Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

homicídios

Ex-segurança de Rogério Andrade preso hoje respondeu a processo pela suposta execução de dois suspeitos de tráfico em Vigário Geral na época em que ainda era PM. Caso foi arquivado

Preso hoje, o ex-subtenente da PMERJ Daniel Rodrigues Pinheiro, que foi chefe de segurança do contraventor Rogério Andrade, chegou a responder processo pelas mortes de dois homens em Vigário Geral, em 2007 : “No dia 06 de setembro de 2007, por volta de 08h30min, nas proximidades do Beco do Flamengo, no interior da comunidade de Vigário Geral, nesta cidade, Pinheiro e um outro PM em situação de serviço efetuaram disparos de arma de fogo contra André Luiz dos Anjos Reis e Hugo Ferreira Vaz que morreram no local. Consta nos autos do inquérito policial que a guarnição, “ao chegar ao local, foi recebida a tiros e respondido a injusta agressão. Prosseguiu a incursão e mais a frente foi localizado no quintal de uma residências os elementos (sic)…”, conforme minuciosa descrição contida no talão de registro de ocorrência lavrado pela Polícia Militar. A prova técnica revela que o cadáver de André Luiz, ao tempo do exame pericial, apresentava ferimentos provocados por dezenove disparos de arma de fogo, sendo alguns sediados deles nas regiões temporal, occipital e cervical. O cadáver da vítima Hugo Ferreira apresentava ferimentos provocados por sete disparos de arma de fogo, sendo dois deles efetuados à curta distância na região frontal. Atuando em represália por acreditarem no envolvimento das vítimas em atividade ilícitas e demonstrando profundo desprezo pela vida humana, os denunciados agiram por motivo torpe. A quantidade de disparos efetuados e a sede dos ferimentos, minuciosamente detalhados nas provas técnicas, indicam que as vítimas não tiveram qualquer chance de defesa. Logo após a execução das vítimas, para dar aparente juridicidade às suas condutas, impedir a realização de perícia no local dos crimes e sob o pretexto de prestar socorro, os denunciados providenciaram o transporte dos cadáveres ao Hospital Estadual Carlos Chagas. O justiçamento das vítimas revelou características próprias de atividade típica de grupo de extermínio e constitui grave violação de Direitos Humanos. Assim agindo, os acusados praticaram as condutas descritas no tipo do artigo 121, § 2º, incisos I e IV (duas vezes), do Código Penal. “ A Justiça decidiu pela impronúncia dos acusados (não iriam a júri popular) em 2013 e depois disso o processo foi arquivado em 2015.

Casal foi morto a tiros em Sâo Pedro da Aldeia

Um casal foi encontrado morto na madrugada desta quarta feira (07), em São Pedro da Aldeia. As vítimas foram identificadas como Franciely Leite Ribeiro de Oliveira, de aproximadamente 20 anos, e Rickelmy Pereira Germano dos Santos, também com cerca de 20 anos. Segundo informações iniciais, os dois foram encontrados por populares e apresentavam perfurações provocadas por arma de fogo. Rickelmy foi envolvido com o tráfico de drogas e respondeu a processo por homicídio tentado que acabou arquivado. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados para atender a ocorrência e realizar a remoção dos corpos. O caso foi registrado na 125ª Delegacia de Polícia, que ficará responsável pela investigação do duplo homicídio. Até o momento, não há informações sobre autoria ou motivação do crime.

Traficante morto em confronto com a PM em Niterói iniciou ofensiva do TCP na cidade desde dezembro

Dono das bocas de fumo da comunidade do Santo Cristo, no Fonseca, em Niterói e morto em um confronto com a PM nesta madrugada, o traficante Welvison Aureliano Leal, o Galo, foi um dos responsáveis pelo início da guerra que se instalou na cidade desde dezembro. Junto do traficante conhecido como Drill, Galo comandou as invasões promovidas pelo Terceiro Comando Puro em redutos do Comando Vermelho. Os ataques do TCP ocorreram no Complexo do Fonseca, conhecido como Fonsequistão, Morro do Preventório, em Charitas, e Morro do Estado, no Centro. O TCP conseguiu reaver algumas comunidades do Fonseca e também o Morro do Estado e o CV vem tentado recuperar as áreas. A disputa tem provocado vários tiroteios que têm tirado o sono de moradores e até deixou inocentes baleados na virada do ano. Homicídios também foram registrados nos últimos dias na região fo Fonseca, O TCP conta com reforços do Complexo da Maré na guerra e planeja avançar para outras áreas como a Nova Brasília, na Engenhoca, segundo relatos nas redess ociais. A facção dominava comunidades na cidade até 2021 quando foi expulsa pelo CV. No confronto da madrugada, além de Galo, outros dois suspeitos também morream e três ficaram feridos. PMs realizaram uma ação na Comunidade da Palmeira, no Fonseca, e prenderam dois criminosos, além de apreenderem duas pistolas e um veículo. A ocorrência teve início durante patrulhamento na Rua São Januário. Durante a abordagem, o condutor tentou furar o bloqueio policial, dando início a um confronto. Três suspeitos foram atingidos, socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Um deles era apontado como liderança do tráfico na Comunidade do Santo Cristo.

