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guerra de facções

Ex-miliciano Naldo da Carobinha foi morto em Magé

O ex-miliciano Reginaldo Martins do Nascimento, vulgo Naldo, foi morto na última noite, em Magé, na Baixada Fluminense. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense confirmou o fato e investiga o caso. Naldo durante anos comandou a comunidade da Carobinha, em Campo Grande. No entanto, após ser expulso do local, teria se aliado às facções criminosas Amigos dos Amigos (ADA) e Comando Vermelho. Há relatos de que ele estaria participando das últimas guerras ocorridas na Carobinha, que continua sob o domínio da milícia, cujo chefe é Cara de Égua. O jornalista Bruno Assunção informou que a milícia da Carobinha foi até Magé no local onde Naldo estava escondido. Houve um cerco e troca de tiros.

Moradores apavorados com guerra do tráfico em Niterói. “Não pude ir para casa”

“Moro em cima da coronel infelizmente é hoje não poderei ir pra casa depois do trabalho que Deus possa proteger minha família”. O relato é de um morador da comunidade Coronel Leôncio, na Engenhoca, na Zona Norte de Niterói, que desde o fim de semana tem sido palco de intensos tiroteios entre traficantes. “Que inferno isso! População não tem sossego nem depois de um dia de trabalho”, disse outra moradora. “Pqp esta terrível”, falou mais uma “Para que estamos dentro de um filme de guerra. 😢 tiroteio digno do exército” “Tá insuportável isso, diariamente tiroteio”. “Meu Deus que horror”. Por volta das 20:45 da noite de ontem, mais um intenso tiroteio iniciou-se na região do Fonseca. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrou um clarão e em seguida, um forte estrondo, provavelmente de uma granada que deve ter sido utilizada na guerra. Relatos indicam que a guerra está acontecendo na Coronel Leôncio e Santo Cristo, no Fonseca. A disputa é entre o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro e se acirrou a partir das últimas semanas de novembro. O TCP tomou áreas dos rivais na região e o CV agora está tentando recuperar.

Policiais da CORE atiraram em pitbull para contê-lo após o animal atacar e morder traficante que era alvo de operação em Niterói

Durante operação para prender bandidos envolvidos em uma guerra de facções no Morro do Pimba, em Niterói, no mês de janeiro, policiais civis da CORE tiveram que atirar em um cachorro da raça pitbull para contê-lo após o atacar um traficante que era alvo dos agentes, segundo processo do Tribunal de Justiça. Não foi informado, porém, o que ocorreu com o animal. Segundo os autos, no dia 19 de janeiro de 2026, por volta das 09h30min, policiais civis da 78a Delegacia de Polícia e da CORE, realizaram incursão na Comunidade do Pimba/Palmeira, em razão de informes de que traficantes vinculados à facção TCP estariam em deslocamento para atacar integrantes da facção rival CV, havendo, ainda, notícias de que moradores da região estariam sendo feitos reféns. Durante a incursão, um dos agentes avistou quatro indivíduos armados com fuzis saindo do terreno de uma casa abandonada, os quais, ao perceberem a presença policial, empreenderam fuga pelas residências vizinhas e pela área de mata. Ao ingressar no terreno, o policial localizou diversos carregadores de fuzil, rádios comunicadores, drogas, munições e um aparelho celular, todos abandonados pelo chão, sem que fosse possível identificar, naquele momento, a quem pertenciam. Na sequência, o policial tomou conhecimento de que policiais da CORE haviam realizado a detenção do suspeito , após este pular o muro de uma residência, ocasião em que foi atacado por um cão da raça pitbull. Segundo informado pelos policiais da CORE, foram feitas tentativas de conter o animal, contudo, sem êxito, restando como alternativa a realização de disparos contra o cão. Enquanto isso, outros policiais permaneceram em diligência no local, ocasião em que localizaram, no muro colado à residência onde o suspeito foi preso, um fuzil calibre 7,62, o qual se encontrava municiado. No local dos fatos, o preso confessou integrar o tráfico de drogas, tendo os demais integrantes do grupo criminoso conseguido fugir pela mata. Em razão das lesões decorrentes da mordida do cão, o preso foi socorrido ao Hospital Estadual Azevedo Lima (HEAL), onde recebeu atendimento médicoAo serem indagados acerca das informações de que pessoas estariam sendo mantidas como reféns pelo tráfico local, os moradores da região demonstraram resistência em colaborar, informando que temiam eventuais represálias por parte da organização criminosa. Já em sede policial, o preso declarou ser conhecido pelo vulgo de “Cavaco” e afirmou ter passado a infância e juventude na Comunidade da Palmeira, onde frequentava a boca de fumo local à época em que a facção TCP dominava o tráfico de drogas da região. Relatou que, após a invasão da facção CV e a expulsão dos traficantes locais, passou a residir no bairro da Gardênia, onde exerceu atividades lícitas, até cerca de duas semanas antes dos fatos, quando ficou desempregado. Segundo declarou, nesse contexto recebeu convite de um indivíduo conhecido como “TH” para integrar o tráfico de drogas no Morro do Pimba, na função de “radinho”, aceitando a proposta em razão de sua situação financeira, retornando a Niterói e passando a residir com sua mãe durante o dia, exercendo a referida função no período noturno, diariamente, das 20h às 8h, mediante pagamento O preso afirmou que parte dos traficantes atuantes na localidade havia chegado recentemente do Rio de Janeiro para manter o controle do tráfico e a vigilância contra a facção rival CV, declarando, ainda, que recebia ordens diretas do indivíduo “TH”, oriundo da Favela da Maré, responsável também por efetuar os pagamentos, e que a liderança do tráfico local teria sido exercida anteriormente por indivíduo conhecido como “Galo”, falecido em confronto com a PMERJ, estando, segundo ouviu dizer, atualmente sob responsabilidade de seu irmão, conhecido como “Iuri”. Relatou que, na data dos fatos, após encerrar seu plantão por volta das 8h, encontrava-se na boca de fumo do “Morrinho” quando se deparou com a operação policial, ocasião em que todos os presentes empreenderam fuga, havendo, entre os criminosos, indivíduos armados com fuzis, incluindo o mencionado “TH”, cujo aparelho celular caiu durante a fuga e foi apreendido pelos policiais. O preso declarou ter presenciado o momento em que alguns criminosos efetuaram disparos contra os policiais, os quais revidaram. Informou ainda que o local onde foi preso era rota habitual de fuga dos traficantes armados, os quais costumam invadir residências de moradores até a retirada das forças policiais, bem como que, nas proximidades da Travessa Nome, existem casas abandonadas utilizadas para ocultação de armas e drogas. Por fim, o preso declarou conhecer indivíduo chamado Nome, réu no procedimento 0801285-76.2026.8.19.0002 e conhecido pelo vulgo “Na Onda”, afirmando que este exerceria a função de “atividade” armada na comunidade, estando presente na boca de fumo no momento inicial da operação policial e também tendo empreendido fuga antes de ser posteriormente preso por policiais militares nas imediações

