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Polícia caça chefão do TCP em Vargem Grande suspeito de dois homicídios

O Disque Denúncia (2253-1177) divulgou nesta quarta-feira (24), um cartaz para auxiliar a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), a fim de obter informações que levem à localização do criminoso, ligado a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), Gabriel da Silva Alves, conhecido pelos vulgos de “GB ou Biel ou Cocão”, de 31 anos. Chefe do tráfico de drogas em Vargem Grande, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, ele teria envolvimento em dois homicídios praticados em maio de 2024, e outro em fevereiro de 2025. No primeiro, no dia 09 de maio de 2024, por volta das 21h00min., na Rua Omar Bandeira de Ramidan Sobrinho, altura do nº 16, Recreio dos Bandeirantes, um grupo de criminosos, sob o comando de “GB”, assassinaram Jean Carlos Santana da Costa, de 32 anos. No dia dos fatos a vítima encontrou com dois amigos em uma barbearia localizada na Cidade de Deus e foram ao encontro de um criminoso da localidade, com a finalidade de comprar maconha. Os três amigos se dirigiram ao local no automóvel de um deles, que dirigia o veículo, tendo a vítima Jean sentado no banco do carona e um outro no banco traseiro. Ao chegarem no local combinado, ligaram para esse traficante, que informou que já estaria chegando. Em seguida, um veículo HRV branco parou ao lado da porta da vítima, oportunidade em que desceram do veículo os traficantes Cleysson Fernando de Souza Brazil, vulgo “Negão”, de 28 anos, que já se encontra preso, desde junho deste ano e Diego Santos Cometa, vulgo “Cara de Mula, de 30 anos, ainda em liberdade. Os dois, obedecendo às ordens do traficante “GB”, efetuaram diversos disparos em direção ao veículo, contra o veículo onde estavam os três amigos. Os disparos atingiram de forma fatal Jean, que veio a óbito no local. Uma das vítimas mesmo ferido, conseguiu fugir e um terceiro não foi atingido, pois ficou abaixado no banco traseiro. Segundo as investigações, a vítima, seus amigos e os criminosos são oriundos do bairro de Vargem Grande, que é dominado pelo TCP. O crime foi motivado em razão do descumprimento por parte da vítima da ordem emanada pelos traficantes da localidade, de que os moradores de Vargem Grande para que não frequentassem a Cidade de Deus, uma vez que a localidade é comandada pela facção criminosa rival, Comando Vermelho (CV). As vítimas foram atraídas ao local para serem executadas. O segundo crime, se refere à morte de Frauzenete Soares da Silva, de 53 anos, vice-presidente da Associação de Moradores da Comunidade Palmares, em Vargem Grande, por 25 anos, e que foi assassinada em fevereiro deste ano. Segundo as informações contidas nos autos do inquérito da DHC, a vítima vinha travando uma luta com os traficantes e milicianos por ser contra as cobranças realizadas por eles aos moradores e comerciantes da região, fato que teria motivado a sua morte. Conforme o apurado na investigação, o traficante Luiz Fernando dos Santos Pereira, vulgo “”Negão”, de 25 anos, preso em março deste ano, auxiliado por Christian de Souza Ribeiro, vulgo “Kikito”, de 19 anos, ainda em liberdade, que pilotava a motocicleta utilizada na empreitada -, executou a vítima Frauzenete, com diversos disparos de arma de fogo, a mando do traficante “Gabriel GB”, no interior da casa de festas Espaço Soares, estabelecimento comercial de propriedade da vítima. Além da intimidação por tomada de terras, a quadrilha também estaria praticando outros crimes na Palmares, como extorsão semanal a uma cooperativa de reciclagem que emprega moradores. Já em comunidades vizinhas, eles cobram por serviços, como internet, água e energia elétrica, mesmo daqueles que pagam regularmente às empresas. Conforme consta no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), constam dois mandados de prisão, sendo expedidos pela 2ª e 3ª Vara Criminal da Capital, com pedidos de prisão preventiva, pelo crime “Homicídio Qualificado, onde constam também os traficantes Diego Santos Cometa, vulgo “Cara de Mula” e Christian de Souza Ribeiro, vulgo “Kikito”, Eles já são considerado foragidos da Justiça. Diante dos fatos, a a DHC e 42ª DP, solicita que quem tiver informações sobre a localização “Gabriel GB”, “Kikito” e “Cara de Mula”, favor entrar em contato pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia: Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177 WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa) Aplicativo: Disque Denúncia RJ Anonimato Garantido