Há dois anos, STJ havia negado visita periódica ao lar a traficante do CV que foi beneficiado por saidinha de Natal e não voltou para a cadeia por considerá-lo de altíssima periculosidade já que respondia a vários homicídios e era de colegiado de líderes da facção

Em decisão de 19 de dezembro de 2023, o ministro Teodoro dos Santos, do STJ, informou que o então preso Márcio Aurélio Martinez Martelo, o Bolado do Fallet, era de altíssima periculosidasde e apresentava comportamento inadequado na cadeia. Ele foi um dos 259 presos a não retornarem à prisão depois de serem beneficiados pelo Saidão de Natal. Na época, o ministro escreveu que o Juízo da Vara de Execuções Penais do TJ-RJ havia indeferido o pedido de progressão do Apenado ao regime aberto, bem como os pleitos de visita periódica ao lar e trabalho extramuros. Bolado cumpria pena total de 49 (quarenta e nove) anos, 1 (um) mês e 28 (vinte e oito) dias de reclusão, com término previsto para 25/09/2038. Além disso, destacou a existência de informações divulgadas pela imprensa nacional no sentido de que o apenado estaria envolvido no sequestro de um helicóptero para o resgate de indivíduos no Complexo Prisional de Gericinó O ministro afirmou na época que possuía índice de periculosidade ‘altíssima’, já tendo sido, inclusive, transferido para o sistema penitenciário federal em tempos pretéritos, bem como já foi transferido, por mais de uma vez, à penitenciária Laércio da Costa Pellegrino (Bangu1), unidade prisional de segurança máxima destinada apenas para determinados apenados que possuem alto potencial de periculosidade . Segundo o magistrado, o apenado, mesmo preso, continua integrando o ‘colegiado de líderes do CV, denominado ‘comissão’, onde se concentram as maiores lideranças da facção, responsáveis por determinar as ações intra e extra muros’ ..“Merece destaque a inquestionável reiteração criminosa do apenado, a natureza dos delitos cometidos e a posição de liderança que ostenta dentro da maior facção criminosa do Estado do Rio de Janeiro, no caso, ‘Comando Vermelho’. Ele cumpria pena pela prática de vários crimes de homicídio (art. 121, § 2º, I; art. 121, § 2º, IV (3 vezes), e art. 121, § 2º, I; art. 121, § 2º, IV, c/cart. 14, II (11 vezes), n/f art. 71, § único do CP(ação penal nº 0033936- 53.1996.8.19.0001) e roubo majorado (processo nº 0369189-09.2008.8.19.0001) -index 166 da Execução nº 0201417-41.1996.8.19.0001). Em sua FAC constavam ainda dois inquéritos policiais recentes (ambos do ano de 2023) com capitulações dos arts. 33 e 35 da Lei nº 11343/06 (anotações 10 e 11 – procedimentos 902-00022/2023 e 902-00292/2023). Por fim, o Sistema de Identificação Penitenciária (SIPEN) aponta um egistro de evasão encontrando-se o apenado, atualmente, com índice de periculosidade altíssima . “A progressão de regime, no presente momento, é incompatível com os objetivos da pena, inexistindo razões que justifiquem o seu deferimento. Cumpre salientar que o juízo a quo destacou em sua decisão que o agravante possui pena restante a cumprir superior a 23 (vinte e três) anos de reclusão”. Um documento que analisou o histórico de liderança do apenado no Comando Vermelho, concluiu que, durante o cumprimento da pena, “o interno não demonstrou qualquer mudança de conduta que pudesse indicar sua saída da cúpula de uma das principais organizações criminosas atuantes no país, ou qualquer interesse em abdicar de sua posição na hierarquia do tráfico de drogas” 

Homens foram achados mortos em Bangu. Houve confronto entre traficantes na região

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de Mateus dos Santos Oliveira e de outro homem ainda não identificado assassinado em Bangu. Nas últimas horas teria havido um confronto na região entre traficantes da Vila Aliança (TCP) e da Vila Kennedy (CV) .Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime.