Polícia investiga morte de homem que seria trabalhador durante guerra entre milícias em Seropédica

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Félix Gomes Vieira. Diligências estão em andamento para apurar os fatos Segundo o que foi divulgado nas redes sociais, Ffélix era morador do KM-42, em Seropedica e foi morto no último dia 19 por milicianos ligados à Tropa do Chevette que integra o grupo de PL. Foi relatado na internet que Félix, nunca havia se envolvido com o crime. Diferente do irmão, que seria miliciano ligado à milícia de Juninho Varão, ele tentava seguir uma vida diferente, longe da milícia. Trabalhava em um lava-jato e, recentemente, conseguiu comprar um presente para o irmão mais novo. O grupo de PL está em guerra contra o de Varão

TCP atacou o Campinho (CV) e teria matado um rival

Segundo relatos nas redes sociais, traficantes do Terceiro Comando Puro atacaram o Morro do Camoinho ((CV).na última noite e teriam matado um.rival. O CV prometeu dar uma resposta. Há três semanas, o TCP vem realizando investidas mal-sucedidas no Juramento, até agora sem resultados concretos. Os confrontos duram no máximo três horas e, em seguida, eles fogem do morro.

Guerra do tráfico na região do Catumbi se arrasta por duas décadas. ENTENDA

A guerra entre traficantes na região do Estácio, Catumbi e Rio Comprido, na Região Central do Rio, vem desde os anos 2000. Naquela época, os confrontos se acirraram depois que o falecido traficante Irapuan David Lopesl, o Gangan, então chefe da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) e morto em um confronto com a polícia, tomou do Comando Vermelho o controle dos morros da Mineira e do Zinco. No último sábado, em pleno Carnaval, um traficante do Morro do Fallet (CV) conhecido como Zoio foi morto em um suposto ataque de rivais do TCP em Santa Teresa. Outras duas pessoas ficaram feridas. Vire e mexe vem ocorrendo confrontos esporádicos na região De acordo com a página Word War Rio, no início do ano houve relatos de que os traficantes do CV se reuniram para planejar as investidas no São Carlos (TCP) Estariam envolvidos os integrantes do CV da Mangueira, Jacaré, Lins, Fallet e Praça Seca; Ao mesmo tempo que os traficantes que Carré e Léo Empada, lideranças do TCP planejavam a retomada do Morro da Coroa. – Lembrando que o Carré era chefe da Coroa na época do TCP. Em agosto de 2020, o Comando Vermelho promoveu uma grande invasão ao Complexo de São Carlos (TCP) que contou com a participação de traficantes de várias favelas como Rocinha, Alemão, Penha. Na ocasião, uma mulher chamada Ana Cristina que nada tinha a ver com a história cabou sendo morta. Ela dirigia-se à pizzaria onde seu companheiro trabalhava juntamente com seu filho de três anos e, quando passou foi surpreendida por uma intensa troca de tiros entre narcotraficantes Diante do tiroteio, a vítima ingressou no interior do automóvel da testemunha Gabriele a fim de se abrigar, ocasião em que deitou seu corpo por cima do corpo de seu filho pequeno para protegê-lo, mas acabou alvejada por dois tiros de fuzil, Traficantes da cúpula do Comando Vermelho responderam processo por esse caso como Doca, Abelha, Johny Bravo da Rocinha, Paulinhozinho do Fallet, Jiló dos Prazesres, Bambu da Rocinha, Léo Serrote (preso), além de Menor Cheru, Léo Empada e Limão, esses três últimos ligados ao TCP.O traficante Johny Bravo recrutou integrantes da Rocinha para o ataque fornecendo-lhes roupas táticas e armamentos (fuzis). Abelha, então preso, teria dado a ordem para que coordenasse a invasão ao Morro de São Carlos.

Polícia identifica morto em guerra de facções no Catumbi. Criança e outras duas pessoas foram baleadas

A Polícia Civil confrirmou como sendo Marcos Vinícius Gomes Marinho, pessoa que morreu durante um ataque de traficantes do Comando Vermelho do Morro do Fallet ao Morro da Mineira, no Catumbi, na noite de ontem. O caso, foi encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Diligências estão em andamento para esclarecer as circunstâncias do crime. O epis[odio deixou outras três pessoas baleadas, entre elas uma menina. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 4º BPM (São Cristóvão), na noite de quarta-feira (18/02), policiais militares foram acionados após informações sobre homens armados efetuando disparos na Rua Frei Caneca, em um dos acessos à comunidade do Morro da Mineira. De acordo com os relatos iniciais, quatro pessoas, dentre elas uma criança, foram vítimas de disparos de arma de fogo, foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Central da Polícia Militar e ao Hospital Souza Aguiar. Uma das vítimas veio a óbito. O policiamento foi reforçado na região. A ocorrência foi encaminhada para a 6ª DP.

Menina foi baleada em ataque do CV ao TCP no Catumbi. VIDEOS

Uma menina chamada Raquel foi baleada durante um ataque de traficantes do CV na localidade dos Predinhos no Catumbi, a região faz parte do Complexo do São Carlos e é controlada pelo TCP. Os criminosos do CV do Fallet chegaram atirando para todos os lados. Relatos nas redes sociais apontam que a garota estaria fora de perigo Vídeos mostraram a correria das pessoas com os tiros. 0

Relatório da Justiça aponta quem seriam os principais traficantes que atuam na Favela Para Pedro (TCP) e cita homicídio de rival do CV dos quais os bandidos são suspeitos

Relatório do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro aponta quem são os principais traficantes que atuam na comunidade do Para-Pedro, em Colégio, na Zona Norte do Rio. Segundo o documento, a localidade é dominada por organização criminosa pertencente à facção criminosa “Terceiro Comando Puro”, que atua na região há muitos anos, explorando como atividade principal o comércio ilegal de drogas, porém, de maneira acessória, também explora a prática dos crimes de porte ilegal de armas de fogo, roubos e homicídios, O relatório indica que um criminoso conhecido como Free Fire , figura como dono” da comunidade Para Pedro, Os traficantes Rex ou Neto e Radical do Parapaz têm a função de gerentes do tráfico de drogas, enquanto que Dudu ou Ribery exerce o cargo de soldado. Os traficantes da Para Pedro teriam sido os responsáveis pelo ataque ocorrido na última sexta-feira no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, área dominada pelo Comando Vermelho. O relatório diz que Free Fire é suspeito de ser o mandante da morte de Márcio Eduardo Magalhães Santana, o Orelha, ocorrida em maio de 2024, no Morro do Jorge Turco, em Coelho Neto. O documento diz que Orelha era apontado como integrante da facção criminosa “C.V.”, Uma pessoa inocente foi atingida no ataque, Na época do fato, o Jorge Turco estava sendo objeto de constantes ataques da organização criminosa que controla a comunidade Para Pedro”, ligada à facção criminosa “Terceiro Comando Puro”, em razão da disputa territorial pelo controle do comércio ilegal de drogas explorado naquelas comunidades. O relatório judicial diz que os assassinos conseguiram cercar a vítima e executá-la, desferindo diversos disparos de arma de fogo, levando um fuzil e dois celulares da vítima. O documento da Justiça revela que foi encontrado o perfil do traicante Neto no X onde foi, possível constatar que este faz parte do tráfico da Comunidade “Para Pedro”. Em uma dessas, aparece um fuzil que, supostamente, pertencia à vítima Marcio Eduardo. Segundo o MPRJ, o depoimento de três familiares da vítimA (primo, irmão e mãe), os quais afirmam que o homicídio foi perpetrado por traficantesda Comunidade “Para Pedro”, pertencente ao TCP, em razão da vítima ser integrante do tráfico da Comunidade “Jorge Turco”, pertencente ao CV.

Supostos matadores de menina mortos, guerra de traficantes e de milícias, inocente baleado, morte por bala perdida, homicídios bárbaros, PMs assassinados: RJ teve carnaval com episódios de muita violência

O período de Carnaval no Rio de Janeiro foi marcado por cenas de muita violência como homicídios, PMs mortos, guerras entre facções e milícias, inocentes baleados, morte por bala perdida, entre outras situações. A reportagem faz um apanhado dos acontecimentos. Supostos assassinos de menina teriam sido mortos pelo CV Na última noite, quatro corpos foram achados no centro de Nova Iguaçu. O chefe da Polícia Civil, delegado Felipe Curi disse que entre os mortos estão envolvidos na morte da menina Valentina, de oito anos, ocorrida na semana passada, na mesma cidade. PMs mortos Um PM foi assassinado em Cascadura na noite de ontem. o sargento Rafael Ávila, de 44 anos, Ele era lotado na Subsecretaria de Gestão de Pessoal da corporação. No fim de semana, o subtenente Clóvis Leoncio Coutinho que estava de folga foi morto em uma tentativa de assalto em Ramos. Um outro PM foi baleado também em tentativa de assalto na Rodovia BR-101, em São Gonçalo; Homicídio em Jacarepaguá Ontem de noite, Jorge Frank Pereira conhecido como Jorginho foi morto na comunidade da Asa Branca, em Jacarepaguá, região que está havendo conflito entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho. Morte em Guadalupe Durantwe uma briga em festa de Carnaval em Gadualupe, um homem identificado como Ailton de Sales Junior acabou morto a tiros. Ele ainda chegou a ser levado para o Hospital Carlos Chagas, em Marechel Hremes, mas não rsistiu. Guerra entre miícias No início da semana, um casal teve o carro atacado a tiros em Nova Iguaçu próximo ao Km 32, área da milícia dominada por Juninho Varão. Uma pessoa acabou baleada. Relatos de que eles foram confudidos com criminosos rivais. Havia crianças no carro. Os milicianos voltaram a entrar em guerra no Carnaval. No sábado, o grupo de Varão invadiu e tomou as comunidades de Manguariba e Jesuítas, na Zona Oeste do Rio, da milícia do PL (sucessor de Zinho), que posteriormente teria conseguido recuperá-las. Há informações ainda não confirmadas que o BOPE chegou a ocupar essas localidades. Morto a pauladas Homicídios cruéis ocorreram durante o período carnavalesco. Um homem foi morto a pauladas no Jardim Palmares, em Paciência, na Zona Oeste. José Alisson Daniel Lima de França, conhecido como Parazinho. se envolveu em uma discussão com um comerciante da região, apontado como suspeito do crime. Ainda não se sabe o que motivou a briga. Briga entre bate-bolas deixa morto e baleado Em Rocha Miranda, um homem morreu após tentar apaziguar uma briga entre grupos de bate-bolas. Fábio Pereira Rangel, de 48 anos, estava com o filho de 4 anos quando foi atingido por disparos de arma de fogo no sábado. Um outro homem também foi baleado por causa de briga de bate-bolas em Irajá. Bala perdida mata no Andaraí Na madrugada de domingo, uma mulher morreu atingida por uma bala perdida no Morro do Andaraí (CV) durante um ataque de traficantes do Morro do Cruz (TCP) Queimado e morto Em Realengo, também na Zona Oeste, André Ferreira Lima, de 44 anos, morreu após ter parte do corpo queimado. A principal suspeita do crime é a sua namorada, que não teria aceitado a possibilidade de André reatar o relacionamento com a ex-esposa. Disputa entre o CV e o TCP na Ilha No sábado, houve guerra entre facções criminosas na Ilha do Governador com mortes. Mais cedo, traficantes do Morro do Barbante dominado pelo Comando Vermelho atacaram rivais do Dendê, ligados ao Terceiro Comando Puro. Eles mataram um rival e levaram um fuzil, Horas depois, o TCP deu o troco, também matou um inimigo e levou um fuzil. Operação policila com mortes Operação da PMERJ também resultou em mortes no Carnaval. Foi no Morro do Chaves, em Barros Filho. Dois suspeitos foram mortos, outros dois baleados e cinco fuzis foram recolhidos.

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