Coronel do Muquiço (TCP) foi expulso de Senador Camará por causa de morte de jovem? Página da comunidade diz que sim e jornalista afirmou que não procede

A página Camará Tem Voz divulgou ontem que o traficante Coronel do Muquiço havia sido expulso da Cidade de Davi, em Senador Camará, pelo chefe local, vulgo Sabão, em razão do assassinato de Sther Barroso. Segundo a página, teria ocorrido um desgaste na imagem da comunidade. Coronel passou a ser odiado no local. Sther foi morta apóss um baile funk aos se recusara passar a noite com Coronel Ela foi espancada e morta, atitude que trouxe operação recente para a comunidade atrapalhando o direito de ir e vir dos moradores. O jornalista Bruno Assunção, no entanto, garante que a informação não procede e que a notícia é uma contra-informação para impedir novas ações da Polícia Ciivl no local. A conferir.

Negativa de pagar a taxa para a narcomilícia já resultou em até dois homicídios em Campos (RJ)

As extorsões contra comerciantes em Campos dos Goytacazes já ocorrem há algum tempo e já resultou até em dois homicídios. Os comerciantes são obrigados a pagar taxas variadas conforme a natureza do estabelecimento, seja farmácia, posto de gasolina, cerâmica.Em dias em dias específicos, os narcomilicianos vão pessoalmente aos comércios auferir a vantagem econômica indevida e a depender da área, os suspeitos estão, em tese, cumprindo ordens dos traficantes locais, tais como Peixe, Loirinho e Balbinot- todos com a liberdade cerceada, atualmente, e recolhidos em estabelecimentos prisionais; Chegaram a ocorrer no ano passado dois homicídios na localidade de Farol de São Tomé, e que os comentários que correram na região, é que os respectivos homicídios foram perpetrados, em tese, pelos extorsionários e o fator motivante foi o inadimplemento do pagamento; As mortes geraram grande temor na população e, naturalmente, desestimularam às vítimas a comparecer a delegacia para noticiar as infrações penais sofridas; Os contatos entre autores e vítimas se dão através de telefone em tom ameaçador e enfatiza que e o pagamento é sempre realizado em mãos, onde os subordinados das lideranças do tráfico são designados para ir até os estabelecimentos comerciaiis arrecadar os valores. Os moradores locais realatam que após o homicidio de “Geléia” e Amaro Nilton em Farol de São Tomé no final de 2022 e 2023, a quantidadade de extorsões aumentou consideravelmente, e que os autores sempre mencionam que a recusa no pagamento poderá acarretar consequências como a morte das vítimas citadas; Um gerente de uma cerâmica extorquida disse para a polícia temer pela própria vida e, por isso,

Narcomilícia do TCP exigia cerca de R$ 500 mensais de comerciantes na Baixada Campista. Quem não paga é ameaçado ou roubado. MP e polícia fazem operação

Investigações apontam que traficantes ligados à facção Terceiro Comando Puro, sob a liderança do denunciado Fernando Silva Balbinot, ameaçavam e exigiam valores de comerciantes em troca de “garantir segurança” patrimonial, na Baixada Campista, especialmente em Baixa Grande e no Farol de São Tomé. Eles atuavam de modo semelhante a uma milícia privada, mas profundamente ligada ao tráfico de drogas – a chamada narcomilícia. De acordo com a denúncia do GAECO/MPRJ, os criminosos exigiam, em média, R$ 500 mensais, valor que variava conforme o tamanho e o faturamento do comércio. Caso os empresários se recusassem a pagar, eram ameaçados com incêndios ou roubos em seus estabelecimentos. As extorsões eram reiteradas todo mês, com as ameaças sendo renovadas a cada visita ou ligação dos criminosos, mantendo as vítimas sob constante coação e sem possibilidade de se libertarem do domínio desses indivíduos. Hoje, o Ministério Público Estadual e a Polícia Civil cumprem, nesta quarta-feira (24/09), 13 mandados de prisão contra traficantes que extorquiam comerciantes em Campos dos Goytacazes. Eles foram denunciados por extorsão, associação criminosa e associação para o tráfico. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). Os mandados foram obtidos junto à 2ª Vara Criminal de Campos dos Goytacazes. O MPRJ destaca que a região enfrenta uma progressão criminosa preocupante, com a ocorrência de homicídios que teriam sido motivados pela recusa das vítimas em pagar a quantia mensal exigida pelos criminosos.