Tráfico carboniza vítimas que morrem em sessões de tortura em São Gonçalo. Irmãos morreram queimados. Quem vacila é espancado. Traficante preso transmite as ordens via celular

A quadrilha do traficante Juninho Capote, membro do Comando Vermelho em São Gonçalo e que está preso, tem a pra´tica carbonizar algumas vítimas que morrem durante sessões de tortura; Entre as vítimas foram os irmãos Rafael e Leonardo Teixeira de Melo, que morreram queimados. O primeiro deles era ‘merdeiro’ e vivia arrumando confusão na favela. O bando tem por hábito realizar “cobranças” a quem “vacila” na comunidade. Essas cobranças são feitas em forma de um “se liga”, ou seja, espancamento. Um bandido, por exemplo, recebeu um se liga por ter brigado com sua companeira. Todas as ordens são recebidas por ligação de celular efetuadas por “Juninho. Todas as mortes que ocorrem são autorizadas por ele. A quadrilha multiplica vítimas. Uma delas foi Pablo Sacramento Velasco, o PL, que foi morto por retaliação ao fato dele ter se apropriado e, posteriormente, sem a anuência dos criminosos, ter vendido ao cidadão G.S.C o aparelho celular, marca Iphone XI, que havia com eles subtraído quando integravam juntos malta criminosa atuante na localidade. PL ficou preocupado com uma retalição dos traficantes e foi desenrolar na boca, acabou sendo morto. Por conta da morte de PL, estão com as prisões preventivas decretadas os criminosos Juninho do Capote, Boladão, Duduzinho, Barcelona, Temisto, Magrão, TG ou Menor 10. Ruy Guilherme Castilho de Lima foi torturado e morto pelo bando porque aplicava golpes pela internet. Ele teve o celular vendido por PL, o que acabou provocando a morte deste também Outra morte atribuída ao grupo foi de Juracy Guimarães dos Santos, o Brejal, Durante a investigação, a polícia descobriu que nos”plantões”das bocas de fumo, os traficantes se utilizavam de duas pistolas 9mm, que essas armas ficam rodando de mão em mão durante o “plantão, que terminava às 06:00h

Mulheres disseram que viram traficantes matando homem em Belford Roxo com tiro na cabeça. Com medo, elas apagaram as luzes mas os bandidos viram e atiraram em direção da casa só acertando a porta e a janela e ainda gritaram “Somos os crias do Comando. É a tropa do BX e do Popay”

Morto em confronto com a PM recentemente em Belford Roxo, o traficante Márcio de Oliveira Norberto, o MM, respondia a três processos por homicídios cometidos somente este ano sempre agindo em conjunto com seu parceiro, Pivete. Um dos casos ocorreu em 31/01/2025, na Rua Concílio Ecumênico, bairro São Vicente, Belford Roxo/RJ. Consta dos autos que os crimes foram praticados mediante disparos de arma de fogo de uso restrito, em contexto de disputa entre facções criminosas, resultando na morte de Fernando Lavanziê Gonçalves Souza e na sobrevivência de A.C.A.S e A.H.S.S este último tendo reconhecido formalmente os acusados como autores dos fatos, Outro caso foi bem mais grave. Uma mulher viu um dos bandidos apontando fuzil para o rosto de Kauã Gabriel dos Santos e atirouEla ficou ficou assustada quando viu a cena e então, apagou as luzes de sua residência; Quando os indivíduos viram que a declarante apagou as luzes de sua casa, eles efetuaram vários disparos de arma de fogo na direção da residênci. Os tiros acertaram a janela e a porta da casa Após dispararem, os criminosos gritaram, “Meu nome é Pivete e agora quem tá aqui são os crias do Comando. Pode avisars a todo mundo aqui quem está aqui é o Pivete e o MM. É a tropa do BX e do Popay”. A mulher disse que conhecia os dois bandidos pois foram criados juntos com ela na comunidade. Uma outra testemunha ouviu com clareza que os homens falaram com Kauã, que estava armado com um revólver mas tomaram a arma dele. “É isso aqui que o patrão de vocês dá para vocês, essa arma velha:”, e logo em seguida deram um tiro na cabeça de Kauã; … iMM era um ndivíduo apontado como responsável por diversos ataques à Comunidade do São Leopoldo, possuindo relevante envolvimento em ações criminosas na região. Contra ele havia 04 anotações criminais e 03 mandados de prisão, por homicídio.

