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homicidio

Em novo ataque, CV matou suposto rival no Fubá (TCP) e comemorou. Facção invadida disse que era morador

Durante o ataque de hoje, os traficantes do Comando Vermelho mataram um suposto membro do TCP de no Morro do Fubá, em Cascadura. Algumas fontes e o próprio TCP disseram que o mesmo era um morador do morro. O Cv comemorou nas redes. “Pensou que a gente fosse desistir. Bota cara TCP. Ficou um no chão”, disseram eles em vídeo Sobre a morte do Kaioba ontem em suposto fogo amigo, no Fubá após rumores que o criminoso Bolinha, ex-TCP do Morro do Campinho, teria sido responsável pelo fato, traficantes do Morro do 18 (CV) afirmaram que o mesmo continua atuando na facção Comando Vermelho. FONTE: Submundo Criminal.(Telegram) e Baú do Rio OFC (Telegram)

Corpo do traficante Kaioba (CV) foi encontrado

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Kaio da Silva Honorato, o “Kaioba”. O corpo do traficante foi encontrado dentro de um carro em frente da UPA do Engenho de Dentro. A perícia foi feita no local e agentes realizam outras diligências para apurar a autoria e as circunstâncias do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 3º BPM (Méier), policiais militares foram até a UPA do Engenho de Dentro verificar a entrada de um criminoso ferido por disparo de arma de fogo, na noite desta segunda-feira (09/06). Ele foi identificado como Kaio da Silva Honorato, vulgo Kaioba, integrante do tráfico do Morro do 18. Ele não resistiu aos ferimentos. Ocorrência registrada pela DH. Traficantes obrigaram um motorista de Uber a trazer o corpo do traficante para a UPA. Kaioba teria sido morto no Morro do Fubá, em Cascadura. Dizem que ele foi vítima de fogo amigo por parte dos comparsas do Comando Vermelho. Kaioba comandava a Equipe Caos, um braço do CV que vinha atacando os morros do Fuba e do Campinho. Traficantes do TCP voltaram a festejar a morte dele com queima de fogos agora de noite. So este ano, a Justiça abriu sete processos por homicídio contra Kaioba mas no site do TJ só consta o nome de uma das vítimas, Igor dos Santos Fernandes. A pagina não traz detalhes sobre esse crime nem dos outros. FONTE: PCERJ, PMERJ, TJ-RJ, Direto do Miolo e Submundo Criminal .(Telegram)

Justiça decretou preventiva de homem suspeito de envolvimento em morte de instalador de sinais de TV em Bangu durante guerra entre o CV e a milícia. Vítima foi ameaçada e teve que parar o serviço mesmo assim foi assasinada

Leandro Moura Peres foi asasssinado no dia 27 de janeiro deste ano por volta das 23h35min, na Rua Tiziu, em frente ao número 210, bairro Jardim Bangu, Um dos asassinos teve a prisão preventiva decretada na semana passada. As investigações revelaram que a vítima trabalhava instalando sinais de TV e havia recebido ameaças de morte caso continuasse a exercer tal função. Ressalte-se que o crime ocorreu em uma área marcada por conflitos entre a milícia e a facção conhecida como Comando Vermelho Leandro fazia um churrasco com sua esposa em frente da sua casa. Ao chegarem, os acusados passaram pelo casal caminhando pela rua e, pouco depois, dois deles permaneceram estrategicamente na esquina para dar cobertura ao ato criminoso. Enquanto isso, dois bandidosretornaram ao local e abordaram a vítima e sua esposa, rendendo ambos. Logo após, o cúmplice efetuou uma série de disparos de arma de fogo contra Leandro, atingindo-o fatalmente. A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Albert Schweitzer, mas já chegou ao local sem sinais de vida, tendo seu óbito constatado pelas equipes médicas. . O crime foi praticado por motivo fútil, vez que motivado em razão do ofício exercido pela vítima, o qual contrariava interesse de grupos criminosos existente na região. 2A mulher de Leandro afirmou que há dois anos residia no Catiri, Durante o tempo em que residiram no Catiri, seu marido Leandro trabalhava instalando sinal de tv, não sabendo informar para quem ELE trabalhava, sabendo informar apenas que Leandro usava uma camisa na cor cinza com um símbolo de uma tv estampada na frente da camisa, do lado esquerdo, e, na parte de trás havia uma escrita “técnico”; Falou que seu marido Leandro passou a sofrer ameaças no sentido de que se fosse pego em cima de poste, seu corpo ficaria estirado no chão. a partir desse momento Leandro deixou de exercer essa função de instalador de tv a cabo. Falou que na localidade do Catiri, Jardim Bangu há uma guerra envolvendo a milícia e a facção comando vermelho e alguns integrantes da milícia “pularam” para a facção comando vermelho. No momento do homicídio a depoente e a vítima estavam em frente a sua residência, rua Tiziu, nº210, Jardim Bangu, Bangu I, fazendo churrasco e bebendo quando, por volta das 23hs:40min quatro indivíduos passaram caminhando pela depoente e cumprimentaram Leandro. A declarante perguntou a Leandro se conhecia os quatros indivíduos, tendo Leandro respondido que não os conhecia e apenas respondeu por educação. Disse que os quatros indivíduos chegaram à esquina, pararam e dois retornaram. O indivíduo que abordou Leandro era negro e fazia uso de boné ou algum tipo de chapéu na cabeça, não sabendo informar mais características físicas. O segundo homem abordou a depoente portando uma arma de fogo curta, se colocando logo em sua frente, a cerca de 1 metro de distância, local bem iluminado. Essa segunda pessoa era pardo, magro, cerca de 1,70cm de altura, olhos claros, cabelos castanho escuro cortado tipo asa delta. Ela disse que ouviu dois disparos de arma de fogo e dois clarões, momento em que pediu “meu marido não, meu marido não., Contou que ouviu mais dois disparos de arma de fogo, momento em que a depoente achou que tivesse sido alvejada. Não se lembra do que aconteceu depois, mas ouviu comentários de que após atirarem em seu marido, os dois indivíduos caminharam até a esquina e se juntaram aos outros dois que lá estavam. Segundo ela, cerca de três dias depois do homicídio de Leandro, policiais militares entraram no Jardim Bangu e trocaram tiros com dois indivíduos, sendo um negro, o qual veio a óbito, e outro indivíduo, sendo pardo, olhos claros, cabelo tipo asa delta que foi preso; Obteve essa informação através da rede social Instagram, na página “bangunoticias”; Ao ver a publicação, a depoente começou a chorar compulsivamente , chorou desesperadamente, teve crise de ansiedade, e sua filha que tem doze anos de idade tentou acalmá-la dizendo “Calma mãe, calma mãe”. A esposa de Leandro afirmou “Foi ele, foi ele e não teve dúvidas em apontar o indivíduo que apareceu na postagem do instagram no dia 31/01/2025, o qual foi preso por policiais militares no interior do Jardim Bangu, como sendo o indivíduo que a abordou e manteve uma arma de fogo apontada em sua direção; Foi pesquisado no sistema da polícia sobre prisão em flagrante ocorrida no dia 31/01/2025, e foi encontrado o flagrante 034-01798/2025, no qual constava como preso um homem chamado João Pedro, que teve a prisão preventiva decretada. Ao ao ser apresentada a foto dele para a depoente, a mesma começou a chorar e confirmou a participação dele no homicídio de seu marido. ” O acusado foi reconhecido, espontaneamente pela testemunha, através de postagem em rede social dansdo conta de que teria diso preso num confronto armado entre policiais militares do 14ºBPM e criminosos da comunidade Jardim Bangu, tendo sido encontrada em seu poder uma pistola prateada, conforme descrito no depoimento da esposa da vítima em sede policial. FONTE: TJ-RJ

Circula boato de que o líder do CV nas invasões ao Campinho e Fubá, ambos TCP teria sido morto. Comparsas lamentam e rivais comemoram

Circulam informações de que o narcoterrorista Kaioba, integrante do Comando Vermelho (CV), teria morrido no Morro do Fubá, na Zona Norte do Rio. A policia ainda não confirmou a informação, já que criminosos têm inventado suas mortes para tentar despistar a polícia. Os traficantes Coelhão e Zeca do Complexo da Serrinha (TCP) estão comemorando a possível morte do traficante Kaioba, que está a frente dos bondes que invadem os morros do Fubá e do Campinho. “Caiu na troia dos crias” “Kaioba ficou f.. Tropa do Salomão…bonde do Coelhâo p…eu falei que estava chegando p…” Os traficantes do TCP ainda disseram que ele só “tomou na cara”. Soltaram até fogos. Circula uma mensagem supostamente do CV nas redes falando sobre a possivel morte. Vamos pegar a visão aí meus amigos grupo se encontra de luto pela morte do nosso amigo irmão kaioba do fubá Campinho que veio falecer numa fatalidade 🏴 Outra história que circula é que Kaioba teria sido ferido por um tiro acidental, disparado por aliados, e logo em seguida foi socorrido pelo próprio grupo e retirado da favela. O disparo teria sido feito com um fuzil Uma mulher que se identificou como mãe do criminoso confirmou a morte do mesmo. “Infelizmente o Caio se foi mesmo. A família graças a Deus já se encontra com o corpo!” De acordo com o comando do 9°BPM, foram ouvidos tiros na área de mata, nesta segunda-feira. Buscas estão sendo realizadas e o policiamento segue intensificado na região.  A conferir FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Penha News RJ (Whatsapp). Baú do Rio OFC (Telegram), PMERJ

Homem foi morto em Bangu na guerra entre tráfico e milícia

Um homem foi morto a tiros no bairro Jardim Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A vítima, ainda não identificada, foi atingida por vários disparos dentro de um carro. Moradores relataram ter ouvido muitos tiros antes de encontrar o veículo batido com o corpo. A Polícia Militar isolou a área para a perícia. As primeiras informações indicam que o crime pode estar ligado a disputas entre traficantes e milicianos que atuam na região. A Delegacia de Homicídios investiga o caso, mas ainda não há informações sobre a identidade da vítima ou dos suspeitos. FONTE,: Bangu ao vivo (Instagram)

Traficantes do TCP mataram homem que foi com amigo cobrar dívida de R$ 150 de morador no Recreio. Autor do crime ainda é desconhecido

No dia 3 de maio, uma mulher recebeu uma ligação de uma amiga que é envolvida com a facção Comando Vermelho atuante no Beco do Borracheiro no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, dizendo que a facção Terceiro Comando Puro da comunidade do Canal teria pegado seu irmão Rodrigo Costa Lima e mandou que ela fosse lá urgente. Ao chegar ao local, ficou sabendo que havia uma pessoa detida na 42ª DP e foi para lá, Na delegacia, soube que a pessoa detida era um homem conhecido como Dentinho, que narrou que Rodrigo havia sido morto, amarrado e levado de moto e que Dentinho estava junto mas conseguiu fugir mas Rodrigo não teve reação, Dentinho alegou que foi na comunidade com Rodrigo para cobrar um morador que lhe devia R$ 150,00 reais. A moça voltou para a comunidade para procurar o irmão quando viudiversos indivíduos (uns 10) saindo do mato em frente do lado oposto à comunidade, eles estavam sujos de barro e fortemente armados. Os suspeitos atravessaram a ponte e passaram ao lado da declarante olhando desconfiados. Depois, um homem de bicicleta veio falar com a declarante e saber se ela queria alguma informação. A mulher reconheceu este indivíduo que veio falar como sendo o vuilgo WL então se dirigiu aos outros homens que estavam todos reunidos em frente a ponte da quadra e retornou dizendo que lá não tinha acontecido nada; Em seguida, um morador recomendou que ela e a irmã que estava junto retornassem pela Rua Alceu de Carvalho e aguardassem na última casa, que ele falaria com o “pessoal” para irem lá dar uma satisfação; As duas desconfiaram ser uma emboscada e saíram da comunidade, pegando carona em um Uber. Dentinho falou para elas que o corpo de Rodrigo teria sido jogado no posto 12 o que não era verdade pois o pai de Rodrigo e das moças foi até lá; Como a testemunha não presenciou nenhum fato, avistando apenas 10 indivíduos saindo do mato armados e sujos de barro, não havia elmentos suficentes que os suspeitos estejam envolvidos na criminalidade local, este fato, por si só, é insuficiente para elenca-los como autores do homicídio de Rodrigo. Quem saberia os autores do crime é Dentinho, que estava junto de Rodrigo, Apesar dele ter ido na delegacia, não foi juntado os autos nenhum depoimento dele. Não se sabe se ele reconheceu algum dos dez elementos vistos pela irmã de Rodrigo. Os dez suspeitos negaram a autoria do homicídio. A Justiça determinou que os autos fossem encaminhados à Delegacia de origem (DH Capital) para prosseguimento das investigações FONTE: TJ-RJ

Depois de quatro anos, Justiça decretou prisão de dois traficantes do TCP suspeitos de queimar um homem ainda vivo e deixar corpo em carrinho de mão em Belford Roxo. Um dos envolvidos é um conhecido bandido que se entregou à polícia anos atrás dizendo que tinha abandonado o crime