Telemarketing religioso cobrava até R$ 1,5 mil por curas e milagres no Rio. Polícia faz operação

Policiais civis da 76ª DP (Niterói) deflagraram, nesta quarta-feira (24/09), uma ação contra uma quadrilha que, se passando por um pastor, cobrava de fiéis para fazer orações, prometendo curas e milagres. Os criminosos atuavam a partir de uma central de telemarketing, no Centro de Niterói. A “Operação Blasfêmia” é realizada em conjunto com o Ministério Público. O objetivo da ação é o cumprimento de mandados de busca e apreensão em decorrência de inquérito da 76ª DP que apurou os crimes de estelionato, charlatanismo, curandeirismo, associação criminosa, falsa identidade, crime contra a economia popular, corrupção de menores e lavagem de dinheiro. As investigações revelaram uma estrutura sofisticada de telemarketing religioso, onde dezenas de atendentes eram contratados por meio de anúncios em plataforma on-line de vendas. Os selecionados, sem qualquer vínculo religioso com a instituição, eram orientados a se passarem pelo líder religioso durante atendimentos via WhatsApp. Durante as conversas com as vítimas, os atendentes simulavam ser o pastor de uma igreja de São Gonçalo, utilizando áudios previamente gravados com promessas de curas e milagres, condicionadas à realização de transferências bancárias via pix. Os valores cobrados variavam entre R$ 20 e R$ 1,5 mil, conforme o “tipo de oração” oferecida. Para dar vazão ao grande volume de arrecadações, o grupo se utilizava de uma rede de contas bancárias registradas em nome de terceiros, dificultando o rastreamento das movimentações financeiras. Os atendentes eram remunerados por comissões proporcionais à arrecadação semanal e submetidos a metas rígidas de desempenho. Aqueles que não atingiam o valor mínimo estipulado eram dispensados. A investigação teve início em fevereiro deste ano, quando a polícia identificou a existência de um call center, onde foram flagradas 42 pessoas realizando atendimentos virtuais. Na ocasião, 52 telefones celulares, 6 notebooks e 149 cartões pré-pagos de telefonia móvel foram apreendidos. A análise desse material confirmou a atuação coordenada do grupo e permitiu identificar milhares de vítimas em todo o território nacional.Durante a apuração, foi realizada também investigação financeira, que identificou movimentações superiores a R$ 3 milhões em um período de dois anos. Com base nos elementos colhidos, foram decretados o sequestro de bens e o bloqueio de contas bancárias dos investigados, bem como de empresas a eles vinculadas. Nessa primeira fase, o pastor e outros 22 integrantes do grupo foram denunciados. Além disso, foi deferida medida cautelar de monitoramento por tornozeleira eletrônica em face do pastor. As investigações seguem com o objetivo de identificar novas vítimas e eventuais participantes da organização criminosa.

Polícia tenta prender Laio do TCP suspeito de ser autor de diversos homicídios em Cabo Frio

A polícia tenta obter informações que levem à localização do criminoso, membro da Organização Criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), Laio da Silva Paulo, de 21 anos. O criminoso é investigado como principal envolvido em  diversos homicídios no município de Cabo Frio, na Região dos Lagos, sendo também investigado como sendo uma das lideranças da facção TCP, no bairro do Tangará.  Ele também é apontado como um “puxador de guerra”, ou seja, pratica homicídios nas comunidades de facção rival, com o objetivo de expansão territorial, principalmente, na Reserva do Peró, dominada pelo Comando Vermelho (CV).  Não obstante, Laio, é investigado em homicídios praticados dentro da própria comunidade onde reside, não tendo relação com a prática do tráfico e sim por desavenças pessoais. Contra ele consta um Mandado de Prisão, expedido pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio, Espécie de prisão: Preventiva, pelo crime de Homicídio Qualificado, pelo fato de que, em uma tentativa de homicídio, a vítima estava indo almoçar em uma pensão, no bairro Reserva do Peró. Enquanto, estavam escolhendo a comida, dois homens chegaram numa motocicleta e se aproximaram pela calçada, ficando acerca de 04 metros de distância da vítima; e percebeu que o homem que estava na garupa estava em posse de uma pistola, que estava em sua cintura e também percebeu que o condutor da motocicleta estava de capacete, enquanto o homem que estava na garupa estava sem.  Neste instante, tendo iniciado caminhada para se dirigir para o interior da pensão, o homem que estava na garupa perguntou tem maconha ai?”, tendo respondido que não; O referido homem perguntou novamente, com indignação “Ah não !? Tem não !?”, nesta oportunidade na qual o homem que estava na garupa começou a efetuar diversos disparos de arma de fogo contra a vítima, que foi socorrido por populares e levado até o Hospital Municipal do Jardim Esperança, porque havia levado um tiro no braço e no peito. Depois, em reconhecimento na DP, oportunidade na qual a vítima reconheceu como sendo o autor dos disparos do traficante Laio.  O setor de inteligência da 126ª DP, apurou que logo após o deferimento de um mandado de prisão, Laio fugiu da região e se abrigou em outro complexo dominado pela facção TCP, porém, recentemente retornou à região e praticou novos crimes, nos quais já foi identificado. Os confrontos entre TCP e CV, decorrem da guerra entre as mencionadas facções no “Morro do Limão, Valão, Minha Casa Minha Vida, Reserva do Peró, Jardim Peró e Tangará”, inclusive com armamento de grosso calibre.  Cabe ressaltar, que traficante “Laio”, é considerado pelo sistema carcerário de “Alta Periculosidade”, e possui uma passagem, quando foi preso no dia 20 de junho de 2023, pelo crime de tráfico de droga, saindo na Audiência de Custódia, dois dias de sua prisão, no dia 22, e estando atualmente, em liberdade provisória.  Diante dos fatos, a 126ª DP, solicita que quem tiver informações sobre a localização de Laio da Silva Paulo ,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia:    Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Os bastidores do funcionamento do aplicativo criado pelo CV para corridas de mototaxistas

A denúncia do Ministério Público explica como funcionava os bastidores do aplicativo Rotax Mobile desenvolvido por traficantes do Comando Vermelho. Os bandidos constrangiam moradores e mototaxistas, na Comunidade da Vila Kennedy, nesta cidade, a utilizarem o aplicativo” como condição para continuarem se deslocando e atuando na região sob pena de represálias. Tal aplicativo vinha sendo utilizado como instrumento para arrecadação ilícita e controle territorial, vinculado a um CNPJ cuja razão social era incompatível com a atividade fim declarada, tudo em benefício ao tráfico de drogas da região, por meio da atuação de sócios ocultos vinculados à organização criminosa. Os pagamentos no aplicativo eram realizados por transferência bancária, via Pix, às contas vinculadas a pessoas físicas e jurídicas relacionadas com os investigados. Uma empresa de mercadinho e lanchonete localizada em São Gonçalo estava cadastrada como recebedora dos valores das corridas realizadas na comunidade por meio do aplicativo, atuando como interface financeira do sistema de arrecadação. A linha utilizada como canal de contato com os mototaxistas estava em nome do desenvolvedor do aplicativo e responsável por uma outra empresa, que também movimentava valores suspeitos. Já dois irmãos foram identificados como responsáveis pelos pontos de mototaxista, atuando como administradores do grupo de WhatsApp “Deus é fiel sempre”, utilizado para orientar os condutores e impor a adesão ao aplicativo. Por fim, a companheira do dono da empresa mercadinho e lanchonete é titular daconta bancária da Caixa Econômica Federal utilizada para o recolhimento do valor fixo por cada mototaxista. Um dos suspeitos que participava do esquema tinha um dos endereços no Engenho do Roçado, em São Gonçalo, em uma casa de dois andares de alto valor com piscina, sala de sauna, dois quartos, uma suíte, sacada e terreno de grandes dimensões e protegido por barricadas construídas por traficantes O grupo praticava os seguintes crimes: Extorsão indireta (art. 158 do Código Penal), consistente na imposição econômica de pagamentos obrigatórios aos mototaxistas como condição para operar na comunidade; Lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei nº 9.613/98), mediante dissimulação da origem dos recursos repassados às contas bancárias dos investigados e empresas vinculadas; Financiamento ao tráfico de drogas (art. 36 da Lei nº 11.343/06), tendo em vista que os valores são coletados dentro de área reconhecidamente dominada por facção criminosa, conforme relatos reiterados; Associação criminosa (art. 288 do Código Penal), em razão da atuação contínua e conjunta entre os investigados para garantir a permanência da estrutura de arrecadação.

Atentado contra bicheiro foi briga na contravenção, aponta MP, que denunciou cinco à Justiça

Invesstigações indicam que a tentativa de homicídio contra o bicheiro Vinicius Drummond em 11 de julho na Barra da Tijuca estaria relacionada com a atividade da contravenção. A vítima, filho do falecido contraventor Luizinho Drumond, é considerado seu principal sucessor e apontado como integrante da nova cúpula do jogo do bicho, ao lado de Adilson Oliveira Coutinho Filho e Rogério de Andrade. O Ministério Público Estadual denunciou à Justiça Adriano Carvalho de Araújo; o policial militar Deivyd Bruno Nogueira Vieira, conhecido como Piloto; Jorge Affonso Martins de Assis; o ex-policial militar Luís César da Cunha, vulgo Madimbu; e Rafael Ferreira Silva, apelidado de Cachoeira. Os cinco denunciados atuaram em conjunto com os executores, sendo responsáveis pelo planejamento do crime, pelo monitoramento da vítima e pela cobertura durante o ataque. Segundo a denúncia, os atiradores seguiram Vinícius Drumond até a altura da estação BRT Ricardo Marinho, na Avenida das Américas, onde efetuaram dezenas de disparos contra a vítima. A denúncia ressalta que o homicídio só não se consumou por conta da blindagem do veículo, que chegou a ser perfurada. O carro foi atingido por cerca de 30 tiros de armas de fogo de grosso calibre. A denúncia descreve que Deivyd Bruno participou do planejamento do crime e ainda prestou resgate aos comparsas após o atentado. Rafael Ferreira, por sua vez, foi responsável por monitorar a vítima. Luís César da Cunha e Adriano Carvalho de Araújo participaram do planejamento e deram cobertura ao ataque. Já Jorge Affonso de Assis atuou no planejamento, no monitoramento e no apoio à execução no dia do crime. As apurações sobre o caso foram desmembradas e seguem em andamento para responsabilizar o mandante e outros envolvidos no crime. A ação penal foi recebida pela 1ª Vara Criminal da Capital.

Integrantes da maior milícia do RJ estão com prisão decretada por duplo homicídio em Seropédica

Integrantes da maior milícia do Rio que era comandada por Zinho e agora é chefiada por PL ou Jorjão são suspeitos de um duplo homicídio em Seropédica. As vítimas foram Lucas Aguiar Rozindo Silva, o Nelsinho, e Pedro Vinicius Rodrigues Fortes, o Peppa. Ambos receberam diversos disparos de arma de fogo, tanto que a vítima “Nelsinho” teve o olho esquerdo arrancado por um projétil, com “zona de tatuagem”, isto é, comprovando o disparo efetuado à curta distância, causando as lesões que o levaram à morte.  Segundo testemunhas, seis indivíduos armados com fuzis, uniformizados com roupa parecida com a da polícia, de balaclava, invadiram sua casa no período da madrugada e acordaram Lucas com um tapa, perguntando onde estava a arma.  Lucas foi levado para a casa de Peppa e os criminosos disseram que já sabiam de tudo;  Segundo a testemunha, após levarem Lucas, ouviu cinco a seis disparos. No local onde ocorreu o crime, haviam três crianças. A testemunha reconheceu dois suspeitos, vulgos Boi e Trakinas. Esse último chegou a dizer que levaria Lucas para a delegacia. Ambos estão com as prisões preventivas decretadas. Um terceiro sem vulgo também.

Delegado morto em SP foi ameaçado há quatro anos por um homem por conta de uma investigação contra colega da polícia. ‘Seu covarde, demorei para te achar, mas te achei”

Assassinado na semana passada em Praia Grande, o ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Pontes, sofreu ameaças em 2021, por um homem que o acusava de perseguir um outro delegado que era investigado pela Corregedoria na época. Na ocasião, o homem enviou a Fontes ameaças de divulgação de dados e outros xingamentos contra a vítima, que na época ocupava o mais alto e honroso cargo da competente e dedicada Polícia Civil deste Estado.  “vou vazar seus dados, tais como telefone, endereço, CPF, RG etc pra galera te achar pela sua covardia com o da Cunha. Espero que voce morra””sobre rastrear, tenta aí, fodão”,”seu covarde, demorei p te achar, mas achei”,”seu safado, covarde. Vou divulgar agora os dados que colhi seu”,”até seu irmão vai se f..”,”mexa com bandido grande, mexa comigo, me rastreia, Agora fica perdendo teu tempo pra prejudicar homem de bem, “mexa com o crime cibernetico, seu fraco, arrombado, rato”, “vou derrubar seu número, seu corno covarde”, “dá adeus pro seu Whatsapp”, “responsa seu corno”.  O homem fez ameaças a Fontes  visando pressionar a vítima relativamente a apuração administrativa na ocasião instaurada, bem como que tentou invadir dispositivo, o telefone celular da vítima, visando alterar ou destruir dados ou informações sem autorização do usuário do dispositivo. Ademais, a intenção do réu de instalar vulnerabilidades no dispositivo para obtenção de vantagem ilícita – beneficiar pessoa que estava sendo legitimamente investigada ou punida em âmbito administrativo.

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