Guerra sangrenta entre CV e TCP em Resende com sequência de mortes

Visando provar sua lealdade à facção criminosa Comando Vermelho em Resende o traficante vulgo Noi entregou seus antigos comparsas de Terceiro Comando Puro, o que resultou nas mortes esse ano de Genecy da SIlva Ferreria, Leonardo Freitas de Oliveira, vulgo Vovô, Luiz Gustavo Martins Rodrigues, Pedro Alex Almeida Barbosa e Carlos Daniel Pereira de Oliveira, vulgo Chuchu. Todos os mortos eram os únicos traficantes que mantinham a resistência no bairro Fazenda da Barra 2 contra a invasão do CV, cujos líderes dessa empreitada criminosa são os traficantes vulgo T10, Messi e Banha. Tudo começou após o assasssinato de João Vitor Alves de Oliveira, vulgo Quimba, que era dependente químico, integrante do TCP mas havia suspeita de que estava tentando ingressar no CV. Ele havia sido jurado de morte e por conta disso teve que passar um tempo em São Paulo. A família, por exemplo, teve que gastar certa vez R$ 500 por conta do envolvimento de João com o tráfico. Noi também era suspeito da morte de Quimba e após esse crime, pulou para o CV colaborando então para essa sequência de mortes na cidade. No caso do assassinato de Quimba, a autorização veio do criminoso conhecido como Rodolfinho e teve participação de seu gerente, vulgo GL, por planejar e executar as ordens de Rodolfinho.

Os bastidores do assassinato de um casal muito jovem morto por traficantes da ADA em Macaé

Processo na Justiça revela a trama do assassinato de um casal em Macaé identificado como Tony Machado Macedo de Almeida, de 18 aos, e Maryana Anastácio Cabral Gomes, de 16 anos, ocorrido em 20 de novembro do ano passado. Tony era envolvido com o tráfico e chegou a vender uma motocicleta para comprar drogas na capital fluminense e posteriormente repassado para outros venderem. Esses intermediários, no entanto, teriam sido picotados pelos traficantes. O pai de Tony dissse que um traficante vulgo Semente queria matá-lo e por isso retirou seu filho da cidade tendo ele permanecido fora de Macaé durante 15 dias em São José do Ubá, De volta a Macaé, Tony apareceu com uma Tucson marrom e enviou mensagem para o pai. “Semente avisou que os meninos vão me cercar para me pegar” A mensagem foi enviada momentos antes de Tony ser assassinado Tony ainda falou para o pai. “Pai eu vou lá para o aeropor, o senhor me encontra lá para a gente para São José de Ubá porque eu estou correndo risco de vida, os garotos estão me cercando”. Em outra mensagem, Tony expressava o medo. ” “Mãe, manda meu pai indo lá pra reta da Dona Rute porque eu vou ter que ir embora de Macaé rápido. Os cara me viram no bairro aqui e explanou onde eu “to”. Eu tenho que ir embora”. Tony assim como Maryana teriam sido mortos por traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA).  Testemunhas disseram à polícia que um homem, pilotando uma motocicleta preta, se aproximou do casal e disparou contra eles antes de fugir. Maryana era namorada dae Tony. O policial Claudio Cordeiro disse que foram acionados para comparecerem no local, pois havia um duplo homicídio, na Rua Chico Mendes próximo ao Recanto da Lagoa, no Bairro São Marcos, que alguns populares estavam no local dizendo que ouviram disparos. Que um dos populares, de nome Vicente viu de sua janela que o autor estava pilotando uma moto. Ao chegtar ao local do crime, o pai de Tony informou que o filho era envolvido com tanto com o tráfico quanto com o roubo; que disse também que um homem de vulgo Semente seria o responsável por matar seu filho. No local foram apreendidos os telefones das vítimas. Dois envolvidos com o crime estão com as prisões decretadas. Um deles, inclusive, era amigo de Tony e esteve com ele antes do crime. Esse amigo fugiu assim que soube que homens em uma motocicleta foram até a sua casa procurá-lo. Posteriormente, a polícia apreendeu munições e caderno com possíveis anotações do tráfico

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima