Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

homicidio

SAQUAREMA: Inconformado com o fim do relacionamento, homem invadiu casa de ex e atirou no atual companheiro dela e só não a matou porque arma falhou. Depois, foi na casa da ex-sogra e executou seu ex-cunhado

Lucas Ventura da Silva Souza está com prisão temporária decretada pela Vara Criminal de Saquarema, na Região dos Lagos Segundo informações do TJ-RJ, inconformado com o fim do seu relacionamento com uma mulher chamada Amanda, ele invadiu a residência dela, efetuando disparos de arma de fogo contra o seu atual companheiro, que se encontra em estado grave de saúde. Ela só não foi atingida porque, no momento do disparo, a arma falhou, logrando êxito em fugir. Em seguida, o acusado invadiu a casa de sua ex-sogra e atirou contra seu ex-cunhado, que veio a óbito. Segundo a Justiça. há, ainda, necessidade de apuração quanto à origem da arma utilizada por Lucas, inexistindo nos autos qualquer indício de que possuísse autorização legal para portá-la. Foi deferida pela Justiça as medidas protetivas pleiteadas para proibir o suposto autor do fato de manter contato com a vítima, seus familiares e testemunhas, por qualquer meio de comunicação, aproximar-se deles a distância inferior a 500 (quinhentos) metros, bem como proibir de freqüentar o local de residência da vítima a fim de preservar a sua integridade física e psicológica da ofendida.

Criminoso suspeito de atirar e matar policial civil e que foi morto hoje foi acusado de participar de outros dois roubos a telefones celulares, um no Leblon e outro em Rio Bonito, segundo o TJ-RJ

Lucas do Nascimento da Conceição, o Lukinha, envolvido na morte do policial civil Paulo Vitor Silva Heitor e que foi morto hoje pela polícia, foi acusado de participar de um roubo no dia 02/06/2019, em estabelecimento empresarial localizado no bairro do Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, segundo informações do TJ-RJ. Ele e comparsas ubtraíram a quantia de R$ 360,00 em espécie da loja de departamento, além de 11 (onze) aparelhos celulares expostos à venda no local, devidamente avaliados em R$ 21.239,00. Em sede policial, as testemunhas do ocorrido relataram a mecânica delitiva, tendo afirmado o emprego de arma de fogo na oportunidade. Além disso, noticiada a presença de elemento não identificado no lado externo da loja, dando cobertura aos comparsas, a fim de garantir o sucesso da empreitada criminosa Lukinha foi acusado de participar também em dia 25 de maio de 2019 de um roubo na Casas Bahia localizada na Rua Getúlio Vargas, Centro, Rio Bonito, RJ, Na ocasião, segundo processo no TJ-RJ, ele e comparsas armados privaram a liberdade de dois funcionários e de dois clientes e teriam subtraído para si, 103 telefones celulares e cinco tablets, como descrito às que eram destinados à venda, causando um prejuízo avaliado em R$154.088,68 Os denunciados teriam ingressado no estabelecimento como se fossem clientes, tendo cada um comprado um espremedor de frutas e pago a compra em caixas distintos com o intuito de serem posteriormente direcionados ao setor de estoque. Um deles teria rendido os estoquistas e teria ordenado que os levassem ao local em que os aparelhos celulares estavam estocados. Os criminosos teriam ordenado que enchessem duas sacolas com celulares e tablets, trancando, após, os funcionários, juntamente com dois clientes, no estoque do estabelecimento. Segundo narrado na denúncia, um terceiro elemento não identificado teria permanecido fora do estabelecimento dando cobertura aos denunciados, trocando informações através de fones de ouvido, tendo após, viabilizado a fuga em uma motocicleta. Lukinha, no entanto, foi absolvido da acusação. O funcionário do estabelecimento comercial que teve os pertences subtraídos, na qualidade de vítima, afirmou em seu depoimento em juízo que não reconhecia com certeza Lukinha.

Veja como atuava um dos suspeitos presos pela morte de policial civil no Maracanã. Ele estava com prisão temporária decretada por um outro roubo na Tijuca