Depois de quatro anos do crime, a Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Terceiro Comando Puro, entre eles Puma, bastante conhecido, por um homicídio cometido na comunidade Gogó da Ema, em Belford Roxo, em março de 2021. Puma para quem não se lembra é aquele traficante que se entregou a polícia em 2012 dizendo que tinha abandonado a vida do crime Segundo a denúncia, Puma e comparsa agiram em conluio com o falecido Genaro. Eles, determinaram a execução da vítima Nielsen de Melo Arnaldo, causando as lesões corporais que foram a causa suficiente de sua morte. Após o crime, os denunciados ordenaram que o corpo da vítima fosse carbonizado em via pública. O cadáver da vítima foi parcialmente queimado e abandonado dentro de um saco plástico preto, em um carrinho de mão, sendo deixado em ponto de desova utilizado pela facção criminosa. Segundo a denúncia, no dia dos fatos, a vítima foi violentamente retirada de casa por um grupo com cinco a seis homens armados não identificados, levado à força à localidade dominada pela facção criminosa e, já em condição de grave sofrimento, espancada e posteriormente incinerada, ainda viva. Os denunciados, líderes locais da facção criminosa TCP “, teriam ordenado a execução da vítima como forma de impor a disciplina do tráfico e aterrorizar a comunicada, sendo o crime praticado por diversos executores subordinados aos réus, atuando mediante ordens superiores, dentro da estrutura hierarquizada do tráfico de drogas local. Consta da denúncia que o crime foi motivado por imposição de autoridade da facção criminosa e retaliação contra conduta anterior da vítima, no exercício do “controle social” armado da comunidade. O crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, uma vez que foi retirada de sua residência por diversos indivíduos armados e encapuxados, em seguida levada sob coação para local ermo e, ali, violentamente espancada e posteriormente queimada viva, sem qualquer possibilidade de defesa. FONTE: TJ-RJ

Adolescente de 16 anos que saiu para comprar lanches tentou fugir a abordagem de PMs em Caxias e acabou morto

Por volta das 22h30 da última sexta-feira (30) um adolescente chamado Deividi Silva, de 16 anos, foi morto por tiros disparados por PMs. O fato ocorreu no Parque Beira Mar, em Duque de Caxias. Segundo relatos de familiares, David estava na companhia de um amigo. Eles sairam de moto para comprar lanches, No meio do caminho, foram abordados por uma viatura da PM. Deividi por ser menor de idade, e não estar com a documentação da moto em mãos no momento da abordagem, tentou fugir. Foi quando os PMs atiraram em direção da moto. O rapaz foi baleado na cabeça e nas costas e veio a óbito. Na manhã desta segunda-feira (2), cerca de 30 familiares e moradores do bairro e amigos de escola do estudante, fizeram uma manifestação por justiça. Eles interditaram totalmente a pista central da BR-040, na altura do km 122, sentido Juiz de Fora, em Duque de Caxias. Em nota, a Polícia Militar informou que policiais do 15º BPM (Duque de Caxias) tentaram abordar duas motocicletas na Rua Sebastião de Carvalho. Segundo os agentes, os condutores desobedeceram à ordem de parada, e um dos policiais efetuou disparo, atingindo um dos ocupantes. A corporação afirmou que um procedimento interno foi instaurado para apurar a conduta dos agentes e que eles foram afastados preventivamente do patrulhamento nas ruas. A investigação está sendo conduzida pela 59ª DP (Duque de Caxias), e a PM disse colaborar com as apurações. FONTE: Portal D3 A Fênix (Facebook) e PMERJ

Dois bandidos mortos e um baleado em operação para capturar envolvidos em homicídio de policial civil em Paraty

Dois bandidos foram neutralizados e outro foi ferido na comunidade Ilha das Cobras, em Paraty, na Costa Verde, durante uma operação para prender envolvidos no assassinato de um policial civil aposentado. O ferido foi preso após buscar atendimento em um hospital da região. Outros quatro suspeitos també, foram presos Imediatamente após o homicídio, a equipe da 167ª DP iniciou a investigação e identificou dois homens como os executores, bem como o local em que estariam escondidos. As equipes das três unidades se reuniram e organizaram a operação. Ao chegarem à comunidade, os policiais foram atacados pelos criminosos e houve confronto. Três dos bandidos presos tinham farta quantidade de drogas. As diligências seguem para localizar e capturar os dois autores do homicídio. FONTE: Polícia Civil do RJ

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