jacarepaguá e, assim, expandir o domínio da mencionada facção criminosa naquela localidade. Assim, agindo com erro em relação à pessoa, acreditando estarem executando o miliciano Taillon, integrantes do “Comando Vermelho” – a mando do denunciado Juan Breno Malta Ramos, vulgo BMW, subordinado a Doca e Gadernal chefes da facção criminosa atuante no Complexo da Penha e em Jacarepaguá, e de quem partiriam as autorizações para as práticas de extermínio de milicianos, com vistas à expansão do domínio da organização criminosa “Comando Vermelho”), Gadernal é homem de confiança de Doca e líder de suas tropas e chefe de sua segurança de ” do Complexo da Penha. Ele é responsável por definir estratégias de “guerra” contra facções rivais e pelas táticas de enfrentamento às forças de segurança do Estado. Também é responsável por coordenar as guerras expansionistas da facção criminosa FONTE: TJ-RJ

Guerra entre o CV e o TCP em Costa Barros deixou quatro mortos

Quatro pessoas morreram em confrontos entre facções rivais em Costa Barros, na Zona Norte do Rio. Entre as vítimas estão uma idosa feita refém e um homem atingido ao sair de um pagode. Uma das vítimas é Marli Macedo dos Santos, de 60 anos, que foi atingida na cabeça após criminosos invadirem sua casa. Ela chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, mas não resistiu aos ferimentos. Em outro ponto da comunidade da Pedreira, Elison Nascimento Vasconcelos, de 33 anos, foi baleado no peito quando saía de um pagode. Ele foi encaminhado ao Hospital Municipal Francisco da Silva Telles, onde morreu. Dois criminosos foram mortos, três presos e sete fuzis apreendidos. Segundo relatos, haveria uma avaliação da cúpula da segurança púbica para ocupar os complexos da região (Chapadão e Pedreira). As forças de segurança também determinaram foco na prisão dos chefes do tráfico destas comunidades, além dos criminosos que financiam a guerra.Uma parente da idosa morta se pronunciou nas redes sociais “Sim infelizmente essa inocente que mataram era minha tia uma guerra que não e nosso mas infelizmente mas um inocente e quem chora hoje e nós que perdeu uma tia maravilhosa”. Segundo informações, traficantes do Morro do Chapadão (CV) atravessaram em maior número e conseguiram entrar no Morro da Pedreira (TCP). Foram horas de confrontos dentro da comunidade, com registros de invasores em diversos pontos. Seria uma invasão coordenada pelo Chapadão (CV) em conjunto com os homens do “Pai Gordo”, em alusão ao ex-chefe da Quitanda e Gogó do Bom Pastor que, perdeu as duas comunidades por causa de um golpe interno promovido pelos crias. FONTE: Voz das Comunidades (Facebobk), redes sociais do jornalista Bruno Assunção, Blog Crimes News e Página Guadalupe News (Instagram)

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