Preso por envolvimento na morte do policial civil Paulo Vitor Silva Heitor, Kauan Ezedim Alves atuava como batedor para os criminosos, ou seja, era o responsável, por sem levantar suspeitas, permanecer no local para realizar a escolha das vítimas e informar os alvos aos comparsas, que ficavam escondidos em ruas próximas e chegavam armados para a realização do crime a partir do aviso, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ele teve a prisão temporária decretada por um roubo ocorrido no dia 4 de janeiro na Rua Almirante João Cândido Brasil, na Tijuca, perto de onde o agente foi morto. O assalto teve como vítimas A.G.S e D.G.C Diligências investigatórias foram realizadas desde então, sendo possível extrair, de imagens de câmeras, que “o batedor passa 24 segundos antes pelo mesmo ponto, e que ele traja camisa cinza e bermuda clara com detalhes e capacete preto com detalhe branco (mesmos Em outra imagem destacada, a autoridade policial afirma ser possível observar “as passagens seguidas, demonstrando que não são coincidência de trajeto, mas sim que o trio segue de forma coordenada, com Kauan seguindo à frente”. E conclui: “é possível ver com muita nitidez todas as características físicas de Kauan e da moto que nos dão a certeza de que ele tinha a função de batedor e a função de analisar e escolher as vítimas para a dupla da outra moto praticar o roubo”. Foram realizadas diversas diligências de campo e cruzamento de informações, dentre as quais a análise do local do crime, relatório de imagens de câmeras de segurança, e a oitiva de testemunhas. Outrossim, consta do procedimento que após a realização de levantamento dos registros de ocorrência envolvendo roubos e latrocínios na localidade e entornos, teria sido identificado o Registro de Ocorrência n. 901-00040/2026 elaborado no dia 11/01/2026, relativo a um latrocínio cometido com o mesmo modus operandi do que ora se investiga. Informa a autoridade que, em colaboração, a Delegacia de Homicídios da Capital teria enviado a qualificação do sujeito flagrado nas imagens, vindo a ser identificado e qualificado como Kauan, ora representado, um dos agentes em ambas as ocorrências.

Suspeito de envolvimento na morte de policial civil que foi morto em operação hoje em Senador Camará havia participado de tentativa de roubo a celulares em loja da Barra da Tijuca em 2019 mas conseguiu escapar

O suspeito de envolvimento na morte do policial civil Paulo Vitor Silva Heitor que foi morto hoje durante operação da Polícia Civil em Senador Camará partiicpou de um roubo a Americana Express em 2019, na Barra da Tijuca. Lucas teria sido o autor do disparo que matou o agente. Ele tinha 20 anotações criminais. Na ocasião, Lucas do Nascimento da Conceição junto de um comparsa tentou subtrair todos os aparelhos de telefone celular que ali estavam guardados, em depósito, para venda mediante grave ameaça no emprego de uma arma de fogo, apontada para o gerente do estabelecimento, Na ocasião, eles adentraram na loja e abordarm o gerente revelando um revólver que um deles trazia na cintura, sob o casaco, enquanto anunciavam o assalto, dizendo: ‘É um assalto, onde fica o estoque da telefonia celular” Ocorre que a subtração apenas não se consumo uma vez que diversos clientes ali presentes notaram a ação criminosa e começaram uma espécie de tumulto, alardeando a ocorrência do roubo. Em razão disso, os roubadores empreenderam fuga correndo, sendo perseguidos por populares até que, pouco tempo depois, um policial militar à paisana interveio e conseguiu capturar o comparsa de Lucas, o qual ainda estava em poder da arma de fogo utilizada na empreitada criminosa, de numeração de série raspada, devidamente municiada e pronta para emprego. O funcionário do estabelecimento comercial reconheceu o preso como autor do delito mas Lucas, no entanto, evadiu-se do local…”O preso foi condenado a três anos e quatro meses de prisão. Lucas foi morto após atacar policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP. Ele chegou a ser socorrido, mas acabou morrendo. A operação contou ainda com agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), 18ª DP (Praça da Bandeira) e Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), com apoio de outras unidades. Este é o terceiro e último criminoso envolvido no latrocínio localizado pelas forças de segurança. O primeiro teve mandado de prisão cumprido pela DHC — que identificou todos — e o segundo pela Polícia Militar. Com a ação desta sexta, todos os autores do crime foram tirados de circulação. Paulo Vitor, conhecido pelos colegas como “PV”, foi morto em uma tentativa de assalto, no Maracanã. Na ação criminosa, a esposa dele também foi ferida. Dois envolvidos na morte do policial.civul.Paulo.Viyor Silva Heitor já estavam presos: Márcio Rogério Miranda Rondon, apontado como condutor da motocicleta, e Kauan Ezedim Alves, responsável por escolher a vítima.

PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de sequestrar dois homens em Queimados e exigir R$ 5 mil das famílias. Um deles não pagou e acabou morto

Depois de quase quatro anos do fato, a PM decidiu levar a conselho de disciplina que pode decidir pela expulsão de seus quadros de dois agentes da lei suspeitos de sequestro de dois homens em Queimados durante uma operação polciial em 2022. Eles exigiram R$ 5.000 das famílias das vítimas e que não pagou, a pessoa acabou executada. Uma das extorsões foi contra um suspeito vulgo Padaria em Queimados.. Os PMs, segundo a investigaçao, teriam exigido R$ 5.000 do avõ e da mãe da vítima. Eles também teriam sequestrado outro homem, vulgo Nenéu, e também teriam exigido R$ 5 mil do pai dele. Na época dos fatos, os PMs procederam na viatura no 52-2892, juntamente com outros policiais militares que, até o presente momento, não figuram como réus na Ação Penal, até a localidade conhecida como Morro do Cocô para realização de operaçãopolicial visando a “retirada de barricadas para desobstrução de vias públicas”, conforme a Ordem de Policiamento no 243/22. Após chegarem ao acesso pela Rua Itaquatia, os acusados desembarcaram e procederam a pé ao interior da comunidade onde, já próximo a um comércio localizado na Estrada Carlos Sampaio, abordar e deter as vítimas. Ato contínuo, o subtenente e o cabo começaram a exigir primeiramente da facção criminosa local, sem sucesso, e, em seguida, dos familiares das vítimas a quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) sob a promessa de que iriam liberá-los caso obtivessem a vantagem econômica indevida. Após o recebimento da vantagem indevida correspondente a uma das vítimas., esta foi liberada pelos acusados que, não logrando obter a quantia correspondente à liberdade do outro suspeito, que acabou morto. Para assegurar a impunidade do crime, diante do não recebimento da vantagem indevidaum dos PMs, mediante violência consubstanciada em disparo de arma de fogo, utilizando fuzil calibre 7,62, marca Imbel, patrimônio da PMERJ, série no 21991, efetuou, em tese,disparo que ocasionou a morte da vítima Padaria. Foi aberto o processo criminal 0093712-65.2025.8.19.0001, em trâmite perante a Auditoria de Justiça Militar do Estado do Rio de Janeiro (AJMERJ), e ainda, foi decretada, em desfavor dos referidos policiais militares, a suspensão do exercício de função pública a fim de que os mesmos, até a sentença definitiva ou ordem de contracautela, não sejam escalados na atividade policial (atividade-fim). Segundo a PMERJ, espera-se do militar estadual, em serviço ou fora dele, ativo ou inativo, em formação ou já formado, a manutenção do elevado padrão de disciplina e dignidade, assim sua conduta moral deve ser pautada em função dos objetivos da Corporação. Um desses objetivos é a virtude moral, em razão disso, todo policial militar deve zelar por uma conduta elogiável, cumprindo com retidão todas as suas obrigações e deveres para com a sociedade. De acordo com a PMERJ, cumpre citar que o póstero processo disciplinar não terá o escopo de avaliar a existência e as circunstâncias do cometimento de crime, o que é da alçada do Poder Judiciário, mas sim os aspectos ético-disciplinares da conduta do militar em questões circundantes do ocorrido, o que demanda uma análise factual do episódio. O mérito em questão será avaliar, dentro dos atos praticados pelo policial, se o mesmo reúne condições ético-morais de permanecer nas fileiras da Corporação.

Após três dias internado, morreu PM baleado na cabeça em São Gonçalo

Após três dias internado, morreu hoje o sargento da PM Elder Carlos Costa, de 42 anos. Ele foi baleado na cabeça no último domingo no Jardim Catarina, em São Gonçalo0 em ação atribuída ao Comando Vermelho. O policial estava sendo atendido no Hospital Estadual Albetto Torres Em nota, a direção do Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT) informa que o paciente veio a óbito nesta quarta-feira (21/01). E .

Traficantes mandaram fechar o comércio em Rio das Ostras

Segundó informação divulgada na página Rio das Ostras em Foco, traficantes mandaram fechar o comércio nos bairros Âncora e Nova Cidade na manhã de hoje. isso porque um homem foi morto na noite de ontem durante um intenso tiroteio na região. . Segundo moradores, muitos tiros foram disparados na localidade da Síria A página informou ainda que a PM ainda não se pronunciou sobre o caso, e não confirmou, até o momento, qualquer operação dentro do bairro. Procurada pela reportagem, a Polícia Militar informou que segue com o policiamento intensificado na região. Há relatos que o homem morto se chamava Lucas e era catador de reciclagem que estava saindo para trabalhar. A 143ª DP (Rio das Ostras) foi acionada e investiga a morte de um homem, ainda não identificado. Diligências estão em andamento para identificar a autoria do crime. A respeito desse suposto aviso do tráfico, nesta quarta-feira (21/01), um homem foi conduzido à delegacia por policiais militares. De acordo com informações preliminares, ele é um morador de rua que, agindo sozinho, entrou em contato com comerciantes. Agentes realizam trabalhos de inteligência para apurar os fatos. Veja vídeo que mostra as lojas fechadas. https://www.facebook.com/share/v/1DyzbfsP4Y2m9 Rio das Ostras Em Foco

PM foi assassinado em Japeri

Um policial militar de nome Charles, morador de Japeri, foi assassinado a tiros hoje por volta das 5h15 da manhã desta quarta-feira, próximo ao Campo do Canarinho, no bairro Beira Rio, em Japeri. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, nesta quarta-feira (21/1), um policial militar se deslocava de motocicleta para o 24º BPM (Queimados) quando foi atingido por disparos de arma de fogo na Estrada Miguel Pereira, em Nova Belém, Japeri. O militar não resistiu aos ferimentos. Até o momento, crime de autoria e motivação desconhecidas. A área foi isolada e a perícia acionada. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Charles Alves de Maria, de 41 anos. A perícia foi realizada no local e outras diligências estão em andamento para apurar a autoria e circunstâncias do crime. Charles é citado em vários processos por participar de prisões de suspeitos em Bangu, Paracambi e Japeri.

Mulher jogada morta de um carro ontem em Meriti foi presa em 2013 suspeita de tentar vender a própria filha em troca de drogas

A mulher que foi morta e teve o corpo jogado de um carro em Vilar dos Teles, em São João de Meriti na manhã de ontem havia sido tema de reportagens da imprensa do Rio em 2013 quando foi acusada de vender a própria filha de 13 anos em troca de drogas. A identificação da vítima foi confirmada pela Polícia Civil. A partir do nome completo, a reportagem localizou notícias publicadas em 2013 pelos portais UOL e Terra, que relatam a prisão de uma mulher com o mesmo nome, idade compatível e circunstâncias coincidentes, suspeita de tentar vender a própria filha em troca de drogas.” Na época com 34 anos, Ana Paula da Silva Vichi foi capturada por policiais da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) no centro de Duque de Caxias, na quinta-feira. De acordo com o titular da delegacia na ocasiãpo , Marcello Maia, a mulher contou ao pai da vítima que a filha havia sumido com um traficante e que estaria morta. Ele procurou ajuda policial e estranhou quando Ana Paula pediu para que não registrasse a ocorrência. O pai, então, entrou em contato com a irmã de Ana Paula, e descobriu que a criança estava escondida na casa de uma moradora do morro do Urubu, em Pilares. Em depoimento, a vítima afirmou que fugiu de casa, pois a mãe a agredia fisicamente. Ana Paula responderá por maus tratos, promessa de entrega de filho a terceiros mediante recompensa e coação no curso do processo. A morte de Ana Paula é investigado pela Delegacia de HOmicídios da Baixada Fluminense. Circulou nas redes sociais a informação, que carece de confirmação oficial, que ela teria sido atingida por bala perdida na Vila Ruth. Segundo o que foi publicado, os bandidos atiraram em um caror de aplicativo e Ana Paula estava na frente e acabou alvejada. Os atiradores teriam pego o corpo e desovado em outro local. Mas essa história ´é extra-oficial.

Após desaparecimentos de trabalhadores por aplicativo em Santa Cruz, milícia deseja boas vindas aos motoristas

Após dois motoristas de aplicativo desaparecerem quando acessaram a comunidade Joâo 23, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, os milicianos da região passaram a instalar faixas e divulgar dizeres na internet com o título “sejam bem vindos” para motoristas que circulam na área . A iniciativa ocorre após cobranças de jornalistas e autoridades diante de uma sequência de sequestros e assassinatos registrados no local. Os bandidos tentam na verdade evitarem operações policiais previstas para áreas dominadas pela milícia em Santa Cruz. Um.dos casos foi o do do motorista de aplicativo Carlos Gilberto Ferreira de Queiroz, de 30 anos, encontrado morto na Baía de Sepetiba após desaparecer no sábado (10). Ele havia saído de casa, em Campo Grande, para trabalhar e, na madrugada de domingo, aceitou uma corrida da Comunidade da Carobinha até o Conjunto Liberdade, em Santa Cruz. Depois disso, não manteve mais contato, e horas depois o carro foi localizado queimado. Segundo relatos, a intensificação da cobertura da mídia teria levado milicianos a desovarem o corpo da vítima na Baia de Sepetiba na tentativa de evitar uma operação policial. Outro caso que causa apreensão é o desaparecimento de Deivison da Silva, morador do KM 34, em Nova Iguaçu, que saiu para buscar uma encomenda na região da João XXIII, em Santa Cruz, e não retornou. Em mensagens enviadas a um primo, ele relatou medo após ser abordado por homens armados e agressivos que o mandaram aguardar. Pouco depois, a família perdeu contato com o jovem, que não é o primeiro motorista a desaparecer na região, marcada por sucessivos crimes atribuídos à atuação da milícia.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima